Mês: dezembro 2013



Empresas têm oportunidade de contribuir para a formação escolar

No momento em que se busca uma melhor qualidade de vida, em especial para as crianças, o setor privado é desafiado a ter uma participação social mais efetiva cooperando na tarefa de oferecer uma educação de maior eficácia nas escolas.

A parceria empresa e escola assegura o compromisso do setor empresarial em construir um mundo economicamente desenvolvido e socialmente justo.

Atualmente a capacidade de atendimento das redes de ensino já é suficiente para atender quase todas as crianças de sete a 14 anos, muito embora parte dos ambientes escolares estejam em condições precárias. No entanto, o problema atual do ensino não é em relação ao acesso, mas à permanência e o aprendizado do aluno.

Quando a empresa associa seu produto a uma causa nobre, se valoriza, inclusive, diante dos próprios funcionários. Melhorando sua comunidade, estará também reduzindo os problemas do seu entorno.

A equipe do Diário na Escola acredita que a relação entre o setor privado e escolas se caracteriza como uma parceria, uma colaboração entre instituições que compartilham objetivos ou interesses comuns.

Se a empresa puder oferecer meios para que os alunos visitem suas instalações, será uma ótima experiência para eles, principalmente pela oportunidade de conhecer espaços onde possam acompanhar os vários estágios da elaboração de um produto ou serviço.

A concessionária de rodovias Viapar é parceira do Diário na Escola e somente neste ano subsidiou a participação de quase 900 alunos no Programa. Oferecendo semanalmente a crianças e adolescentes o recebimento de exemplares do Diário para atividades, acesso à informação e o despertar do hábito da leitura. Fatores que os tornam cidadãos mais atuantes e críticos em relação às problemáticas da sociedade.

Oficina de Trânsito Itinerante da Viapar realizada na Fundação Isis Bruder – uma das 12 instituições que recebem o subsídio da concessionária para a participação no Programa

Oficina de Trânsito Itinerante da Viapar realizada na Fundação Isis Bruder – uma das 12 instituições que recebem o subsídio da concessionária para a participação no Programa

Em parceria com o Diário na Escola a Viapar realizou diversas Oficinas Itinerantes nas instituições de ensino que fazem parte do Programa. Proporcionando aos estudantes palestras sobre segurança no trânsito, exibição de vídeos relacionados ao assunto e a entrega de brindes.

Empresas que venham a ser parceiras do Diário na Escola podem mais do que disseminar a informação no ambiente escolar e motivar trabalhos de leitura e escrita, estas ainda têm a oportunidade de realizar promoções culturais, a exemplo do Concurso de Frases sobre a Semana Nacional do Trânsito no qual a Viapar desenvolve com o Programa, oportunizando ao aluno expor talentos e receber prêmios.

“Dos vários projetos que a Viapar têm apoiado, o Diário na Escola merece atenção especial, pois considero fundamental trabalhar com a educação infantil. É compensador ver o resultado dessa parceria da concessionária junto ao Diário”, afirma o presidente da concessionária, Marcelo Stachow Machado.

O Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Júnior, de Maringá, recebe exemplares do Diário semanalmente devido ao subsídio oferecido pela Viapar. “Com o jornal em sala incentiva-se o prazer da leitura, o que gera melhora no aprendizado. O impresso oportuniza aos alunos o acesso a vários gêneros textuais que circulam na sociedade, bem como, tornar-se um ser mais analítico e competente da cultura letrada”, destaca a diretora do colégio, Ivânia Ávila.

O assessor de comunicação da concessionária, Marcelo Bulgarelli destaca que a transformação da sociedade passa pela educação. “Utilizar o jornal como ferramenta pedagógica é uma forma de estimular o hábito da leitura entre as crianças e até mesmo entre os professores. Os alunos comentam sobre os fatos do dia a dia amadurecendo o senso crítico”.

A coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes enfatiza a importância dos parceiros. “Estamos trabalhando com a expectativa de aumentar em 2014 o número de empresas patrocinadoras para que possamos atender as escolas que nos procuram todos os anos com o interesse em participar das atividades do Programa”.

Além de beneficiar diretamente o aluno, a atuação conjunta entre empresa e escola se transforma em lição de cidadania. Se você deseja ser um parceiro e subsidiar alunos, entre em contato com a equipe do Diário na Escola pelo telefone (44) 3221-6050 ou pelo e-mail: [email protected]

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O Diário na Escola: aprendizado dinâmico e ensino qualitativo

Desde 2001 o programa educacional O Diário na Escola, que é alinhado ao modelo “Jornal e Educação” da Associação Nacional de Jornais (ANJ), é desenvolvido pelo O Diário do Norte do Paraná.

