Mês: abril 2012



4 SEASONS: CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA & ARTE

Foi realizado na Escola Municipal 9 de Dezembro, em Santa Fé, o evento intitulado 4 SEASONS: CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA & ARTE. Os alunos do 5º ano, divididos em equipe, retrataram as 4 estações do ano sob um olhar crítico, ou seja, chamaram a atenção através da arte para a destruição do nosso planeta.

Idealizado pelo Professor Sérgio Batista de Macedo, o evento contou com pleno apoio da direção, equipe pedagógica e professores das turmas. Apreciados por uma banca julgadora que escolheu os três melhores trabalhos, venceu a obra SAD SUMMER (verão triste) que chamou a atenção para o aumento do nível do mar e o desaparecimento de cidades costeiras em conseqüência do derretimento das geleiras causado pelo Efeito Estufa.

No final, tocou a música “Quatro Estações” de Vivaldi. O professor Sérgio juntamente com três líderes vencedores de concurso, plantou uma árvore da espécie IPÊ BRANCO para ficar como uma memorial histórico  na escola.

Um trabalho que teve por objetivo conscientizar as crianças, que são o futuro do Brasil e do mundo, da importância de se preservar e restaurar a natureza que foi destruída pela ação do homem em prol daquilo que erroneamente chamam de “progresso”.

Fonte: Direção da Escola Municipal 9 de Dezembro

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O processo educativo ultrapassa o ambiente escolar

Todo 28 de abril comemora-se o Dia da Educação. A escola é apenas uma instituição em que acontece parte do processo educativo, outros espaços podem ser mencionados como a família, local de trabalho, círculo de amizades e veículos de comunicação de massa.

O dicionário Aurélio define que educação é o “(…) processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual ou moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social”.

Enquanto os animais vivem de instintos, a maior parte do conhecimento humano acontece por meio da educação que se aprende com os pais e a escola.

O início da formação da criança começa com a família que ensina o que é certo e errado, o modo como deve se comportar e respeitar as outras pessoas, e assim aos poucos essa criança vai sendo preparada para viver em sociedade.

Na próxima etapa do processo educativo entram em cena as escolas, onde os alunos adquirem os conhecimentos da área do saber, das disciplinas de língua portuguesa, estrangeira, matemática, história, geografia etc.

Essas instituições também dão continuidade ao processo que foi iniciado pela família, educando a criança e o adolescente sobre as questões ligadas à comunidade, meio ambiente, cidadania e outros assuntos que fazem parte da vida e do dia a dia das pessoas.

Diante disso podemos destacar que educa-se não só em casa ou na escola, os amigos, o ensino à distância, a tecnologia, o jornal impresso, a internet, a revista, a televisão e o rádio também fazem parte dos processos de educação das gerações de hoje que aprendem e desafiam os conhecimentos, valores e comportamentos das gerações anteriores.

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Leitura e Cidadania são discutidas em encontro pedagógico

Na tarde de quinta-feira (26) profissionais da educação de municípios vizinhos à Maringá participaram do encontro pedagógico ministrado pelo professor especialista, Ricardo Pastoreli.

No primeiro momento foi apresentado como é o trabalho desenvolvido pelo O Diário na Escola para os professores que estão participando pela primeira vez do Programa. Em seguida, iniciou-se uma discussão sobre o porquê o jornal deve ser utilizado na educação do aluno, sugestões de práticas pedagógicas com o impresso, como produzir a notícia e a importância dos textos de circulação social na formação da criança e do adolescente.

A professora, Luana Nicola de Sá, conta que a palestra serviu para aprimorar o que ela já sabia sobre o uso do jornal na escola. “Os conhecimentos que obtive levarei aos meus alunos para trabalhos em sala”.

Na segunda etapa do encontro os professores foram para a parte prática, como se fossem alunos. Dividiram-se em grupos e realizaram atividades, todas utilizando o jornal como base, criaram anúncios publicitários, identificaram o lead da notícia, falaram sobre os sentimentos que uma imagem pode causar, etc. Assim puderam ter novas ideias de como trabalhar esse material com os educandos.

“A dinâmica realizada durante a oficina foi muito interessante e atrativa, pudemos participar de forma ativa, tornando o trabalho com o jornal ainda mais prazeroso!”. Ressalta a professora Adelita de Marchi.

