Mês: maio 2013



Mural de Trabalhos

Em Flórida os alunos do 5º ano desenvolveram uma atividade bem divertida. A professora da Escola Municipal Duque de Caxias, Patrícia de Paiva Grilo, levou o jornal O Diário para a sala de aula e explicou para as crianças sobre horóscopo e astrologia. Em seguida, cada um recortou o símbolo dos signos, colou em um papel e escreveu suas previsões. Algumas crianças ainda brincaram: “Professora, no meu signo só vou escrever coisas boas!”. Confira as previsões feitas pelos alunos Arthur e Felipe do 5º ano “B”.

 

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Família e escola fazendo a diferença

A professora Rosângela da Silva Oliveira, da Escola Municipal de São Jorge do Ivaí, preocupou-se com uma questão muito importante, a participação da família na escola. Pensando nisso, desenvolveu um projeto que tem o objetivo de tornar os responsáveis pelos alunos mais presentes nas atividades escolares.

O primeiro encontro com os pais deixou a professora ainda mais motivada, pois a aceitação foi unânime. Os alunos também entusiasmados com a iniciativa produziram slogans e logotipos para a campanha. Entre as próximas ações pode-se destacar; pesquisa da árvore genealógica, contação de histórias do passado familiar, visita ao Lar dos Idosos e quadrilha na Festa Junina em que pais e filhos vão dançar juntos.

“A maior proximidade da família nas atividades desenvolvidas pela escola faz com que os alunos tenham mais comprometimento em suas ações, pois a criança passa a fazer algo para alguém, e esse alguém são os pais”, conta a professora Rosângela.

Sabe-se que é na família que a criança tem seu primeiro contato com a sociedade, por isso a importância da união de escola e pais na formação educacional dos pequenos. A qualidade da educação básica depende, cada vez mais, dessa parceria.

A enfermeira e mãe, Marineide Aparecida Pinheiro de Oliveira conta que tem uma relação de confiança com a escola em que a filha estuda. “Participo das reuniões de pais, estou sempre em contato por telefone com a professora para me informar sobre o desempenho da Andressa em sala de aula e assim consigo ajudá-la nos deveres de casa e qualquer outra dificuldade”.

A filha de Marineide, Andressa Pinheiro de Oliveira, tem 10 anos e acha muito importante essa relação que os pais dela têm com a escola. “Não é só a professora que me ensina, em casa, meu pai e minha mãe também cobram e ajudam, assim me sinto cada vez mais no dever de fazer tudo certo e de prestar mais atenção nas aulas”.

A psicóloga clinica, Grasiela Milani salienta que a demonstração de interesse dos pais na vida escolar dos filhos é fundamental no processo de aprendizagem. “A criança sente-se valorizada e segura, aumentando a autoestima. Assim, desenvolve habilidades sociais adequadas obtendo melhor desempenho nas atividades e estabilidade emocional, o que acarreta em menos problemas comportamentais e de aprendizagem, o que lhe possibilita sucesso na vida escolar”.

A participação dos pais na educação dos filhos deve ser constante, afinal, as rotinas familiares e escolares se completam. Torna-se necessária a união de todos para o bem-estar do educando. Cuidar e educar envolve estudo, dedicação, cooperação, cumplicidade e, principalmente, amor de todos os responsáveis pelo processo, que é dinâmico e está sempre em evolução.

Pais e professores não podem perder de vista que, apesar das transformações pelas quais passam a família, esta continua sendo a primeira fonte de influência no comportamento, nas emoções e na ética da criança.

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Mural de Trabalhos

A Escola Municipal Massami Koga, de Sarandi, é uma das instituições que recebe o jornal semanalmente para desenvolver atividades em sala de aula. Após a leitura do impresso, a professora Júlia, do 5º ano “B”, solicitou aos alunos que escolhessem uma notícia e produzissem uma história em quadrinhos. O aluno Carlos Eduardo, depois de ler uma matéria sobre o aumento dos casos de Dengue, fez uma HQ aconselhando as pessoas a manterem os ambientes limpos para que seja evitada a proliferação do mosquito.

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Secretaria de educação de Maringá promove evento para profissionais da área

A secretaria de educação de Maringá promoveu, entre os dias 13 e 20 de maio, a I Semana de Saúde Mental Preventiva, uma ação destinada a todos os servidores das unidades de ensino do município. O projeto cumpriu o objetivo de atender ao “Programa Municipal de Saúde Mental Preventiva”.

