Gleisi garante que isenção de importação não cai

Por meio de nota, a senadora Gleisi Hoffmann (PT), que está em campanha ao Governo do Paraná, garante que a cota de isenção para produtos importados que entram no País por meio terrestre não sofrerá o corte anunciado pela portaria assinada pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda. Segundo a nota da candidata, a Portaria 307 do Ministério da Fazenda que reduzia de US$ 300 para US$ 150 a cota de compras no Paraguai será suspensa. “Esta medida não vai entrar em vigência. Era, na realidade, uma regulamentação sobre free shops e não deveria tratar da cota. A redução será suspensa e vamos voltar à cota de US$ 300”, disse a senadora por meio de nota.
Se Gleisi, que é senadora, sabe mais do executivo que o ministro, ainda não se sabe. Mas que a coisa mostra um enorme desencontro no governo e sua base, disso não há dúvida.

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Acabou a mamata

Portaria assinada pelo ministro Guido Mantega reduz, de US$ 300 para US$ 150 o limite de isenção para compras no Paraguai. Uma punhalada mortal nas economias de Foz do Iguaçu e, na nossa região, de Guaíra. Transforma numa penada os compristas em contrabandistas.

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João Ubaldo, adeus

Getúlio, personagem central de Sargento Getúlio, obra que lançou João Ubaldo Ribeiro (foto) ao píncaro dos grandes romancistas brasileiros, é um homem bruto que pouco compreende as transformações que o mundo a sua volta sofre. E se resigna a cumprir aquilo que entende ser sua missão, mesmo que o preço por sua decisão seja a própria morte. Para Getúlio, policial da volante sertaneja dos anos cinquenta, a violência é seu dia-a-dia. É movido por uma moral própria, alicerçada no heroísmo que remonta à Ilíada de Homero. Getúlio é Aquiles, a quem a honra e a glória justificam a morte em juventude. A bela morte, que para os gregos antigos era a passagem ao estado de glória que perduraria por toda a duração dos tempos vindouros.
Aquiles se diz sujeito de dois destinos que lhe foram oferecidos desde o nascimento. E um exclui o outro. A glória em morte ou a vida mansa e destinada ao esquecimento. Aquiles escolhe a glória. Mesmo que isso lhe custe a vida em pleno apogeu de sua virilidade. Getúlio, incapaz de compreender o mundo em transformação – um mundo feudal da política coronelista do sertão baiano – escolhe a glória de cumprir sua missão. Levar seu prisioneiro até Sergipe, mesmo que o prisioneiro não tenha mais qualquer importância. Ou a missão não tenha mais sentido.
Getúlio é homem de honras. Cumpre seu destino. Mesmo que ele seja enfrentar a própria polícia de quem é parte, para entregar o prisioneiro ao delegado que não o quer. Morre assim.
João Ubaldo é homem de glória, mas ao contrário da tese de seu romance, não precisou morrer cedo para que a glória lhe chegasse. E chegasse em vida. Por sua qualidade de romancista herdou uma das poucas cadeiras da Academia Brasileira de Letras conquistadas por mérito.
Nos deixa aos 73 anos na plenitude de sua criação. Além de Sargento Getúlio, deixa obras-primas como O Sorriso do Lagarto e Viva o Povo Brasileiro. Vai fazer falta.

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Como ficaram as chapas para deputados

A sopa de letrinhas está servida. São essas as chapas para deputado com pedido de registro no TRE-PR.
Para deputado federal, solteiros vão:
PMDB
PRTB
PSL
PCB
PRP
PSTU
Coligações:
PV/PLL
PT/PDT/PRB/PTN/PCdoB
PSDB/DEM/PR/PSC/PTdoB/PP/SD/PSD/PPS
PTB/PSDC/PHS/PMN/PEN/PROS

Para deputado estadual, ficou assim:
Solteiros:
SD
PTN
PSOL
PMDB
PSTU
PSD
PRTB
PTB
PSL
PPS
PCB
PTC
PRP
Coligações:
PP/PMN
PSDB/DEM/PSB/PROS/PHS
PT/PDT/PCDOb/PRB
PSDC/PEN
PSC/PR/PTdoB