Todas as atividades desenvolvidas pelos professores foram expostas num varal criativo

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Assim Nasce Um Livro

Uma iniciativa da encarregada de cultura de São Jorge do Ivaí, Meire Roman, e do encarregado de turismo, Milton Mobilia, o projeto “Assim Nasce um Livro” surgiu com objetivo de estimular os alunos a visitarem a biblioteca e fazer empréstimos de obras, incentivando a criança a ler.

O projeto foi realizado com alunos do 4º e 5º ano da Escola Municipal São Jorge. Divididos em grupos, com a intenção de melhorar a relação entre os estudantes, eles foram até a biblioteca municipal diversas vezes para fazer a leitura de obras infantis e na sequência começaram o trabalho de reescrita a partir das histórias que tinham lido, o que resultou na criação de vários livros.

A aluna do 5º ano, Daniely Camargo, conta que aprendeu coisas novas com as leituras que fez e que pretende ser uma grande escritora, “gostei muito do projeto e se tiver de novo, participo!”.

Durante os dias 25, 26 e 27 de Abril em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado no último dia 18, as obras dos alunos vão ficar em exposição no hall de entrada da Casa da Cultura de São Jorge do Ivaí, e no auditório estudantes da Escola Especial Dr Raul Martins, antiga APAE, e do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) farão apresentações de teatro e dança sobre as principais obras da literatura infantil.

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Mural do Participante

A partir da leitura de matérias e reportagens apresentadas no jornal O Diário os alunos do 5º ano da Escola Municipal Dr Eurico Jardim Dornellas de Barros, de Marialva, realizaram atividades de produção textual sobre o uso de drogas na Praça Napoleão Moreira da Silva, em Maringá, que todo final de ano se transforma na Vila do Papai Noel.

Olha que bacana!

 

OBS: caso não consiga ler os textos clique na imagem para visualizar em tamanho maior.

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Ler e escrever: compromisso de todos

Muito se tem ouvido falar que a leitura e a escrita são habilidades que devem ser desenvolvidas por todas as disciplinas nos ambientes escolares. No entanto não é isso que vivenciamos, infelizmente.

Alunos da Escola Municipal Afrânio Peixoto, de Ivatuba, realizam semanalmente leitura do jornal

Se o aluno tem algum problema relacionado à Língua Portuguesa, seja ele qual for, alguma dificuldade referente à compreensão textual ou simplesmente a grafia de algum vocábulo, tal problema logo é jogado nas costas do docente de Língua Materna, que não está sendo eficiente ou falhou em alguma etapa do processo de ensino desse aluno. Frequentemente os docentes de outras áreas, inclusive de Exatas, reforçam a ideia de que os problemas de leitura (compreensão e interpretação) e escrita estão relacionados com o ensino proporcionado apenas pelo professor de Língua Portuguesa, e muitos insistem veemente nisso.

Vejamos uma atividade das disciplinas de Matemática, Fisica e/ou Química, por exemplo, que exige o estudo mais profundo de um gráfico ou um infográfico, em que os alunos precisam compreender ou interpretá-lo para poder escrever um texto sobre a análise feita ou o inverso, através da leitura de várias informações o docente solicita a elaboração de gráficos. Temos observado em Concursos, inclusive nos Vestibulares, a cobrança de questões como essa em que é preciso compreender/interpretar as informações fornecidas para a correta resolução de questões, inclusive elaboração de textos.

Até mesmo na disciplina de Educação Física, o professor pode incentivar a leitura e escrita de textos que façam sentido à vida dos estudantes e seus familiares. Leituras de informações fornecidas pela mídia podem, por exemplo, fazer com que crianças, adolescentes e adultos reflitam sobre os problemas que a falta de exercícios pode causar, levando-os a evitar uma vida sedentária através da inserção dos esportes na vida destas pessoas; a compreensão de uma boa alimentação e os cuidados com o excesso de alimentos também podem ser trabalhados na disciplina de Educação Física através de leitura, reflexão e produção oral e escrita.

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Feira de Livros e Mostra de Trabalhos motivam alunos

A Escola Municipal Padre José de Anchieta, de Sarandi, realizou na sexta-feira passada a VI Feira do Livro e Mostra de Trabalhos. A diretora da instituição, Ângela dos Anjos, informa que durante o mês de abril eles comemoram o mês do livro e da leitura, “desta forma incentivamos os alunos a ler e adquirir novos conhecimentos”, avalia.

