Mês: maio 2011



ECA pode proibir venda de armas de brinquedo

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) pode ser alterado em breve, pois além de proibir a venda de bebidas alcoólicas e fogos de artifício por menores, também vai mencionar o comércio de armas de brinquedos e munições de verdade. O projeto de lei 4479/04, responsável por prever a mudança no ECA foi aprovado recentemente na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e agora segue para o senado.

Abaixo parte do Estatuto

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Art. 242. Vender, fornecer ainda que gratuitamente ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente arma, munição ou explosivo:

Pena – reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos.

Art. 243. Vender, fornecer ainda que gratuitamente, ministrar ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente, sem justa causa, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida:

Pena – detenção de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa, se o fato não constitui crime mais grave.

Art. 244. Vender, fornecer ainda que gratuitamente ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente fogos de estampido ou de artifício, exceto aqueles que, pelo seu reduzido potencial, sejam incapazes de provocar qualquer dano físico em caso de utilização indevida:

Pena – detenção de seis meses a dois anos, e multa.

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ECA
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Concurso oferece bolsa para TCC

 

Estão abertas as inscrições até 20 de julho para o 7º Concurso de Bolsas para Trabalhos de Conclusão de Curso do Programa Informação, da ANDI – Agência de Notícias dos Direitos da Infância – sobre os temas criança, consumo e mídia. São no total sete bolsas no valor de R$390,00 por seis meses cada. Informações podem ser obtidas aqui

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Gêneros e tipologias textuais são tema de oficina

Acontece amanhã e na quinta-feira, 26/05, das 8 às 12 horas, a oficina pedagógica “Aprofundando o conhecimento sobre os gêneros jornalísticos”, que será ministrada pela professora Maisa Cardoso, doutoranda em Linguística pela Universidade Estadual de Londrina, UEL.

O encontro é destinado aos profissionais da educação participantes de O Diário na Escola e será realizado na Faculdade Cidade Verde, FCV. As discussões serão focadas nos gêneros textuais, agrupamento de gêneros, tipologias textuais e questões práticas: sequência didática do gênero Carta do leitor.

As capacitações do programa visam maximizar a utilização do jornal em sala de aula, a fim de contribuir com a leitura, produção textual e discussão de assuntos da atualidade.

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Aluna faz releitura de notícia sobre Liberdade de Imprensa

A professora Mara Alice Costa, do Colégio Estadual Unidade Pólo, de Maringá, tem trabalhado o jornal O Diário,  em especial a página do Diário na Escola, veiculada de terça-feira, com os alunos da 5ª série. Uma das matérias que mais chamou atenção dos estudantes tratava sobre a Liberdade de Imprensa, já que durante todo o mês educadores de todo o país têm abordado o assunto em sala, estimulados por Programas Jornal e Educação, como O Diário na Escola. A aluna da 5ª ‘C’, Nayara dos Santos Ferreira, fez uma releitura da notícia veiculada em três de maio.

 

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O Diário na Escola realiza três encontros na próxima semana

A equipe do Diário na Escola promove para próxima semana três encontros de capacitação, que são destinados aos educadores participantes do programa. Na terça-feira, 24, acontecerá na Casa da Cultura de São Jorge do Ivaí, das 13 às 17 horas, a oficina “Imagens, elementos jornalísticos e o trabalho pedagógico”, que será ministrada pelo professor e coordenador de O Diário na Escola, Ricardo A. Pastoreli.

Nos dias 25 e 26/05, das 8 às 12 horas na Faculdade Cidade Verde, FCV, a professora doutoranda Maísa Cardoso ministrará a oficina intitulada “Aprofundando o conhecimento sobre os gêneros jornalísticos”.

O objetivo principal dos encontros é fornecer subsídios teóricos e práticos para o trabalho de leitura e produção textual em sala de aula, tendo os gêneros jornalísticos como suporte para o ensino e aprendizagem.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (44) 3221-6050.

