Mês: maio 2017



Sem limite para o conhecer

Encontros pedagógicos do projeto visam ampliar o conhecimento de professores de Maringá e região

O programa educacional “O Diário na Escola” mostra-se como uma das alternativas de incentivo à leitura, pelo fato de o jornal ser um material que oferece múltiplas possibilidades de realização do trabalho pedagógico, em virtude do seu dinamismo de construção e apresentação.

Através do jornal, pode-se integrar as atividades de leitura e escrita, com estímulos às trocas sociais, a fim de ajudar os alunos a compreenderem o mundo, a sociedade em que vivem e prepará-los para a ação.

Com esse intuito, foram criados os encontros pedagógicos, que visam ampliar o conhecimento, com palestras e informações, para professores da cidade e região, parceiros do programa “O Diário na Escola”, a fim de desenvolver nos alunos, o gosto pela leitura de textos jornalísticos e a realização do trabalho didático-pedagógico com o jornal para desenvolver o senso crítico dos futuros leitores, esses são os objetivos primordiais do programa.

Segundo o coordenador do programa Ricardo Pastoreli, “o objetivo dos encontros é dar subsídios teóricos e práticos aos professores para a utilização do jornal em sala de aula”.

“Desde o início das atividades do Diário na Escola, nossa maior preocupação tem sido com a formação continuada dos professores. Vários profissionais renomados da educação e comunicação fazem parte das capacitações que são oferecidas frequentemente pelo programa, a fim de maximizar a utilização do jornal em sala de aula. É importante ressaltar que os encontros – palestras, oficinas pedagógicas, relatos de experiências etc – visam discutir e trocar ideias sobre as melhores e mais atuais metodologias para trabalhar os temas que são cobrados nas avaliações oficiais, como a Prova Brasil, por exemplo. Produção textual, gêneros textuais, descritores, cidadania, leitura crítica, o trabalho interdisciplinar são alguns dos assuntos abordados nos encontros, tendo o jornal como ponte com os demais conteúdos trabalhados na escola. O uso do jornal na escola possibilita, também, que os alunos adquiram maior capacidade de interferir no meio social que vivem, cobrando e sugerindo melhorias. Dessa forma, a aprendizagem ocorre num contexto de letramento, num contexto significativo de aprendizagem”, enfatiza Pastoreli.

Coordenador do programa O Diário na Escola – Ricardo Pastoreli

O processo de utilização do jornal como referencial pedagógico, permite ao professor estabelecer relações entre os conteúdos escolares as informações das mídias e a realidade em que desenvolvemos as relações humanas sem dúvida, esta é uma das importantes maneiras de se construir conhecimento. O aluno é encorajado a ler, ouvir, discutir, refletir, tomar decisões e agir. Ele compara as informações, analisa, critica, se posiciona, faz ligações com o que já construiu como saber, com o que faz, como a vida que tem e assim realiza uma representação pessoal sobre a realidade. Ele aprende de verdade porque constrói um significado próprio e daí surge oportunidades de transformação.

A professora e palestrante dos próximos encontros agendados, Alethéia Braga Ribeiro, que irá ministrar a oficina entre as datas (29/05, 01/06 e 05/06) com o título “Ampliar conhecimento: Um exercício diário” ressalta sobre a importância de trabalhar com o aluno, para desenvolvimento da escrita.

“O jornal é pouco utilizado em sala de aula, os professores precisam trabalhar e trazer esse veículo, de extrema importância (para nossos futuros cidadãos); precisa ser mais explorado”. Existem alunos que fazem o fundamental I, II e ensino médio e nunca pegou um jornal para olhar. Infelizmente essa é a realidade. Há uma defasagem de leitura por parte dos professores.

“O jornal nas escolas tem grande importância, pois nos possibilita sermos cidadãos mais conscientes; que transforma, luta, vibra, corre atrás; e é justamente através da leitura. O jornal é o primeiro passo para formação de leitores, mas isso cabe ao professor ler, do contrário, como vai trabalhar com o aluno. O intuito desses encontros é levar as informações para demais professores, e conscientizar, trabalhar com os alunos a produção de textos e técnicas nas salas de aulas. Um processo de aprendizagem individual, o auto se motivar para aprender, mas para isso o professor precisa entender o que é “o jornal”, que é ele dentro do processo, quem é o “O Diário Norte do Paraná” enquanto empresa dentro das escolas”.

