Programe-se! Próximo Encontro Pedagógico: Tem notícia na parede!

Acontece no próximo dia 29, quinta-feira, a oficina pedagógica intitulada Tem notícia na parede, que será ministrada pela professora e jornalista mestre, Juliana Fontanella, destinada aos professores participantes do Diário na Escola, das instituições apoiadas pela VIAPAR e das escolas dos seguintes municípios: Astorga, Floraí, Floresta, Itambé, Ivatuba, Lobato, São Jorge do Ivaí e Uniflor.

O evento será realizado na Faculdade Cidade Verde, FCV, das 13 às 17 horas, sob a coordenação do professor Ricardo A. Pastoreli.

Apresentar o jornal mural como representação do gênero jornalístico para atividades no meio escolar e instrumentalizar os professores para que conheçam e apliquem a metodologia de elaboração de um jornal mural nos processos de ensino e de aprendizagem são os objetivos desta oficina Pedagógica.

Neste encontro os profissionais poderão experimentar como é o processo de elaboração de um jornal mural, do planejamento à confecção. Assim, espera-se que possam aplicar essa experiência em sala de aula proporcionando aos conteúdos previstos em suas disciplinas priorizando experiências do letramento crítico e ainda, que possam encontrar no jornal mural, um meio adequado para a apresentação de conteúdos inter e multidisciplinares.

O Diário na Escola é um programa de incentivo à leitura, escrita e cidadania, desenvolvido pelo jornal O Diário do Norte do Paraná.

 

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Não ao trabalho infantil

Legenda: O palco foi dividido em dois cenários e alunos puderam mostrar a diferença entre famílias com ou sem exploração.

Alunos desenvolvem tarefas e se conscientizam sobre o tema em São Jorge do Ivaí

No dia 12 de junho, foi criada por iniciativa da Organização Internacional do Trabalho, uma agência vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), em 2002.

Centenas de milhões de crianças estão nesse exato momento trabalhando, e não estão usufruindo de seus direitos à educação, saúde e lazer. No Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil se relembra que esses direitos estão sendo negligenciados em muitos países.

A principal arma contra o trabalho infantil é a intensa sensibilização civil contra a exploração das crianças e adolescentes, que constitui uma grave violação aos direitos humanos fundamentais.

No Brasil, por exemplo, diversas campanhas e programas que visam erradicar o trabalho infantil são divulgados nesta data, seja através do Ministério do Trabalho ou de outros órgãos da sociedade civil.

Nesse contexto, alunos do projeto Semeando o Futuro de São Jorge do Ivaí, tiveram a oportunidade de participar da conscientização do dia mundial do combate ao trabalho infantil, cujo objetivo foi conscientizar os alunos sobre a importância da data, que é referente ao dia mundial do combate ao trabalho infantil. Oportunidade surgiu quando a assistência social carinhosamente oportunizou tal comoção no projeto.

A professora Naira Natieli de Araújo Novello ficou encarregada de realizar uma pequena palestra, na qual refletia a história de exploração do trabalho infantil e como hoje nosso poder publico fiscaliza e cuida das nossas crianças e adolescentes, para que elas tenham seus diretos de estudar e brincar.

Naira também comentou sobre algumas leis como o estatuto da criança e adolescentes – ECA, e que quando desejar os adolescentes, após os 14 anos de idade poderão trabalhar de forma legal de modo que não prejudiquem seu desenvolvimento e educação escolar, participando assim do programa “jovem aprendiz”.

Além da palestra alguns alunos se dispuseram a fazer uma pequena encenação com auxílio de outros professores de oficina de teatro do projeto Josismar Pires e Cesar Bortoloci, onde as crianças apresentavam duas realidades, sendo uma de exploração infantil e a outra sem exploração.

