Mês: maio 2012



Concurso Cultural Práticas Pedagógicas com jornal. Educadores, atenção ao prazo!

Atenção educadores, o prazo para entrega dos trabalhos, para participação no Concurso de Práticas Pedagógicas com jornal, estão se encerrando. Atentem-se ao item 4 do regulamento: “A inscrição será efetivada a partir do recebimento do trabalho, no prazo máximo até o dia 04/06/2012 (…) Não serão aceitos trabalhos enviados após esta data”. Confiram o regulamento na íntegra:

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Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade

 3ª edição do Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade

Em sintonia com a Rio+20, o Instituto Ecofuturo convida os educadores de todo o País a elaborar projetos pedagógicos que abordem a educação para a sustentabilidade com vista na realidade local, fazendo da sustentabilidade uma ideia executável no cotidiano da escola e da comunidade.

O lançamento do projeto, que premiará os melhores projetos pedagógicos enviados, será no dia 20 de junho. A terceira edição do Prêmio estará aberta a participação de educadores sociais e professores de todas as disciplinas e níveis da educação (da educação básica à universidade) de instituições públicas e privadas.

Os conteúdos e publicações que servirão de base conceitual para o Prêmio estarão disponíveis para download gratuito na Biblioteca Virtual do site do projeto (http://www.ecofuturo.org.br/premioecofuturo/biblioteca), dentre elas:

  • Publicação “Cuidados com a Vida”, que traz textos de escritores e pesquisadores de várias áreas do conhecimento e inspira a pensar, conversar e escrever sobre o tema e
  • Roteiro de orientações para o preparo do projeto pedagógico e o passo a passo para participação.

A interação com os educadores será realizada durante todo o projeto, por meio de comunicação sistemática via Blog, Facebook e Twitter.

A TEMÁTICA

Uma pesquisa realizada pelo Ministério do Meio Ambiente revelou que o desmatamento, a contaminação dos recursos hídricos e do ar foram os problemas ambientais mais lembrados pelos brasileiros. No entanto, mais da metade dos respondentes não foi capaz de identificar os problemas ambientais de seu próprio bairro. Por isso, ao propor o tema Rio+20, pretendemos trazer à tona reflexões que nos levem a compreender melhor nosso lugar no mundo e a perceber a interconexão que existe entre tudo e todos.

O PRÊMIO

Os dez melhores projetos serão publicados em um livro coletivo (com versão impressa, eletrônica e aplicativo para tablets) e os autores e co-autores destes receberão R$5mil em dinheiro e uma coleção de livros de literatura.

As instituições dos vencedores também serão premiadas e ganharão uma coleção de livros de literatura.

Fonte: Instituto Ecofuturo

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Mural de Trabalhos

Os alunos dos quintos anos “B” e “C” da Escola Municipal Mauro Padilha, de Sarandi, trabalharam em sala uma das charges publicadas diariamente no jornal O Diário. A professora Cecídia Santana Navarrete propôs aos alunos que fizessem leitura silenciosa, leitura oral e debate sobre o tema apresentado, alguns até relataram que vivem o problema dentro de casa. Em seguida cada criança reproduziu o desenho da charge e escreveu sua compreensão. Confira o trabalho da aluna Kamilly Vitória de Siqueira.

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Trabalhar em sala assuntos de circulação social é fundamental

“Cidadania é cuidar do meio ambiente, obedecer aos pais e professores, cumprir regras e ter nossos direitos respeitados. É através da cidadania que poderemos mudar o comportamento das pessoas para termos um futuro melhor.” Esta foi a conclusão de Davi de Souza, Maike Queiroz e Alexandre da Silva, alunos do quinto ano da Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, depois de participarem da oficina pedagógica “Trabalhando cidadania no jornal” promovida pela equipe de O Diário na Escola.

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Práticas mídiaeducativas mudam a visão do aluno sobre a realidade

“O apoio não só dos professores, mas de todo o corpo administrativo da escola, é fundamental para o desenvolvimento das iniciativas de mídia educação”, afirma Lopes.

Profissionais da educação participaram do encontro pedagógico “O uso do jornal impresso como práxis para a formação cidadã” ministrado pela jornalista e professora mestre, Mariana Ferreira Lopes.