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A fatura já vem

A inevitável associação do resultado vexatório da Seleção Brasileira na última terça-feira e o desempenho eleitoral da presidente Dilma já se espalha pelos analistas políticos, palpiteiros e apaixonados (por futebol e política) Brasil afora. Até o Financial Times arriscou seu pitaco.
Sim, a humilhação das semi terá reflexos no humor do torcedor que também é eleitor. O quanto, nos próximos dias as pesquisas mostrarão. Que Dilma não tem qualquer culpa pelo resultado em campo, isso é óbvio. Mas que o desastre reflete diretamente nela, também. Principalmente depois de tentar, por conta e risco, se associar da boa aprovação que a Copa vinha tendo do torcedor/eleitor. Vinha tendo, ressalte-se.
A curiosidade da hora é descobrir quem vai dar o primeiro tapa de gato. Se os tucanos de Aécio ou os socialistas verdes de Campos. Depois, saber quem vai herdar o mau-humor dos descontentes.

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De saída

Acabo de entregar ao prefeito Roberto Pupin uma carta na qual lhe peço que me libere para deixar o seu governo. O pedido, que espero seja atendido, ocorre por conta da iminente candidatura de meu único irmão à reitoria da UEM. Nesta disputa, que promete ser dura, meu irmão irá precisar muito de minha ajuda. E não posso me furtar a dar-lhe todo o suporte e toda a contribuição possível. Na condição de secretário do município, isso seria severamente comprometido.
O prefeito recebeu contrariado minhas explicações. Não era o que ele esperava no momento. Principalmente porque, quando do convite que me fez, eu havia me comprometido a ir com ele até o final do governo. Porém, com uma ressalva, que não houvesse ao longo do caminho uma necessidade familiar. Que é o caso.
Pupin, com grande homem que é, e mais, um homem de família, sabe como essas coisas pesam.
Ao final da nossa conversa, demonstrou compreender minhas razões e, mesmo aborrecido pelo meu desejo de sair agora, disse que irá me liberar do compromisso.
Agradeço muito ao prefeito.
Pela oportunidade, pela confiança e pela amizade que continua inabalada. Mesmo quando as coisas não ocorrem exatamente do jeito que se desejava.
Continuamos juntos, como ele mesmo gosta de dizer “junto e misturado”. Mas, agora, comigo fora da administração.

Aqui a íntegra da carta entregue ao prefeito.

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O maior

Pinga Fogo foi o maior comunicador que já passou por Maringá. Dotado de uma capacidade ímpar de compreender as angústias e desejos do seu público, conseguiu construir uma linguagem eficiente para falar diretamente ao coração do seu espectador e ouvinte. Por décadas seguidas, foi a maior audiência do sistema Bandeirantes de Televisão, em todas as suas praças. Do nível de Abelardo Barbosa e Silvio Santos, não seguiu carreira nacional por opção. Amava sua Jandaia e não conseguia se afastar dali. É uma escola que poucos se dignaram traduzir e muitos menos a com ela aprender. Estes, preferiram o outro caminho, o de tentar desconstruir sua figura.

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O cartão que facilita a vida do cidadão

O Portal da Saúde maringaense (aqui), lançado pelo prefeito Roberto Pupin com a presença do ministro Arthur Chioro, traz uma inovação importante para o cidadão. Navegando pelo portal, o usuário pode acessar o Cartão Saúde informando login e senha e, a partir daí, ter acesso a todo o histórico de atendimentos na rede SUS. Lá é possível obter a via da carteira de vacinação, que as pessoas sempre perdem e esquecem ser um documento pessoal da importância da carteira de identidade, e os exames realizados. Serve, também, para que o médico acesse o prontuário do paciente e, com isso, sabia a medicação de que faz uso. É um avanço formidável na vida do usuário e uma ferramenta de comunicação que impressionou os técnicos do DataSus e do próprio Ministério da Saúde.
Chegar a esse ponto não foi fácil. Exigiu um enorme esforço da administração, especialmente da Secretaria de Saúde com quem a Secretaria de Comunicação trabalhou para apreentar o portal da maneira como está. Claro que a militância mercenária dos blogs da oposição não consegue ver mérito nisso. Afinal, depende de muito trabalho, coisa que esse pessoal desconhece o que seja.

