Mês: julho 2013



O que não se deve falar para as crianças

Pediatra lista 10 coisas que não devemos dizer para as crianças. Vale a pena ler, já que isso pode influenciar (e muito!) na personalidade delas.

1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.

Fonte: Psiconlinebrasil
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Prefeitura de Nova Esperança assina acordo que contribuirá para melhorias no município

O prefeito, Gerson Zanusso, assinou um protocolo de intenções com o Banco do Brasil para beneficiar o município em diversas áreas de investimentos. A prefeitura tem inclusive a possibilidade de adquirir ônibus escolares, por meio do Programa Caminho da Escola. São ônibus para o transporte escolar com especificações exclusivas nos quesitos segurança, conforto, sinalização, acessibilidade e condições de trafegabilidade das vias urbanas e rurais do município. Criado em 2007 pelo Governo Federal, o Caminho da Escola permite às prefeituras renovarem a frota de veículos escolares, garantindo a qualidade e segurança do transporte de crianças e jovens. A utilização desse programa contribui para a redução dos valores gastos e transparência do processo. A futura aquisição, se concretizada , contribuirá para a diminuição da evasão escolar e possibilitar a ampliação da permanência e do acesso de crianças e jovens à educação básica na rede pública de ensino.

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Instituto Federal do Paraná oferece cursos em Astorga

Cursos GRATUITOS oferecidos por meio do Pronatec – Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego. Últimas vagas com previsão de início das aulas dia 05 de agosto.

Maiores informações e inscrições para os cursos:

Centro de Capacitação Profissional de Astorga. Telefone: (44) 3234-6282
Cras I. Telefone: (44) 3234-3101
Cras II. Telefone: (44) 3234- 6632
Agência do Trabalhador. Telefone: (44) 3234-2193

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Revelando os Brasis recebe inscrições até 30 de setembro

Se você tem mais de 18 anos e mora em uma cidade com até 20 mil habitantes, que tal criar uma história e transformá-la em vídeo? Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional de Histórias do Revelando os Brasis – Ano V.  Os selecionados participarão de uma oficina audiovisual no Rio de Janeiro e, em seguida, voltarão aos municípios de origem para gravar os vídeos.

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis nos sites www.revelandoosbrasis.com.br, www.cultura.gov.br e nas secretarias de educação e de cultura das prefeituras dos municípios com até 20 mil habitantes. Mais informações pelo telefone (27) 3327-6999 ou através do e-mail [email protected]

Criado em 2004, o Revelando os Brasis tem por objetivo geral promover inclusão e formação audiovisuais através do estímulo à produção de vídeos digitais. O projeto é uma realização do Instituto Marlin Azul, tem parceria do Canal Futura, parceria estratégica da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e conta com o patrocínio da Petrobras.

De acordo com levantamento divulgado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 5.568 municípios; desses, 3.919 têm até 20 mil habitantes. Consulte o www.revelandoosbrasis.com.br para saber se o seu município pode participar.

Podem ser inscritas histórias verdadeiras (baseadas em fatos históricos, personagens, tradições populares, etc) ou inventadas. Os autores selecionados participarão de oficinas preparatórias de Roteiro, Direção, Produção, Direção de Arte, Fotografia, Som, Edição, Mobilização Comunitária e Direitos Autorais, no Rio de Janeiro, com todas as despesas pagas pelo projeto. Na etapa seguinte, os diretores contarão com o apoio da estrutura de produção oferecida pelo Revelando os Brasis para gravar os vídeos com até 15 minutos nos pequenos municípios.

Nas quatro primeiras edições do projeto foram produzidas 160 obras, entre ficções e documentários. Os vídeos são lançados em DVD com distribuição gratuita entre organizações sociais e culturais, bibliotecas, universidades e cineclubes de todo o Brasil, além disso, participam de festivais e mostras audiovisuais de âmbito local e nacional.

Imagem das gravações do filme “A Galinha ou Eu” produzido por Denizia Moresqui, participante do Revelando os Brasis – Ano IV.

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Santa Fé recebe microônibus para o transporte Escolar Rural

A Prefeitura de Santa Fé recebeu um microônibus escolar com capacidade para 26 alunos sentados que será destinado para o transporte Escolar Rural.