“Diante do processo de construção do teatro percebi que as crianças se dedicaram muito e estava dando o seu melhor. Já durante a palestra e a encenação da peça teatral, houve muitas dúvidas e relatos no qual pude desmistificar e fazer com que as crianças entendessem de modo correto o que se caracteriza como exploração do trabalho infantil. Contudo senti que trabalhar este tema é imprescindível para a formação das crianças, tonando elas críticas e com argumentos corretos a respeito do que acontece em nossa sociedade”, finalizou Naira.

Após a palestra alguns alunos que se mobilizaram perante o tema apresentaram um pequeno teatro, onde o palco foi dividido em dois cenários, sendo cada um de uma família no qual a criança sofria exploração infantil e outro, onde a criança brincava, estudava e apenas ajudava os pais quando necessário, sendo o estudo e a segurança da criança como principal preocupação na encenação.

No final do teatro, a plateia foi questionada de que lado do cenário estava havendo exploração infantil, e de forma unanime, acertaram.

Mary Ellen Rosada

[email protected]

 

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Femucic nas Escolas difunde a boa música

Escolas municipais de Maringá receberam apresentações musicais de artistas selecionados para o Femucic – realizado entre os dias 8 a 10 de junho no Teatro Calil Haddad.

O evento recebeu músicos de nove estados brasileiros: Paraná, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O festival é promovido pela Secretaria de Cultura (Semuc), Serviço Social do Comércio (Sesc) e RPC.

 

Participaram as Escolas:

*Escola Pastor João dos Santos

*Escola OdilonTúlio Vargas – André Siqueira

*Escola Helenton Borba Cortes – Davi Sartori

* Escola Ulisses Guimarães – Max Ganzaga

*Escola Agmar dos Santos – Mário Tressoldi

Por Mary Ellen Rosada –[email protected]

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Entenda o Corpus Christi

Marcada para a próxima quinta, data católica objetiva celebrar o sacramento do corpo e sangue de Cristo

Corpus Christi significa Corpo de Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.

A festa de Corpus Christi acontece sempre 60 dias depois do Domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão à quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.

 

Corpus Christi não é feriado nacional, tendo sido classificado pelo governo federal como ponto facultativo. Isso significa que a entidade patronal é que define se os funcionários trabalham ou não nesse dia, não sendo obrigados a dar-lhes o dia de folga.

Durante esta festa são celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão onde é conduzido geralmente pelo Bispo, ou pelo pároco da Igreja, o Santíssimo Sacramento que é acompanhado por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.

A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.

Origem da Celebração

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.

A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

 

No Brasil

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.

A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.

Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja. Da redação: Mary Ellen [email protected]

 

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O Uso do jornal nas Escolas

Escola de Lobato desenvolve trabalho com o impresso

Alunos do 4º ano, da Escola Municipal Elias Abrahão, de Lobato, desenvolveram um trabalho em sala de aula, através do caderno de cultura, sobre o tema “Cyberbullyng e os perigos da Internet,” publicado no dia 16 de maio de 2017.

De acordo com a professora Maria Aparecida B. Moreira, o objetivo foi levar o aluno a perceber os perigos, danos e punições possíveis sobre o mau uso das redes sociais. “A atividade iniciou como manuseio do jornal pelos alunos e em seguida escolhemos a notícia a ser estudada, pois a mesma coincidiu com o conteúdo já trabalhado na sala de aula. O trabalho foi satisfatório, os resultados foram bem proveitosos e esclarecedores, pois os alunos ficaram interessados”.

Os alunos Maria Clara e Felipe Cardoso foram os que mais se expressaram sobre o tema, segundo a professora.

Trabalho desenvolvido pela aluna Maria Clara M. Damasceno

Equipe Gestora da Escola Municipal Elias Abrahão – Educação Infantil e Ensino Fundamental fala sobre a atividade desenvolvida através do jornal e a importância do tema para os alunos.