Neste primeiro encontro, quatro mil profissionais puderam refletir sobre a importância da qualidade de vida na prevenção de situações potencialmente geradoras de patologias.

“Organizamos o evento pensando na qualidade de vida do profissional, não só do professor, mas da equipe de coordenação, administrativo, serviços gerais, todos aqueles que diariamente estão no ambiente escolar”, enfatiza a gerente de apoio interdisciplinar de Maringá, Lúcia Catto Magalhães Campelo.
Os participantes tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos a cerca dos cuidados com a saúde do corpo e da mente, pois a secretaria municipal de educação em parceria com a UniCesumar organizaram uma agenda onde os profissionais assistiram a diversas palestras com temas ligados a cada área específica de atuação. Docentes dos cursos de enfermagem, farmácia, nutrição, psicologia e fonoaudiologia não somente compartilharam seus conhecimentos, como também, ofereceram seus serviços fazendo aferição da pressão arterial, teste de glicemia e massagem.

Durantes esses cinco dias em que milhares de profissionais puderam vivenciar esta experiência, pode-se dizer que o resultado foi muito positivo. Segundo a professora Patrícia Gongora Rosa a iniciativa foi muito boa, pois, ela tem consciência que precisa mudar e muito seus hábitos; “percebi que estou fazendo tudo errado, preciso mudar meus hábitos para ter uma vida mais saudável, tanto na questão pessoal, como profissional”.

A professora de educação física e palestrante do evento, Fernanda de Araújo conta que a maioria dos profissionais não se prepara para um dia de trabalho, “nos roubaram o direito de nos movimentarmos, ou trabalhamos em pé, ou sentado o dia todo. É de extrema importância intervalos com alongamentos, por isso, no início de cada ação aqui no evento, fizemos ginástica laboral para estimular o pessoal”.

A saúde mental é algo que deve ser discutido em todas as áreas, não só na educação. A psicóloga do SEDUC, Rosângela Brogim relata que as pessoas estão adoecendo muito nos dias de hoje. “Precisamos informar a sociedade, pois a informação gera a reflexão e só assim teremos mudança de hábitos”.

A fonoaudióloga, Gláucia Maruiti, reforça o que Rosângela disse acima. “Com a vida corrida, não paramos para refletir sobre a nossa saúde. Este é o foco do evento, alertar as pessoas dos cuidados que elas devem ter para trabalhar de uma forma melhor. A voz, por exemplo, é de extrema importância para nos comunicarmos, temos aqui professores que dão aula três períodos por dia e que precisam de cuidados especiais”.

Maria Fernanda Tenório Campana é nutricionista, entre as dicas que sugeriu aos participantes do evento ela destaca que é de extrema importância uma alimentação com muitas frutas e verduras, como também consumir alimentos ricos em energia, que são fundamentais para o movimento cerebral, além das vitaminas combaterem o estresse.

“Eventos como esse deveriam ter mais vezes, aprendi muito aqui, me senti valorizada como profissional. É muito bom saber que a secretaria de educação está preocupada com a saúde e bem estar dos seus profissionais”, reconhece a professora Neidmar Souza.

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Mural de Trabalhos

Atentas aos perigos da internet, a professora do 5º ano da Escola Municipal Rocha Pombo, de Ourizona, Cícera Aparecida Tossoli e a coordenadora Fátima da Rocha, aproveitaram de forma muito criativa a matéria “Vítimas da Internet”, publicada pela coluna do Diário na Escola, e desenvolveram uma atividade em que seus alunos foram desafiados a produzirem textos sobre o tema. Os estudantes se sentiram muito motivados e o resultado você pode conferir através do trabalho da aluna Letícia Oliveira Rocha.

 

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História, natureza e sustentabilidade

A Expoingá deste ano se apresentou ao público com o tema “Semeando Sustentabilidade”, e muitas instituições de ensino aproveitaram os dias de Feira para levar os alunos a um passeio educativo dentro do Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, em Maringá.

A Fazendinha se tornou um local estratégico para ações sustentáveis, lugar que todo ano é parada obrigatória de grupos, principalmente escolares, que visitam a Feira. Os técnicos do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) estiveram presentes no estande com atividades de conscientização e orientação para os visitantes.

Reaproveitamento de materiais recicláveis foi o foco da discussão na Fazendinha

Dentre os espaços da Fazendinha, podem-se destacar as atividades de reaproveitamento de água e de materiais recicláveis, como, por exemplo, o vaso de flores feito de garrafa pet, que além de ajudar na preservação do meio ambiente proporciona uma estética bonita ao local, e o reaproveitamento de pneus como peças de decoração.

