Autor: odiarionaescola



Escola Municipal de São Jorge homenageia as mães

A Escola Municipal São Jorge – Ensino Fundamental realizou nos dias 09 e 10 de maio uma gincana em que as mães desenvolveram atividades recreativas com seus filhos de forma prazerosa, não competitiva, por aproximadamente 40 minutos, na quadra esportiva.

Devido à data, houve almoço de comemoração ao Dia das mães, que foram homenageadas com vídeos gravados por seus filhos e finalizado com almoço e distribuição de presente.

Diversão e entretenimento marcam o dia das mães no município de São Jorge do Ivaí.

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Concurso Melhor Leitor do Ano

As inscrições encerram no dia 29 de outubro, quando é comemorado o Dia Nacional do Livro

Mary Ellen Rosada

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Estão abertas as inscrições para o concurso Melhor Leitor do Ano de 2017, das bibliotecas municipais de Cultura (Semuc), por meio da gerência de Promoção da Leitura e Rotary Club Maringá.

O objetivo do concurso é estimular o prazer, hábito de leitura e a frequência de leitores às bibliotecas. Além de divulgar o acervo, serviços, eventos e projetos realizados.

As fichas de inscrições podem ser retiradas na biblioteca onde o leitor seja cadastrado.

O concurso é dividido em três categorias: infantil (7 a 11 anos), juvenil (12 a 17 anos) e adulto (acima de 18 anos). Poderão participar todos os usuários cadastrados em uma das seis bibliotecas de Maringá. Candidatos ganhadores do ano anterior não poderão concorrer, com exceção daqueles que mudarem de categoria.

Cada leitor deve entregar na biblioteca em que é cadastrada, no mínimo quatro fichas de inscrição, correspondendo a quatro livros lido, até o término das inscrições. Os livros são de escolha dos usuários, desde que dentro da classificação ′literatura′ e seja do acervo das bibliotecas. Os participantes das categorias juvenil e adulto, nas fichas de leitura, deverão responder perguntas referente à obra e fazer um resumo do livro, no máximo 20 linhas. Na categoria infantil, os candidatos deverão responder o que mais gostou do livro em até 10 linhas. Melhores Informações: 44 3218-6139 – Fonte: Diretoria de Comunicação PMM.

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Cyberbullying e perigos da internet

Riscos e cuidados que crianças e adolescentes devem ter no uso de redes sociais

Da redação

Mary Ellen Rosada

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Bullying – palavra de origem inglesa, que faz referência à prática de atos violentos, intencionais e repetidos, contra uma pessoa indefesa. É a intimidação, a violência (seja física, ou seja, psicológica), intencional e repetitiva, praticada por uma pessoa ou por um grupo contra uma ou mais pessoas. Quem pratica o bullying tem o objetivo de intimidar, de agredir e acaba causando dor e angústia à vítima, especialmente em função do desequilíbrio de poder (psicológico, mental, financeiro ou até mesmo corporal) entre as partes.

Crianças e adolescentes estão cada vez mais conectados no ambiente virtual tornando-se mais expostos a intimidações, humilhações e outros diversos tipos de violência. Chama-se de cyberbullying estas práticas cometidas por intermédio de meios digitais, especialmente na Internet.

Muito embora o cyberbullying não consista em agressões físicas, e por isso é comumente visto como menos danoso, tem consequências tão ou mais graves quanto às do bullying físico. O abuso sofrido pela vítima do bullying virtual é, em sua maioria, de cunho psicológico, no entanto ele pode chegar a se tornar físico em casos extremos. Ameaças de morte, agressão física e publicação de informações pessoais de vítimas são alguns dos meios mais violentos de cyberbullying, já que coloca a vítima em situação de risco e constante apreensão diante da possibilidade de um atentado contra sua vida.

Os ataques sofridos são geralmente direcionados a características pessoais da vítima e são feitas em meio público, denegrindo a imagem da vítima e afetando sua autoestima. O abuso é constante e pode tomar grandes proporções, já que a dinâmica do mundo online é enorme e, na maioria das vezes, impossível de se controlar.

