Mês: junho 2013



Mural de Trabalhos

A professora Elis Regina Picoli, leciona para o 8º ano do Colégio Estadual Professor Benoil Francisco Marques Boska, de Ourizona. Participante do Diário na Escola, a educadora trabalha com o jornal impresso toda semana nas suas aulas. Em uma das propostas realizadas, ela desenvolveu com os alunos a carta do leitor, e utilizou como meio o Diário já que as cartas devem ser enviadas a um jornal ou revista.

Primeiro Elis mostrou aos alunos cartas de leitores de revistas de grande circulação e explicou a estrutura da mesma, deixando claro que nos suportes onde este gênero circula a carta não aparece na integra e sim a parte que contém as informações mais importantes, por não haver espaço suficiente para publicar o todo material que recebem.

Depois o  alunos escolheram uma reportagem do jornal O Diário e produziram uma carta do leitor coletivamente.

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Diversão e conhecimento aliados ao jornal impresso

A equipe do Diário na Escola esteve no Colégio Geração, em Astorga, desenvolvendo dinâmicas que uniram um momento de descontração com aprendizado. O trabalho teve como material de suporte o jornal O Diário e foi realizado com alunos do 5º ao 8º ano.

“O Diário na Escola incentivou a troca de conhecimento e o estímulo a diversos estilos de leitura, tornando nossas crianças mais críticas, conscientes e participativas”, destaca a diretora do Colégio, Luciana Reschette Bonk.

Com as turmas do 5º e 8º ano foi desenvolvida uma brincadeira similar ao jogo “Imagem e Ação”. Em duplas os alunos receberam o jornal e escolheram uma noticia ou mesmo anúncio que lhes chamou a atenção, em seguida, a dupla foi até à frente da sala de aula e através de mímicas tinha o desafio de fazer os outros colegas de classe adivinharem em qual caderno e página estava a matéria ou publicidade que eles estavam encenando.

“Aprendi que podemos nos divertir com o jornal, e ao mesmo tempo nos informarmos. A experiência foi super divertida e interessante. Agora é a hora de ensinar para os outros como brincar”, conta a aluna do 8º ano, Christine Jesus da Silva.

Para Giulia Ramires Neves que é aluna do 5º ano, a brincadeira a fez conhecer cada caderno e página do impresso. “Vi que o jornal é do norte do Paraná e que fala sobre cultura, esporte, classificados, entre outros assuntos”.

A professora Daniela Farago de Lima leciona para o 5º ano e desenvolve o trabalho com o jornal semanalmente em sala. “Meus alunos adoram ler. Procuro sempre relacionar os conteúdos das aulas de redação com as notícias do impresso, para que as crianças além da leitura, interpretem e produzam textos”.

Alunos do 6º e 7º ano participaram de uma dinâmica diferente, eles tiveram a oportunidade de entrevistar as jornalistas do Diário na Escola. Cada aluno fez a pergunta que tinha curiosidade sobre tudo que envolve o jornal impresso e a profissão do jornalista, todos eles foram críticos e argumentativos em seus questionamentos.

“Eu entendi que o jornalismo é muito mais do que nós lemos no jornal. Antes tem uma preparação e um desenvolvimento sobre o assunto em pouquíssimo tempo. Me interessei muito pelo trabalho do Diário na Escola, a forma como a jornalista Nayara se compromete, desde assuntos simples a assuntos complicados e delicados, sempre com a intenção de nos orientar. Acredito que, como a Loiva disse, o jornalismo é um dom do interesse, da curiosidade e da transparência. Sinceramente nunca havia pensado em ser jornalista, mas agora sou uma forte candidata a seguir a profissão”, enfatiza a aluna do 7º ano, Joyce Secco.

Ayla Bernardes Brito, estudante do 6º ano conta que aprendeu todos os processos da construção de uma reportagem até a finalização da edição do jornal. “Depois de impresso, as pessoas pegam os jornais e colocam em carros para serem distribuídos, ou levam até mesmo para os aeroportos onde são feitas as entregas em cidades mais longes. E é assim que temos acesso aos fatos que estão acontecendo no nosso dia-a-dia”.

Fabiana de Carvalho Barduzzi trabalha língua portuguesa e redação com o auxílio do jornal desde o início do ano. “A experiência tem sido muito boa. No começo os alunos eram um pouco resistentes, só passavam os olhos e diziam já ter lido. Hoje percebo um interesse maior”. A professora ressalta também que depois da visita da equipe do Diário na Escola, os estudantes fizeram citações durantes as aulas, baseadas no bate-papo que tiveram com as jornalistas do Programa.

