Mês: dezembro 2010



Psicóloga dá dicas sobre as férias das crianças

RETROSPECTIVA “O Diário na Escola” – 10 anos. O texto que segue foi escrito pela psicóloga educacional,  Silvana Calvo Tuleski, para tablóide especial do programa em julho de 2001. A temática tem tudo a ver com o momento e traz dicas importantes aos pais e filhos sobre as férias. Confiram!

Quem precisa de férias?

A palavra férias sempre evoca bons pensamentos, o que vem à mente é diversão, lazer, descanso. O próprio dicionário Aurélio traz como significado de férias ‘dias em que se suspendem os trabalhos oficiais; certo número de dias seguidos para descanso de empregados, estudantes, entre outros”. Em síntese, poderíamos dizer que é o período em que as atividades desenvolvidas são escolhidas de fato, livre das obrigações e compromissos, momento em que devemos repor energias para recomeçar um novo período de trabalho ou estudo.

Momentos de "desligamento" das rotinas devem fazer parte das férias das crianças.

Considerando que as férias escolares não fogem ao que foi dito acima, seu planejamento é importante para evitar excessos e, ao invés de ser um momento de recarga de energias, acabar sendo mais estressante do que o dia a dia e suas obrigações.

Pode ser paradoxal pensar em planejamento de férias, uma vez que por ser momento de descanso, se quer mais é esquecer a tal palavra ‘planejamento’. No entanto, encontramos inúmeros casos em que as pessoas, por falta de planejamento, acabam tornando suas férias, ou mesmo a dos próprios filhos, verdadeiro período de tortura.

O primeiro ponto a ser considerado é: quem é o indivíduo que estará em férias, seus interesses, gostos e características pessoais. Se o seu filho é tranquilo e caseiro, evite forçá-lo a ir a acampamentos onde terá de praticar esportes radicais, gincanas, enfrentar multidões, etc., a não ser que seja um desejo dele vencer seus próprios limites, do contrário você transformará esse período de reposição de energias e descanso em um esgotamento físico e mental.

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Adeus 2010! Férias.

Este ano está quase acabando. Para muitos, apenas mais um ano. Para nós, do“Diário na Escola”, o ano que se vai nos ensinou muito: erramos, aprendemos, insistimos, perdemos, ganhamos… mas, com muita fé em Deus, não deixamos de lutar arduamente dia a dia para fazer o melhor. Nesse contexto, atingimos todos os nossos objetivos e metas, tanto profissionais quanto pessoais.

Somente em 2010 foram 3.075 exemplares de O Diário entregues semanalmente, às 109 escolas parceiras, para o trabalho de leitura em sala de aula. Mas não basta apenas encaminhar os jornais, os educadores participaram de 15 encontros de capacitação, onde, além da aquisição teórica e prática de conteúdos sobre Educação e Comunicação, também ocorreu a troca de experiências de atividades desenvolvidas.

Que venha 2011!

Agradecemos ao Grupo O Diário, empresas parceiras, secretarias da educação e todos os educadores por acreditarem e sempre nos darem o apoio necessário, até mesmo nas horas mais difíceis, ao presidente, Franklin Vieira da Silva, aos diretores, em especial ao César de Carvalho e Josué Tadashi Endo, aos gerentes e supervisores e, claro, a todos os colaboradores. Sem vocês, nada disso seria possível.

Que venha 2011! (10 anos de “O Diário na Escola”). E que “as coisas ruins do ano velho deixemos para trás, as boas levemos para o ano novo. O que ficou jamais mudaremos, o que virá será reflexo de nossos presentes atos”.

São os votos de Ricardo Pastoreli e Equipe.

Tome nota: Estaremos de férias até o dia 13/01/11.

 

 

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O livro sobre Educação Sexual vai para…

Apesar das dificuldades técnicas enfrentadas pelos leitores ao postarem suas respostas à pergunta: Você acha que assuntos relacionados à sexo e sexualidade devem ser discutidos em casa e na escola?, realizou-se há poucos minutos o sorteio do livro “Educação sexual começa em casa”, da psicóloga Eliany Mariussi, conforme anunciado neste Blog.

Todos os comentários que foram enviados, redirecionados a outros textos, respondendo à pergunta concorreram à obra. Vale ressaltar que a escolha foi feita através do tradicional sorteio com o nome de todos em pequenos papeis, no qual retirou-se apenas um.

Enfim, o livro vai para Sara Ester. Sua resposta: “Sim, acredito que é um assunto que deva ser trabalhado tanto na família como na escola, pois ambos têm a função de formar cidadãos”.

O prêmio poderá ser retirado hoje, 29, até às 18 horas e amanhã, 30, das 8h00 às 12h00 e à tarde, das 14h00 às 17h00, na recepção do jornal. Qualquer dúvida ou informação, entrar em contato pelo telefone: (44) 3221-6050.

Agradecemos, mais uma vez, pela participação de todos!

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Professora Doutora fala sobre o uso do jornal nas escolas

RETROSPECTIVA. Em 2011 “O Diário na Escola” completa 10 anos. Nesse período, muitos profissionais fizeram parte da construção de um trabalho de incentivo à leitura e escrita, em Maringá e região, inclusive com participação nas capacitações aos educadores envolvidos. Sendo assim, retomaremos algumas participações que foram essenciais para nosso trabalho. Confiram!

Leitura de jornais é o tema da entrevista. Sonia também ministrou palestra ao "Diário na Escola".