E as ações de reaproveitamento não param por aí. Foram disponibilizados também espaços para coleta de óleo de cozinha, onde os expositores de barracas de lanches puderam trocar seu óleo usado por detergentes, e de banners, que serão transformados em sacolas retornáveis. Outra ação foi a coleta de lixos eletrônicos e lâmpadas fluorescentes, que serão encaminhados para a reciclagem.

De acordo com o diretor da empresa Ecoalternativa, Wagner Severiano, para um desenvolvimento sustentável é necessário trabalhar com os 3 R’s – reduzir, reutilizar e reciclar.

Os visitantes também tiveram um espaço voltado à poesia e educação. Com o nome de Alameda da Poesia, a área em torno do lago proporcionou um ambiente convidativo para o descanso e o lazer. As poesias “Mês de Maio”, “Retrato” e “Nem tudo é fácil”, foram algumas das escritas em banners e penduradas em volta da Alameda, assim as pessoas podiam se sentar em bancos em volta do lado para fazer as leituras.

Os visitantes gostaram da novidade, “é uma atitude muito interessante, faz a gente despertar para o hábito da leitura e até sentar para ler”, destaca a professora Maria Elizabeth Jandriano.

As crianças tiveram a oportunidade de aprender e conhecer coisas novas durante o passeio

Além da poesia, outros espaços educativos foram montados. A exemplo do Museu do Café e do Museu de História Natural Capão de Imbuia, que informou crianças e também adultos, sobre a cafeicultura no Brasil e os animais típicos das florestas paranaenses, com bichos empalhados em tamanho real, a sensação era de estar dentro da floresta.

“Eu adorei o passei de hoje, além de divertido eu aprendi muita coisa. Vou chegar em casa e falar para a minha mãe sobre como economizar água e proteger a natureza”, conta Ana Júlia Balarotti de apenas oito anos.

Os professores que levaram os alunos para a visitação também ficaram satisfeitos. “Os passeios ajudam as crianças a entenderem tudo que ensinamos em sala de aula. Assim fica muito mais fácil o aprendizado, pois além da teoria, eles conhecem as ações na prática”, afirma a professora Maria Adalgiza Silveira.

Na Fazendinha, a Emater valorizou a vida no campo, que abastece a cidade de comida farta e segura, gera empregos, produz matéria prima para indústria, sustenta e promove a economia e preserva valores culturais.

“Meus avós me contam que moraram na roça, viviam do que plantavam, é muito legal saber mais sobre como era a vida deles”, relata a estudante de dez anos, Priscila Fernanda Brás.

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Mural de Trabalhos

Hoje apresentamos em nosso mural de trabalhos uma linda mensagem de amor expressa em forma de poema. É a produção da aluna Carla Sabrina da Silva, que cursa o 7° ano “B”, do Colégio Estadual Tomaz Edison de Andrade Vieira, de Maringá. Carla viveu a experiência da perda de sua mãe no ano passado, e nos encanta com a beleza da atividade desenvolvida em sala sob a supervisão da professora Cristiane Cuenca.

 

MÃE

Sobrenatural …

Razão da minha vida.

Por você tudo eu faço,

Sem você fico em pedaço,

Mãe… vivo na solidão.

Mas mesmo você longe,

Está no meu coração.

Nunca te obedeci,

Depois que te perdi …

… me arrependi.

Quando estava aqui,

Nunca te dei valor,

Agora que te perdi …

… só ficou a dor.

Mas sei que mãe tudo perdoa,

Você jamais guardaria rancor …

Porque sabia, que lá no fundo, o que eu sentia

Se resumia em amor!!!

 

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Diversão no museu que homenageia Maringá

As crianças do 3º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Professor Milton Santos, de Maringá, visitaram o Museu UniCesumar – História de Maringá. Uma exposição que une informações, imagens e objetos da história da cidade, baseada em uma dezena de livros de autoria do jornalista Rogério Recco. Esta iniciativa do Museu UniCesumar é para celebrar os 66 anos de fundação da cidade canção.

A exposição pontua fatos históricos relevantes registrados em livros que tratam da saga dos pioneiros no processo de desbravamento regional e das primeiras décadas do município, nas questões urbanas e rurais. Desde o primeiro livro, em 2003, quando abordou a importância do café na economia da região, o jornalista aprofundou-se em pesquisas e recolheu inúmeros depoimentos.

