Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolar“As diversas atividades que envolvem a construção do jornal escolar são extremamente importantes, pois colocam os educandos diretamente em contato com os processos de oralidade, leitura e escrita, evidenciam de forma muito clara a utilização de recursos tecnológicos no processo de produção e divulgação do conhecimento e, por consequência, enaltecem ainda mais a importância da disciplina de informática educacional nas escolas”, destaca o professor da Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Jair José Gregório Junior.

Jair leciona na Escola Municipal Dr. Luiz Gabriel Guimarães Sampaio, em Maringá, e foi um dos educadores da rede desafiados a produzir um jornal escolar com as crianças. Ele conta que, assim como proposto pela secretaria de educação do município, o impresso foi organizado pelos alunos dos quartos e quintos anos. Nesta proposta, os professores regentes dos primeiros, segundos e terceiros anos, junto com os das disciplinas de inglês, arte e educação física realizaram pesquisas e atividades com os estudantes a fim de publicá-las no jornalzinho. Mas quem fez todo o trabalho de seleção e edição do conteúdo, foram as turmas responsáveis pelo projeto.

“É importante salientar que o processo de confecção do jornal escolar não ficou restrito apenas a mera reprodução de atividades já produzidas por outras turmas. Isso foi apenas uma parte do trabalho. Cabia também aos alunos organizadores, dos quartos e quintos anos, a produção de textos relatando fatos acontecidos na escola como, por exemplo, apresentações artístico-culturais, reuniões, aulas de campo, entre outros. Essas produções foram realizadas muitas vezes de forma coletiva e com a mediação dos professores”, explica Jair.

Após a conclusão do trabalho no ambiente informatizado foram impressas várias cópias do jornal a serem entregues para a comunidade escolar. Para que um maior número de pessoas tivesse acesso ao trabalho realizado, alguns exemplares ficaram expostos nos murais de atividades produzidas na escola. O professor responsável pelo projeto disse que a satisfação dos resultados foi bastante grande, além dos elogios recebidos por parte equipe da secretaria municipal de educação, que propôs a ele o desafio.

 

ENQUETE

Os alunos dos quarto ano realizaram uma enquete com os do primeiro para saber qual a cantiga de roda preferida da turma. Após a apuração dos dados, os estudantes produziram um gráfico no ambiente informatizado que ilustrou o resultado e foi publicado no jornal escolar.

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Viapar instrui crianças

O trânsito já faz parte da vida de todo ser humano, mas a preocupação com ele, aparentemente, só começa quando se resolve tirar a carteira de habilitação. Para contornar essa situação deve se considerar que as escolas são celeiros de futuros motoristas. Afinal, qual a criança que não sonha em dirigir? Por isso, a educação para o trânsito tem começado já nas séries iniciais, aliando teoria e prática.

Os pequenos têm sido orientados para ter um comportamento adequado em relação ao respeito e à segurança exigida nas vias públicas, tanto na condição de pedestre quanto na de passageiro ou até de condutor de bicicletas, por exemplo. Aqueles que usam skates, patins, patinetes e outros brinquedos que promovem a locomoção ainda devem aprender que existem lugares apropriados e seguros para brincar.

Foto AbreImagine uma rodovia ocupada por crianças e cada uma delas interpretando um veículo diferente: automóveis, bicicletas, motos, bombeiro, polícia, ambulância, ônibus e caminhão.

Essa iniciativa inédita agora faz parte da oficina pedagógica da Viapar.  A primeira instituição a participar foi a Escola Municipal Julia Wanderley, de Alto Paraná. Cerca 45 crianças com idades entre nove e dez anos estiveram na Oficina de Trânsito, na sede da concessionária, em Maringá.

Cada uma delas recebeu um colete com um desenho lúdico inspirado em veículos de desenho animado. Algumas fizeram o papel de carros, outras de bicicletas e assim por diante. A ideia consiste em utilizar a própria mini rodovia existente na sede da Viapar com todos os seus personagens automotivos.