“O incentivo para aluno é mostrar que precisa querer aprender, ninguém ensina o que o outro não quer aprender dentro da escola. O papel do professor é ajudar a criar autonomia, ter iniciativas, se organizar.”

Esse é o objetivo para o fantástico projeto O Diário na escola, e através deste, ajudamos o professor na conscientização de ensinar o aluno, com técnicas, motivações, vídeos, a verdadeira importância do olhar, voltado para o jornal como referencial pedagógico.

As próximas oficinas pedagógicas do programa O Diário na Escola serão ministradas pela professora Alethéia Braga Ribeiro, intituladas “Ampliar conhecimento: Um exercício diário” que será destinado a todos os professores participantes do programa, sob a coordenação do Prof. Ricardo Pastoreli.

01/06Maringá (professores das instituições apoiadas pela Viapar, e região) – das 13 às 17 horas – Local: Faculdade Cidade verde, FCV.

05/06 – Santa Fé – das 13 às 17 horas – Local: Associação dos Funcionários Públicos – Rua das violetas – s/n – Jardim Primavera.

Importante: No encontro do dia 01/06 a confirmação de presença deverá ser feita pelo [email protected] ou pelo telefone (44) 3221-6050

Nos demais dias confirmar presença diretamente com coordenação pedagógica de cada município.

Professora e palestrante Alethéia Braga Ribeiro

 

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Antigas brincadeiras de crianças

O desafio é estimular as atividades saudáveis em meio à era digital

É no brincar que a criança reproduz sua vida, seu dia-a-dia, seu mundo de fantasia e imaginação.

Queimada, bets, futebol, brincar de roda, pular amarelinha, pega-pega, esconde-esconde, polícia e ladrão; praticamente todas essas e outras brincadeiras fizeram parte da nossa infância. Mas até onde, devido á era digital, a extinção de brincadeiras antigas afeta o desenvolvimento infantil?

Hoje, muitas brincadeiras ainda estão presentes no dia a dia de várias crianças, mas algo mudou, sim, e como mudou. Se antes grande parte dos pequenos passava o dia brincando na rua com os amigos, hoje é cada vez mais comum vermos crianças dentro de casa a maior parte do tempo com tabletes, computadores, e videogames. Tal realidade foi acarretada por diversos fatores ao longo dos anos — como o quesito “segurança”, especialmente em cidades grandes. Mas a tecnologia também tem um dedo nessa história.

Em um mundo cheio de estímulos digitais, certas brincadeiras infantis entraram em extinção. Basta olhar qualquer típico playground de classe média brasileira, para constatar que brincadeiras antigas, como boneca de papel, amarelinha, carrinho de rolimã, peão, peteca, pipa e tantas outras, praticamente não existem mais. As crianças de hoje parecem pouco interessadas em brinquedos, diferentes de aparelhos eletrônicos.

Geração Y e Z

A chamada ‘geração Y’, pessoas que nasceram após os anos 80, vivenciou muitos avanços tecnológicos, crescimento de diversos países, que acabaram tornando-se potências mundiais, e possuem uma vantagem em relação a outras gerações.

Já na geração Z – os que pertencem ao mundo tecnológico e virtual – é impossível imaginar um mundo sem internet, celulares, computadores, videogames, televisores e vídeos em alta definição e cada vez mais novidades neste ramo. Sua vida é regada a muita informação, pois tudo que acontece é noticiado em tempo real e muitas vezes esse volume imenso acaba se tornando obsoleto em pouco tempo. Estes, também entram no mundo das trocas de mensagens instantâneas na internet e pelo celular.

Estudos comprovam que as crianças da era digital se desenvolvem cada vez mais rápidas do ponto de vista intelectual. Mas educadores alertam sobre os riscos em relação ao desenvolvimento emocional das crianças.

De acordo com a professora pós-graduada em Educação especial, Bacharel e Licenciatura em educação Física, Aliny Renata Cabral, “a Era Digital, é vista como uma ferramenta que possibilita ao aluno inúmeros conhecimentos e exploração de todas as áreas, porém é necessário que todo corpo docente esteja dominando muito bem essa ferramenta, assim como o aluno, para que haja um direcionamento e um acompanhamento efetivo desses novos saberes”.

“Já dentro do ambiente escolar é necessário que haja cautela com o uso desses aparelhos, pois normalmente a escola oferece multimídia e outros amparos eletrônicos para o enriquecimento das aulas. A escola procura envolver os alunos em suas atividades diárias com ferramentas próprias e atualizadas”; ressalta a professora.

