Mês: setembro 2013



A mídia na educação

“O Programa Diário na Escola inovou as metodologias do professor, destacando que, o trabalho educativo do qual depende não só a aprendizagem escolar do aluno, mas também, em grande medida, sua formação como pessoa”. – Elci Aparecida Tomaz Caparroz, secretária de educação de Cruzeiro do Sul.

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Projeto da Usina Santa Terezinha aposta nas futuras gerações

Por Loiva Lopes

O projeto de educação ambiental Semeando o Verde tem ganhado atenção especial da empresa Usina Santa Terezinha.  Para quem esteve na última quarta feira, em Iguatemi, onde está localizada uma de suas unidades, pode acompanhar a satisfação, não somente do diretor Júlio Cesar Meneguetti, mas também, dos colaboradores e voluntários ao verem 420 crianças cumprindo a penúltima etapa dos trabalhos este ano, plantar uma muda nativa no terreno da empresa, e ainda levar outra para plantar em casa. Meneguetti afirma a importância do projeto ao declarar que o objetivo prioritário é investir em uma geração que cresça comprometida com a preservação do meio ambiente, “Nosso propósito é conscientizar muito além de funcionários e comunidade, é gerar novos valores na sociedade futura, e só teremos êxito se começarmos pelas crianças”, declara.

Tendo como pilar nortear ações para disseminar conceitos de conscientização ambiental, aliados a princípios de sustentabilidade, o Semeando o Verde está voltado para crianças na faixa de 6 a 12 anos, cursando o I Ciclo do Ensino Fundamental. Realizado anualmente, no mês de setembro, período em que se comemora o dia da árvore, envolve escolas públicas municipais, onde a Usina Santa Terezinha está presente. Sua dinâmica é planejada e desenvolvida por meio de atividades lúdicas, educativas e culturais.

Como informa o gerente de sustentabilidade, Luis Alberto Soria, desde 2005, quando foi implantado na unidade de Ivaté, PR, o projeto cumpre sua missão, “de incentivar e estimular a geração de uma sociedade ambientalmente correta, responsável pela preservação da biodiversidade comprometida com o futuro da nova geração.”

Hoje, decorridos oito anos, o projeto está presente em nove, das 11 filiais que a empresa possui. Só em 2012, foram contempladas 3.834 crianças, com 24 mil árvores plantadas, todas nativas e frutíferas, cultivadas nos viveiros das unidades, e também doadas pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP), e a empresa Green Farm CO2Free.

Como explica Solange Gil de Azevedo, que responde pela Responsabilidade Social da empresa, e idealizadora do Semeando o Verde, “o trabalho é realizado com a participação de dois mil colaboradores, entre funcionários e voluntários, e tem um formato definido, mas cada unidade tem liberdade para desenvolver sua agenda, o importante é que sejam cumpridas as quatro etapas.”

A primeira é desenvolvida no ambiente escolar, onde os alunos recebem palestras sobre educação ambiental e materiais informativos para divulgar em sua comunidade. A segunda parte contempla o teatro, as crianças assistem a uma apresentação que procura interagir com elas, e ao mesmo tempo em que ensina, diverti. Depois, vem a etapa mais aguardada, quando recebem mudas para plantar em áreas de reflorestamento. O objetivo é formar neles uma consciência voltada à preservação das matas ciliares e arborização dos municípios.

A professora Sebastiana Braz Volpato, da Escola Municipal Dona Angelina, do distrito de Iguatemi, explica que a expectativa delas é porque terão a oportunidade de vivenciarem tudo o que foi aprendido na escola,  “A experiência prática concretiza e internaliza na criança o que viu e ouviu anteriormente, e isso faz toda a diferença no processo de aprendizagem.” A aluna Eloah Boska Mantovani, da Escola Municipal Manoela Rosalina Mazzei, de Mandaguaçu, estuda no 5ª ano, e fala com convicção sobre o que aprendeu até aqui, “não se pode tirar da terra e não retribuir, temos que cuidar da natureza.”

Contente por estar participando pelo segundo ano consecutivo, a professora Lindinalva Rodrigues da Silva Francesqui, da Escola Municipal Manoela, afirma que “o projeto se tornou um parceiro indispensável porque vai ao encontro de tudo o que já faz parte do currículo escolar.”