“É uma forma de fazer com que as crianças possam entender as regras para cada veículo, sem esquecer que elas também são pedestres. Essa aula lúdica permite que todos os estudantes participem de forma ativa”, explica Priscila Nascimento, coordenadora da Oficina.

A diretora da Escola Municipal Tisuro, de Sarandi, Silvonete Macario Costa conta que a visita a Viapar foi muito importante para a formação dos alunos. “Além de informações teóricas, foram também vivenciadas situações diárias enfrentadas no trânsito e que fizeram os pequenos refletirem sobre os cuidados necessários para a segurança de cada um. No caminho de volta para a escola, eles mostravam as placas de sinalização e alertavam sobre a função delas tanto para os motoristas, como para os pedestres.”

Os estudantes receberam um livreto de conteúdos e atividades que serão trabalhadas em sala de aula pelos professores, e ainda estão participando de um concurso promovido pela concessionária. “As crianças que passam pela oficina, recebem uma folha de desenho. Ali vão reproduzir o que aprenderam sobre o trânsito e sobre a Viapar.

Os desenhos são encaminhados para nós ao longo do ano e ao final, fazemos uma votação da melhor produção, que irá estampar nosso cartão de natal. O aluno vencedor ganha um kit escolar, com mochila, lápis, caneta e uma bicicleta”, ressalta Priscila.

Na Oficina de Trânsito há palestra, lanchinho e aulas práticas na mini-rodovia.  Desde 2002 esta iniciativa vem atendendo mais de quatro mil crianças por ano, contemplando todos os municípios da malha da concessionária e cidades vizinhas.

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Apae mobiliza alunos no combate à dengue

Temas que envolvem a proteção do meio ambiente e a escassez da água, estão sempre em debate dentro das instituições de ensino. No caso das Apaes, de Maringá, não tem sido diferente. O conteúdo já é algo que faz parte da grade curricular da educação especial. Para iniciar as atividades, as escolas Diogo Zuliani e Reynaldo Rehder Ferreira fizeram uma exposição para comemorar a Semana do Meio Ambiente e apresentar de maneira criativa uma forma de refletir sobre a importância e necessidade de cuidarmos da natureza, com um olhar especial para o uso adequado no consumo da água. Maquetes, jogos e atividades representaram os efeitos causados pela devastação do meio ambiente, além de sugestões sobre a necessidade de preservação dele.

Foto AbreLembrando que a água contribui para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, a equipe pedagógica da instituição ampliou o projeto para alertar os riscos da doença, que nesta época de inverno, começa a ser esquecida devido ao menor número de casos.

“Já adotamos a prática da limpeza do entorno das Apaes que são feitas pelos próprios estudantes. Nesta ação, crianças e adolescentes recolhem tudo o que possa virar foco do mosquito e, assim, memorizam a importância de não deixar papeis de bala no chão, tampinhas de garrafa, ou qualquer outro objeto que acumule água”, destaca a coordenadora pedagógica, Sara Gonçalves dos Santos Nogueira.

Em parceria com esta iniciativa a secretaria municipal de saúde, de Maringá, disponibilizou cartazes, panfletos e potes com água contaminada mostrando o desenvolvimento do Aedes aegypti. A exposição encantou os estudantes.

Para encerrar o projeto, uma equipe de agentes de endemias da cidade foi até a sede da instituição e fez uma palestra para esclarecer todas as dúvidas dos alunos e alertar quanto a prevenção que deve ser diária.

“O combate ao mosquito transmissor tem que fazer parte do nosso dia-a-dia, não podemos relaxar. Os ovos do Aedes aegypti podem continuar vivos por mais de um ano, por isso a limpeza dos quintais é tão importante”, comenta a agente, Ariana Cristina Castro.

Para a professora, Nairde Freitas Palioto os conteúdos em estudo acrescentaram em muito a formação dos estudantes. “Eles foram participativos em todas as ações, a prática os ajudou a memorizar as informações repassadas.”

“Minha mãe já teve dengue, e ninguém lá de casa quer passar novamente por essa experiência. Tudo o que aprendi nas aulas ensinei para a minha família, não podemos brincar com esse mosquito”, alerta a aluna, Thayla da Silva Porto.