O resgate das brincadeiras antigas devem se fazer presente nas escolas, pois é através do brincar que a criança faz ensaios para a vida adulta, criando para si autonomia para tomar decisões e resolver conflitos. É no brincar que a criança reproduz sua vida, seu dia a dia, vivendo nos jogos e brincadeiras seu mundo de fantasia, de imaginação.

Para a professora Aliny, “o resgate das brincadeiras antigas é importante, pois além do trabalho motor, há um trabalho de resgate cultural, onde as crianças aprendem brincadeiras que seus pais brincavam, possibilitando assim uma maior interação dos pais com seus filhos. Um exemplo é a brincadeira Escravos de Jó, onde eu realizo uma adaptação, os movimentos são realizados com o próprio corpo e não com um objeto”.

Agora, a televisão, o vídeo game de última geração e o computador são outros bons motivos que fazem com que as crianças saiam ainda menos de casa — afinal, a diversão encontra-se logo ali, no conforto e na segurança do quarto ou da sala de estar. Por causa disso, diversos estudos foram e continuam sendo desenvolvidos a fim de responder a (polêmica) questão: afinal, a tecnologia faz mal às crianças?

“A tecnologia faz mal desde que a escola e a família não saibam impor limites e direcionamentos. É importante que a escola e professores estejam abertos ao uso dos aparelhos eletrônicos, pois a tendência é o aumento das tecnologias. Que haja sempre o diálogo, a troca de conhecimentos; e que os aparelhos eletrônicos sejam uma ferramenta e não única opção de aprendizagem”, enfatiza a professora Aliny cabral.

Equilíbrio de dois tempos

Tanto a tecnologia atual, quanto a tradição antiga trazem aprendizado quando utilizadas nas brincadeiras dos alunos. O segredo é o equilíbrio entre os dois tempos. É possível misturar os dois mundos. As escolas precisam ter espaços livres e precisam voltar a pensar na coletividade. O ato de brincar é social, precisa ser ensinado e vivenciado com o outro. As brincadeiras antigas valorizam o abraço, o contato.

Devemos aceitar novas tecnologias, elas têm o seu papel, mas vivemos em um mundo em que muitas culturas se misturam, podemos sim absorver o novo e reviver o que existiu de bom ao mesmo tempo, não é mesmo?

“É importante que a escola e professores estejam abertos ao uso dos aparelhos eletrônicos, pois a tendência é o aumento das tecnologias. Que haja sempre o diálogo, a troca de conhecimentos; e que os aparelhos eletrônicos sejam uma ferramenta e não única opção de aprendizagem” orienta e finaliza a docente.

Professora Aliny Cabral

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Escola Municipal de São Jorge homenageia as mães

A Escola Municipal São Jorge – Ensino Fundamental realizou nos dias 09 e 10 de maio uma gincana em que as mães desenvolveram atividades recreativas com seus filhos de forma prazerosa, não competitiva, por aproximadamente 40 minutos, na quadra esportiva.

Devido à data, houve almoço de comemoração ao Dia das mães, que foram homenageadas com vídeos gravados por seus filhos e finalizado com almoço e distribuição de presente.

Diversão e entretenimento marcam o dia das mães no município de São Jorge do Ivaí.

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Concurso Melhor Leitor do Ano

As inscrições encerram no dia 29 de outubro, quando é comemorado o Dia Nacional do Livro

Mary Ellen Rosada

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Estão abertas as inscrições para o concurso Melhor Leitor do Ano de 2017, das bibliotecas municipais de Cultura (Semuc), por meio da gerência de Promoção da Leitura e Rotary Club Maringá.

O objetivo do concurso é estimular o prazer, hábito de leitura e a frequência de leitores às bibliotecas. Além de divulgar o acervo, serviços, eventos e projetos realizados.

As fichas de inscrições podem ser retiradas na biblioteca onde o leitor seja cadastrado.

O concurso é dividido em três categorias: infantil (7 a 11 anos), juvenil (12 a 17 anos) e adulto (acima de 18 anos). Poderão participar todos os usuários cadastrados em uma das seis bibliotecas de Maringá. Candidatos ganhadores do ano anterior não poderão concorrer, com exceção daqueles que mudarem de categoria.

