Autor: Ricardo Pastoreli



Confira o Regulamento da Promoção Cultural Semana Nacional de Trânsito

Começa amanhã a nona Promoção Cultural Semana Nacional de Trânsito, em parceria com a Viapar, que vai até o dia 28 deste mês; período em que os alunos participantes do Diário na Escola  produzirão frases de impacto sobre o trânsito, com base no tema: “Minha escolha faz a diferença”. Os estudantes autores das sete melhores frases e seus professores serão premiados e terão suas produções publicadas no Diário na Semana Nacional de Trânsito, de 18 a 25 de setembro. Confira o regulamento e participe!

 

REGULAMENTO – 9ª Promoção Cultural Semana Nacional de Trânsito 2017

1 – Todo aluno cadastrado no Programa Educacional O Diário na Escola poderá participar da Promoção Cultural Semana Nacional de Trânsito, que acontecerá entre os dias 04 de agosto a 28 de agosto de 2017. 2 – O participante deverá escrever uma frase criativa sobre o tema proposto neste ano: “Minha escolha faz a diferença no trânsito”  – no período de vigência dessa promoção. 3 – Serão analisadas pela comissão julgadora a originalidade e a criatividade do aluno, bem como aspectos relacionados à Língua Portuguesa (coerência, coesão, ortografia etc). 4A frase não poderá  ultrapassar o limite de 140 caracteres (contando espaço e pontuação). 5 – O participante deverá utilizar a Folha Oficial de Produção para sua Versão Definitiva.  6 – O supervisor e/ou coordenador pedagógico, de cada estabelecimento educacional, deverá selecionar no máximo até 03 (TRÊS) frases de cada turma participante, preencher os dados cadastrais do aluno (nome, idade, série/ano), da instituição (nome e cidade) e nome do professor; e enviar para O Diário, no seguinte endereço: Av. Mauá, 1988 – 87050-020 – Maringá – Programa Educacional O Diário na Escola. 7 – Haverá premiação para os alunos autores das sete melhores frases e seus respectivos professores. 8 – As frases serão consideradas válidas de acordo com a data de postagem (até 28/08/2017), conforme carimbo dos correios, ou da portaria desse jornal. 9 – As frases que não apresentarem os dados corretos dos alunos; não forem entregues na data estabelecida; apresentarem problemas relacionados à Língua Portuguesa e/ou estiverem rasuradas, ilegíveis ou consideradas plágio, estarão automaticamente desclassificadas. 10 – Cada participante poderá concorrer com apenas 1(uma) frase, atendendo aos itens prescritos. 11 – A seleção dos trabalhos será acompanhada por todos os membros da comissão julgadora, formada por profissionais ligados às áreas de Educação e Comunicação. 12 – Os ganhadores serão informados e convocados para retirarem seus respectivos prêmios conforme data e local a serem determinados pela organização, acompanhados de um de seus representantes legais ou do professor. 13 – Não haverá revisão de trabalho em hipótese alguma. 14 – O prêmio é pessoal e intransferível. 15 – A distribuição dos prêmios é gratuita, não cabendo nenhum ônus aos contemplados. 16 – O ganhador concorda em autorizar o uso de sua imagem em conteúdo jornalístico e nas redes sociais.

 

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Como fazer a gestão do Diário na Escola na sua instituição

 

Gestão

“É fundamental desenvolvermos esta habilidade tão necessária às nossas vidas pessoais, familiares e profissionais, de forma a exercermos nossa cidadania na plenitude e de maneira participativa. Esse é um processo de aprendizagem contínua”.

(Eugênio do Carvalhal – FGV/RJ)

 

Algumas recomendações para a gestão do projeto na escola:

– reforçar no ambiente escolar que O Diário na Escola é um projeto que tem como objetivo, contribuir para a formação de novos leitores – do leitor para a vida inteira;

– esclarecer aos que desconhecem a proposta que O Diário na Escola é um projeto socioeducativo que pode contribuir para: o desenvolvimento da política de leitura das diretrizes municipais para a educação; para o enriquecimento do Projeto Político da escola e para o desenvolvimento de práticas pedagógicas mais criativas e inovadoras;

– formar uma equipe de gestão que acompanhe o projeto desde as questões operacionais: como a conferência da data de entrega do jornal na escola até as questões pedagógicas como a metodologia de aplicação do Diário como referencial pedagógico que cada série ou área do conhecimento está utilizando, por exemplo;

– esta equipe poderá ser composta por 3 ou 4 professores que desenvolvem o projeto na escola e não obrigatoriamente a Coordenação Pedagógica e Direção. São professores que a cada bimestre repassam as suas responsabilidades, também como exemplo;

– esta equipe terá, então como responsabilidades: verificar a dinâmica de entrega do jornal na escola (dia, horário), quem recorrer caso haja atraso ou equívoco no número de exemplares, quem e como recorrer à coordenação do projeto, a dinâmica de distribuição dos exemplares nas turmas, a organização dos jornais para o armazenamento na escola ou para envio aos pais…

– é fundamental que haja um espaço na escola destinado ao projeto O Diário na Escola – na sala dos professores ou biblioteca, uma mesinha ou uma prateleira – para deixar disponível a todos que desenvolvem o projeto: os comunicados e convites da Coordenação de O Diário na Escola, pasta com sugestões de atividades e materiais teóricos, entregues nos encontros, para socialização entre professores, uma caixa para colocar os jornais que possam ser utilizados para recorte na confecção de hemerotecas, pasta com fotos ou registros de experiências com êxito, como motivação para o trabalho com o jornal impresso em sala de aula. Neste espaço poderão ser compartilhadas todas as demais matérias que enriquecerão a ação social e pedagógica de todos;

– lembrar de registrar tudo o que representar a riqueza dos processos e a importância dos resultados do projeto como relatórios, desenhos, fotografias, painéis: tudo é documento! Tudo isto servirá para responder aos indicadores no final do ano letivo. Servirá para sabermos se houve mais integração entre os alunos, professores e colaboradores da escola; se houve interferência na comunidade escolar; se ocorreu maior interesse pela leitura e pela pesquisa; se houve melhoria na qualidade da escrita e da comunicação oral, enfim – Valeu a pena desenvolver O Diário na Escola? Como justificar e exemplificar?