Antes da Feira cada classe escolhe um autor e estuda uma das obras dele, depois montam um teatro para apresentar no dia do evento. “Com esse projeto que realizamos, todos os anos os alunos sentem-se mais motivados, aperfeiçoam a leitura, conhecem novos autores e obras”, relata a professora do 5º ano, Ângela Alves.

Um fornecedor participa da Feira vendendo livros infantis ao preço simbólico de R$1. Com o lucro a direção da escola compra livros novos para a biblioteca.

A aluna do 5º ano, Geovana Gabrieli Rodrigues, conta que “a Feira de Livros é importante porque ajuda a entender o significado das palavras e quem não sabe ler também não vai conseguir escrever. A minha sala leu e estudou sobre a obra “O direito da criança” da autora Ruth Rocha”.

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Mural do Participante

A equipe pedagógica da Escola Municipal Santo Carraro, de Mandaguaçu, trabalhou com os alunos a temática apresentada na coluna de O Diário na Escola sobre o Dia do Índio. Depois da leitura do jornal foi apresentado a importância e os valores culturais deste povo na história brasileira. A professora de artes visuais, Eni Franco, ajudou os alunos a pintar o corpo e a confeccionar objetos e roupas típicas dos índios. E para celebrar esta data tão importante os estudantes fizeram uma apresentação de dança indígena na Praça Doutor Dimas, no centro do município.

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Dia Nacional da Educação para Surdos

Inserir o aluno com deficiência auditiva no ensino regular é valorizar a diversidade humana e gerar uma vida comunitária. Para a criança, surda ou não, o desenvolvimento das suas capacidades linguísticas, emocionais e sociais é uma condição importante para o crescimento dela como ser humano. Todo 23 de abril comemora-se o Dia Nacional da Educação para os Surdos. A linguagem é essencial para a vida em sociedade e é através dela que partilhamos nossas emoções, ideias e experiências.

O aluno com deficiência auditiva têm mais dificuldades no aprendizado do ensino regular, eles se comunicam por meio da língua gestual e compreendem apenas fragmentos das frases, na linguagem de sinais há variações linguísticas por conta do regionalismo ou sotaques e não se usa os artigos, portanto a escrita deste aluno também é diferente e implica no conhecimento de uma nova língua.

Como ferramenta de ensino para essas crianças com necessidades especiais, já existem livros didáticos e histórias infantis em CD Room que apresentam um intérprete traduzindo cada palavra ou desenho. Nos jogos educativos, como o da memória por exemplo, o aluno vira a peça que tem uma figura e depois tem que achar a outra peça que mostre o gesto em libras que representa aquela imagem.

Para ajudar a incluir esses alunos surdos no processo educativo podemos começar aprendendo o alfabeto e os numerais em LIBRAS:

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Concurso Escritor do Mês chega ao fim e dá prêmios aos alunos vencedores

Alunos do Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Junior durante todo o mês de Abril participaram do concurso “Escritor do Mês” organizado pelas bibliotecárias da instituição.

Cartazes sobre os escritores Vinícius de Moraes, Ana Maria Machado e William Shakespeare foram expostos por toda a biblioteca. Os alunos que participaram da competição literária, na qual tiveram que escolher um dos autores citados acima, pegar uma ficha que contém cinco trechos de livros do autor que escolheu e o estudante que primeiro descobrisse em qual livro estava o trecho que consta na sua ficha, ganhou uma caixa de bombom como prêmio!

Em apenas duas horas de competição o aluno Rene Sarrão Moura acertou os trechos da obra de Vinícius de Moraes. As alunas Andria Watanabe e Bruna Leoncio leram mais de 15 livros da autora Ana Maria Machado para descobrir os trechos que foram selecionados para a competição. E por fim, as alunas Sara Maria Silveira e Camila Franzoni leram e releram por mais de duas vezes as cinco obras de William Shakespeare, até encontrarem os trechos dos livros que estavam em suas fichas.

De acordo com as bibliotecárias da escola, Cássia Miya Kato e Priscilla Kelly Bressan o objetivo da experiência cultural foi alcançado “muitos alunos se empenharam para participar da competição, pesquisaram sobre os livros dos autores selecionados e com isso conseguimos incentivar a leitura”.

Alunas do 3º ano A, Sara e Camila que encontraram os trechos das obras de William Shakespeare

Alunas do 8º ano A, Andria e Bruna que encontraram os trechos das obras de Ana Maria Machado

Rene, aluno do 2º ano B, que encontrou os trechos das obras de Vinícius de Moraes em tempo récorde!

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