Cada leitor deve entregar na biblioteca em que é cadastrada, no mínimo quatro fichas de inscrição, correspondendo a quatro livros lido, até o término das inscrições. Os livros são de escolha dos usuários, desde que dentro da classificação ′literatura′ e seja do acervo das bibliotecas. Os participantes das categorias juvenil e adulto, nas fichas de leitura, deverão responder perguntas referente à obra e fazer um resumo do livro, no máximo 20 linhas. Na categoria infantil, os candidatos deverão responder o que mais gostou do livro em até 10 linhas. Melhores Informações: 44 3218-6139 – Fonte: Diretoria de Comunicação PMM.

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Cyberbullying e perigos da internet

Riscos e cuidados que crianças e adolescentes devem ter no uso de redes sociais

Da redação

Mary Ellen Rosada

[email protected]

Bullying – palavra de origem inglesa, que faz referência à prática de atos violentos, intencionais e repetidos, contra uma pessoa indefesa. É a intimidação, a violência (seja física, ou seja, psicológica), intencional e repetitiva, praticada por uma pessoa ou por um grupo contra uma ou mais pessoas. Quem pratica o bullying tem o objetivo de intimidar, de agredir e acaba causando dor e angústia à vítima, especialmente em função do desequilíbrio de poder (psicológico, mental, financeiro ou até mesmo corporal) entre as partes.

Crianças e adolescentes estão cada vez mais conectados no ambiente virtual tornando-se mais expostos a intimidações, humilhações e outros diversos tipos de violência. Chama-se de cyberbullying estas práticas cometidas por intermédio de meios digitais, especialmente na Internet.

Muito embora o cyberbullying não consista em agressões físicas, e por isso é comumente visto como menos danoso, tem consequências tão ou mais graves quanto às do bullying físico. O abuso sofrido pela vítima do bullying virtual é, em sua maioria, de cunho psicológico, no entanto ele pode chegar a se tornar físico em casos extremos. Ameaças de morte, agressão física e publicação de informações pessoais de vítimas são alguns dos meios mais violentos de cyberbullying, já que coloca a vítima em situação de risco e constante apreensão diante da possibilidade de um atentado contra sua vida.

Os ataques sofridos são geralmente direcionados a características pessoais da vítima e são feitas em meio público, denegrindo a imagem da vítima e afetando sua autoestima. O abuso é constante e pode tomar grandes proporções, já que a dinâmica do mundo online é enorme e, na maioria das vezes, impossível de se controlar.

Mas vale lembrar que, quem comete qualquer tipo de crime na internet pode ser punido. É preciso desmistificar a ideia de que não há consequências para as ações para menores. “Felizmente esta lenda urbana está se tornando cada vez mais esquecida. São frequentes os casos de punições, sejam criminais, sejam de natureza cível, sobre atos ilícitos e danosos cometidos pela internet”.

Consequências do bullying

As pessoas agredidas pelo bullying apresentam alguns sintomas, como:

  • Distúrbio do sono;
  • Problemas de estômago;
  • Transtornos alimentares;
  • Irritabilidade;
  • Depressão;
  • Transtornos de ansiedade;
  • Dor de cabeça;
  • Falta de apetite;
  • Pensamentos destrutivos, como desejo de morrer, entre outros.

Em muitos casos as vítimas recorrem a tratamentos psicológicos, como terapias para amenizar as marcas deixadas pela agressão.

Bullying na escola

Uma das formas mais comuns de bullying é o que acontece no ambiente escolar. Em quase todos os países do mundo, o bullying na escola é um problema crônico.

As formas de agressão entre os alunos são das mais variadas e podem acontecer em quase todos os níveis, desde o primário até os últimos anos do ensino médio, por exemplo.

bullying atrapalha a aprendizagem do aluno, além de afetar o seu comportamento fora da escola, segundo os psicólogos. Os pais e professores devem estar atentos às atitudes de seus filhos e alunos, principalmente em alterações de comportamento, hematomas no corpo e demais situações que pareçam fora do comum.

De acordo com o advogado e especialista em direito digital, internet e tecnologia – Dr. Leonardo Serra de Almeida Pacheco, “o bullying e cyberbullying são problemas graves. Muitas pessoas lamentavelmente menosprezam a dor de quem sofre bullying, volta e meia dizendo que ‘na minha época, isto não acontecia’. Ninguém está negando que antigamente as coisas eram resolvidas de outra maneira. Mas o nosso estágio atual de civilização já nos permite agir de uma forma mais racional, respeitosa e inteligente. Ademais, soa irônico perceber que grande parte das vítimas são as crianças educadas por esta geração que se vangloria de agir de forma agressiva e violenta”.

