Mês: janeiro 2011



Maior feira de brinquedos do mundo começa dia 3

A maior feira de brinquedos do mundo acontece entre os dias três e oito de fevereiro e traz o tema ‘Toys go green’, pensando, em especial, na campanha pela sustentabilidade. A Feira Internacional de Brinquedos de Nuremberg, na Alemanha, vai lançar inúmeras novidades, mas também servir de palco para debate sobre as ações que podem diminuir o impacto ambiental na produção e descarte de brinquedos.

Uma das principais expositoras, a Mattel, fabricante da Barbie, lança as três irmãs da boneca e também os filhotes de cachorrinhos. A Mattel também anunciou a nova linha Polly e um circuito Hot Whells, onde o carrinho pode se locomover tanto na vertical, como na horizontal e de cabeça para baixo.

Barbie: mais de 50 anos de sucesso

 

 

 

 

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Mandaguaçu promove ciclo de palestras

O ano letivo está para começar e os professores, coordenadores e gestores da rede municipal de Mandaguaçu já se preparam para os desafios de 2011. Do dia primeiro ao dia três, os profissionais da educação, sob a supervisão da Secretária de Educação, Lourdes Aparecida Molena de Souza, têm acesso aos diferentes temas que envolvem o Ensino Infantil e o Fundamental. Os transtornos da aprendizagem, o desenvolvimento do raciocínio lógico e as avaliações do processamento auditivo correspondem alguns dos assuntos que serão expostos, em forma de palestra, durante a ‘1ª Semana Pedagógica de 2011’.

A equipe do Diário na Escola estará presente, no dia dois, pela manhã, para ministrar a palestra ‘Mídia na sala de aula: em busca de um novo olhar’. A proposta visa trazer diferentes formas de trabalho com o jornal na escola.

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Censo revela o perfil dos professores universitários

O Censo da Educação Superior realizado em 2009 e divulgado agora em janeiro apontou que há distinções entre os docentes universitários que atuam em instituições públicas daqueles que trabalham nas redes privadas.

O perfil do profissional da rede pública tem, em média, 44 anos e título de doutorado.

A rede privada conta com outro tipo de profissional, a idade é menor do que na rede pública. O professor tem, em média, 34 anos, é horista e a maioria possui mestrado, enquanto os doutores não somam 15 %.

O que as redes concordam é no quesito sexo, em ambas a maioria é homem. No Brasil existem mais de 300 mil professores universitários e houve, segundo o Censo, um crescimento significativo da demanda por doutores.

Fonte:

Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP)

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As sucessões tecnológicas..

Ferramentas criadas para desenvolver e solidificar o conhecimento humano, as tecnologias a cada dia se superam e surpreendem os usuários com novas técnicas, modelos e tendências. Em meio a tantas novidades como o Ipad, Tablet, notebook, os televisores Led, falta tempo para as pessoas refletirem e perceberem como ocorre a sucessão dos veículos de comunicação e se ocorre. O pesquisador de Estudos da Comunicação Social da Universidad de Guadalajara, no México, Guillermo Orozco Gómez, explica, claramente, como avalia este cenário no livro Sociedade Midiatizada:

 

 

 

 

“(…) A chegada de um novo meio ou tecnologia não supõe necessariamente, nem tampouco imediatamente, a suplantação do anterior. E isto por várias razões. Primeiro, porque cada meio ou tecnologia é muito mais que isso. Sua transformação então envolve outros fatores, além dos estritamente técnicos ou instrumentais. Segundo, porque cada tecnologia demanda um tempo de aprendizagem e apropriação por parte dos usuários. No momento de sua introdução e inicial aceitação, em geral, é usada de maneira parcial, desperdiçando seu cabal potencial e até sua principal contribuição. O conhecido caso dos computadores que são simplesmente usados como máquinas de escrever, permitindo maior produtividade e eficiência, é um clássico exemplo deste fenômeno. Terceiro, porque as tecnologias demandam uma atenção diversificada para garantir seus usuários. Nem mesmo em países onde o uso sistemático e doméstico do computador está muito ampliado, como é o caso dos Estados Unidos, diminuíram significativamente as horas dedicadas à televisão.(…)”

 

 

Tablet: tendência desde o lançamento em 2010. Custa em torno de R$ 1.500,00 no Brasil

3 cm de espessura. Média de preço de R$2.000,00, dependendo do tamanho e da marca.