Vale lembrar que município ainda receberá mais um ônibus para o transporte escolar, que deverá chegar dentro de alguns dias.

Os recursos são do governo Federal através do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Ministério da Educação (MEC) e também contou com o apoio do Deputado Federal Alex Canziani.

Prefeito Edson Palotta entrega as chaves do microônibus para
a Secretária de Educação, Cultura e Esportes, Élide Terezinha Roncaglia
Yabushita

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Movimentos sociais no Brasil

A manifestação ou o protesto, da forma como todos nós temos acompanhado nas últimas semanas em nosso país, expressa uma reação de caráter público onde os manifestantes se organizam com o objetivo de terem suas opiniões ouvidas em uma tentativa de influenciar a política de governo.

A recente onda de protestos no Brasil foi desencadeada quando os governos de São Paulo e do Rio de Janeiro decidiram aumentar a passagem de ônibus em R$ 0,20. A população logo se uniu e tomou as ruas para protestar contra o aumento que, segundo os manifestantes, não está ligado ao valor da passagem, que passaria para R$ 3,20, mas sim com o transporte e os serviços públicos caóticos do país.

Vídeos e fotos mostraram que a maior parte do movimento era pacífico, com isso outros brasileiros foram para as ruas e apoiaram os protestantes. A população passou a questionar: como assim o país gasta tanto com uma Copa do Mundo e não tem boas escolas, ou hospitais de qualidade? As manifestações tomaram as ruas das principais capitais e repercutiram também no exterior.

E não é de hoje que o brasileiro vai a luta por seus direitos, por um país mais democrático e cidadão. Em alguns momentos da história do nosso país, atos como estes já se repetiram.

1922 – PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

A monarquia existiu no Brasil de 1822 a 1889. Porém algumas crises como a censura, a interferência de D. Pedro II nas questões religiosas e o fortalecimento do movimento republicano, desencadearam muita insatisfação. Num movimento mais elitizado, a população da época uniu-se a Marechal Deodoro da Fonseca, que após um golpe militar, instaurou a Proclamação da República no dia 15 de novembro de 1889, na então capital do Brasil, Rio de Janeiro. Naquele momento surgiu a República Federativa e Presidencialista no nosso país, sendo o próprio Marechal da Fonseca quem assumiu a primeira presidência.

1964 – GOLPE MILITAR

Naquele ano, um comício foi organizado pelo presidente do Brasil, João Goulart, no Rio de Janeiro e serviu como estopim para o golpe. Foi neste cenário que depois de um encontro com trabalhadores, João Goulart foi deposto e teve que fugir para o Rio Grande do Sul e, em seguida, para o Uruguai. Desta maneira, o Chefe Maior do Exército, General Humberto Castelo Branco, tornou-se presidente do Brasil. As principais cidades brasileiras foram tomadas por soldados armados, tanques, jipes, entre outros. O golpe militar de 1964 foi amplamente apoiado à época e um dos motivos que conduziram o manifesto foi uma campanha, organizada pelos meios de comunicação, para convencer as pessoas de que o presidente levaria o Brasil a um tipo de governo comunista, algo que a população considerava inadmissível.

1984 – DIRETAS JÁ!

Um movimento político democrático com grande participação popular, no qual o principal objetivo era estabelecer as eleições diretas para presidente da República do Brasil.

Inflação alta, grande dívida externa e desemprego, expunham a crise do sistema. Os militares, ainda no poder, pregavam uma transição democrática lenta, ao passo que perdiam o apoio da sociedade, que insatisfeita, queria o fim do regime o mais rápido possível.

Durante o movimento ocorreram diversas manifestações nas cidades brasileiras.

Depois de duas décadas intimidada pela repressão, o movimento das “Diretas Já” ressuscitou a esperança e a coragem da população. Além de poder eleger um representante, a eleição direta sinalizava mudanças também econômicas e sociais. Lideranças estudantis, da UNE (União Nacional dos Estudantes), sindicatos como a CUT (Central Única dos Trabalhadores), intelectuais, artistas e religiosos reforçaram o coro pelas “Diretas Já”.

Em 25 de abril de 1984, a emenda constitucional das eleições diretas foi colocada em votação. Porém, para a desilusão do povo brasileiro, ela não foi aprovada. As eleições diretas para presidente do Brasil só ocorreram em 1989, após ser estabelecida na Constituição de 1988.