“As escolas devem especialmente em função da lei 13.185/2015, assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática. Estas medidas devem ser enérgicas e eficazes, não podendo, sob hipótese alguma, se exonerar de responsabilidade e esconder os fatos, ainda que não ocorram no ambiente escolar.”

Para prevenir dos perigos da internet, o melhor conselho é pedir, ainda que utopicamente, bom senso dos usuários. Quanto aos pais, eles possuem o dever de fiscalizar, de verificar o que seus filhos estão fazendo na internet, especialmente porque caso algum prejudicado venha a buscar a reparação judicialmente, são os pais quem deverão indenizar, finalizou o advogado Dr. Leonardo Serra de Almeida Pacheco.

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OFICINA DE TRÂNSITO

Conscientizando crianças e adolescentes para um trânsito mais seguro

Da redação

Mary Ellen Rosada

[email protected]

Com objetivo de educar crianças e adolescentes sobre direitos, deveres e educação no trânsito, a VIAPAR lançou em abril de 2002 o programa OFICINA DE TRÂNSITO – que recebe alunos de instituições municipais, estaduais e particulares das cidades situadas ao longo do trecho da concessão VIAPAR – Um dos principais eventos educativos para educação no trânsito que já atingiu mais de 46 mil crianças de toda a região de Maringá.

Desde 2007 o programa conta com a Oficina Itinerante, que se desloca da sede da Empresa e leva o projeto às escolas de ensino regular e APAEs do trecho sob sua administração. Atualmente a parceria da Viapar é com a Secretaria de Mobilidade Urbana de Maringá.

As oficinas ocorrem às terças e quintas, manhã e tarde, e são ministradas por agentes de trânsito da Prefeitura, com intuito de educar e como transitar com segurança em vias urbanas e rodoviárias, identificando a sinalização usada no trânsito, além das noções de cidadania e meio ambiente. Desde 2016 o programa conta com carrinhos elétricos do projeto “O trânsito e eu”,  do Instituto Renault.

As aulas práticas são realizadas na minirrodovia, com carros elétricos – localizada na sede da concessionária, em Maringá. O espaço é similar a uma via verdadeira com semáforo, faixa de pedestre, rampa de acessibilidade, passarela, sinalização vertical e horizontal, além do conteúdo prático, as crianças assistem aulas teóricas com um instrutor da Secretaria de Trânsito e Segurança de Maringá (Setrans). Por fim, visitam o Centro de Controle e Operações (CCO) da concessionária, recebem material didático, brindes e um lanche.

A concessionária VIAPAR é uma das pioneiras em Maringá em educação no trânsito. Há 14 anos atende não apenas escolas públicas como também particulares.

Para a realização das oficinas, basta ligar para 044 3033 6137 e agendar. Cada escola se responsabiliza pelo deslocamento.

BOX:

A Viapar também é uma empresa parceira do “Diário na Escola”, possibilitando que, neste ano, 684 alunos de nove instituições de ensino de Maringá e região participem das atividades de leitura, escrita e cidadania, através da utilização do jornal em sala de aula e que os professores tenham os encontros de formação (palestras e oficinas) para o desenvolvimento do trabalho.

Instituições de Ensino apoiadas pela Viapar
1. Abrigo Provisório – Maringá
2. Colégio Estadual Benoil Boska – Ourizona
3. Colégio Estadual Elvira Balani – Maringá
4. Legião da Boa Vontade – LBV – Maringá
5. Escola de Educação Básica Mauro Nakamura APAE – Itambé
6. Centro Comunitário e Educacional Paulo Volpe – Projeto Semeando o Futuro – São Jorge do Ivaí
7. Colégio Juscelino K. de Oliveira – Maringá
8. Escola Reynaldo R. Ferreira de Oliveira – APAE Maringá
9. Colégio Estadual Márcia Vaz Tostes de Abreu – São Jorge do Ivaí

 

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Como fazer a gestão do Diário na Escola na sua instituição

 

Gestão

“É fundamental desenvolvermos esta habilidade tão necessária às nossas vidas pessoais, familiares e profissionais, de forma a exercermos nossa cidadania na plenitude e de maneira participativa. Esse é um processo de aprendizagem contínua”.

