Trânsito consciente em pauta

Para um aprendizado efetivo, nada melhor do que vivenciar na prática toda a teoria adquirida em sala de aula, não é mesmo? E foi exatamente assim, que a professora Rosângela da Silva Oliveira que leciona na Escola Municipal São Jorge desenvolveu um projeto sobre a conscientização no trânsito, com seus alunos. Desta forma além de repassar orientações que eles poderão seguir diariamente, já aproveitou para trabalhar o assunto que é tema da Promoção Cultural da Semana Nacional de Trânsito.

Para dar início ao trabalho, Rosângela sugeriu às crianças a leitura da notícia “Maringá é o 2º do Paraná em feridos no trânsito”, que foi publicada em O Diário do Norte do Paraná. “Na interpretação textual elas observaram o aumento de acidentes numa cidade tão próxima à nossa, para isso analisamos o gráfico da matéria e debatemos o tema em sala”, conta.

Foto AbreNeste momento os alunos relataram que não é preciso ir tão longe, em frente à escola acontecem infrações diariamente. A exemplo dos motoristas de caminhões que não respeitam a faixa de pedestre que há em frente ao portão da instituição.

Com o intuito de aumentar o conhecimento dos estudantes e conscientizar os moradores de São Jorge, a professora levou os alunos para um passeio nas ruas da cidade. Sempre os orientando da importância em se andar na calçada, respeitar os limites de velocidade e as placas de sinalização.

“Agora toda vez que vou atravessar a avenida, procuro a faixa mais próxima. Quando percebo que estou tendo alguma atitude errada, muitas vezes para cortar caminho, paro e me cobro do certo, pois alguns motoristas dirigem distraídos, então tenho que zelar pela minha vida e pela do próximo”, destaca a estudante, Karollainy Vitória Simão Ortiz.

Rosângela afirma que foi um projeto de muito resultado. “É um assunto do cotidiano, meus alunos são futuros motoristas e precisam ser conscientizados. Foi uma aula dinâmica que os apresentou dicas de comportamento nas ruas, como também argumentos para a produção das frases que enviaremos para o concurso. Estamos preparados e ansiosos pela premiação”, conclui esperançosa.

 

 

CONSCIENTIZAÇÃO

Ao fim do trabalho os alunos produziram poemas para alertar a população sobre os cuidados que se deve tomar nas ruas, seja você pedestre, ciclista ou motorista. Confira a produção da estudante Helena Tavares Modesto.

 

Se esse trânsito fosse meu   

Se esse trânsito fosse meu

Eu mandava parar

Para quem estiver atravessando

Mais seguro ficar.

 

Se esse trânsito fosse meu

Eu mandava arrumar

Com faixa e sinaleiro

Para as pessoas protegidas ficar.

 

Se esse trânsito fosse meu

Eu pedia para se conscientizar

Quando os pedestres estiverem passando

Carro, moto… parar.

 

Se esse trânsito fosse meu

Eu mandava a menos de 80 andar

Para ninguém se atropelar.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarForam meses de muito trabalho até a entrega dos exemplares do Jornal RPP, impresso desenvolvido pelos professores e alunos da Escola Municipal Rosa Palma Planas, de Maringá. A partir da proposta da secretaria de educação, as educadoras do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) Michelle de Carvalho e Alessandra Neves Moreno, aceitaram o desafio de confeccionar um jornal escolar.

“A iniciativa foi desenvolvida com a participação direta dos alunos dos quartos e quintos anos que ocuparam a posição de editores, repórteres e fotógrafos, mas teve também a participação indireta das outras turmas, que em conjunto com as professoras regentes, professoras de arte, inglês e educação física, se empenharam contribuindo com as matérias para nosso jornal a partir das atividades realizadas em sala”, destaca Michelle.

As educadoras contam que a motivação das crianças foi constante, desde a escolha do nome para o jornal até o desenvolvimento dos conteúdos a serem publicados, o que fez com que se sentissem ainda mais responsáveis pela produção.

Com esse projeto escolar do AEI, os alunos puderam conhecer e trabalhar mais com os diversos gêneros textuais que compõem um impresso, instigando-os assim a produzirem o jornal da escola. Durante as aulas também aprenderam a identificar as diferenças entre jornais impressos, online e blogs, fator que colaborou para ampliar conhecimentos e estimular a leitura em variados suportes.

