Alunos escrevem carta para Caixa Postal do Diário

Você já observou que em jornais e revistas há um espaço reservado para que a opinião dos leitores seja publicada? No Diário do Norte do Paraná esta coluna é chamada de Caixa Postal, uma parte do impresso na qual as pessoas podem mostrar opiniões e sugestões, debater os argumentos levantados nos artigos e fazer críticas. Alguns ainda apresentam perguntas, reflexões e elogios. Com o objetivo de ouvir os alunos das Escolas Municipais Tancredo Neves e Padre Mateus Elias, de Doutor Camargo, a equipe do Diário na Escola desenvolveu a oficina “Escrevendo para o jornal” e, assim, as crianças discutiram e produziram cartas para a Caixa Postal do Diário. “Gosto da página do impresso referente à carta ao leitor, pois além de incentivar a leitura e a escrita mostra a função em se escrever à redação do jornal. Desta forma, propicia aos alunos o contato com fatos recentes e ainda a oportunidade de se expressar sobre diversos assuntos”, destaca a diretora da escola Padre Mateus, Sidineia Aparecida Guiraldi Rocha. Foto Abre 01O Diário publicou uma enquete sobre a estudante do Alabama (EUA) que foi mandada de volta para casa no primeiro dia de aula por causa dos cabelos vermelhos da jovem. Este assunto causou fervor nas crianças da escola Tancredo Neves.  “A atitude foi completamente errada, a cor do cabelo não interfere na sabedoria da pessoa”, enfatiza a aluna Raissa Izabelly Mori. E a colega Iasmin Lopes Pardo acrescenta, “para mim, este é um exemplo de bullying.” Já na escola Padre Mateus o que despertou o interesse dos alunos e se tornou tema de debate foi a manchete “Operação prende 11 com material pornográfico”, notícia que apresentou informações sobre casos de pedofilia online. “Eu tenho perfil nas redes sociais e não imaginava que poderia estar correndo tantos riscos, esta matéria do Diário me abriu os olhos”, ressalta a aluna Ana Julia Vicentini Maniezo. A amiga Beatriz Geraldo Pazenatto aconselha, “não podemos conversar e muito menos marcar encontro com desconhecidos da web. É importante, também, avisar os pais onde e com quem estamos quando saímos de casa sozinha.” Nas duas instituições de ensino de Doutor Camargo em que se desenvolveu a atividade, o trabalho foi finalizado com a produção de uma carta coletiva para a Caixa Postal do jornal O Diário que está publicada na edição de hoje, página A2. “Esta oficina foi excelente não só para o conhecimento do estudante, mas para o educador também. Aprendi como explorar textos curtos publicados no impresso. Com temas que são parte do universo das crianças, elas conseguiram participar da aula e entender conteúdos de relevância social. Com certeza o trabalho iniciado hoje ainda renderá outros resultados positivos”, conclui a professora da escola Tancredo Neves, Rosângela da Silva Oliveira.

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Notícia proporciona aula interdisciplinar

Os alunos da Escola Municipal Alberto Bonini – em Tupinambá, distrito de Astorga –  recebem o jornal semanalmente para a realização de atividades. A coordenação da instituição está desenvolvendo o projeto “Dengue: cidade limpa, comunidade feliz” e aliou o conteúdo da notícia publicada no Diário com a manchete “Dengue leva Astorga a decretar emergência” para realizar atividades de conscientização nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

“Trabalhamos a oralidade a partir do relato das crianças sobre as experiências vividas depois de terem sido picadas pelo mosquito transmissor da doença, e finalizamos a conversa com a leitura da reportagem”, destaca a professora Christiane Sene Miguel.

Na matéria do Diário foram identificadas as informações e os dados apresentados através da interpretação textual e o gênero notícia. “Nesta proposta os alunos puderam ampliar vocabulários e fazer a análise linguística com o auxílio do dicionário”, conta Christiane.

Foto Submanchete 02 - AstorgaAtravés do gráfico da reportagem a professora trabalhou a Matemática. Os estudantes utilizaram a calculadora para fazer um balanço dos casos da epidemia e, assim, verificar quais medidas devem ser tomadas para que a dengue não se prolifere.

“Adorei a atividade que fizemos sobre a dengue. Com o apoio do texto do jornal a proposta se tornou simples e eu pude conhecer, inclusive, o que os governantes de Astorga têm feito para evitar mais casos da doença”, ressalta a aluna Yasmin de Oliveira Piza.

“Foi uma aula dinâmica e que trouxe um aprendizado diferente para as crianças. Durante todo o trabalho a turma interagiu e se comprometeu em colaborar para que não apareçam novas larvas do mosquito”, destaca Christiane.

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Interpretando o jornal

A proposta de reescrever os fatos publicados no jornal, através da observação apenas das imagens, tem rendido bons trabalhos dentro das instituições de ensino. Por ser algo que proporciona uma nova experiência ao estudante e o faz usar a criatividade, os professores têm aplicado essa didática em sala de aula.