(Eugênio do Carvalhal – FGV/RJ)

 

Algumas recomendações para a gestão do projeto na escola:

– reforçar no ambiente escolar que O Diário na Escola é um projeto que tem como objetivo, contribuir para a formação de novos leitores – do leitor para a vida inteira;

– esclarecer aos que desconhecem a proposta que O Diário na Escola é um projeto socioeducativo que pode contribuir para: o desenvolvimento da política de leitura das diretrizes municipais para a educação; para o enriquecimento do Projeto Político da escola e para o desenvolvimento de práticas pedagógicas mais criativas e inovadoras;

– formar uma equipe de gestão que acompanhe o projeto desde as questões operacionais: como a conferência da data de entrega do jornal na escola até as questões pedagógicas como a metodologia de aplicação do Diário como referencial pedagógico que cada série ou área do conhecimento está utilizando, por exemplo;

– esta equipe poderá ser composta por 3 ou 4 professores que desenvolvem o projeto na escola e não obrigatoriamente a Coordenação Pedagógica e Direção. São professores que a cada bimestre repassam as suas responsabilidades, também como exemplo;

– esta equipe terá, então como responsabilidades: verificar a dinâmica de entrega do jornal na escola (dia, horário), quem recorrer caso haja atraso ou equívoco no número de exemplares, quem e como recorrer à coordenação do projeto, a dinâmica de distribuição dos exemplares nas turmas, a organização dos jornais para o armazenamento na escola ou para envio aos pais…

– é fundamental que haja um espaço na escola destinado ao projeto O Diário na Escola – na sala dos professores ou biblioteca, uma mesinha ou uma prateleira – para deixar disponível a todos que desenvolvem o projeto: os comunicados e convites da Coordenação de O Diário na Escola, pasta com sugestões de atividades e materiais teóricos, entregues nos encontros, para socialização entre professores, uma caixa para colocar os jornais que possam ser utilizados para recorte na confecção de hemerotecas, pasta com fotos ou registros de experiências com êxito, como motivação para o trabalho com o jornal impresso em sala de aula. Neste espaço poderão ser compartilhadas todas as demais matérias que enriquecerão a ação social e pedagógica de todos;

– lembrar de registrar tudo o que representar a riqueza dos processos e a importância dos resultados do projeto como relatórios, desenhos, fotografias, painéis: tudo é documento! Tudo isto servirá para responder aos indicadores no final do ano letivo. Servirá para sabermos se houve mais integração entre os alunos, professores e colaboradores da escola; se houve interferência na comunidade escolar; se ocorreu maior interesse pela leitura e pela pesquisa; se houve melhoria na qualidade da escrita e da comunicação oral, enfim – Valeu a pena desenvolver O Diário na Escola? Como justificar e exemplificar?

– compartilhar novidades: existem escolas que disponibilizam o jornal em mesinhas ou varais, na hora do intervalo, em espaço físico comum da escola – equipes de alunos, devidamente orientados  pelos professores, se revezam a cada dia para motivar os leitores para o uso adequado dos exemplares, para o manuseio responsável dos cadernos, para o reconhecimento das editorias… Importante valorizar a democratização da informação!

– optar pelo recorte dos jornais somente quando absolutamente esgotadas as possibilidades de utilização do jornal de acordo com a proposta do projeto – como referencial pedagógico que contribui para a elaboração de novos saberes, com sentido e significado. Os recortes poderão acontecer para a confecção de hemerotecas.

– criar um ambiente proativo de comunicação que contribua para a troca de ideias e experiências que levem professores e alunos a se enxergarem nas matérias do jornal impresso e das demais mídias – como oportunidades de contextualização em relação aos conteúdos escolares e ao dia a dia da comunidade onde atuam;

– a escola poderá desenvolver O Diário na Escola como uma ação do PPP da escola para incentivo à leitura ou cada professor poderá desenvolvê-lo em sua área do conhecimento/série – o importante é que seja organizado um espaço para a discussão e tomada de decisão sobre a forma mais construtiva para o desenvolvimento do projeto. Também discutir a forma de acompanhamento, sobre a utilização de indicadores, avaliação dos resultados e impactos alcançados no final do ano letivo;

– lembrar que todo o começo / recomeço ou o desconhecido sempre nos parecem complicados mas na verdade, são desafios que trazem grandes aprendizados.

