Mês: abril 2015



Jornal Escolar – Eu fiz

capa jornal escolarA Escola de Maringá em destaque hoje fez não apenas uma, mas duas edições de jornais escolares. As professoras da Escola Municipal Campos Salles, Jane Candino e Márcia Mitiko não mediram esforços para realizar o trabalho.

“O primeiro passo foi a exploração do jornal O Diário nas versões impressa e online. Afinal, este é um veículo de comunicação da cidade e também sempre presente dentro da sala de aula”, destaca Márcia.

A primeira edição foi impressa antes das férias de julho e a distribuição foi restrita para os alunos que haviam produzido os conteúdos, mas o sucesso foi tão grande que a comunidade escolar queria ver mais, os estudantes estavam animados e como resultado, em dezembro uma nova versão foi feita e desta vez a entrega abrangeu todas as turmas da escola.

“O trabalho com o impresso amplia o universo cultural das crianças e a informação aliada à reflexão, proporciona o debate e a tomada de consciência. Fatores que desenvolvem a capacidade de ler, argumentar e expressar opiniões”, ressalta Jane.

Os conteúdos das duas edições dos jornais da Campos Salles foram os mais variados, ilustrações, poemas, quadrinhas. Para que conheçam parte dos resultados, separamos uma entrevista que os alunos realizaram com a diretora da escola.

ENTREVISTA

Lucília Tomazini Hoffmeister é diretora da Escola Campos Salles desde fevereiro de 2011 onde juntamente com a equipe desenvolve um trabalho exclusivamente voltado para a melhoria da qualidade de ensino e efetiva aprendizagem dos alunos.

Alunos – 1) Como a senhora avalia o desempenho dos alunos em relação ao último IDEB?

Lucília: O desempenho dos alunos em relação ao último IDEB foi excelente porque conseguimos subir consideravelmente. Ultrapassamos a meta esperada e isso representa o reconhecimento do nosso trabalho e do esforço dos alunos em querer aprender mais.

2) A que a senhora atribui a elevação da nota da escola?

Foi um trabalho coletivo com compromisso. Acredito que esta é a palavra certa; compromisso de todos os funcionários, e isso compreende a escola como um todo.

3) De que forma a avaliação do IDEB contribui para a melhoria das ações na escola?

Da seguinte maneira. Como a escola ofereceu um trabalho de contra turno para os alunos e deu certo, este ano além do o 4º ano que irá participar do próximo IDEB, também estamos oferecendo o mesmo apoio para as demais turmas para que estas estejam bem preparadas no futuro.

4) O IDEB ainda é um desafio? Em que sentido? 

Mesmo com todo esforço o IDEB ainda representa um desafio para todos da escola, pois exige muito trabalho, força de vontade, colaboração e compromisso. Para que tudo melhore é preciso investir muito na educação.

5º ANO B

Comente aqui


Educação como prioridade

Comprometido em oferecer o melhor à comunidade, o prefeito de Lobato Fabio Chicaroli não mede esforços quando se trata em educação. Além de constantes formações oferecidas aos professores, Fábio considera indispensável o uso do jornal em sala de aula. “O que seria aparentemente uma ferramenta complementar à educação convencional, com tudo, ao longo da execução do Programa se tornou muito mais, ou seja, algo indispensável ao aprendizado e a formação pedagógica dos nossos alunos. E, além disso, contribui sensivelmente para o conhecimento e interação crítica das nossas crianças e adolescentes com o mundo ao seu redor”, destaca.

De volta ao Diário na Escola, a equipe da Escola Municipal Elias Abrahão comemora a oportunidade. “O trabalho com o jornal é inovador e possibilita ao educador tornar as aulas mais atrativas e dinâmicas, assim como também amplia as opções de leitura e o vocabulário do estudante”, enfatiza a diretora, Maria Aparecida de Carvalho.

A professora Deizimara de Lemos conta que o impresso leva informação não só para o professor e o aluno, mas para toda a comunidade que, em muitos casos, não teria acesso ao material se não fosse pela escola. “O dia-a-dia com o jornal me capacita a formar cidadãos críticos, criativos e com atitude”, diz.

FORMAÇÃO. Equipe da Escola Municipal de Lobato foi capacitada para desenvolver trabalho com o Diário em classe.

FORMAÇÃO. Equipe da Escola Municipal de Lobato foi capacitada para desenvolver trabalho com o Diário em classe.

A equipe do Diário na Escola esteve no município para orientar o trabalho que será realizado durante o ano com o impresso. A partir de uma oficina técnica sobre a estrutura do jornal, os educadores puderam identificar as diversas maneiras de explorar o material em sala de aula.