Introdução à mídia educação, a relação entre comunicação e educação desde as décadas de 1930 e 1960 até a sociedade atual, como utilizar o jornal como prática na formação cidadã do aluno, direitos da criança e do adolescente, publicidade infantil, a alfabetização na linguagem e códigos do impresso, leitura crítica e a produção do jornal foram alguns dos assuntos discutidos pela palestrante durante o encontro. A professora da Escola Municipal Paulo Freire, de Sarandi, Fátima Aparecida dos Santos conta que “o conteúdo tem muito a contribuir com as questões pedagógicas em sala de aula”.

Cerca de 110 profissionais participaram do encontro pedagógico que visa proporcionar à escola o papel de resignificar os conteúdos apresentados pela mídia. A sociedade atual está midiatizada, portanto deve-se preparar as crianças e os adolescentes para viver diante dos meios de comunicação e das milhares de informações que se recebe diariamente.

“Foi ótimo o encontro e de grande importância, pois sempre se aprende e se complementa o conhecimento adquirido, dando aos alunos a oportunidade de ampliar a aprendizagem”, avalia a professora do Colégio Estadual Tomaz Edison de Andrade Vieira, de Maringá, Dalva Regina Bertoleti.

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Projeto Degraus da Leitura

O Departamento Municipal de Educação de Doutor Camargo com o auxílio da fonoaudióloga Elicarla e da psicopedagoga Claudinéia, estão desenvolvendo o Projeto Degraus da Leitura para os alunos dos quartos e quintos anos da rede pública de ensino com o objetivo de despertar nas crianças o interesse e o gosto pela leitura através da prática, oportunizando e incentivando o acesso aos diferentes gêneros literários.

O Projeto é realizado na Biblioteca Cidadã do município no contraturno do período escolar uma vez por semana.

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O uso do jornal como práxis para a formação cidadã

Este é o tema do Encontro Pedagógico que será ministrado amanhã pela professora mestre, Mariana Ferreira Lopes, aos profissionais da educação que participam do Programa Educacional O Diário na Escola. Pensando nisso preparamos uma entrevista exclusiva com a palestrante. Confira!

1)     A área da educação para a comunicação, apesar de existir há muito tempo, ainda não é conhecida por boa parte dos educadores. Explique qual é o conceito da mídia educação.

Não existe um conceito universal sobre as ações e reflexões que envolvem a área de educação para a comunicação. De uma maneira geral, pode-se dizer que a mídia educação possui como objetivo contribuir para a formação de um receptor crítico, ativo e criativo diante de um universo midiatizado, por meio de iniciativas de alfabetização crítica nas diferentes linguagens midiáticas disponíveis e em diferentes âmbitos educacionais. Trata-se de uma práxis, ou seja, uma ação e reflexão sobre a realidade, que busca a garantia dos direitos da criança e do adolescente em relação às mídias e acima de tudo busca formar cidadãos para uma sociedade cada vez mais midiatizada. São trabalhos que procuram problematizar a relação dos sujeitos com os meios de comunicação, a fim de ressignificar os conteúdos midiáticos e de produzir também uma resposta social a esses meios de comunicação utilizando das mesmas tecnologias. Gosto muito de uma citação da professora Cicília Peruzzo que diz que a melhor forma de compreender a mídia é fazer a mídia. É este o foco da mídia educação que busco seguir em minhas práticas, fazer com que os participantes compreendam o processo de construção da realidade realizada pelos meios de comunicação e também que eles passem a olhar para sua própria realidade no intuito de transformá-la.

2)     Que projetos você já desenvolveu utilizando a mídia educação?

Conheci melhor o universo da mídia educação quando cursei a Especialização em Comunicação Popular e Comunitária da Universidade Estadual de Londrina, em 2008. Lá tive contato com os trabalhos desenvolvidos com a professora Luzia Yamashita Deliberador, que possuem um enfoque muito diferenciado. Não se trata apenas de realizar uma alfabetização crítica dos sujeitos em uma determinada linguagem midiática, mas sim utilizar os meios de comunicação como forma de expressão para incitar o sentimento de pertença dos participantes com a sua realidade. É o que chamamos de mídia educação na perspectiva da comunicação comunitária. Durante a especialização realizei junto com uma colega um trabalho de mídia educação na linguagem do rádio com alunos das 3ª e 4ª séries de uma escola municipal em Cambé – PR, sob orientação da professora Luzia Deliberador. Desde então nos tornamos parceiras de pesquisa e realizei mais dois trabalhos com os alunos da mesma escola, mas desta vez sobre histórias em quadrinhos, um deles foi a pesquisa que desenvolvi no meu mestrado. Também já fiz e orientei projetos de mídia educação com fotografias, um deles está sendo desenvolvido no Colégio Estadual Olavo Bilac, em Sarandi. Além dos projetos em si, já dei em conjunto com a professora Luzia Deliberador, oficina para professores sobre o uso do jornal e do na escola e sobre mídia educação na perspectiva da comunicação comunitária.