 

A intencionalidade maior do programa O Diário na Escola é que a gestão na sua escola seja feita de uma forma tranquila, significativa e construtiva, como aprendizagem contínua!

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Baleia azul – O jogo que mata – O diálogo continua sendo a melhor saída

Mary Ellen Rosada

[email protected]

Um dos assuntos mais comentado e vivido nos últimos anos, e que tem gerado preocupação no mundo todo é o jogo virtual da “Baleia Azul”. Essa espécie de “gincana” disputada pelas redes sociais, com tarefas a serem cumpridas ao longo de 50 dias, propõe desafios nos quais participantes (geralmente crianças e adolescentes) acabam sendo influenciados por terceiros, por estarem mais disponíveis hoje, nas redes sociais.

Tudo começa de maneira “leve” – de início, são delegados desafios como assistir a filmes de terror, ouvir músicas psicodélicas e desenhar uma baleia azul em um papel. Com o passar dos dias, adolescentes chegam a ser desafiados a se pendurarem em lugares altos e se automutilarem, ou até tirarem a própria vida.

Antes da internet e das redes sociais, os principais influenciadores das crianças e adolescentes eram aqueles com os quais conviviam em casa, na escola e na vizinhança. Atualmente, não há fronteiras físicas para separá-los do restante do mundo, não basta controlar com quem o filho está saindo de casa, pois muitas vezes o perigo habita o meio virtual. Há diversos influenciadores, como bloggers, youtubers e snapchaters, transmitindo opiniões acerca de moda, atitude e comportamento. Em busca de serem aceitos, eles imitam os influenciadores, sejam bons ou maus exemplos. É importante procurar saber o que é acessado pelo filho, conversar sobre o tempo de uso e conteúdos adequados a cada faixa etária.

De acordo com a psicóloga Sabryna Valéria de Almeida Santos, a infância e a adolescência estão marcadas por uma sucessão de altos e baixos, pois, são períodos em que a personalidade está em formação, há insegurança em relação às mudanças corporais e pressão para ser aceito no grupo de amigos. Aqueles que destoam do grupo de alguma forma podem ser alvos de bullying, consequentemente, tendem a se isolar e estão mais suscetíveis a se deixarem levar pelas propostas destes jogos. A primeira vista, participar dos jogos provoca a sensação de pertencimento, mas, a longo prazo, se torna uma prisão de onde não podem escapar, uma vez que, os hackers ameaçam vazar informações confidenciais e ferir a família do jogador.

 

Já para as escolas, é papel fundamental desenvolverem atividades que proporcionem a reflexão crítica sobre esse problema, informando, e alertando crianças e jovens sobre a necessidade e os riscos dos desafios propostos pelo jogo “Baleia Azul”; levando em consideração um comportamento diferenciado, isolamento, e a importância de prevenir o bullying. Acionar os pais, manter diálogo, caso algum transtorno de comportamento seja percebido, é também de extrema importância.

Para os pais e responsáveis, não é preciso proibir o adolescente de ver filmes, usar internet, ou manter contato com outras pessoas, mas desde que sejam monitorados e, o fundamental, que se mantenha o diálogo sempre.

Devido grandes avanços na tecnologia, a vida é de grande vulnerabilidade. O jogo “Baleia Azul” tem o componente ‘desafio’. Adolescentes gostam de “desafiar autoridades”, concluir fases, romper limites. Precisamos nesse momento ficar atentos a todos e quaisquer movimentos. O diálogo continua sendo a melhor saída!

“As melhores formas de prevenção são o diálogo e o estreitamento dos laços com as crianças e os adolescentes. Cabe aos pais e professores dar o suporte necessário, acolher as necessidades apresentadas pelos jovens sem minimizar o sofrimento. Ao saberem que possuem espaço para desabafar, compartilhar experiências e fazer perguntas, é mais provável que peçam ajuda em um momento de dificuldade. Para que o espaço de diálogo seja construído, é essencial dedicar tempo de qualidade à criança e ao adolescente, participando das brincadeiras, ajudando com as tarefas, praticando esportes ou outras atividades que promovam a interação. Também é importante ficar atento aos sinais de alerta, como mudanças repentinas no comportamento ou na aparência física, isolamento, humor deprimido e uso de álcool e drogas”; conclui a psicóloga Sabryna Valéria de Almeida Santos.

Sabryna Valéria de Almeida Santos – Psicóloga

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