Nós da Equipe Gestora, percebemos a importância do uso periódico do jornal na sala de aula, pois oferece uma visão ampla e atualizada, que proporciona um crescimento intelectual em nossos alunos. As variedades das matérias encontradas no jornal exploram uma diversidade de assuntos que facilitam a inter e multidisciplinaridade no âmbito escolar, como é o caso da temática “Cyberbulling e os perigos na internet”. Enquanto Gestores na Educação, consideramos o uso do jornal uma fonte rica e ideal para formarmos nossos alunos em indivíduos críticos em relação à realidade social, desde que seja usado com sabedoria e planejamento, levando sempre o leitor à reflexão.

Em relação ao tema, este surgiu em momento oportuno, pois assiste no trabalho de conscientização e reflexão para acontecimentos que têm se tornado comum nas salas de aula, haja vista que o número de vítimas atingidas na comunidade escolar vêm crescendo a cada dia, nos preocupando e nos surpreendendo com o constrangimento, por muitas vezes não sabermos lidar, da melhor forma, com tais situações. Portanto, no que tange ao preconceito e a essa tecnologia, que avança desenfreadamente, alterando o cenário familiar, escolar e de uma sociedade em geral, é válido ressaltar a importância e influência do jornal quanto a essencial democratização do conhecimento e consciência sobre o tema.

Diretora- Ataise Christina Toaldo Comim.

Coordenadora Pedagógica– Gislaine Leibantti Marion Lopes, Iêda Cotrim Ribeiro Alves e Sueli Coquelete Lemos. Mary Ellen Rosada / [email protected]

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Festa Junina

Origem e significados

Fogueiras, bandeirolas, quadrilha, fogos de artifício e bandeiras dos santos são alguns dos símbolos de uma festa junina

Foto: Divulgação

Legenda: A Festa que anima todo o mês de junho chega com muita música caipira, quadrilha, bebidas e comidas típicas

 

 

A festa junina é conhecida popularmente por seu caráter alegre, com brincadeiras, comidas típicas, simpatias, etc. Além disso, os santos que são homenageados no mês de junho também dão significado ao festejo.

São vários os símbolos dessa festa, mas os mais importantes são:

A fogueira – criada desde os tempos mais antigos para agradecer pela fertilização da terra e pelas fartas colheitas. Também, por manifestar tanto o bem quanto o mau; o bem por representar a criação, a luz, e o mau por ser um elemento destruidor. Cada santo junino tem um tipo diferente de fogueira, sendo a de santo Antônio quadrada, a de são João redonda e a de são Pedro triangular.

Os balões foram criados para lembrar as pessoas do início da festa. Porém, essa prática deu início a grandes incêndios, e passou a ser proibida. Hoje existe uma lei que proíbe o uso dos mesmos, a fim de evitar maiores acidentes.

As bandeirolas surgiram por causa dos três santos: são João, santo Antônio e são Pedro, onde estes eram pregados nas bandeiras para serem admirados durante a festa. Assim, passaram a fazer bandeirinhas pequenas e coloridas para alegrar o ambiente da festa.

As bandeiras dos santos também costumam ser lavadas, mergulhadas em um lago, riacho ou mesmo numa bacia, para que as pessoas se molhem com essa água, podendo se purificar.

Os fogos de artifício são usados para espantar os sentimentos ruins, os maus espíritos.

A quadrilha é uma forma de agradecimento pelas boas colheitas, feita aos santos juninos.

As simpatias são uma forma de trazer maiores crenças, como sorte na vida e no amor. Santo Antônio é sacrificado, sendo colocado de cabeça para baixo até que a pessoa arrume um companheiro.

Os anfitriões das festas

Santo Antônio (13 de junho)

Além de casamenteiro, Santo Antônio é invocado para achar coisas perdidas. É uma prática comum, no dia em sua homenagem, os jovens fazerem simpatias e “adivinhações” para conquistar alguém ou descobrirem quando irão se casar.

