Viapar distribui presentes em comemoração ao Dia das Crianças

Ver o sorriso no rosto de uma criança é algo muito prazeroso, ainda mais perto do dia delas. E é assim, mais felizes, que irão ficar aproximadamente duas mil crianças carentes nas próximas semanas. A iniciativa de arrecadar brinquedos teve início pelos colaboradores da Concessionária de Rodovias, Viapar, que manifestaram o desejo em realizar um trabalho voluntário em prol dos pequenos.

“Muita alegria para quem recebe”, é o que garante a diretora do Lar de Preservação à Vida, Helena Carmen Bressan. A instituição que atende gestantes em situação de risco ou abandono familiar, acolhe mães e filhos há mais de 20 anos e foi selecionada pela Viapar para receber parte dos brinquedos arrecadados. “É gratificante ver uma criança feliz. Para muitas, essa vai ser a única lembrança desta data comemorativa”, relatou Helena.

A atendida Sulamita Barbosa Lemes, 22, é mãe de Pedro Emanuel de apenas um ano e parabeniza a ação da Viapar. “Uma atitude inspiradora, que esta iniciativa sirva de exemplo para outras pessoas que têm condições de ajudar ao próximo.”

Flávia da Silva Oliveira, 32, tem um filho de dois anos e está grávida de sete meses, ela que também vive no Lar agradece aos presentes recebidos. “Doações são sempre bem-vindas, especialmente quando é algo para os meus filhos. Tenho uma vida difícil, se não fosse a Viapar eu não poderia comprar nada para eles”, conta.

Segundo a responsável pela campanha, Bruna Santos, a Viapar realiza este tipo de ação desde 2002. “Já é uma política da empresa comprar e incentivar os colaboradores a doarem, está é uma forma de ajudar no desenvolvimento e na preservação da infância destas crianças”, comentou.

Do início do projeto até o ano passado, mais de 25.000 crianças foram beneficiadas. Em 2013, com a ajuda dos colaboradores, a empresa distribuiu cerca de 1.200 brinquedos. “Participo da campanha todos os anos. No departamento em que trabalho a maioria dos funcionários doam um valor em dinheiro, desta forma podemos comprar mais presentes. É muito bom saber que estamos ajudando famílias carentes e, assim, proporcionar a felicidade de uma criança”, destaca a agente da Viapar, Luiza Antonia.

Angélica Facina Rodrigues é auxiliar administrativo da empresa e a cada nova ação solidária conta com a ajuda da filha Gabrieli, de nove anos, para colaborar com a iniciativa. “Os brinquedos que minha filha não usa mais têm destino certo. Vão sempre para as instituições atendidas pela Viapar. É uma campanha muito importante e que se depender da minha ajuda, irá continuar por muito mais tempo”, ressalta.

Além da doação já realizada no Lar, em Maringá, neste ano ainda está prevista a entrega de presentes para crianças de Marialva, Apucarana, Corbélia, Cascavel, Campo Mourão, Alto Paraná e Nova Esperança.

DOAÇÃO. A cada ano, mais crianças são atendidas a partir da arrecadação de brinquedos pela Viapar.

DOAÇÃO. A cada ano, mais crianças são atendidas a partir da arrecadação de brinquedos pela Viapar.

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Jornal na escola: letramento e cidadania

Foto Abre 01 ANa Escola Municipal Amábile Tonetto Pozzobon, em Astorga, diversas atividades com o Diário são realizadas todas as semanas. As professoras, Elis Regina Rodrigues e Heliane Cristina Martins Silva destacam que os exemplares tornam as aulas mais prazerosas e despertam o interesse pela leitura em seus alunos dos quintos anos.

Elis desenvolveu um “quebra-cabeça” com o jornal. A educadora recortou textos e fotos das páginas do impresso e colou em sulfites. Em uma página o texto, em outra a foto. “Depois desta etapa pronta, separei a turma em grupos e eles iniciaram a busca da matéria que se encaixasse com o conteúdo representado na imagem. Foi uma aula muito dinâmica, pude ver o prazer deles em realizar o que estava proposto”, conta.

A partir disso, os estudantes se sentiram curiosos na leitura da notícia. “Me diverti com meus colegas de classe nessa aula e quando percebi já tinha lido quase todo o jornal na ansiedade em encontrar textos e fotos correspondentes”, comenta a aluna Eduarda Perugini.

A coordenadora pedagógica, Sônia Peixoto Luna enfatiza que além de um momento de descontração, o estudo com o uso do Diário estimula a criticidade da criança e a interação de trabalhos em grupos.

“Nesta proposta os estudantes perceberam que, muitas vezes, o texto não verbal é utilizado para despertar a atenção e aguçar a curiosidade do leitor, pois foi exatamente isso que aconteceu durante a realização desta atividade”, fala Elis.

