Mês: abril 2013



Mural de Trabalhos

Na Escola Municipal Padre Mateus Elias, em Doutor Camargo, é realizado semanalmente atividades em sala de aula utilizando o jornal como fonte de pesquisa e de conhecimento. Os alunos do 5º ano separaram frases de notícias publicadas no Diário com o tema “Dengue” e transformaram em manchetes para chamar a atenção e conscientizar as pessoas, espalhando o trabalho por toda escola em formato de cartazes.
A diretora, Sidineia Aparecida Guiraldi Rocha, destaca que o uso do jornal em sala de aula como meio de comunicação, torna-se relevante no âmbito pedagógico. “Na medida em que o professor o utiliza em suas práticas como meio de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita, possibilita a construção do conhecimento dos alunos e contribui para a formação de leitores críticos, criativos e autônomos”.

Para a realização da atividade, a professora Edilaine Ghiraldi entregou um jornal para cada aluno.  Em seguida pediu que as crianças escolhessem uma notícia que mais lhe chamasse atenção. Pediu que eles fizessem a leitura da matéria, recortassem e colassem no caderno.
Em seguida, os alunos responderam às questões:

– Titulo da notícia;

– Data do fato;

– Local do acontecido;

– Finalidade daquela notícia;

– Assunto.

Cada estudante falou oralmente suas respostas para o grupo. Depois, transformaram a notícia em manchete do jornal no caderno.  Coletivamente, escolheram uma dessas manchetes para montar a capa do jornal construindo assim um cartaz.

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Opinião

Alunos da Escola Municipal São Jorge, de São Jorge do Ivaí, escreveram sobre a importância em utilizar o impresso como material didático em sala.

 

“O jornal é importante porque nos ensina e proporciona interesse pela leitura, além de nos informar sobre o que acontece.” – Giovana Gorla, Nathalia Zuculatto e Vitor Siqueira.

“É interessante para quem quer aprender a ler. Nele encontramos vários gêneros textuais e notícias importantes.” – Camila Alexandra Pinho

“O jornal nos apresenta textos e reportagens importantes para produzirmos os trabalhos solicitados.” – Ariadni Ribinski, Bruna Rissi, Maria Fernanda Pachedo e Gabriela Miguel.

“O jornal faz uma transformação no aluno, além de encontrarmos tudo o que procuramos, como a compra e venda de carros.” – David Aurélio e Wesley Sartori.

“No jornal podemos ler sobre várias notícias, como a que falou da tragédia do ônibus que caiu e matou sete pessoas no RJ.” – Carlos Eduardo dos Santos, Kaiki Cassita e Luan Chagas.

“Para mim, o jornal é igual a um livro.” – Daniel Camargo dos Santos

 

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Jornal conquista alunos e os estimula à leitura

Assim podemos descrever os estudantes do 5º ano da Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí. Semanalmente, as crianças trabalham em sala de aula com o jornal e de acordo com a professora, Rosângela da Silva Oliveira o interesse pela leitura tem aumentado muito.

“O trabalho com o jornal é muito gratificante, meu objetivo era desenvolver em sala atividades de leitura com os gêneros textuais: anúncios, notícias e reportagens. Percebi que com o impresso os alunos conseguiram compreender bem o conteúdo, além de participarem mais das leituras e darem até opiniões referente ao que leram”, destaca a professora.

Os alunos Davi dos Santos, Catarina Ribeiro, Maira Prete e Amanda Kely Bidurin consideram que “o impresso é muito importante na sala de aula, pois é educativo, informativo e divertido”.

Em uma das aulas com o jornal, Rosângela solicitou aos estudantes que após a leitura eles recortassem um anúncio de oferta de emprego e depois criassem um anúncio se oferecendo para trabalhar. A próxima etapa da atividade foi a de recortar uma foto de alguma notícia e especificar o título da matéria, dia da publicação, nome do jornal, qual o assunto tratado na reportagem e por fim, expressar sua opinião sobre o que leu. Confira:

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Uma viagem pela capa do jornal

Hoje você vai conhecer as principais definições e elementos que compõem a capa do jornal O Diário.

Esta é a página mais importante, nela encontramos as principais informações e destaques de todos os fatos que serão notícia no interior do impresso. A capa do jornal tem como principais elementos: cabeçalho, manchete, texto chamada e fotografia, como aparecem todos os dias na primeira página, podem ser considerados fixos.

