Autor: Juliana Fontanella



Descritores da Prova Brasil também orientam a avaliação na escola

Olá pessoal!

Como está o nível de qualidade da Educação brasileira?

No final do ano acontece a edição 2017 da Prova Brasil, uma avaliação nacional que pretende responder a essa pergunta. Milhões de alunos vão mostrar como está a competência deles em leitura (Língua Portuguesa) e na resolução de problemas (Matemática). Entre eles, os estudantes que estão no 5º e no 9º ano do Fundamental.

A preparação docente para o exame foi um dos temas da coluna do Diário na Escola de terça-feira, dia 25.

Leia a matéria na íntegra AQUI

Capacitação

A professora Alethéia Braga Ribeiro levou o debate sobre a Prova Brasil para os municípios de Floraí e Ivatuba. A oficina pedagógica foi promovida pelos municípios em parceria com O Diário na Escola e a Viapar.

No encontro “Descritores: um convívio diário”,  a ênfase é na avaliação de português.  A professora explica que não se trata apenas de transmitir e cobrar conteúdos. Ela enfatiza que o processo avaliativo tem que fazer sentido, uso prático para o aluno, não é apenas a nota que importa.

“Os descritores funcionam como metas para quem qualifica o aluno. O desenvolvimento acontece dentro de uma relação entre professor, aluno, processos de ensino e de aprendizagem” 

O professor tem que desenvolver no processo de ensino para qualificar o aluno para o mundo real. Assim, o educando terá condições de buscar ascensão intelectual e social, falar com a própria voz e exercer sua cidadania.

 

Encontro em Ivatuba aconteceu dia 20 e reuniu os professores na Escola Municipal Afrânio Peixoto

 

A próxima cidade a receber a oficina é Sarandi. O encontro está agendado e confirmado para o dia 7 de agosto.

Na quarta-feira, dia 26, tem mais novidade!

Abração da Equipe O Diário na Escola!

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Alunos e estudantes ganham acesso ao jornal em sala de aula

Olá pessoal! A nossa página de terça-feira tem notícia fresquinha! Recomeçou a distribuição de exemplares de O Diário para alunos e professores da rede municipal de Sarandi. Serão 1.360 jornais para atividades pedagógicas em sala de aula. Quase três mil crianças serão beneficiadas. Ação transformadora Pedagoga há mais de 20 anos, a diretora de ensino da […]

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Vídeo campeão do Prêmio EduCriação Viapar 2016 está on-line

Olá pessoal! Para quem ainda não teve oportunidade de assistir o trabalho que levou o primeiro lugar no Prêmio EduCriação 2016, a equipe da Viapar convida a acessar o canal do concurso. O vídeo “Trombada” é a materialização do projeto do pessoal da Faculdade Alvorada, de Maringá.  O material é educativo e pode ser levado para sala […]

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O Diário na Escola está em Floraí!

Olá pessoal!

Hoje estamos com os profissionais da Educação de Floraí para uma tarde de troca de saberes e experiências!

É mais uma oficina promovida pelo programa O Diário na Escola, sob coordenação de Ricardo Pastoreli.

A oficina “Os Descritores: um convívio diário” faz parte da capacitação docente para a Prova Brasil!

Nessa tarde vamos falar sobre vários temas, veja alguns:

  • procedimentos de leitura;
  • enunciador na compreensão de textos, intertextualidade;
  • localizar informações;
  • identificar o tema;
  • distinção entre fato e opinião.

Estaremos aí das 13 às 17 horas em parceria com a prefeitura do município! Gostou?

Ah, e por falar em oficina…

O pessoal de Ivatuba participou do encontro com a professora Alethéia semana passada. Olha só a avaliação da Secretária de Educação do município, Nadir Valentini:

“A parceria formada com o Programa O Diário na Escola vem contribuindo significadamente com a formação continuada de nossos professores. A cada oficina novas práticas pedagógicas são aprimoradas. E ao fazer uso do jornal como ferramenta de aprendizagem nossas crianças são estimuladas a novas descobertas e os conteúdos são aprendidos de forma prazerosa”.

