Mês: junho 2011



Encontros pedagógicos em Ourizona e Nova Esperança

Na próxima segunda-feira, 04/07, será a vez dos professores, da rede municipal de educação de Ourizona – PR, participarem da oficina pedagógica “Aprofundando o conhecimento sobre os gêneros jornalísticos”, que será ministrada por Maisa Cardoso, professora doutoranda em estudos da linguagem pela Universidade Estadual de Londrina, UEL, e coordenada pela equipe de O Diário na Escola.

O encontro acontecerá das 13 às 17 horas, na Casa da Cultura. Um dos pontos altos do evento será a explanação de como o educador poderá montar suas sequências didáticas com os gêneros textuais presentes no jornal, para o trabalho em sala de aula.

No dia 06/08 (quarta-feira), a mesma oficina será desenvolvida aos educadores de Nova Esperança – PR.

Vale lembrar que os encontros são destinados aos profissionais que fazem parte de O Diário na Escola. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (44) 3221-6050.

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Busca pelo conhecimento, mesmo com frio!

Mesmo com o frio de 14ºC da noite de ontem, os profissionais da educação da rede municipal de Mandaguaçu dedicaram seu tempo à oficina que eu ministrei: “O conteúdo do jornal sob a ótica pedagógica”. A proposta do encontro girou em torno de conhecer ainda mais O Diário para desenvolver atividades em sala de aula. Todas as propostas pedagógicas tiveram como base os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Utilizei temas como meio ambiente, saúde, pluralidade cultural e orientação sexual, associados ao jornal impresso para desenvolver atividades com os 15 participantes. Muita prática, inspiração e reflexão marcaram a oficina de ontem!

 

 

oficina
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História da arte desperta sensibilidades

Nem todo mundo conhece Mandaguaçu, muito menos o Bairro Vila Guadiana e a Escola Municipal Barão do Rio Branco. Foi ali, a 21 Km de Maringá, o espaço da 1ª Mostra ‘Criando arte na escola’, que conseguiu despertar habilidades, promover conhecimento e apresentar aos visitantes o que uma instituição de ensino tem de melhor.Uma sala no canto da escola separada para a beleza, o equilíbrio, a harmonia e também a revolta. É como uma viagem no tempo, da arte rupestre às releituras do “Barco com bandeirinhas e pássaros” de Alfredo Volpi. A apresentação de três alunas como bailarinas trouxeram leveza e brilho à exposição.

Alunos do primeiro ao quinto ano se dedicaram quatro meses ao estudo da história da arte, a produção de intervenções, dança e uma detalhada pintura viva da Santa Ceia, em que alunos simulam por alguns segundos o famoso quadro de Leonardo da Vinci. O projeto foi definido no começo do ano e teve o objetivo de despertar a sensibilidade artística nos pequenos e dar a oportunidade de cada um tornar-se protagonista das atividades.

A professora de arte, Maria Ângela Caraçato, explica que os estudantes olharam criticamente cada momento da história. “Expliquei que tudo aquilo era real, que realmente aconteceu naquele tempo. Disse a eles que sabemos um pouco daquela época pelas obras que os artistas nos deixaram”. Para fazê-los perceber as diferenças e os avanços, a didática escolhida passou pelos desenhos egípcios feitos a mão livre, pela arte grega, onde foi possível trabalhar a arquitetura, a escultura e a pintura e as técnicas de sfumato, do Renascimento.

Cada um dentro da suas possibilidades e criatividade foi transformando seu olhar sobre estética artística em novas interpretações e leituras. Despertando e expressando novos sentimentos e formando uma cadeia do conhecimento pela sensibilidade. Joyce Francisca dos Santos, de 11 anos, aluna do 5º ano nunca tinha mexido com argila e disse que a experiência foi inesquecível. “Adorei produzir a arte grega, quando estava exposto, tudo prontinho, não parecia um trabalho feito por nós”, avaliou a aluna. O Impressionismo de Claude Monet foi trabalhado com todas as turmas da escola e conseguiu transmitir aos pequenos que as releituras são importantes para conhecer e apreciar a obra, mas que o fundo, a altura, as linhas e as retas de cada uma delas são impossíveis de copiar.

 

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Escola dá exemplo de consciência ambiental

O Brasil começou a ser desmatado logo após a chegada dos descobridores em 1500. No Século XVI, um ano após a chegada dos portugueses, já teve início a exploração do pau-brasil, árvore com até 40 metros de altura, cujo miolo do caule é de cor avermelhada, tom utilizado para a fabricação de corante vermelho. A exploração que começou com o pau-brasil há mais de 500 anos, hoje traduz as consequências da falta de um código florestal e da extração predatória.