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Mural de Trabalhos

A professora Carla Amábile Gallo, da Escola Municipal Monsenhor Celso de Astorga, desenvolveu com os alunos do 5º ano “A” um jornal mural. A proposta surgiu a partir da matéria “Dengue está concentrada no oeste e noroeste” publicada em O Diário. Após a leitura da notícia, a professora solicitou aos alunos que pesquisassem sobre a o mosquito proliferador da dengue, as causas da doença, as formas de prevenção, e depois de todo o material reunido os alunos confeccionaram um jornal mural na escola. Confira:

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Cruzeiro do Sul enfatiza a importância da conscientização

Tendo em vista que o Brasil enfrentou a maior epidemia de dengue dos últimos anos e Cruzeiro do Sul, mesmo sendo um município pequeno teve vários casos comprovados, a equipe da Escola Municipal Professor Flávio Sarrão constatou a importância em desenvolver com os alunos um projeto que envolvesse a comunidade, visando conscientizá-los quanto à importância de prevenir a doença.

Entre os principais objetivos da campanha “Todos contra a dengue” destaca-se a identificação das causas da epidemia, a importância dos hábitos de limpeza em toda a cidade e fazer com que a teoria adquirida se torne uma prática diária.

Para isso, muitas atividades foram realizadas, entre elas: produção de cartazes, máscaras e bandeiras; exibição de documentários, dramatizações e pesquisas; além de palestras com profissionais da saúde e da vigilância sanitária do município.

Em sala, os professores estiveram atentos em discutir o assunto a partir da leitura das notícias publicadas em O Diário e levantamento de dados estatísticos para motivar os alunos a sair da escola e identificar possíveis focos espalhados pela cidade.

Durante as ações do projeto os alunos ainda tiveram a oportunidade de participar do Concurso de melhor redação e cartaz com a temática “dengue”, que terá a premiação na próxima quinta-feira.

“As crianças apreciaram muito a campanha que desenvolvemos, afinal muitos deles conheceram pessoas que foram picadas pelo mosquito. Com as ações eles se tornaram cidadãos mais conscientes e ativos. Na questão pedagógica em sala passaram a estar mais comprometidos”, destaca a diretora da escola, Esbelta Ferreira.

O professor de educação física, Roberto Carlos de Souza conta que uma das atividades que realizou foi levar os alunos para as ruas da cidade. “Cada criança foi responsável por instruir os moradores do quarteirão da casa em que moram, foi incrível a forma com que os pequenos estavam preocupados em alertar as pessoas e vistoriar os quintais para encontrar possíveis focos da dengue”.

Foi produzida também uma exposição de todo o material confeccionado pelos alunos nos murais dos departamentos públicos e comércios da cidade.

Como forma de avaliação, os professores observaram a participação e envolvimento das crianças nas atividades propostas e realizaram acompanhamento e análise do desenvolvimento dos alunos mediante a observação da postura de cada um.

“Essa campanha que a escola desenvolveu é muito importante, hoje eu ajudo o meu pai a limpar o quintal de casa uma ou duas vezes na semana, assim não acumula lixo, nem água parada, coisas que antes eu não sabia que eram importantes”, enfatiza o aluno do 5º ano, Marcos Gabriel Ortega.

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O Diário na Escola promove encontro pedagógico em Sarandi

Cerca de 50 professores que trabalham na rede municipal de Sarandi participaram, na última segunda-feira, do encontro pedagógico “A diversidade de gêneros no universo jornalístico” promovido pelo Diário na Escola e ministrado pela doutoranda da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Adélli Bazza.

O principal objetivo do curso foi expor as diferentes formas de se trabalhar os gêneros textuais em sala de aula usando como material de suporte o jornal impresso. A professora Ednéia Correia da Silva conta sobre suas experiências, “o que aprendi sobre gênero há anos não me deu suporte para entender a importância na hora de identificar tipos de textos, nem para trabalhar com meus alunos. O encontro do Diário na Escola alavancou minhas ideias para novos conhecimentos e estratégias, assim eu ensino com maior segurança”.

O jornal é considerado um material rico, nele é possível encontrar charge, artigo de opinião, carta do leitor, crônica, entre diversos outros tipos de textos. Partindo disso, a ministrante conseguiu apresentar o grande número de atividades que podem ser realizadas com o impresso.

“Nos encontros do Diário na Escola percebo a qualidade do jornal como material de auxilio em sala de aula, uma vez que o mesmo apresenta quase todos os gêneros textuais existentes. Infelizmente, muitas vezes, o professor não está formado o suficiente, por isso a cada encontro ampliam-se novos horizontes”, destaca a professora Fátima da Costa Generoso.

Durante a oficina foram discutidos os principais elementos que diferenciam cada gênero, tais como: finalidade, temática, estrutura e circulação social. Destacando a importância ao se lembrar que, ao escrever textos, deve-se pensar nestes elementos de estrutura.