Joana de Lourdes Contieri leciona na Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, e desenvolveu com seus alunos do 5º ano o desafio de interpretar as fotos do Diário, e assim, criar algo novo que pudesse descrever a imagem jornalística. “As crianças tiveram liberdade de escolher o que mais os despertasse a atenção, isso foi bom para estimulá-los, pois cada um optou por aquilo que tem maior afinidade ou conhecimento”, conta.

“Este trabalho enriquece muito a aprendizagem dos alunos, acrescentando tanto na prática da leitura quanto na escrita”, destaca a supervisora da escola, Rozilene Cassanho Zago.

O estudante Fabrício Pereira da Silva comenta que adorou a proposta. “Foi divertido, pois senti um pouco do desafio que é a rotina dos repórteres do Diário.” A colega Akemyla Ventureli completa, “me diverti com a atividade e ainda conheci novas estruturas que compõem o jornal, porque durante a escolha da imagem observei as páginas com mais calma.”

Contente com o desenvolvimento do trabalho a partir do uso do Diário em sala de aula, a professora ressalta a importância em receber o material semanalmente. “É uma oportunidade de leitura factual que muitos alunos só têm dentro da escola. Mais do que um auxílio no processo de ensino é a chance de ter acesso às notícias da região.”

PRODUÇÃO

Estudante recebe o desafio de assumir a função de repórter e cria legenda para foto do Diário.

Imagem Box Submanchete 01

Em Maringá, um homem foi flagrado nu próximo à Praça Rui Barbosa. Enquanto ele atravessava a rua pessoas ligaram para a polícia. Questionado, o rapaz disse que gosta de chamar a atenção. (Legenda produzida pela aluna: Akemyla Ventureli)

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Proibição do uso de celular em sala de aula é tema de debate em escola

Desde o começo do mês está definitivamente proibido o uso de aparelhos eletrônicos em salas de aula das escolas públicas e privadas do ensino fundamental e médio do Paraná. A nova lei vem para apoiar o que já estava no regimento das escolas. Algo que antes era só uma norma interna, agora está amparado na legislação estadual.

Em entrevista para o Diário a diretora de Ensino da Secretaria de Educação de Maringá, Mara Mello, diz que desde que foi observado que os aparelhos eletrônicos começaram a invadir o espaço escolar já havia sido iniciado um trabalho de conscientização dos alunos e da comunidade para coibir a prática em sala de aula.

A professora, Sara Ester Meneghetti leciona na Escola Municipal Pastor João Barbosa de Macedo, em Maringá, e conta que o assunto sempre foi discutido com os alunos, pois a proibição é uma das normas da instituição. “Confesso que as crianças nunca deram a importância devida ao que eu recomendava, mas no dia em que o Diário publicou a reportagem com a manchete ‘Uso de aparelhos eletrônicos é proibido por lei’ todos os estudantes ficaram curiosos em ler a notícia. A palavra ‘lei’ despertou um certo medo em quem não respeitava as normas escolares.”

Com o interesse dos alunos, Sara realizou um debate sobre o tema. “Neste momento eles puderam expor opiniões, justificar e argumentar”, comenta. A estudante Larissa Soares Rodrigues, acredita que a regra é certa, sim. “Diferente da maioria dos alunos, eu não acho que o celular vai me ajudar em sala de aula, ao contrário, com o acesso à internet nos distraímos facilmente e ficamos mais preguiçosos, qualquer dificuldade nas atividades acabamos buscando a resposta pronta em sites, isso só nos prejudica.”

“A escola é uma ambiente seguro, qualquer necessidade de comunicação com os pais das crianças, elas podem usar o telefone fixo. A proibição é válida, pois não acredito que o aluno consiga, ao mesmo tempo, prestar atenção na aula e mexer em aparelhos eletrônicos”, ressalta a supervisora pedagógica, Simone Isabel de Souza.

Produção

Depois de participar da formação do Diário na Escola sobre como construir o humor e as histórias em quadrinhos (HQ) a partir das notícias do jornal, e aproveitando que este é o gênero textual trabalhado neste bimestre, a professora solicitou às crianças que criassem charges sobre a nova lei. “Elas adoraram produzir HQ, desde que apresentei o conteúdo todo o tema que desenvolvo em sala de aula os alunos querem finalizar a uma charge, tirinha ou história em quadrinhos”, conta Sara.

“A charge é uma das partes mais divertidas do jornal, poder criar uma foi muito divertido. O interessante é que neste tipo de produção você pode fazer uma brincadeira, sem ser mal educado”, relata a aluna Vitoria Emanuelle de Souza Pereira.

RESULTADO. Charge produzida pela aluna Vitoria Emanuelle sobre o uso de equipamentos eletrônicos em sala de aula.

