Mês: fevereiro 2011



A nova escola de Lobato

 

Visitei a Escola Municipal Elias Abrahão (fotos), de Lobato, na última sexta-feira, a pedido do prefeito Fábio Chicaroli, e tive a oportunidade de conferir a infraestrutura disponível aos alunos do Ensino Infantil e Fundamental. Ainda em fase de organização, a escola conta com ampla biblioteca e refeitório, parquinho, sala de brincadeiras pedagógicas, espaçoso gramado, que segundo a diretora Maria Aparecida Tolotto pode se tornar um ginásio coberto, além das tradicionais salas de aula, dos professores etc. A matéria completa sobre a visita ao município pode ser conferida na edição de amanhã do jornal o Diário, D+.

 

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Na minha casa tem história

A Escola Municipal 9 de Dezembro, de Santa Fé, recebeu na semana passada o material do projeto ‘Na minha casa tem história’. A iniciativa consiste em oferecer, aos alunos de 1ª a 4ª série, bolsas pedagógicas com 10 livros cada, revezadas entre eles durante o ano letivo. O objetivo é de incentivar à leitura do aluno e da família, já que os materiais ficam dois dias em posse dos pequenos, para depois serem repassados ao próximo colega. A diretora Silvana Franco Margutti esclarece que o material foi adquirido por meio de recursos próprios, através de promoções realizadas no ano anterior. “A iniciativa oferece aos alunos maior compreensão da leitura e melhor desenvoltura das formas de expressão e sabemos que a construção de textos será favorecida”, afirma. A prática colabora com o senso de coletividade, já que os livros são compartilhados por todos e precisam de cuidados durante a utilização.

Cada uma com 10 livros

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Escola de garrafas

As Filipinas ficam situadas no sudeste do continente asiático e se tornaram destaque na imprensa mundial esta semana pela inauguração de uma escola ambientalmente correta. E põe correta nisso. Para sanar a necessidade da população por mais escolas, o morador Illac Diaz fundou a Bottle School Project. A primeira de outras que podem surgir já está pronta. Ele, em parceria com outros visionários, construiu as paredes com garrafas PET de 1,5 e dois litros cheias de adobe líquido (mistura de água, fibras  naturais ou palha e terra crua). Os produtos utilizados na ‘escola de garrafa’ são mais baratos e resistentes do que os habituais, como o cimento. Será uma boa ideia? Afinal escolas não dependem apenas de estrutura….

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Mandaguaçu e Lobato em “O Diário na Escola”

O coordenador de O Diário na Escola participou há pouco de uma reunião com a equipe pedagógica da secretaria da educação de Mandaguaçu. O objetivo do encontro foi dar início ao planejamento pedagógico das capacitações que serão ministradas no município aos educadores da rede. Além das atividades específicas que acontecerão em Mandaguaçu, os professores também participarão dos encontros em Maringá, a fim de adquirirem embasamento teórico e prático para o trabalho de Educação e Comunicação.

Ainda na tarde de hoje o prefeito de Lobato, Fábio Chicaroli, assinou o contrato para renovação do convênio com “O Diário na Escola”, que atenderá alunos das séries finais do ensino fundamental.

Nos dois municípios serão mais de 750 estudantes que receberão remessas semanais de “O Diário” para o trabalho de leitura e produção textual em sala de aula.

Para saber mais e participar de “O Diário na Escola”, ligue: (44) 3221-6050

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O jornal e o jornalista de amanhã

Artigo escrito pelo jornalista Luciano Martins Costa e publicado na Revista Comunicação e Educação aponta as tendências em jornalismo. Até aí tudo ok, se não fosse a data da publicação do artigo: 1998. Costa faz observações que condizem à época, mas que também têm muita relação com os dias de hoje. Leia alguns trechos de ‘O jornal e o jornalista de amanhã’ que reforçam os ideais de uma comunicação educativa e voltada à cidadania :

 

