Mês: outubro 2012



Artigo de Opinião e Carta do Leitor

Na última segunda-feira (29), a equipe do Diário na Escola realizou o encontro pedagógico, “Espaços de argumentação no jornal: artigo de opinião e carta do leitor”, que foi ministrado pela Profª Doutoranda Adélli Bortolon Bazza, aos profissionais da educação da rede municipal de Maringá.

Entre os pontos discutidos pela palestrante podemos destacar: a concepção de linguagem, os gêneros textuais como objeto de trabalho em sala de aula, o artigo de opinião e a carta do leitor.

Confira as fotos do evento que teve a participação de cerca de 100 convidados.

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Mitos: Estrangeiros X Brasileiros

De um lado uma data com séculos de histórias e tradições, mas que veio “importada” ao nosso país.

Do outro, uma reação patriótica surgida há menos de uma década para exaltar nosso folclore. Hoje, os participantes desta disputa não oficial são o Halloween (ou Dia das Bruxas), tradicional feriado dos Estados Unidos e de outros países de língua inglesa, e o Dia do Saci, que busca chamar atenção para nosso mito maior e outras lendas nacionais pouco difundidas hoje em dia.

O Dia do Saci é uma iniciativa da cultura brasileira para convidar as pessoas a conhecer e celebrar as criaturas míticas nacionais em vez das estrangeiras.

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O que você quer ser quando crescer?

Uma pergunta que desde muito cedo faz parte da vida das pessoas. Para ajudar os alunos que estão chegando ao momento de prestar o vestibular, o Rotary de Maringá realizou na última sexta-feira, no campus do Cesumar, a 15ª Mostra de Profissões.

Passaram pelo evento cerca de 10 mil pessoas que tiveram a oportunidade de conhecer 90 carreiras de níveis superior e técnico. Com entrada franca, escolas de Maringá e de toda a região participaram da Mostra que contou com 600 trabalhadores voluntários.

“O objetivo é que os estudantes do ensino médio possam esclarecer todas as dúvidas a respeito das profissões que mais têm interesse e, assim, diminuir o número de jovens que entram para a faculdade sem saber exatamente o que desejam seguir na vida profissional”, esclarece o coordenador geral da mostra, Wagner Simm.

Os visitantes conheceram tanto as carreiras tradicionais: medicina, direito e administração, como também as mais novas: sistemas para internet e redes de computadores, engenharia de software, estética e cosmética, automação industrial e mecatrônica, entre outras.

“Estou olhando um pouco de tudo. Vim na Mostra no ano passado e me interessei por Direito, mas este ano já mudei de ideia. Agora a dúvida é entre Jornalismo e Artes Visuais”, conta Jaqueline Rocco, aluna do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Passionista São Jorge, Jandaia do Sul.

Carreiras técnicas nas áreas de radiologia, prótese dental, enfermagem, mecânica, saúde bucal, estética e fotologia, comissário de bordo e a Polícia Militar, também tiveram espaço.

“Gostei muito de Análise de Desenvolvimentos de Sistemas, é o curso do futuro!”, declara Thiago Bruno da Costa, aluno 2º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Rui Barbosa, de Iguatemi.

Ao visitar os estandes, os jovens tiveram contato com profissionais que já atuam na área e também estudantes das universidades, que esclareceram as peculiaridades de cada curso, desde as atividades que são realizadas no dia a dia da carreira, até o mercado de trabalho, remuneração e indicação das instituições que oferecem a formação.

Estavam disponíveis também salas com testes vocacionais, “reconhecendo as principais habilidades o teste vai apontar as profissões que se encaixam no perfil de cada aluno, pois mesmo chegando a data do vestibular eles ainda têm muitas dúvidas em qual carreira escolher”, afirma a psicóloga, Soraya Ruiz.

Rayane de Paula Lima é aluna do 2º ano de Ensino Médio do Colégio Estadual Alberico Marques da Silva, e estava na Mostra para decidir se é mesmo a graduação de Direito que ela quer fazer, “é um curso que eu gosto, mas é muito concorrido, até para entrar no estande tem fila”.

 

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Mural de Trabalhos

Os alunos das escolas municipais de Sarandi trabalham semanalmente com o jornal em sala de aula. Uma das matérias publicadas em “O Diário” chamou a atenção das crianças. Elas se assustaram com a notícia de que um jovem havia sido morto dentro de uma igreja do município. Após a leitura do jornal e com a orientação da professora do 5º ano “A”, Rosânia de Amaral, a aluna Adrielly Silva de Sá, que estuda na Escola Municipal Ayres Aniceto de Andrade, fez o seguinte quadro comparativo demonstrando como ela gostaria que Sarandi fosse, e na verdade qual a realidade da cidade.

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Trabalhando sobre poema com o jornal

Os alunos do 5º ano da Escola Municipal Professora Lídia Ribeiro Dutra da Silva, de Maringá, sob a orientação da professora Marina Marques Ribeiro, realizaram estudos sobre as características do gênero textual poema, identificando-as na obra “Cidadezinha”, de Mário Quintana. A leitura de uma grande variedade de poemas contribuiu para que a partir da publicação do jornal “O Diário” do dia 28/08/2012, com a manchete “A Cidade da Garoa” escrita por Wilame Prado, fosse elaborado um poema coletivo sobre o conteúdo da notícia.

Em outra aula, cada aluno escreveu seu poema com tema livre e no ambiente educacional informatizado realizaram a digitação e ilustração dos textos. O resultado desse trabalho foi a confecção de um pequeno livreto que reflete o aprendizado, sentimentos e, principalmente, a visualização de que é possível eternizar momentos através das palavras.

