Pesquisa da USP mostra que médicos recém-formados não querem trabalhar para pobre

Estudo da USP mostra que médicos brasileiros não querem trabalhar como médicos da família  e nem atuar no atendimento primário. Ou seja, querem tudo, menos clinicar para pobres. A pesquisa da Universidade de São Paulo foi abordada em extensa matéria da Folha de São Paulo, que destaca: “Apenas 3,7% dos graduados entre 2014 e 2015 aceitam  trabalhar na atenção básica”.

O próprio jornal lembra que “Médicos cubanos exerciam a medicina preventiva , visitando famílias, inclusive nos rincões mais pobres”. Com o rompimento do acordo provocado pelas bravatas do presidente eleito Jair Bolsonaro, o embuste veio à lume: médicos brasileiros se inscreveram rapidinho para preencher as vagas abertas, mas não querem atuar como generalistas, os chamados  clínicos gerais.

Segundo aponta a matéria da Folha “o Brasil é diferente de Cuba e de boa parte do mundo, porque aqui os médicos se formam já pensando em ser especialistas. Como a esmagadora maioria dos formados é originária de famílias brancas e ricas, dá pra imaginar agora que tipo de assistência terão daqui para a frente os mais de 20 milhões de brasileiros assistidos pelo Mais Médico nos últimos 5 anos.

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13 comentários sobre “Pesquisa da USP mostra que médicos recém-formados não querem trabalhar para pobre

  1. maso 5 de dezembro de 2018 20:21

    Parece que tem um erro de entendimento na última frase. Não sei como se chama isso em português, mas algo está errado Messias!

    • Messias Mendes 6 de dezembro de 2018 1:04

      Apenas um pequeno erro de concordância, já corrigido. Obrigado.

  2. Alaor 5 de dezembro de 2018 21:17

    Médicos cubanos só aceitavam trabalhar para pobres porque eram obrigados. Ou aceitavam o que Cuba determina ou a família poderia sofrer as consequências

      • Fabio 6 de dezembro de 2018 5:50

        O alaor não conhece a realidade, ele é um anacrónico.

        • Alaor 6 de dezembro de 2018 17:41

          A realidade do mundo das fadas que vc vive eu realmente não conheço!

      • Alaor 6 de dezembro de 2018 9:04

        Eu tbm acho.

        Imagina o governo pagar sua faculdade e depois te usar como escravo e manter sua família refem e distante de vc ?

        Absurdo!

        • Nelson 6 de dezembro de 2018 12:47

          O médico cubano paga 70% de impostos mas possuem educação e saúde de graça e de primeiro mundo, já eu paga do que ganho 12% de INSS, 27,5% de imposto de renda e tudo que compro ou pago tipo água, luz, internet gasolina, mercado, roupa, cinema etc pago algo em torno de 35%, somando então eu pago algo em torno de 75% do que eu ganho e tenho serviços do estado de péssima qualidade, afinal nós é que somos escravos, outra coisa é que devemos entender a sociedade cubano não olhando com nosso olhos, lá o povo é mais humano, aqui é um povo que respira capitalismo cruel e selvagem.

    • Zé Bento 6 de dezembro de 2018 6:45

      Não fale o que você não sabe Alaor, assim seu nariz cresce menino kkk.

      • Victor Hugo 6 de dezembro de 2018 17:14

        Você está certíssimo Alaor, esses petebas adoradores do lularapio vivem no mundo da lua !!!

      • Alaor 6 de dezembro de 2018 17:40

        Não é que eu não sei… e que a capacidade cognitiva dos petista é limitada e vc acaba não entendendo as coisas kkk

    • isabela 6 de dezembro de 2018 8:09

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK fonte: whatts app

      • Alaor 6 de dezembro de 2018 12:34

        Fonte : contrato do mais médicos…

        Pelo contrato médicos cubanos devem atuar nas áreas determinadas pelo MS sendo pagos pelo governo cubano que repassa a eles cerca se 2500 reais do valor se 11 mil que recebem do Brasil via Opas!

        Lembrando que não é o contrato com a OPAS proíbe o médico cubano de trazer a família para o Brasil… é o governo cubano que proíbe pois qualquer nescio sabe que se deixarem. Nunca maia voltam.

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