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Ser “livre”

Pitaco do leitor Wilson, que posto aqui como nota, porque achei muito interessante:

“Que negócio de panela que nada Messias, o negócio agora é ser “livre” e comer a ração do Dória , ser “livre” e trabalhar como escravo com a nova reforma trabalhista nas empresas do Flávio Rocha, ser “livre” e trabalhar como escravo nas fazendas do Maggi ser “livre” e trabalhar até morrer sem aposentar, ser “livre” e se for professor na sala de aula discriminar gays, indígenas negros e pobres, pois o importante é ser “livre” ahuuuuuuuu!”

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Sem panelaços

Temer salva Aécio e Aécio vai ajudar a salvar Temer. Em torno do senador mineiro, para anular a decisão da 1ª. turma do STF, fecharam questão o PMDB, o PSDB, o PR, o PP, o PRB, o PTC e o PROS. Claro que esses partidos vão estar com Temer , tanto na CCJ quanto no plenário da Câmara.

Ressalve-se que no PMDB, contrariaram a bancada os senadores Roberto Requião (Paraná) e Kátia Abreu (Tocantins).

As denúncias contra Aécio são batom na cueca. Mas o que fazer se dos 44 que votaram com ele 28 são denunciados, igualmente por corrupção? Os iguais se entendem. É por isso que Temer e seus colegas de “quadrilhão” estiveram juntos com o senador mineiro, que por sua vez estará junto com o presidente ilegítimo na discussão e votação pela Câmara da segunda denúncia feita contra ele pela PGR.

Ah, em tempo: com a notícia no Jornal Nacional da absolvição de Aécio Neves, ninguém foi para a sacada de seus prédios bater panela. E nem se ouvirá barulho de panelaços quando a Câmara Federal, em possível novo espetáculo deprimente, salvar o pescoço do ímprobo do Jaburu.

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Profissionais reagem à ação predatória do governo Temer contra os engenheiros e a engenharia brasileira

Eis a íntegra da nota emitida pela  Federação Nacional dos Engenheiros:

“O governo federal anunciou o envio de um projeto de lei, ao Congresso Nacional, com o objetivo de flexibilizar a regulamentação profissional de engenheiros estrangeiros. Isso significa que, mesmo diante de um trágico cenário de desemprego na engenharia brasileira, o governo irá privilegiar profissionais de outros países. Esta é uma medida entreguista que aprofunda a desnacionalização da economia e o desmonte da engenharia e da soberania. Atualmente, de acordo com um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) há, pelo menos, 8.239 obras paralisadas em todo o país, num total de investimentos de cerca de R$ 32 bilhões. Esse cenário significa milhares de engenheiros desempregados no Brasil sem reposição dos postos de trabalho. Este processo foi iniciado pela Operação Lava Jato, que priorizou a penalização das empresas, no lugar das pessoas. Repudiamos a corrupção e reivindicamos a punição de responsáveis, mas não podemos permitir esse método, que desmonta a engenharia brasileira e criminaliza as empresas.

Com o aquecimento da economia, entre os anos de 2002 e 2014, o país viveu um período de pleno emprego da engenharia. A preservação das empresas nacionais, o investimento público em infraestrutura e a valorização dos engenheiros brasileiros representam saídas para a crise econômica, uma vez que o mercado de trabalho da engenharia tem relação direta com o crescimento do país. O Brasil possui uma geração de engenheiros e de engenheiras altamente competentes com excelência tecnológica que, inclusive, foi responsável por uma das mais notáveis descobertas mundiais: a prospecção de petróleo em águas profundas, técnica que possibilitou a descoberta do pré-sal.

A justificativa do governo federal para “destravar o mercado da construção civil – imobiliário e de infraestrutura – para estrangeiros” é falaciosa e tem a finalidade de entregar o Brasil e os empregos a estrangeiros. Há que se destacar que não existe reciprocidade em outros países para a entrada e a admissão de engenheiros brasileiros.

Repudiamos, veementemente, esta medida e convocamos todos os profissionais, estudantes e entidades representativas dos profissionais e empresas de engenharia do Brasil para se mobilizar contra esta medida que acaba com o mercado para os profissionais e empresas brasileiras”.

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Governo Temer legaliza o trabalho escravo

 

Se havia grandes entraves, não há mais. Agora, liberou geral, porque uma portaria do Ministério do Trabalho acaba de revogar a Lei Aurea. Numa canetada só o ministro Ronaldo Nogueira disse sim à bancada  ruralista no Congresso Nacional, que nega ter tido interferência mas vibra com a Portaria 1129, de 13 de outubro de 2917. Agora, só é considerado trabalho escravo o impedimento de ir e vir imposto ao trabalhador em ambiente de coação, ameaça e violência física. Jornada exaustiva e condições degradantes de trabalho não contam mais. A não ser que haja flagrante de cerceamento de liberdade, com o fim de reter o trabalhador.

E quem é que vai dar o flagrante se o governo reduz os recursos do setor de fiscalização , desmontando o aparato que tinha para detectar condições análogas à escravidão, tanto no campo quanto nas cidades?

Pior ainda: o governo impõe dificuldades enormes aos auditores fiscais do trabalho, que tiveram praticamente inviabilizado seu trabalho de campo. Como se não bastasse, proíbe a divulgação da chamada “lista suja”, que era tudo o que a bancada ruralista queria.

Em nota conjunta, a Comissão Pastoral da Terra e a Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB criticam os argumentos do governo:

“A força do conceito legal brasileiro de trabalho escravo, construído a duras custas até chegar à formulação moderna do artigo 149 do Código Penal, internacionalmente reconhecida, é de concentrar a caracterização do trabalho escravo na negação da dignidade da pessoa do trabalhador ou da trabalhadora, fazendo dela uma “coisa”, fosse ela presa ou não.

