Mês: outubro 2012



Autores & Ideias: O Brasil e o brasileiro como ficções

O Sesc Paraná realiza , desde 2010, o ciclo literário “Autores & Ideias”, cujo objetivo é reunir escritores nacionais “para debater temas do cotidiano, tendo a literatura como cenário e narrativas das conversas.”

Nos dias 16 e 18 de outubro acontece o último encontro dessa edição, com os convidados Ivan Angelo e Paulo Scott, que realizarão discussões acerca da temática “O Brasil e o brasileiro como ficções”.

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Corrupção é tema de mural

O objetivo desta atividade foi apresentar aos alunos que a corrupção está muito presente no nosso dia-a-dia, mostrar que alguns casos podem começar a ter solução apenas de pensarmos a respeito, e assim mudarmos as atitudes de toda uma sociedade. Para isso utilizou-se como material didático o jornal “O Diário”. O trabalho foi elaborado pela professora Gislaine Regina Camargo, com o 5º ano, da Escola Municipal Maria dos Santos Severino, de Marialva.

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Nova Parceria

A Escola Sabidinho Supremos, de Nova Esperança, é a 117ª instituição a fazer parte do Programa Educacional O Diário na Escola. Os alunos já estão recebendo os jornais para realizar atividades sob a orientação dos professores de história e língua portuguesa. A escola, que este ano completa 20 anos, está preparando um jornal escolar que será um marco na história da instituição.

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Encontro pedagógico proporciona discussão sobre a leitura crítica

Participaram do evento duas turmas de profissionais da educação de Maringá e da região

No último dia 10 a equipe do Diário na Escola realizou o encontro pedagógico “A formação do receptor crítico e ativo na linguagem do jornal”, ministrado pela Prof. Ms. Mariana Ferreira Lopes.

A palestrante deu início aos conteúdos definindo o que é leitura e seus diferentes níveis, que podem ser classificados como sensorial, emotivo e racional. “Ler é deixar de ler com os olhos dos outros e passar a ler com nossos próprios olhos, é realizar transformações na visão de mundo e da cultura”, define Lopes.

Para ler é necessário decodificar os sinais. É válido lembrar que também lemos sons e imagens, a leitura é um diálogo no qual o leitor não só recebe, como interpreta – de diferentes formas – o conteúdo do texto. Na leitura crítica é dado um resignificado, é o ato de relacionar o texto com o contexto, proporciona o compromisso do homem com a realidade na qual está inserido.

Outro ponto destacado durante a palestra foi a leitura crítica dos meios de comunicação, que pode ser realizada tanto na escola, como na família ou na comunidade. É uma interação com o mundo, por isso é importante que os receptores não sejam passivos. “A centralidade da mídia hoje é indiscutível, quase 80% do nosso tempo diário é destinado aos meios de comunicação, as crianças, por exemplo, passam mais tempo em frente a televisão, computador ou videogame, do que com os livros”, destaca Mariana.

Não percebemos a quantidade de informações e notícias que recebemos diariamente, a mídia interfere nas discussões sociais de toda a comunidade. Esta foi outra questão comentada pela ministrante, a relação dos meios de comunicação com a sociedade. “Sabemos do mundo aquilo que a imprensa nos conta, até a realidade chegar para nós ela passa por uma série de filtros, por isso considera-se que os comunicadores reconstroem os fatos a partir daquilo que viram ou ouviram”.

Para finalizar as questões teóricas, Lopes falou sobre a leitura crítica dos jornais, lembrando que por mais que a grande imprensa repasse a ideia de que é neutra, isto é irreal. “Na leitura deve-se compreender qual a linha editorial do veículo de comunicação e os interesses que este defende”, afirma.

Algo que chama a atenção dos leitores nos jornais, são as imagens. A fotografia começou a ser utilizada no impresso em 1842, apenas dois anos após a sua invenção. A foto serve para comprovar que o fato aconteceu, é considerada um discurso assim como o texto, e isso só é possível devido aos elementos fotográficos: ângulo, plano e composição. As legendas das fotos são de extrema importância, podendo destacar determinado ponto da imagem, complementar ou até induzir o leitor à alguma interpretação específica.

Depois de todo o conteúdo teórico apresentado, Mariana fez uma proposta de atividade prática com os educadores participantes do encontro. Assim, os profissionais poderão repassar com maior segurança o conteúdo para os alunos, formando não só leitores críticos, como também cidadãos cada vez mais críticos e participativos da sociedade em que vivem.

