Mês: junho 2012



Gincana agita final de semana de crianças com deficiência

Amanhã, dia 30, o programa Clube Escolar Paralímpico, projeto da União Metropolitana Paradesportiva de Maringá (UMPM), com apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro e o Programa de Atividade Física Adaptada (PROAFA) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) promovem a Gincana do Clube Escolar. Com o objetivo de oferecer um dia divertido o evento terá muitas atividades ministradas por professores e estagiários do curso de Educação Física da UEM. O encontro irá reunir crianças com diferentes deficiências participantes do Clube Escolar Paralímpico.

Local: bloco M07 – UEM

Horário: 14h30 às 18h00

Você conhece alguma criança com deficiência? Convide ela pra brincar!

Informações e inscrições pelo telefone (44) 9941-1669 ou [email protected]

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Manifestação pede mais atenção no trânsito

A direção e os alunos da Escola Especial Tânia Regina, de Maringá, em parceria com a equipe dos Palhaços do Trânsito e o Setran realizaram um Pedágio Educativo em frente à instituição.

Todos os automóveis que passaram pela ação foram parados, um alerta foi feito aos motoristas para que naquele espaço diminuíssem a velocidade e prestassem mais atenção à faixa de pedestre que ali existe para a travessia de alunos. Mais de 300 adesivos foram colados nos carros para lembrar à população a importância de um trânsito mais seguro.

A diretora da escola, Tânia Regina Inez, conta que a ação foi maravilhosa e superou as expectativas. “A ideia do Pedágio Educativo surgiu por um aluno depois de uma série de trabalhos que realizamos na instituição sobre o trânsito.” Outra situação encontrada pela instituição é a faixa de embarque e desembarque que existe em frente à escola, alguns motoristas simplesmente a ignoram e estacionam em cima.

Os alunos estavam todos caracterizados, com faixas na cabeça pedindo respeito e muito animados. Colaram adesivos nos carros, ajudaram os Palhaços do Trânsito a pararem os motoristas e fizeram até grito de guerra.

“Nossos alunos têm muita dificuldade para atravessar a rua, mesmo estando na faixa de pedestres, a nossa intenção foi conscientizar alguns motoristas que ainda não a respeitam”, relata a diretora.

Outra dificuldade encontrada pelos alunos portadores de cadeira de rodas é a falta de guias rebaixadas em frente à escola.

 

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Escola Especial promove Pedágio Educativo

A Escola Especial Tânia Regina juntamente com os palhaços do trânsito da Setran, de Maringá, realizará hoje a partir das 14 horas Pedágio Educativo para colar adesivos nos carros ressaltando a importância da educação no trânsito e a acessibilidade. Os alunos são portadores de necessidades especiais e há uma faixa de pedestre defronte a escola – Av. Dr. Luiz Teixeira Mendes n° 1370 – mas devido à falta de conscientização da comunidade não há segurança. Contamos com o apoio de toda a população!

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Sebo na Escola

Em parceria com a Associação dos Pais, Mestres e Funcionários (APMF) e uma loja de Sebo, de Maringá, o Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Junior realizará nos dias 27 e 28 deste mês no Salão Nobre o evento cultural: Sebo na Escola.

Os alunos estão vendendo números a um valor simbólico que dão a oportunidade de trocar os valores por livros no dia do evento e ainda concorrer à uma bicicleta, doada pela loja de Sebo, que será sorteada no dia 28.

Além de toda a equipe do colégio, podem participar desta grande feira, os pais, toda a comunidade e foi feito um convite especial para a Escola Municipal Odete Ribaroli Gomes de Castro, para que os alunos do ensino fundamental possam adquirir livros infantis já que o Byington Junior atende a partir do sexto ano até o ensino médio.

Será comercializado a baixos preços gibis, livro infantil, infanto-juvenil, literatura brasileira e estrangeira. A intenção é que alunos sem condições financeiras possam comprar as obras e cada vez mais estarem motivados à leitura e escrita.

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Mural de Trabalhos

Alunos da Escola Municipal Ayres Aniceto de Andrade, de Sarandi, realizam leitura e discutem matérias do jornal “O Diário” semanalmente. São trabalhados assuntos variados como: saúde, educação, cidadania, segurança, entre outros. A equipe pedagógica tem percebido o interesse dos alunos pela leitura e que este meio contribuiu no enriquecimento tanto na oralidade quando na escrita das crianças.

Com base na leitura da coluna do Diário na Escola e nas discussões feitas em sala, as alunas do 5º ano “D” realizaram as produções textuais abaixo partilhando o conhecimento adquirido sobre a importância de preservar o meio ambiente.