Em parceria com as Secretarias de Educação de Maringá e região e também empresas privadas, o programa tem por objetivo estimular nos alunos o gosto pela leitura contribuindo com o estudo de diversos conteúdos, formação cidadã e o desenvolvimento do senso crítico dos envolvidos.

Atualmente O Diário na Escola está presente em 117 instituições de ensino atendendo aproximadamente oito mil alunos e 300 educadores, em 19 municípios. Além de realizar concursos culturais, o Programa tem como prioridade oferecer encontros de formação aos professores e oficinas pedagógicas aos estudantes, a fim de maximizar a utilização dos jornais enviados às escolas e propiciar um novo olhar sobre os textos de circulação social.

“O Diário na Escola permite o trabalho com a diversidade textual, além de proporcionar aos alunos o contato com o jornal, algo que muitos não tem acesso fora da escola. Permite também que os pais possam ler as notícias com seus filhos, pois eles pedem o jornal para levar para casa”, conta a professora da Escola Municipal Alfredo Sofientini, de Astorga, Valéria Nunes de Jesus.

Capacitação

foto materia dois“Trabalho há muitos anos na mesma escola. Fui coordenadora pedagógica, diretora e hoje sou professora do 5º ano. De início foi uma resistência para meus superiores entenderem a importância do Programa, mas assim que assumi a direção junto à nova secretaria de educação, conseguimos. E hoje, trabalhando com meus alunos vejo que não foi em vão a insistência. As crianças adoram o jornal e são leitores assíduos. Através dos encontros, estou me capacitando e levando conhecimento aos estudantes”, destaca a professora da Escola Municipal Menino Jesus, de Uniflor, Cristiani Maria Baptista Gati.

Alunos do ensino fundamental e médio, de escolas públicas e particulares, entre outros ambientes educativos como comunidades sociais e abrigos, são o público alvo do Diário na Escola. As instituições parceiras recebem os jornais semanalmente para desenvolverem atividades e os trabalhos realizados a partir da leitura do jornal O Diário são publicados nas colunas semanais do programa, no caderno de Cultura, e nas mídias onlines, a exemplo do blog, facebook e twitter do Programa.

Os profissionais da educação recebem assessoria pedagógica especializada nos encontros de capacitação, palestras com grandes nomes das áreas de educação e comunicação, materiais de apoio com sugestões de atividades para o trabalho interdisciplinar com o impresso, atendimento da equipe do Diário na Escola para suprir dúvidas, bem como visita as escolas.

Em 2013, foram realizados os seguintes encontros de capacitação: “O jornal como aliado para os estudos da Prova Brasil”; “A diversidade dos gêneros no universo jornalístico”; “Artigo de Opinião: um espaço de argumentação no jornal”; “Histórias em quadrinhos: linguagens e ludicidade nas produções textuais”; “Notícia e Reportagem – bastidores e processos de produção” e “O professor na sala de aula – buscando estratégias de superação do mal estar docente”.

Concursos

CColuna Jornal Semana Nacional do Transito - 2013O Programa realizou nos meses de setembro e outubro duas promoções culturais: Concurso de Frases sobre a temática da Semana Nacional de Trânsito (6ª edição) e Concurso de Gibi (8ª edição). Ambos têm como objetivo propiciar que crianças e adolescentes, juntamente com seus professores, desenvolvam um trabalho de leitura crítica diante dos assuntos relacionados às notícias veiculadas nas páginas do jornal e produzam diferentes gêneros textuais.

anúncio“Tivemos dois alunos premiados no Concurso de Frases, é uma enorme satisfação. Em especial, porque as crianças vencedoras apresentavam dificuldade de aprendizado em sala de aula, com a vitória mostramos não só para elas, mas para os colegas, que com dedicação e esforço, tudo é possível”, enfatiza Vilma Spinella, assessora pedagógica na secretaria de educação de Astorga.

A vencedora do Concurso de Gibi na categoria “escolas da região” foi Gabriela Fusco dos Santos. A mãe, Maria Cristina Fusco conta que a filha é dedicada em tudo o que faz. “Ela esteve realmente empenhada no período de produção da história em quadrinhos. Concursos como este incentivam as crianças a buscarem o sucesso”.

