Mês: janeiro 2012

 

Impresso é melhor meio de incentivo à leitura

As histórias em quadrinhos foram o ponto de partida para que a produtora musical Magali Romboli transformasse a filha em uma leitora assídua. Nada de tablets, computadores e outros estímulos eletrônicos – Melissa Romboli Andriole, 9 anos, ainda prefere passar horas folhando as páginas de um livro. “É muito mais legal do que brinquedo”, garante. Mãe e filha não são exceção: na hora de introduzir as crianças ao mundo da leitura, muitos pais abrem mão da tecnologia e continuam recorrendo ao tradicional impresso, medida apoiada por especialistas.

Magali conta que começou a estimular a filha ainda bebê, com livros de plástico para brincar na banheira. Aos poucos, o passatempo deu lugar a gibis e livros de história. Recorrer ao impresso foi uma das maneiras que encontrou para evitar que Melissa passasse o dia todo em frente ao computador e à televisão. “Talvez essas ferramentas não façam mal agora, mas como saber seu efeito quando ela tiver 50 anos?”, questiona.

A preocupação com a saúde não é o único motivo pelo qual o impresso reina na casa da família. Segundo Magali, uma das grandes vantagens do livro em papel é a possibilidade de compartilhar histórias. De tempos em tempos, elas doam alguns exemplares para crianças carentes. “A Melissa pega livros emprestados da escola, leva o que está lendo em casa, comenta com colegas e com a professora. No tablet, você baixa o arquivo, outra pessoa baixa outro. Não é uma relação entre pessoas, é uma relação entre tecnologias”, reflete.

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Cresce número de crianças obesas no Brasil

É só olhar ao redor para observar a quantidade de crianças acima do peso. Uma realidade preocupante, retratada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010.
Dados divulgados dia 25 informam que o sobrepeso atinge 34,8% dos meninos e 32% das meninas entre cinco e nove anos. Já a obesidade foi observada entre 16,6% dos garotos e 11,8% das garotas.

Entre cinco e nove anos: 34,8% dos meninos e 32% das meninas estão com sobrepeso

Entre as crianças a partir de 10 anos e jovens de até 19 anos, o excesso de peso atinge 21,7% dos meninos e a obesidade, 5,9%. Entre as meninas, 15,4% têm sobrepeso, e 4,2% obesidade. A declaração de Rosana Radominski, do Departamento de Obesidade da SBEM, alerta que “começou-se a aumentar a renda das famílias, mas não a educação familiar para que a alimentação fosse corrigida”.

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O que fazer com adolescentes infratores?

Quer dar sua opinião sobre as medidas socioeducativas cumpridas por adolescentes em conflito com a lei? Então é a hora! Escreva para o e-mail [email protected] até dia 31 de janeiro, próxima terça-feira, e dê sua opinião. Ao fim da consulta pública, o plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) votará o documento, que poderá acolher as sugestões da sociedade. A necessidade de rever as penalidades surgiu porque em diferentes localidades do país as medidas aplicadas não seguem uma mesma diretriz.

 

Fonte: ANDI

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Você sabe conviver com as diferenças?

Se você fica tenso toda vez que encontra alguém com deficiência, é hora de manter-se informado e atentar-se ao comportamento para que a pessoa se sinta respeitada e possa usufruir do seu direito de ir e vir.
Pensando nisso a Tv Câmara produziu uma série de animações que dá dicas de respeito às pessoas com deficiência. Os vídeos são curtinhos, mas muito esclarecedores! Confira!

 

 

 

 

 

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Mercadante anuncia novo programa de alfabetização

Com aquele gás todo de início de trabalho, Aloizio Mercadante, recém nomeado ministro da Educação, anunciou um programa de alfabetização de crianças com até oito anos de idade, o chamado “Alfabetização na Idade Certa”.

“Temos de ter consciência que se uma criança não aprende a ler e a escrever até no máximo oito anos de idade, todo o processo de aprendizado no futuro fica comprometido. O custo, depois, de você recuperar pedagogicamente é muito alto e o risco é muito grande. Nós perdemos essa criança e ela simplesmente abandonará a escola. Então nós vamos dar uma ênfase especial na alfabetização: as melhores salas de aula”, disse o ministro no primeiro discurso ontem.

 

Novo ministro, novas ideias

Fonte: Uol

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Parabéns, carteiros!

