Perigo real

“O Brasil está na iminência de ter de volta um regime autoritário civil-militar. Corre-se o risco de não haver eleições em 2018.

A nação está entregue à própria sorte, quando os poderes da República estão comprometidos com o golpe que suprimiu as garantias constitucionais”.

A colocação, em tom de advertência, é do deputado federal Ênio Verri. Não tem como negar que os riscos de melarem as eleições de 2018 existem. Isso só não ocorrerá se Lula for condenado em segunda instância e tornar-se inelegível.

Um plano B da esquerda e do centro-esquerda, possivelmente com Ciro Gomes e Fernando Hadadd ,  não preocupa a elite. Sem Lula, ela pode sonhar em retornar ao comando do país por meio de um candidato confiável , que pode ser o tucano Alckmin ou mesmo Dória, mas sem que  Bolsonaro, o dublê de Trump,  produza sobressaltos. “Se a gente põe, a gente tira, como fizemos com Collor”, ecoa a voz do pib nacional, gritada certamente em megafone do alto de algum prédio famoso da Avenida Paulista.

 

 

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10 comentários sobre “Perigo real

  1. Domingos Aparecido 12 de setembro de 2017 11:57

    A realidade do crime que os jornalistas insistem em não ver.
    Anualmente o Brasil perde mais de 500 bilhões com caixa dois;
    A Lei Kandir faz com que os estados percam mais de 100 bilhões com renúncia fiscal;
    A Zona Franca consome mais de 300 bilhões em incentivos fiscais;
    A Lei Rouanet recebe 16 bilhões para patrocinar parada gay, Carnaval, show de cantores famosos, Rock in Rio e agora o Banco Santander para promover exposição agredindo as famílias e os valores CRISTÃOS.
    Facebook: Associação Natureza Vibrante

  2. Sergio 12 de setembro de 2017 17:45

    O que mais impressiona é o cinismo do Temer(coligação PMDB/PP/PSDB/DEM). No meio do caminho de Temer não tinha uma pedra, tem uma pedreira; têm PORÕES, MALAS, APARTAMENTOS, FILMES, GRAVAÇÕES, “AMIGOS”, DELAÇÕES, etc.

    • Ana Maria 13 de setembro de 2017 8:09

      Perfeito, e o no meio do governo Beto Richa tem operação publicano, corrupção na secretária de educação, receita estadual, quadro negro…….

  3. Juarez Guimarâes 13 de setembro de 2017 7:06

    Julgado por um regime de justiça de exceção, condenado pela Rede Globo e por todas as grandes empresas de comunicação antes já de ser julgado, só há um caminho para defender Lula: restituí-lo à história do povo brasileiro. É vão pretender formar um juízo equilibrado em uma cena armada para condenar.

    Se Mandela, foi condenado por um júri de brancos no país do apartheid social, Lula está sendo condenado por um júri de classe dos grandes capitalistas no país do apartheid social.

    A comparação de Lula com Mandela neste momento dramático da história secular e épica de resistência do povo brasileiro, de Zumbi de Palmares a Chico Mendes, de Tiradentes a Gregório Bezerra, de Pagu a Margarida Alves, de Antonio Conselheiro a dom Hélder Câmara, é justa, necessária e incontornável.

    É justa porque, assim como Mandela, Lula é a liderança operária e popular de maior raiz, amplitude e identidade de toda a história brasileira. Sua origem social, suas quatro décadas na vanguarda da construção da democracia, o fato de ser o maior símbolo da esperança de um Brasil sem apartheid social convergem para este diagnóstico.

    É absolutamente necessária a comparação de Lula com Mandela porque assim como os racistas sabiam que era preciso desmoralizar Mandela e mantê-lo preso para manter o regime do apartheid, os que dirigem o golpe contra a democracia no Brasil sabem que sem desmoralizar Lula e sem interditar a sua liderança política, a democracia e os direitos do povo podem voltar ainda com mais força.

    É incontornável comparar Lula com Mandela porque assim como Mandela tornou-se a grande referência internacional na luta contra o racismo, Lula tornou-se a grande liderança mundial na luta contra a fome e a desigualdade social. A sua defesa interessa aos povos de toda a América Latina e do mundo.

    Na história, não no tribunal dos racistas, Mandela tornou-se invencível. Assim como na caravana ao Nordeste, será preciso agora abraçar Lula. O seu lugar é no coração da história do povo brasileiro.