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Amigos imaginários podem ajudar na solução de problemas

RETROSPECTIVA O Diário na Escola – 10 anos. Ainda de autoria de Zezé Coelho – EPNews, o texto que segue foi veiculado em tablóide especial do programa em outubro de 2002. Confira e dê sua opinião sobre o assunto.

A maioria das pessoas que tem filhos já passou por essa situação. Numa das fases da criança, em geral por volta dos dois anos, ela descobre um amigo imaginário. Tanto pode ser um amigo invisível, que ninguém vê mas com o qual a criança brinca e interage animadamente, ou então um objeto, como um boneco, urso, uma fralda com o qual age como se fosse um ser humano.

Muitas crianças brincam com personagens que só existem na sua cabeça. E, esse ‘faz de conta’ permite que sinta-se no controle da situação. Ela pode mandar, ensinar, e falar com seus amigos imaginários como jamais pensaria em fazer com os amigos de sua idade e familiares. Apesar de muitos pais ficarem confusos diante desse fato, o amigo imaginário funciona como uma maneira positiva e criativa da criança enfrentar a solidão. Na maioria das vezes é um recurso importante para o seu desenvolvimento. São inúmeras as vantagens do amigo imaginário: está sempre disponível para brincar; aceita todas as idéias da criança; não lhe tira os brinquedos. Também é utilizado para que a criança se livre de sentimentos negativos ou aprenda a lidar com eles, além de assumir a culpa de atitude que não são bem vistas pelos adultos.

As crianças começam brincando de faz de conta, imitando frases e atitudes dos adultos. Elas se sentem importantes e especiais, o que muitas vezes não acontece na vida familiar e nos contatos sociais. O amigo imaginário ajuda as crianças a lidar com as ansiedades normais que fazem parte do seu crescimento. Pode ser bastante útil, desde que não ultrapasse certos limites.

O amigo imaginário pode aparecer em determinados momentos, como numa fase de estresse, ansiedade, grandes mudanças, perdas importantes – divórcio, morte -, o nascimento de um irmão. Por exemplo, quando um coleguinha vai embora da rua, do colégio ou da cidade. A criança pode substituí-lo durante algum tempo e agir como se ele continuasse presente em sua vida através deste ser imaginário. Também quando sente saudades de um ente querido, pode substituí-lo por um amigo imaginário para amenizar a angústia da separação. E, o tempo encarrega de fazer o restante. Pode utilizar essa válvula de escape para reagir diante de uma situação que não está conseguindo controlar. Os amigos imaginários tanto podem ajudar a criança a lidar e a superar uma fase de solidão ou uma situação de angústia, como o medo do escuro. O amigo funcionaria para descarregar as emoções que a criança ainda não consegue canalizar adequadamente.

Quando os pais prestam atenção na conversa dos filhos com esses amigos imaginários podem descobrir alguns dos seus medos e conflitos. Por isso, o amigo imaginário deve ser tratado com respeito e naturalidade, para que a criança não se retraia e sinta-se diferente. Isso sim não é benéfico. O mundo do faz de conta ajuda a desenvolver a imaginação. E, neste mundo imaginário, a criança testa seus limites. Quando se sentir mais madura, lá pelos sete/oito anos, esses amigos saem de cena. Mas, se a criança quiser se relacionar apenas com este amigo imaginário, evitando contato com outras crianças, não se integrando ao meio em que vive, prejudicando até o seu desenvolvimento, os pais devem procurar ajuda especializada.