A agente, Eleuza Marin aconselha, “a população precisa ser mais receptiva com o agente de saúde quando eles vão até as casas, deve-se lembrar que somos inimigos apenas da dengue.” A colega de trabalho, Silvana Fiuza acrescenta “na guerra contra o mosquito transmissor, cada um de nós é a melhor arma, basta ter iniciativa.”

Se você desconfia de algum foco do Aedes aegypti na região em que mora, estuda ou trabalha, ligue para 3218-3191.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO jornal “Alô Marchesini” foi uma ação conjunta dos períodos matutino e vespertino da Escola Municipal Professor José Marchesini, com a finalidade de tornar-se um instrumento de divulgação das atividades pedagógicas e dos conteúdos que são trabalhados na instituição. Assim, o trabalho foi direcionado em ações jornalísticas que partem de uma perspectiva de envolvimento da comunidade escolar, garantindo a visibilidade das ações e dos acontecimentos mais significativos.

“Na proposta de envolver os estudantes em todas as etapas, desde a escolha do título, até sua divisão e elaboração, foram desenvolvidas visando garantir a participação e o engajamento dos membros da comunidade escolar”, destaca o professor do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Amilton Costa.

A escolha do nome do jornal foi através de um concurso com a participação dos alunos dos 3º, 4º e 5º anos do período letivo de 2014. Entre os vários títulos sugeridos, quatro chegaram à final: Alô Marchesini, A minha escola, Notícias Escolares e Gazeta Marchesini. As opções foram apresentadas e votadas pelos estudantes de todas as séries, tendo como vencedor, Alô Marchesini.

Para a elaboração do jornal escolar foram trabalhados, no laboratório de informática, diversos modelos de informativos impressos e online. “O acesso a este tipo de material visava a familiarização das crianças com esses veículos de comunicação, com o objetivo de explorar o formato de suas notícias, como elas são apresentadas – manchetes e corpo de texto – e demais colunas, temas e assuntos que são componentes típicos dos jornais”, conta a professora do AEI, Cristiane Barbosa.

O Alô Marchesini em suas duas edições de 2014 tratou de diversos temas abordados em sala de aula, tais como: copa do mundo, escravidão, ocupação do espaço paranaense, folclore, literatura, receitas, classificados, caça-palavras, entre outros. Deve-se destacar que, diversos textos produzidos pelos alunos em seu cotidiano pedagógico, ganharam visibilidade dentro da comunidade escolar através dos espaços de publicações oferecidos no jornal escolar.

“Como retorno deste trabalho didático-pedagógico, notamos que, ao longo do processo de elaboração do Alô Marchesini ocorreu uma ativa participação dos alunos em diversos aspectos, sejam quanto a disponibilidade em digitar os materiais editoriais, ou as pesquisas referentes às produções e, principalmente, interesse em observar e ler o que foi escrito pelos colegas.  Assim, concluímos que novas habilidades e competências estão sendo aprofundadas e desenvolvidas pelos nossos estudantes através da utilização deste rico material, o jornal”, enfatizam Amilton e Cristiane.

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Carta do Leitor é tema de capacitação

Foto AbreNa segunda formação anual promovida pelo Diário na Escola foi abordado os conceitos e características das cartas, pessoal e em especial a do leitor, a partir do estudo dos descritores cobrados na Prova Brasil, avaliação que será realizada com estudantes dos quintos anos das redes municipais de ensino até o final do período letivo.

A secretária da educação de Sarandi, Adriana Palmieri enfatiza que a formação do Diário na Escola vem ao encontro do planejamento elaborado para as capacitações dos professores no que se refere aos conteúdos da Prova. “A secretaria oportunizou a participação dos profissionais dos quartos e quintos anos, pois entendemos que é de suma importância para o desenvolvimento dos alunos. Lembrando que não podemos desvincular a vida escolar dos aspectos do cotidiano, ou seja, o jornal vem potencializar esse novo ‘olhar’ que envolve o ensino. É necessário aliar a aprendizagem com as relações existentes dentro e fora dos muros escolares.”