Dia das CrinaçasEm comemoração ao Dia da Criança foi lançada a promoção cultural online “Livro também é diversão!”. Para participar bastava acessar o regulamento e o formulário de inscrição pelo blog do Diário na Escola e contar como faz para estimular a leitura da criançada. Podendo ser filho, neto, sobrinho ou aluno. O autor da história mais criativa recebeu seis livros de histórias infanto juvenis.

“Com tantas opções tecnológicas as crianças estão se afastando do contato com os livros. Quero que na vida do meu filho isso seja diferente. Percebo que o ato de ler é algo prazeroso para ele, e espero que continue assim”, enfatiza a mãe do ganhador e incentivadora do hábito da leitura, Leia Rachel Teixeira de Souza.

Visitas monitoradas

QUARTOANOVITORBELOTIDM3Os participantes ainda podem conhecer a sede do grupo O Diário, onde é apresentado aos visitantes todo o processo da produção da notícia até o sistema de impressão e distribuição do jornal nas casas, escolas e empresas.

“É importante para o aluno conhecer o espaço físico da empresa jornalística, conversar com os funcionários, tocar os equipamentos, tudo isso faz com que ele volte pra a sala de aula com um olhar diferente. As crianças estão mais abertas do que imaginamos para a leitura crítica da mídia”, conclui a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

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Jornal na escola resulta em leitores competentes e aulas interessantes

Vivemos dias em que as crianças passam cada vez mais horas no telefone celular e na internet, o que tem dificultado o interesse dos pequenos pela leitura de jornais. Algo fundamental para formar leitores habituais e cidadãos bem informados.

Apresentando textos com características distintas, fotografia e recursos gráficos, os jornais são uma fonte respeitada para pesquisa e obtenção de informação sobre o mundo atual. Além disso, eles se modernizaram e passaram por reestruturações gráficas e editoriais para proporcionar uma compreensão mais agradável de seu conteúdo.

Buscando ampliar as opções de leitura e o conhecimento dos alunos do 5º ano da Escola Municipal São Jorge, de São Jorge do Ivaí, a equipe pedagógica tem desenvolvido atividades utilizando como suporte os exemplares do Diário recebidos semanalmente.

“No decorrer dos trabalhos foi perceptível o quão importante e necessário é o Diário na Escola. O jornal foi um recurso indispensável para o estudo dos diversos gêneros textuais contribuindo e auxiliando não só na prática do ler, como também da escrita. Por meio deste trabalho os estudantes adquiriram prazer pela leitura e aumentaram seus interesses por textos diversos”, destacam as professoras do 5º ano, Edna Volpato, Simone Gregório e Rosangela Oliveira.

Para finalizar as propostas didáticas com o jornal neste ano e avaliar o conhecimento dos alunos, as educadoras elaboraram um mural no qual as crianças especificaram os diferentes tipos de textos que podem ser encontrados no Diário: artigos, crônicas, resumos, entre outros. Para a realização da atividade foi entregue aos estudantes várias páginas do impresso, e em grupos eles fizeram a análise e seleção das publicações.

DSC04206“No começo foi complicado direcionar os trabalhos pela diversidade de informações e os vários exemplares de jornal. Os alunos queriam colocar todas as reportagens, notícias e charges, eles ficam eufóricos com o material”, conta a professora Edna.

Depois de todo o conteúdo já recortado das páginas do Diário, o desafio era montar colunas com os títulos de cada gênero textual que encontraram no impresso. “Neste momento a participação foi efetiva. As crianças discutiram, deram sugestões, opinaram sobre os recortes dos outros grupos e quando tudo foi decidido, nos sentamos em volta do mural e juntos finalizamos o trabalho de colagem”, relata a professora Simone.

Com esta atividade o aluno Carlos Daniel Sarzi Vieira disse que passou a entender melhor o que é o jornal. “No meu primeiro contato com o material pensei que era somente um monte de informações juntas”. E o amigo Leonardo Aparecido Tramarim completa enfatizando que “o impresso informa, apresenta notícias, e também orienta e ajuda as pessoas, como pode ser visto, por exemplo, no caderno de classificados”.

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Programa realiza encontro de encerramento com apresentações e palestra

DIARIO NA ESCOLA RL1As atividades do Diário na Escola neste ano estão chegando ao fim e a equipe do Programa realizou na sexta-feira (29) o último encontro com os profissionais da educação das instituições de ensino parceiras.