Foto Abre 01 BJá a professora Heliane, aproveitou a discussão entre os alunos sobre uma das manchetes do Diário e desenvolveu um debate com a turma. “A notícia de que primos brincavam com uma pistola, a arma disparou e matou uma das crianças, causou polêmica entre os estudantes. Aproveitei o momento para esgotar o assunto”, diz.

A educadora conta que os alunos ficaram chocados com o fato e se mostraram indignados com a falta de responsabilidade dos familiares por terem uma arma de fogo em casa e a deixarem em local de fácil acesso para os meninos.

Heliane pediu para que todos realizassem a leitura da matéria e após argumentarem a respeito das informações contidas no texto, foi produzido um painel informativo com a opinião dos alunos sobre o ocorrido.

“Percebi que conhecer os fatos da sociedade podem nos alertar dos riscos de uma brincadeira impensada. As aulas com o jornal trazem muito aprendizado e contribuem também para a nossa formação cultural”, ressalta o estudante Nicolas Gomes.

Luciane Nogueira é coordenadora na escola e relata sobre os bons resultados desta proposta. “Mais do que o aprimoramento da leitura, esta produção demonstrou a criticidade dos alunos a respeito do uso ilegal de armas e os perigos em se ter objetos como este dentro de casa.”

“O Programa O Diário na Escola tem contribuído efetivamente na formação dos professores que utilizam o jornal como recurso didático em sala de aula. Nestes anos parceria estamos colhendo ótimos resultados, pois além de formar leitores competentes, contribui, sobretudo, para a formação em conjunto de cidadãos participativos e providos de informações atualizadas”, ressalta a assessora pedagógica da secretaria de educação de Astorga, Elena Pericin.

Foto Abre 02

EXPOSIÇÃO. Painel apresenta opiniões dos alunos a respeito da manchete do Diário.

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Alunos dramatizam telejornal a partir de notícias do Diário

Os estudantes da Escola Municipal Vânia Maria Simão, de Atalaia, participaram da oficina “Jornal Falado” desenvolvida pela equipe do Programa O Diário na Escola. Uma atividade que possibilita a prática da leitura e da oralidade, além da oportunidade em conhecer textos de circulação social.

Foto AbreDepois de um bate-papo sobre as diferenças entre os jornais impressos e os televisivos, as crianças receberam exemplares do Diário para encontrarem notícias e anúncios publicitários que os despertassem interesse, e assim, pudessem encenar um telejornal com direito à abertura, chamadas, comerciais e encerramento. “Essa dinâmica cativou os alunos estimulando a participação e envolvimento da turma”, conta a professora Suzi Aparecida de Souza Rosário.

O estudante Gustavo Henrique da Silva destaca sobre a importância em se manter informado, “só conseguimos isso a partir do conhecimento do que é notícia”. E o colega Matheus de Lima Pereira completa, “descobri que mais do que concorrentes, os veículos de comunicação são parceiros que trocam fontes.”

A educadora Elizabete Ronca Bonesi comenta sobre as alternativas de trabalho que o jornal oferece. “Transformamos as matérias em narrativas, sempre explorando os elementos textuais e a interpretação dos fatos.”

“No dia que o Diário vai para a sala de aula há interação entre as crianças, elas adoram comentar as notícias. Depois disso ainda podem levar o impresso para desenvolver uma leitura familiar, em casa”, ressalta a professora Marta Ribeiro Franchetti.

Durante a oficina com a equipe do Programa, os estudantes puderam tirar todas as dúvidas sobre o jornalismo e os profissionais da área. “Agora sei como é feito o jornal, a correria que é a vida de um repórter e o contato que eles têm com outras pessoas da imprensa para se inteirarem dos assuntos que são destaque pelo mundo”, enfatiza o aluno, Douglas da Silva Magalhães.

“Os benefícios do uso do Diário em sala são muitos, em especial, para o estudo da diversidade dos gêneros textuais”, fala a vice-diretora da escola, Vera Lúcia Fabris. A secretária da educação do município, Ângela Candioto acrescenta, “os assuntos polêmicos e de interesse social são pauta de trabalho do professor, o que garante momentos de argumentação e contribui para a formação cidadã das nossas crianças.”

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Escola de Cruzeiro do Sul realiza projetos de reciclagem e compostagem

Foto Abre“Separação e Reciclagem de Lixo: Compromisso com a Vida” e “Adubação Orgânica: A Compostagem na Horta Escolar” são os projetos desenvolvidos pela equipe da Escola Municipal Professor Flávio Sarrão, em Cruzeiro do Sul. “Percebemos que o município e a nossa instituição de ensino vivenciavam o problema da destinação final do lixo e dos restos de alimentos produzidos todos os dias. O que sobrava da merenda, por exemplo, era descartado no mesmo recipiente em que estavam papeis, latas e plásticos. Isso precisava ser mudado”, destaca o professor Valmir Luchetti.