Os números são assustadores, de toda a extração de madeira na Floresta Amazônica, estima-se que 80% ocorra de forma ilegal. De 1,3 milhão de quilômetros quadrados de floresta nativa, encontrados na época de colonização, existem atualmente 102 mil quilômetros quadrados. Mais do que chocante, a situação do meio ambiente é um assunto para ser (re) pensando sempre.

A equipe pedagógica e a diretoria da Escola Municipal Afrânio Peixoto, de Ivatuba, tem usado o assunto durante todo o ano letivo para conscientizar os alunos de primeira a 4ª série sobre a importância da preservação ambiental. A fim de integrar a escola e a família a respeito do assunto, professores e alunos organizaram uma passeata pelas ruas da cidade, em que os alunos declamaram poesia e fixaram cartazes em estabelecimentos privados, com a autorização dos proprietários, sobre a imediata mudança de comportamento.

Sendo histórica ou recente, a falta de cuidado com o verde pode trazer grandes problemas aos seres vivos, como a destruição da biodiversidade, o empobrecimento do solo, a elevação de temperaturas e a desertificação. A mobilização ecológica é o ponto de partida.  Pense com os alunos sobre o assunto, desenvolva atividades e relate ao Diário na Escola. Se a sua escola tem tido atitude como a de Ivatuba, conte sua experiência aqui!

 

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Uma infância sem racismo

Cada região tem lá suas características próprias. Diferenças na cor da pele ou no modo de falar que constituem o Brasil e a sua diversidade. O Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, elaborou 10 maneiras de contribuir para a infância sem racismo. Vejamos cada uma delas….

 

1 – Eduque as crianças para o respeito à diferença;

2 – Piadas e expressões podem estigmatizar outras crianças. Quando o adulto perceber a atitude preconceituosa pode contextualizar e sensibilizar;

3 – Não classificar pela cor da pele;

4 – Toda criança tem o direito de crescer sem racismo, mas se ocorrer com seu filho, o informe que as diferenças existem, abrace-o e apóie-o

5 – Denuncie, racismo é crime!

6 – Estimule a convivência de crianças de diferentes culturas, raças e etnias;

7 – Valorize o comportamento respeitoso em relação às diferenças;

8 – Existem empresas revendo sua política de seleção. Informe se a sua empresa participa dessa iniciativa;

9 – Órgãos públicos de saúde e de assistência social têm trabalhado sem descriminação na rotina de atendimento;

10 – A escola é um espaço de aprendizagem, apropriada apara aprender e respeitar histórias e culturas.

 

Qualquer pessoa pode agir de acordo com algum  item acima, é só tentar!!!

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O olhar dos jovens sobre as drogas

Não é de hoje que os veículos de comunicação têm trazido notícias sobre o aumento do consumo e tráfico de drogas. Crianças e adolescentes recebem as mensagens e muitas vezes não param para pensar sobre elas. A professora Lilian Favaro Alegrâncio, do Colégio Estadual São Vicente de Paula, de Nova Esperança, se preocupou com isso e utilizou o tema em várias disciplinas do currículo escolar. Conquistou  excelentes resultados tanto no quesito conscientização, como no de produção textual. Separamos dois cordéis produzidos pelos alunos do segundo ano, do curso Técnico em Informática Integrado.

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Aproximando crianças e mídia

Hoje pela manhã, os alunos da 4ª série  e do 4º ano da Escola Municipal Nadir Alegrette, de Maringá, visitaram o Grupo O Diário. Acompanhados pelos professores, as crianças puderam passear pela redação, pela impressão e distribuição do jornal impresso. Conheceram a Rádio CUltua Am que completou nessa semana 60 anos no ar.

 

 

A turma da 4ª série e do 4º ano juntas na redação de O Diário

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O retorno de “Cocoricó”

A parti de amanhã (18/06), as crianças – e adultos – fãs do programa “Cocoricó” vão desfrutar de mais uma temporada de episódios na Tv aberta, na Tv Cultura, às 11h15.  A série tem 26 novos episódios repletos de musicais com a turma de Júlio, Lilica e Alípio.

Abaixo a aberturados anos 90:

http://www.youtube.com/watch?v=afd7nNmDNjQ
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