RESULTADO. Charge produzida pela aluna Vitoria Emanuelle sobre o uso de equipamentos eletrônicos em sala de aula.

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Notícia do Diário é tema de enquete escolar

Foto AbreA equipe do Diário na Escola esteve em Ivatuba para realizar oficina pedagógica com os alunos da Escola Municipal Afrânio Peixoto. Assim que os estudantes olharam a capa do jornal, a manchete: “Macacos deverão ficar estéreis” publicada no Diário despertou o interesse da criançada.

Muitos alunos comentaram que os animais já tinham roubado seus lanches durante passeios, outros contaram que adoram ir até os parques pela oportunidade em ver os macacos de perto, e a partir dessa discussão sobre o tema da notícia foi desenvolvida uma enquete.

Para que as crianças tivessem argumentos e até embasamento para decidir sobre a vasectomia nos animais, os estudantes fizeram a leitura da matéria publicada no Diário. Desta forma conheceram as opiniões das pessoas que são a favor ou contra o procedimento cirúrgico e quais as justificativas apresentadas.

“Esta atividade proporciona uma interação entre a turma, eles trocam experiências e tentam convencer a respeito da melhor escolha, quais consequências uma decisão pode gerar. É um momento muito enriquecedor no processo de aprendizagem”, destaca a professora Odete Pereira de Melo Calvi.

A partir da questão “Você é a favor ou contra a vasectomia nos macacos-pregos?”, os estudantes se reuniram em grupos e tiveram que entrar em um consenso sobre o melhor a ser feito com os animais que estão roubando alimentos de visitantes e até das casas da redondeza em que vivem, mas que também são atração por onde passam. “Não podem deixar os macacos estéreis, se eles pararem de reproduzir a espécie vai ser extinta”, alerta a aluna Any Emanuely de Andrade Mazola.

“Os macacos já estão invadindo a privacidade das pessoas, se continuarem aumento o número de animais dentro da cidade, os problemas podem se agravar”, enfatiza a estudante Natasha Lemos.

A coordenadora pedagógica, Maria de Lourdes Macedo conta que os momentos com o uso do Diário em sala de aula tem resultado em melhora na leitura e na interpretação das crianças. “Com temas atuais os alunos se interessam pelos conteúdos didáticos e desta forma conseguimos fazer um trabalho de interdisciplinaridade. Além da oportunidade que os estudantes têm de levar o jornal para casa e ler com a família.”

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A história da fotografia em pauta

FASCÍNIO. O contato com equipamentos utilizados em décadas passadas encantaram os estudantes.

FASCÍNIO. O contato com equipamentos utilizados em décadas passadas encantaram os estudantes.

Em Santa Fé, município em que cerca da metade da população ativa trabalha no segmento fotográfico, a equipe do Diário na Escola desenvolveu uma oficina pedagógica sobre a evolução das máquinas e dos tipos de registros com os alunos das Escolas Municipais Jardim Primavera e Nove de Dezembro.

“Este é um assunto que está próximo da realidade dos estudantes, fator que torna os resultados das atividades ainda melhores. Parte dos familiares das crianças ganha seu sustento nas empresas fotográficas da cidade, por isso é importante que conheçam sobre o assunto”, destaca a professora Genilza Favato.

A coordenadora do Programa, Loiva Lopes apresentou um vídeo com toda a história da criação da primeira máquina até a mudança que houve na pose das pessoas para os registros. “Antigamente ninguém sorria para as fotos. Descobri que era porque poderia demorar até trinta minutos para ser feito uma imagem, pois os equipamentos não tinham a tecnologia e agilidade que vemos hoje”, conta o aluno Vitor Hugo Evangelista.

As crianças tiveram a oportunidade de manusear as máquinas fotográficas que já foram utilizadas pelos fotógrafos do Diário ao longo dos 40 anos de história da empresa. “São relíquias guardadas que ajudam os estudantes a entender o avanço dos registros. Os equipamentos que eram grandes, pesados e sem flash, hoje deram lugar aos compactos e com diferentes funções”, fala Loiva.

Grande parte dos alunos se quer tinham visto um filme fotográfico, daqueles em formato de carretel que era utilizado para registrar a imagem e, em seguida, ser feita a revelação. “Tudo está sendo novidade, não imaginava que um dia já havia existido equipamentos assim. Adorei a oficina de hoje e agora tenho mais certeza de que quero ser fotógrafa”, comenta a estudante Giseli Fátima Sgaraboto.

“Além do momento de aprendizado, a vinda da equipe do Programa até a escola trouxe interação entre os alunos”, ressalta o professor Jeremias Ramos Coutinho. A colega de profissão Jaqueline Biazon completa, “não só as crianças estão saindo da aula com novos conhecimentos, mas eu também. A fala da Loiva me proporcionou ideias que vou aplicar em sala para continuar o trabalho sobre a fotografia.”