A carta do leitor é um espaço nas revistas ou jornais reservado para que os leitores expressem sua opinião, sugestões, debatam argumentos levantados nos artigos, façam críticas a respeito, tragam perguntas, reflexões, elogios, e até incentivos.

Para o leitor é um meio de expor seu ponto de vista em relação ao assunto lido, e para o veículo de informação é uma forma de saber o que está agradando ou não a opinião pública. Em geral, o objetivo do leitor ao escrever uma carta para um jornal da cidade ou uma revista de circulação nacional é tornar pública sua ideia e se sentir parte da informação.

Este espaço é tão importante que pode ser fonte de pauta jornalística, uma vez que ao expor suas considerações a respeito de um assunto, o destinatário pode acrescentar outros fatos interessantes que estejam acontecendo e abordá-los em uma nova matéria.

Nesta proposta, os educadores participantes do Programa aprofundaram conhecimentos sobre a estrutura do gênero para desafiarem seus alunos à, quem sabe, produzirem cartas a serem enviadas à redação do Diário.

“A prática pedagógica que as formações estimulam, sempre envolve aspectos de reflexão e, dessa forma, contribuem com a reorganização dos estudos e das estratégias para uma atividade adequada ao contexto de ensino atual”, ressalta, Adriana.

Durante o encontro, os educadores debateram sobre gêneros textuais e suas finalidades, quais os interlocutores, os suportes de circulação social e a posição do autor da produção, de acordo com a maneira com que ele se impõe no texto. Tudo isso, para que na sequência, seja mais fácil identificar a temática, a estrutura composicional – distribuição das informações ou diagramação – e os estilos de linguagem dos trabalhos em estudo.

A professora, Rosilene Aparecida Ariozi Viotto comenta que após a capacitação se sentiu mais segura para aplicar o conteúdo em sala de aula. A colega de profissão, Lilian Valim Pedroso Palhares, completa “esclareci todas as minhas dúvidas e adquiri novos conhecimentos, é muito bom ter o jornal como aliado didático.”

“O tema abordado veio para acrescentar os assuntos que estou trabalhando em classe. Na formação descobri novas sugestões de atividades a serem repassadas às crianças. Os encontros do Diário na Escola sempre enriquecem a nossa prática diária”, enfatiza a professora, Suelena Yoshie Giraldelli Jaqueta.

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Notícia inspira professora

“Quando realizei a leitura da matéria ‘Notícias vão virar poemas’ me encantei pelo encaminhamento sugerido pela escritora Angela Ramalho, senti uma vontade enorme de conhecer a poesia ‘O buraco do tatu’ citada por ela, e de desafiar meus alunos a continuarem o poema trazendo o personagem tatu, para Sarandi”, conta a professora da Escola Municipal São Francisco de Assis, Vanilda de Melo Perrucci.

A coordenadora pedagógica, Lucimara Colabone Siqueira comenta que o trabalho com o Diário em sala de aula é um recurso pedagógico interessante, a medida que incentiva o aluno a desenvolver o gosto pela leitura.

DSC05132Em um primeiro momento, as crianças discutiram sobre a matéria em estudo. Na aula seguinte, Vanilda levou a poesia para os alunos identificarem os versos e já pensarem em palavras que rimam com Sarandi, destino final do tatu perdido no buraco. Para auxiliar o trabalho, a professora foi destacando no quadro todas as opções sugerias e assim, tornou a produção mais fácil. Entre as palavras rimas estavam: saci, Ivaí, Piauí, piriri, e tantas outras criativas.

“Normalmente quando realizo outras atividades, me sinto estressada. Mas essa, foi justamente ao contrário, me inspirou e deixou mais tranquila”, diz a aluna, Thalyta Kelly Martins de Lima.

Por fim, os estudantes receberam a missão de continuar o poema e criar um final que levasse o tatu para a cidade em que vivem. “A proposta foi muito legal, saíram rimas uma mais divertida do que a outra”, fala a pequena, Heloiza Thomazetti Jovino.