O professor doutor, Renilson Menegassi comenta que a capacitação é um requisito necessário para a melhoria do ensino nas escolas de qualquer país. “Nas formações o professor entra em contato com aspectos teóricos e metodológicos que possibilitam ampliar suas práticas em sala de aula.”

Durante o encontro do Diário na Escola foram repassadas dicas sobre a análise das notícias, diferença entre publicidade e propaganda, os efeitos das imagens e charges, como também sugestões de atividades que podem ser realizadas de forma interdisciplinar.

“O jornal é um dos instrumentos fundamentais para o desenvolvimento completo do nosso aluno. De forma significativa, com seus diversos gêneros textuais, ‘entra’ na sala de aula e amplia e atualiza a visão tanto do professor quanto do aluno, além de proporcionar uma leitura significativa e prazerosa”, enfatiza a secretária de educação de Lobato, Fabíola Gazzone Chicaroli.

Renilson finaliza dizendo que cerca de 40% dos textos expostos no material didático são originários de jornais, o que é um número expressivo de conteúdos com os quais o educador e o aluno devem lidar. “Para tanto, instrumentalizar o professor em como trabalhar com esses textos é necessidade social, não mais um aspecto escolar apenas.”

Comente aqui


Pais que ensinam com o exemplo

Um fator muito importante e comprovado pelas estatísticas diz que a cada nova geração o nível de escolarização dos brasileiros tem aumentado. Os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (PNAD) do IBGE mostram que a taxa de escolarização da população com idade entre sete e 22 anos aumentou de 62,4% em 1992 para 75,2% em 2009.

Isso significa que os filhos estão indo mais longe e tendo melhores chances de estudo que seus pais. Diante dessa realidade, fica a pergunta: como apoiar as crianças nos estudos quando se tem dificuldades em relação ao conteúdo que está sendo ensinado? Ou, em alguns casos, como dar a eles o exemplo de que é importante e vale a pena estudar quando não se teve oportunidade de frequentar por muito tempo a escola?

PARCERIA. Pai e filho dividem rotina de afazeres em casa e na escola, uma iniciativa que deu certo.

PARCERIA. Pai e filho dividem rotina de afazeres em casa e na escola, uma iniciativa que deu certo.

O auxiliar de metalúrgica, Luiz Carlos de Souza é um exemplo de resposta para os questionamentos acima. Aos 47 anos ele voltou para a sala de aula em busca de conhecimento e apoio ao filho que havia parado de estudar ainda no ensino fundamental.

“Não há dúvidas de que os pais são um modelo de vida para os filhos. E há muitas maneiras de eles incentivarem as crianças nos estudos, mesmo que sua experiência de vida tenha sido diferente”, afirma a pedagoga, Liliane do Rego Silva. Um dos caminhos pode ser voltar a estudar. Afinal, várias pesquisas mostram que quanto mais escolarizados forem os pais, mais serão os filhos. “Já ouvi casos até de avós que voltaram a estudar na terceira idade para estimular filhos e netos que já não estavam motivados a ir à escola. Creio que esse é um grande incentivo, especialmente quando se trata de jovens na fase da adolescência”, diz.

Após mais de 20 anos fora da escola, Luiz retornou à sala de aula, primeiramente, com o objetivo de terminar o segundo grau e poder ser efetivado no trabalho. “Na mesma época, meu filho adolescente tinha abandonado os estudos. Eu vim primeiro para a Educação para Jovens e Adultos (EJA), ao ver meu interesse e a minha busca por um futuro melhor, ele decidiu me acompanhar”, conta.

Gabriel Felipe de Souza, 16 anos, destaca o orgulho que sente do pai. “No passado ele não teve oportunidade de estudar e hoje, mesmo com a corrida rotina de trabalho, ele está à frente de mim nos estudos”. O adolescente que havia desistido da educação por conta de más influências de colegas, atualmente é companheiro de Luiz no caminho para a escola e nas atividades da grade curricular.

“É maravilho ensinar e aprender com meu filho, todo o esforço passou a ter mais valor depois que ele se dedicou a vir para a escola”, fala Luiz. O pai de família relata que de início a trajetória foi difícil. Por muitas vezes não acompanhou o ritmo das aulas, mas nenhum obstáculo o fez desistir, pois aos poucos ele foi constatando melhoras em sua vida. À exemplo da comunicação com outras pessoas, o desenvolvimento da argumentação e o poder de decisão.