Mas vale lembrar que, quem comete qualquer tipo de crime na internet pode ser punido. É preciso desmistificar a ideia de que não há consequências para as ações para menores. “Felizmente esta lenda urbana está se tornando cada vez mais esquecida. São frequentes os casos de punições, sejam criminais, sejam de natureza cível, sobre atos ilícitos e danosos cometidos pela internet”.

Consequências do bullying

As pessoas agredidas pelo bullying apresentam alguns sintomas, como:

  • Distúrbio do sono;
  • Problemas de estômago;
  • Transtornos alimentares;
  • Irritabilidade;
  • Depressão;
  • Transtornos de ansiedade;
  • Dor de cabeça;
  • Falta de apetite;
  • Pensamentos destrutivos, como desejo de morrer, entre outros.

Em muitos casos as vítimas recorrem a tratamentos psicológicos, como terapias para amenizar as marcas deixadas pela agressão.

Bullying na escola

Uma das formas mais comuns de bullying é o que acontece no ambiente escolar. Em quase todos os países do mundo, o bullying na escola é um problema crônico.

As formas de agressão entre os alunos são das mais variadas e podem acontecer em quase todos os níveis, desde o primário até os últimos anos do ensino médio, por exemplo.

bullying atrapalha a aprendizagem do aluno, além de afetar o seu comportamento fora da escola, segundo os psicólogos. Os pais e professores devem estar atentos às atitudes de seus filhos e alunos, principalmente em alterações de comportamento, hematomas no corpo e demais situações que pareçam fora do comum.

De acordo com o advogado e especialista em direito digital, internet e tecnologia – Dr. Leonardo Serra de Almeida Pacheco, “o bullying e cyberbullying são problemas graves. Muitas pessoas lamentavelmente menosprezam a dor de quem sofre bullying, volta e meia dizendo que ‘na minha época, isto não acontecia’. Ninguém está negando que antigamente as coisas eram resolvidas de outra maneira. Mas o nosso estágio atual de civilização já nos permite agir de uma forma mais racional, respeitosa e inteligente. Ademais, soa irônico perceber que grande parte das vítimas são as crianças educadas por esta geração que se vangloria de agir de forma agressiva e violenta”.

“As escolas devem especialmente em função da lei 13.185/2015, assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática. Estas medidas devem ser enérgicas e eficazes, não podendo, sob hipótese alguma, se exonerar de responsabilidade e esconder os fatos, ainda que não ocorram no ambiente escolar.”

Para prevenir dos perigos da internet, o melhor conselho é pedir, ainda que utopicamente, bom senso dos usuários. Quanto aos pais, eles possuem o dever de fiscalizar, de verificar o que seus filhos estão fazendo na internet, especialmente porque caso algum prejudicado venha a buscar a reparação judicialmente, são os pais quem deverão indenizar, finalizou o advogado Dr. Leonardo Serra de Almeida Pacheco.

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OFICINA DE TRÂNSITO

Conscientizando crianças e adolescentes para um trânsito mais seguro

Da redação

Mary Ellen Rosada

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Com objetivo de educar crianças e adolescentes sobre direitos, deveres e educação no trânsito, a VIAPAR lançou em abril de 2002 o programa OFICINA DE TRÂNSITO – que recebe alunos de instituições municipais, estaduais e particulares das cidades situadas ao longo do trecho da concessão VIAPAR – Um dos principais eventos educativos para educação no trânsito que já atingiu mais de 46 mil crianças de toda a região de Maringá.

Desde 2007 o programa conta com a Oficina Itinerante, que se desloca da sede da Empresa e leva o projeto às escolas de ensino regular e APAEs do trecho sob sua administração. Atualmente a parceria da Viapar é com a Secretaria de Mobilidade Urbana de Maringá.