Com tantos bons resultados, Vanilda fez um mural no corredor da escola com os finais dos poemas. Desta forma, todos os estudantes tiveram acesso ao conteúdo e puderam conhecer a história do buraco do tatu.

“A partir de uma notícia do jornal foi possível realizar um trabalho que aproxima o aluno da realidade, incentiva a leitura e desperta a criticidade. O Diário é um importante suporte didático”, ressalta a coordenadora pedagógica, Débora Regina Moreli Alcantara da Silva.

 

RESULTADO

As produções ficaram divertidíssimas, confira parte da poesia original “O buraco do tatu” e os finais que alguns alunos criaram!

 

Trecho Original

O tatu cava um buraco

à procura de uma lebre,

quando sai pra se coçar,

já está em Porto Alegre.                   

 

O tatu cava um buraco

e retira a terra aos montes,

quando sai pra beber água

já está em Belo Horizonte.

 

Finais produzidos pelos alunos

O tatu cava um buraco

A procura do saci

Quando sai para respirar

Já está em Sarandi.

(Daniela Sakata 5º ano C)

 

O tatu cava um buraco

Onde está o rio Ivaí?

Cava, cava sem notar

Vai parar em Sarandi.

(Eduardo Timóteo da Rosa 5º ano A)

 

O tatu cava um buraco

Aprendeu com o javali

Se anima, cava fundo

Vai parar em Sarandi.

(Pedro Henrique Santos Godinho 5º ano A)

 

O tatu cava um buraco

A procura de um caqui

Quando sai para comê-lo

Já está em Sarandi.

(Débora Heloiza Thomazetti  Jovino  5º ano C)

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO propósito do trabalho com o jornal na sala de aula é mostrar que a leitura e a escrita, por ser uma prática social, não se restringe apenas a textos fragmentados, e sim, um processo abrangente e dinâmico. “É nesse contexto que o jornal como recurso didático se torna um importante instrumento para se trabalhar de forma pedagógica e permite uma reflexão sobre as diferentes situações sociais e culturais proporcionando ao educando inúmeras formas de compreender o mundo”, destaca o professor do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Gabriel França.

Atuando na Escola Municipal Professor Renato Bernardi, em Maringá, Gabriel foi o responsável pela produção do jornal escolar da instituição. “A partir da proposta da Secretaria da Educação, foi possível divulgar os trabalhos e atividades realizadas por cada escola. Dessa forma, foi proposto aos alunos do 4º Ano e 5º Ano, a elaboração de um impresso com trabalhos realizados em sala de aula pelos alunos dos 1º, 2º e 3º ano”, conta.

As atividades foram todas registradas em cadernos individuais e por disciplinas, obedecendo ao currículo escolar. O professor regente de cada turma disponibilizou esses trabalhos para que fossem descritos no jornal, objetivando a divulgação para a comunidade escolar.

Toda a produção do jornalzinho foi feito em conjunto com o professor do AEI, supervisão e orientação educacional, que fornecem as condições para que os alunos dos quartos e quintos anos tivessem subsídios e matérias para publicação. O impresso recebeu o nome de “Bom dia Sanenge”, em homenagem ao nome do bairro residencial Sanenge, onde fica localizada a escola.

“A dinâmica utilizada durante as etapas de confecção do material propiciou a integração entre as turmas e comunidade escolar”, ressalta, Gabriel.

 

PESQUISA NA WEB

Em parceria com as professoras regentes dos quintos anos, foi realizada uma pesquisa no AEI sobre o gênero textual: Cartum, para assim, auxiliar os trabalhados solicitados no planejamento escolar. Confira o que os alunos encontraram na internet e que também foi conteúdo do jornal “Bom dia Sanenge”:

SIGNIFICADO DE CARTUM

O cartum é um texto humorístico que usa a linguagem não verbal, combinada ou não com a verbal. Normalmente, retrata situações universais e atemporais, satirizando os costumes humanos.

Imagem - cartum

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Esporte inclusivo é tema de atividade

Foto AbreMeninas e meninos atendidos pela Legião da Boa Vontade (LBV), de Maringá, participaram de atividades esportivas inclusivas, com a proposta de promover a conscientização quanto ao respeito às pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. A proposta teve início após a leitura das notícias do Diário com as seguintes manchetes: “Vereadores sentem na pele a falta de acessibilidade” e “Soldados sem acessibilidade”.