“Depois que voltei a estudar minha memória e meu raciocínio se tornaram mais ativos. Incentivo a todos a seguirem a minha iniciativa, superarem seus medos e, assim, adquirirem o conhecimento. Algo que ninguém, nunca, vai tirar de você!”, enfatiza.

Comente aqui


Jornal Escolar – Eu fiz!

Capa - jornal escolar“Foram seis meses de muito trabalho”, destaca a professora Priscila Carolina Mantovani que leciona no ambiente informatizado da Escola Municipal Ayrton Plaisant, em Maringá. Ciente de que o jornal é uma importante ferramenta pedagógica que possibilita ao aluno o contato com os mais diversos gêneros textuais, Priscila não teve dúvidas da ótima oportunidade que tinha em mãos quando recebeu o convite da secretaria da educação da cidade, para desenvolver um jornal escolar com seus alunos dos quartos e quintos anos.

“Minha primeira escolha foi a de fazer com que as crianças se sentissem verdadeiros repórteres e editores, para isso, todos participaram e foram ativos durante os processos de produção”, conta a professora.

Os alunos, que já tinham o contato com o impresso nas aulas de Língua Portuguesa aprovaram a proposta e se dedicaram para que as ideias fossem para o papel. “Eles estiveram motivados em todas as aulas e se empenharam a realizar um trabalho cada vez melhor”, diz Priscila.

Os pais também ajudaram na construção do jornal escolar. As atividades se estenderam para além dos muros da instituição de ensino. Nas matérias com relação ao folclore brasileiro, como dever de casa, as crianças questionaram seus responsáveis sobre lendas, mitos, receitas populares e danças típicas que eles conhecem. Com isso, a turma toda voltou para a sala de aula com bastante conteúdo.

Assim como nas redações jornalísticas, a escolha do que seria publicado no jornal foi feita durante uma reunião de pauta. Os alunos, neste caso denominados editores, se reuniram para decidir, em meio a tantas informações, o que realmente deveria receber espaço nas páginas do “Notícias da Escola” – nome dado ao jornal escolar da Ayrton Playsant.

No Ambiente Educacional Informatizado, os estudantes desenvolveram a função dos diagramadores e redigiram textos, editaram fotos e com a ajuda da professora sugeriram a melhor diagramação para o impresso. “Neste processo as crianças conheceram ferramentas da informática que as auxiliou a criarem, inclusive, panfletos de divulgação”, enfatiza Priscila.

A diretora da escola, Raquel Silva Maneta comprova os bons resultados do jornal escolar. “Todo trabalho que envolve prática surge maior efeito, pois os alunos se dedicam mais e consideram a atividade significativa. Com isso, a participação dos pais é automática, os estudantes acabam repassando o que produzem em sala para a família e elas contribuem com conhecimento.”

Produção 

As alunas Danielle Mayumi Ito e Juliane Pereira Faria escreveram uma poesia para o espaço de cultura do “Notícias da Escola” e ainda digitaram e ilustraram a página no ambiente informatizado.

Há flores e flores

De todas as cores

Vermelho, rosa e azuis variantes

Que deixam meu jardim mais bonito que antes!

Rosas, Margaridas, Violetas e Tulipas

São flores que alegram a minha vida!

Lilás e roxo podem ser iguais,

Mas nas minhas flores elas são especiais!

Há flores e flores,

São todas bonitas,

Mas você é a minha preferida!!!

Comente aqui


Resultado já na primeira aula

Foto Abre - opção 01“A estreia do Diário como suporte de estudo foi só elogios”, conta o professor Diego Paulo Ambrózio que leciona para os quintos anos da Escola Municipal Professor Flávio Sarrão, em Cruzeiro do Sul. Ansiosos pelo recebimento do material em classe, os alunos se dedicaram para que a aula fosse produtiva e que, assim, o jornal esteja sempre presente nas atividades.

“Foi uma aula muito diferente. Eu que nunca tinha lido o impresso, achei super interessante e agora já conheço tudo o que este material tem de conteúdo”, relata a estudante, Ana Luiza Akemi Takemoto.

Depois da oportunidade das crianças folhearem o Diário, o professor repassou o gênero a ser trabalhado: os classificados. Neste momento os alunos ficaram surpresos, pois é uma editoria que por muitos, passava despercebida. “Senti a necessidade de realizar uma proposta que contemplasse desde o manuseio das páginas do impresso até a percepção dos diferentes assuntos presentes”, destacada Diego.