As oficinas ocorrem às terças e quintas, manhã e tarde, e são ministradas por agentes de trânsito da Prefeitura, com intuito de educar e como transitar com segurança em vias urbanas e rodoviárias, identificando a sinalização usada no trânsito, além das noções de cidadania e meio ambiente. Desde 2016 o programa conta com carrinhos elétricos do projeto “O trânsito e eu”,  do Instituto Renault.

As aulas práticas são realizadas na minirrodovia, com carros elétricos – localizada na sede da concessionária, em Maringá. O espaço é similar a uma via verdadeira com semáforo, faixa de pedestre, rampa de acessibilidade, passarela, sinalização vertical e horizontal, além do conteúdo prático, as crianças assistem aulas teóricas com um instrutor da Secretaria de Trânsito e Segurança de Maringá (Setrans). Por fim, visitam o Centro de Controle e Operações (CCO) da concessionária, recebem material didático, brindes e um lanche.

A concessionária VIAPAR é uma das pioneiras em Maringá em educação no trânsito. Há 14 anos atende não apenas escolas públicas como também particulares.

Para a realização das oficinas, basta ligar para 044 3033 6137 e agendar. Cada escola se responsabiliza pelo deslocamento.

BOX:

A Viapar também é uma empresa parceira do “Diário na Escola”, possibilitando que, neste ano, 684 alunos de nove instituições de ensino de Maringá e região participem das atividades de leitura, escrita e cidadania, através da utilização do jornal em sala de aula e que os professores tenham os encontros de formação (palestras e oficinas) para o desenvolvimento do trabalho.

Instituições de Ensino apoiadas pela Viapar
1. Abrigo Provisório – Maringá
2. Colégio Estadual Benoil Boska – Ourizona
3. Colégio Estadual Elvira Balani – Maringá
4. Legião da Boa Vontade – LBV – Maringá
5. Escola de Educação Básica Mauro Nakamura APAE – Itambé
6. Centro Comunitário e Educacional Paulo Volpe – Projeto Semeando o Futuro – São Jorge do Ivaí
7. Colégio Juscelino K. de Oliveira – Maringá
8. Escola Reynaldo R. Ferreira de Oliveira – APAE Maringá
9. Colégio Estadual Márcia Vaz Tostes de Abreu – São Jorge do Ivaí

 

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Baleia azul – O jogo que mata – O diálogo continua sendo a melhor saída

Mary Ellen Rosada

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Um dos assuntos mais comentado e vivido nos últimos anos, e que tem gerado preocupação no mundo todo é o jogo virtual da “Baleia Azul”. Essa espécie de “gincana” disputada pelas redes sociais, com tarefas a serem cumpridas ao longo de 50 dias, propõe desafios nos quais participantes (geralmente crianças e adolescentes) acabam sendo influenciados por terceiros, por estarem mais disponíveis hoje, nas redes sociais.

Tudo começa de maneira “leve” – de início, são delegados desafios como assistir a filmes de terror, ouvir músicas psicodélicas e desenhar uma baleia azul em um papel. Com o passar dos dias, adolescentes chegam a ser desafiados a se pendurarem em lugares altos e se automutilarem, ou até tirarem a própria vida.

Antes da internet e das redes sociais, os principais influenciadores das crianças e adolescentes eram aqueles com os quais conviviam em casa, na escola e na vizinhança. Atualmente, não há fronteiras físicas para separá-los do restante do mundo, não basta controlar com quem o filho está saindo de casa, pois muitas vezes o perigo habita o meio virtual. Há diversos influenciadores, como bloggers, youtubers e snapchaters, transmitindo opiniões acerca de moda, atitude e comportamento. Em busca de serem aceitos, eles imitam os influenciadores, sejam bons ou maus exemplos. É importante procurar saber o que é acessado pelo filho, conversar sobre o tempo de uso e conteúdos adequados a cada faixa etária.

