Mês: junho 2017



Jogos Escolares do Paraná

O município de Floraí é sede dos Jogos Escolares pelo segundo ano consecutivo. Neste ano, ocorre entre os dias 23 e 28 de junho e conta com 24 municípios participantes, que fazem parte da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense, AMUSEP. O evento envolve 2.100 pessoas entre atletas, técnicos e dirigentes e tem o incentivo do prefeito local, Fausto Eduardo Herradon; é organizado pela Secretaria de Esportes do Paraná, Núcleo Regional de Educação de Maringá e Prefeitura Municipal.

Nas fotos, cerimonial de abertura dos Jogos Escolares do Paraná Fase Regional.

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Minecraft nas aulas de Matemática. Como assim?

Ainda que exista a possibilidade da geometria ser amplamente encontrada na realidade dos alunos, o ensino de seus conceitos é um desafio aos educadores

Bonecos do jogo feitos com caixa de papelão no tamanho real dos alunos para que identificassem os poliedros

Foi durante um estágio realizado no último ano de Pedagogia da Universidade Estadual de Maringá que isso foi possível. As acadêmicas Poliana Malheiro Aliano e Édila Camila de Oliveira supervisionada pela professora Luciana F. Lacanallo do DTP/UEM durante o estágio curricular obrigatório com uma turma de 5º ano do Colégio de Aplicação Pedagógica-CAP receberam como conteúdo de matemática a ser trabalhado: Poliedros.

Ainda que exista a possibilidade da geometria ser amplamente encontrada na realidade dos alunos, o ensino de seus conceitos é um desafio aos educadores. Desse modo, as alunas tinham como objetivo ensinar os alunos a reconhecerem e identificarem o que seriam os poliedros bem como seus elementos constitutivos, como faces, vértices e arestas.

Com a preocupação de que os alunos pudessem explorar, experimentar, investigar situações que lhe problematizem as relações geométricas com os objetos do uso diário, as acadêmicas decidiram explorar um dos jogos mais populares dos últimos anos e que já conquistou o público infantil, Minecraft. Nesse jogo, os personagens são formados por blocos que possibilitam a relação com os poliedros.

Inicialmente, as estagiárias levaram um dos bonecos do jogo feitos com caixa de papelão no tamanho real dos alunos para que identificassem os poliedros. Na sequência, cada aluno recebeu alguns poliedros já planificados a fim de que analisasse a forma correta para que pudessem construir um dos bonecos do Minecraft. Durante a atividade, eram feitas problematizações e questionamentos sobre a quantidade de poliedros utilizada; de faces, arestas e vértices presentes.

O desenvolvimento desta atividade evidenciou o quão importante é a relação do conteúdo com a realidade do aluno, pois por meio de um jogo que está presente no dia a dia das crianças, a aprendizagem foi proporcionada de forma significativa e lúdica.

“Desse jeito é muito mais gostoso aprender matemática”.

“Agora ficou bem legal a matemática”.  Os relatos de alguns alunos mostram que pensar em possibilidades para melhor organizar o ensino é uma forma de revertermos os baixos índices de aprendizagem e darmos mais sentido e significado aquilo que é função da escola: ensinar conteúdos científicos. Colaboradoras: Luciana F. Lacanallo, Édila Camila de Oliveira, Poliana Malheiro Aliano

O desenvolvimento dessa atividade mostrou a importância da relação do conteúdo com a realidade do aluno.

A aprendizagem foi proporcionada de forma significativa e lúdica

Da redação

Mary Ellen Rosada

[email protected]

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A ilusão do anonimato nas redes sociais

Dicas para não queimar sua imagem: É preciso ter cautela e bom senso ao publicar

Pesquisas mostram que o Brasil é um dos países em que o aumento de vendas de aparelhos celulares vem crescendo significativamente, em ritmo cada vez mais acelerado. Os smartphones tornaram-se objeto de desejo em todas as classes sociais e em todas as idades também.

Consequentemente houve o aumento diário de acessos às redes sociais. O tempo que as pessoas passam navegando, principalmente no Facebook, Instagram e Twitter, é cada vez maior, em média 5 horas por dia.