 

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O celular na sala de aula

A proposta de uso pedagógico no celular na sala de aula produzida pelo blog Lousa Digital é bem relevante. O método é, na verdade, um convite para um desafio, para quem possui  celular com câmera (que deixou de ser  artigo de luxo) e realizou alguma intervenção social. O registro da ação ou de depoimento de quem se envolveu com ela pode ser gravado com o celular em até um minuto. Depois de editado, o vídeo pode ser postado no YouTube e depois colado no Canal Minha Terra. Professores, façam o teste e conte para gente como foi o envolvimento dos alunos e quais intervenções vocês andam fazendo por aí! Fica a dica!

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Para formar leitores na infância

É um clichê pensar que a família tem papel fundamental para desenvolver o hábito da leitura na criança. Diferenciais mesmo são as dicas elaboradas por especialistas em educação, postadas no site do Instituto Pró-livro. Segue um aperitivo:

 

–         Faça jogos e crie teatrinhos com as histórias;

–         Leia para os filhos, conte histórias. Isso ajuda a despertar a imaginação;

–         Quando seu filho já estiver desfrutando dos livros, participe da leitura;

–         Outra forma de estimular o interesse da criança pelos livros, é converter um livro em um prêmio.

 

 

Para ler todas as sugestões na íntegra, acesse aqui

 

 

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“Escola sem homofobia” tem início no próximo semestre

Em meio à polêmica, cerca de seis mil escolas públicas brasileiras devem utilizar o material anti-homofóbico, do Ministério da Educação (MEC), na sala de aula para debate com os jovens, a partir do próximo semestre. O material é chamado de “Escola Sem Homofobia” e é composto de filmes e um guia de orientação aos professores.
Enquanto a ala conservadora do Governo protesta, a audiência pública sobre discriminações e preconceitos na educação, realizada na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados no início do mês, revelou que a escola é um dos lugares onde mais se concretizam atitudes homofóbicas.

A importância do debate social sobre o tema também se fundamenta no resultado da pesquisa “Juventudes e Sexualidade”, realizada em 2000, mas lançada em 2004 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). O estudo revelou que 39,6% dos meninos matriculados não gostariam de ter um colega homossexual na mesma sala, enquanto 35,2% dos pais não gostariam que seus filhos tivessem um colega de classe homossexual. O projeto integra o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNPCDH-LGBT) em conjunto com entidades não governamentais.

 

 

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O jornal e as possibilidades de leitura na escola

Se você professor está com dúvidas sobre como inserir O Diário na sala de aula e fazer com que os alunos se interessem pela leitura de jornal, chegou a hora de receber as dicas do Diário na Escola. O objetivo é inspirar os educadores e não promover receitas prontas sobre a utilização da mídia na escola. Mãos à obra!

 

1)      Leitura de imagens: recorte as fotografias/charges/infográficos dos textos e faça uma leitura prévia com os alunos apenas das imagens. Depois do levantamento de hipótese, mostre o que tal figura ilustra e debata com as crianças o assunto;

2)       Monte uma hemeroteca: junto com os estudantes separe matérias por temas como cidadania, comportamento, meio ambiente, opinião e vá lendo com eles as notícias. Quando precisar associar as disciplinas do currículo escolar ao jornal, vai ter material organizado;

3)      Trabalhe o lide: As seis perguntas básicas do jornalismo, o quê? Quem? Como? Onde? Por que? Quando?, podem ser usadas para fazer uma leitura mais atenta e divertida. Encontre com os alunos as respostas para estas perguntas e cogite outras respostas, brinque de montar informação na sala de aula;

4)      Monte a sua história: distribua aos educandos títulos recortados de matérias jornalísticas e peça que elaborem uma história. A narrativa deve ter relação com a vida da criança.

 

 

Agora envie para a gente! Informações pelo telefone (44) 3221-6050

 

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Sábias palavras…

O mestre Paulo Freire respeita o aluno e o professor como seres humanos e os provoca a oferecerem o melhor de si, sempre!

 

“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”

PAULO FREIRE

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