Na primeira atividade fora da escola, os alunos foram visitar o Parque Ecológico onde funciona o Viveiro Municipal, para que pudessem plantar as sementes das flores que posteriormente foram utilizadas para a confecção de vasos feitos de pneus velhos.

“Para nós foi uma experiência incrível, não podíamos imaginar que uma sementinha tão pequenina pudesse gerar flores tão belas, especialmente por terem sido plantadas pelas nossas mãos”, conta a estudante Hanna Yasmine Osmani.

Depois de uma palestra com um dos técnicos da Emater sobre como fazer a compostagem, as crianças foram à prática. Com tambores na horta da escola, as cozinheiras foram orientadas a separar os restos de alimentos da cantina. No momento do descarte, professores e alunos se reuniram para auxiliar na produção do composto orgânico a ser utilizado nas hortaliças. “Esse momento foi muito importante, pois se praticou conceitos de preservação ambiental, separação e reaproveitamento daquilo que era considerado lixo”, comenta a diretora da escola, Esbelta Ferreira.

Os estudantes também tiveram a oportunidade de conhecer o lixão da cidade para que pudessem ver a real situação em que o município se encontra. “Não chovia há alguns dias e, mesmo assim, ao aproximar do lixão todos sentiram o forte cheiro do chorume que escorria a céu aberto poluindo o ar e também o lençol freático. Naquele momento a algazarra dentro do ônibus, cedeu lugar ao silêncio da surpresa em ver as montanhas de sacolas com garrafas, móveis, restos de comida e até lâmpadas”, enfatiza Valmir.

Algumas professoras relatam que quase não acreditaram no que viram. Outras destacaram que aquela era uma imagem só vista pela televisão e que não imaginavam existir uma realidade dessas em um terreno tão próximo de onde moram. Com isso, todos voltaram para casa com a certeza de que algo deveria ser feito, urgente.

IMG_1561De forma interdisciplinar, as educadoras passaram a trabalhar a separação e a reciclagem de lixo, auxiliando os alunos nas diversas formas de reaproveitar as matérias-primas. “Em sala de aula se iniciou um grande interesse pelo tema, percebi preocupação e vi o quanto é importante discutir assuntos relacionados ao cotidiano do aluno, pois ele está vivenciando esta realidade diariamente e, muitas vezes, nem percebe. Notei isso de modo muito forte quando visitamos o lixão. Ficaram perplexos em saber que são responsáveis por aquilo tudo”, ressalta a professora Maria Sandra Bezerra Ribeiro.

E assim se deu início há uma mudança de hábitos, costumes e valores em relação ao descarte do lixo. “A partir do ambiente escolar, as ações se estenderam à casa dos alunos, com a esperança de que num futuro próximo toda a cidade esteja com a mesma consciência de reaproveitamento”, conta Esbelta.

“Depois dessas atividades o comportamento mudou lá em casa. Meu filho me cobra dizendo que temos que separar o lixo diariamente. A preocupação das crianças aumentou e isso tem provocado em nós, pais, também uma mudança de hábitos. É incrível passamos a ver o problema de uma forma mais séria, a partir de um trabalho escolar”, conclui a mãe do aluno Leonardo, Márcia Cristina Juliani Correia.

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I CONGRESSO DE EDUCAÇÃO DE SARANDI

Acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de outubro o I Congresso de Educação de Sarandi.

O evento tem por objetivo mobilizar os diferentes profissionais da Educação, socializando trabalhos que vêm sendo realizados nesta área.

A organização é da Secretaria Municipal de Educação de Sarandi, oferecendo palestras e apresentação de artigos científicos.

O congresso tem como público alvo professores (em exercício e em formação) e profissionais ligados à Educação.

A inscrição é gratuita e precisa ser realizada pelo site do evento: www.sarandi.pr.gov.br/edu/congresso

Cronograma:

DATA LOCAL ATIVIDADE
15/10 Avenida Londrina, 1700 – Jardim Independência/Sarandi Palestra de abertura: A sala de aula reflexiva – o papel do professor frente aos novos desafios (Jamar Monteiro).
16/10 Avenida Londrina, 1700 – Jardim Independência/Sarandi Apresentação de trabalhos científicos
17/10 Avenida Londrina, 1700 – Jardim Independência/Sarandi Palestra de encerramento: Sou feliz por ser professor (Jairo de Paula)

 

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Manchete sobre violência surpreende estudantes

IMAG0253Dentro da coluna Notícias Breves do caderno de Polícia do Diário, os alunos da Escola Municipal Guiti Sato, de Marialva, se atentaram à manchete: “Criança de 10 anos participa de assalto”. A professora Tanize Aparecida Geraldo André conta que sempre motiva as crianças a lerem o jornal todo, de forma livre, para que em seguida elas opinem sobre o que encontraram de mais interessante no impresso.