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7ª edição do Concurso de Frases

Foto AbreA promoção cultural que já é tradição do Programa irá premiar as sete melhores frases sobre o tema: “Década mundial de ações para a segurança no trânsito – 2011/2020: cidade para as pessoas, proteção e prioridade ao pedestre”. O concurso da Semana Nacional de Trânsito (SNT) é uma realização do Diário na Escola, Viapar e Cooper Card, com o objetivo de conscientizar os estudantes a respeito do cuidado que se deve ter nas ruas, seja como motorista, ou não.

“A parceria com o Programa é um investimento na formação de nossas crianças. E esse concurso é mais uma etapa desse processo. Ficamos felizes em apoiar essa promoção”, destaca o diretor presidente da Viapar, Marcelo Stachow Machado.

Esta é a terceira vez que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) define os pedestres como tema da SNT. No ano de 2000 o tema escolhido foi “Faixa de Pedestre, a vida pede passagem”, já em 2005 o tema foi “No Trânsito Somos Todos Pedestres”.

“É em pequenos atos que começamos a mudar o mundo. E o Concurso de Frases representa um estímulo para conscientização de nossas crianças sobre a segurança no trânsito”, ressalta o assessor de comunicação da Viapar, Marcelo Bulgarelli.

A Semana Nacional de Trânsito que tem abrangência nacional é um convite à participação de toda a população no esforço para a redução de acidentes. Comemorada entre os dias 18 e 25 de setembro, tem a finalidade de conscientizar a sociedade para que contribua na criação de um ambiente favorável à valorização da vida focando o desenvolvimento de valores, posturas e atitudes, no sentido de garantir o direito de ir e vir dos cidadãos.

Sendo assim, dentro do ambiente escolar a ideia é que, após a discussão e reflexão de notícias e imagens, sejam produzidas frases criativas com no máximo 140 caracteres sobre a temática da SNT. As fichas de inscrição já foram enviadas para as instituições de ensino parceiras do Diário na Escola. O prazo para recebimento das três melhores produções, por turma, vai até 03 de setembro. Neste ano, cada aluno vencedor será contemplado com uma bicicleta.

Mais informações podem ser obtidas com a equipe do Diário na Escola, pelo telefone: (44) 3221-6050.

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40 anos do Diário enriquecem bibliotecas escolares

Fruto do trabalho de pesquisa nos acervos da empresa, o livro “O Diário – A história contada por quem faz história” apresenta um recorte dos principais fatos noticiados nos últimos 40 anos. O jornalista e autor da obra, Edivaldo Magro passou dias imerso no acervo do próprio jornal, folheando centenas de edições. “Corri os olhos por mais de 15 mil páginas recolhendo os assuntos que, na minha percepção, tinham relevância histórica – para o jornal e o leitor. Organizá-los para uma melhor compreensão também foi desafiador”, conta Edivaldo.

SARANDI. Loiva Lopes entrega exemplares do livro do Diário para a secretária da educação do município, Adriana Palmieri. As obras serão destinas às bibliotecas das escolas.

SARANDI. Loiva Lopes entrega exemplares do livro do Diário para a secretária da educação do município, Adriana Palmieri. As obras serão destinas às bibliotecas das escolas.

Todas as instituições de ensino participantes do Diário na Escola serão contempladas com edições do livro. “O material será uma fonte de pesquisa muito interessante para os estudantes, além de contar a história de 40 anos do jornal O Diário, traz uma compilação dos eventos noticiosos que receberam cobertura nacional. Até o fim deste ano pretendemos entregar um exemplar para cada biblioteca das escolas parceiras do Programa”, destaca a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

O autor da obra esclarece que as informações, sem dúvida, podem ser um importante instrumento pedagógico. “A história é um tema de relevância e quando explorado adequadamente, se transforma num recurso didático muito eficiente para capturar a atenção dos alunos.”

“O livro vai auxiliar o trabalho do professor, pois apresenta textos com diversidade de gêneros. Quando se usa um material novo em classe, o estudante tem maior interesse pela atividade, algo que gera bons resultados”, comenta a coordenadora pedagógica Raquel dos Santos.

“A informação é sempre um instrumento de evolução. Não importa sua plataforma: virtual, eletrônica ou impressa. Quando se trata de crianças, o conhecimento deve ser servido como gênero de primeira necessidade – e de forma sempre abundante. Nesse contexto, o livro dos 40 anos do Diário sem dúvida é uma grande fonte de informação e conhecimento. A abordagem de temas relevantes das últimas quatro décadas é um recurso facilitador para o uso do conteúdo em sala de aula”, enfatiza o presidente do Grupo O Diário, Sr. Franklin Vieira da Silva.

A aluna Amandda Soares está curiosa para ler a obra. “Quando visitei a sede do Diário conheci alguns dos primeiros exemplares impressos, mas agora vou poder acompanhar não só a evolução do formato das páginas como também das notícias.”