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Dia do Professor

A criação da data se deu em virtude de D. Pedro I, no ano de 1827, ter decretado que toda vila, cidade ou lugarejo do Brasil, criasse as primeiras escolas primárias do país, que foram chamadas de “Escolas de Primeiras Letras”, através do decreto federal 52.682/63.

Os conceitos trabalhados eram diferenciados de acordo com o sexo, sendo que os meninos aprendiam a ler, a escrever, as quatro operações matemáticas e noções de geometria. Para as meninas, as disciplinas eram as mesmas, porém no lugar de geometria entravam as prendas domésticas, como cozinhar, bordar e costurar.

A ideia de fazer do dia um feriado surgiu em São Paulo, com o professor Salomão Becker, que propôs uma reunião com toda a equipe da escola em que trabalhava para que fossem discutidos os problemas da profissão, planejamento das aulas, trocas de experiências etc.

A reunião foi um sucesso e por este motivo outras escolas passaram a adotar a data, até que ela se tornou de grande importância para a estrutura escolar do país.

Anos depois a data passou a ser um feriado nacional, dando um dia de descanso a esses profissionais que trabalham de forma dedicada e por amor ao que fazem.

Fonte: Adaptado site Brasil Escola

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Mural de Trabalhos

A professora, Joana de Lourdes Contieri, da Escola Municipal São Jorge, de São Jorge do Ivaí, com o intuito de despertar o interesse pela leitura e escrita distribuía uma vez por semana livros de literatura aos alunos do 4º ano para que eles fizessem a leitura e observassem os pontos mais interessantes da história, com a inferência da professora. Depois de várias semanas com esse trabalho, as crianças montaram seus próprios livros tendo como base a literatura disponível na biblioteca escolar. “Ler e escrever é um trabalho que exige disposição e uma organização coerente de idéias. Os alunos, em sua maioria, encontram dificuldades para produzirem textos compatíveis a seu desenvolvimento escolar, esse tipo de trabalho torna-se fundamental para despertar neles o interesse pela leitura, facilitando a escrita e o nível de interpretação para os diversos gêneros textuais dispostos em nossa sociedade, em especial a leitura dos jornais em sala de aula”, destaca a coordenadora pedagógica, Eliana Regina Sossai Moreno.

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Promoção sobre o trânsito premia alunos e professores de Maringá e região

No último dia 04, os vencedores da Promoção Cultural Semana Nacional do Trânsito foram até a sede da VIAPAR e participaram de uma tarde de festa e entrega de prêmios. Os autores das sete melhores frases e suas respectivas professoras foram homenageados tanto pela equipe do Diário na Escola, como pela concessionária de rodovias.

No evento estavam presentes além dos ganhadores, parte da diretoria das escolas, representantes da secretaria de educação dos municípios, familiares dos alunos e os organizadores da ação.

“Esse tipo de concurso forma novos leitores e porque não dizer, novos cidadãos”, afirma o assessor de comunicação da VIAPAR, Marcelo Bulgarelli.

As sete melhores frases, entre as mais de 400 recebidas, foram publicadas durante a Semana Nacional de Trânsito, de 18 a 25 de setembro, no jornal O Diário. O principal objetivo da Promoção é promover a reflexão sobre o trânsito, fazendo das crianças as multiplicadoras de atitudes cidadãs.

A seleção das frases recebidas foi feita em três etapas. Primeiro pela equipe do Diário na Escola, em seguida pela coordenadora do Projeto Vamos Ler, de Ponta Grossa, Talita Moretto, e por fim pelo departamento de comunicação da VIAPAR, para assim chegar às sete melhores. A seleção foi considerada “extremamente difícil” pelos organizadores.

A professora Nívia Maria de Brito Oliveira, que leciona para as alunas vencedoras, Letícia Goulart e Nayra Larissa da Silva, da Escola Municipal Antenor Balarotti de Astorga, conta que os alunos adoram trabalhar com o jornal e com isso são incentivados a ler e melhoram o aprendizado. “Quando recebemos a notícia de que duas, das sete frases vencedoras, eram da nossa escola foi uma festa! As alunas são muito estudiosas e mereceram o prêmio”, comemora.

“Eu não esperava ganhar, com a divulgação das frases espero que as pessoas não bebam e saiam dirigindo e que respeitem todas as leis de trânsito”. Matheus Saymon dos Santos da Silva, ganhador e aluno da Escola Municipal Barão do Rio Branco, de Mandaguaçu. A professora do Matheus, Sandra Vicente Valenssola relata que o aluno sempre foi muito responsável e que a família dele também participa muito nos trabalhos da escola, o que melhora a interação do aluno. “Estamos todos muito orgulhosos”, destaca.