É por demais evidente que a única e exclusiva preocupação do Ministro do Trabalho nesta suja empreitada é oferecer a um certo empresariado descompromissado com a trabalho decente um salvo-conduto para lucrar sem limite”. E acrescento: lucrar cometendo crimes que em qualquer país sério do mundo daria cadeia.

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Transferência eleitoreira complica a situação de Ricardo Barros

Quem denunciou a tentativa do ministro da Saúde de  transferir  para o Paraná  a produção do Fator Viii, insumo usado na fabricação de coagulante para o tratamento de hemofilia, foram os senadores pernambucanos Armando Monteiro (PTB) e Humberto Costa (PT).  E por que eles fizeram isso? Porque Barros queria romper o acordo que a estatal Hemobrás  tinha com o laboratório irlandês Shire, transferindo a fabricação do medicamento  para a Octapharma e o Tecpar, ou seja, a fábrica deixaria a cidade de Goiana em Pernambuco e seria transferida para Maringá, cidade do ministro. Quer dizer, Barros cutucou a onça com vara curta.

A avaliação feita pelo Tribunal de Contas da União, depois de  acionado pelo Ministério Público Federal , foi de que, com a transferência o governo pagaria R$ 10 bilhões a mais nos próximos 20 anos na compra do medicamento. A contratação dos novos fabricantes seria feita sem licitação e prejudicaria diretamente a cidade pernambucana  onde a Hemobras mantém sua unidade.

Agora, o MPF pediu ao Supremo o afastamento cautelar do ministro. Segundo noticiou o portal UOL “ a ação  tenta evitar uma eventual transferência de tecnologia para processamento de plasma para um instituto que pertence ao governo do Paraná. O Estado é governado por Beto Richa (PSDB) e a vice Cida Borghetti (PP), mulher do ministro da Saúde.  Segundo a procuradora da República Regina Pontes Lopes, o ministro Ricardo Barros assumiu publicamente o interesse político em levar o “mercado de sangue”  para o Paraná. Para a procuradora, o ministro busca “esvaziar as atribuições institucionais da Hemobras para o seu Estado, levando assim a produção e industrialização de hemoderivados essenciais ao SUS (Sistema Único de Saúde) e que, atualmente, são produzidos pela empresa em Pernambuco. Segundo a procuradora, “o intento do Ministério da Saúde viola frontalmente os princípios da Administração Pública inscritos na Constituição da República, notadamente o da eficiência e moralidade”.

Por conta desse fato, Ricardo Barros, que no Paraná é conhecido por  Leitão Vesgo passou a ser chamado em Brasília de Vampirão, apelido do seu chefe (mas  este , sem o aumentativo). Temer é chamado de Vampiro  devido a sua semelhança física com o ator Christopher Lee, célebre intérprete do Conde Drácula.

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Governo compromete o futuro dos engenheiros e da engenharia

O Brasil era até pouco tempo um dos países mais bem servidos de engenheiros e técnicos, sobretudo na área da  construção civil. Era, porque o desmonte das empresas nacionais está alterando essa realidade. Para piorar, noticia a Folha de S.Paulo: “ o governo Temer anuncia a liberação indiscriminada  dos vistos de trabalho para todos os engenheiros de multinacionais contratadas para obras aqui,  que elas quiserem trazer”. Pior: essas empresas estrangeiras não precisarão, sequer, contratar no Brasil pessoal técnico, nem para projetos e nem para execução.

Lendo isso fiquei pensando: será que as entidades que representam os engenheiros vão tomar alguma posição para defender um mercado de trabalho já esfacelado pela irresponsabilidade de um governo corrupto e entreguista? Qual o futuro dos nossos engenheiros e da nossa engenharia?

Que não queiram fazer  comparação besta com o “mais médico”, porque a importação de médicos naquele programa tão combatido pelo corporativismo dos profissionais da saúde, tinha como objetivo levar assistência médica a locais distantes , para onde os médicos brasileiros não pretendiam ir.

 

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Pega na mentira

A revista Piauí criou uma agência especial  só para checar a veracidade das palavras dos agentes políticos que,  está provado, mentem num dia o que o diabo leva um mês. Composta por jornalistas de vários pontos do país, a Agência Lupa pegou na mentira semana passada o governador do Paraná.  Beto Richa havia dito que nenhum Estado investe em programas sociais, de saúde e educação mais de que o Paraná. A Lupa provou que o Paraná está atrás de 22 estados. Segundo a jornalista Ruth Bolognese. “quem também foi pego  mentindo adoidado foi o ministro da Saúde, Ricardo Barros, ´garganta` de  primeira hora. Praticamente tudo o que ele tem falado carece de dúvida. Quando não é mentira, pura e simples, é exagero”.

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E agora, José? E então, João? E daí, Jair?

Na delação de Dilso Funaro, que está sendo divulgada em doses homeopáticas, o doleiro revela que colocou R$ 1 milhão nas mãos de Eduardo Cunha para ele finalizar a compra de parlamentares que votariam pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. Cita até o nome do deputado Anibal Gomes (PMDB-RJ), que mesmo tendo recebido R$ 200 mil não compareceu à sessão. Eduardo Cunha ficou furioso com o parlamentar, que deixara o grupo dele para se aliar ao grupo de Renan Calheiros.

Revelações como esta deixa cada vez mais claro que Dilma foi vítima de um golpe, tramado a custa de muitos milhões de reais pelo “quadrilhão” do PMDB, liderado por Temer e operacionalizado por Eduardo Cunha. Será que fica por isso mesmo? E o Supremo como vai agir diante disso? Em tempo: e os “patriotas” que foram às ruas gritar “fora Dilma” em nome da moralidade pública?

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