Nesse contexto, surge o problema do anonimato. Muitos acham que podem falar o que querem ou pensam, instigando, muitas vezes, o ódio, a agressividade, o preconceito etc. É importante saber que, de acordo com um estudo do site CareerBuilder, site americano de recrutamento, “51% dos 2.138 empregadores entrevistados desistem de contratar um candidato após verificar suas postagens”, pois encontram informações que os levam a não contratação.

A liberdade de expressão tem limites estreitos e ao ultrapassar esses limites as consequências poderão ser muito ruins

A jornalista Luciana Lima (exame.com) dá 16 dicas para que você preserve e melhore sua imagem virtual: 1) use ferramentas de privacidade; 2) pense antes de publicar; 3) reclame na medida; 4) diminua a ostentação; 5) pegue leve nas críticas às empresas; 6) lembre-se que a zoeira tem limites; 7) analise as redes; 8) publique com moderação; 9) seja coerente; 10) saiba que o anonimato é lenda; 11) controle as emoções; 12) evite falar sobre sua empresa; 13) cuidado com a linguagem; 14) mantenha a discrição; 15) leia a política de privacidade e 16) saia da bolha, “é importante dar valor a informações que não fazem parte do dia a dia”. Tem internauta que fala apenas sobre o assunto que gosta, por exemplo, só fala de futebol, ou só de política, ou só de economia…

Consequências no campo jurídico

É necessário ter-se muito cuidado ao postar, compartilhar ou curtir algo nas redes sociais. Elas podem incorrer nos crimes contra honra que são a Calúnia, Injúria e difamação, por atingirem a personalidade de uma pessoa, ou seja, sua honra, imagem e dignidade.

A calúnia – art. 138 Código penal – Imputar fato definido como crime a uma pessoa, como por exemplo, dizer que alguém cometeu algum fato criminoso, roubar, matar, no entanto se o crime for comprovado não existirá condenação.

 

A difamação está prevista no art. 139 Código Penal – Imputar um fato ofensivo à reputação do ofendido, como por exemplo, dizer que o colega de trabalho ingere bebidas alcóolicas no intervalo do almoço, independente de ser fato verdadeiro ou não, ao mencionar tal fato, este já incorre no crime de difamação.

A injúria está prevista no art. 140 do Código Penal – Imputar um fato ofensivo que afronta a dignidade da pessoa. São xingamentos, taxar características na pessoa afrontando a dignidade dela, sua autoestima, como por exemplo, dizer que é feio(a), burro(a), incapaz. Se essa ofensa for direcionada a raça, cor, etnia e religião da pessoa, o crime se torna mais grave.

A advogada Verginy Gregory lembra que “os Tribunais Superiores estão firmando entendimento acerca da responsabilidade jurídica pelo compartilhamento de ofensas na internet. Os resultados estão sendo bem contundentes contra os divulgadores, pois muitos são responsabilizados ao pagamento de danos morais, que seria uma reparação pelo ato, recepcionados no âmbito do Direito Civil”.

Segundo ela, é importante ressaltar que esses crimes atingem também a pessoa jurídica, ou seja, cuidado ao mencionarem empresas em seus comentários.

“Temos casos de funcionários que curtiram post em redes sociais de críticas à empresa que trabalhavam e foram demitidos por justa causa. Nem tudo que pensamos podemos divulgar, lembre-se que a internet não se resume a uma tela de computador ou celular, por isso o consenso, seria utilizá-la para propagar informações úteis a sociedade, como um instrumento de pesquisa, diversão saudável, fé, conquista e não de violência e agressão”, enfatiza.

A liberdade de expressão tem limites estreitos e ao ultrapassar esses limites as consequências poderão ser muito ruins, culminando ao agressor(a) multas, pena de detenção e indenizações por danos morais.

Na dúvida, não publique!

Por

Ricardo Pastoreli

r[email protected]

comportamento, profissional, redes sociais
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Programe-se! Próximo Encontro Pedagógico: Tem notícia na parede!

Acontece no próximo dia 29, quinta-feira, a oficina pedagógica intitulada Tem notícia na parede, que será ministrada pela professora e jornalista mestre, Juliana Fontanella, destinada aos professores participantes do Diário na Escola, das instituições apoiadas pela VIAPAR e das escolas dos seguintes municípios: Astorga, Floraí, Floresta, Itambé, Ivatuba, Lobato, São Jorge do Ivaí e Uniflor.