Na matéria destacou-se o fato de uma menina de 10 anos e dois adolescentes terem assaltado um supermercado no município de Cambé. Um dos garotos estava com um revólver e disparou a arma depois que um cliente reagiu, por sorte ninguém ficou ferido. Com R$ 700, o trio entrou em um carro e fugiu.

“A sociedade está cada dia mais perigosa, não podemos mais confiar nem na ingenuidade de uma criança. Como foi apresentado na notícia, até os menores de idade estão cometendo crimes”, ressalta a aluna Thaissa Cristina de Souza Oliveira.

O fato noticiado se tornou tema de debate em sala de aula. “Os estudantes queriam falar, contar experiências, apresentar novas informações. Temas polêmicos sempre geram boas discussões em classe”, comenta a professora.

Depois da leitura da notícia Tanize solicitou às crianças que realizassem uma produção textual opinativa sobre a violência na infância. “A conversa em sala foi importante para nos ajudar com argumentos no momento da atividade escrita”, conta a aluna Thais Leal.

“Na escola temos o compromisso de conscientizar os estudantes sobre os riscos das drogas e da criminalidade, por estarmos localizados em um bairro de periferia eles têm contato com esta realidade e, por isso, sempre lembramos que este não é o melhor caminho a seguir”, ressalta a coordenadora pedagógica Jaqueline Aparecida Fernandes.

A professora enfatiza que trabalho com o uso do Diário é sempre desafiador para os alunos. “Se exige boa leitura e compreensão, mas como resultado eles têm novos conhecimentos e maior suporte para a construção de textos. Nesta atividade, em especial, o resultado foi muito satisfatório, pois identifiquei maior dedicação no que foi proposto em sala de aula”, diz.

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Conscientização: oficina escolar aborda as DSTs

CAMPANHA. Com cartazes alunas conscientizaram colegas sobre a importância da prevenção ao HPV.

CAMPANHA. Com cartazes alunas conscientizaram colegas sobre a importância da prevenção ao HPV.

Pesquisas divulgadas pelo Ministério da Saúde têm indicado um aumento na incidência de doenças virais, principalmente entre os adolescentes. Preocupados com os dados alarmantes, a direção do Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Junior, de Maringá, em parceria com licenciados do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Maringá (UEM) ofereceu aos alunos do Ensino Médio oficinas temáticas relacionadas às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), Aids e Hepaptites Virais.

“Foi um trabalho diferenciado que enriqueceu o conteúdo em estudo e atendeu a solicitação das diretrizes curriculares. Tivemos por objetivo também ajudar na formação do cidadão, tendo em vista a qualidade de vida dos nossos estudantes”, destaca a pedagoga do colégio, Lucia Faraco Teixeira.

A escola é vista como um espaço para o estabelecimento de diálogos e práticas educativas voltadas à construção de conhecimentos, atitudes e valores que buscam conscientizar crianças e adolescentes. “Nas palestras recebi informações que geralmente não tenho acesso, afinal, em casa não há esse tipo de diálogo. Além de descobrir coisas novas pude tirar dúvidas sobre as formas de transmissão dessas doenças”, conta a aluna Mariana Celine.

Willian Massao e Dayara Alves estudam na mesma classe e namoram há quase um ano. “As oficinas foram importantes para esclarecer alguns conceitos que até então só tínhamos ouvido falar na mídia, e também para termos maior segurança dentro das decisões que vamos tomar durante o nosso relacionamento”, enfatizam.

No cronograma de atividades, os adolescentes assistiram a filmes e documentários, participaram de dinâmicas e produziram materiais de divulgação sobre as temáticas em destaque. “Tudo foi pensado dentro do lúdico e do vivencial, com estímulo à reflexão sobre a importância da prevenção, diagnóstico e transmissão das DSTs”, ressalta a professora de Biologia, Josiane de Oliveira.

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Alunos escrevem carta para Caixa Postal do Diário