O cabeçalho localiza-se no topo da capa e se repete em todas as edições. É constituído pelas informações gerais sobre a publicação ou marcas de referência do jornal que chamamos de aparatos da edição: o nome do jornal, a data, o número da edição, o preço, horário de fechamento da edição e o logotipo.

A propriedade mais trivial do nome do jornal é a de ser o primeiro elemento que a capa oferece à visão. Trata-se de um elemento com local bem determinado, de onde não se pode extraí-lo sob pena de perder seu sentido.

A data, o número da edição e o preço apresentam-se bem pequenos, porém, por serem elementos com local determinado na capa de jornal, são fáceis de ser notados e consultados.

As manchetes são os títulos considerados pela redação, como os de maior importância entre as notícias contidas na edição. Visualmente elas contribuem na estruturação das capas do jornal, tornando-as mais atraentes. São estampadas, geralmente, na parte de cima ou no centro da capa e destacadas por letras grandes. Também contribuem para que o leitor crítico possa criar uma imagem da identidade do jornal ou de sua linha de informação. As manchetes, em sua maioria, dão uma ideia geral dos fatos que precedem, mantém consistência com o texto e impressionam, pois em poucos segundos, informações e sensações invadem o leitor.

O texto chamada é o elemento que traz a indicação do caderno e o número da página interna onde está impressa a matéria completa. Pode se constituir de frases, fotos ou simplesmente palavras.

As chamadas de capa têm sua localização na primeira página dos jornais, pois remetem o leitor a páginas internas que trazem a notícia ou reportagem completa, em geral, são constituídas por um título e a síntese (resumo) de um texto interno, o conjunto de chamadas na capa de jornal é a vitrine da edição, funcionando para seduzir o leitor à compra e leitura dos textos internos do jornal.

A fotografia é outro elemento imprescindível na capa de jornal atualmente, pois quebra a monotonia dos textos e serve como documento dos fatos. Entre as várias funções da fotografia jornalística destaca-se as seguintes: comunica o leitor ao simples olhar de uma parte importante da notícia, desperta a atenção para o assunto, às vezes transmite mais impressões do que as palavras e proporciona variedade às capas, tornando-as atraentes.

As fotos criam um ponto visual, imediatamente percebido pelo leito, e é nele, muitas vezes, que concentra inicialmente a sua atenção.

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Prova Brasil é tema de encontro pedagógico do Diário na Escola

No dia 15 de abril cerca de 150 professores, participantes do Diário na Escola, estiveram presentes no primeiro Encontro Pedagógico deste ano, que teve como temática: O jornal como aliado para estudos da Prova Brasil, ministrado pelas professoras mestre Adélli Bazza e Maísa Cardoso.

A educadora de Sarandi, Cecidia Santana Navarrete conta que a capacitação veio no momento exato. “Precisamos de orientação para encaminhar nosso trabalho, com conteúdos que visem um bom desempenho do aluno na Prova Brasil”.

O encontro teve início falando sobre a leitura, cada um dos seus níveis, seguiu para os descritores exigidos na Prova e por último para questões e atividades práticas com o jornal impresso.

Para a ministrante Maísa algo muito importante é a possibilidade de “praticar a prática” através das oficinas. “Os encontros são momentos de discussão teórica da Linguística Aplicada que são vivenciadas nos exercícios propostos nas oficinas. O grupo que esteve presente está de parabéns, pois participaram muito e produziram discussões, repensaram e refletiram sobre suas perguntas de avaliação de leitura através da elaboração das questões em grupos. As trocas, as ideias compartilhadas e as dúvidas que surgem quando vamos para a parte prática da oficina são fundamentais, pois auxiliam a explorar mais ainda os conhecimentos adquiridos na discussão teórica.”

Maísa destaca que aquela dúvida, “Como isso pode ser pensando em sala de aula?” acaba sendo minimizada, quando, na segunda parte da oficina, o professor produz materiais e troca experiências. “Creio que essa é uma qualidade incomparável do Programa. Todos saem ganhando!”, enfatiza.

A professora de Flórida, Patrícia de Paiva Grilo concorda com o que a palestrante apontou acima. “De forma clara e objetiva nos foi apresentado os descritores de leitura da Prova Brasil esclarecendo como aplicar atividades que envolvam este assunto”.