O evento será realizado na Faculdade Cidade Verde, FCV, das 13 às 17 horas, sob a coordenação do professor Ricardo A. Pastoreli.

Apresentar o jornal mural como representação do gênero jornalístico para atividades no meio escolar e instrumentalizar os professores para que conheçam e apliquem a metodologia de elaboração de um jornal mural nos processos de ensino e de aprendizagem são os objetivos desta oficina Pedagógica.

Neste encontro os profissionais poderão experimentar como é o processo de elaboração de um jornal mural, do planejamento à confecção. Assim, espera-se que possam aplicar essa experiência em sala de aula proporcionando aos conteúdos previstos em suas disciplinas priorizando experiências do letramento crítico e ainda, que possam encontrar no jornal mural, um meio adequado para a apresentação de conteúdos inter e multidisciplinares.

O Diário na Escola é um programa de incentivo à leitura, escrita e cidadania, desenvolvido pelo jornal O Diário do Norte do Paraná.

 

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Não ao trabalho infantil

Legenda: O palco foi dividido em dois cenários e alunos puderam mostrar a diferença entre famílias com ou sem exploração.

Alunos desenvolvem tarefas e se conscientizam sobre o tema em São Jorge do Ivaí

No dia 12 de junho, foi criada por iniciativa da Organização Internacional do Trabalho, uma agência vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), em 2002.

Centenas de milhões de crianças estão nesse exato momento trabalhando, e não estão usufruindo de seus direitos à educação, saúde e lazer. No Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil se relembra que esses direitos estão sendo negligenciados em muitos países.

A principal arma contra o trabalho infantil é a intensa sensibilização civil contra a exploração das crianças e adolescentes, que constitui uma grave violação aos direitos humanos fundamentais.

No Brasil, por exemplo, diversas campanhas e programas que visam erradicar o trabalho infantil são divulgados nesta data, seja através do Ministério do Trabalho ou de outros órgãos da sociedade civil.

Nesse contexto, alunos do projeto Semeando o Futuro de São Jorge do Ivaí, tiveram a oportunidade de participar da conscientização do dia mundial do combate ao trabalho infantil, cujo objetivo foi conscientizar os alunos sobre a importância da data, que é referente ao dia mundial do combate ao trabalho infantil. Oportunidade surgiu quando a assistência social carinhosamente oportunizou tal comoção no projeto.

A professora Naira Natieli de Araújo Novello ficou encarregada de realizar uma pequena palestra, na qual refletia a história de exploração do trabalho infantil e como hoje nosso poder publico fiscaliza e cuida das nossas crianças e adolescentes, para que elas tenham seus diretos de estudar e brincar.

Naira também comentou sobre algumas leis como o estatuto da criança e adolescentes – ECA, e que quando desejar os adolescentes, após os 14 anos de idade poderão trabalhar de forma legal de modo que não prejudiquem seu desenvolvimento e educação escolar, participando assim do programa “jovem aprendiz”.

Além da palestra alguns alunos se dispuseram a fazer uma pequena encenação com auxílio de outros professores de oficina de teatro do projeto Josismar Pires e Cesar Bortoloci, onde as crianças apresentavam duas realidades, sendo uma de exploração infantil e a outra sem exploração.

“Diante do processo de construção do teatro percebi que as crianças se dedicaram muito e estava dando o seu melhor. Já durante a palestra e a encenação da peça teatral, houve muitas dúvidas e relatos no qual pude desmistificar e fazer com que as crianças entendessem de modo correto o que se caracteriza como exploração do trabalho infantil. Contudo senti que trabalhar este tema é imprescindível para a formação das crianças, tonando elas críticas e com argumentos corretos a respeito do que acontece em nossa sociedade”, finalizou Naira.

Após a palestra alguns alunos que se mobilizaram perante o tema apresentaram um pequeno teatro, onde o palco foi dividido em dois cenários, sendo cada um de uma família no qual a criança sofria exploração infantil e outro, onde a criança brincava, estudava e apenas ajudava os pais quando necessário, sendo o estudo e a segurança da criança como principal preocupação na encenação.

No final do teatro, a plateia foi questionada de que lado do cenário estava havendo exploração infantil, e de forma unanime, acertaram.

Mary Ellen Rosada

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Femucic nas Escolas difunde a boa música

Escolas municipais de Maringá receberam apresentações musicais de artistas selecionados para o Femucic – realizado entre os dias 8 a 10 de junho no Teatro Calil Haddad.

