Mês: junho 2010



5ª Edição Concurso de Gibi. Participem!

Todos os alunos e educadores participantes do Diário na Escola podem participar do 5º Concurso de Gibi, que acontece entre os dias 28 de junho e 30 de setembro de 2010.

A partir de uma notícia lida em O Diário neste ano, o aluno terá que produzir uma história em quadrinhos, levando em consideração a mudança do discurso, os tipos de balões, as cores, as onomatopéias entre outros elementos que contribuem para sequenciação lógica do texto.

Os melhores trabalhos serão premiados em três categorias. Alunos da rede municipal de Maringá: 1º lugar – uma bicicleta; 2º lugar – um MP4; 3º lugar – um kit escolar. Alunos da região: 1º lugar – uma bicicleta; 2º lugar – um MP4; 3º lugar – um kit escolar. Alunos cadastrados da Viapar – uma bicicleta. O professor de cada aluno vencedor ganhará uma câmera digital.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (44) 3221-6050.

Na edição anterior do concurso, o primeiro lugar ficou para Emily S. da Silva, 10 anos.

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Saiba como cultivar o hábito de ler

O Diário na Escola desenvolveu dicas simples de como despertar, espontaneamente, o gosto pela leitura:

1º – Investigar qual o gosto literário da criança. Ao verificar o perfil de filmes/desenhos que ela se interessa, também fica fácil perceber suas preferências literárias;

2º – Após desvendar o perfil literário, compre ou pegue na biblioteca um livro de acordo;

3º – Comece a lê-lo e deixe, naturalmente, que a criança perceba que você está lendo. Por vezes ria da história ou sussurre sozinho. Isso a deixará muito curiosa;

4º – Quando terminar de ler o tal livro, deixe-o em um lugar visível, que ela tenha acesso. Ao identificar o conteúdo da história, o jovem pode ou não tentar lê-lo. Não force, nem sugira a leitura;

5º – Em uma conversa, introduza um trecho da história do livro no bate-papo. Isso irá, ainda mais, estimulá-lo a ler;

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Incentivo à leitura e à cidadania

O Diário na Escola atende diversos municípios e tem programas de formação e capacitação. Oficinas assessoram professores

Ricardo Andretto

O Diário na Escola é um daqueles projetos apaixonantes. Presente em 109 escolas de Maringá e região, é desenvolvido com apoio de empresas privadas e secretarias de educação dos municípios participantes. Envolve professores e alunos em uma didática de leitura e participação dos temas abordados no jornal. Desde 2001, O Diário na Escola tem como objetivo incentivar a leitura nas 18 cidades em que está presente por intermédio do Programa Jornal e Educação da Associação Nacional de Jornais (ANJ).

Projeto quer cidadãos conscientes

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Assunto polêmico

Estudantes da Universidade de São Paulo (USP), que tiverem condições, terão que pagar por suas mensalidades. Pelo menos é o que o candidato ao governo de São Paulo pelo PSB, Paulo Skaf, comunicou após oficializar sua candidatura.

“Na hora de entrar na USP, quem estuda? Filho de rico ou filho de pobre?” questionou o candidato.

O jornalista Gilberto Dimenstein declarou que “já ficaria satisfeito se todos os alunos que ganham ensino superior gratuito fossem obrigados a dar ajuda comunitária em suas especialidades”.

Polêmico o assunto, hein?

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Conscientização através do jornal

O objetivo foi formar difusores da importância do uso da cadeirinha infantil nos automóveis. A professora Sara Ester Meneghetti, da Escola Municipal Ayres Aniceto de Andrade, de Sarandi, abordou a matéria ‘Contran adia uso obrigatório de cadeirinha infantil”com os alunos da 4ª série. “A maioria das crianças tem irmãos menores e quero que ajudem a conscientizar seus familiares”, informou a professora sobre a escolha da reportagem para o trabalho com a turma.

Bem à vontade, os estudantes fizeram leitura individual e em grupo do texto, em seguida houve o debate sobre o assunto que ressaltou pontos importantes e colaborou para que compreendessem a importância da iniciativa para a segurança das crianças. “Para finalizar a atividade, os alunos produziram histórias em quadrinhos sobre o tema”, explicou Sara.

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ECLIPSE estreia na quarta-feira

É na próxima quarta-feira, dia 30 de junho, que certamente os cinemas de todo o mundo estarão lotados de adolescentes, graças a estreia mundial de Eclipse, o terceiro filme da saga Crepúsculo. O triângulo romântico composto por Robert Pettinson,  Kristen Stewart e Taylor Lautner vem dessa vez recheado de aventura e novas disputas para defender a vida da mocinha Bella.

Dois cinemas maringaenses há tempos estão vendendo ingressos para a quarta-feira. Resta agora esperar a repercussão – provavelmente positiva – entre os jovens sobre os atores e a continuação da história.  Vejam o trailer oficial de Eclipse:

http://www.youtube.com/watch?v=vGkZ7Lv7NoQ
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Militância que virou filme

O assunto foge um pouco da linha editorial do blog, mas como visamos a reflexão sobre a sociedade, eis uma história que permite isso:

Hoje com 45 anos, Waris Dirie terá a oportunidade de ver sua história nas telas do cinema. A modelo natural da Somália, escritora e embaixadora da ONU tem muito que dizer, tem muito para mostrar. Aos cinco anos de idade, Waris sofreu o que chamam de ‘mutilação feminina’. Essas duas palavras juntas já causam aflição, no entanto, o desenrolar dos acontecimentos da vida de Waris são dignos de um filme, se considerarmos que uma das funções do cinema é informar, é esclarecer, é propagar culturas, sejam elas positivas ou crueis.