De acordo com a psicóloga Sabryna Valéria de Almeida Santos, a infância e a adolescência estão marcadas por uma sucessão de altos e baixos, pois, são períodos em que a personalidade está em formação, há insegurança em relação às mudanças corporais e pressão para ser aceito no grupo de amigos. Aqueles que destoam do grupo de alguma forma podem ser alvos de bullying, consequentemente, tendem a se isolar e estão mais suscetíveis a se deixarem levar pelas propostas destes jogos. A primeira vista, participar dos jogos provoca a sensação de pertencimento, mas, a longo prazo, se torna uma prisão de onde não podem escapar, uma vez que, os hackers ameaçam vazar informações confidenciais e ferir a família do jogador.

 

Já para as escolas, é papel fundamental desenvolverem atividades que proporcionem a reflexão crítica sobre esse problema, informando, e alertando crianças e jovens sobre a necessidade e os riscos dos desafios propostos pelo jogo “Baleia Azul”; levando em consideração um comportamento diferenciado, isolamento, e a importância de prevenir o bullying. Acionar os pais, manter diálogo, caso algum transtorno de comportamento seja percebido, é também de extrema importância.

Para os pais e responsáveis, não é preciso proibir o adolescente de ver filmes, usar internet, ou manter contato com outras pessoas, mas desde que sejam monitorados e, o fundamental, que se mantenha o diálogo sempre.

Devido grandes avanços na tecnologia, a vida é de grande vulnerabilidade. O jogo “Baleia Azul” tem o componente ‘desafio’. Adolescentes gostam de “desafiar autoridades”, concluir fases, romper limites. Precisamos nesse momento ficar atentos a todos e quaisquer movimentos. O diálogo continua sendo a melhor saída!

“As melhores formas de prevenção são o diálogo e o estreitamento dos laços com as crianças e os adolescentes. Cabe aos pais e professores dar o suporte necessário, acolher as necessidades apresentadas pelos jovens sem minimizar o sofrimento. Ao saberem que possuem espaço para desabafar, compartilhar experiências e fazer perguntas, é mais provável que peçam ajuda em um momento de dificuldade. Para que o espaço de diálogo seja construído, é essencial dedicar tempo de qualidade à criança e ao adolescente, participando das brincadeiras, ajudando com as tarefas, praticando esportes ou outras atividades que promovam a interação. Também é importante ficar atento aos sinais de alerta, como mudanças repentinas no comportamento ou na aparência física, isolamento, humor deprimido e uso de álcool e drogas”; conclui a psicóloga Sabryna Valéria de Almeida Santos.

Sabryna Valéria de Almeida Santos – Psicóloga

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Encontro – “Educação e Comunicação: a aprendizagem com o jornal”

Foto: JC Fragoso

O encontro “Educação e Comunicação: a aprendizagem com o jornal” realizado no dia 25 de março, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) em Maringá, contou com aproximadamente 130 pessoas, entre professores e demais profissionais da Educação.

O projeto O Diário na Escola retoma suas atividades com o incentivo do uso do jornal nas escolas com o intuito de estimular a leitura, escrita e cidadania. De acordo com o coordenador do Projeto, Ricardo Pastoreli, esse encontro de extrema importância possibilitou a aquisição e troca de informações sobre como utilizar o jornal, de forma significativa para aprendizagem de crianças e adolescentes. “Utilizar o jornal na sala de aula, desde o Ensino Fundamental, é uma ótima oportunidade para que as crianças conheçam e se familiarizem com os gêneros textuais e os textos não- verbais presentes no impresso, bem como possibilita o desenvolvimento do hábito da leitura, escrita e discussão de assuntos de relevância social”.

Ministrado pela professora e jornalista Alexandra Fante Nishiyama, que enfatiza que “a valorização da Educação é percebida quando há disposição das administrações municipais em, dar oportunidade de qualificação que visam a melhoria do processo de ensino – aprendizagem e o desejo de cada professor em se capacitar, atentos às discussões. Acredito que o projeto O Diário na Escola permite essa oportunidade, além de crescimento profissional e humano que se reflete nas salas de aula, em cada aluno. O meio de comunicação pode ser uma ferramenta ética, responsável e inspiradora”.