“Conseguimos ir além dos objetivos iniciais. A exemplo da oportunidade dos alunos serem editores e repórteres, utilizarem novas tecnologias como ferramentas de aprendizagem, e com isso o estudante foi capaz de ler, analisar, compreender, interpretar e desenvolver o senso crítico incentivado pela ansiedade de viver novas pesquisas e descobertas”, ressalta Alessandra.

“Todo o trabalho foi muito gratificante, pois houve um enorme reconhecimento por parte da escola, da comunidade, da secretaria de educação, mas principalmente por parte dos alunos que se sentiram extremamente valorizados”, comemora Michelle.

 

 

CURIOSIDADE

O brigadeiro é um dos doces preferidos da criançada. Pensando nisso, uma equipe de repórteres mirins escreveu para a coluna de variedades do Jornal RPP, mais do que a receita dessa delícia, mas também a origem do doce. Algo curioso que eles constataram que os colegas não tinham conhecimento. E você, sabe como o brigadeiro se popularizou?

 

O brigadeiro é um dos doces mais famosos do Brasil, sendo conhecido praticamente só aqui. Era chamado antigamente de negrinho, ganhou esse nome em homenagem ao Brigadeiro Eduardo Gomes, candidato a presidente da república em 1940. Para promover a candidatura, eram feitos esses doces, que eram entregues ao povo junto com um santinho do Brigadeiro.

Isadora e Vinícius – 5º C

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Notícia inspira a reciclagem

Meio Ambiente é um tema que já faz parte do currículo escolar, mas para deixar os alunos atentos à importância desse assunto, é preciso inovar as práticas pedagógicas em sala de aula. Pensando nisso, as professoras Carina Gimenez Munhoz, Maria Aparecida Chaves e Rosilene Aparecida Viotto que lecionam na Escola Municipal Elena Maria Pedroni, em Floraí, desenvolveram um projeto sobre reciclagem.

Foto AbreA ideia teve início após a leitura da notícia “Prazo maior para dar fim a lixões é erro, dizem prefeitos” que foi publicada em O Diário do Norte do Paraná. Por ser um veículo de comunicação que as crianças têm acesso à leitura semanalmente, a pauta em destaque foi transformada em aula.

Os estudantes foram divididos em equipes para debater o assunto e demonstraram diferentes pontos de vista a respeito da matéria. Com isso, as professoras separam os grupos em três temas: dilatação de prazo, metas de gestão e construção de aterros. Nesta etapa os alunos aprenderam o que são cada um desses termos que estavam presentes na notícia e ainda praticaram a oralidade e a capacidade em argumentar.

Após o estudo da teoria, as crianças foram à prática. Para mostrar o que pode ser feito para reduzir a quantidade de lixo, elas foram desafiadas a reciclar parte do que jogam fora todos os dias.

As professoras perceberam que as caixas de leite são um produto descartado diariamente na casa dos alunos e encontraram uma nova utilidade para a embalagem vazia, a transformaram em uma sacola que pode ser utilizada para presente ou mesmo como uma bolsa.

Na aula seguinte, os estudantes foram à produção. Aproveitando o mês em que se comemora o dia dos pais, as crianças fizeram as sacolas que entregaram como embalagem do presente que deram aos pais.

“Trabalhos como esse são muito válidos, pois aprendem não só as crianças, mas nós adultos, também. É uma ótima maneira de nos conscientizarmos da importância da reciclagem todos os dias”, destaca a diretora da escola, Vania Molina Ganaza.

 

 

Imagem - boxFAÇA VOCÊ TAMBÉM

Conheça o passo-a-passo para a confecção de sacolinhas a partir de materiais recicláveis:

Materiais:

– 1 caixa de leite vazia e limpa;

– Tecido de algodão;

– Cola de tecido;

– Pincel;

– Perfurador;

– Cordinhas (para alça).

Como fazer:

– Corte a caixa de leite na altura desejada;

– Corte o tecido para revestir o fundo da caixa com sobra de 2 cm para acabamento;

– Espalhe a cola com pincel e cole o tecido;

– Corte o tecido para revestir as laterais da caixa com sobra de 3 cm para acabamento;

– Espalhe a cola com pincel e vá colando o tecido;

– Alise bem o tecido depois que colar;

– Perfure as laterais;

– Coloque as cordinhas e faça o acabamento com nó nas alças e está pronto!

