Mês: setembro 2011



Leitura, leitura, leitura

“A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo”, disse certa vez o poeta Joseph Addison. E para ilustrar esta frase tão linda, nada melhor do que belas imagens de leitura. As escolhidas foram enviadas pela Escola Municipal Vicente Liberato, de Munhoz de Mello, município parceiro pela primeira vez do Diário na Escola:


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Google e a memória preguiçosa

Tem gente que não vive sem ele, o procura várias vezes ao dia e confia em grande parte das informações que ele apresenta. O Google é, sem dúvida, um companheiro assíduo de muitos usuários da internet, no entanto uma pesquisa realizada pela Science concluiu que o acesso constante pode deixar a memória preguiçosa.

Ok, vamos por partes. O advento traz facilidade na pesquisa, o que impede a memória entrar em cena. É mais fácil procurar no Google do que relembrar datas antigas, regras gramaticais, entre outras dúvidas. Foram estudadas 200 pessoas em um prova de memorização, com perguntas e respostas. Aqueles que sabiam que poderiam buscar as informações novamente memorizaram menos; já os voluntários que sabiam que não teriam acesso às informações no futuro, eles memorizaram mais.

 

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Professora faz a hora e não espera acontecer

A canção de Geraldo Vandré “Para não dizer que não falei de flores” marcou época durante a ditadura militar no Brasil. A composição feita em 1968 diz em certo trecho que “Há soldados armados, amados ou não. Quase todos perdidos de armas na mão. Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição. De morrer pela pátria ou viver sem razão”.
A grandiosidade do ato de dar a vida pelo próximo, pela segurança da população foi discutida na sala de aula do 4º ano “A”, da Escola Municipal Gilson Belani, de Mandaguaçu. Era para ser um dia normal de aula, mas a professora Laura Bortoli aproveitou o gancho do dia do soldado, comemorado em 25 de agosto, para falar sobre segurança pública, corrupção, justiça e valorização profissional. Assuntos tidos como “de adultos”, que ocasionaram indignação nas crianças.
Laura contou que “os alunos demonstraram muito interesse e participaram ativamente das discussões que resultaram em uma conscientização da importância na formação e investimentos na área da segurança pública”. A concepção metodológica adotada pela professora favoreceu a opinião dos alunos e o debate de fatos sociais trazidos pelo Diário aos estudantes. Ao ler as notícias e descobrir o salário de profissionais como bombeiro e policial militar, o sentimento de indignação foi inevitável.
Depois de um caloroso debate, no qual os pequenos falavam com propriedade da falta de policiamento e da lei do desarmamento, Laura solicitou que produzissem textos opinativos. Por fim, a turma votou no mais claro, objetivo e que pudesse representar a turma, caso fosse enviado ao Diário na Escola para publicação. A produção textual selecionada por eles foi “O soldado e os riscos do dia a dia”, de autoria dos alunos Lorena de Oliveira, Ryan Loyola e Sâmara Raimundo. Com jornais, criatividade e senso crítico, Laura e sua turma fizeram a hora e não esperaram acontecer.

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Concurso de Gibi já começou

Professores do Diário na Escola podem orientar os alunos a produzirem histórias em quadrinhos com base nas notícias de 2011 do Diário. Os gibis devem ser feitos no verso do regulamento enviado às escolas. Cada aluno pode concorrer com um gibi apenas. Professores e alunos serão premiados e terão os trabalhos publicados na página do Diário na Escola. Mais do que a transformação do gênero textual notícia para as histórias em quadrinhos, o concurso prevê a discussão dos temas sociais como violência, trânsito, cidadania e meio ambiente em sala de aula. O Concurso segue até seis de outubro e é dividido em três categorias: Professore/alunos de Maringá, da região e patrocinados pela concessionária Viapar.

Elaboramos DICAS para você produzir um GIBI:

*Se atente à história, é preciso que ela tenha começo, meio e fim;
*Os textos (falas) precisam ser objetivos e curtos;
*Neste gênero, pode-se usar um título e finalizar com a palavra ‘fim’;
*A ordem dos balões varia de acordo com a ordem das falas, se um personagem fizer uma pergunta é preciso que seu balão esteja antes do balão da resposta;
*Pintar o fundo do quadrinho valoriza o desenho;
*Escrever o título e o texto a lápis desvaloriza a produção

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Mandaguaçu é sede de ciclo de palestras

Tem início hoje o XI Seminário de reflexão de educação e X Seminário Regional de Educação de Mandaguaçu. O tema deste ano é “Educação contemporânea: o resgate de valores em busca de uma prática educativa com sucesso”. O evento é voltado para profissionais da educação e áreas afins de toda a região e segue até sexta-feira, dia 30.
Hoje à noite o professor Nailor Marques trata de “Educação para o hoje! (O futuro já chegou)” e motiva o público presente. Amanhã pela manhã, a palestra fica a cargo do professor mestre em Educação Marcos Meier, com o título “A psicologia e a indisciplina na sala de aula” e à tarde é a vez de “Bullying ou crise de valores?” com Jamar Monteiro, historiador, pedagogo e mestre em Educação. Informações podem ser obtidas pelo telefone (44) 3245-5588.