“A proposta de levar o jornal para a sala de aula é uma forma de preparar os alunos para a realidade das práticas sociais. Práticas com as quais eles se deparam constantemente em seu cotidiano e para as quais precisam ser preparados. Saber o que fazer, como fazer e de qual texto se valer para isso, fazem parte das habilidades que esperamos que os educandos  dominem para exercer sua cidadania. A abertura dos trabalhos do programa O Diário na Escola, além de ser uma oportunidade de rever os professores e trocar conhecimento, traz a satisfação de saber que inúmeras pessoas passarão o ano estudando e trabalhando para que o letramento aconteça”, finalizou a também palestrante – Dra. Adélli Bazza – que atua na área de Linguística com ênfase na formação de professores

O Diário na Escola é um programa de incentivo à leitura, escrita e cidadania. Desenvolvido pelo jornal O Diário, em parceria com Secretarias Municipais da Educação e a Rodovias Integradas do Paraná S/A – Viapar.

Por Mary Ellen Rosada – Jornalista

 

 

 

 

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ANJ promove concurso “A entrevista dos meus sonhos”

A Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN-IFRA) está organizando o concurso que é voltado a escolas do mundo inteiro que tenham parceria com jornais associados à WAN-IFRA e associações nacionais de jornais.

As instituições interessadas devem dividir os alunos em equipes de quatro a seis crianças, que vão escolher uma pessoa importante que gostariam de entrevistar. A função do jornal local é auxiliar esses alunos a selecionar o melhor conjunto de perguntas e ajudar a equipe a fazer a entrevista.

O concurso visa ensinar sobre entrevistas jornalísticas e competências linguísticas, incentivando o aluno a pesquisar mais sobre o tema da sua entrevista. Ao trabalhar em grupos, os alunos aprendem o que é pluralidade e liberdade de expressão, assim como tolerância e democracia.

Em março serão distribuídos pelos jornais o Guia de Entrevista para os professores. De abril a junho será o lançamento do projeto (os jornais terão até o final de maio para enviar as duas entrevistas de duas escolas). Em julho o júri decide quais duas entrevistas são as vencedoras e fará o anúncio dos ganhadores. Em outubro, as duas entrevistas vencedoras ganharão viagem para a cerimônia de premiação no “Media Port” durante a WAN-IFRA Expo, em Madrid, Espanha, nos dias 29 e 30/10, para o professor da turma vencedora e dois alunos.

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Conheça mais sobre o Tratamento do Déficit de Atenção e Hiperatividade

O TDAH é uma doença que atinge mais de 5% das crianças brasileiras e pode acompanhá-las até a vida adulta. O maior poblema é identificar corretamente os sintomas, para assim dar início ao tratamento.  Observe as seguintes situações:  falta de atenção, concentração, problemas de relacionamentos com outras pessoas, queda no rendimento escolar, hiperatividade e ansiedade, esses são os principais sintomas da doença.

Assista ao vídeo da psiquiatra da infância e adolescência e professora adjunta do departamento de pesquisa da Unifesp, Maria da Conceição do Rosário, que esclarece as principais dúvidas sobre a doença.

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A tecnologia está auxiliando ou distraindo os alunos na sala de aula?

A distração dos alunos não vem de hoje, os bilhetinhos e as conversas paralelas já faziam parte da sala de aula antes dos aparelhos tecnológicos. A dificuldade encontrada atualmente está no fato da tecnologia ser algo atraente, com um bom celular os alunos acessam e-mail e redes sociais ao invés de prestar atenção no quadro negro, no giz e no livro didático.
Antes dos celulares se tornarem presentes na sala de aula os alunos utilizavam os bilhetes para manter os colegas informados, hoje os papéis foram trocados pelo envio de SMS. O interessante é o educador conseguir instruir o aluno na forma com que se deve usar o celular, a tecnologia deve estar aliada à educação aproximando o professor e o educando.

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