A partir da temática “O professor na sala de aula – buscando estratégias de superação do mal estar docente” a professora doutora em psicologia escolar, pela USP, Rachel de Maya Brotherhood ministrou a palestra principal do evento.

A ministrante destacou que atualmente o professor assumiu novas tarefas e responsabilidades dentro da escola. As crianças chegam a sala de aula com diferentes valores e culturas e o profissional da educação tem que se adequar a esta realidade. “Acredito que o mal estar docente é uma mistura da massificação do ensino com a desvalorização do educador, o que gera um enorme descontentamento”, destaca Maya.

DIARIO NA ESCOLA RL13Outro apontamento feito por Raquel enfatiza as exigências profissionais, que em alguns casos, ultrapassam os recursos e ferramentas disponíveis ao professor. Desta forma são constatados altos índices de tensão, frustração e depressão nos profissionais que trabalham diariamente dentro da sala de aula.

A professora que leciona para o 4º ano da rede municipal de Maringá, Cleonice Sebastião Teixeira Marques compartilhou sua experiência sobre o mau comportamento dos alunos. “Algumas crianças ultrapassam todos os limites, me respondem e até humilham. Quando vou reclamar com os pais, eles dizem que o filho é assim mesmo, e que não sabem mais o que fazer”.

Maya, neste momento, enfatizou que Cleonice deve impor limites ao aluno, e deixar claro o que pode e o que não pode ser feito em sala de aula. “Respeito é o mínimo em uma relação entre docente e educando”.

Para melhorar esta realidade a palestrante deixou algumas sugestões aos participantes do encontro. “O professor tem de lutar por aquilo que considera certo e verdadeiro. Ainda é preciso elevar o reconhecimento e o status social do profissional da educação e isto só é possível em trabalho colaborativo. Lembrem-se, sozinhos não conseguimos nada!”

O jornal no aprendizado

No encontro de encerramento também foram valorizadas as melhores práticas pedagógicas desenvolvidas com o jornal em 2013. Cinco educadoras foram selecionadas para apresentarem seus trabalhos a todos os participantes do evento, e assim serem reconhecidas pelas boas propostas aplicadas.

Rosangela da Silva Oliveira é professora do quinto ano na Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, e recebeu destaque devido à atividade em que após o estudo do caderno de classificados, do Diário, seus alunos criaram anúncios se oferecendo para trabalhar. As crianças abusaram da imaginação e entre as ofertas de emprego era possível encontrar de modelo a auxiliar de dentista, com salários de sete a 10 mil reais mensais.

“Os alunos me surpreendem nos resultados dos trabalhos realizados com o jornal. Quando o Diário na Escola publica nossas atividades tenho a sensação de dever cumprido e com sucesso!”, comemora Rosangela.

Entre as educadoras em evidência há também uma bibliotecária, Priscilla Kelly Bressan trabalha no Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Júnior, de Maringá, e participa do Programa através do subsídio oferecido pela Viapar. Priscilla desenvolveu o “Projeto Nova Escrita” no qual os alunos do 3º ano do ensino médio passaram seus horários de intervalo na biblioteca solucionando as palavras cruzadas do caderno de cultura do Diário, mais do que um passatempo a atividade buscou auxiliar o estudante a escrever com fluência, argumentação e criticidade.

E o projeto não pára por aí! Com o objetivo de preparar os adolescentes para as provas do ENEM, PAS e Vestibular UEM, toda sexta-feira Priscilla escolhia uma matéria do jornal para que o estudante desenvolvesse uma produção de texto durante o final de semana e a corrigia na semana seguinte.

“Acredito nos alunos e na competência de cada um, por isso acho extremamente válido aproveitar todo o tempo que eles estão na escola, inclusive os 15 minutos de intervalo. Por esperar um futuro melhor para toda a sociedade é que estou sempre criando novas atividades que deixem algum significado na vida do estudante”, ressalta Priscilla.

Amélia Watanabe Horita leciona aos quintos anos da Escola Municipal Dr Milton Tavares Paes, de Marialva. A proposta realizada por ela foi baseada no desejo de leitura de seus alunos. A professora percebeu que nas conversas sobre as notícias publicadas no Diário algumas crianças se manifestavam insatisfeitas com os temas lidos, e então Amélia decidiu dar voz aos estudantes. Cada aluno escreveu um texto sobre o que gostaria de ler no jornal. Entre as produções foi possível encontrar temáticas que revelaram de preocupações ambientais a questões que envolvem drogas e violência.