A ministrante Adélli obseva que a oficina foi realizada com o objetivo de apresentar o jornal como subsídio para o trabalho em sala de aula e, consequentemente, preparar os alunos para a Prova Brasil. “Focamos o desenvolvimento da leitura em sala, visto que a prova constitui-se como um importante instrumento de avaliação, entre outras habilidades, da leitura desses alunos. Sabemos que um bom domínio de leitura é necessário não só nas aulas de Língua Portuguesa, mas para a aprendizagem de qualquer disciplina. Mais que isso, ler e interpretar é condição para a vida de todo cidadão. Por isso, foi muito satisfatório perceber a preocupação dos professores participantes da oficina, com o trabalho de leitura nas suas salas de aula.”

Durante o dia, foram discutidas diversas formas de realizar atividades de leitura, principalmente por meio da elaboração de perguntas. Como resultado desse trabalho, os professores propuseram inúmeras questões sobre textos encontrados no jornal, as quais poderão ser utilizadas por eles em suas turmas.

“Como professora, considero esse trabalho extremamente gratificante, por poder trocar conhecimento com profissionais comprometidos. No final, ganhamos todos: formadores, professores e alunos. Que venham as próximas oficinas!”, afirma Adélli.

A professora de Itambé, Suelena Yoshie Giraldelli Jaqueta participou pela segunda vez de um encontro promovido pelo Diário na Escola e conta que, “toda contribuição para o enriquecimento de conhecimento e ideias para trabalharmos e nos prepararmos para a Prova Brasil é sempre muito importante”.

A concessionária VIAPAR subsidia a participação de cerca de 900 alunos no Diário na Escola, dando oportunidade aos professores dessas de receberem a capacitação necessária para trabalhar com o jornal em sala de aula. Natália Godoy é estudante de Letras da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e participa do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) no Colégio Estadual João XXIII, em Maringá, com o apoio da VIAPAR, semanalmente, ela recebe o jornal no colégio e pode realizar atividades com seus alunos do 1º ano do ensino médio. “Gostei muito da iniciativa do Programa em promover encontros como este, todos estavam muito interessados e pudemos aprimorar nossos conhecimentos com palestrantes que souberam passar de forma adequada seus conhecimentos.”

No momento da oficina em que os participantes desenvolveram atividades práticas, o resultado foi excelente, por isso nas próximas semanas a equipe do Diário na Escola vai preparar um material que será encaminhado para todas as instituições de ensino parceiras, com sugestões de atividades produzidas pelos professores que estiveram na oficina.

O próximo encontro pedagógico está agendado para dia 22 de maio com os educadores da rede municipal de Maringá e terá como temática; O trabalho com o jornal: A diversidade dos gêneros presentes no universo jornalístico.

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Violência Escolar

Duas notícias intrigaram a sociedade na semana passada. Primeiro, o caso da professora de uma escola estadual de São Paulo, que ficou com o olho roxo depois que um aluno jogou uma lixeira no rosto dela dentro da sala de aula. Ela contou que os estudantes apagaram as luzes da escola para causar confusão e, nesse momento de escuridão, um deles a atingiu. O agressor ainda não foi identificado.

E segundo, o caso de uma professora do Paraná que foi demitida por causa de um castigo que aplicou a um aluno. Ela colocou uma fita adesiva na boca da criança para calar o menino, de oito anos, que estava fazendo bagunça. Foi durante uma aula de artes em uma escola municipal em Dois Vizinhos. A mãe do menino procurou a diretora do colégio, que disse que a professora era recém-formada e tinha pouca experiência em sala de aula.

A Secretaria de Educação demitiu a educadora nas duas escolas onde ela trabalhava. Já o Conselho Tutelar da cidade, encaminhou o processo ao Ministério Público. O menino continua frequentando a escola e está sendo acompanhado por uma psicóloga.

Em tempos nos quais os índices de violência são altos para os padrões atuais, vivemos fortes experiências de medo, irracionalidade e perda de controle, sentimentos tão contrários a ideia de paz. Exemplos disso são situações como briga nas escolas, vandalismo, consumo de drogas ou agressão a professores e alunos.