Márcio Farah, diretor de marketing da FMC Agricultural Solutions, empresa parceira do projeto, ressalta que o trabalho contribui para transformação da sociedade futura. “Não estamos só desenvolvendo ações de sustentabilidade, estamos investindo na formação de indivíduos que farão a diferença amanhã, pois eles serão nossos agentes de mudança.”

A última etapa do projeto encerra com a divulgação dos vencedores do Concurso de Frases.  Os alunos da unidade de Iguatemi irão conhecer seus ganhadores no dia 30 de setembro, momento em que irão receber da Usina Santa Terezinha a entrega de kits e premiações.

Motivada pelos resultados conquistados até aqui, com 4.200 crianças atendidas em 2013, Solange afirma que a empresa já estabeleceu metas para cumprir até 2015. “Queremos expandir o número de escolas e inserir 12 mil alunos, plantando 100 mil mudas de árvores nativas, frutíferas e exóticas.” A empresa ainda pretende recuperar 20 áreas de matas ciliares com a participação de alunos do 4º ano, e contribuir com o ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio), um conjunto de oito metas, firmado entre 189 países, que visa melhorar a qualidade de vida da população mundial.

Como diz Sinobilino Zanusso, gerente industrial da empresa, “Semeando nas crianças teremos um país mais verde amanhã.”

Unidades participantes no Paraná: Iguatemi, Tapejara, Paranacity, Ivaté, Terra Rica, São Tomé, Rondon e Cidade Gaúcha, e Eldorado no MS.

Quem estiver interessado em saber mais sobre o projeto, acesse o site: www.semeandooverde.com.br

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Oficina de Trânsito em Lobato

Alunos da rede municipal de ensino de Lobato participaram da Oficina de Trânsito Itinerante da VIAPAR. A concessionária, que é parceira do Diário na Escola, tem por objetivo conscientizar as crianças sobre a segurança no trânsito, e ensina quais as obrigações e os deveres dos pedestres e motoristas.

O prefeito de Lobato, Fábio Chicaroli e a secretária de educação, Fabíola Gazzone Chicaroli também assistiram à palestra. “Educar é uma tarefa constante e diária. Com a educação no trânsito não pode ser diferente, temos que sensibilizar principalmente as crianças para formá-los cidadãos responsáveis, autônomos e comprometidos com a preservação da vida”, enfatiza Fabíola.

Keyke Lemos de Almeida é aluno do 5º ano e conta o que aprendeu na oficina. “A VIAPAR deixa as estradas sinalizadas para evitar acidentes e mortes. Eles têm um caminhão boiadeiro que recolhe os animais da pista, para que não ocorra nenhuma fatalidade. Aprendemos também como andar de forma segura nas calçadas e de bicicleta na rua. Pode ter certeza que vou ensinar isso a muitas pessoas”.

A professora do 5º ano, Elaine Aparecida de Lima ficou feliz com a participação dos estudantes nas discussões da palestra e relata que estão ansiosos pela chegada das carteirinhas de “assistentes do trânsito” para que possam atuar nas ruas de Lobato.

Maria Aparecida Tolotto de Carvalho é diretora da Escola Municipal Elias Abrahão e destaca a importância do Programa. “Através dele podemos inovar as aulas oferecendo algo a mais aos nossos alunos, como a oficina itinerante da VIAPAR”.

A secretária conta que a parceria com o Diário na Escola é fundamental para as crianças que atuam como leitores do jornal, praticando o dialogismo que os textos jornalísticos propõem e construindo o próprio conhecimento. “As crianças gostam, principalmente, quando se identificam com as matérias ou se vêem nelas, quando é citada a cidade ou região, e pessoas que fazem parte do seu dia a dia”.

 

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Professora já começa a preparar alunos para Concurso do Gibi

Na última sexta-feira, dia 20, teve início o prazo de envio das produções para o Concurso do Gibi. Em sua 8ª edição, o desafio é fazer com que a partir da leitura de uma notícia do jornal O Diário, o aluno crie uma história em quadrinhos.

Não querendo perder tempo para o envio das produções de seus alunos, a professora Maria Aparecida Pereira, que leciona para o 5º ano, na Escola Municipal Yoshio Hayashi, em Sarandi já está pondo a “mão na massa”. Ela quer aproveitar todo o conhecimento que adquiriu no Encontro de Capacitação Pedagógico, “Histórias em Quadrinhos: linguagens e ludicidade nas produções textuais”, promovido pelo Diário na Escola. “O encontro me orientou o passo a passo da produção de uma HQ e isso está tornando mais fácil o trabalho com as crianças.”