“As aulas com o impresso sempre geram bons debates. Percebo que além do estímulo à leitura e escrita, as crianças avançaram na argumentação, vocabulário e oralidade. Fico muito feliz, pois os estudantes têm levado o jornal para realizar leitura familiar em casa”, relata Amélia.

A partir do desafio do 7º Concurso de Frases do Diário na Escola, no qual os alunos deveriam escrever frases de efeito sobre os riscos em misturar álcool e drogas com a direção de veículos, a professora do 4º ano da Escola Municipal Professor Midufo Vada, de Maringá, Aline Romero da Silva foi a fundo no assunto e desenvolveu uma série de atividades com seus alunos sobre a temática.

Aline realizou leitura com notícias sobre fatalidades no trânsito, levou os estudantes até a sala de informática para a exibição de vídeos e propôs debates.

“Este foi o primeiro ano em que trabalhei com o jornal em sala de aula e a experiência tem sido a melhor possível, espero em 2014 ter a oportunidade de continuar no Programa, porque além do Diário na Escola ser muito bom para o auxílio no aprendizado dos meus alunos eu também tenho conhecido muitas coisas novas com os relatos práticos de outras educadoras”, conta Aline.

Na Escola Municipal Professora Maria Clestina, de Astorga, a notícia de uma Araucária que cresce em meio ao asfalto gerou polêmica. A professora Edna Coutinho coordenou um movimento pela preservação da árvore, junto com seus alunos do 5º ano. As crianças foram até o pinheiro, estudaram a espécie, fizeram trabalhos e até um site contando a história da árvore que eles resolveram chamar de “Tesouro Verde”.

“A proposta que desenvolvi me fez sentir difusora da cidadania, não só pela veiculação na mídia, mas também por ter gerado consciência crítica na comunidade de Astorga. Estar no encontro de encerramento compartilhando experiências é positivo e necessário para o crescimento pessoal de todos nós, professores”, acrescenta Edna.

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VITORIOSAS. Educadores que apresentaram as melhores práticas com o jornal, ao lado da coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes e a jornalista, Nayara Spessato

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Projetos escolares: Motivação para o aprendizado

A equipe pedagógica da Escola Municipal Jardim Primavera, de Santa Fé, desenvolveu diversas propostas durante o ano com o objetivo de capacitar os alunos de uma forma dinâmica e ainda envolver os familiares nas ações realizadas.

DSC05758A iniciativa “Viajando na Sacola Mágica da Leitura” possibilita aos estudantes levarem para casa livros de histórias infantis de acordo com sua faixa etária para ser lido com seus pais. Após o retorno à sala de aula o aluno compartilha a experiência contando sobre o que mais gostou na leitura com os colegas e professora.

“Nosso objetivo é que o estudante goste de ler e consiga transmitir ao outro o conhecimento. Assim, o livro se torna dimensão de prazer e alegria fazendo o aluno perceber que a leitura é uma viagem maravilhosa, e não apenas mais uma das atividades escolares”, destaca a supervisora, Cássia Gasparetto Zancan.

A estudante do 4º ano, Maria Bianca Moreira Rosa lembra que todos devem ter responsabilidade em devolver a Sacola no prazo estipulado para que ninguém perca a oportunidade de ler as obras.

“O projeto de leitura tem sido excelente! Os meus alunos ficam ansiosos para chegar o dia de levar as obras para casa, pois quando a criança retorna para a escola após a leitura em família e realizamos um bate-papo sobre os livros preferidos aumenta a curiosidade dos outros estudantes”, enfatiza a professora Genilza Favato Ita.

Sandra de Oliveira é mãe da aluna Ana Isabelli, do 5º ano, e aprova a iniciativa da leitura familiar. “Ajuda as crianças no incentivo ao aprendizado e também aproxima os pais das atividades escolares”.

DSC05112Outro projeto que tem movimentado a Jardim Primavera é o “Pais Presentes, Filhos Contentes” no qual os responsáveis pelos alunos são convidados a participarem de atividades culturais, pedagógicas e de conscientização aproximando família e instituição de ensino. Desta forma, é criado um elo de confiança que reflete no desenvolvimento intelectual e emocional do estudante.