  4. Alaor 13 de setembro de 2017 7:31

    Um herói de verdade, nem a morte consegue destruir, porque o seu legado continuará inspirando gerações e a sua memória é perpetuada. Luiz Inácio Lula da Silva é um Tesouro Nacional de valor incalculável, por seus feitos, como o único presidente desta nação que deu vez e voz ao povo brasileiro, garantindo ao pobre o direito constitucional de exercer de fato, a cidadania que dantes era apenas de direito. O povo brasileiro se solidariza mais uma vez com esse, que como todo herói é perseguido, porém vencedor. Lula, herói do povo brasileiro, orgulho desta nação!

  5. Ana Maria 13 de setembro de 2017 8:07

    O Brasil e o Paraná mergulhado em governos corruptos, só existe uma saida:
    Lula e Requião

  6. Silva 13 de setembro de 2017 9:25

    O povo também tem que aprender a votar, temos que votar em candidatos que defendam os trabalhadores e não em candidatos que retiram os seus direitos, os professores tem que votar em candidatos que valoriza a educação e não em candidatos que manda a policia agredirem com bombas e balas, por isso em 2018 vamos de LULA PRESIDENTE E REQUIÃO GOVERNADOR.

  7. Alemão 13 de setembro de 2017 10:00

    Muitas pessoas não entendem por que tanta perseguição ao Lula, veja este relato para poder entender:

    Aqui cheguei – área rural do norte da Bahia – em 1999, fim de uma grande seca. Pouco tempo antes, FHC, pressionado por Marco Maciel, visitara uma cidade do Ceará. Lá ficou duas horas e voou para Praia do Forte, em Salvador.

    Afinal, ninguém é de ferro. Passava-se fome e, naquele último ano da seca, muita gente sobreviveu de caça, quando caça havia.

    A única ajuda do governo era uma cesta básica, distribuída pelas prefeituras. Só recebiam os correligionários do prefeito.

    O transporte comum era o jumento – o cavalo era muito caro. Alguns tinham bicicleta. Moto? Uma raridade. Carro? Tá doido, homem? Veio o Lula.

    Enfrentamos a pior seca de nossa história recente sem pagarmos o pesado imposto de mortes tão comum no passado graças sobretudo ao bolsa família e ao salário mínimo valorizado.

    Cheguei a comprar milho a preço de Sorriso, uma das iniciativas da Dilma para minorar o sofrimento do sertanejo.

    Fome é coisa do passado e hoje é rara a casa que não tem uma moto e mesmo, em alguns casos, um carrinho. Velho, mas andando. Ah, posso usar o computador graças ao Luz para Todos.

    Zelita, minha vizinha, aproximadamente 45 anos, analfabeta, no dia da votação em 2014 disse que iria votar na Dilma, pois ela e o Lula “foram os únicos governos que fizeram alguma coisa por nós”. Hoje o Lula é quase unanimidade por aqui.

    Enquanto isto, um outro vizinho, médico rico e bem sucedido, disse-me uma dia que não concordava que tirassem seu dinheiro para dar a esses vagabundos (bolsa família), frase repetida com palavras mais amenas por um pastor numa rádio de Juazeiro, Bahia.

    É tão difícil entender a perseguição a Lula?

  8. Henrique 13 de setembro de 2017 11:58

    Lula-Dilma contra a corrupção

    As medidas do governo Lula para enfrentar a corrupção:

    – em 2003, com aprovação da Lei 10.683/2003, que criou a Controladoria Geral da União (CGU),

    – em 2004, com a criação do Portal da Transparência,

    – em 2005, foi regulamentado o pregão eletrônico e em 2008 foi criado o Cadastro de Empresas Inidôneas (CEIS),

    – em julho de 2005, um pacote anticorrupção, composto por cinco medidas. Entre elas, o projeto que transforma em crime o enriquecimento ilícito de servidores públicos, que, passada uma década, ainda não tinha sido aprovado pelo Congresso.

    – em 2012 foi aprovada a Lei de Acesso à Informação,

    – em 2013, Dilma sancionou a Lei Anticorrupção (DOU/02/08/2013) – a Lei que deu origem à várias operações da PF como Lava Jato, Zelotes, e outras

  9. Rogerio 13 de setembro de 2017 12:23

    O julgamento de Lula não teve Lula como réu verdadeiro. Foi um réu simbólico. O que estava sendo julgado não era crime algum. Estava em julgamento o partido de Lula, sua política e sua filosofia. Estava também no mesmo banco dos réus o aluno pobre bolsista do PROUNI, o pobre no aeroporto, o pobre que compra carro e celular de marca. Moro condenou uma classe oprimida pelo crime de se igualar a quem oprime. Somos todos réus. Somos todos Lula.

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