Você já observou que em jornais e revistas há um espaço reservado para que a opinião dos leitores seja publicada? No Diário do Norte do Paraná esta coluna é chamada de Caixa Postal, uma parte do impresso na qual as pessoas podem mostrar opiniões e sugestões, debater os argumentos levantados nos artigos e fazer críticas. Alguns ainda apresentam perguntas, reflexões e elogios. Com o objetivo de ouvir os alunos das Escolas Municipais Tancredo Neves e Padre Mateus Elias, de Doutor Camargo, a equipe do Diário na Escola desenvolveu a oficina “Escrevendo para o jornal” e, assim, as crianças discutiram e produziram cartas para a Caixa Postal do Diário. “Gosto da página do impresso referente à carta ao leitor, pois além de incentivar a leitura e a escrita mostra a função em se escrever à redação do jornal. Desta forma, propicia aos alunos o contato com fatos recentes e ainda a oportunidade de se expressar sobre diversos assuntos”, destaca a diretora da escola Padre Mateus, Sidineia Aparecida Guiraldi Rocha. Foto Abre 01O Diário publicou uma enquete sobre a estudante do Alabama (EUA) que foi mandada de volta para casa no primeiro dia de aula por causa dos cabelos vermelhos da jovem. Este assunto causou fervor nas crianças da escola Tancredo Neves.  “A atitude foi completamente errada, a cor do cabelo não interfere na sabedoria da pessoa”, enfatiza a aluna Raissa Izabelly Mori. E a colega Iasmin Lopes Pardo acrescenta, “para mim, este é um exemplo de bullying.” Já na escola Padre Mateus o que despertou o interesse dos alunos e se tornou tema de debate foi a manchete “Operação prende 11 com material pornográfico”, notícia que apresentou informações sobre casos de pedofilia online. “Eu tenho perfil nas redes sociais e não imaginava que poderia estar correndo tantos riscos, esta matéria do Diário me abriu os olhos”, ressalta a aluna Ana Julia Vicentini Maniezo. A amiga Beatriz Geraldo Pazenatto aconselha, “não podemos conversar e muito menos marcar encontro com desconhecidos da web. É importante, também, avisar os pais onde e com quem estamos quando saímos de casa sozinha.” Nas duas instituições de ensino de Doutor Camargo em que se desenvolveu a atividade, o trabalho foi finalizado com a produção de uma carta coletiva para a Caixa Postal do jornal O Diário que está publicada na edição de hoje, página A2. “Esta oficina foi excelente não só para o conhecimento do estudante, mas para o educador também. Aprendi como explorar textos curtos publicados no impresso. Com temas que são parte do universo das crianças, elas conseguiram participar da aula e entender conteúdos de relevância social. Com certeza o trabalho iniciado hoje ainda renderá outros resultados positivos”, conclui a professora da escola Tancredo Neves, Rosângela da Silva Oliveira.

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Notícia proporciona aula interdisciplinar

Os alunos da Escola Municipal Alberto Bonini – em Tupinambá, distrito de Astorga –  recebem o jornal semanalmente para a realização de atividades. A coordenação da instituição está desenvolvendo o projeto “Dengue: cidade limpa, comunidade feliz” e aliou o conteúdo da notícia publicada no Diário com a manchete “Dengue leva Astorga a decretar emergência” para realizar atividades de conscientização nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

“Trabalhamos a oralidade a partir do relato das crianças sobre as experiências vividas depois de terem sido picadas pelo mosquito transmissor da doença, e finalizamos a conversa com a leitura da reportagem”, destaca a professora Christiane Sene Miguel.

Na matéria do Diário foram identificadas as informações e os dados apresentados através da interpretação textual e o gênero notícia. “Nesta proposta os alunos puderam ampliar vocabulários e fazer a análise linguística com o auxílio do dicionário”, conta Christiane.

Foto Submanchete 02 - AstorgaAtravés do gráfico da reportagem a professora trabalhou a Matemática. Os estudantes utilizaram a calculadora para fazer um balanço dos casos da epidemia e, assim, verificar quais medidas devem ser tomadas para que a dengue não se prolifere.

“Adorei a atividade que fizemos sobre a dengue. Com o apoio do texto do jornal a proposta se tornou simples e eu pude conhecer, inclusive, o que os governantes de Astorga têm feito para evitar mais casos da doença”, ressalta a aluna Yasmin de Oliveira Piza.

“Foi uma aula dinâmica e que trouxe um aprendizado diferente para as crianças. Durante todo o trabalho a turma interagiu e se comprometeu em colaborar para que não apareçam novas larvas do mosquito”, destaca Christiane.

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Interpretando o jornal

A proposta de reescrever os fatos publicados no jornal, através da observação apenas das imagens, tem rendido bons trabalhos dentro das instituições de ensino. Por ser algo que proporciona uma nova experiência ao estudante e o faz usar a criatividade, os professores têm aplicado essa didática em sala de aula.

Joana de Lourdes Contieri leciona na Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, e desenvolveu com seus alunos do 5º ano o desafio de interpretar as fotos do Diário, e assim, criar algo novo que pudesse descrever a imagem jornalística. “As crianças tiveram liberdade de escolher o que mais os despertasse a atenção, isso foi bom para estimulá-los, pois cada um optou por aquilo que tem maior afinidade ou conhecimento”, conta.

“Este trabalho enriquece muito a aprendizagem dos alunos, acrescentando tanto na prática da leitura quanto na escrita”, destaca a supervisora da escola, Rozilene Cassanho Zago.