Pesquisas recentes realizadas pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em vários estados do Brasil, inclusive no Paraná, bem como, a experiência prática no cotidiano das escolas, indicam que o fenômeno da violência escolar é um problema que tem se agravado. Por isso, em função de sua natureza complexa, exige consistência e formas variadas de intervenção para sua redução e prevenção.

De acordo com o conselheiro tutelar de Maringá, Vandré Fernando, as ocorrências de violência escolar em Maringá chegam diariamente. “São casos de cyber-bullying, bullying, agressões psicológicas, verbais e físicas. Entre alunos e entre alunos com professores. Dias atrás atendi o caso de quatro crianças que “pisaram” (subiram no teto e capô dos carros e pularam, amassando a lataria) nos carros de duas professoras, os pais vão pagar os consertos.”

Pode-se apontar alguns aspectos relacionados a isso, como educadores não capacitados para lidar com a situação, problemas de gestão e de liderança escolar, ação policialesca com os alunos, etc.

Como educação e violência se entrelaçam? Um ambiente de crianças e adolescentes que deveria ser, a priori, tomado por momentos de descobertas, curiosidades, alegrias, amizade e companheirismo. A escola é um lugar de busca de conhecimento produzido pela humanidade e compartilhado para as novas gerações. Dessa maneira, serve como espaço para o exercício da cidadania e para alcançar este objetivo, a instituição deve ser acolhedora, inclusiva e segura.

A escola é um dos ambientes mais propícios para o aprendizado de valores que norteiam uma sociedade pacífica com respeito, ética e justiça.

“A sociedade é o principal responsável por estes atos de violência nas escolas. Acredito que não devemos chamar de violência escolar, devemos chamar de violência comunitária considerando que o ambiente escolar é o ponto de encontro das diferentes educações, comportamentos, escalas de valores culturais e sociais. Na escola o aluno repete o que é lhe ensinado e os exemplos que recebe da família, da mídia, do bairro/condomínio onde reside. A violência acontece no espaço escolar, mas na maioria das vezes é gerada em outros ambientes”, afirma Vandré.

As crianças e jovens estão sempre se espelhando nos adultos a sua volta. Responsáveis pela educação por meio de ensinamentos e, principalmente de atitudes, são para os pais, mães, educadores, policiais, políticos, autoridades, que se deve direcionar o olhar.

O conselheiro alerta que a violência é um comportamento que deve ser trabalhado entre todos, até porque as crianças têm exemplos de violência a todo o momento. “Vejamos o trânsito, o MMA que é o esporte do momento, jogos virtuais… Adianta  a escola ensinar que não pode agredir as pessoas e o aluno chegar em casa e a família se agredir? Adianta a família educar que não pode agredir as pessoas e a criança sair na rua e ver adultos discutindo no trânsito? Por isso que violência é problema de todos, e é muito comum o sistema julgar por agressão os hematomas físicos. Na verdade o termo agressão é muito amplo, alienação parental é violência, falta de serviços públicos é violência, violência gera violência na maioria dos casos. Também é comum o sistema tratar, se é que trata, o efeito e não a causa.”

Para amenizar este problema o trabalho deve ser em conjunto com aluno, família, escola, rede de atendimento à criança e ao adolescente, técnicos (Psicólogos, Pedagogos, Assistentes Sociais, Sociólogos, Advogados) e governos.

Cada caso deve ser avaliado com suas particularidades, cada um tem suas realidades,  e depois de identificado os problemas devem partir para o campo da solução com a realização de atividades educativas, esportivas e culturais. Lembrando que uma mudança de comportamento não é do dia pra noite, mas necessita de investimentos diários.

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Analfabetismo Virtual

O “internetês” é a linguagem utilizada nas salas de bate-papo como messenger, facebook, blogs e outros. Como foi se tornando uma prática na vida de todos, as pessoas que utilizam esses serviços passaram a abreviar as palavras de forma que essas tornaram-se uma configuração quase que padronizada.

É uma prática comum entre os adolescentes que, acostumados com a rapidez do mundo dos instantâneos e dos descartáveis, utilizam as abreviações como meio de agilizar e dinamizar as conversas. Como se não bastasse, criaram os bichinhos e palavras que piscam o tempo todo, chamados gifs, para os bate-papos ficarem ainda mais atrativos.