 

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Mural de Trabalhos

Wesley Frido dos Santos é portador de deficiência visual e aluno do 5º ano da Escola Municipal São Francisco de Assis, em Sarandi. Com o auxílio da professora Ângela Maria Scalabrini, foi feita a leitura da matéria publicada no jornal O Diário do dia 02/10/2012, com a manchete “Mãe acha armas e drogas e entrega filho à polícia”. Em seguida o aluno produziu um acróstico escrito em Braille sobre o assunto do texto lido no impresso. Confira o resultado do excelente trabalho:

A professora Rosânia Amaral da Silva, da Escola Municipal Ayres Aniceto de Andrade, também em Sarandi, realizou com o aluno Edney de Oliveira Rodrigues Alvez, uma produção textual sobre a violência no município. A criança que tem deficiência visual trabalha com o jornal semanalmente, assim como os demais alunos da classe, a professora lê as matérias com ele, comenta, questiona o assunto e depois solicita que Edney escreva o que compreendeu do conteúdo. Depois do texto escrito em Braille ele o lê para que Rosânia possa ajudá-lo com possíveis correções. No texto a seguir o aluno destaca o alto índice de crimes de violência em Sarandi:

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Ensino através do Braille aproxima alunos do conhecimento

O sistema Braille é um processo de escrita e leitura baseado em 64 símbolos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada, formando um pequeno retângulo vertical. Pode-se fazer a representação tanto de letras, como algarismos e sinais de pontuação. Ele é utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, e a leitura é feita da esquerda para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo.

Em 1825 o código foi criado pelo francês Louis Braille, que perdeu a visão aos três anos e criou o sistema aos 16. Ele teve o olho perfurado por uma ferramenta na oficina do pai, que trabalhava com couro, após o incidente o menino teve uma infecção grave, resultando em cegueira nos dois olhos.

No Brasil o sistema chegou só em 1854, data da inauguração do Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, conhecido na época como Imperial Instituto dos Meninos Cegos. Fundado por D. Pedro II, o instituto já tinha como missão a educação e profissionalização das pessoas com deficiência visual.

O código Braille não foi a primeira iniciativa que permitia a leitura por cegos. Havia métodos com inscrições em alto-relevo, normalmente feito por letras costuradas em papel, mas que eram muito grandes e pouco práticos. Quatro anos antes de criar seu método, Louis Braille teve contato com um capitão da artilharia francesa que havia desenvolvido um sistema de escrita noturna, para facilitar a comunicação secreta entre soldados, já utilizando pontos em relevo. Braille simplificou esse trabalho e o aprimorou, permitindo que o sistema fosse também utilizado para números e símbolos musicais.

Atualmente, existem máquinas de escrever adaptadas para a confecção de textos em Braille e computadores que conseguem transformar um simples comando de voz em um texto adaptado a esse mesmo código. Sem dúvida, o sistema Braille abriu um campo de possibilidades que passam as limitações impostas pelo corpo. Mesmo sem a visão do mundo material, os cegos podem produzir conhecimento, realizar projetos e, principalmente, sentir o mundo a sua maneira.

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Encontro Pedagógico – Espaços de argumentação no jornal: artigo de opinião e carta do leitor

O Diário na Escola realiza, no dia 29 de outubro, o encontro pedagógico: “Espaços de argumentação no jornal: artigo de opinião e carta do leitor”, que será ministrado pela professora convidada, Adélli Bortolon Bazza, que é doutoranda em Letras pela Universidade Estadual de Maringá, UEM.

Os encontros promovidos pelo programa visam trazer embasamento teórico e prático para que os professores utilizem o jornal na sala de aula, como material auxiliar, a fim de contribuir com o ensino e aprendizagem, com ênfase no desenvolvimento da leitura, escrita e oralidade. Nesse, em específico, que será destinado aos professores dos quintos anos da rede municipal de Maringá, os gêneros textuais da esfera jornalística a serem abordados são o artigo de opinião e a carta do leitor.

Mais informação podem ser obtidas pelo telefone: (44) 3221-6050

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Concurso vai premiar escola com 10 mil reais

O Prêmio Parceiros na Educação é realizado pela Faculdade América do Sul, juntamente com o Instituto Cidade Canção e o Instituto Paranaense de Ensino.

A temática do Prêmio este ano é sustentabilidade. O objetivo é integrar a escola e transformar ideias em ações. Assim, a escola é convidada a propor um projeto que a transforme em um lugar mais sustentável.

O aluno ganhador recebe uma bolsa integral de graduação da Faculdade América do Sul,o professor, uma bolsa integral de pós-graduação do Instituto Paranaense de Ensino e a escola ganha 10 mil reais para a efetiva execução do projeto.

As inscrições vão até cinco de Dezembro. Poderão participar alunos do 3º ano do ensino médio de escolas públicas de Maringá e região, e também alunos de cursos técnicos e Ceebja.

O lançamento do Prêmio será dia 23/10 às 19h na Faculdade América do Sul.

Para maiores informações acesse: www.americadosul.edu.br ou entre em contato pelo telefone: (44) 3031-0002.

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Mural de Trabalhos

No mural de trabalhos de hoje, além de atividades das crianças, temos também o exemplo da professora Sonia Maria Geraldo Baylã, da Escola Municipal Dr Osvaldo Cruz, de Maringá, e sua aluna do 5º ano, Giovanna Pereira. As produções textuais falam sobre as publicações da colunista Lu Oliveira, em especial, o texto “Quando a “saldade” não importa”.

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