Mês: novembro 2010



Tentativa de fraude no vestibular de Cuiabá

Um toque para a letra ‘a’, dois para a ‘b’ e assim por diante. Celulares escondidos nos calçados dos vestibulandos do curso de medicina da Universidade de Cuiabá (Unic) recebiam toques que representavam as repostas. A notícia completa pode ser lida no site  G1. O que chama atenção é que a quadrilha cobrava valores acima de R$20 mil e foi pega em ação. Os estudantes precisaram esperar um rapaz terminar a prova e ir para casa enviar os sinais.

Os celulares foram descobertos nos pés dos candidatos

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As escolas do Complexo do Alemão…

A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro divulgou, ontem, que as escolas, das proximidades do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro, vão reabrir hoje. Fechadas durante todo o dia de ontem, psicólogos, pedagogos e assistentes sociais vão fazer, a partir de hoje, a acolhida dos estudantes e professores. O objetivo é lidar com os possíveis traumas e seguir com o processo educacional.

Uma situação delicada, mas que não pode tratar assuntos como o tráfico de drogas, a invasão dos policiais…como tabu. É preciso dialogar com as crianças…porém, grande parte do nosso cognitivo se forma até os sete anos, idade em que muitas delas já viram armas, tanques de guerra, drogas..imagina o impacto disso, do que elas veem e do que escutam na formação social?

crianças se divertem na piscina da casa do traficante Polegar, que foi preso pela polícia

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Para refletir sobre cidadania

Ao falar sobre cidadania é possível falar sobre conscientização, gentileza e respeito ao próximo. A repórter Neide Duarte, da Rede Globo,  se veste de Gari, em São Paulo, para ilustrar como funciona o trabalho. O vídeo é antigo, mas foi citado na palestra de encerramento do Diário na Escola. A pedido dos professores o disponibilizamos aqui no blog:

http://www.youtube.com/watch?v=ktVZ_C-Ye-4

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Falta de investimento na Educação

“Ao não colocar dinheiro na educação, por que a gente criou durante 20 anos neste país? Um exército de jovens que não tiveram oportunidades. (…) Eles não nasceram bandidos, eles foram transformados em bandidos por políticas equivocadas, por visões errôneas e nós estamos percebendo que é a motivação da juventude de hoje – não apenas as escolas técnicas e as universidades, mas em coisa como o Pró-jovem”

Confusa, mas eis a fala do Presidente Lula, hoje, sobre a falta de investimento na educação.

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Jornal e livro didático

“A leitura de jornais na escola combina muito com o uso do livro didático, mas é preciso formar os professores para utilizar adequadamente os jornais em sala de aula para que os alunos adquiram o gosto de ler, de se informar e de se atualizar”

Moacir Gadotti – Fundador e Diretor-Presidente do Instituto Paulo Freire e professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo

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Criança é a alma do negócio

Na palestra de encerramento do Diário na Escola, a professora universitária, doutora em Comunicação, Luzia Deliberador exibiu o vídeo ‘ Criança é a alma do negócio’, que retrata as influências da publicidade na formação cognitiva e de opinião dos pequenos. O documentário é uma realização da Maria Farinha produções e vem segmentado em seis partes, abaixo você confere a primeira. A ideia dos vídeos é de compreender o porquê de tanto consumo, de verificar no universo infantil os vestígios da sociedade capitalista.

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O Diário na Escola promove palestra de encerramento

‘A contribuição do jornal para a formação do cidadão’ é o título da palestra de encerramento das atividades de 2010 do Diário na Escola. O tema será abordado pela professora universitária e doutora em Comunicação, Luzia Yamashita Deliberador. A intenção é discutir a contribuição do jornal impresso para o trabalho pedagógico e a formação social do educando. O evento acontece durante todo o dia de hoje , no auditório Hélio Moreira, da Prefeitura de Maringá e vai reunir educadores de 18 cidades. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (44) 3221-6050.