O tema abordado nas matérias chamou a atenção do educador social, Willian Aparecido Dias Silva que decidiu levar o assunto para ser discutido de maneira prática dentro da instituição. A partir disso, cerca de 150 crianças e adolescentes vivenciaram as dificuldades ao praticarem caminhada com obstáculos, futebol com olhos vendados e simulação de locomoção em cadeira de rodas.  “Devemos estar preparados para receber e conviver com portadores de deficiência, toda e qualquer pessoa merece ser acolhida”, destaca o atendido, Eber Felipe da Silva Reis.

Para mostrar a importância de se colocar no lugar do outro, os atendidos realizaram várias atividades, a exemplo da proposta: Qual é a fruta? E qual é o objeto?, possibilitando o estímulo do paladar e do tato. “O objetivo é contribuir para a formação do cidadão na sociedade, desenvolvendo união, amizade, cooperação, bem como o respeito ao próximo. As crianças e adolescentes têm dificuldade de compreender o que significa ser deficiente. Por isso, essas experiências permitem que elas percebam melhor a rotina de quem tem a mobilidade reduzida”, enfatiza Willian.

As atividades lúdicas foram realizadas para estimular os sentidos – visão, tato, olfato e paladar. Lembrando que na ausência de um sentido, a pessoa busca outras formas de interação. No caso dos portadores da deficiência visual, por exemplo, a falta da visão faz com que outros sentidos sejam aguçados. “Este momento foi muito importante, pois aprendi sobre o universo das pessoas com deficiência. Com meus olhos vendados, experimentei diversas situações com o auxílio de um colega. Percebi como é importante o apoio do outro na nossa vida,” conta a atendida, Laodicéia Vitória Marcelino Morais.

Na proposta de viver a realidade de uma criança com deficiência visual, os atendidos foram vendados e participaram de uma simulação de uma caminhada com obstáculos. “O retorno foi impressionante. Pude observar como eles chegaram e como saíram diferentes e sensibilizados depois das atividades”, afirma o educador.

O atendido, Wellington Leonardo Tavares Lesse experimentou a deficiência visual por alguns minutos e relata como se sentiu, “não tinha noção como a pessoa que não enxerga se sentia na rua. É muito difícil andar sem visualizar nada.”

Após vivenciarem essa realidade diferente da que estão habituados, meninos e meninas aprenderam sobre a importância do trabalho em grupo, desenvolvendo ainda a disciplina e atitudes necessárias para a integração social e formação do cidadão. “Somos todos diferentes, por isso não deve existir preconceito”, ressalta a atendida, Maria Júlia Gonçalves Ribeiro.

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Concurso agita escolas

O desafio foi lançado! Criar um poema a partir de uma notícia do Diário. Há cerca de um mês, professores e alunos das instituições de ensino parceiras do Diário na Escola tem se empenhado na produção de rimas a serem enviadas para o Programa. No município de Floraí não tem sido diferente, as professoras Eliane Inácio da Cruz, Carina Gimenez Munhoz e Rosilene Ariozi Viotto lecionam para os quartos e quintos anos da Escola Municipal Elena Maria Pedroni e contam que a tarefa não foi fácil, mas o resultado dos poemas compensou toda a dedicação.

Foto AbrePara iniciar a proposta com suas turmas, as educadoras deixaram as crianças explorarem os conteúdos do jornal, manusearem o material, de forma que elas se sentissem atraídas à leitura das notícias. As manchetes que mais despertaram a atenção dos estudantes, foram: “Oficina promove respeito e conscientização” e “Abuso sexual infantil será tema de campanha”.

“O objetivo foi trabalhar uma notícia do impresso que fosse acessível ao entendimento do aluno, com uma manchete interessante e que estivesse próxima da realidade da criança”, destaca Carina.