O estudante Fabrício Pereira da Silva comenta que adorou a proposta. “Foi divertido, pois senti um pouco do desafio que é a rotina dos repórteres do Diário.” A colega Akemyla Ventureli completa, “me diverti com a atividade e ainda conheci novas estruturas que compõem o jornal, porque durante a escolha da imagem observei as páginas com mais calma.”

Contente com o desenvolvimento do trabalho a partir do uso do Diário em sala de aula, a professora ressalta a importância em receber o material semanalmente. “É uma oportunidade de leitura factual que muitos alunos só têm dentro da escola. Mais do que um auxílio no processo de ensino é a chance de ter acesso às notícias da região.”

PRODUÇÃO

Estudante recebe o desafio de assumir a função de repórter e cria legenda para foto do Diário.

Imagem Box Submanchete 01

Em Maringá, um homem foi flagrado nu próximo à Praça Rui Barbosa. Enquanto ele atravessava a rua pessoas ligaram para a polícia. Questionado, o rapaz disse que gosta de chamar a atenção. (Legenda produzida pela aluna: Akemyla Ventureli)

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Proibição do uso de celular em sala de aula é tema de debate em escola

Desde o começo do mês está definitivamente proibido o uso de aparelhos eletrônicos em salas de aula das escolas públicas e privadas do ensino fundamental e médio do Paraná. A nova lei vem para apoiar o que já estava no regimento das escolas. Algo que antes era só uma norma interna, agora está amparado na legislação estadual.

Em entrevista para o Diário a diretora de Ensino da Secretaria de Educação de Maringá, Mara Mello, diz que desde que foi observado que os aparelhos eletrônicos começaram a invadir o espaço escolar já havia sido iniciado um trabalho de conscientização dos alunos e da comunidade para coibir a prática em sala de aula.

A professora, Sara Ester Meneghetti leciona na Escola Municipal Pastor João Barbosa de Macedo, em Maringá, e conta que o assunto sempre foi discutido com os alunos, pois a proibição é uma das normas da instituição. “Confesso que as crianças nunca deram a importância devida ao que eu recomendava, mas no dia em que o Diário publicou a reportagem com a manchete ‘Uso de aparelhos eletrônicos é proibido por lei’ todos os estudantes ficaram curiosos em ler a notícia. A palavra ‘lei’ despertou um certo medo em quem não respeitava as normas escolares.”

Com o interesse dos alunos, Sara realizou um debate sobre o tema. “Neste momento eles puderam expor opiniões, justificar e argumentar”, comenta. A estudante Larissa Soares Rodrigues, acredita que a regra é certa, sim. “Diferente da maioria dos alunos, eu não acho que o celular vai me ajudar em sala de aula, ao contrário, com o acesso à internet nos distraímos facilmente e ficamos mais preguiçosos, qualquer dificuldade nas atividades acabamos buscando a resposta pronta em sites, isso só nos prejudica.”

“A escola é uma ambiente seguro, qualquer necessidade de comunicação com os pais das crianças, elas podem usar o telefone fixo. A proibição é válida, pois não acredito que o aluno consiga, ao mesmo tempo, prestar atenção na aula e mexer em aparelhos eletrônicos”, ressalta a supervisora pedagógica, Simone Isabel de Souza.

Produção

Depois de participar da formação do Diário na Escola sobre como construir o humor e as histórias em quadrinhos (HQ) a partir das notícias do jornal, e aproveitando que este é o gênero textual trabalhado neste bimestre, a professora solicitou às crianças que criassem charges sobre a nova lei. “Elas adoraram produzir HQ, desde que apresentei o conteúdo todo o tema que desenvolvo em sala de aula os alunos querem finalizar a uma charge, tirinha ou história em quadrinhos”, conta Sara.

“A charge é uma das partes mais divertidas do jornal, poder criar uma foi muito divertido. O interessante é que neste tipo de produção você pode fazer uma brincadeira, sem ser mal educado”, relata a aluna Vitoria Emanuelle de Souza Pereira.

RESULTADO. Charge produzida pela aluna Vitoria Emanuelle sobre o uso de equipamentos eletrônicos em sala de aula.

RESULTADO. Charge produzida pela aluna Vitoria Emanuelle sobre o uso de equipamentos eletrônicos em sala de aula.

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Notícia do Diário é tema de enquete escolar

Foto AbreA equipe do Diário na Escola esteve em Ivatuba para realizar oficina pedagógica com os alunos da Escola Municipal Afrânio Peixoto. Assim que os estudantes olharam a capa do jornal, a manchete: “Macacos deverão ficar estéreis” publicada no Diário despertou o interesse da criançada.