Motivada pela proposta ela conta como está desenvolvendo as etapas de produção com os alunos. “Solicitei que primeiro escrevessem o enredo da história no caderno e só depois fossem para a parte dos desenhos, o que gerou bons resultados”, conta Maria Aparecida.

Para a realização da atividade a turma escolheu uma matéria publicada em O Diário sobre o tema família. A professora relata que em boa parte das histórias criadas percebeu a ausência dos pais em casa, em alguns casos, o aluno é o filho mais velho, e tem assumido o papel de cuidar dos mais novos.

Maria Aparecida destaca que a leitura semanal do jornal tem sido importante no momento da escrita, “percebo que eles têm mais argumentos, estão mais criativos”.

Agora a turma vai começar a pensar no material que será enviado ao Concurso. O regulamento e folhas oficiais de produção já chegaram as escolas de Sarandi. A partir de agora é mãos à obra! Lembrando que as histórias em quadrinhos podem ser enviadas, via correio, ao Diário na Escola até dia 20 de outubro.

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A mídia na educação

“Acredito que as atividades propostas pelo programa O Diário na Escola e que são desenvolvidas pelo professor em sala de aula, são muito relevantes para o aprendizado do aluno, pois vão ao encontro do currículo escolar, são pedagogicamente adequadas e vinculadas à realidade da criança. O contato com o jornal traz para a sala de aula a possibilidade da observação da realidade do cotidiano e proporciona a sistematização desta informação. Porém, confio na ideia de que, o grande mérito do Programa, está no trabalho contínuo e de longo prazo que este realiza. Pois é uma proposta que vem se desenvolvendo e se aperfeiçoando ao longo de vários anos e, em uma sociedade em que quase tudo é transitório e descontinuado, este trabalho possui o grande diferencial que é a constância e a solidez, por isso traz resultados tão bons”. – Maria Eliza Spineli, secretária de educação de Itambé.

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Palavras de notícia do Diário formam atividade divertida

Ao receber o jornal em sala às terças-feiras, os alunos do 5º ano da Escola Municipal Duque de Caxias, de Flórida, já se animam com a oportunidade de realizar a leitura das notícias sobre os principais acontecimentos da região em que moram.

Em uma das semanas de produção com o Diário, a professora Patrícia de Paiva Grilo, teve a ideia de propor aos alunos uma atividade diferente. Após a leitura e discussão sobre os assuntos das matérias publicadas, foi solicitado aos estudantes que escolhessem uma notícia, colassem-na no caderno e separassem 10 palavras para que fosse criado um caça-palavras.

Cada criança produziu sua atividade, os cadernos foram trocados entre eles para que solucionassem o caça-palavras do colega. “Foi umas das produções mais dinâmicas que realizei com o jornal em sala, os alunos interagiram uns com os outros, e assim, tivemos uma participação efetiva”, conta a Patrícia.

Caça-palavras criado pelo aluno Arthur Gabriel Marmentini e solucionado pelo colega Leonardo Marques Barbosa

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Escola desenvolve projeto que incentiva leitura familiar

A ideia de sentar ao lado de uma criança e ler com ela um livro infantil ou mesmo jornal, gibi ou revista pode significar uma mudança em seu futuro, abrindo portas para ela se tornar uma pessoa culta e apaixonada pela leitura. Os especialistas em educação chamam esse processo de “letramento”. Trata-se de um ato simples, mas que no cotidiano da família fica esquecido por conta da rotina de trabalho dos pais.

Com o intuito de motivar ações como esta, na qual a leitura familiar se torna uma prática diária, direção e equipe pedagógica da Escola Municipal Maestro Aniceto Matti, em Maringá, criaram o projeto “Viajando no Mundo da Leitura”.

Na última quinta-feira (12) a diretoria da escola apresentou o projeto para alunos, pais e comunidade de uma forma bem inusitada. O pátio da instituição foi todo decorado com itens que compõem uma floresta, como a dos contos infantis. Algumas crianças se caracterizaram de Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, Lobo Mau e tinha até os Três Porquinhos. Também não faltou príncipe e princesa, a orientadora Suely e a supervisora Roseneia se caracterizaram, entraram no clima e animaram a garotada.