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Economia na ponta do lápis

Os estudantes da Escola Municipal José Polo, de Sarandi, têm utilizado o jornal O Diário do Norte do Paraná, semanalmente, como fonte de informação. Nos últimos meses, as crianças passaram a se atentar a uma editoria do impresso que antes passava despercebida, a ‘Economia’. Um assunto que tem sido destaque nas mídias e também nas conversas familiares. Por isso, a professora do quinto ano Aparecida Scuizato Telles resolveu levar o tema para ser debatido em sala de aula.

“Devido a crise que o Brasil está enfrentando, a internet, televisão, jornais e também a própria população tem falado nisso constantemente. Fato que é presenciado e tem afetado diretamente os alunos, por isso é interessante que ele reflita sobre o assunto para que se conscientize quanto a redução dos gastos”, conta a coordenadora pedagógica, Ivanilda Aparecida de Lima Souza.

Foto Abre“Começamos fazendo uma análise e reflexão sobre o momento econômico que o nosso país está passando. As crianças leram as notícias do Diário e a partir disso fizeram comentários, expuseram opiniões e posicionamentos a respeito do que a mudança na economia tem alterado a rotina deles”, destaca Aparecida.

A professora aproveitou o momento de troca de conhecimento em que os alunos demonstraram insatisfação, para ajudá-los a compreender que tem se enfrentado um período de crise econômica e de ajuste financeiro no país. “Percebi que os estudantes enquanto cidadãos podem ajudar suas famílias a superarem esta fase de cortes. Analisando os textos jornalísticos enfatizei o aumento na conta de energia elétrica como um reflexo dessa etapa de recessão”, conta.

Algumas crianças manifestaram que os pais estão abrindo mão, inclusive, de produtos essenciais do dia-a-dia para cumprirem com o compromisso de pagar em dia as contas de casa, evitando assim, a cobrança de juros. “Não aguento mais ver minha família pagar faturas cada vez mais altas, onde isso vai parar?”, pergunta indignada, a aluna Maria Rita Pires Silva.

Aproveitando o interesse pelo conteúdo, Aparecida preparou uma aula interdisciplinar na qual foram analisadas contas de energia elétrica. “Apresentei às crianças o que é cada uma das informações contidas no talão e calculamos juntos qual foi o valor do reajuste naquela fatura.”

Nesta proposta os estudantes desenvolveram a habilidade da leitura e interpretação dos textos jornalísticos e utilizaram do conhecimento matemático para fazer o comparativo do aumento da energia. O resultado foi uma aula com muito aprendizado, pois um assunto de interesse em comum desperta motivação pela atividade.

“Além de aprenderem com facilidade o cálculo de porcentagem, conteúdo proposto ao bimestre, os resultados foram observados em casa, pelos pais. As crianças têm orientado os irmãos para que desliguem as lâmpadas quando não estão sendo usadas, não demorar no banho, e até mesmo as mães são aconselhadas para que deixem juntar uma quantidade maior de roupas para serem lavadas e passadas, juntas. Os professores notaram alunos mais críticos, que se preocupam com quem é que paga a fatura de energia da escola, refletindo sobre uso consciente dos aparelhos da instituição e desligando os computadores, ventiladores e lâmpadas quando não estão sendo usadas. Dessa forma percebemos que ao trabalhar a problemática do alto preço da energia elétrica, a Escola Municipal José Polo está formando cidadãos”, comemora Ivanilda.

A professora conta que a próxima etapa do trabalho agora é analisar a conta de energia elétrica da casa de cada aluno. “Com essa proposta, vamos ajudar as famílias a encontrarem soluções para evitar gastos tão altos e conseguirem viver da renda que eles têm, sem sofrer tanto os efeitos da crise.”

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarUm jornal escolar de sucesso exige o comprometimento de toda uma equipe, e na Escola Municipal Zuleide Samways Portes, de Maringá, foi exatamente isso que aconteceu. As professoras responsáveis pelo projeto, Sandra D’Antonio e Suzana Moran contam que em cada etapa da produção a comunidade escolar esteve envolvida. “Desde o início, todos ficaram muito animados e se dispuseram a ajudar no trabalho. O primeiro passo foi pensar em um nome e projeto gráfico para o jornalzinho”, relatam.