Como eu disse, aos cinco de idade Waris teve o clitóris, os grandes e pequenos lábios de seu órgão sexual cortados e em seguida costurados. Uma pequena cavidade foi deixada para passar a urina e a menstruação. O que parece trágico e impossível de ser concebido pode ser piorado ao elucidar qual o ritual que as meninas sofrem após  o casamento. O marido corta a costura, feita na fase de solteira, com uma faca.

A violência acontece todos os dias com cerca de seis mil meninas no mundo. A mutilação, na pior das hipóteses, pode levar a morte. Nos casos mais comuns causam infecções, dores e problemas de gestação.

Waris é uma exceção. Após a circuncisão, ela fugiu a pé pelo deserto a procura da avó e em seguida foi, de maneira ilegal, fazer faxina em Londres. Descoberta como modelo, ela escreveu um livro e resolveu contar que o inimaginável acontece.

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Alunos interagem com contexto midiático

Os alunos da Escola Municipal Afrânio Peixoto, de Ivatuba, visitaram O Diário e a Cultura AM. Os 24 estudantes já leem, semanalmente, o jornal O Diário em sala de aula. As professoras orientam as práticas educativas aliando produção artística e textual ao conteúdo do jornal.

Ao  ter acesso às notícias, as crianças identificam qual texto estão lendo e sabem diferenciar as chamadas de capa, as legendas, as notas e os títulos. De acordo com a professora Heliana Ferreira, que estava presente na visita, “eles se interessam mais pela página do Diário na Escola, onde verificam produções e notícias de outras escolas”.

A aproximação com os meios de comunicação colabora com a vida escolar e social do aluno, afinal ele deixa de imaginar/cogitar e passa a vivenciar o conhecimento.

“(…) na comunicação educativa, o conhecimento construído pelo sujeito resulta, antes de tudo, das suas interações com os outros atores humanos, assim como com todos os componentes do contexto de aprendizagem, inclusive do contexto midiático”.

Ismar de Oliveira Soares

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Ecofuturo lança 2ª edição do Prêmio de Educação para a Sustentabilidade

“Quase tudo o que existe pode ser modificado pelo homem, mas o que realmente precisa ser modificado é a maneira de agir, de pensar, de cuidar”. É assim, sob o olhar de um garoto como Joelmir Tailon de Araújo Ferraz, 15, de Formosa do Rio Preto, na Bahia, que fica evidente a importância de aprender a tecer uma rede de cuidados para criar a grande rede da sustentabilidade. É com esta percepção que, no ano internacional da biodiversidade, o Instituto Ecofuturo lança o 2º Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade e convida professores de todo o País a compartilharem suas idéias sobre como trabalhar o tema do cuidado pela vida de forma multidisciplinar e transversal em sala de aula.

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Mãos à obra: Atividades práticas com o jornal

De acordo com a Pesquisa Jornal e Educação – Da Leitura à Cidadania, a utilização de jornais em sala de aula de forma planejada e sistemática, entre outras vantagens, “melhora o hábito de leitura (inclusive do jornal); amplia o vocabulário, a expressão escrita, verbal e melhora a argumentação; favorece o trabalho em grupo e motiva o aluno a ir para a aula, que passa a ser mais dinâmica; melhora a assimilação de conteúdos e notas; serve de apoio ao livro didático; promove a interdisciplinariedade e a socialização entre alunos e professores.”

Atualmente, existem 64 Programas de Jornal e Educação (PJE/ANJ) no Brasil, desenvolvidos por empresas jornalísticas em parceria com Secretarias da Educação, Universidades, empresas privadas, Institutos, Fundações etc.

Em Maringá – PR, o programa “O Diário na Escola” desenvolve, desde 2001, diversas atividades pedagógicas, incluindo grupos de estudo, oficinas, palestras e concursos, para maximizar a utilização do jornal nas escolas e contribuir com a leitura, escrita e oralidade dos estudantes, bem como a discussão de assuntos do cotidiano.

As possibilidades de trabalho com os impressos são diversas. A seguir, algumas dicas práticas propostas pelo Mogi News, de SP:

1. Escrever uma carta para uma determinada personalidade, reforçando ou discordando da posição por ela assumida num pronunciamento por meio do jornal;

2. Selecionar, do jornal, um determinado personagem (político, filosófico, cientista, educador) e apresentar uma série de razões que justifique a admiração ou a rejeição que sente por ele;

3. Identificar um fato ou acontecimento que se constitui um problema e apresentar uma série de alternativas para sua solução;

4. Criticar uma notícia ou um fato podendo tomar como enfoques para a crítica: o próprio conteúdo da notícia; a forma de redação; a posição do autor; outros;

5. Examinar uma série de artigos, notícias, propaganda, e classificá-la segundo algum critério, o qual deve ser explicitado quando da realização da tarefa;

6. Apresentar o maior número possível de hipóteses que se constituam em causas de um determinado fato ou acontecimento ou de possíveis conseqüências deste mesmo fato ou acontecimento.

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