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Uma lágrima pelo grande mestre

Morreu Luciano do valle. Nos vimos pela última vez na convenção dos jornalistas da Band há dois anos em Brasília e ele confessou se recurerar de um AVC sofrido um ano antes. Por conta do acidente, teve dificuldades em seguir com as narrações pela emissora. Esquecia nomes, faltava vocabulário em momentos tensos da pArtida.
A crítica voraz nao perdoou. Chamaram-no de ultrapassado. Nao sabiam do detalhe e de sua luta em recuperar a fluência verbal. Resistiu e seguiu com o mister que fez dele um mito. Os espectadores mais jovens nao têm a dimensão do quanto Luciano foi grande. Na profissão e em caráter. Herdou na Globo o posto de número um na narração de José Geraldo de Almeida e lá reinou até ser substituído por um jovem de voz bonita que fazia a Formula Um pela Bandeirantes, chamado Galvão Bueno. Trocou de posto para ser o dono do Esporte na Band, de onde numca mais saiu. Foi o responsável por mudar a marca da emissora, cujas cores eram vermelho e preto e, por sua sugestão, viraram verde e amarelo. Dele aprendi o gosto pela Narração e foi o espelho em quem sempre me inspirei.
Na última vez que nos vimos, falamos de momentos históricos que ele guardava de memória. Coisas impressionantes como o público pagante de uma partida de vôlei do Brasil contra a União Soviética no Maracanã’ trinta anos depois de acontecido: “cento e dezoito mil e oitenta e três pagantes”. Só quem é completamente apaixonado pelo que faz guarda um dado desses de memória. Perguntei sobre quem via como seu sucessor na TV. Não apontou um nome, mas elogiou muito um rapaz que passou aqui por Maringa: Ulisses Costa.
Vai mestre, descansa sua voz e se junta outros craques, como Armando Nogueira e Nelson Rodrigues para narrar partidas memoráveis com Sócrates, Djalma Santos, Garrincha e tantos outros imortais.

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A ciclovia fica

Ansiosos por, enfim, terem um sistema cicloviário que integre  e possibilite o trânsito por bicicletas de um ponto a outro da cidade, um grupo de usuários de bicicletas se manifestou no último sábado pelo que entenderam ser a “suspensão da ciclovia da Brasil”. Bem, a ciclovia não está suspensa. O projeto está mantido. O que se acordou na reunião com os comerciantes da via foi que as obras da cilcovia teriam o local de início alterado. Em vez de começarem no sentido oeste/leste, da Praça Sete de Setembro em direção ao centro, as obras começarão no sentido inverso, da Nildo Ribeiro da Rocha em sentido ao centro. O que o prefeito Roberto Pupin concedeu à comitiva de comerciantes foi a oportunidade do grupo apresentar um projeto alternativo para o sistema cicloviário que não passe pela Brasil, mas contemple o acesso ao centro por ciclovia. Para que o grupo tenha tempo para apresentar o projeto, as obras seguirão até a Praça Souza Naves. Se até ali o projeto não for apresentado, ou não convencer, as obras seguirão conforme planejado até o encontro com a Praça Sete de Setembro. É isso.

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O motivo

Os tucanos já encontraram o motivo para a onda de boas novas que o Paraná começa a receber. Primeiro, a liberação de um empréstimo do Bird, de R$ 840 milhões que estava parado há um ano. Depois, a aprovação de outro, de R$ 144 milhões, do BID. Agora, a notícia de que o traçado da ferrovia Norte/Sul passará pelas principais zonas produtoras paranaenses, com Maringá em destaque. Para os tucanos, tudo é obra da saída da senadora Gleisi Hoffmann da Casa Civil. É a batalha das eleições que já começou.

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Com três falhas, Maringá perde para o Londrina

Um festival de lambanças da defesa maringaense resultou na derrota do Maringá para o Londrina, na casa do adversário. No primeiro do Tubarão, Marcelo Xavier espirra o taco e deixa Arthur tranquilo para marcar. No segundo, dormida geral na zaga e Celsinho aproveita. O terceiro dos azuis, falha do goleiro Ney, no mais autêntico estilo “mão de alface”.
Barcos e Gilvan descontaram para os maringaenses. Aqui os gols, por obra do Esporte na Área:

Imagem de Amostra do You Tube

 

Aqui o super frango do goleiro Ney por outro ângulo:

Imagem de Amostra do You Tube
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