O padroeiro dos namorados era português, de uma família tradicional de Lisboa e foi ordenado sacerdote aos 23 anos. Seu nome verdadeiro era Fernando de Bulhões e se tornou Antônio quando ingressou na Ordem de São Francisco de Assis. Começou a fazer os primeiros milagres na África, onde foi pregar o evangelho. Morreu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231. Essa é a razão da escolha do dia em sua homenagem. O local de sua morte tornou-se seu sobrenome, ficando então conhecido como Santo Antônio de Pádua.

São João (24 de junho)

Vários costumes juninos representam atos em homenagem a São João.

A fogueira, por exemplo, lembra o anúncio do nascimento de João Batista, filho de Isabel e primo de Jesus, à Virgem Maria. Como era noite e Isabel morava em uma colina, esta foi a forma encontrada para o aviso.

Por este motivo, nas noites de junho são montadas fogueiras como forma de celebração. Para a Igreja Católica, o acontecimento significa algo mais, o de preparar a vinda de Jesus. No sertão, o batismo de João também é lembrado com banhos à meia-noite no rio mais próximo.

São Pedro (29 de junho)

Este pescador tornou-se apóstolo e acompanhou todos os atos da vida de Jesus. O trabalho exercido antes de seguir o messias fez com que fosse considerado o santo dos pescadores. Ele é “O porteiro do céu”.

A tradição popular interpreta uma passagem bíblica, em que Jesus Cristo diz: “Eu te darei a chave do reino dos céus. A quem abrires será aberta. A quem fechares será fechada”. Assim como Santo Antônio, o dia em sua homenagem é o mesmo de sua morte, que aconteceu em Roma, em 64 d.C. Acredita-se que tenha sido viúvo, um dos motivos para a devoção das viúvas ao santo. Também é costume acender fogueiras e realizar procissões em sua homenagem no dia 29 de junho.

Como é do conhecimento geral, fomos descobertos pelos portugueses, povo de crença reconhecidamente católica. Suas tradições religiosas foram por nós herdadas e facilmente se incorporaram em nossas terras, conservando seu aspecto folclórico. Sob essa base é que instituições educacionais promovem, em nome do ensino, as festividades juninas, expressão que carrega consigo muito mais do que uma simples relação entre a festa e o mês de sua realização. Aliás, não existiria esta festa se não fosse a religião. Inclusive existe a competição entre clubes, famílias ou grupos para realizarem a maior ou a melhor festa junina da rua, do bairro, da fazenda, sítio, etc…

As festas costumam ser realizadas ao ar livre, em um terreiro enfeitado com bandeirinhas coloridas, onde uma fogueira permanece acesa durante a noite toda. À mesa, são servidas comidas típicas, como canjica de milho, pé-de-moleque, pipoca, amendoim torrado e doce de batata-doce, entre outras.

Os adultos bebem vinho quente temperado com especiarias e o tradicional quentão, feito à base de pinga e gengibre. O momento alto da festa é a dança da quadrilha.

Nessa época, as pessoas costumam fazer pedidos aos santos: “simpatias”, rituais que devem ser seguidos à risca para que um desejo se realize – as mais conhecidas estão ligadas a Santo Antônio, considerado “casamenteiro”.

A origem das festas juninas remonta à Antiguidade e às celebrações do sucesso das colheitas, do trabalho e da procriação. A fogueira e o casamento caipira, por exemplo, são alguns dos símbolos que atravessaram os tempos.

A tradição de celebrar o mês de junho é antiga. Há mais de dois mil anos, os povos antigos da Europa já festejavam nesta época do ano o início das colheitas. Fogueiras, danças e muita comida sempre fizeram parte destes rituais pagãos.  Mary Ellen Rosada/ [email protected]

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Sem limite para o conhecer

Encontros pedagógicos do projeto visam ampliar o conhecimento de professores de Maringá e região

O programa educacional “O Diário na Escola” mostra-se como uma das alternativas de incentivo à leitura, pelo fato de o jornal ser um material que oferece múltiplas possibilidades de realização do trabalho pedagógico, em virtude do seu dinamismo de construção e apresentação.