 

Obrigada por nos receber professora Nadir!

Logo tem mais e a gente conta tudo por aqui e no Diário na Escola no Facebook

Até logo!

Equipe O Diário na Escola

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Oficinas Pedagógicas do Diário na Escola na região

Olá pessoal! Que frio que nada! Em julho não tem tempo ruim porque a gente tem mais uma série de oficinas do Programa O Diário na Escola sob a coordenação de Ricardo Pastoreli. Na quinta-feira, dia 20, a gente enfrenta o clima e vai estar em Ivatuba aprendendo mais sobre Mídia e Educação. O encontro será na […]

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Jornal O Diário recebe visitantes mais que especiais

Olá pessoal!

No dia 12 de julho recebemos aqui no Diário os alunos da Escola Dinâmica Centro de Educação Especial de Maringá. A turma veio acompanhada pela professora Roseane Gimenes e a diretora da instituição, Eunice Costa de Freitas.

Recebidos pelo coordenador do Programa O Diário na Escola, Ricardo Pastoreli, os alunos puder ver de pertinho como funciona o jornal que já faz parte do dia a dia em sala de aula.

O nosso encontro foi registrado na coluna de terça-feira, dia 18. Sobre a visita, a diretora da escola, Eunice, afirmou que pelo fato dos alunos já conhecerem o jornal, existe uma conexão entre eles e ver como tudo funciona traz para o aluno uma visão mais ampla do que o jornal representa.

“Quando você faz uma visita como essa, você oferece novos elementos para essa experiência. O aluno pode atribuir novos significados ao que sabia sobre o tema, levar para casa novas perspectivas”, afirma.

Gostou? Para ler a matéria na íntegra é só clicar na miniatura.

Coluna do Diário na Escola do D+ de 18 de julho

A gente adorou a visita pessoal!
Abração da equipe O Diário na Escola

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Patrimônio histórico à mesa

Para a Unesco, comidas típicas são reconhecidas pela comunidade como parte de sua identidade cultural. Em Maringá, cachorro-quente prensado acaba de se tornar o lanche típico da cidade

Redação O Diário

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HUMM. O famoso e delicioso cachorro-quente prensado: agora, o lanche típico da cidade – Foto: JC Fragoso

Os pratos típicos de cada região contam histórias do povo que vive ali, dos frutos da terra e dos costumes natos do lugar ou trazidos com a imigração. Para preservar essas receitas e ingredientes para as próximas gerações a Gastronomia popular teve algumas preparações incluídas no patrimônio cultural imaterial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Você sabe o que isso quer dizer? Significa que a comida típica é reconhecida pela comunidade como parte de sua identidade cultural.

Maringá acaba de escolher o dogão como prato típico do município, mas não é qualquer receita de pão com salsicha, é o cachorro quente prensado com salsicha cozida com tomate no pão preparado com uma receita guardada a sete chaves e molhos especiais. A escolha oficial aconteceu no dia 21 de junho com a aprovação pela Câmara de Vereadores. A aprovação não foi unânime, foram cinco votos contra e uma abstenção, mas venceu a maioria e o projeto de lei do vereador Belino Bravin (PP) foi aprovado com nove votos favoráveis.

Apesar da polêmica se o dogão representa ou não o município, não é a primeira vez que um lanche é escolhido como comida típica. O sanduíche Bauru (SP) e o empadão de Goiás (GO), por exemplo estão perto de serem incluídos como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Essas receitas estarão no mesmo patamar de relevância que o acarajé, o queijo de Minas, a cajuína do Piauí, entre outros.