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Encontro discute o uso do jornal como práxis para formação cidadã

“O uso do jornal como práxis para formação cidadã” foi o título do encontro ministrado aos professores dos municípios de Maringá e Astorga, participantes de “O Diário na Escola”, nesta segunda-feira, 18. Os demais educadores das outras cidades  envolvidas no trabalho tiveram essa palestra no dia 23 de maio. A jornalista e professora mestre convidada foi Mariana Ferreira Lopes.

Lopes trouxe uma discussão teórica e prática sobre o trabalho de mídia e educação que vem acontecendo no  mundo e no Brasil, com foco no jornal impresso como recurso complementar ao trabalho docente, cujo objetivo principal é a formação de um sujeito ativo e crítico diante dos meios de comunicação. A práxis do trabalho deve acontecer num contexto de ação e reflexão, isto é, na interação dos sujeitos com os meios.

As crianças e adolescentes acabam reproduzindo a cultura midiática que adquirem ao longo da vida. É papel da escola mediar este contexto e resignificá-lo. Uma das dicas da convidada foi que os estudantes produzam mídia, só assim serão capazes de entendê-la. A elaboração de um Jornal Escolar, por exemplo, pode ser um ótimo trabalho de produção e reflexão, fazendo com que os envolvidos expressem sobre o meio onde estão inseridos (os problemas da escola, do bairro, projetos de sucesso da comunidade etc); e desenvolvam uma cultura participativa.

Porém, é necessário compreender os meios de comunicação, pois cada um tem um código próprio. Assim o texto do jornal é diferente do texto do rádio e da tevê, por exemplo. Nesse sentido, para se trabalhar com os diferentes meios é necessário que haja uma alfabetização crítica de cada veículo.

A ideia de que os meios de comunicação de massa tinham que ficar fora da escola cada vez mais vai perdendo força. Eles devem fazer parte sim da formação de crianças e adolescentes, no entanto é preciso que o educador seja mediador desta nova educação midiatizada, a fim de formar cidadãos mais atuantes e críticos.

Os meios podem ser usados com o objetivo de desenvolver a leitura crítica; a produção (jornal e rádio escolar, por exemplo); como recurso didático e metodológico; objeto de estudo e dentro de um contexto produtivo, como forma de expressão, enfatizou Mariana.

De acordo com a professora da rede municipal de Maringá, Jaqueline Gomes Zamferrari, “as metodologias compartilhadas neste encontro contribuirão muito para o uso do jornal na sala de aula”.

Os professores dos quintos anos, das escolas municipais de Astorga e Maringá, tiveram um dia de discussão teórica e prática sobre mídia educação

 

 

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Concurso premiou os cinco melhores contadores de histórias

A final do Concurso Literário “O melhor contador de histórias, da LBV” foi realizada no dia 13 deste mês, as apresentações foram no Centro Comunitário de Assistência Social da LBV aberta à comunidade e com entrada franca. Uma iniciativa que busca despertar nas crianças o gosto pela leitura, além de premiar todos os participantes com certificados e os cinco melhores com trofeus.

O concurso é realizado pela instituição desde 2008, sempre no mês de abril, em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil e Dia de Monteiro Lobato (18) e Dia Mundial do Livro (23). Em 2010 foi incluído, através de Lei Municipal, no calendário oficial de eventos do município de Maringá. Neste ano, excepcionalmente, as apresentações ocorreram em junho.

A corretora de imóveis, Elisangela Martinz de Oliveira, é mãe da quinta colocada no Concurso, Lorena de Oliveira Luiz, e conta que para a apresentação foi um mês de ensaio em frente ao espelho junto com a filha, e que mesmo se Lorena não tivesse ganho o prêmio já seria vencedora só pelo esforço e desenvoltura em frente ao público.

As atividades que anteciparam a final do Concurso foram realizadas durante o contra turno escolar e buscaram “dar vida” às histórias infantis. As crianças tiveram acesso a diversos títulos de histórias infantis e a liberdade de escolher uma que mais as identificassem, tiveram um tempo para realizar a leitura do livro e após todos estarem familiarizados com a história aconteceu a prévia apresentação dos participantes, que foram avaliados por critérios semelhantes ao da fase final e os melhores classificados para a apresentação para os pais e a comunidade.

Os atendidos pela instituição utilizaram a criatividade para compartilhar com os colegas o livro que leram. A caracterização e a interpretação deram um brilho especial a cada apresentação e colocaram os pequenos dentro de um mundo imaginário como protagonistas da história.