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UEM promove Semana Criança Cidadã

 A Através do Programa Multidisciplinar de Estudos, Pesquisa e Defesa da Criança e do Adolescente (PCA), a Universidade Estadual de Maringá (UEM) promove a IX Semana Criança Cidadã, de 26 a 28 de setembro, no auditório do bloco B-33 (PDE).
O evento discorre sobre temas como Interlocução Adulto-Criança no Cinema Contemporâneo; Infância e Educação Social no Brasil; Memórias da Infância Xetá: três atos, três narrativas, três gerações; Gênero e Sexualidade na Formação de Futuros Educadores; e Erotização Infantil.Inscrições até segunda-feira, dia 26/09, das 14 às 17 horas, no PCA, bloco P-03 (BCE), sala 2. Informações podem ser obtidas pelo fone 3011-4260 ou através do e-mail [email protected]

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Caixa tira do ar “Machado de Assis” branco

A Caixa Econômica Federal tirou do ar o comercial que mostrava o escritor Machado de Assis interpretado por um ator branco. A campanha comemorava os 150 anos do banco.

Depois de um pedido oficial da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), órgão do governo federal, o banco tomou a decisão. O filme também gerou críticas na internet.

Criado pela agência Borghierh/Lowe e com duração de um minuto, o comercial foi narrado pela atriz Glória Pires e trazia a ideia de que o escritor Machado de Assis (1839-1908) teria sido correntista do banco. O problema é que o ator que interpreta o escritor é branco. Machado de Assis era mulato.

No comunicado oficial em que anuncia a interrupção da propaganda, a Caixa “pede desculpas a toda a população e, em especial, aos movimentos ligados às causas raciais, por não ter caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com a sua origem racial”.

Fonte: Revista Exame

Assista ao vídeo:

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Escola por um mundo melhor

A Escola Municipal Dr. Osvaldo Cruz, de Maringá, esteve movimentada na quinta-feira da semana passada, dia 15. O projeto pedagógico “Valores Humanos” foi colocado em prática com a intenção de se perceber os resultados durante toda a formação dos alunos. A violência tem conquistado cada vez mais espaço na sociedade atual e a escola acaba sendo um reflexo disso.
Para enfrentar esta problemática, a equipe pedagógica propôs a humanização dos alunos através de uma mostra cultural. Sentimentos de respeito à diversidade, confiança e autoestima foram despertados nas crianças, bem como o respeito às regras e normas e, assim, a promoção da mudança de comportamento.
As turmas foram separadas por temas e atividades, enquanto o 3º ano “A” trabalhou por meio de leitura, confecção de cartazes e ilustrações, os direitos e deveres das crianças e adolescentes, o 4º ano “A” abordou a solidariedade, com o propósito de desenvolver o senso de tolerância e combate ao individualismo.
As atividades mantiveram uma característica em comum: a democracia no desenvolvimento. Conforme assuntos como trânsito, respeito às diferenças, senso de coletividade surgiam, alunos e professores vivenciavam experiências de um mundo melhor, e sentiam que é possível viver em paz.

Valores humanos: alunos praticam atividades de respeito ao próximo

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Vamos mudar o mundo?

Professor consciente trabalha para a formação de um mundo melhor. Comprometido, ele acredita que seu papel é essencial para a construção de cidadãos e de uma sociedade melhor. Depois de analisar alguns problemas sociais e econômicos, a Organização das Nações Unidas (ONU) produziu, em 2000, um documento com 8 jeitos de mudar o mundo.

Algumas iniciativas têm feito a diferença, como Comunidade dos Pequenos Profetas (CPP), Projeto Clarion em Recife (PE). Crianças e adolescente, meninos e meninas de rua, são atendidos desde 1982 pela CPP – Projeto Clarion – no centro do Recife. Hoje a instituição está firmada como uma entidade com compromisso de resgatar crianças e adolescentes de rua oferecendo-lhes atendimento básico, educação, profissionalização e socialização, integrando-os no contexto de participação social ao exercício pleno da cidadania.

OUtra história de sucesso é, sem dúvida, a do Projeto MENARCA, em
Ponta Grossa (PR). Na cidade paranaense, uma em quatro mães tem 16 anos ou menos, motivo do surgimento do Projeto MENARCA, da Sociedade Educacional Prof. Altair Mongruel (SEPAM), colégio humanista, que oferece educação sexual preservativa desde 2002. O foco da iniciativa se volta para meninas de 12 a 15 anos que estão passando pela menarca (primeira menstruação) ou passaram há pouco tempo. Jovens alunas do Ensino Fundamental e Médio do SEPAM abordam voluntariamente temas acerca da saúde da mulher e educação sexual em forma de debates com meninas da mesma idade de escolas municipais, estaduais e privadas da região, atendendo assim um total de 6 cidades.

Fonte: www.objetivosdomilenio.org.br

Se inspire professor, trabalhe os oito jeitos de mudar o mundo e mande sua experiência para gente!

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