 

Para entender por que o dogão de Maringá é tão especial, o melhor jeito é experimentar. Enquanto isso é interessante ler a série de reportagens publicadas entre junho e julho desse ano no Diário. Uma delas, assinada pelo jornalista Alexandre Gaioto, revela até onde chega o “dogão maringaense” com a receita original:

“A 26,7 km da Esplanada dos Ministérios, os moradores de Brasília se refestelam com um cachorrão à maringaense. Em São Paulo, a 4 km da Avenida Paulista, paulistanos se fartam com dogões batizados de Praça do Peladão, Expoingá e Estádio Willie Davids. A duas quadras do mar, turistas e catarinenses há cinco anos se regalam com prensados maringaenses. Em Astorga, Mandaguaçu, Floresta e Iguaraçu também é possível encontrar, pelas calçadas, lanches que se gabam de reproduzir o famoso cachorrão de Maringá.

A maioria desses lugares é administrada por maringaenses que encomendam pães especiais, produzidos em duas fábricas daqui e uma de Sarandi. Esses três fornecedores, segundo empresários do ramo, chegam a servir uma média de cinco mil pães por dia cada fábrica, abastecendo os carrinhos de hot dog dentro e fora de Maringá”. (Matéria publicada em 9 de julho de 2017)

Em geral as comunidades fazem festas para saborear os pratos típicos de cada localidade. A Festa Nacional do Chope Escuro, a Münchenfest, de Ponta Grossa, acontece em dezembro e é a maior festa do Paraná. Ainda é cedo para dizer se a Maringá vai ter uma “Festa típica do Dogão Prensado”, mas na região não faltam oportunidades para provar receitas locais:

Festa da Leitoa Desossada à Pururuca– Paraíso do Norte

Festa da Leitoa Mateira– Mamborê

Festa do Boi no Rolete– Altônia, Engenheiro Beltrão, Marechal Cândido Rondon, Planalto, Ribeirão Claro, Santa Fé e Santa Terezinha de Itaipu

Festa do Carneiro no Buraco– Campo Mourão (A segunda festa mais importante do Paraná)

Festa do Costelão– Luiziana, Maripá, Palotina e Santa Helena.

Festa do Costelão ao Fogo-de-Chão– Paranavaí

Festa do Frango– Bom Sucesso, Cafelândia, Novo Itacolomi, Toledo e Umuarama

Festa do Porco na Lata – Mandaguaçu e Santo Inácio

Festa do Porco no Rolete– Cidade Gaúcha, Mandaguaçu, Sertaneja e Toledo

 

 

 

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OFICINA SOBRE JORNAL MURAL REPERCUTE NA REGIÃO

Professores de diferentes disciplinas participaram do encontro que instrumentaliza os educadores. A nova ferramenta estimula a cidadania e o letramento crítico

Da Redação

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Ao final do encontro, a diversidade de temas e o visual dos projetos deixaram bem claro a versatilidade do modelo jornal mural   Foto: PM SANTA FÉ

A 2ª edição da oficina “Notícias na parede: O jornal mural na escola” aconteceu no dia 5 de julho, em Santa Fé, município a 47 km de Maringá. O jornal mural como ferramenta pedagógica foi o tema do encontro de professores e profissionais da educação da Escola Municipal 9 de Dezembro, da Escola Municipal Jardim Primavera e profissionais da Secretaria da Educação do município de Santa Fé.

O evento faz parte do ciclo de capacitação do Programa O Diário na Escola sob coordenação do professor Ricardo Pastoreli. A oficina foi ministrada pela jornalista e professora Mestre em Comunicação, Juliana Fontanella. Durante quatro horas, os 40 participantes foram convidados a refletir sobre novas formas de inserção da mídia na rotina escolar e como essa experiência pode ser aplicada como ferramenta de estímulo ao letramento crítico.

 

Como foi

Os professores de diferentes disciplinas foram apresentados à diversidade de gêneros que o jornal oferece como recurso transdisciplinar promovendo a união de saberes. Foram elencados temas de interesse dos professores e dos alunos sob o viés pedagógico estimulando o uso do jornal como um todo (reportagens, crônicas, tabelas esportivas e gráficos, charges, imagens e design).