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Você sabia…

Você sabia que no passado o ato de dar maça à professora, ou ao professor, significava muito mais que um gesto de carinho do aluno ao educador?

Apesar de hoje esta prática estar em desuso, no passado dar maça ao docente, assim como outras mercadorias e comidas, era a forma encontrada pela comunidade para retribuir o trabalho desses profissionais, principalmente dos que atuavam nas escolas públicas. Qualquer coisa valia como pagamento.

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A prática corriqueira do abandono

 

Quem nunca ouviu uma história de abandono de crianças e ficou se questionando como é possível tamanha crueldade. No entanto, o que nos parece uma exceção era algo comum no Ocidente medieval, principalmente a partir do século XVI, que recém nascidos eram deixados para caridade em um ‘roda’, e as mães detinham total anonimato.

As irmandades responsáveis pelo acolhimento dos rejeitados ficavam responsáveis por batizá-los, registrá-los e encaminhá-los às amas de leite. A prática aconteceu em Portugal e, consequentemente, no Brasil colônia, com o consentimento das autoridades religiosas que se preocupavam principalmente em batizar os pequenos, pois caso isso não ocorresse, estariam relegados ao limbo, entre o purgatório e o paraíso.

Deixar os bebês nas rodas era considerado mais humano do que fazer um aborto ou cometer um infanticídio. Em Vila Rica, atual Ouro Preto, de cada 100 crianças que nasciam no século XIX, 19 eram enjeitadas. Não pense que o abandono fez parte apenas de um passado retrógrado, em 2006, a Policlínica Casilino de Roma, na Itália, montou uma estrutura com cabine e berço, onde se lê: ‘Abandone aqui o seu bebê”. Mesmo diante da banalidade da época, hoje me questiono quem seria capaz de cometer tamanha crueldade?

 

Modelo atual da cabine do abandono: o berço conta com dispositivo de peso para avisar aos funcionários da Policlínica sobre a chegada de mais um bebê abandonado

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Acesso ao jornal de Getúlio

O jornal criado por Samuel Wainer e Getúlio Vargas, o Última Hora (UH), circulou de 1951 a 1971 em sete cidades brasileiras. O objetivo da criação foi de informar a população e, também, falar bem do governo, já que os outros veículos atacavam o então presidente do Brasil. Foi durante as duas décadas de existência que o UH cobriu o suicídio de Vargas e a viagem para Lua. Após o fechamento da empresa jornalística, todo o acervo do UH foi escondido pela filha de Wainer, Pinky Wainer. O mais interessante é que as mais de 160 mil fotos, 600 mil negativos e duas mil ilustrações retratam, brilhantemente, a época, e podem ser conferidas no Arquivo Público do Estado de São Paulo (Apesp), que publicou o material na internet. Para conferir é só acessar aqui

Alguns aperitivos para vocês…

 

 

 

 

 

 

 

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Professores são alvo de ciberbullying

Por Jhonatan Oliveira, aprendiz do Diário na Escola

 

Alunos têm usado as redes sociais como o Orkut, o Facebook, o My Space, o Linkedin, entre outros, para ofender e fazer chacota de professores, fazendo com que estes fiquem ainda mais insatisfeitos com o magistério. É bom lembrar que as vítimas de ciberbullying têm direito de prestar queixas, pois as agressões indicam crimes de injúria, calúnia e difamação.

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Uma nova era para o papel higiênico

 

Apenas nos EUA, os tubos de papelão que vêm dentro do papel higiênico geram 80 mil toneladas de lixo por ano. O que fez a marca Kimberly Clark lançar uma linha ‘naturals’, que vem sem o tubo, o papel é enrolado em si mesmo. A ideia é atender os consumidores incomodados com o acúmulo de lixo e a poluição do solo. Para se ter uma ideia do impacto da iniciativa, se todas as marcas americanas aderissem à prática existiriam 17 bilhões de tubos a menos por ano.

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