Depois de escolhidas as páginas do Diário que serviriam de base para a criação do poema para o Concurso, Rosilene conta que foi realizada um leitura do conteúdo publicado, em grupo e, assim, debatido o tema para que os alunos tivessem mais argumentos para escrever. “No início das atividades me senti insegura, pois é uma didática que não fazemos diariamente, mas ao decorrer da aula fiquei muito satisfeita, pois as crianças conseguiram desenvolver o que havia sido proposto”, enfatiza Eliane.

A estudante, Jordana Mantovani Costa comenta que achou interessante a tarefa, “foi uma experiência nova falar sobre algo que acontece cruelmente no mundo em que vivemos”, se referindo à matéria sobre a campanha do abuso sexual infantil. A colega de classe, Isabela Peron completa, “é muito bom participar de um Concurso, ainda mais quando o desafio é diferente do que costumamos realizar em sala”. A pequena, Eloisa Ganazza Mattera está otimista e esperançosa pelo resultado da premiação, “Percebi que sou capaz de transformar uma simples notícia, em um grande poema”.

A professora, Carina em conversa com seus alunos percebeu o quanto eles valorizaram a importância da leitura após a produção do poema. “Me disseram que se tivessem o hábito de ler o impresso diariamente a escrita teria sido mais fácil, pois expande os conhecimentos dos assuntos em destaque e ainda aprimora o vocabulário”.

A diretora, Vania Molina Ganaza ressalta que a parceria do Diário com a escola é de grande valia tanto para os estudantes quanto para os professores. “Tem despertado cada vez mais o interesse por um meio de comunicação que, no caso, nem todos os alunos tem acesso, e é através do Diário na Escola que esse interesse e crescimento escolar vêm sendo demonstrado pelos nossos estudantes. Além do jornal ser um material riquíssimo no qual os educadores podem explorar diversas áreas do conhecimento”.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarCom um trabalho voltado para a divulgação dos acontecimentos do espaço escolar, “O Diário da Escola Municipal Professor José Aniceto”, de Maringá, contou com a colaboração de toda equipe e estudantes dos quartos e quintos anos.

“O objetivo principal é mostrar aos alunos como é constituído um impresso e sua importância como veículo de comunicação para a sociedade”, destaca a professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Andrea Rúbia Ferreira.

Nas manchetes do jornal escolar é possível conhecer sobre as festividades que ocorrem dentro da escola e ainda um pouco de cultura nas chamadas sobre o Folclore e as diferentes comidas típicas brasileiras.

Das receitas culinárias aos conceitos sobre cada personagem folclórico, os estudantes tiveram participação efetiva nas páginas do impresso por eles produzido. “Inicialmente fizemos uma análise do jornal ‘O Diário do Norte do Paraná’ observando a organização, sequências e estrutura. Em seguida, foram estabelecidas as etapas para a realização do trabalho, bem como a divisão de tarefas por grupos. Cada equipe ficou responsável por uma seção do jornal”, conta Andrea.

A matéria de capa do jornal escolar remete a um dos eventos mais animados da escola, a Festa Junina. Para entenderem que a festa também pode ser um momento de aprendizado, um dos alunos ficou incumbido de criar uma matéria sobre a importância desta celebração.

“O resultado foi muito positivo, despertou nas crianças o gosto pela leitura e o interesse em se fazer pesquisas nos meios de comunicação impressos e online. A partir disso, o jornal tem feito parte da rotina dos estudantes. Como recompensa senti o quanto os alunos se sentiram valorizados quando viram suas publicações no jornalzinho”, enfatiza a professora.

Os pais ficaram surpresos com a qualidade da proposta e confirmaram a mudança de hábito dos filhos em relação à curiosidade sobre fatos noticiosos.

 

FESTA JUNINA

O aluno, Jhonata Harry Teixeira fez uma produção contando sobre a história e festividades juninas. Confira um trecho do texto:

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades que ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que esta festa tem origem em países católicos da Europa, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, curau, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.

Na Escola Municipal Professor José Aniceto todos os anos é realizada festa junina somente para os estudantes da escola. Os alunos se vestem a caráter, tem danças e comidas típicas.

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