Mês: agosto 2013



Uma viagem através do tempo

Quem tiver a oportunidade de conhecer Fortaleza não deve deixar de conhecer o Museu da Escrita. Criado pelo economista José Luis Morais com o modesto objetivo de reunir seus objetos colecionados ao longo de décadas, que ele mesmo descreve como “cacarecos”, hoje é muito mais que isso. Além de receber a visita de centenas de alunos e turistas mensalmente, proporciona uma volta ao passado, com a exposição de objetos que constroem a história e evolução da escrita.

Desde a juventude, José Luis, era interessado em tudo que pudesse ser colecionado e servisse para ilustrar no presente os tempos e as condições de outras épocas, independentemente da natureza dos objetos, dentre eles: selos, figurinhas, álbuns e moedas.

Posteriormente, despertou seu interesse por artigos relacionados à escrita. Assim, máquinas de escrever e tinteiros deram sequência à sua caminhada rumo ao colecionismo, seguida de visita a museus em várias cidades do Brasil e do mundo.

Ao longo dos últimos anos e de uma busca junto às casas de leilões, antiquários e feiras de antiguidades, foram adquiridas uma grande quantidade de peças da evolução humana dos meios de se preservar a história, os fatos, e as informações através da escrita.

“Na volta de uma das minhas viagens, fora do Brasil, me surgiu a ideia de fazer uma mostra desses materiais que algumas pessoas, em especial as das gerações mais recentes, talvez nem conhecessem”, conta José Luis.

Desta forma, após anos coletando materiais, o idealizador tornou acessível a qualquer público interessado, a sua paixão pelos meios de registro e transmissão do conhecimento. Buscando, assim, promover a valorização da memória da escrita.

No Museu é possível ver uma coleção de objetos, alguns réplicas, outros originais, dos quais destaca-se o acervo da coleção das máquinas de datilografia – que abrange máquinas do final do século XIX até as mais atuais que já são elétricas ou eletrônicas – além da coleção de bíblias em vários idiomas, tinteiros, penas de molhar, canetas, e diversos outros itens que fazem parte da história.

Ao chegar no Museu o visitante pode apreciar uma família pré-histórica em torno da qual as paredes da caverna estão repletas de desenhos rupestres. Já a sala seguinte mostra uma série de estantes dentro das quais estão documentos como papiros do antigo Egito. E assim, passando pelas 16 salas existentes, é possível voltar ao passado e se encantar com as peças expostas.

Mas o item preferido de José Luís é um peso de papel em forma de pata de leão, sem valor comercial. Ele diz que, ainda menino, começou a trabalhar em um banco em Sobral, sua cidade de origem. Ao deixar o emprego, com 17 anos, pediu e ganhou a peça do gerente do estabelecimento. “Está comigo há 46 anos, é o meu mascote”.

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Mural de Trabalhos

Tendo como objetivo a preocupação com as catástrofes que o planeta vem sofrendo, pretendendo despertar bons hábitos de reciclagem, preservação da natureza e coleta seletiva de lixo para um mundo melhor. A professora, Amélia Watanabe Horita, da Escola Municipal Dr. Milton Tavares Paes, de Marialva, reuniu diferentes notícias do jornal O Diário que estavam relacionadas à temática meio ambiente e solicitou aos alunos que após a leitura das matérias produzissem textos, poemas ou acrósticos. Confira a produção da aluna do 5º ano “B”, Isabella Cruz:

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Jornal Escolar: Instituição democrática e participativa

No Encontro de coordenadores dos Programas de Jornal e Educação do Brasil, realizado na última semana em Fortaleza, diversas palestras foram realizadas, entre elas pode-se destacar a ministrada pelo coordenador da Organização Não Governamental (ONG) Comunicação e Cultura, Daniel Raviolo.

Na palestra falou-se, principalmente, sobre os diferentes tipos de jornais escolares. Que podem ser divididos em: jornal institucional – que é editado pela diretoria da escola; jornal estudantil – feito pelo grêmio da instituição; ou de fato, o jornal escolar – aquele que é um instrumento de aprendizado para o aluno ou uma ferramenta para o trabalho pedagógico e que propõe desafios à escola, afinal, neste tipo de jornal quem decide o tema dos textos a serem escritos e quais serão publicados, é o próprio aluno, dando cunho libertário ao impresso.