De forma bastante democrática “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi o título vencedor, nascendo assim, o nome do impresso a ser produzido. Para ilustrar ‘a voz’ os estudantes optaram por incluir o símbolo de uma boca na logomarca e assim deixar a marca mais criativa.

O assunto de boa parte das matérias publicadas teve como base as manifestações culturais, tema que já estava sendo abordado em sala de aula e também no Ambiente Educacional Informatizado (AEI). Fator que auxiliou nas etapas de pesquisa para as pautas jornalísticas.

“A união do trabalho dos professores e dos alunos concretizou na elaboração das páginas do nosso jornal, que foram voltadas à cultura e as diferentes manifestações populares ocorridas em nosso Estado e nas demais regiões do Brasil”, comenta Sandra. A colega de profissão, Suzana, acrescenta “o objetivo foi deixar claro que vivemos imersos e somos origem dessas manifestações, bem como da mistura de raças, culturas e credos.”

O “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi entregue à comunidade na semana cultural da escola. As professoras relatam que os pais ficaram extremamente contentes com o resultado e elogiaram a oportunidade de divulgação do trabalho de seus filhos. “Ficou o desejo e o gostinho de quero mais, de continuar o projeto, esta é uma forma especial de expor parte das atividades que ocorrem dentro da espaço escolar”, destacam Sandra e Suzana.

 

TEXTO PROFISSÕES

Entrevistando minha mãe

Maria Helena tem 45 anos, mora no Jardim Alvorada e sua profissão é promotora de vendas. Ela vende: Avon, Boticário,Tupperware, Evomel, Jequeti, Hermes, Quatro Estações, Natura, Fuller e Pierre Alecsander. Minha mãe gosta muito do que faz e se sente realizada, esta bem neste trabalho.

Na verdade ela passou por várias profissões, tais como: balconista, recepcionista, cozinheira, auxiliar de cozinha, garçonete, babá, diarista, doméstica, boia-fria, atriz, projetora de programas artísticos, promoções e eventos, auxiliar de dicção de vozes e gerente de restaurante. Ela percebeu diante de tudo isso que gostava de motivar as pessoas, treiná-las, capacitá-las e encaminhá-las, e isto me dava prazer ao vê-la melhorando também.

Ela é feliz com sua profissão e consegue fazer as pessoas crescerem intelectualmente, profissionalmente e financeiramente, trabalha com a autoestima e se torna uma pessoa ativa sabendo lidar com seus problemas e dos outros sem consequências negativas.

Você só melhora quando melhora a vida dos outros.

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Mais do que pessoas, cidadãos

Foto AbreA oficina “Identidade. Quem eu sou?” foi realizada com os atendidos da Legião da Boa Vontade (LBV) Maringá e teve por objetivo possibilitar a construção da formação cidadã da criança, a partir das relações sociais e culturais. “Os pequenos têm seu jeito próprio de compreender o mundo e é partindo de observações e estabelecendo relações com a realidade e com o meio que eles aprendem ,e assim, seguem na construção de sua personalidade”, destaca a responsável pela oficina, a educadora Andréa Siqueira Gonçalves.

O trabalho desenvolvido integrou as crianças e oportunizou a apropriação da escrita e valorização do nome próprio, bem como o resgate da cidadania, através do fortalecimento da cultura e do restabelecimento da autoestima.

Em um primeiro momento meninas e meninos atendidos pela LBV foram fotografados e com suas fotos em mãos puderam ver seus retratos e se reconhecerem em cada traço. “Nunca tinha prestado muita atenção em uma foto minha, olhei cada detalhe do meu rosto e os traços que lembram alguém da minha família”, conta a pequena, Isabely Santos Braga.

Na sequência eles tiveram contato com suas certidões de nascimento. “Nessa etapa percebi que muitos não conheciam o documento e muito menos sabiam da importância dela para sua vida, e que, além de ser um registro de identificação é a primeira garantia de cidadania e direito a todos os brasileiros”, comenta Andréa. O atendido Victor Hugo Reis Moreira, completa “os pais devem registrar seu filho logo quando nasce, assim a criança tem seus direitos garantidos.”