Os anúncios classificados são compostos por estrutura linguística, argumentação, persuasão, e diversos fatores que auxiliam no processo de exploração textual e linguagem. Além de o aluno ter a oportunidade de interagir com algo que está muito presente na sociedade, o comércio.

Foto Abre - opção 02Para desenvolver a atividade, Diego separou a turma em grupos e discutiu todos os elementos que compõe um classificado – finalidade, objetivo e público alvo – e juntos, os alunos foram identificando cada uma das partes nas páginas do jornal.

“Foi meu primeiro contato com o impresso dentro da sala de aula, e a minha sensação depois de terminar a atividade foi ótima! Aprendi que no Diário tem textos informativos, de anúncio, propagandas e muitas outras variedades”, fala a aluna Mariana Peres Lima.

Depois do reconhecimento do gênero chegou a momento da produção. As crianças foram desafiadas a criarem seus próprios anúncios misturando o mundo real com a ficção, ou seja, o anúncio deveria ter a mesma estrutura do classificado que se vê no Diário, mas as informações de compra ou venda deveriam trazer itens da imaginação delas.

O professor enfatiza que o resultado foi surpreendente. “Os estudantes estavam motivados e empenhados. Gratidão é a palavra que define meu sentimento ao término da atividade. Além de termos trabalhado um gênero novo, ao mesmo tempo, se desenvolveu a capacidade de criação e produção deles.”

Comente aqui


Feira do Livro em Floraí

10685375_10206471690420630_633729048938968064_nNesta sexta-feira (10) a Escola Municipal Elena Maria Pedroni, de Floraí, realiza a 11ª edição da Feira do Livro. O evento acontecerá nas dependências da própria Escola, das 13h30 às 20h00, com representantes de editoras de todo o do país que irão expor seus títulos e novidades no mercado literário. Com preços promocionais a partir de R$ 1,00, os visitantes poderão adquirir lançamentos e obras pedagógicas, literárias e coleções.
“A Feira é uma grande oportunidade de promover o hábito da leitura, além de proporcionar diferentes eventos que aproximam ainda mais os nossos alunos da vida literária”, ressalta a professora e diretora da Escola, Vania Ganaza.
A renda obtida será revertida em compras de livros a serem utilizados pelos alunos da rede municipal.

Fonte: Assessoria de Imprensa de Floraí

1 Comentário


Educação sem barreiras

O sistema educacional brasileiro passou por grandes mudanças nos últimos anos e tem conseguido cada vez mais respeitar a diversidade e, assim, garantir a convivência e a aprendizagem dos estudantes. Incluindo aqueles do ensino regular e também os que necessitam de atendimento educacional especializado. “Estamos sempre atentos ao desenvolvimento dos nossos alunos e avaliando o progresso deles nas atividades escolares, desta forma constatamos quais fatores têm feito com que algumas crianças não evoluam na aprendizagem. Existem casos em que mais do que a indisciplina, o aluno pode ser portador de alguma síndrome”, destaca a coordenadora do Ensino Especial da rede municipal de Sarandi, Olga Marcenichen Lobato.

O desafio de constatar a necessidade de uma classe especial para o estudante é dos psicólogos. “Meu trabalho é realizado a partir de diversas avaliações com a criança que apresenta alguma defasagem de aprendizado. Em parceria, conto com o auxílio de neurologistas e fonoaudiólogos antes de fazer o laudo”, conta a psicóloga Ana Paula Marchinichen. A coordenadora Olga completa que, nestes casos, é fundamental a conscientização e o apoio da família ao trabalho diferenciado que será realizado com a criança.

Professora da educação especial há 18 anos, Ednéia Correia da Silva transborda amor pela profissão. “Qualquer avanço deste aluno portador de uma necessidade especial, seja ela psicológica ou motora, é recompensador. Hoje, tenho alunos surdos que já estão na faculdade. Este crescimento só é possível quando os pais e a comunidade escolar se unem em busca do desenvolvimento do estudante.”

As mudanças necessárias são maiores do que a instalação de rampas, elevadores e banheiros adaptados. “Muitos dos conteúdos são relacionados à linguagem oral e escrita e, nessa fase, aprender a redigir o próprio nome e reconhecer o dos colegas é fundamental”, conta Olga.

A psicóloga Ana Paula enfatiza que em muitos casos a limitação apresentada pelo aluno é transitória. “A criança constatada com déficit de atenção, por exemplo, após tratamento poderá acompanhar o ensino regular normalmente.”