3)     Qual é a receptividade dos educadores com relação a esse conceito de mídia educação e como eles se comportam no desenvolvimento de projetos dentro da escola?

O apoio não só dos professores, mas de todo o corpo administrativo da escola, é fundamental para o desenvolvimento das iniciativas de mídia educação. A maioria dos projetos de que participei foi realizado no ambiente escolar, mas no período do contra-turno, ou seja, no ambiente não-formal de educação. Mas de forma alguma os professores foram excluídos dos projetos, pois, primeiramente, buscamos trabalhar com base na demanda dos professores e dos alunos. Por isso acho essencial realizar todo um trabalho prévio de sondagem com esses públicos para saber o que eles pensam e querem das práticas de mídia educação. Esse é um exercício muito importante, porque não temos que saciar apenas a nossa curiosidade enquanto pesquisadores, mas sim aliar o fazer científico com as demandas sociais, articulando teoria e prática. Após essa etapa inicial, buscamos trazer para o professor o que está sendo feito no contra-turno e também realizo avaliações com toda equipe pedagógica da escola ao fim do projeto. Quando os trabalhos são realizados no âmbito da educação formal, a participação do professor é mais direta, porque é feito um trabalho de parceria no qual em muitas vezes é cedido um espaço para o projeto dentro de suas aulas. De forma geral, os docentes que participam direta ou indiretamente das práticas midiaeducativas percebem diferenças no comportamento e na visão dos alunos sobre a realidade.

4)     Dá para medir qual é o impacto que a mídia educação tem no aprendizado dos alunos e você poderia citar algum caso já vivido que seja um destaque na sua opinião?

Sim, é possível medir o impacto das ações, mas não em sua totalidade já que a mídia educação é um processo e abrange mudanças na forma do sujeito se relacionar com o mundo e com as outras pessoas. Ao realizar a avaliação do primeiro projeto de mídia educação do qual participei, não tinha a dimensão de como as oficinas tinham afetado a vida dos participantes. Foi muito marcante ouvir dos pais dos alunos que nosso trabalho tinha ajudado os seus filhos a se relacionarem melhor com seus familiares em situações delicadas.

5)     Qual a dica para os educadores se transformarem em mídia educadores? Qual o primeiro passo que ele deveria dar?

A pesquisadora francesa Geneviève Jacquinot diz que o professor do século XXI deve buscar aliar o saber midiático ao saber escolar. A mídia educação não é mais uma atribuição que o professor deve ter em sua prática docente, mas uma forma diferente de concretizá-la. Acho que um passo importante é a quebra de alguns estereótipos sobre os meios de comunicação, como o pesquisador mexicano Guillermo Orozco-Gomez apresenta em suas análises sobre o papel da escola enquanto mediadora da relação entre alunos e meios de comunicação.

6)      Como você vê a mídia educação contribuindo com a melhoria da educação nos próximos anos?

Acho que a mídia educação pode contribuir com a melhoria da educação no sentido de atender às necessidades que os alunos possuem dentro da sociedade na qual se inserem. Não há dúvidas que os meios de comunicação fazem parte da experiência dos alunos e acho que debater isso é também papel da escola, assim como da família e de outros ambientes educativos. Mas de forma alguma coloco a mídia educação como salvadora da educação. Acho que ela propõe alguns caminhos interessantes, sobretudo se articularmos o papel do comunicólogo com o do professor, o que pode resultar em uma parceria interessante para a educação.

7)      Você acredita que a mídia pode afetar a rotina dos jovens? Como educar as crianças a respeito da mídia?