Depois de toda a prática apresentada, os participantes se dividiram em grupos e foram à prática. Escolheram uma publicação presente no jornal e identificaram todos os itens que estruturavam aquele gênero, e em seguida fizeram apresentação oral.

A professora Maria Aparecida Pereira relata que a parte prática foi essencial para reforçar a teoria aprendida, “a temática apresentada foi excelente, estou sempre aprendendo mais, e com as atividades propostas pude adquirir embasamento para trabalhar com meus alunos”.

A ministrante Adélli destaca que o trabalho na oficina foi agradável e proveitoso. “Ir ao encontro dos professores na sua cidade possibilitou um melhor aproveitamento do tempo e pudemos desenvolver com tranquilidade todas as atividades propostas. A tônica dessas oficinas continua sendo o interesse que os professores manifestam pelas discussões propostas: mais que receber as informações, eles perguntam, dão exemplos e relacionam a oficina com a sua realidade no trabalho. É muito gratificante participar dessa troca!”

 

As oficinas realizadas pelo Programa O Diário na Escola, são muito boas! Vem suprir as necessidades dos professores que são comprometidos com a aprendizagem e crescimento do aluno como um indivíduo da sociedade. Nos encontros os educadores podem aprimorar seus conhecimentos através da transmissão de informações e técnicas de trabalho, necessárias e relevantes para o crescimento dos mesmos”. – Diretora de Ensino na Secretaria de Educação de Sarandi, Solangi Aparecida Signorini Rezende

 

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Mural de Trabalhos

A professora Tereza Bondança leciona para o 5º ano da Escola Municipal Guiti Sato, de Marialva, e semanalmente desenvolve atividades com o jornal em sala de aula. Dentre as propostas Tereza solicitou aos alunos que após a leitura de qualquer notícia do Diário, eles escrevessem um texto argumentativo. Confira a produção do aluno Carlos Daniel de Oliveira Santos:

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Biblioteca: extensão do aprendizado em sala de aula

Para se trabalhar em uma biblioteca escolar, o pré-requisito básico é gostar de crianças e pré-adolescentes. Geralmente os bibliotecários trabalham em conjunto com professores estimulando a leitura. Mas existem profissionais que vão além disso e “vestem a camisa” em prol da educação, e realizam atividades envolvendo não só a leitura, como também o raciocínio e a escrita. É o caso da bibliotecária Priscilla Kelly Bressan, do Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Júnior, de Maringá.  Dentre as várias propostas desenvolvidas com os materiais disponíveis na biblioteca, ela agora se lança a um novo desafio, o “Projeto Nova Escrita”. Utilizando o jornal impresso como suporte, a ideia visa atender alunos do 3º ano do ensino médio.

“A iniciativa tem como principal foco auxiliar o aluno a escrever com fluência, argumentação e criticidade, usando a linguagem de maneira adequada a seus destinatários, ou seja, adaptando-se a diferentes registros e de forma coerente com seus objetivos e com o assunto tratado”, destaca Priscilla.

O trabalho é desenvolvido duas vezes por semana. Na quarta-feira os alunos recebem o jornal O Diário e no caderno D+ encontram as palavras cruzadas a serem solucionadas. De acordo com a bibliotecária, os passatempos são uma forma eficiente de levar novas palavras ao cotidiano dos alunos, pois são absorvidos de forma lúdica e divertida, vencendo qualquer resistência à atividade.

Já na sexta-feira o trabalho é de produção textual. Priscilla escolhe uma matéria publicada no Diário e a partir da leitura da notícia, cada estudante tem que desenvolver uma produção textual de algum gênero também sugerido por ela. “Desenvolvi esta proposta pensando nas provas do ENEM, PAS e Vestibular da UEM, com a prática semanal de produção de texto os alunos estarão melhor preparados para os exames finais”, conta.

Rodolfo Bento Balbinot, aluno do 3º ano, obteve a melhor classificação no PAS/UEM entre todos os estudantes da instituição e como prêmio de incentivo ganhou do colégio a inscrição para o próximo vestibular da UEM. Ele que também participa do “Projeto Nova Escrita” relata que esta é uma boa iniciativa, “através dele posso adquirir um maior vocabulário para a realização das provas do vestibular, do PAS e demais concursos. Acredito que com essa ‘ajuda’, poderei me sair melhor na hora da realização da prova”.

A professora de língua portuguesa, Marlene Avelino Barbosa enfatiza a importância das atividades envolvidas no projeto. “Aumentando o conhecimento dos alunos por meio da resolução de palavras cruzadas, eles irão desenvolver o raciocínio lógico, algo de extrema importância para a jornada de provas que irão enfrentar até o fim do ano”.