Através do jornal, pode-se integrar as atividades de leitura e escrita, com estímulos às trocas sociais, a fim de ajudar os alunos a compreenderem o mundo, a sociedade em que vivem e prepará-los para a ação.

Com esse intuito, foram criados os encontros pedagógicos, que visam ampliar o conhecimento, com palestras e informações, para professores da cidade e região, parceiros do programa “O Diário na Escola”, a fim de desenvolver nos alunos, o gosto pela leitura de textos jornalísticos e a realização do trabalho didático-pedagógico com o jornal para desenvolver o senso crítico dos futuros leitores, esses são os objetivos primordiais do programa.

Segundo o coordenador do programa Ricardo Pastoreli, “o objetivo dos encontros é dar subsídios teóricos e práticos aos professores para a utilização do jornal em sala de aula”.

“Desde o início das atividades do Diário na Escola, nossa maior preocupação tem sido com a formação continuada dos professores. Vários profissionais renomados da educação e comunicação fazem parte das capacitações que são oferecidas frequentemente pelo programa, a fim de maximizar a utilização do jornal em sala de aula. É importante ressaltar que os encontros – palestras, oficinas pedagógicas, relatos de experiências etc – visam discutir e trocar ideias sobre as melhores e mais atuais metodologias para trabalhar os temas que são cobrados nas avaliações oficiais, como a Prova Brasil, por exemplo. Produção textual, gêneros textuais, descritores, cidadania, leitura crítica, o trabalho interdisciplinar são alguns dos assuntos abordados nos encontros, tendo o jornal como ponte com os demais conteúdos trabalhados na escola. O uso do jornal na escola possibilita, também, que os alunos adquiram maior capacidade de interferir no meio social que vivem, cobrando e sugerindo melhorias. Dessa forma, a aprendizagem ocorre num contexto de letramento, num contexto significativo de aprendizagem”, enfatiza Pastoreli.

Coordenador do programa O Diário na Escola – Ricardo Pastoreli

O processo de utilização do jornal como referencial pedagógico, permite ao professor estabelecer relações entre os conteúdos escolares as informações das mídias e a realidade em que desenvolvemos as relações humanas sem dúvida, esta é uma das importantes maneiras de se construir conhecimento. O aluno é encorajado a ler, ouvir, discutir, refletir, tomar decisões e agir. Ele compara as informações, analisa, critica, se posiciona, faz ligações com o que já construiu como saber, com o que faz, como a vida que tem e assim realiza uma representação pessoal sobre a realidade. Ele aprende de verdade porque constrói um significado próprio e daí surge oportunidades de transformação.

A professora e palestrante dos próximos encontros agendados, Alethéia Braga Ribeiro, que irá ministrar a oficina entre as datas (29/05, 01/06 e 05/06) com o título “Ampliar conhecimento: Um exercício diário” ressalta sobre a importância de trabalhar com o aluno, para desenvolvimento da escrita.

“O jornal é pouco utilizado em sala de aula, os professores precisam trabalhar e trazer esse veículo, de extrema importância (para nossos futuros cidadãos); precisa ser mais explorado”. Existem alunos que fazem o fundamental I, II e ensino médio e nunca pegou um jornal para olhar. Infelizmente essa é a realidade. Há uma defasagem de leitura por parte dos professores.

“O jornal nas escolas tem grande importância, pois nos possibilita sermos cidadãos mais conscientes; que transforma, luta, vibra, corre atrás; e é justamente através da leitura. O jornal é o primeiro passo para formação de leitores, mas isso cabe ao professor ler, do contrário, como vai trabalhar com o aluno. O intuito desses encontros é levar as informações para demais professores, e conscientizar, trabalhar com os alunos a produção de textos e técnicas nas salas de aulas. Um processo de aprendizagem individual, o auto se motivar para aprender, mas para isso o professor precisa entender o que é “o jornal”, que é ele dentro do processo, quem é o “O Diário Norte do Paraná” enquanto empresa dentro das escolas”.