Em dez anos, produziu obras inéditas, como o histórico da arborização urbana, o antes e o depois da chegada da energia elétrica na cidade, a história da medicina no município, descreveu os 70 anos do comércio de Maringá e resgatou a memória do cooperativismo em vários segmentos. Em parceria com o jornalista Antonio Roberto de Paula, escreveu a trajetória da imprensa local e do jornal O Diário.

Entre os fatos em destaque, tem o primeiro habitante e investidor de Maringá, o padre alemão Michael Emil Clement Scherer, que foi também quem trouxe a primeira biblioteca para a cidade.

Durante a visita os alunos participaram de uma oficina de brinquedos antigos, na qual produziram petecas e bonecas de sabugo de milho. Loide Caetano é diretora do museu e conta que na infância dela os brinquedos eram muito caros, então a saída era inventar. “Na minha época de criança, até pedacinhos de louças quebradas viravam parte da diversão”.

A equipe dos cursos de pedagogia e moda do UniCesumar auxiliaram nos trabalhos durante a oficina com as crianças. As estudantes de pedagogia ajudaram os pequenos na produção dos brinquedos, já o pessoal da moda foi responsável pelos retalhos e lãs que formaram vestidos e cabelos das bonecas.

“Esse momento é especial não só para os alunos da escola municipal que estão tendo uma nova experiência, mas para as universitárias que podem ter um contato direto com as crianças e estagiar naquilo que querem fazer para o resto da vida”, destaca a professora do curso de pedagogia, Ozília Burgo.

O aluno Guilherme da Silva, de oito anos, conta que aprendeu muita coisa naquela tarde. “Eu nunca tinha visto uma peteca, só tinha ouvido falar, hoje brinquei com uma. Nos tempos antigos não existiam tantos brinquedos como têm nas lojas hoje. E também a nossa cidade era muito diferente, não tinha carros, prédios, tantas pessoas, nem energia elétrica”.

Além de visitar o museu, as crianças da escola Milton Santos conheceram os mais importantes pontos turísticos da cidade, como a primeira igreja da cidade, Capela Santa Cruz; a Catedral; a principal avenida de comércio, avenida Brasil e o Parque do Ingá.

“No primeiro bimestre deste ano letivo trabalhei com meus alunos o histórico do município, com a visita ao museu enriquecemos o aprendizado da criança, porque além da teoria e da imaginação, elas podem ver de uma forma concreta tudo aquilo que leram nos livros ou discutimos em sala”, destaca a professora do 3º ano da escola municipal, Rosânea Konhevalike.

A aluna Rebeca Cristine Castanheira, de oito anos, disse que adorou sua nova boneca. “Esta aqui é feita de sabugo de milho, vou poder fazer muitas outras em casa, e elas são tão divertidas como as que compro em lojas. Aprendi muito na tarde de hoje, adorei conhecer mais sobre essa cidade que eu amo”.

A exposição ficará aberta até o dia sete de junho no Museu UniCesumar. A entrada é gratuita e o horário de visitas é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h45 e aos sábados, das 10h às 16h. Durante a semana, o museu fecha na hora do almoço, das 12h15 às 14h. Para maiores informações ligue: (44) 3027-6360 – ramal 1384.

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Mural de Trabalhos

Depois de participar do encontro pedagógico do Diário na Escola “O jornal como aliado para os estudos da Prova Brasil” a professora Flávia Maria de Souza Ronca, de Atalaia, desenvolveu com os seus alunos os métodos de níveis de leitura que aprendeu na oficina. “Ver teoria e prática no encontro, me ajudou muito. Quando fui pra sala de aula estava com meus conhecimentos aprimorados, assim preparo melhor os meus alunos para a Prova Brasil e ainda pude perceber um desenvolvimento e interesse maior por parte deles”, destaca a professora.

A partir da leitura da matéria “Gado ainda morre de fome” publicada em O Diário, Flávia elaborou seis questões, discursivas e de múltipla escolha, e solicitou que após a leitura do texto os alunos fizessem interpretação, pesquisa e respondessem as perguntas.

Confira a atividade do aluno Natan de Souza Gomes:

 

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Sirene da Leitura

Para comemorar o Dia do Livro Infantil o Colégio Geração, de Astorga, visando incentivar os alunos a ler com maior frequencia, reiniciou o projeto “Sirene da Leitura”, que tem como objetivo promover a leitura no âmbito escolar.

Durante uma semana ao ouvir a sirene, alunos e funcionários da escola pararam tudo o que estavam fazendo, por dez minutos, para se dedicar à leitura de diferentes textos. Parabéns pela iniciativa do colégio, fica aí o exemplo a ser seguido por outras escolas.

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