Toda a equipe do colégio está apoiando o trabalho da bibliotecária Priscila. “Incentiva-se o prazer da leitura, que gera o aprendizado da cultura. Esta é mais uma oportunidade para os alunos terem acesso aos vários gêneros textuais que circulam na sociedade, bem como, tornar-se um usuário mais crítico e competente da cultura letrada”, destaca a diretora, Ivânia Ávila.

Este trabalho com o jornal no Byington Junior só é possível de ser realizado devido ao subsídio da concessionária VIAPAR, que apóia o Diário na Escola incentivando a leitura, a escrita e a prática da cidadania nas instituições de ensino. O assessor de comunicação da VIAPAR, Marcelo Bulgarelli destaca que a transformação da sociedade passa pela educação. “Utilizar o jornal como ferramenta pedagógica é uma forma de estimular o hábito da leitura entre as crianças e até mesmo entre os professores. Os alunos comentam sobre  os fatos do dia a dia,  amadurecendo o senso crítico”.

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Mural de Trabalhos

Aproveitando a charge publicada no Diário sobre o término do ciclo da dengue e o inicio da gripe H1N1, a professora Edilene Rosimeire da Silva trabalhou com os alunos do 5º ano “A” da Escola Municipal Prof. Flávio Sarrão, de Cruzeiro do Sul, a necessidade da prevenção da dengue e também o desenvolvimento de hábitos de higiene para evitar a gripe. “Após discutir sobre essas temáticas percebi que os alunos se tornaram mais atentos em relação às medidas preventivas destas doenças, bem como o uso do álcool em gel, de garrafas individuais de água, e a necessidades de limpar os quintais”, conta a professora.

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Merenda Escolar em Santa Fé

Profissionais do Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (CECANE), estiveram em Santa Fé visitando as Escolas Municipais e os Centros de Educação Infantil para prestar assessoria sobre a alimentação servida aos alunos. De acordo com a Coordenadora de Alimentação Escolar de Santa Fé, Maria Aparecida de Almeida, foi ensinado como utilizar de forma correta os recursos que podem ser comprados com o dinheiro do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

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Meio Ambiente em Pauta

Na última quarta-feira foi celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, criado com o objetivo de atrair a atenção para os problemas ambientais, promovendo a conscientização e a preservação, e chamando mais uma vez a nossa atenção do cuidado que devemos ter com as constantes mudanças climáticas.

Mostrar o lado humano das questões ambientais, capacitar as pessoas a se tornarem agentes do desenvolvimento sustentável e promover mudança de atitudes em relação ao uso dos recursos são os principais assuntos discutidos nesta data.

Com o tema “Ações para uma cidade sustentável” a Semana do Meio Ambiente, em Maringá, foi marcada com diversas atividades. De quinta-feira (5) até domingo (9) foram realizadas: projeção de filmes para estudantes, apresentações de alunos das escolas municipais, exposição de fotos e trabalhos, encerramento com show e passeio ciclístico, entre outras ações.

A exposição de trabalhos foi realizada na Câmara Municipal da cidade e contou com a participação de estudantes das escolas municipais, dos centros infantis e da educação para jovens e adultos (EJA). O público que lá esteve pode prestigiar a preocupação dos alunos que foram apresentadas em forma de poesias e fotos que trataram de questões ambientais e dos riscos que o lixo jogado em lugar indevido pode causar devido a proliferação do mosquito da dengue.

Os visitantes estiveram também no Museu do Parque do Ingá, onde a bióloga Anna Christina Esper Faria Soares apresentou a mostra preparada por estudantes de Biologia do Unicesumar e da UEM com animais vivos – cobra e lagarto -, espécies nativas e exóticas, exemplares de flora, o escorpião mais venenoso da América do Sul e quadros com mariposas e borboletas.

“Eu adorei o passeio! Aprendi sobre como preservar o meio ambiente, vi animais que eu não conhecia e vou começar a cuidar mais das ruas da cidade e das plantas e árvores que me proporcionam o oxigênio todos os dias”, conta a aluna de 10 anos, Ana Beatriz Versoza.
Também para despertar a consciência sobre a importância da preservação ambiental foram expostos móveis, enfeites, adornos e objetos úteis fabricados com material reciclado.

“Eventos como este são excelentes, porque diariamente a gente trabalha com a conscientização do aluno em sala de aula, mas experiências práticas como as que foram oferecidas nesta Semana do Meio Ambiente com certeza vão fixar na mente das crianças, que além de mudarem suas atitudes, vão também cobrar mudanças em casa, da família”, destaca a professora, Rosa Aparecida Giraldino.

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