Muitos alunos comentaram que os animais já tinham roubado seus lanches durante passeios, outros contaram que adoram ir até os parques pela oportunidade em ver os macacos de perto, e a partir dessa discussão sobre o tema da notícia foi desenvolvida uma enquete.

Para que as crianças tivessem argumentos e até embasamento para decidir sobre a vasectomia nos animais, os estudantes fizeram a leitura da matéria publicada no Diário. Desta forma conheceram as opiniões das pessoas que são a favor ou contra o procedimento cirúrgico e quais as justificativas apresentadas.

“Esta atividade proporciona uma interação entre a turma, eles trocam experiências e tentam convencer a respeito da melhor escolha, quais consequências uma decisão pode gerar. É um momento muito enriquecedor no processo de aprendizagem”, destaca a professora Odete Pereira de Melo Calvi.

A partir da questão “Você é a favor ou contra a vasectomia nos macacos-pregos?”, os estudantes se reuniram em grupos e tiveram que entrar em um consenso sobre o melhor a ser feito com os animais que estão roubando alimentos de visitantes e até das casas da redondeza em que vivem, mas que também são atração por onde passam. “Não podem deixar os macacos estéreis, se eles pararem de reproduzir a espécie vai ser extinta”, alerta a aluna Any Emanuely de Andrade Mazola.

“Os macacos já estão invadindo a privacidade das pessoas, se continuarem aumento o número de animais dentro da cidade, os problemas podem se agravar”, enfatiza a estudante Natasha Lemos.

A coordenadora pedagógica, Maria de Lourdes Macedo conta que os momentos com o uso do Diário em sala de aula tem resultado em melhora na leitura e na interpretação das crianças. “Com temas atuais os alunos se interessam pelos conteúdos didáticos e desta forma conseguimos fazer um trabalho de interdisciplinaridade. Além da oportunidade que os estudantes têm de levar o jornal para casa e ler com a família.”

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A história da fotografia em pauta

FASCÍNIO. O contato com equipamentos utilizados em décadas passadas encantaram os estudantes.

FASCÍNIO. O contato com equipamentos utilizados em décadas passadas encantaram os estudantes.

Em Santa Fé, município em que cerca da metade da população ativa trabalha no segmento fotográfico, a equipe do Diário na Escola desenvolveu uma oficina pedagógica sobre a evolução das máquinas e dos tipos de registros com os alunos das Escolas Municipais Jardim Primavera e Nove de Dezembro.

“Este é um assunto que está próximo da realidade dos estudantes, fator que torna os resultados das atividades ainda melhores. Parte dos familiares das crianças ganha seu sustento nas empresas fotográficas da cidade, por isso é importante que conheçam sobre o assunto”, destaca a professora Genilza Favato.

A coordenadora do Programa, Loiva Lopes apresentou um vídeo com toda a história da criação da primeira máquina até a mudança que houve na pose das pessoas para os registros. “Antigamente ninguém sorria para as fotos. Descobri que era porque poderia demorar até trinta minutos para ser feito uma imagem, pois os equipamentos não tinham a tecnologia e agilidade que vemos hoje”, conta o aluno Vitor Hugo Evangelista.

As crianças tiveram a oportunidade de manusear as máquinas fotográficas que já foram utilizadas pelos fotógrafos do Diário ao longo dos 40 anos de história da empresa. “São relíquias guardadas que ajudam os estudantes a entender o avanço dos registros. Os equipamentos que eram grandes, pesados e sem flash, hoje deram lugar aos compactos e com diferentes funções”, fala Loiva.

Grande parte dos alunos se quer tinham visto um filme fotográfico, daqueles em formato de carretel que era utilizado para registrar a imagem e, em seguida, ser feita a revelação. “Tudo está sendo novidade, não imaginava que um dia já havia existido equipamentos assim. Adorei a oficina de hoje e agora tenho mais certeza de que quero ser fotógrafa”, comenta a estudante Giseli Fátima Sgaraboto.

“Além do momento de aprendizado, a vinda da equipe do Programa até a escola trouxe interação entre os alunos”, ressalta o professor Jeremias Ramos Coutinho. A colega de profissão Jaqueline Biazon completa, “não só as crianças estão saindo da aula com novos conhecimentos, mas eu também. A fala da Loiva me proporcionou ideias que vou aplicar em sala para continuar o trabalho sobre a fotografia.”

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7ª edição do Concurso de Frases

Foto AbreA promoção cultural que já é tradição do Programa irá premiar as sete melhores frases sobre o tema: “Década mundial de ações para a segurança no trânsito – 2011/2020: cidade para as pessoas, proteção e prioridade ao pedestre”. O concurso da Semana Nacional de Trânsito (SNT) é uma realização do Diário na Escola, Viapar e Cooper Card, com o objetivo de conscientizar os estudantes a respeito do cuidado que se deve ter nas ruas, seja como motorista, ou não.