O evento recebeu músicos de nove estados brasileiros: Paraná, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O festival é promovido pela Secretaria de Cultura (Semuc), Serviço Social do Comércio (Sesc) e RPC.

 

Participaram as Escolas:

*Escola Pastor João dos Santos

*Escola OdilonTúlio Vargas – André Siqueira

*Escola Helenton Borba Cortes – Davi Sartori

* Escola Ulisses Guimarães – Max Ganzaga

*Escola Agmar dos Santos – Mário Tressoldi

Por Mary Ellen Rosada – [email protected]

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Entenda o Corpus Christi

Marcada para a próxima quinta, data católica objetiva celebrar o sacramento do corpo e sangue de Cristo

Corpus Christi significa Corpo de Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.

A festa de Corpus Christi acontece sempre 60 dias depois do Domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão à quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.

 

Corpus Christi não é feriado nacional, tendo sido classificado pelo governo federal como ponto facultativo. Isso significa que a entidade patronal é que define se os funcionários trabalham ou não nesse dia, não sendo obrigados a dar-lhes o dia de folga.

Durante esta festa são celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão onde é conduzido geralmente pelo Bispo, ou pelo pároco da Igreja, o Santíssimo Sacramento que é acompanhado por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.

A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.

Origem da Celebração

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.

A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

 

No Brasil

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.

A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.

Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja. Da redação: Mary Ellen Rosada/[email protected]

 

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O Uso do jornal nas Escolas

Escola de Lobato desenvolve trabalho com o impresso

Alunos do 4º ano, da Escola Municipal Elias Abrahão, de Lobato, desenvolveram um trabalho em sala de aula, através do caderno de cultura, sobre o tema “Cyberbullyng e os perigos da Internet,” publicado no dia 16 de maio de 2017.

De acordo com a professora Maria Aparecida B. Moreira, o objetivo foi levar o aluno a perceber os perigos, danos e punições possíveis sobre o mau uso das redes sociais. “A atividade iniciou como manuseio do jornal pelos alunos e em seguida escolhemos a notícia a ser estudada, pois a mesma coincidiu com o conteúdo já trabalhado na sala de aula. O trabalho foi satisfatório, os resultados foram bem proveitosos e esclarecedores, pois os alunos ficaram interessados”.

Os alunos Maria Clara e Felipe Cardoso foram os que mais se expressaram sobre o tema, segundo a professora.

Trabalho desenvolvido pela aluna Maria Clara M. Damasceno

Equipe Gestora da Escola Municipal Elias Abrahão – Educação Infantil e Ensino Fundamental fala sobre a atividade desenvolvida através do jornal e a importância do tema para os alunos.

Nós da Equipe Gestora, percebemos a importância do uso periódico do jornal na sala de aula, pois oferece uma visão ampla e atualizada, que proporciona um crescimento intelectual em nossos alunos. As variedades das matérias encontradas no jornal exploram uma diversidade de assuntos que facilitam a inter e multidisciplinaridade no âmbito escolar, como é o caso da temática “Cyberbulling e os perigos na internet”. Enquanto Gestores na Educação, consideramos o uso do jornal uma fonte rica e ideal para formarmos nossos alunos em indivíduos críticos em relação à realidade social, desde que seja usado com sabedoria e planejamento, levando sempre o leitor à reflexão.

Em relação ao tema, este surgiu em momento oportuno, pois assiste no trabalho de conscientização e reflexão para acontecimentos que têm se tornado comum nas salas de aula, haja vista que o número de vítimas atingidas na comunidade escolar vêm crescendo a cada dia, nos preocupando e nos surpreendendo com o constrangimento, por muitas vezes não sabermos lidar, da melhor forma, com tais situações. Portanto, no que tange ao preconceito e a essa tecnologia, que avança desenfreadamente, alterando o cenário familiar, escolar e de uma sociedade em geral, é válido ressaltar a importância e influência do jornal quanto a essencial democratização do conhecimento e consciência sobre o tema.

Diretora- Ataise Christina Toaldo Comim.

Coordenadora Pedagógica– Gislaine Leibantti Marion Lopes, Iêda Cotrim Ribeiro Alves e Sueli Coquelete Lemos. Mary Ellen Rosada / [email protected]

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