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Homofobia nas escolas

Uma pesquisa concluiu, através do levantamento em 11 capitais do Brasil, que a homofobia está mais presente entre alunos do que entre os professores. Há certo despreparo dos educadores para lidar com o assunto, colaborando para que muitos estudantes não assumam sua real  sexualidade. O estudo foi apresentado na terça-feira durante o seminário promovido pela  Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados, que leva o título ‘Escola sem homofobia’.

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Livro orienta como educar sobre sexo

Mãe e filho assistem a TV juntos, nada de anormal se não fosse uma pergunta inusitada do garoto de seis anos: ‘mãe, o que é parada gay?’. Tomada por um desespero súbito, sem saber o que é apropriado dizer, a  mãe responde que é uma festa onde pessoas fantasiadas dançam e cantam. A criança se dá por satisfeita e o assunto é encerrado. Os tabus que envolvem sexualidade assombram os pais, que com medo de ‘errar’ acabam dizendo afirmações sem sentido, e os pequenos tomam como verdade. São nessas ocasiões que a família pode iniciar um canal de comunicação sobre sexo com os filhos, conforme afirma a psicóloga e sexóloga Eliany Mariussi que lança, na próxima sexta-feira, o livro ‘Educação Sexual Começa em Casa!’, às 20h, no Flor

lançamento acontece na sexta-feira

Café, em Maringá.

Ela explica que existe uma necessidade de pensar o assunto, afinal a geração dos pais viveu no silêncio sexual, em que se aprendeu noções sobre sexo com os amigos, com os meios de comunicação, mas dificilmente com a família.  “Por isso podemos estar contaminados de pré-conceitos, mitos e tabus. Alguns resquícios negativos são reproduzidos, condenando homens e mulheres a ficarem presos na insatisfação”, alerta Eliany, que tem 20 anos de experiência em psicologia clínica e é membro da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana (SBRASH).

Diálogo familiar

A conversa entre pais e filhos se torna indispensável para formação da criança acerca da afetividade, da construção da personalidade e do desenvolvimento corporal. Quando os pais entram em cena com naturalidade, os filhos tendem a aceitar sem desconfiar, daí a importância de responder ao questionamento, com a mesma simplicidade a que foi perguntado, para isso os pais precisam estar informados. “Aquilo que é iniciado desde cedo não terá necessidade de parar e fazer um discurso enorme sobre, pois aos poucos essa construção foi acontecendo”, orienta a sexóloga.

Nas 140 páginas de ‘Educação Sexual Começa em Casa!’, Eliany ilustra algumas situações que costumam ocorrer nas famílias, como a homossexualidade e o ato de assumir-se gay. A melhor maneira dos pais lidarem com esta realidade é buscando informação e tendo em mente que os filhos também foram pegos de surpresa ao perceber que gostam do mesmo gênero.

“A família não deve acusá-los, ela precisa ficar ao lado deles para ajudá-los a lidar melhor com esta orientação afetivo sexual”, ressalta. No entanto, é comum que o primeiro sentimento familiar seja de fracasso. Como não há ‘o momento ideal’ para falar sobre sexo, a medida que os jovens iniciam o assunto, os pais podem, espontaneamente, dar continuidade à conversa. A criança esclarecida estará mais ciente para lidar com os problemas que surgirem em relação a sua sexualidade. A psicóloga explica que se os pais não dão abertura para falar do assunto com frequência e naturalidade, dificilmente os filhos irão ter a iniciativa.

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Exposição e Feira do livro em Paranacity

Acontece hoje e amanhã, no Salão Paroquial da Igreja Matriz, de Paranacity, a I Exposição de Trabalhos Pedagógicos da Rede Municipal de Ensino e Feira do Livro. O evento fica aberto das 8h30 às 21h para toda a comunidade. Informações podem ser obtidas pelo telefone (44) 3463-1125.

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