Muitas crianças ainda não tem a carteira de identidade (RG), por isso a educadora preparou uma proposta, com uma arte que simula um RG de verdade, na qual cada atendido preencheu os dados com seu nome e de familiares, e desenhou seu rosto para ficar semelhantes às fotos. “Foi muito legal, aprendi coisas importantes como por exemplo, o que é a palavra ‘filiação’ no documento”, ressalta a atendida, Gabrielly Flores Silva.

Para estarem atentos aos seus direitos e deveres, Andréa debateu com a turma os termos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “A construção de identidade não se evidencia do que digo sobre mim. Ela está presente nas minhas atitudes, ações, escolhas e no meu comportamento em geral. Os atendidos aprenderam muito com essa dinâmica”, comemora a educadora.

A proposta foi finalizada com uma exposição, nos corredores da instituição, das várias etapas desenvolvidas. Assim, todas as crianças e adolescentes que fazem parte da LBV tiveram conhecimento de um assunto que é de interesse em comum e prestigiaram o trabalho dos colegas.

“Após essa atividade foi despertado nos atendidos a vontade em conhecer melhor os documentos, como a carteira de identidade e a certidão de nascimento, e proporcionou uma reflexão sobre como cada um se vê. Eles perceberam que são seres únicos, especiais e diferentes. Assim, compreenderam que têm uma personalidade, um nome próprio e uma história de vida. Entendendo que a construção do seu ‘eu’ se dá de forma gradativa e através das interações sociais”, conclui a assessora de comunicação da LBV, Vilma da Silva Araújo.

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Por um trânsito mais seguro

concurso transitoO Diário na Escola em parceria com a concessionária de rodovias Viapar está promovendo a 8ª Promoção Cultural Semana Nacional do Trânsito, que este ano tem como tema “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Seja você a mudança no trânsito”.

O desafio do Concurso é a produção de uma frase criativa e de efeito com no máximo 140 caracteres a partir do tema, “Seja você a mudança no trânsito”. Para isso, os alunos poderão utilizar as notícias e imagens publicadas em O Diário como ferramenta de pesquisa que auxiliarão no momento da escrita.

Os professores também terão a oportunidade de trabalhar com um assunto que é destaque na mídia e nas ruas das cidades. Dentro do ambiente escolar será possível debater os conteúdos e orientar as crianças dos cuidados necessários no trânsito.

“Como coordenadora pedagógica da Escola João Freire de Carvalho, de Astorga, oriento as professoras a dar maior ênfase nas questões relacionadas ao bom comportamento no trânsito, pois de que adianta formarmos médicos, engenheiros ou advogados, se a chance de estes perderem a vida em um acidente é grande, por conta da falta de responsabilidade de alguns motoristas”, conta Berivalda Prado Sachi.

As fichas de inscrição e regulamento da Promoção já foram enviadas para as instituições de ensino parceiras do Diário na Escola. O prazo para recebimento das três melhores produções, por turma, vai até 28 de agosto. Fique atento!

Lembrando que a premiação será para as sete melhores frases. Ganha o aluno que produziu o conteúdo, como também o professor que orientou o trabalho.

Berivalda lembra que, no ano passado ela e a aluna Adriana Rabi Mendes foram uma das vencedoras do Concurso de Frases da Semana Nacional do Trânsito. “Algo que nos deixou infinitamente felizes, pois pudemos ver o reconhecimento do nosso trabalho por meio da premiação. Para este ano, as expectativas são bem grandes!”

Comportamental

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) definiu o tema com o objetivo de mostrar a população que a redução de acidentes depende da mudança de comportamento de cada um. Sejam pedestres, ciclistas, passageiros ou condutores.

A Semana Nacional de Trânsito é comemorada entre os dias 18 e 25 de setembro, e de acordo com o Contran tem a proposta de conscientizar a sociedade a contribuir para a criação de um ambiente favorável a valorização da vida, focando no desenvolvimento de valores, posturas e atitudes que garantam o direito de ir e vir dos cidadãos.

“A Viapar prima pela formação de pedestres e de futuros condutores responsáveis. A Oficina de Trânsito é uma das nossas ações nesse sentido. É nossa parcela de contribuição para uma sociedade melhor”, destaca o presidente da concessionária de rodovias, Camilo Carvalho.