Existem muitos estudos que comprovam as mudanças nas formas de relação dos sujeitos de uma maneira geral com o mundo provocadas pelos meios de comunicação. A quantidade de informações às quais somos submetidos, a nossa concepção espaço temporal, tudo isso de certa forma foi modificado. E isso também afeta as crianças. O aluno chega à sala de aula impregnado de cultura midiática e isso não pode ser evitado. Por isso a educação para as mídias tem o objetivo de fazer circular todos esses sentidos apreendidos, mediando esta relação.

8)      Em sua opinião, quais as vantagens em utilizar o jornal impresso na escola?

São muitas, com certeza. Os jornais podem tanto servir de recurso didático para um determinado conteúdo ser trabalhado pelos professores de maneira diferenciada, quanto ser uma forma de expressão para os alunos sobre a sua realidade. Estudos apontam desde a ampliação do vocabulário, o interesse pela leitura até o desenvolvimento de uma criticidade sobre a realidade graças ao uso do jornal na escola. Isso vai depender do enfoque que o professor deseje dar às suas atividades com o meio de comunicação em suas aulas.

9)      Em tempos de interatividade via telefone celular e internet, como fazer com que as crianças se interessem pela leitura de jornais?

È preciso que elas conheçam melhor este meio de comunicação. Infelizmente, os jornais são identificados como uma leitura adulta e desinteressante para as crianças. Mas a partir do momento em que elas passam a conhecer este meio e a produzi-lo, eles acabam por compreender a importância que o jornal tem como mediador entre o homem e o mundo. Sem contar que o jornal é uma fonte primária de informação e  tem dentro dele uma gama de possibilidades de trabalhos que abrangem do estudo da linguagem jornalística em si À produção de anúncios e publicidade para o veículo.

10)      O que será apresentado aos professores na oficina pedagógica de amanhã?

Serão apresentados alguns fundamentos da mídia educação, a necessidade de conhecer e debater a relação das crianças e jovens com os meios de comunicação, como também algumas possibilidades de uso do jornal na sala de aula. Para isso, apresentarei alguns aspectos do universo jornalístico que podem sustentar estas atividades, de acordo com a demanda que os participantes apresentarem.

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Dicas para trabalhos escolares

O site Educar para Crescer mostra 3 dicas para apresentar trabalhos. Veja como se dar bem ao fazer essas atividades em grupos e obter sucesso na apresentação!

Quando a professora avisa que o trabalho do bimestre vai ser feito em grupo e deve ser apresentado para a classe toda, é o maior susto! O melhor é não entrar em pânico. É importante pensar em cada etapa do trabalho e tentar se organizar antes da apresentação, um bom resultado depende só do esforço e da dedicação do grupo.

Fase 1: organização

Fazer trabalho em grupo é legal, principalmente se você está entre amigos. Nesse caso, só é preciso ficar ligado para não misturar as tarefas com brincadeira. Vocês vão se divertir juntos, mas todo mundo tem de saber a hora de parar e se concentrar.

Pode ser que você tenha de preparar o trabalho com um grupo de pessoas que não conhece muito bem ou mesmo junto com um colega meio chato. Aproveite para fazer novos amigos e nem pense em arrumar confusão. Se ficar brigando ou implicando, logo você é quem vai ser chamado de chato.

Tente se entender com todos e quando não concordar com a opinião dos colegas, explique seu ponto de vista com calma e respeite a decisão da maioria. Logo na primeira reunião da turma, conversem sobre o assunto do trabalho e dividam as tarefas. É importante que todos pesquisem. Mesmo que um dos integrantes seja fera em desenho, ele não deve ficar encarregado só de cuidar da capa do trabalho. Todos têm de entender o assunto e participar. Resolvido o que cada um vai fazer, marquem as datas de entrega de cada parte.

E se você perceber que há desentendimentos sugira ao pessoal marcar uma conversa com a professora para pedir ajuda na organização.

Fase 2: mãos à obra

Pesquise em livros, enciclopédias, revistas e na internet e faça anotações. Você pode fazer cópias de parte do material ou imprimir o que achar mais legal e sublinhar partes interessantes. Se encontrar informações que possam ajudar outra pessoa do grupo, separe também.

Fique esperto para não pegar informações pouco confiáveis, principalmente na internet. E nem pense em copiar textos da internet e imprimir. Assim você não vai aprender nada e aí nem adianta fazer o trabalho. E se algum colega ou mesmo a professora fizer qualquer pergunta você não vai conseguir responder.