Cada professor da Aniceto Matti recebeu sua “Maleta da Leitura”, contendo literatura infantil, gibis, revistas e exemplares do jornal O Diário. A dinâmica será a seguinte: o aluno vai levar a maleta para casa e ficar com ela por dois dias para a realização da leitura em família, no terceiro dia ele devolve a pasta para a professora e conta como foi a experiência, inclusive, sobre a participação dos pais. Neste mesmo dia uma outra criança vai levar a maleta para casa e assim segue o projeto, até todos os estudantes terem a oportunidade de participar.

“Queremos resgatar o valor da leitura. Nossos alunos têm apresentado dificuldade de aprendizado e acreditamos que a literatura vai despertar o interesse pelo ato de ler, o que consequentemente, resulta na melhora da escrita da criança”, destaca a supervisora da escola, Roseneia dos Reis Francisco.

A secretária de educação de Maringá, professora Solange Lopes, esteve presente no lançamento do projeto na escola e parabenizou toda a instituição pela excelente iniciativa. “Pesquisas informam que as pessoas estão parando de ler, por isso ações como esta são muito importantes”. Solange também aconselhou os alunos “quando a gente lê, a gente sonha, a imaginação nos leva a lugares que talvez nunca poderíamos ir. Peça para seus pais realizarem a leitura com vocês e os ajudem a viajar pelo mundo imaginário!”.

Suely Martins Gomes de Oliveira é orientadora educacional da Aniceto Matti e enfatiza que o maior propósito do projeto é mobilizar escola e comunidade. “Acredito que os pais são exemplo para os filhos, é importante que eles leiam em casa e que levem as crianças para visitar as bibliotecas municipais, por exemplo, desta forma vão despertar nos alunos não só o interesse, mas o gosto pela leitura”, afirma.

“Quem lê aprende mais, conhece novas histórias e se diverte. Estou ansiosa para levar a “Maleta da Leitura” para casa, ainda mais porque sei que dentro dela tem gibi e eu sou apaixonada por histórias em quadrinhos”, comemora a aluna do 4º ano, Débora Wilhans Zavatine.

A diretora, Darly Maria da Silva Moreira, está esperançosa pelos resultados do projeto. “Espero, realmente, que alunos e pais se apaixonem pela leitura. Temos alguns estudantes na escola que lêem um livro por semana, a intenção é disseminar isso entre as crianças, e quem sabe, motivar outras instituições de ensino a desenvolverem projetos de leitura também”.

No projeto “Viajando no Mundo da Leitura” além das maletas que vão para casa dos alunos, a equipe da escola criou o “Cantinho da Leitura” em cada sala de aula – uma prateleira com várias obras infantis que será utilizada para momentos de descontração entre as crianças ou quando algum aluno terminar a atividade antes de outros. A biblioteca da escola também foi modificada, agora ela é chamada de “Toca da Leitura” – um grande tapete, almofadas e poltrona substituíram parte das mesas e cadeiras, o que deixou o ambiente mais convidativo e confortável.

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Alunos escrevem o que gostariam de ler no jornal

Em Marialva, os alunos do quinto ano da rede municipal de ensino recebem o Diário em sala de aula para a realização de atividades. A professora, Amélia Watanabe Horita desenvolve o projeto na Escola Municipal Dr Milton Tavares Paes.

“Quando o jornal chega em sala, proponho aos estudantes que realizem a leitura do material, e em seguida, discutimos os assuntos das notícias publicadas”, conta a educadora.

Amélia percebeu, em algumas conversas, que parte deles não estavam satisfeitos com aquilo que liam, então teve a ideia de dar voz aos alunos. “Pedi que desenvolvessem uma produção textual relatando o que gostariam de ler nas notícias do impresso”.

Cansada de ver tantas notícias ruins, Isabella Querois Cruz, do 5º ano A, desenvolveu um texto opinativo sobre o que gostaria de ler no jornal, desde preocupações ambientais a questões que envolvem drogas e violência.

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Atividades com o jornal promovem formação cidadã

Subsidiados pela concessionária VIAPAR, os atendidos da Fundação Isis Bruder – Unidade Champagnat – recebem o jornal toda semana na instituição. “Com a leitura do Diário ficamos ciente do que acontece em nossa cidade e na região, nos informamos também sobre a política do Brasil e as discussões que ocorrem na câmara e CPI dos ministros, o que nos torna mais cidadãos”, conta a aluna Juliana Rafaela.

