Mês: agosto 2011

 

Agressões em casa formam autores de bullying

Meninos vítimas de violência severa em casa têm oito vezes mais chances de se tornar vítimas ou autores de bullying. Afirmações como essa fazem parte de um estudo divulgado ontem e realizado em São Carlos (SP) pela pesquisadora Lúcia Cavalcanti Williams com 239 alunos do Ensino Fundamental. Cerca de 70% dos jovens envolvidos com bullying nas escolas sofrem algum tipo de castigo corporal em casa. Do total de entrevistados, 44% já apanharam de cinto da mãe e 20,9% do pai. A pesquisa enfatizou que outros tipos de violência também já tinham acontecido como tapas no rosto dados pela mãe (24,3%) e pelo pai (13,4%).
Para a secretária executiva da rede Não Bata, Eduque, Ângela Goulart, a violência está banalizada na sociedade. Ela citou diversas entrevistas feitas pela rede com pais de crianças e adolescentes e, em diversos momentos, frases como “desço a cinta” e “dou umas boas cintadas” aparecem. Em uma das entrevistas, um pai explica que bater no filho antes do banho é uma forma eficiente de “fazer com que ele se comporte”. “Existem pais que cometem a violência sem saber. Acham que certas maneiras de bater, como a palmada, são aceitáveis”, disse.

Fonte: Agência Brasil

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Uma singela homenagem

Marcos César Lukaszewigz, o Lukas, chargista de O Diário desde 1991, foi sempre muito solícito quando convidado pelo Diário na Escola para alguma participação especial.
Ele já fez oficinas de charges com crianças, já falou aos professores sobre o mesmo tema e concedeu uma entrevista especial ao Programa em junho de 2009. Para homenageá-lo resolvemos compartilhar com os leitores o que nos disse o cartunista profissional que era apaixonado pelas crianças e conquistava uma recíproca intensa e verdadeira:
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Tarsila para quem quiser ver

As cores intensas e os temas regionais da arte moderna de Tarsila do Amaral estampam os muros do Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos (CEEBJA) “Professor Manuel Rodrigues da Silva”, em Maringá. As professoras da disciplina de Arte, Solange Bochinia e Mara Lúcia Ferreira do Amaral, reuniram os alunos do Ensino Fundamental e Médio para trazer à tona toda a intensidade da arte de Tarsila. Quem estuda na escola se sente privilegiado, mas também para a comunidade em geral que passa ali na frente é uma ótima oportunidade para conhecer um pouco sobre arte e desfrutar de todo o talento dos estudantes.

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Cinema é tema de projeto em hospital

Hospital pode ser sinônimo de dor, tristeza, solidão e exclusão, mas para crianças e adolescentes internados no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, hospital também é um lugar de criar e aprender. O Projeto Oficina de Cinema, desenvolvido através da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e com o patrocínio das empresas privadas, se refere à produção de um documentário sobre a vida dentro de um hospital. As oficinas com os jovens acontecem de segundas e quartas-feiras, das 14h às 16h30.

O projeto é desenvolvido pela ONG Projeto Olho Vivo e teve inicio em abril deste ano. O objetivo é incentivar os pacientes a olharem e refletirem sobre a realidade do local onde estão inseridos. Nas oficinas, os jovens recebem conceitos sobre composição de um filme, a elaboração de roteiro, o manuseio de câmera e a edição. Eles também têm acesso aos autores referência, dramaturgos e cineastas.

Leia a notícia completa aqui

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Tecnologias X livros

Elas preferem ler sites não muito confiáveis, redes sociais, sites de fofocas e por aí vai. Os livros estão sendo deixados de lado, pelo menos é o que diz a matéria “Uso da tecnologia faz com que estudantes esqueçam livros”, destaque no site da VEJA. Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha afirma que fora da escola, a utilização da tecnologia faz com que estudantes simplesmente esqueçam os livros.

A pesquisa também apontou que o hábito da leitura diminui com a idade. Segundo o estudo, as crianças do anos finais do ensino primário, como se fosse o ensino fundamental I no Brasil, têm seis vezes mais chances de serem consideradas leitoras assíduas (ou seja, leem cerca de 10 livros ao ano) do que as crianças mais velhas.

Falando em leitura, leia a matéria na íntegra aqui

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Desafios e imaginação: hoje é dia da infância*

Todo adulto costuma olhar para trás e relembrar ensinamentos vivenciados na infância. Seja um tombo no piso molhado ou uma bronca do professor de matemática, a infância é uma fase inesquecível e o modo como ela é vivida influencia – e muito – no adulto que está em formação. Hoje é Dia da Infância, menos comemorado que o Dia da Criança, em 12 de outubro, esta data não serve para ganhar presente, pois tem sido época de reflexão sobre como estão os pequenos e como serão os seus futuros. Observando isso tudo, é possível enxergar a sociedade de amanhã.

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Alguns artigos do ECA

Separamos para os leitores alguns artigos do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) a fim de promover a reflexão sobre o tratamento, educação, saúde e cidadania das nossas crianças. Amanhã é o dia da infância, mas educar e amar uma criança é função para vida inteira 🙂

LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.

 

Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.

Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.

Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade.

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Ideb na porta de escola é inconstitucional, diz especialista

O projeto que obriga as escolas a colocarem, na porta da unidade, a nota que obtiveram no Índice da Educação Básica (Ideb) expõe os alunos a constrangimento e vexame vetados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Constituição Federal. A conclusão é de especialistas na área ouvidos pelo iG.
A proposta em estudo pelo Congresso Nacional já está valendo por decreto na cidade do Rio de Janeiro desde o início do mês e no Estado de Goiás há uma semana. A ideia, do economista Gustavo Ioschpe, é que a exposição do índice mobilize a comunidade em volta das instituições com nota baixa para que pressionem professores e governantes.

Para isso, o Ideb – que é o resultado da nota obtida pelos alunos na Prova Brasil multiplicado pelo porcentual de estudantes aprovados – deve ser colocado em uma placa que iria do vermelho para o azul, deixando o mais claro possível se a escola foi bem ou mal na avaliação. Quando o Rio de Janeiro adotou a medida, estudantes ouvidos pela reportagem disseram concordardesde que a escola tivesse a nota boa e que sentiriam vergonha se estudassem em uma instituição má avaliada.

Leia a matéria na íntegra aqui

Fonte: Todos pela Educação

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