Edivaldo conta que o trabalho foi mais prazeroso que exaustivo. “Reafirmou em mim a convicção de que o jornalista é um historiador do seu tempo e, diante de uma notícia, deve tratá-la como tal, claro, mas igualmente ter em perspectiva que aquele acontecimento vai se tornar um fato com relevo histórico, que pode servir no futuro como fonte importante de consulta”, conclui.

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Horóscopo Escolar

10592337_10202293701496338_933818691_nO horóscopo é uma tradição que crê na relação entre os corpos celestes e a data de nascimento das pessoas. Independente de se acreditar ou não nas previsões, este gênero textual cotidiano está presente na sociedade. Dentro do Caderno de Cultura do Diário é possível ter acesso às previsões de cada signo, e quando se discute sobre entretenimento no jornal, esta é uma das páginas do impresso mais visitadas pelos estudantes.

“Eles gostam de ler o horóscopo porque são frases curtas e também pela forma com que é escrito, pois sugere para os adolescentes algo novo a ser feito ou evitado a cada dia. Na idade deles, quando o futuro ainda é incerto, uma voz de comando é sempre ouvida”, conta a bibliotecária Priscilla Kelly Bressan.

Ao perceber o interesse por este tipo de texto, a professora Margareth Grow que leciona no Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Júnior, em Maringá, propôs aos alunos a elaboração de um horóscopo que apresentasse previsões positivas e negativas do que pode acontecer no espaço escolar.

“Escolhi trabalhar com o horóscopo, principalmente, por serem textos de fácil compreensão para meus alunos do 6º ano. Esse gênero tem riqueza gramatical, e meu foco era identificar adjetivos e verbos no imperativo, algo que é característico das previsões”, destaca a professora.

A aluna Indianara Cristina Santos conta que aprendeu muito com a atividade. “Escrevi como cada signo – neste caso, aluno – deve usar a escola de forma positiva. Pude colocar no papel como o estudante deve se comportar, aconselhei sobre drogas e o respeito aos colegas, por exemplo.”

“No geral a proposta foi fácil, pois eu, particularmente, acredito que as previsões de horóscopo são inventadas por alguém, então usei a criatividade e inventei algumas dicas também”, brinca o aluno Samuel Martins Oliveira da Silva.

O estudante Maicon de Oliveira Januario ressalta que mesmo parte das pessoas não acreditando no conteúdo que estes textos apresentam, ele acha legal a leitura e confessa que começar o dia usando uma roupa com a cor ideal para o seu signo, pode dar sorte sim.

“O resultado da atividade foi excelente. Percebi que os alunos usaram como base o horóscopo publicado no Diário para conhecer a estrutura do gênero e desenvolver uma proposta de qualidade”, enfatiza Margareth.

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Câmara Mirim inicia eleições

20131203_cmm_ 545 02Você, aluno, já pensou em ser um vereador? Em Maringá essa oportunidade pode chegar antes da vida adulta. A Câmara Municipal já está recebendo inscrições para o processo de eleição da Câmara Mirim, um Programa que estimula a cidadania e a participação política entre os jovens.

“Com ações como essa pretendemos mostrar que a vida em sociedade pode, e deve, ser preparada desde a infância. Os assuntos políticos não são um privilégio das gerações mais velhas, crianças e adolescentes também podem contribuir nos debates ao serem integrados na vida pública”, destaca o presidente da Câmara Municipal de Maringá, Ulisses Maia.

Após eleitos e diplomados, os vereadores mirins poderão apresentar propostas e defender ideias por intermédio de projetos e indicações, em um mandato que dura o período de um ano.

“No dia em que recebi o comunicado da Câmara dizendo que eu estava selecionada para participar do Programa quase não acreditei. É uma experiência única em minha vida, todo o aprendizado é válido, em especial, sobre a rotina de quem trabalha naquele espaço todos os dias preocupado em oferecer o melhor à população”, conta a vereadora mirim, Kathlyn Isabela dos Santos Alves.

20131203_cmm_ 559 02Em sessões públicas e transmitidas pela TV Câmara, o trabalho do vereador consiste em participar das reuniões da Câmara Mirim que acontecem uma vez ao mês. “Todas as sugestões apresentadas pelos jovens parlamentares são colocadas em votação, além da discussão de melhorias sobre os problemas da cidade”, ressalta o coordenador de projetos especiais da Câmara, Joaquim dos Santos.

O pai de Kathlyn, Alex Sandro Alves comenta o quanto a participação dela no Programa trouxe resultados positivos. “Minha filha chega das sessões eufórica e cheia de ideias para projetos, é um orgulho ver tanto comprometimento em uma adolescente. Agora que o mandato está chegando ao fim, vou incentivá-la a continuar trilhando o caminho de fazer o bem à comunidade”, diz.