 

FIQUE ATENTO!

Se a sua escola faz parte do Programa e esta semana não recebeu as fichas de inscrição e o regulamento para o Concurso, entre em contato com nossa equipe: (44) 3221-6050.

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Jovens poetas são premiados

O primeiro concurso de poesias promovido pelo Diário na Escola teve grande adesão dos participantes do Programa. Foram recebidas cerca de 600 produções de alunos das redes municipais de ensino de Maringá e mais 14 cidades da região.

As crianças foram desafiadas a criarem uma poesia a partir de qualquer notícia publicada no jornal O Diário do Norte do Paraná. Em sala de aula, os estudantes receberam orientações sobre o gênero textual a ser produzido e deixaram a imaginação fluir no momento da escrita. Cada professor selecionou as três melhores obras de sua turma, e enviou para a equipe do Programa.

11822840_1122616377752612_3288407699000780417_nA escolha dos poemas vencedores foi realizada pelas escritoras maringaenses, Angela Ramalho, Maria Cristina Vieira e Vera Lúcia Margutti. Cada aluno ganhador levou para casa uma bicicleta novinha, e o professor que orientou a produção, também foi premiado.

“Como tivemos que escolher apenas três, decidimos pelas poesias que nos passaram maior encantamento logo na primeira lida, pois o poema estava ali se mostrando através de figuras de linguagens que a criança mesmo sem conhecer soube expressar. Poesia é isso, é arte por excelência, é a expressão subjetiva por meio da linguagem, das palavras que humanizam e que reagem sensivelmente a todas as manifestações e ações”, destaca, Vera.

A escritora comenta que alguns alunos até a surpreenderam pela capacidade de poetizar se inspirando em notícias tristes, duras e frias, abstraindo dali alguma inspiração para a produção de um poema.

A cerimônia de premiação foi realizada na sede do grupo O Diário e contou com a presença dos alunos e professores vencedores, pais, representante das escolas ganhadoras e as escritoras juradas do concurso. Os três melhores poemas foram reproduzidos em banners que serão expostos no pátio das instituições de ensino que tiveram seus estudantes premiados.

“Não esperava ser uma das ganhadoras. Quando recebi a notícia, eu nem acreditei, perguntei duas ou três vezes para a professora se era a minha poesia mesmo que tinha sido escolhida”, brinca a aluna vencedora, Caroliny Vitoria Farias dos Santos.

A educadora premiada, de Maringá, Suely Martins Gomes de Oliveira que leciona para o vencedor, Lucas Eduardo Custodio Rossetti conta que desde que recebeu a proposta do concurso achou desafiador, mas o que auxiliou o trabalho é que o gênero em estudo do bimestre era justamente, o poema. “Para um bom resultado sugeri às crianças leituras de poesias, deveres de casa e produções sobre alguns temas antes de fazer a que seria enviada ao Diário na Escola. Hoje, com a premiação, reafirmei a certeza do quanto o esforço diário em ensinar nossos alunos é recompensador.”

O pai, Fernando José da Silva é só elogios para a filha Maria Eduarda, “essa menina é meu orgulho, sempre estudiosa, adora escrever e em casa tem como momento de lazer, em boa parte do tempo, a leitura. Ela fez por merecer esse prêmio.”

“Nosso objetivo foi criar um Concurso que trouxesse uma reflexão nova acerca da leitura do jornal, despertar um olhar diferente do aluno sobre os acontecimentos diários, com a intenção de sensibilizá-los. Ficamos muito satisfeitos com o resultado, embora a proposta tenha sido um desafio para os educadores, todos se sentiram motivados a enviarem as produções dos estudantes. No próximo ano, pensamos em incluir no calendário uma oficina específica para trabalharmos os gêneros Notícia e Poesia”, enfatiza a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

CONCURSO DE POEMAS O DIÁRIO NA ESCOLA anuncio 29,7 x 18,5

 

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Da sala de aula para a comunidade

Foto AbreA Escola Municipal Dr Eurico Jardim Dornellas de Barros, de Marialva, está em festa. Professoras e estudantes do quinto ano realizaram a entrega dos exemplares do jornal escolar da instituição.