A orientadora social, Criciely Vieira é uma das educadoras que desenvolve os projetos dentro da sala de aula. “Trabalho com o jornal impresso no intuito de fazer com que crianças e adolescentes atendidos pela Isis Bruder se tornem não apenas parte da sociedade, mas cidadãos critícios que tenham argumento de discussão”. Ela conta também que procura no Diário notícias sobre violência e uso de drogas para alertar os estudantes dos riscos que podem enfrentar nas ruas, “com os mais velhos meu trabalho é focado no lado social da informação e na conscientização”.

Com os pequenos, Criciely realiza dinâmicas com maior entretenimento, em especial trabalhos com a charge. “As crianças ficam encantadas com as imagens e os desenhos que aparecem no jornal, por isso, aproveito do interesse deles por esses conteúdos para desenvolver produções”, relata.

Em uma das semanas em que recebeu o jornal a orientadora teve a ideia de produzir uma cuzadinha a partir das notícias publicadas no Diário. Utilizando da criatividade, para cada palavra da cruzadinha ela fez uma dica que ajudou o estudante a encontrar a resposta dentro das matérias do jornal. A dinâmica foi realizada com os atendidos de seis a 15 anos. “O importante das produções em grupo é que gera competitividade saudável dentro da sala, assim, os alunos ficam mais participativos, e os que terminam primeiro acabam auxiliando os que tem mais dificuldade”, destaca Criciely.

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GANHADORES – Concurso de Frases

O Diário na Escola, em parceria com as Secretarias Municipais de Educação e com a VIAPAR, promoveu o Concurso Cultural de Frases sobre a  Semana Nacional de Trânsito.

O tema neste ano foi: “Álcool, outras drogas e a segurança no trânsito: efeitos, responsabilidades e escolhas.”  Após o trabalho na escola com essa temática, foram produzidas frases criativas e de efeito.

Os autores das sete melhores frases e seus respectivos professores serão premiados no próximo dia 26 de setembro às 14h na sede da VIAPAR e as produções serão veiculadas nas páginas do jornal O Diário, de 18 a 25 de setembro.

Abaixo a lista dos GANHADORES:

ESCOLA MUNICIPAL PIONEIRA JESUÍNA DE JESUS FREITAS – MARINGÁ

Drogas, não use! Elas não vão te fazer bem. Tenha responsabilidade no trânsito preservando a sua vida e a minha também!

Aluna: Maria Eduarda Gama da Costa – 4º ano D

Professora: Maria de Lourdes Salviano

 

ESCOLA MUNICIPAL ÂNGELA VERGÍNIA BORIN – MARINGÁ

Não fique aí parado, o trânsito precisa ser mudado! Diga não ao álcool e dirija com cuidado!

Aluna: Maria Eduarda da Silva – 4º ano A

Professora: Cleonice Aparecida Raphael da Silva

 

ESCOLA MUNICIPAL ANTENOR BALAROTTI – ASTORGA

Motorista, não beba se estiver dirigindo, sou uma criança e estou te corrigindo.

Aluna: Weila da Silva Santos – 5º ano A

Professora: Nivia Maria de Brito de Oliveira

 

ESCOLA MUNICIPAL PROFESSORA MARIA CELESTINA MACHADO – ASTORGA

Respeitar a lei do trânsito é ser cidadão. Bebida e direção diga sempre não.

Aluno: Adrian Henrique Teodoro – 5º ano B

Professora: Edna R. dos Santos Coutinho

 

ESCOLA MUNICIPAL AYRES ANICETO DE ANDRADE – SARANDI

Ei pessoal! Preste atenção. Velocidade e álcool não rola não!

Aluna: Ana Paula Santos da Silva – 5º ano D

Professora: Sara Meneghetti

 

ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ POLO – SARANDI

O motorista embriagado se acha o rei da direção, perde os sentidos e os reflexos e se acha o dono da razão. O motorista consciente, respeita a sinalização, dá preferência ao pedestre e nunca bebe na direção.

Aluna: Rebeca Salles Silva – 5º ano B

Professora: Rosemira André Evangelista Leme

 

ESCOLA MUNICIPAL JARDIM PRIMAVERA – SANTA FÉ

Trânsito não é brincadeira se for dirigir, diga não a bebedeira.

Aluna: Maria Eduarda Gasparetto Zancan – 4º ano

Professora: Andréa Conti Checom

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