“O incentivo para aluno é mostrar que precisa querer aprender, ninguém ensina o que o outro não quer aprender dentro da escola. O papel do professor é ajudar a criar autonomia, ter iniciativas, se organizar.”

Esse é o objetivo para o fantástico projeto O Diário na escola, e através deste, ajudamos o professor na conscientização de ensinar o aluno, com técnicas, motivações, vídeos, a verdadeira importância do olhar, voltado para o jornal como referencial pedagógico.

As próximas oficinas pedagógicas do programa O Diário na Escola serão ministradas pela professora Alethéia Braga Ribeiro, intituladas “Ampliar conhecimento: Um exercício diário” que será destinado a todos os professores participantes do programa, sob a coordenação do Prof. Ricardo Pastoreli.

01/06Maringá (professores das instituições apoiadas pela Viapar, e região) – das 13 às 17 horas – Local: Faculdade Cidade verde, FCV.

05/06 – Santa Fé – das 13 às 17 horas – Local: Associação dos Funcionários Públicos – Rua das violetas – s/n – Jardim Primavera.

Importante: No encontro do dia 01/06 a confirmação de presença deverá ser feita pelo [email protected] ou pelo telefone (44) 3221-6050

Nos demais dias confirmar presença diretamente com coordenação pedagógica de cada município.

Professora e palestrante Alethéia Braga Ribeiro

 

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Antigas brincadeiras de crianças

O desafio é estimular as atividades saudáveis em meio à era digital

É no brincar que a criança reproduz sua vida, seu dia-a-dia, seu mundo de fantasia e imaginação.

Queimada, bets, futebol, brincar de roda, pular amarelinha, pega-pega, esconde-esconde, polícia e ladrão; praticamente todas essas e outras brincadeiras fizeram parte da nossa infância. Mas até onde, devido á era digital, a extinção de brincadeiras antigas afeta o desenvolvimento infantil?

Hoje, muitas brincadeiras ainda estão presentes no dia a dia de várias crianças, mas algo mudou, sim, e como mudou. Se antes grande parte dos pequenos passava o dia brincando na rua com os amigos, hoje é cada vez mais comum vermos crianças dentro de casa a maior parte do tempo com tabletes, computadores, e videogames. Tal realidade foi acarretada por diversos fatores ao longo dos anos — como o quesito “segurança”, especialmente em cidades grandes. Mas a tecnologia também tem um dedo nessa história.

Em um mundo cheio de estímulos digitais, certas brincadeiras infantis entraram em extinção. Basta olhar qualquer típico playground de classe média brasileira, para constatar que brincadeiras antigas, como boneca de papel, amarelinha, carrinho de rolimã, peão, peteca, pipa e tantas outras, praticamente não existem mais. As crianças de hoje parecem pouco interessadas em brinquedos, diferentes de aparelhos eletrônicos.

Geração Y e Z

A chamada ‘geração Y’, pessoas que nasceram após os anos 80, vivenciou muitos avanços tecnológicos, crescimento de diversos países, que acabaram tornando-se potências mundiais, e possuem uma vantagem em relação a outras gerações.

Já na geração Z – os que pertencem ao mundo tecnológico e virtual – é impossível imaginar um mundo sem internet, celulares, computadores, videogames, televisores e vídeos em alta definição e cada vez mais novidades neste ramo. Sua vida é regada a muita informação, pois tudo que acontece é noticiado em tempo real e muitas vezes esse volume imenso acaba se tornando obsoleto em pouco tempo. Estes, também entram no mundo das trocas de mensagens instantâneas na internet e pelo celular.

Estudos comprovam que as crianças da era digital se desenvolvem cada vez mais rápidas do ponto de vista intelectual. Mas educadores alertam sobre os riscos em relação ao desenvolvimento emocional das crianças.