Raviolo destacou que o jornal escolar proporciona à criança o uso social da escrita, porque o aluno passa a escrever algo para alguém ler. O importante é que seja feita sempre uma produção libertária, como foi citado acima, quem edita o jornal é o próprio estudante.

“Para um bom resultado de produção textual, o professor deve revisar o texto e, em seguida, o aluno deve reescrever o conteúdo. Desta forma evitamos que as publicações tenham erros, não expondo o estudante escritor”, enfatiza Daniel.

Se bem utilizado, o jornal escolar é uma ótima ferramenta no sistema comunicativo da escola, afinal pode apresentar avisos, anúncios, programações culturais, entre outras questões que aproximam a instituição não só dos alunos, mas também dos pais que terão acesso aos jornais produzidos.

Para os professores que gostam de iniciativas individuais, Daniel apresentou o “Programa Motiva – Jornal da Classe” que consiste na produção de um jornal para cada turma. Em suma, cada professor vai auxiliar os seus alunos a produzir o material, assim, ao invés do jornal escolar ser escrito por toda a instituição, este é feito por cada sala de aula. “Para baratear o custo neste caso, o ideal é fazer a impressão do jornal da classe em preto e branco”, aconselha. No projeto Jornal da Classe, vale ressaltar, que a ação proporciona uma competição saudável entre os professores da escola.

Daniel expõe que o jornal escolar não deve ser considerado jornalismo dentro da instituição de ensino, mas sim, uma possibilidade de expressão do aluno. “Nas minhas experiências, pude perceber que quando a escola dá a palavra para a criança e esta passa a falar de si, a direção passa a conhecer seus alunos, o que auxilia o trabalho pessoal e psicológico com os estudantes. As melhores produções surgem quando o aluno escreve sobre a sua própria história de vida”, conta.

Foi discutido também sobre os tipos de produções que podem aparecer no jornal escolar. Não precisam ser necessariamente textos informativos, materiais que são feitos em forma de poesias ou mesmo de histórias em quadrinhos, também apresentam ótimos resultados na comunicação escolar.

 

Saiba Mais

Para ter mais informações sobre como produzir um jornal escolar, ou sobre o Programa Motiva – Jornal de Classe, e quem sabe, tentar um apoio para a impressão do seu material, acesse: www.jornalescolar.org.br

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Discussão sobre a programação infantil da TV

Os jornalistas, Nut Pereira de Miranda e Samaisa dos Anjos, presentes no Encontro de Jornal e Educação, em Fortaleza, falaram sobre o trabalho de pesquisa que desenvolveram e que, em seguida, virou o livro “Qualidade na programação infantil da TV Brasil”, lançado pela editora Insular em parceria com as autoras: Inês Sílvia Vitorino Sampaio e Andréa Pinheiro Paiva Cavalcante.

Para a realização do trabalho Nut e Samaisa assistiram 221 episódios de programas infantis exibidos na TV brasileira, em especial os do canal TV Brasil. Foi mais de um ano em frente à televisão, o que gerou dezenas de discussões. Desta forma, eles concluíram que as crianças brasileiras são as que mais ficam em frente à TV, em média quatro horas por dia.

Durante a pesquisa, crianças de cinco anos foram selecionadas para assistirem aos programas com os jornalistas, e assim, tentar definir qual o olhar dos pequenos sobre o que estavam vendo. “Consideramos importante que as crianças sejam ouvidas para identificar o que elas gostariam de ver na televisão”, destacou Nut Pereira.

Samaisa enfatizou que a criança tem um potencial de comunicação muito grande. “É necessário que seja concedido um espaço na TV para as crianças, não este que estamos vendo na TV comercial, mas que permita a transparência de quem ela é, que possibilite erros e espontaneidade, elementos que mostrem a sua essência e que valorizem as diferenças sociais”.

Equipe do Diário na Escola, com os jornalistas Saimaisa e Nut, produtores da pesquisa que resultou na publicação do livro em parceria com mais duas autoras

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VIAPAR realiza oficina na Fundação Isis Bruder

A VIAPAR subsidia cerca de 800 alunos do Diário na Escola que tem a oportunidade de produzir atividades com o jornal semanalmente. Entre as instituições beneficiadas está a Fundação Isis Bruder, com as unidades Vó Tita e Champagnat.