Entre as indicações de projetos dos vereadores mirins, estão: a interdição de vias públicas ao redor de praças municipais aos domingos e feriados, para a realização de passeios ciclísticos e atividades lúdicas, recreativas e desportivas; reparos de bueiros no Conjunto Habitacional Requião e a possibilidade de implantar um Cemitério Municipal para animais domésticos.

A INSCRIÇÃO

As fichas de inscrição devidamente preenchidas e assinadas pelos pais – ou responsáveis – e pela direção da escola deverá ser enviada à Câmara até 03 de outubro, via e-mail: escolalegislativa@cmm.pr.gov.br ou entregues pessoalmente na Câmara Municipal de Maringá: Avenida Papa João XXIII, nº 239. Maiores informações pelo telefone: (44) 3027-4139.

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Notícias do Diário são temas de produção escolar

Ao propor uma atividade de produção textual é importante que se dê à escrita uma finalidade clara e, se possível, que estimule sua circulação fora do âmbito aluno – professor. Quando a tarefa de escrita é feita na escola e, somente, para a escola, há chances de que os estudantes não arrisquem e não ousem na construção dos textos.

Foto AbreDiante desta realidade, a professora Andréia dos Santos Gallo que leciona na Escola Municipal Dr Eurico Jardim Dornellas de Barros, de Marialva, decidiu criar uma nova finalidade para as produções textuais de seus alunos. “Com a proposta de enviar os melhores trabalhos para o jornal, a criança se empenha a realizar o que foi proposto”, comenta.

Com o objetivo de fazer com que os estudantes produzissem textos opinativos, Andréia precisava de um material fornecesse informações. Neste momento, a professora solicitou aos alunos a leitura das matérias publicadas no Diário, para que assim, eles adquirissem argumentos.

“A maioria teve o contato com o jornal pela primeira vez. A cada nova informação foi possível ver a admiração com os fatos apresentados nas notícias e até se questionavam: ‘nossa, será que isso é verdade?’”, acrescenta a professora.

Para o desenvolvimento da proposta didática Andréia dividiu a turma em três grupos e fez uma discussão sobre o que as crianças conhecem a respeito do impresso. Na sequência ela entregou um formulário explicativo sobre os termos técnicos existentes no material e os estudantes foram desafiados a encontrar estes elementos pelas páginas do Diário. “Eu nunca tinha lido um jornal, gostei muito de tudo o que vi e quero continuar a leitura sempre que possível para estar atenta às notícias”, ressalta a aluna Alana Funatsu.

A professora enfatiza o quanto este trabalho foi prazeroso. “Quando apresentei a proposta, de imediato, a turma toda se interessou. Mais importante ainda foi perceber que as crianças são capazes de estabelecer uma relação das ações do presente com as notícias veiculadas no impresso.”

A partir da empolgação da classe, Andréia e toda a equipe da escola Dr Eurico estão desenvolvendo a produção de um jornal escolar. Em breve, já terão em mãos o primeiro exemplar.

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Reescrevendo o jornal

Os professores participantes do Diário na Escola buscam aliar os conteúdos do currículo escolar às atividades com o jornal. Exemplo disso pode ser visto na produção desenvolvida pela professora, Valéria Nunes que leciona na Escola Municipal Alfredo Sofientini, de Astorga. “O livro didático trouxe a proposta de trabalhar a reescrita. Para deixar a dinâmica mais interativa decidi propor aos alunos que reescrevessem textos e legendas de fotos publicadas no Diário”, conta Valéria.

2014-07-23 16.52.40“Este tipo de proposta oferece à criança reflexão sobre a escrita, dando ênfase para uma interpretação clara e objetiva do assunto em questão, algo que auxilia a compreender o texto original”, comenta a coordenadora pedagógica, Nelcy Roque Cornicelli.

Valéria ressalta nessa atividade os alunos passaram a conhecer de forma mais detalhada a estrutura do impresso e se sentiram motivados com o trabalho associado ao livro didático. “Eles conseguiram desenvolver, na prática, a proposta do currículo escolar, com isso houve maior interesse por parte da turma, pois eles não só imaginaram um exemplar do Diário – como era o costume antes do acesso ao material – mas também puderam manusear.”

“Esta aula me esclareceu o que é legenda e o que é texto chamada, por serem frases curtas eu não percebia a diferença entre eles”, comenta o aluno Alisson Mateus Pereira do Santos.

Foto SubmancheteA estudante, Maria Eduarda da Silva Viana fala sobre a experiência da reescrita. “Foi divertido, porque antes eu me atentava somente à leitura do Diário, mas desta vez tive o desafio de criar uma nova legenda e sentir como é o trabalho de quem faz isso todos os dias.”