Depois que todos pesquisarem, marquem uma reunião, juntem o material e selecionem o que vão usar para montar o trabalho todo. Combinem um encontro na escola, antes ou depois da aula, ou na casa de alguém.

Fase 3: na hora H

Conversem sobre a apresentação. É preciso decidir a parte que cada um vai falar e escolher uma maneira de tornar a apresentação interessante. Dependendo do assunto, vocês podem fazer cartazes, levar fotos ou até objetos para mostrar, assim todo mundo vai entender melhor o assunto.

Em algumas escolas, é possível usar programas de computador. Aí vocês podem pedir a orientação de um professor de informática, por exemplo, para preparar uma boa apresentação. Se na sua escola não tiver computador, façam cartazes com desenhos ou fotos. Dependendo do tema, vale planejar uma encenação para fazer a abertura e mostrar o material pesquisado.

No final, peçam que os colegas de sala façam perguntas se tiverem dúvidas. Assim todo mundo participa e aproveita mais a apresentação!

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Cidadania em São Jorge!

A equipe de O Diário na Escola, na última sexta-feira, fez a oficina pedagógica “Trabalhando cidadania com o jornal” com os alunos do quarto e quinto ano na Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí. O objetivo foi com que as crianças entendessem o que é cidadania através da análise de notícias cidadãs e não cidadãs presentes nos jornais.

Confira alguns trechos dos melhores trabalhos:

“Nós entendemos que pessoas com deficiência, cegos, deficientes físicos e pessoas com deficiência mental podem trabalhar e ter um salário digno para seu próprio sustento e até de suas famílias.” (Murilo, Luam e Gabriel – 5º ano)

“Na matéria cidadã nós ficamos muito alegres por termos mais higiene e termos alimentos mais saudáveis e muito gostosos.” (Kayna e Jackson – 5º ano)

“Achamos um absurdo porque milhares de pessoas morrem por causa dos remédios falsificados, morrem enganadas.” (Milena, Heloisa e Daniely – 5º ano)

“Em Maringá o depósito de motos e peças apreendidos formam dengue e a polícia fica com medo, é o perigo da dengue que pode até matar.” (Kauã, João Pedro e Emanuel – 5º ano)

“A atitude do Serv Som foi uma atitude cidadã porque ele estava animando a festa da 40ª Expoingá, isso é uma coisa boa, que nos deixa feliz, porque é legal um lugar animado.” (Natasha, Victor Iago e Matheus Henrique – 5º ano)

“Chico Bento: Oi mãe, hoje a “pessora” me ensinou atitudes cidadãs e não cidadãs.

Mãe: “Fio” me fala 3 atitudes cidadãs.

Chico Bento: Estudar, obedecer os pais e ter respeito!” (Nathalia e Giovana – 4º ano)

“Os que não respeitam os pais e usam drogas e bebidas não são cidadãos.” (Maria Fernanda e Camila – 4º ano)

“Eu chego em casa e vou estudar, respeito minha mãe, meu pai, meus irmãos, minha vó e meu vô. Eu e minha amiga respeitamos a cidadania.” (Laíza e Gabriela – 4º ano)

“Nas atitudes cidadãs temos que respeitar, estudar, preservar a natureza, arrumar o quarto e obedecer os pais.” (Murilo e Wagner – 4º ano)

“Sem violência, sem briga, o mundo foi feito para as coisas boas que existem como a felicidade, paz e harmonia.” (Davi e Amanda – 4º ano)

“Nós queremos agradecer por ter nos dado um dia diferente, vimos vídeos que falam sobre atitudes cidadãs e não cidadãs. Achamos que atitudes cidadãs fazem o bem e as atitudes não cidadãs só causam o mal.” (Catarina e Lais – 4º ano)

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Trabalhando cidadania no jornal

No último dia 10 a equipe do “Diário na Escola” realizou mais uma oficina pedagógica com o tema “Trabalhando cidadania no jornal” com os alunos da Escola Municipal Afrânio Peixoto em Ivatuba/PR. Confira as melhores produções:

 

Hoje estaremos com os alunos de São Jorge do Ivaí. Em breve os resultados para vocês!

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