“O jornal é muito legal, eu nunca tinha lido um. Tem coisas tão interessantes, mas o que eu mais gostei foi a foto bem grande na capa e as palavras cruzadas. Vai ser bom trabalhar com o jornal porque a gente faz a leitura, o que nos deixa mais inteligente!”, destaca o aluno da Fundação, Kian Matthew, de nove anos.

Neste mês, as crianças atendidas pela unidade Vó Tita receberam a Oficina de Trânsito da VIAPAR, na qual foi apresentada uma palestra sobre segurança no trânsito, vídeos relacionados ao assunto e distribuição de brindes.

As crianças ainda conheceram as cidades com o trânsito mais e menos seguro, Londres e Índia, respectivamente. As instruções sobre como o pedestre deve andar com segurança na calçada e os diferentes tipos de uso do cinto de segurança, também foram muito válidas.

A oficineira da VIAPAR, Bruna Santos, enfatiza que a experiência na Fundação Isis Bruder foi muito produtiva. “Os alunos foram participativos, e as crianças são nossos multiplicadores no trânsito,  por isso é importante trabalhar a conscientização desde já. Elas que vão cobrar as atitudes corretas do pai, mãe e avós. Além do mais, elas serão nossos condutores no futuro”.

No jornal é possível ver diferentes notícias sobre acidentes de trânsito. Depois do que foi ensinado na oficina da VIAPAR, as crianças terão conhecimento das infrações cometidas e vão compreender de melhor forma os textos publicados, podendo, inclusive, produzir atividades sobre as atitudes erradas no trânsito que levaram à ocorrência do acidente apresentado em alguma matéria.

“O jornal é extremamente válido no nosso dia-a-dia, proporciona às crianças uma nova cultura, algo que eles não tem acesso fora da Fundação. Aliar esse material à educação no trânsito é um despertar muito importante para nossos alunos”, conta a educadora, Marivalda Pereira de Souza.

A gestora da Fundação, Terezinha Naiverth Sezini, destaca que o objetivo da instituição é fazer com que a criança e o adolescente tenham ciência dos seus direitos e deveres. “A informação presente no jornal será decisiva na construção desse cidadão com um perfil mais crítico, não se deixando ser manipulado pela sociedade”.

A Fundação

Instituída em junho de 2001 a Fundação Isis Bruder atende mensalmente mais de 600 crianças, adolescentes, jovens e adultos, com projetos nas áreas de apoio socioeducativo, sociofamiliar, educação, esporte, inclusão digital, entre outros. Atualmente, cerca de 15 voluntários auxiliam no desenvolvimento das oficinas.

As unidades Vó Tita e a Champagnat atendem as faixas etárias de seis à 15 anos, já a unidade Renovo, além das oficinas com as crianças, oferece cursos de trabalhos manuais para adultos, em especial, para as mulheres que são moradoras do Conjunto Santa Felicidade.

A instituição também disponibiliza cursos para jovens que queiram ingressar no mercado de trabalho através do projeto Jovem Aprendiz.

Seja um parceiro da Fundação Isis Bruder e faça a diferença! Você pode ser um voluntário e atuar diretamente nas unidades, um contribuinte mensal para o desenvolvimento dos projetos, ou uma empresa parceira, assim sua contribuição irá melhorar o futuro das crianças e adolescentes da nossa cidade. Para maiores informações entre em contato pelo telefone (44) 3026-1517.

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Profissionais da educação de Sarandi recebem capacitação

Professores da rede municipal de educação de Sarandi participaram na última semana, do encontro pedagógico com a temática: “História em quadrinhos: linguagens e ludicidade nas produções textuais”, promovido pelo Diário na Escola e ministrado pela professora doutoranda, Adélli Bazza.

O tema do encontro tem por objetivo auxiliar os educadores a orientarem seus alunos nas produções de histórias em quadrinhos (HQs) que poderão ser enviadas ao 8º Concurso do Gibi que será lançado, em breve, pelo Programa.

“O trabalho com a leitura de HQs em sala de aula é sempre muito bem recebido pelos alunos, afinal diminui-se o texto verbal e acrescenta-se figuras, o que proporciona um maior interesse”, comenta Adélli.