Os profissionais observaram como é o processo de elaboração de um jornal mural, desde o planejamento e a seleção de conteúdos, as diferenças entre informação e notícia, as etapas de redação e edição. A elaboração de um jornal mural no meio escolar instrumentaliza os professores para utilizar esse produto de mídia como recurso pedagógico nas esferas turma/escola ou disciplina/projeto transdisciplinar.

O objetivo é promover a cooperação entre professores e alunos na construção do conhecimento.  Os participantes do encontro foram convidados a explorar as notícias de temas de interesse social como saúde, desporto, festas típicas e temas mais amplos como afetividade, bullying, entre outros.

E, para vivenciar a experiência prática de elaborar um jornal mural, os próprios professores foram dispostos em grupos e elaboram uma peça durante a oficina. O resultado foi que o trabalho coletivo proporcionou uma nova perspectiva para o uso da mídia em sala de aula: “Na oficina do Diário na Escola, conteúdo e metodologia integrados favorecem o aprendizado e a operacionalização no ensino”, afirmou Kátia B. da Silva Batista, professora das escolas 9 de Dezembro e Jardim Primavera.

 

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Experiência positiva em sala de aula

Da redação

[email protected]

A primeira oficina “Notícias na parede: O jornal mural na escola” aconteceu dia 29 de julho, menos de uma semana depois, os professores já estavam colocando o conhecimento em prática! A última edição reuniu 46 profissionais para a oficina do projeto O Diário na Escola ministrada na Faculdade Cidade Verde (FCV). Com o apoio da VIAPAR, o evento reuniu professores e professoras de escolas municipais de Astorga, Floraí, Floresta, Itambé, Ivatuba, Lobato, São Jorge do Ivaí e Uniflor.

Professores de oito cidades da região participaram

da 1a edição – Foto: JC Fragoso

 

Pioneiros

Na semana seguinte a Escola Municipal São Jorge, de São Jorge do Ivaí, já publicou os primeiros jornais murais. A professora Simone Aparecida Carboni Gregório mobilizou os alunos do 4º ano C para a leitura de notícias sobre temas de interesse da turma. O “Jornal Mural Notícia Quentinha” foi planejado para despertar a curiosidade e o interesse da turma em temas do cotidiano, por isso, depois de debater os assuntos que chamaram mais a atenção das crianças, elas produziram versões adaptadas das notícias lidas. O resultado foi a primeira edição de um projeto que veio para ficar.

O pessoal do quinto ano A, da professora Valdélia Aparecida da Silva Rodrigues, assina o jornal mural “News na Escola”. O projeto alia conhecimento e interatividade em uma peça referência para o estudo das sílabas tônicas nas aulas de Gramática da Língua Portuguesa. No editorial, a professora relata que os alunos pesquisaram palavras publicadas nas páginas do jornal O Diário de Maringá classificando-as conforme a tonicidade. A ideia foge do formato tradicional promovendo o encontro entre conteúdo, mídia e interatividade. No “News na Escola”, o leitor é convidado a ler as palavras selecionadas em voz alta para compreender o sentido da classificação.

 

Instrumento pedagógico

A produção imediata dos jornais murais reflete a importância da inserção de novos modelos de ferramentas pedagógicas para enriquecer o processo de ensino e de aprendizagem. As bases para a produção dos jornais murais vieram de uma tarde de troca de conhecimento e muita produção.

Os profissionais debateram os temas em circulação na comunidade escolar: comunidade, saúde, educação, vínculos afetivos, estudos de gênero e sexualidade, políticas públicas, entre outros. A partir do debate, o grupo fez um cruzamento com temas de interesse pedagógico e produziu peças em formatos e temas variados.

 

Depois das férias, tem muito mais!

 

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