De acordo com a professora pós-graduada em Educação especial, Bacharel e Licenciatura em educação Física, Aliny Renata Cabral, “a Era Digital, é vista como uma ferramenta que possibilita ao aluno inúmeros conhecimentos e exploração de todas as áreas, porém é necessário que todo corpo docente esteja dominando muito bem essa ferramenta, assim como o aluno, para que haja um direcionamento e um acompanhamento efetivo desses novos saberes”.

“Já dentro do ambiente escolar é necessário que haja cautela com o uso desses aparelhos, pois normalmente a escola oferece multimídia e outros amparos eletrônicos para o enriquecimento das aulas. A escola procura envolver os alunos em suas atividades diárias com ferramentas próprias e atualizadas”; ressalta a professora.

O resgate das brincadeiras antigas devem se fazer presente nas escolas, pois é através do brincar que a criança faz ensaios para a vida adulta, criando para si autonomia para tomar decisões e resolver conflitos. É no brincar que a criança reproduz sua vida, seu dia a dia, vivendo nos jogos e brincadeiras seu mundo de fantasia, de imaginação.

Para a professora Aliny, “o resgate das brincadeiras antigas é importante, pois além do trabalho motor, há um trabalho de resgate cultural, onde as crianças aprendem brincadeiras que seus pais brincavam, possibilitando assim uma maior interação dos pais com seus filhos. Um exemplo é a brincadeira Escravos de Jó, onde eu realizo uma adaptação, os movimentos são realizados com o próprio corpo e não com um objeto”.

Agora, a televisão, o vídeo game de última geração e o computador são outros bons motivos que fazem com que as crianças saiam ainda menos de casa — afinal, a diversão encontra-se logo ali, no conforto e na segurança do quarto ou da sala de estar. Por causa disso, diversos estudos foram e continuam sendo desenvolvidos a fim de responder a (polêmica) questão: afinal, a tecnologia faz mal às crianças?

“A tecnologia faz mal desde que a escola e a família não saibam impor limites e direcionamentos. É importante que a escola e professores estejam abertos ao uso dos aparelhos eletrônicos, pois a tendência é o aumento das tecnologias. Que haja sempre o diálogo, a troca de conhecimentos; e que os aparelhos eletrônicos sejam uma ferramenta e não única opção de aprendizagem”, enfatiza a professora Aliny cabral.

Equilíbrio de dois tempos

Tanto a tecnologia atual, quanto a tradição antiga trazem aprendizado quando utilizadas nas brincadeiras dos alunos. O segredo é o equilíbrio entre os dois tempos. É possível misturar os dois mundos. As escolas precisam ter espaços livres e precisam voltar a pensar na coletividade. O ato de brincar é social, precisa ser ensinado e vivenciado com o outro. As brincadeiras antigas valorizam o abraço, o contato.

Devemos aceitar novas tecnologias, elas têm o seu papel, mas vivemos em um mundo em que muitas culturas se misturam, podemos sim absorver o novo e reviver o que existiu de bom ao mesmo tempo, não é mesmo?

“É importante que a escola e professores estejam abertos ao uso dos aparelhos eletrônicos, pois a tendência é o aumento das tecnologias. Que haja sempre o diálogo, a troca de conhecimentos; e que os aparelhos eletrônicos sejam uma ferramenta e não única opção de aprendizagem” orienta e finaliza a docente.

Professora Aliny Cabral

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Escola Municipal de São Jorge homenageia as mães

A Escola Municipal São Jorge – Ensino Fundamental realizou nos dias 09 e 10 de maio uma gincana em que as mães desenvolveram atividades recreativas com seus filhos de forma prazerosa, não competitiva, por aproximadamente 40 minutos, na quadra esportiva.

Devido à data, houve almoço de comemoração ao Dia das mães, que foram homenageadas com vídeos gravados por seus filhos e finalizado com almoço e distribuição de presente.

Diversão e entretenimento marcam o dia das mães no município de São Jorge do Ivaí.

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