O trabalho realizado em sala teve início com a apresentação da estrutura e organização das páginas do Diário, impresso que as crianças têm contato semanalmente. Na sequência foi proposta a realização de um jornalzinho com a missão de informar parte dos fatos ocorridos na escola.

De forma democrática, o nome do impresso foi escolhido a partir de votação. Várias ideias foram sugeridas e as mais votadas foram: Jornal Estudantil com nove votos e Jornal Escolar com 14. Matheus Reine, votou no título campeão e explicou, “este nome é o que mais se adequa, pois as notícias fazem parte da escola”.

Nas aulas de produção de conteúdo, as professoras Luciana da Silva Biazotto, Ana Carolina Gandolfi Felber e Andréia dos Santos Gallo debateram com suas turmas sobre

a importância de um jornal e quais as possibilidades de desenvolvimento a partir deste trabalho, em cada aluno.

“O jornal traz muitos conteúdos do dia-a-dia, assim estamos sempre bem informados. Eu gostei de trabalhar com o impresso, ainda mais agora que aprendi como usar”, conta o aluno, João Eduardo Contini Bueno.

Entre as notícias em destaque, foram divulgadas as etapas de produção das poesias criadas com matérias do Diário, a serem enviadas para o Concurso do Diário na Escola, “Noticias em Versos”. Como também as atividades realizadas sobre a temática meio ambiente, e a preparação para a festa junina da escola.

“O trabalho realizado com o impresso proporcionou momentos de descontração. Os estudantes puderam ler uma grande variedade de textos que contribuiu tanto no aprendizado, como em produções textuais que enriqueceram o vocabulário de cada criança. Esse projeto é muito importante, pois não deixa o indivíduo alheio perante a sociedade”, destaca a professora Andréia.

As educadoras responsáveis pela produção do material agradecem a família Dr Eurico pela participação da equipe na festa junina que aconteceu no mesmo dia em que o Jornal Escolar foi colocado em circulação.

capa - jornal escolar

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolar“As diversas atividades que envolvem a construção do jornal escolar são extremamente importantes, pois colocam os educandos diretamente em contato com os processos de oralidade, leitura e escrita, evidenciam de forma muito clara a utilização de recursos tecnológicos no processo de produção e divulgação do conhecimento e, por consequência, enaltecem ainda mais a importância da disciplina de informática educacional nas escolas”, destaca o professor da Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Jair José Gregório Junior.

Jair leciona na Escola Municipal Dr. Luiz Gabriel Guimarães Sampaio, em Maringá, e foi um dos educadores da rede desafiados a produzir um jornal escolar com as crianças. Ele conta que, assim como proposto pela secretaria de educação do município, o impresso foi organizado pelos alunos dos quartos e quintos anos. Nesta proposta, os professores regentes dos primeiros, segundos e terceiros anos, junto com os das disciplinas de inglês, arte e educação física realizaram pesquisas e atividades com os estudantes a fim de publicá-las no jornalzinho. Mas quem fez todo o trabalho de seleção e edição do conteúdo, foram as turmas responsáveis pelo projeto.

“É importante salientar que o processo de confecção do jornal escolar não ficou restrito apenas a mera reprodução de atividades já produzidas por outras turmas. Isso foi apenas uma parte do trabalho. Cabia também aos alunos organizadores, dos quartos e quintos anos, a produção de textos relatando fatos acontecidos na escola como, por exemplo, apresentações artístico-culturais, reuniões, aulas de campo, entre outros. Essas produções foram realizadas muitas vezes de forma coletiva e com a mediação dos professores”, explica Jair.

Após a conclusão do trabalho no ambiente informatizado foram impressas várias cópias do jornal a serem entregues para a comunidade escolar. Para que um maior número de pessoas tivesse acesso ao trabalho realizado, alguns exemplares ficaram expostos nos murais de atividades produzidas na escola. O professor responsável pelo projeto disse que a satisfação dos resultados foi bastante grande, além dos elogios recebidos por parte equipe da secretaria municipal de educação, que propôs a ele o desafio.

 

ENQUETE

Os alunos dos quarto ano realizaram uma enquete com os do primeiro para saber qual a cantiga de roda preferida da turma. Após a apuração dos dados, os estudantes produziram um gráfico no ambiente informatizado que ilustrou o resultado e foi publicado no jornal escolar.

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