“Nós, pais da aluna Gabriela do 3º ano gostamos muito desta ação. Nossa filha está motivada em realizar as propostas escolares e isso refletiu em crescimento no rendimento em sala de aula”, comemoram Cirlene Eugênio da Silva e Giovani Chicarolli Gandolfo.

Neste ano os temas trabalhados no projeto foram condizentes com cada ano escolar. 1° ano: Brinquedos e Brincadeiras; 2° ano: Folclore Brasileiro; 3° ano: Monteiro Lobato e o Dia do Livro; 4° ano: Meio Ambiente e 5° ano: A água como fonte de vida.

“Durante o desenvolvimento do “Pais Presentes Filhos Contentes” foi possível atrelar ao ensino atividades lúdicas e prazerosas nas quais nossos alunos puderam demonstrar seus talentos em danças, poesias e músicas”, ressaltam as professoras Darci Ogera , Maria da Glória Gomes e Andréia Cruz.

A diretoria da escola Jardim Primavera comemora a participação dos pais. “Em todas as apresentações os responsáveis estiveram presentes e ficaram entusiasmados com as produções de seus filhos”.

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Autores das melhores histórias em quadrinhos recebem prêmios

O tradicional Concurso do Gibi, promovido pelo Diário na Escola, finaliza sua 8ª edição. Na última terça-feira, alunos e professores finalistas da promoção cultural estiveram na sede do Grupo O Diário para a cerimônia de premiação.

“O Diário entende que os concursos culturais que realiza são importantes na descoberta de talentos, na motivação e inspiração dos participantes. Além de valorizar as melhores ideias”, destaca o diretor comercial, Cesar Carvalho.

O desafio do concurso é fazer com que a partir da leitura de uma notícia publicada em O Diário do Norte do Paraná, o aluno crie uma história em quadrinhos. E assim, estimular o desenvolvimento da leitura crítica em relação às matérias divulgadas no jornal.

“Relacionar a notícia com a HQ é uma estratégia bastante interessante de ensino, pois oportuniza a leitura e possibilita que o estudante desenvolva aspectos lúdicos, críticos, estéticos, entre outros que a produção do gênero mobiliza”, enfatiza a professora doutoranda, Adélli Bazza.

PREMIO GIBIS_RS31Para selecionar as melhores produções foram avaliados originalidade, ortografia, enredo e criatividade. A banca de jurados foi composta pela equipe do Diário na Escola, o diretor comercial do Grupo O Diário – Cesar Carvalho, o editor chefe do jornal – Walter Tele, o editor de cultura – Jary Mércio e pelas professoras que ministraram as capacitações sobre HQ aos educadores participantes do Programa – Adélli Bazza e Maísa Cardoso.

Foram cerca de 600 produções enviadas ao Programa para a escolha dos três vencedores na categoria escolas da rede municipal de Maringá; três ganhadores das escolas da região e um premiado na categoria escolas subsidiadas pela concessionária de rodovias, VIAPAR.

Receberam prêmios tanto o estudante, quanto o professor que o auxiliou na produção da história em quadrinhos. As principais temáticas abordadas foram: meio ambiente, segurança no trânsito e violência.

“Os finalistas mostraram estilo próprio, bom aprendizado quanto ao aspecto não verbal e desenharam em vários planos. Percebi também boas histórias focadas dentro do tema escolhido. Desta forma é possível perceber que o professor mediou o trabalho com o aluno sem interferir na criação pessoal, o que é fundamental”, ressalta a professora mestre, Maísa Cardoso.

A professora Kelen Cristina Mansanno conquistou a terceira colocação na categoria escolas de Maringá e comemorou junto com o aluno Diego dos Santos Chagas. “Eu segui a risca as orientações que recebi no curso de capacitação, foi como ter uma receita para a criação da HQ. Estou muito contente com a vitória do Diego, este reconhecimento valoriza o nosso trabalho”.

O primeiro lugar das escolas da região foi conquistado pela aluna de Doutor Camargo, Gabriela Fusco dos Santos. Surpresa com a colocação Gabriela não conteve as lágrimas no momento de receber o prêmio. “É uma mistura de ansiedade com alegria. Saber que estava na final já era uma notícia muito boa, mas ouvir que o melhor trabalho é o meu, gera uma felicidade inexplicável”, celebra a estudante.