A professora destaca que as crianças já estão bem familiarizadas com o jornal, mas que a cada nova proposta didática com o material ela é surpreendida com bons resultados. A aluna, Nathália Ribeiro Marqueta enfatiza que toda semana já espera o dia em que vai poder trabalhar com o Diário, “adoro estar por dentro das novidades.”

“O uso do impresso na escola favorece a interação do aluno com a realidade social, a vivência e reflexão da atualidade, o tornando um ser ativo e participativo. O material se constituí ainda como um excelente meio de promover o saber-fazer, de valorizar o trabalho em equipe, e sobretudo, de  praticar a Língua Portuguesa em  situações reais de comunicação. O Diário na Escola tem sido de grande valia em sala de aula, como uma ferramenta pedagógica a mais na prática do professor”, conclui a secretária de educação de Astorga, Neuza Maria Julião Fortunato.

 

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Biblioteca de Santa Fé recebe Telecentro

Os Telecentros/Espaço Cidadão são centros de apoio que disponibilizam equipamentos de informática, e auxílio técnico, para capacitar pessoas interessadas em se integrar à tecnologia ou adquirir novos conhecimentos através das formações oferecidas. Santa Fé foi um dos municípios escolhidos pelo governo do Estado para receber uma dessas estruturas. “Com esta nova parceria vamos atender a comunidade proporcionando, além da inclusão digital, diversos cursos para todas as idades, de jovens a idosos”, afirma o prefeito Edson Palotta.

Foto Abre 02Localizado na Biblioteca Municipal, o Espaço Cidadão possui 10 computadores de alta tecnologia, todos conectados à internet. A monitora do Programa, Andréa Rego destaca que já há lista de espera para os cursos técnicos onlines que serão oferecidos. “É uma satisfação ver o interesse das pessoas em aproveitar esta oportunidade de aprendizado, tenho certeza que bons resultados estão por vir.” O prefeito Edson acrescenta, “nosso município recebeu um presente, e convidamos a todos para aproveitar a chance de receber capacitação sem precisar se deslocar para outros centros maiores.”

As crianças foram as primeiras a usufruir o espaço. Para conhecer a novidade da biblioteca, a professora do 4º ano, Jaqueline Thomazella Biazon levou os alunos para um passeio interativo. “Esta sala vai facilitar nosso trabalho de educador, os equipamentos nos darão subsídios para pesquisas e produções textuais. Outro fato, é que os pequenos adoram a tecnologia e, com isso, se interessam mais pelas propostas didáticas desenvolvidas em computadores”, relata.

Foto Abre 01A estudante Izabelly dos Santos Pereira não tem acesso à internet em casa e comenta que com o Telecentro será mais fácil e divertido fazer as tarefas escolares. “Antes eu tinha somente a opção de pesquisas em livros e era muito trabalhoso. Agora que posso usar os equipamentos do Espaço Cidadão, me sinto até mais motivada” e a colega Camile Vitória de Souza Cruz complementa, “não vejo a hora de poder voltar aqui, a partir de hoje a biblioteca é um dos meus lugares preferidos.”

Dirlene Viana Barbosa é a secretária de Assistência Social do município e enfatiza que a novidade não será transformada em lan house. “O entretenimento é importante sim, mas este local está destinado para o crescimento do indivíduo no que se refere à educação e mercado de trabalho. Nossa meta é oferecer cursos, palestras, conferências e atividades que deixem a nossa comunidade conectada, e o melhor, sem nenhum custo”.

“Temos como objetivo integrar as pessoas. Os idosos poderão participar de aulas de inclusão digital, os jovens serão capacitados para o primeiro emprego e as crianças terão uma alternativa ao trabalho de alfabetização e letramento”, ressalta o prefeito, Edson.

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Do jornal para a classe

Do bate-papo entre amigos às conversas formais, tudo gira em torno das notícias que circulam na mídia. Lemos jornais, assistimos aos telejornais, ouvimos rádio, navegamos pela Internet, a fim de ficar por dentro dos acontecimentos.

Matéria-prima dos jornais, a notícia relata os fatos que estão acontecendo na cidade, no país e no mundo. A intenção da reportagem é informar o leitor com exatidão. Além dos textos informativos sofremos um constante bombardeio publicitário através das mídias que tem como objetivo promover o consumo de produtos e ideias.

“Ao levar para a sala de aula o texto publicitário, o aluno passa a conhecer não só as finalidades e características linguísticas e textuais deste tipo de texto, mas também pode tornar­se um consumidor mais atento, pois passa a conhecer os elementos de persuasão que a publicidade usa para conquistar seu público”, enfatiza a professora mestre, Maísa Cardoso.

Preocupados em formar estudantes com maior criticidade, os professores Ney Silva Girardo e Angela Maria de Gouveia Futigi, do Colégio Estadual João de Faria Pioli, de Maringá, aplicaram atividades relacionadas às notícias e publicidades veiculadas nos exemplares do Diário.