As histórias em quadrinhos têm caráter lúdico, ou seja, trabalham de uma forma na qual o intuito é ensinar e educar com diversão e interação. Sendo assim, esse gênero é também considerado uma arte que é significativa no processo de ensino e aprendizagem de diversos conteúdos, como geografia, matemática, história, português e idiomas estrangeiros.

Adélli conta que na oficina foi demonstrado o quanto as histórias em quadrinhos estão difundidas na escola, tendo em vista os depoimentos das professoras a respeito de trabalhos já desenvolvidos em sala com esse gênero textual. Por outro lado, a falas das educadoras também indicaram que, para inúmeros alunos o primeiro contato com os gibis se dá na escola. Por situações como essas, percebe-se a importância de estudos e de difusão dos quadrinhos na escola.

A professora, Maria Aparecida Pereira conta que após o encontro ela pôde compreender melhor as HQs e sua forma de produção, deixando mais clara as informações a serem repassadas aos alunos. “Antes eu tinha insegurança, porque não entendia muito bem o conteúdo, mas agora vou poder direcionar às crianças todos os passos de confecção de quadrinhos com maior precisão”.

Lourdes Cabral, educadora, relata que no dia-a-dia sobra pouco tempo para preparar e pesquisar materiais sobre as HQs. “Hoje, eu saí do encontro do Diário na Escola com propostas muito interessantes e que já podem ser trabalhadas em sala. Cada oficina do Programa que participo é uma novidade a mais para meus alunos”.

Após a explicação de toda a parte teórica os participantes receberam o desafio de elaborar uma história em quadrinhos. Primeiro foi escrito um enredo narrativo que foi dividido em vinhetas, em seguida as falas com seus balões específicos, os desenhos e por fim, a coloração.

“A exposição do conteúdo, e os alertas, foram pontuais para o esclarecimento de dúvidas de produção. No momento em que se alia a teoria à prática, fica mais fácil assimilar as dificuldades”, destaca a supervisora da secretaria municipal de educação de Sarandi, Olga Marcenichen Lobato.

A pedagoga, Claudinéia Vital Braga, enfatiza a importância da prática. “No momento da oficina, vivenciamos a realidade do aluno, as dificuldades que ele enfrenta, diante disso conclui que é preciso retomar as práticas de sala de aula para constatar o verdadeiro significado do aprendizado da criança”.

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Maringá é sede da Conferência Intermunicipal de Cultura

A 3ª Conferência Intermunicipal de Cultura reuniu cerca de 300 pessoas na última quinta-feira (8) no auditório do Centro Social Urbano – Rivadávia Vargas (CSU). No encontro os participantes debateram propostas para as políticas culturais de Maringá e região, além de nomearem os delegados – pessoas que representarão os municípios – na Conferência Estadual que acontecerá nos dias 14 e 15 de setembro, em Guarapuava, e posteriormente serão escolhidos os delegados para a Conferência Nacional, que será em Brasília.

Os temas discutidos na reunião foram: Implementação do Sistema Municipal de Cultura, Produção Simbólica e Diversidade Cultural, Cidadania e Direitos Culturais, e Cultura e Desenvolvimento.

“A conferência é o espaço para artistas e profissionais da área darem sua contribuição, expondo ideias e apresentando as principais demandas para o desenvolvimento de toda manifestação cultural”, destaca o secretário de Cultura de Maringá, Jovi Barboza.

O encontro abriu o debate para a qualificação da política cultural nos municípios, visando o fortalecimento da produção artística nas cidades.

Os delegados foram definidos e eleitos conforme lei do Ministério da Cultura, que determina a escolha de até 5% do total de participantes da conferência. Maringá elegeu seis delegados e os demais municípios participantes preencheram quatro das oito vagas remanescentes.

Enderson Cristian Spazi é diretor de Cultura de Sarandi e foi eleito, com o maior número de votos, um dos delegados da região. Ele, que vem da classe artística, decidiu se candidatar ao cargo com o intuito de ajudar a construir uma política cultural no país e defender os interesses da região em que mora.

De acordo com a comissão organizadora, o número de participantes permitia a eleição de até 14 delegados, sendo seis de Maringá e oito da região. Foram eleitos os seis de Maringá (dois representantes governamentais e quatro não-governamentais) e da região foram apenas quatro delegados governamentais e os respectivos suplentes, já que não houve candidatos não-governamentais.