“A parceria com o Programa é um investimento na formação de nossas crianças. E esse concurso é mais uma etapa desse processo. Ficamos felizes em apoiar essa promoção”, destaca o diretor presidente da Viapar, Marcelo Stachow Machado.

Esta é a terceira vez que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) define os pedestres como tema da SNT. No ano de 2000 o tema escolhido foi “Faixa de Pedestre, a vida pede passagem”, já em 2005 o tema foi “No Trânsito Somos Todos Pedestres”.

“É em pequenos atos que começamos a mudar o mundo. E o Concurso de Frases representa um estímulo para conscientização de nossas crianças sobre a segurança no trânsito”, ressalta o assessor de comunicação da Viapar, Marcelo Bulgarelli.

A Semana Nacional de Trânsito que tem abrangência nacional é um convite à participação de toda a população no esforço para a redução de acidentes. Comemorada entre os dias 18 e 25 de setembro, tem a finalidade de conscientizar a sociedade para que contribua na criação de um ambiente favorável à valorização da vida focando o desenvolvimento de valores, posturas e atitudes, no sentido de garantir o direito de ir e vir dos cidadãos.

Sendo assim, dentro do ambiente escolar a ideia é que, após a discussão e reflexão de notícias e imagens, sejam produzidas frases criativas com no máximo 140 caracteres sobre a temática da SNT. As fichas de inscrição já foram enviadas para as instituições de ensino parceiras do Diário na Escola. O prazo para recebimento das três melhores produções, por turma, vai até 03 de setembro. Neste ano, cada aluno vencedor será contemplado com uma bicicleta.

Mais informações podem ser obtidas com a equipe do Diário na Escola, pelo telefone: (44) 3221-6050.

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40 anos do Diário enriquecem bibliotecas escolares

Fruto do trabalho de pesquisa nos acervos da empresa, o livro “O Diário – A história contada por quem faz história” apresenta um recorte dos principais fatos noticiados nos últimos 40 anos. O jornalista e autor da obra, Edivaldo Magro passou dias imerso no acervo do próprio jornal, folheando centenas de edições. “Corri os olhos por mais de 15 mil páginas recolhendo os assuntos que, na minha percepção, tinham relevância histórica – para o jornal e o leitor. Organizá-los para uma melhor compreensão também foi desafiador”, conta Edivaldo.

SARANDI. Loiva Lopes entrega exemplares do livro do Diário para a secretária da educação do município, Adriana Palmieri. As obras serão destinas às bibliotecas das escolas.

SARANDI. Loiva Lopes entrega exemplares do livro do Diário para a secretária da educação do município, Adriana Palmieri. As obras serão destinas às bibliotecas das escolas.

Todas as instituições de ensino participantes do Diário na Escola serão contempladas com edições do livro. “O material será uma fonte de pesquisa muito interessante para os estudantes, além de contar a história de 40 anos do jornal O Diário, traz uma compilação dos eventos noticiosos que receberam cobertura nacional. Até o fim deste ano pretendemos entregar um exemplar para cada biblioteca das escolas parceiras do Programa”, destaca a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

O autor da obra esclarece que as informações, sem dúvida, podem ser um importante instrumento pedagógico. “A história é um tema de relevância e quando explorado adequadamente, se transforma num recurso didático muito eficiente para capturar a atenção dos alunos.”

“O livro vai auxiliar o trabalho do professor, pois apresenta textos com diversidade de gêneros. Quando se usa um material novo em classe, o estudante tem maior interesse pela atividade, algo que gera bons resultados”, comenta a coordenadora pedagógica Raquel dos Santos.

“A informação é sempre um instrumento de evolução. Não importa sua plataforma: virtual, eletrônica ou impressa. Quando se trata de crianças, o conhecimento deve ser servido como gênero de primeira necessidade – e de forma sempre abundante. Nesse contexto, o livro dos 40 anos do Diário sem dúvida é uma grande fonte de informação e conhecimento. A abordagem de temas relevantes das últimas quatro décadas é um recurso facilitador para o uso do conteúdo em sala de aula”, enfatiza o presidente do Grupo O Diário, Sr. Franklin Vieira da Silva.

A aluna Amandda Soares está curiosa para ler a obra. “Quando visitei a sede do Diário conheci alguns dos primeiros exemplares impressos, mas agora vou poder acompanhar não só a evolução do formato das páginas como também das notícias.”

Edivaldo conta que o trabalho foi mais prazeroso que exaustivo. “Reafirmou em mim a convicção de que o jornalista é um historiador do seu tempo e, diante de uma notícia, deve tratá-la como tal, claro, mas igualmente ter em perspectiva que aquele acontecimento vai se tornar um fato com relevo histórico, que pode servir no futuro como fonte importante de consulta”, conclui.

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