Foto AbreAmor e cuidado por Thierry

“Aos três anos de idade Thierry foi para creche. Após uma semana de aula a professora estranhou o comportamento dele. Chegava e pegava sempre o mesmo brinquedo, não queria interagir com outras crianças, se incomodava com o barulho e ficava escondido atrás da cortina rodando e fazendo movimentos repetitivos. Atitudes estas que ele já tinha em casa, e eu não identificava como algo fora do comum. Mas a professora reconheceu que havia algo diferente e tendo conhecimento sobre o assunto, me alertou: ‘Mãe, seu filho tem sintomas de autismo!’”, conta Daiany Ribeiro.

Ela que após o susto do primeiro diagnóstico confirmando a síndrome de Asperger – primeiro grau do autismo – não se deixou abater e buscou ajuda médica e escolar, imediatamente. “Foram muitos exames, conversas com psicólogas e diretoras de escolas. Depois de passar por três instituições de ensino, desde escolas especializadas no tratamento, até as do ensino regular da rede privada, a evolução de Thierry e o aprendizado só aconteceram na rede municipal de Maringá”, diz.

Este ano ele termina o primeiro ciclo do fundamental e além das aulas em sala especial, no contra turno, no período da tarde ele estuda com mais outras 20 crianças no ensino regular com o acompanhamento de uma professora só para ele. “Esse tratamento individual foi essencial para o avanço do Thierry e, ao mesmo tempo, a oportunidade de socializar com os colegas de classe fazem dele um novo menino”, conta a mãe.

Daiany deixa um recado para as famílias que têm filhos com necessidades especiais. “Não é uma tarefa fácil, mas me sinto privilegiada em ter o Thierry. Mais do que educar diariamente, eu aprendo muito com ele. Uma criança extremamente divertida, inocente, sempre com um sorriso no rosto e cantando para me animar. Pais, não desistam! Busquem informação e ajuda médica, acompanhem o desenvolvimento escolar, mas nunca deixem de lutar”, aconselha.

Comente aqui


Jornal Escolar – Eu fiz!

A partir de hoje será publicado o resultado de um trabalho anual desenvolvido por professores do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) da rede municipal de Maringá, em parceria com a equipe da secretaria da educação da cidade. Foram meses de muita dedicação para a produção de jornais escolares, com diferentes temas e abordagens. Alunos e professores das escolas de Maringá se empenharam na produção de matérias e imagens, diagramação, impressão e entrega dos exemplares. Todas as terças-feiras, você poderá conferir um pouco do resultado desta iniciativa.

Capa - jornal A.M.Na primeira coluna vamos apresentar o “Informativo A.M.”, realizado pelas turmas de quarto e quinto da Escola Municipal Ariovaldo Moreno.

“Quando recebemos o desafio de produzir um jornal escolar percebemos que nossa tarefa seria árdua, porém compensadora. E que o trabalho contribuiria para o desenvolvimento da capacidade da leitura e domínio da linguagem, fatores importantes para a formação do cidadão”, destacam as professoras do AEI, Jane Candido Mendes e Vera Lúcia Simões.

Orientadas pelas assessoras pedagógicas de informática educacional da secretaria da educação de Maringá, Patrícia Rosa e Sandra Milak, as professoras começaram o trabalho incentivando os alunos a percepção da linguagem jornalística, identificação dos gêneros textuais, editorias e matérias publicadas.

Na sequência, em grupos, os estudantes receberam a tarefa de produzir os conteúdos do jornal escolar. Com o apoio das educadoras, as crianças pesquisaram na internet o que poderia ser notícia, analisaram imagens e os detalhes que compõem a diagramação do impresso.

A escolha do nome do jornal foi bastante democrática. Entre as sugestões apresentadas pelas crianças, se definiu a mais votada. E este é um grande momento, pois os estudantes se sentem pertencentes ao trabalho que estão realizando.

Depois de tudo pronto, os jornais foram impressos e entregues para toda a comunidade escolar. “A produção do material ganhou reconhecimento de todos por valorizar a capacidade de nossos alunos, suas produções textuais e artísticas, assim como o trabalho do AEI e toda a equipe de profissionais da educação”, comemoram Jane e Vera.

 

Olha que bacana o anúncio que os alunos realizaram para o Informativo A.M.

CLASSIFICADO MALUCO

Vendo Brasília meio velha. Ano 72, com a frente 78, traseira 80 e lateral totalmente original. Baixa quilometragem (vivia na oficina), nunca bateu (os outros é que bateram nela). Único dono (nunca conseguiu vender). Procurar no pátio do DETRAN hoje, porque amanhã vai virar sucata.

 

Comente aqui