Este ano o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) definiu o tema da Semana Nacional de Trânsito 2012 como: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a Velocidade, Preserve a Vida”. Portanto todas as frases vencedoras tiveram relação com a temática “velocidade”.

A ganhadora e aluna da Escola Municipal 9 de Dezembro, de Santa Fé, Maria Clara Collar Berni, disse que ficou surpresa com o resultado e alerta que no trânsito as pessoas precisam se respeitar mais, começando por diminuir a velocidade nas ruas e estradas. Maria Izabel Collar é mãe da vencedora e relata que Maria Clara sempre foi boa aluna e adora ler, “a produção da frase dela foi dentro do carro, durante uma viagem que estávamos fazendo, podemos dizer que ela realmente fez o trabalho na prática”, comenta a mãe.

“O prêmio de hoje é o resultado de toda uma vida de trabalhos com o aluno, desde que ele estava na pré-escola. Esse tipo de concurso incentiva muito nossas crianças, melhora a auto-estima delas. Com certeza, esse é o primeiro passo para outras vitórias”, enfatiza a professora da Escola Municipal Ayrton Plaisant, de Maringá, Maria de Jesus Orsini, que leciona para o vencedor Lucas de Souza Werlang.

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Cidadania em pauta

Baseada na oficina pedagógica criada pela equipe do Diário na Escola, “Trabalhando cidadania com o jornal” a professora e orientadora social, Elis Regina Picoli, desenvolveu uma excelente atividade com os alunos do Projovem de Ourizona.

Os adolescentes assistiram ao filme “Cartas para Deus” e fizeram um debate, enfocando os valores e as atitudes dos cidadãos, e comparando com o personagem Tyler, um menino vítima de câncer que escrevia cartas para Deus pedindo ajuda para ele e  para outros que necessitavam.

Em outro encontro foi realizada a leitura de um texto intitulado “10 atitudes cidadãs”. Depois a turma foi dividida em três equipes e cada uma confeccionou um cartaz com quadros comparativos de atitudes cidadãs e não cidadãs, usando como material ilustrativo notícias e imagens do jornal O Diário.

Por fim cada equipe apresentou seu trabalho para as demais. Na próxima aula os adolescentes irão apresentar o conteúdo para a equipe de funcionários do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) do município.

No cartaz, exemplos de notícias sobre os dois tipos de atitudes cometidas pelos cidadãos

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Visita ao Diário

Esta semana foi a vez dos alunos da Escola Municipal Menino Jesus, de Uniflor, conhecerem as instalações do jornal O Diário. No passeio eles descobriram como funciona a produção da notícia no impresso, o trabalho de cada profissional da área, e por fim, o sistema de impressão e distribuição do jornal.

 

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Atividades com o impresso também despertam interesse nos alunos da EJA

A Educação para Jovens e Adultos (EJA) de Atalaia, realiza semanalmente diversas propostas em sala de aula utilizando o jornal O Diário. Em um dos encontros a professora de história e geografia, Edna Coelho Bolonha, trabalhou com os alunos sobre a desigualdade social, temática muito presente nas matérias do impresso.

A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. Segundo dados da Organizações das Nações Unidas (ONU), em 2005 o Brasil era a 8º nação mais desigual do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade de renda, divulgou em 2009 que a do Brasil caiu de 0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade).

Os que vêm de família modesta têm, em média, menos probabilidade de obter um nível alto de instrução. Os que possuem baixo nível de escolaridade têm menos probabilidade de chegar a um status social elevado, de exercer profissão de prestígio e ser bem remunerado.

Os objetivos das atividades propostas pela professora Edna foram verificar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o assunto, levar à compreensão da desigualdade social presente nas notícias e descobrir qual o sentimento dos alunos através da análise de imagens e textos.

A turma foi dividida em dois grupos e cada equipe recebeu duas edições diferentes de O Diário. A missão dos estudantes foi encontrar no material fatos que apresentassem a desigualdade social, em seguida montar cartazes com quadros comparativos e os seguintes títulos “País que temos” e “País que queremos”. Depois das imagens e notícias já coladas os alunos ainda escreveram sobre seus sentimentos em relação ao que leram no jornal.

A fim de adquirir maior conhecimento, os estudantes procuraram no dicionário o significado das palavras “desigualdade” e “social”.

Para fechar a aula a professora solicitou uma produção textual, os alunos Ivanildo, Marta, Maria e Maria do Carmo fizeram um acróstico mostrando que compreenderam o assunto e também a atividade proposta.

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