Antonia Celeste, também eleita delegada da região, é secretária de cultura em Marialva e enfatiza, “eu quero mostrar às demais cidades participantes da conferência estadual que cidade pequena tem cultura sim! Com isso, pretendo conseguir trazer grandes espetáculos para os municípios do interior”. Antonia conta ainda que em Marialva as ações culturais são muito bem desenvolvidas, somente na Casa da Cultura mais de 500 crianças são atendidas com oficinas de aprendizado.

O secretário Jovi Barboza parabeniza a população de Maringá e região pela adesão à Conferência, “a participação da sociedade nas questões públicas é muito importante. A reunião de hoje vai proporcionar melhorias nas práticas culturais dos municípios”.

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Professores de Marialva recebem capacitação do Diário na Escola

Na última quinta-feira (1) os professores dos 4º e 5º anos da rede municipal de educação de Marialva participaram, na Casa da Cultura da cidade, do encontro pedagógico intitulado “Artigo de Opinião: um espaço de argumentação no jornal” promovido pelo Diário na Escola e ministrado pela professora doutouranda, Adélli Bazza.

Loiva Lopes, coordenadora do Programa ressaltou a importância de priorizar o estudo dos gêneros textuais veiculados no jornal e sua aplicabilidade em sala de aula. “Toda a programação desse ano foi pensada de forma a atendermos a demanda dos professores nessa área”. Sabemos que se trata de uma prática pedagógica nova, é de fundamental importância que eles recebam os subsídios que necessitam para realizar um bom trabalho.

“Os cursos oferecidos pelo Diário na Escola têm atendido as nossas aflições e nos dado caminhos para esclarecer dúvidas sobre as tipologias textuais. Inclusive, aponta as formas de abordar os assuntos em sala de aula de uma forma prazerosa, levando nossos alunos a reais condições de aprendizagem”, afirma a professora Andréia dos Santos Gallo.

A educadora, Amanda Regina Miranda Manha, conta que o encontro foi proveitoso para sanar as dúvidas sobre esse gênero textual que deve ser trabalhado em sala. “Me senti aliviada ao saber que posso ensinar conteúdos textuais de uma forma mais fácil, de acordo com a faixa etária de cada criança”.

Segundo Adélli, o trabalho com o artigo de opinião é muito interessante, pois ajuda os professores a desenvolver e aplicar a habilidade de diferenciar fatos de comentários. “A interação entre educadores de séries diferentes ajuda a perceber as dificuldades dos alunos em cada fase do aprendizado. Espero que essa percepção ajude a desenvolver o trabalho de forma direcionada à necessidade de cada turma”.

Depois de todo o conteúdo teórico ter sido apresentado, as participantes receberam o desafio de realizar atividades práticas sobre artigo de opinião: 1º – escolher um texto do jornal que motive o tema; 2º – definir a finalidade; 3º – sugerir questões que levem ao reconhecimento do gênero e 4º – elaborar uma proposta escrita. Assim, foi apresentado de forma prática a melhor forma para ser desenvolvido o trabalho com os alunos.

“O principal ponto do encontro foi o fechamento com a oficina, nos dando a chance de aprender estratégias de ensino para serem aplicadas em sala”, destaca a professora, Gislaine Regina Camargo.

Silvana Renata Crevelaro, que também é professora, conta que o encontro foi muito válido. “Aprendi vários passos que vão me ajudar a iniciar a produção com meus alunos. Além do mais, tudo o que foi apresentado vem acrescentar ao meu conhecimento, me ajudando a crescer profissionalmente. A ministrante Adélli, com uma ótima explicação, passou o conteúdo de maneira fácil e prática”.

Para Sandra Grudtner Garcia, assessora pedagógica de língua portuguesa de Marialva, a busca pela qualificação profissional está cada vez mais presente na vida dos professores. “Os cursos de extensão, palestras, oficinas e outros momentos de reflexão proporcionam ao educador, maior segurança em sua prática pedagógica. A oficina de texto desenvolvida pela professora Adélli Bazza foi de ótima qualidade e com certeza muito ajudará no trabalho dos nossos professores”.

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