Jéssica Caroline Miato, de 18 anos, conta que começou a escrever de forma abreviada no início pela praticidade, hoje o hábito ocorre pelo fato de todas as pessoas com que conversa na internet, também escreverem desta forma. “Minha mãe reclama bastante, principalmente por não conseguir entender o que eu escrevo”.

Já a estudante Eduarda Yabushita da Silva, de 16 anos, confessa que as abreviações na escrita virtual são por conta da preguiça em escrever as palavras da forma completa. “Quando estou escrevendo as falas para os meus amigos pelo chat, geralmente faço outra coisa ao mesmo tempo, então preciso de agilidade”.

Para a linguagem escrita, essa não é uma prática vantajosa. Além dos jovens terem pouco contato com o mundo dos livros, justamente por estarem mais ligados às novidades virtuais, vão perdendo as formas padrões da ortografia, que podem ficar comprometidas pela falta de contato com a grafia correta.

A necessidade de interagir utilizando o teclado do computador fez com que, rapidamente, o “internetês” se difundisse àqueles que tem acesso à internet. O grande problema que existe é o uso dessa linguagem em locais onde ela não é apropriada, como é o caso da escola.

“Nas minhas produções textuais em sala de aula não costumo cometer erros de ortografia, consigo separar os momentos em que digito e os momentos em que escrevo da forma manual, mas nos trabalhos digitados as abreviações, infelizmente, acabam escapando”, relata Jéssica.

Algumas palavras foram abreviadas de forma incorreta, comprometendo a ortografia, tais como: vc – você, blz – beleza, naum – não, cmg – comigo, neh – não é ou né, kd – cadê, etc.

Dessa forma diferente de escrever, costumamos nos deparar com textos totalmente errados, que chocam as pessoas que preservam a forma padrão da escrita. A frase a seguir, encontrada na internet, é um exemplo disso: “naum eskreva feitu retardadu na net pq tem jenti lendu o q vc escrevi”.

Essa forma de escrita não facilita em nada, pois torna-se muito mais difícil para quem já possui conhecimentos ortográficos.

É bom lembrar que também não têm nada a ver com os acrônimos – siglas de palavras que foram universalmente estabelecidas – úteis nas telecomunicações, uma vez que permitem condensar várias palavras em poucas letras, como nos telegramas. Foram criados para serem utilizados mundialmente, de forma que não comprometessem a ortografia das línguas, o que não acontece com as abreviaturas do “internetês”.

As escolas devem trabalhar muito esse aspecto, pois não se pode permitir que a escrita correta das línguas sejam destruídas diante das banalidades virtuais. As famílias também devem colocar limites para os jovens, proporcionado a eles outras práticas de diversão, bem como os estimular à leitura de livros e revistas adequados à idade de cada um.

Quando a criança ou o adolescente convivem com exemplos de pais que leem dentro de casa, eles não resistem à leitura, e sabemos que este é um fator que enriquece o vocabulário, oportuniza o aprendizado da gramática bem como da ortografia, além dos prazeres proporcionados pelo hábito de ler.

Assim, é necessário buscar formas de fazer os jovens não levarem esses aprendizados para a escrita formal, pois estes serão prejudicados tanto na fase escolar, como na vida profissional.


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Convite: Palestra com Celso Antunes

O Colégio Axia e a Criarte, parceiros da Faculdade Cidade Verde, organizam o Ciclo de Palestras com apoio da CBN Maringá e o Teatro Marista. O oferecimento é do Sistema de Ensino Pueri Domus.

O evento ocorrerá dia 17 de abril, às 19h30, no Teatro Marista. Para participar basta levar um livro de literatura novo ou usado e entregar na recepção do evento. Os livros arrecadados serão utilizados nos projetos sociais da Criarte, Axia e CBN.

A palestra intitulada “As cinco questões significativas para um Ensino Eficiente”, será ministrada por Celso Antunes, um dos nomes mais renomados da área educacional no Brasil e autor de mais de 180 livros didáticos.

Antunes é formado em Geografia, Especialista em Inteligência e Cognição e Mestre em Ciências Humanas pela Universidade de São Paulo (USP), sócio-fundador de “Todos pela Educação”, sociedade civil que reúne lideranças sociais, representantes da iniciativa privada e educadores.

O palestrante também é membro da Associação Internacional pelos Direitos da Criança Brincar da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Embaixador da Educação da Organização dos Estados Americanos e Colaborador Emérito do Exército Brasileiro.

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