Você sabia que hoje é dia do carteiro? É isso mesmo, em 25 de janeiro comemora-se o dia daquele profissional que, quando chega à nossa casa, causa uma expectativa na gente em relação ao que será entregue: um presente, uma carta (que já não é tão usual hoje devido à utilização de emails e das redes sociais), um livro ou, o mais provável, uma conta.
Independente da condição climática, o carteiro está sempre a todo vapor. Na antiguidade foram utilizados diversos métodos para estabelecer a comunicação entre as pessoas, como o rufar dos tambores, o sinal de fumaça e o pombo-correio. Outro personagem importante foi o mensageiro, que corria longas distâncias para levar as mensagens aos governantes e ainda tinha que recitar as informações às autoridades.

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LDB poderá ter limites ao número de alunos por turma*

As turmas de pré-escola e dos dois primeiros anos do ensino fundamental poderão contar com no máximo 25 alunos. Nos anos subsequentes do ensino fundamental e no ensino médio, poderão estar em cada sala de aula até 35 alunos. Os limites estão previstos no Projeto de Lei do Senado (PLS) 504/11, de autoria do senador Humberto Costa (PT-PE), que está pronto para votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde receberá decisão terminativa .

O projeto modifica o artigo 25 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), segundo o qual será “objetivo permanente” das autoridades responsáveis alcançar uma “relação adequada” entre o número de alunos e o professor. Segundo parágrafo que será acrescentado ao artigo, caberá a cada sistema de ensino, “à vista das condições disponíveis e das características regionais e locais”, estabelecer como se dará essa relação adequada, assegurados os tetos máximos de 25 e 35 alunos por turma.

Segundo o autor da proposta, não se pode tolerar o funcionamento de turmas com quarenta ou mais alunos no ensino fundamental e sessenta ou mais no ensino médio, muitas vezes a partir do que chamou de motivações de falsa “economia” nas redes públicas e de “lucratividade acintosa” nas escolas privadas. Nem classes tão numerosas na pré-escola, que impediriam, a seu ver, o atendimento individualizado e a avaliação contínua do “delicado e artesanal processo de alfabetização”.

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Franklin Silva fala sobre O Diário na Escola. Confira!

Quando iniciamos o Programa “O Diário na Escola” em 2001, tínhamos certeza que estávamos no caminho certo. Começamos em sete escolas e hoje, dez anos depois, já são mais de 110, aproximadamente 10 mil alunos que se beneficiam do projeto. Isso nos mostra muita coisa. Mostra principalmente, a importância de as empresas se disporem a fazer a sua parte para que nossos futuros líderes, ou seja, cada criança que frequenta um banco escolar, tenha condições de se desenvolver de forma intelectualmente rica, para que assim, tenha um senso crítico apurado para então promover em nossa sociedade, as mudanças tão necessárias para um mundo mais tranquilo, mais seguro, mais igualitário, no qual todos possam desfrutar das mesmas oportunidades sem serem barrados pelo fantasma da falta de formação, informação e educação.

Comemorar os dez anos do programa O Diário na Escola, é um misto de satisfação e orgulho, mas acima de tudo é uma alegria. Alegria por sabermos que através desse programa estamos contribuindo para levar às escolas participantes, e a centenas de estudantes a oportunidade de agregar valor aos conteúdos estudados em sala de aula. Cada escola que adere ao projeto é um pedaço do enorme jardim no qual certamente florescerão as sementes (os alunos) que hoje estamos plantando.

Recebemos vários prêmios importantes em função desse projeto que, para nós, também é uma escola. Pois cada progresso que notamos por parte dos alunos, através dos depoimentos que recebemos de pais e professores, cada raio de luz que o conhecimento traz em suas vidas, cada palavra nova que eles aprendem através da leitura do jornal e cada conteúdo que eles aprendem a desenvolver, nos ensina muito também. Ensina que no mundo, cada um precisa fazer a sua parte. Que só vale estar aqui se pudermos dar nossa parcela de colaboração para que cada pessoa que nos cerca, que faz parte direta ou indiretamente de nossa comunidade, de nossa sociedade, possa crescer também. Isso sim é o maior prêmio que podemos receber.

A todos os participantes do projeto, alunos, professores, coordenadores e colaboradores, muito obrigado. Nossa promessa é de continuar fazendo sempre a nossa parte, com muita responsabilidade sim, mas principalmente com muito carinho e amor àquilo que acreditamos. E nós acreditamos que o conhecimento não pode ser sonegado. Ele é a essência da vida e só vale a pena se for compartilhado.

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