“A palavra de ordem na imprensa regional é: foco na comunidade. Dependentes das agencias noticiosas pertencentes aos jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro, esses jornais descobriram que não precisam repetir as manchetes da chamada grande imprensa para merecer a atenção dos seus leitores: a vida comunitária tem seus atrativos e o editor regional perde o medo de parecer provinciano”. (p.18)

 

“Trata-se da visão segundo a qual o jornal é um negócio de educação, não apenas um empreendimento de comunicação.” (p.19)

 

“Trata-se de substituir a visão meramente mercadológica de que se impregnou a imprensa no final dos anos 80, por uma atitude voltada para a sociedade, ou seja, o leitor não pode mais ser visto meramente como consumidor do produto jornal, mas tratado em sua inteira cidadania, como parceiro na elaboração das reflexões produzidas pelos fatos noticiados, também gerador de ideias que contribuam para o processo civilizatório” (p.19)

 

 

“O profissional precisa se educar para agir nesse ambiente mutante, a partir de uma sólida formação ética, deve entender o espírito das mudanças tecnológicas e de gestão e buscar aprendizado que o torne capaz de filosofar sobre o negócio jornal.” (p.20)

 

A referência para quem quiser ler na íntegra:

 

COSTA, Luciano Martins. O jornal e o jornalista de amanhã. Revista Comunicação e Educação, São Paulo, nº 11, p. 17-21, 1998.

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Por um leitor crítico

Por um leitor crítico>>>>>>>

O estudo semiótico do Master em jornalismo, Djalma Benette, exposto no livro ‘ Em branco não sai’, trouxe à tona uma experiência que incomoda quem trabalha e defende a leitura crítica:

“Uma outra possibilidade, experimentada sob meu comando no jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, em 1º de abril de 1998 foi a publicação de uma primeira página contendo apenas mentiras, na qual experimentei, num contexto específico e numa circunstância determinada, a possibilidade de provar na prática da profissão que se o jornal não sai em branco o leitor se satisfaz, mesmo se o que sair for ficção.”

*Nº da Edição:1 *Ano Publicação:2003 *Nº de Página:128 *Editora Códex

Você, leitor, presta realmente atenção nos assuntos dos jornais? Acredita piamente no que está escrito? Conte para gente a sua relação com as notícias e o que você pensa sobre a experiência do jornalista Djalma Benette?

 

 

 

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Kit contra a homofobia

Com o objetivo de reduzir estigmas e acabar com a discriminação, a proposta do deputado Jean Wyllys (é, o ex BBB) de entregar materiais que tratam sobre o combate a homofobia nas escolas públicas surge em meio a muita polêmica. O ‘kit homofobia’, como tem sido chamado, conta com cartazes, três peças audiovisuais sobre o assunto e um livro com sugestões de atividades  de como trabalhar o assunto em sala de aula.

O MEC ainda não se manifestou, está analisando o material. A Unesco se posicionou a favor. Tem deputado que é contra e acredita que a iniciativa estimula a homossexualidade e a promiscuidade. E você, o que pensa?

Saiba mais aqui

 

 

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Dois novos livros sobre EDUCOMUNICAÇÃO

Com o surgimento do curso de licenciatura em Educomunicação, o universo da convergência dos dois campos vai tomando novos rumos. O surgimento de novas literaturas sobre o assunto já era esperado e a Editora Paulinas foi a responsável pelos últimos lançamentos:

 

Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicaçãocontribuições para a reforma do Ensino Médio

Mais do que discutir o campo da interface entre Comunicação e Educação, o livro aborda várias pesquisas do Núcleo de Comunicação da USP a fim de acompanhar e entender o universo do jovem, fazendo do seu processo educacional o ponto de partida para as principais transformações econômicas e sociais de um país.


Educomunicação – construindo uma nova área de conhecimento

Artigos nacionais e internacionais publicados originalmente na Revista Comunicação e Educação deram vida ao livro dos professores Adilson Citelli e Maria Cristina Castilho Costa, do Departamento de Comunicações e Artes.

 

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