A classificação de primeiro lugar no Concurso foi de Lauren Possidonio, que na apresentação teve a colaboração do primo Wesley Rafael Possidonio. Juntos eles recontaram a história “Lucas, um intruso no formigueiro”, os pequenos que decidiram participar de última hora ficaram alguns dias até meia noite desenhando e montando o cenário. “Com a minha apresentação aprendi que não podemos machucar, nem menosprezar as pessoas, somos todos iguais. Eu não esperava a vitória, estou muito feliz!”, comemora Lauren.

“O resultado desta ação é um entrosamento maior das crianças com os livros. A procura pelos títulos cresce muito e desperta um gosto maior pela leitura. Para a realização das apresentações é importante ressaltar que a família tem um papel primordial, participando ativamente das produções das crianças, isso fortalece a união nos lares e coloca os pais em contato direto com a atividade. Essa participação pode ajudar para que esse trabalho de incentivo à leitura continue em casa”, relata o assessor de imprensa da LBV, Paulo Araújo.

O corpo de jurados, que avaliou as melhores apresentações na final, foi composto por membros da Academia de Letras de Maringá e representantes da equipe do Diário na Escola.

Corpo de jurados e os vencedores do Concurso Literário “O melhor contador de histórias, da LBV”

Foto: Paulo Araújo

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Meio ambiente em pauta

As educadoras da LBV de Maringá estão desenvolvendo com as crianças uma série de ações relacionadas à Rio+20, desde o conhecimento da destinação correta do lixo, o cultivo de uma horta, além de filmes educativos e debates sobre a preservação do meio ambiente. Nesta semana foram utilizados jornais “O Diário” para leitura sobre o assunto e em seguida os atendidos fizeram produção de cartazes. De acordo a equipe da LBV, o uso dos jornais durante as atividades é importante para ampliar os conhecimentos que as crianças estão adquirindo através da leitura de matérias e informações sobre o assunto.

Crédito da Foto: Paulo Araújo

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Instituto Ecofuturo promove Prêmio de educação para sustentabilidade

O Instituto Ecofuturo é uma organização não-governamental que acredita que saber ler, escrever e argumentar com competência é essencial para acessar os conhecimentos necessários para promover a sustentabilidade de todas as vidas.

No dia Mundial do Meio Ambiente, o Instituto Ecofuturo reuniu parceiros e apoiadores para apresentar a proposta do 3º Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade, que conta com a chancela do Ministério do Meio Ambiente, e será lançado oficialmente em 20 de junho.

O tema do Prêmio este ano é Rio+20: E eu com isso?, num objetivo de fazer com que a partir da leitura, diálogo e escrita entre professores e alunos, a sustentabilidade seja compreendida. A realização é 100% via internet e aberta aos educadores sociais e professores de todas as disciplinas e níveis de educação, da básica à universidade, de instituições públicas e também privadas. Serão premiadas as 10 melhores ideias em educação para sustentabilidade executável no cotidiano da escola e da comunidade.

O Prêmio incitará os professores a escreverem uma narrativa em primeira pessoa contando onde estavam, o que faziam e como eram suas vidas, as vidas de seus alunos e da comunidade em 1992, quando acontecia a ECO 92. Depois devem refletir sobre o que mudou de lá para cá, ano da Rio+20, e compartilhar seus pensamentos sobre o que ainda pode melhorar em sua região e qual é a forma de envolver alunos e comunidade para realizá-los em uma prática de ensino-aprendizado sobre sustentabilidade.

As inscrições estarão abertas a partir de 20 de junho e vão até o mês de setembro, o resultado será divulgado em dezembro deste ano. Os vencedores receberão um prêmio de R$ 5 mil e uma coleção de livros de literatura. As instituições em que os educadores vencedores lecionam também recebem a coleção.

O Instituto Ecofuturo disponibilizará aos educadores o site do projeto, publicações de referência que inspiram a refletir e dialogar sobre o tema, roteiro e orientação para os assuntos de conversa e para o projeto, acervo de literatura comentado e comunicação com a organização por meio de e-mail mkt, Blog, Facebook e Twitter.

 

Fonte: Assessoria ECOFUTURO (http://www.ecofuturo.org.br/premio/blog)

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O jornal como recurso pedagógico

Trabalhar com o impresso na sala de aula melhora os índices de leitura, escrita e raciocínio, valoriza a língua portuguesa como patrimônio cultural, amplia as possibilidades de comunicação e expressão, além de relacionar as notícias, reportagens, artigos, charges, cadernos e infográficos presentes nos jornais aos conteúdos escolares e ao nosso cotidiano. A partir desses fatores a professora da Escola Municipal Dr Milton Tavares Paes, de Marialva, Amélia Kasue Watanabe Horita, propôs aos seus alunos que fizessem produções textuais sobre o meio ambiente após pesquisa e leitura no jornal “O Diário”.

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