A mãe de Gabriela, Maria Cristina Fusco conta que a filha é dedicada em tudo o que faz. “Ela esteve realmente empenhada no período de produção da historinha. Concursos como este incentivam as crianças a buscarem o sucesso. Desejo que a parceria entre o Diário e a escola municipal continue, para que assim como a Gabriela, mais alunos possam ser beneficiados”.

PREMIO GIBIS_RS25A APAE de Itambé participa do Diário na Escola por meio do subsídio oferecido pela VIAPAR e levou o prêmio da categoria. “O trabalho de criação de história e desenho com alunos especiais é sempre um grande desafio, mas isso não nos fez desistir. Com a dedicação dos professores e o empenho dos alunos saímos vitoriosos”, festeja a diretora, Leila de Sousa Peres.

João Pedro dos Santos é estudante da APAE e vencedor do concurso. Há três anos no Programa o trabalho que começou com atividades manuais hoje deu espaço a leitura e interpretação textual. “Receber o prêmio é uma superação para mim! Espero que minha conquista sirva como motivação para que outras pessoas com necessidades especiais se dediquem e ganhem espaço na sociedade”.

Antes de serem anunciados os vencedores, os professores comentaram que alguns alunos não estavam dormindo direito, tamanha a ansiedade pela espera do resultado. “Isso mostra o quanto ações como essas estimulam, não somente o aluno, mas também o professor”. É muito agradável ouvir o educador dizer aqui, que ser finalista do Concurso este ano é o reconhecimento do trabalho de um ano inteiro.

 

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Teatro, dança e música em Marialva

No mês em que o município completou 62 anos, a população foi presenteada com a oportunidade de assistir a diferentes shows e espetáculos no 5º Festival de Cultura realizado no Cine Teatro Sonia Maria Silvestre Lopes. A ação é da prefeitura de Marialva em parceria com o departamento de Cultura da cidade.

grease 02O musical “Grease – nos tempos da brilhantina” estreou a sequência de espetáculos divertindo e emocionando o público. A apresentação narra a tumultuada história de amor de um casal de estudantes no verão californiano. A peça original chegou a ficar em cartaz por quase 10 anos na Broadway e ganhou destaque internacional com o lançamento do filme, em 1978.

O elenco é composto por 30 alunos que participam das oficinas de teatro e dança, oferecidas pela prefeitura, e coordenado pelo coreógrafo, Alisson Miguel Trindade. “Atendo semanalmente crianças e jovens de sete a 20 anos. É um prazer ensinar para quem realmente tem vontade de aprender”, destaca.

“Sempre gostei de arte e faço parte das oficinas desde 2010. Para o “Grease” foram meses de ensaios, estudo de técnicas vocais, respiração, canto e uma enorme dedicação. Mas todos os obstáculos valeram a pena. Não existe sensação melhor do que poder agradecer os aplausos do público ao final de cada espetáculo”, conta o aluno Yago Marcelo Moção.

astros 01No último dia 10 os olhares foram para os 67 bailarinos que compõem “Astros” – obra de autoria do coreógrafo Alisson. “Uma mistura de dança com teatro que representa o momento em que o primeiro homem pisa na lua. Há o encontro do personagem de um outro planeta com um da Terra, os dois apresentam o espetáculo e anunciam as danças de uma forma cômica, o que deixou a plateia eufórica”, comemora.

Durante o musical cerca de 600 pessoas se animaram com os ritmos de street dance e tango. A aceitação foi tão grande que “Astros” teve reapresentação no dia 12 e a secretaria de cultura já está reservando uma data para nova exibição em 2014.

“Estar como bailarina no “Astros” foi maravilhoso! Um experiência única na qual pude desenvolver meus conhecimentos sobre a dança, sentir a emoção da apresentação e os elogios de quem assistiu”, enfatiza a aluna Julie Hayashi.

A equipe da secretaria de cultura esteve engajada o ano todo para o bom resultado do Festival. “O que mais nos deixa contente é perceber o reconhecimento da população de Marialva. As pessoas se identificam com as ações preparadas pelo município e reconhecem o nosso trabalho”, celebra a secretária da Cultura, Antonia Celeste.

Para assistir as primeiras apresentações já realizadas, o ingresso foi um quilo de alimento não perecível. A secretária Antonia ressalta que além de oferecer entretenimento é necessário ajudar aos que precisam. Com essa preocupação social, em 2012 mais de duas toneladas de alimentos foram doados para instituições de caridade do município e a meta para este ano é superar esta quantidade.

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