Sonia Aparecida Lopes Benites, professora do curso de Letras e do Mestrado em Linguística Aplicada da Universidade Estadual de Maringá, é a entrevistada da edição. Ela é doutora em Letras. Atualmente é pesquisadora colaboradora no IEL/Unicamp, em nível de pós-doutorado e autora da obra Contando e fazendo a História: a citação no discurso jornalístico, da editora Arte e Ciência.

“O Diário na Escola” – Qual é a sua opinião a respeito do trabalho com o jornal na sala de aula?

Sonia A. L. Benites – A leitura do texto jornalístico é imprescindível à formação do leitor crítico, já que o jornal exerce uma função política. Como, porém, nenhum texto é produto acabado, a  reflexão do leitor leva-o a reconhecer a subjetividade implícita no texto jornalístico, a partir da análise da organização das palavras e construções lingüísticas.

A leitura de jornais em sala de aula apresenta-se, ainda, como uma atividade imprescindível para o desenvolvimento da reflexão do aluno sobre o meio sócio-cultural em que vive, propicia a interdisciplinaridade, cria condições para a expansão da curiosidade dos alunos, permitindo, assim, a construção do conhecimento. Por fim, presta-se à reflexão sobre as diferentes estratégias de construção textual, empregadas de acordo com objetivos diversificados, ao reconhecimento das variedades linguísticas, à análise das formas da língua e suas implicações na configuração do sentido.

Que tipo de leitura deve ser objetivada pela escola, no trabalho com o jornal, para ajudar a formar um leitor crítico e consciente?

A leitura em sentido amplo, a leitura do mundo. A leitura enquanto exercício de cidadania exige um leitor de aguçada criticidade, que, mobilizando seus conhecimentos prévios, seja capaz de preencher os vazios do texto, que não se limite a buscar as intenções do autor, que construa a significação global do texto, percorrendo as indicações nele colocadas. E, mais ainda: que seja capaz de ultrapassar os limites pontuais de um texto e incorporá-lo reflexivamente a seu universo de conhecimento, de forma a melhor compreender o mundo e o outro.

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Ganhe o livro Educação sexual começa em casa

“… Lembro que ao beijar meu marido na boca, meu filho com três anos, se aproximou e também queria me beijar. Expliquei que o beijo com os filhos é diferente. Embora não tenha nada contra, desde que se consiga manter uma relação afetiva fraternal, nunca tive o hábito de beijar meus filhos na boca. Em outros momentos, meu filho voltou a fazer tentativas, principalmente quando o pai não estava presente. Eu novamente explicava que aquele tipo de beijo era para namorados, pessoas adultas. Depois de duas ou três novas tentativas, ele compreendeu o significado dos beijos porque foi orientado até esgotarem-se os argumentos. Outra situação bastante importante a ressaltar é que os filhos que percebem os pais expressarem afeto pelo outro sentem-se mais seguros”.

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Ontem, minha esposa…

Segue mais um texto, super engraçado, que circula pelas redes sociais. Enjoy!

Ontem, minha esposa e eu estávamos sentados na sala, falando das muitas coisas da vida. Falávamos de viver ou morrer. Então, eu lhe disse:
-Nunca me deixe viver em estado vegetativo, dependendo somente de uma máquina e líquidos. Se você me vir nesse estado, desligue tudo o que me mantém vivo, por favor!

Ela se levantou, desligou a televisão, o computador , o ventilador e jogou minha cerveja fora.
Não é uma filha da Puta?

 

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“Escritores da Liberdade”: você já assistiu?

Mudanças Metodológicas e interação com os estudantes foram as principais formas para obtenção de êxito nas aulas da professora Erin

Em um ambiente de extrema intolerância e violência, o filme “Escritores da Liberdade” (Freedom Writers), que tem como atriz principal Hillary Swank, no papel da professora Erin Gruwell, mostra a dedicação e persistência de uma jovem para tentar mudar a realidade de alunos advindos de diferentes origens étnicas (orientais, latinos e negros) e fazer com que a educação seja instrumento de mudança social.

Insatisfeita no âmbito pessoal e profissional, Erin Gruwell resolve lecionar as disciplinas de Língua Inglesa e Literatura numa turma de alunos problemáticos do “ensino médio”, em Los Angeles, que não têm o apoio e nem mesmo a confiança da direção do colégio.

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UBAM mobiliza prefeitos em Brasília contra veto aos Royalties*

O presidente da União Brasileira de Municípios, Leonardo Santana, enviou carta e e-mails para todos os 5.564 prefeitos brasileiros, convidando-os para uma grande mobilização em Brasília e em todo país, marcada para esta terça-feira, 21 de dezembro.  O Movimento a favor da sanção do projeto que estabelece a divisão dos Royalties já recebeu o apoio de centenas de prefeitos. O objetivo é pedir ao presidente Lula que não vete o projeto aprovado pela Câmara.
A UBAM está orientando os prefeitos que não puderem estar em Brasília para outras formas de mobilização. Eles podem, por exemplo, promover nos Estados mobilizações em parceria com as entidades estaduais de Municípios. O objetivo é mostrar à imprensa a determinação dos prefeitos em pedir a sanção de Lula ao projeto dos Royalties.
Para Leonardo, há uma grande necessidade de que os prefeitos enviem fax e e-mails para a Presidência da República, para a Casa Civil e para a Secretaria de Relações Institucionais, tendo em vista que o presidente LULA poderá a qualquer momento despachar o projeto já aprovado.

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