“Estes gêneros textuais são de grande importância no crescimento do aluno, trabalhamos buscando não só o aperfeiçoamento dentro da escola, mas também com a visão de ajudá-los a serem pessoas mais atuantes na sociedade, com opiniões e argumentos”, destaca Ney.

Dentro da proposta os estudantes escolheram uma matéria ou uma propaganda de qualquer uma das páginas do impresso e tiveram que recriar os textos que haviam sido publicados. “Com esta produção foi possível explorar a capacidade de leitura, interpretação, criação e até a habilidade de organização do material em sua sequência de cadernos”, conta Angela.

A aluna Hellen Rodrigues comentou que gostou da oportunidade de ter uma aula diferente, “foi motivador realizar esse trabalho.” E Giovana Brito, também estudante, completa ressaltando que está ansiosa para a próxima aula com o uso do Diário.

Os professores relatam que em todas as turmas trabalhadas o resultado foi excelente. “O jornal trás novidade para a rotina escolar, isso é primordial, pois enfrentamos o desafio de tornar as aulas mais interativas, assim como as novas tecnologias que tanto prendem a atenção dos adolescentes”, acrescenta Ney.

ANÚNCIO: Sem fumo = Mais vida! Se o governo investir dinheiro para ajudar os fumantes, será bom para os dependentes e para as pessoas que convivem com eles, pois a fumaça intoxica a todos. Os fumantes têm o vício por causa da nicotina, algo que causa doenças e pode até matar as pessoas. (Produzido pelo aluno: Vinícius Augusto Mora Rubin)

ANÚNCIO: Sem fumo = Mais vida!
Se o governo investir dinheiro para ajudar os fumantes, será bom para os dependentes e para as pessoas que convivem com eles, pois a fumaça intoxica a todos. Os fumantes têm o vício por causa da nicotina, algo que causa doenças e pode até matar as pessoas.
(Produzido pelo aluno: Vinícius Augusto Mora Rubin)

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Leitura através de imagens

Ao lermos um texto, muitas vezes, não damos importância às imagens que ele apresenta. Ao contrário do que pensamos, essas não são meramente ilustrativas, pois trazem informações importantes acerca do assunto abordado. E no jornal impresso não é diferente, as páginas são compostas de textos e fotos diagramadas de forma que estimulem a vontade de ler.

Coordenadores das instituições de ensino que participam do Diário na Escola relatam que o contato com o jornal trouxe avanço no nível de interpretação dos alunos. Este crescimento pode ser constatado não somente no que se refere aos textos, como também em relação às imagens. “Essas são as que mais despertam interesse nos estudantes, pois ilustram as notícias tornando a compreensão textual mais simples”, destaca a coordenadora pedagógica, Maria do Carmo Tineu Sanches.

Ao perceber esse fato, a professora Ana Lúcia da Silva Primo, que leciona na Escola Municipal Professor Flávio Sarrão, em Cruzeiro do Sul, desenvolveu uma atividade para estimular a percepção visual, a reflexão e os sentimentos causados ao se analisar as fotografias publicadas no Diário.

Ana Lúcia recortou algumas das fotos divulgadas no exemplar do dia 22 deste mês, colou-as em um sulfite e entregou para as crianças observarem as imagens. Em seguida, discutiu-se sobre o que cada foto transmitia ao primeiro olhar e, por fim, os alunos usaram a criatividade para produzir novas legendas, mesmo sem saber o contexto em que aquela fotografia estava inserida.

A aluna Tayná dos Santos Rodrigues comenta que adorou a experiência e acredita que um dia ela também poderá escrever para o jornal. “É interessante como transformamos o sentido de uma imagem, só com a mudança do que está na descrição da legenda da foto.”

“Fico realizada ao ver o empenho dos alunos nas produções que envolvem o uso do Diário. Nesta atividade, em especial, eles se esforçaram para colocar a imaginação em prática e escrever suas próprias legendas. Quando terminaram estavam empolgados e se sentindo um pouco repórteres”, conta Ana Lúcia.

“O trabalho com as imagens teve ótimos resultados. Além da observação, os estudantes discutiram sobre os assuntos, trocaram argumentos e até mesmo as crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem demonstraram interesse pelo que estava sendo proposto”, relata Maria do Carmo.

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Nas novas legendas os estudantes satirizaram a convocação de Dunga – novo técnico da seleção brasileira de futebol – se comoveram com desespero dos palestinos, lembraram como as drogas são prejudiciais e destacaram o que é preciso para ser um bom profissional do esporte. Veja alguns exemplos:

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Outro gaúcho na seleção, será que agora o hexa vem?! (Legenda criada por Giovana Silva dos Santos e Luiz Fernando de Souza Teixeira)

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Homem fica arrasado ao chegar em casa e não encontrar sua família. (Legenda criada por Yotiares Ayne Gonçalves e João Pedro Juliani)

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