1992 – IMPEACHMENT

Após muitos anos de ditadura militar e eleições indiretas, uma campanha popular tomou as ruas para pedir o afastamento de Fernando Collor de Melo do cargo de presidente. Acusado de corrupção e esquemas ilegais em seu governo, a campanha “Fora Collor” mobilizou muitos estudantes que saíram às ruas com as caras pintadas para protestar contra o presidente corrupto.  No dia 29 de setembro de 1992 cerca de 100 mil pessoas acompanharam a votação do impeachment de Collor em torno do Congresso, o qual foi aprovado tendo 441 votos favoráveis e apenas 38 contrários. Fernando Collor correu para renunciar e não perder seus direitos políticos, mas já era tarde. Mesmo renunciando, o presidente foi caçado e impedido de concorrer em eleições por muitos anos. Era a conquista do movimento “Fora Collor” que representou a grande pressão exercida pela população.

2013 – PROTESTOS

Considerada a maior das últimas décadas, as atuais manifestações abrangem grande parte das cidades brasileiras e considera-se que resultam do fato de que os cidadãos “caíram na realidade”. Um ato que começou no dia 06 de junho, devido os altos valores das passagens dos transportes públicos, hoje inclui novas bandeiras, como a luta por um país com melhor qualidade de vida, principalmente nos setores de educação e saúde, fim da violência policial e da corrupção, apuração nos gastos das obras da Copa do Mundo, entre outros fatores que têm causado insatisfação geral.

Seguidos de protestos diários, até o momento 12 prefeitos das principais capitais do país já baixaram os preços das tarifas das passagens.

Segundo estudo do DataFolha, 84% dos participantes dos manifestos não têm preferência por qualquer partido político, 71% estão pela primeira vez num protesto e 53% têm menos de 25 anos. Os dados mostram também um maior peso de estudantes e de pessoas com ensino superior.

O Facebook e a Internet tiveram um papel importante, 81% das pessoas souberam da manifestação pela rede social e 85% pesquisaram informações em sites.

Maringá

Os manifestantes também saíram às ruas no interior dos estados. Em Maringá três protestos foram realizados em menos de uma semana. Alguns dos cartazes mostravam a indignação que moveu milhares de pessoas a uma marcha sem líderes, sem politicagem e sem violência.

Na terça-feira (18), durante a manifestação pelas ruas de Maringá, um grupo de aproximadamente 300 pessoas invadiu a sessão em curso na Câmara. Naquele dia, os vereadores derrubaram o veto do prefeito Carlos Roberto Pupin à emenda aprovada pelo Legislativo que limita a desoneração do Imposto Sobre Serviço (ISS) no transporte coletivo em 12 meses. Foram 14 votos favoráveis e apenas um contrário à retirada do veto.

Já na última quinta-feira (20), enquanto era realizada uma sessão itinerante da Câmara de Vereadores a população novamente invadiu o local e pediu a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar o transporte coletivo na cidade. Após pressão, os vereadores decidiram fazer uma votação especial foi aberta a CPI.

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Apresentações de teatro envolvem alunos de Itambé

O Grupo Tem Teatro preparou duas peças que foram apresentadas no encerramento do 2º Bimestre escolar da cidade. Os alunos da Escola Estadual Giampero Monacci vão encenar “A Comédia do Cheiro”, escrita pela professora Denizia Moresqui, e “A Formiguinha e a Neve”, baseada na obra de João de Barro (Braguinha).

A primeira peça é a história de um gambá que se muda para uma floresta. Lá ele tenta fazer amizade com vários animais, mas é rejeitado por causa do seu mau cheiro e expulso do local. Tempos depois, caçadores invadem a floresta e aprisionam todos os bichos. Quando o gambá fica sabendo do fato decide ajudar a libertar os animais, mesmo não tendo recebido a amizade deles.

Já a segunda conta a história de uma formiguinha que fica presa por um floco de neve. Ela pede ajuda ao Sol para que o derreta, mas o sol diz que não pode por causa do muro. Então pede a ajuda do muro, que também não pode. E assim, ela pede a ajuda de todos, mas apenas Deus atende ao seu pedido.

As sessões aconteceram na Casa da Cultura. Estima-se que mais de 700 alunos assistaram às apresentações.

 

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