– compartilhar novidades: existem escolas que disponibilizam o jornal em mesinhas ou varais, na hora do intervalo, em espaço físico comum da escola – equipes de alunos, devidamente orientados  pelos professores, se revezam a cada dia para motivar os leitores para o uso adequado dos exemplares, para o manuseio responsável dos cadernos, para o reconhecimento das editorias… Importante valorizar a democratização da informação!

– optar pelo recorte dos jornais somente quando absolutamente esgotadas as possibilidades de utilização do jornal de acordo com a proposta do projeto – como referencial pedagógico que contribui para a elaboração de novos saberes, com sentido e significado. Os recortes poderão acontecer para a confecção de hemerotecas.

– criar um ambiente proativo de comunicação que contribua para a troca de ideias e experiências que levem professores e alunos a se enxergarem nas matérias do jornal impresso e das demais mídias – como oportunidades de contextualização em relação aos conteúdos escolares e ao dia a dia da comunidade onde atuam;

– a escola poderá desenvolver O Diário na Escola como uma ação do PPP da escola para incentivo à leitura ou cada professor poderá desenvolvê-lo em sua área do conhecimento/série – o importante é que seja organizado um espaço para a discussão e tomada de decisão sobre a forma mais construtiva para o desenvolvimento do projeto. Também discutir a forma de acompanhamento, sobre a utilização de indicadores, avaliação dos resultados e impactos alcançados no final do ano letivo;

– lembrar que todo o começo / recomeço ou o desconhecido sempre nos parecem complicados mas na verdade, são desafios que trazem grandes aprendizados.

 

A intencionalidade maior do programa O Diário na Escola é que a gestão na sua escola seja feita de uma forma tranquila, significativa e construtiva, como aprendizagem contínua!

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“O Diário na Escola” realiza Encontro para discutir possibilidades de uso do impresso

Acontece na próxima terça-feira, 25, no auditório da PUC PR – Maringá,  o Encontro de abertura das atividades deste ano do “O Diário na Escola”, intitulado Educação e Comunicação: a aprendizagem com o jornal, visa, entre outros objetivos, discutir possibilidades de uso do jornal como ferramenta pedagógica.

O encontro será composto por duas palestras que serão ministradas pela professora do Departamento de Letras da Universidade Estadual de Maringá, Dra. Adélli Bazza, que atua na área de Linguística com ênfase na formação de professores, e a jornalista e também professora, Alexandra Fante Nishiyama, doutora em Comunicação Midiática, processos e práticas culturais pela Universidade Metodista de São Paulo e também doutora em Artes e Letras pela Universidade da Beira Interior de Portugal.

“O Diário na Escola” é um programa de incentivo à leitura, escrita e cidadania, desenvolvido pelo jornal O Diário do norte do Paraná, em parceria com Secretarias Municipais da Educação e a Rodovias Integradas do Paraná S/A – Viapar.

As instituições parceiras recebem remessas do jornal O Diário para o trabalho em sala de aula. Os professores contam com palestras, oficinas pedagógicas e assessoria para o desenvolvimento do trabalho, participam também de concursos culturais, publicação de trabalhos no jornal e, ao final do ano letivo, recebem certificação das capacitações oferecidas no decorrer do ano.

A utilização do jornal na sala de aula, desde o Ensino Fundamental, é uma ótima oportunidade para que as crianças conheçam e se familiarizem com os gêneros textuais e os textos não verbais presentes no impresso, bem como possibilita o desenvolvimento do hábito da leitura crítica, escrita e discussão de assuntos de relevância social.

Secretarias da Educação e demais interessados em participar do programa podem obter melhores informações pelo telefone: (44) 3221-6050 ou [email protected]

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Despedida!

Prezados (as), gostaria de informá-los que estou deixando O Diário na Escola, depois de quase 12 anos de dedicação exclusiva ao projeto e ao grupo O Diário, para assumir novos desafios pessoais e profissionais. Preciso alçar novos voos… Quarta-feira, dia 16, será meu último dia de trabalho na empresa. Saio com muito orgulho de ter construído, juntamente com a equipe, um trabalho sério de Educação e Comunicação, aqui em Maringá e região. E agradeço imensamente a todos que estiveram conosco todo esse tempo, em especial aos professores, coordenadores, diretores, equipes das secretarias da educação, empresas apoiadoras, secretários da educação dos municípios parceiros, amigos coordenadores dos programas de Jornal e Educação, da Associação Nacional de Jornais, PJE/ANJ… Ricardo A. Pastoreli (2001 – 2013).

Reunião de Coordenadores de Programas de Jornal e Educação, da Associação Nacional de Jornais, em Salvador/BA.

agradecimento
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Como o leitor se torna leitor?

Como o leitor se torna leitor? é o título da dissertação de Mestrado em Linguística Aplicada, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), de autoria de Ilda Souza (2000), sob orientação do professor Dr. Renilson José Menegassi, que traz  excelentes reflexões teóricas, juntamente com uma pesquisa de campo realizada com alunos de escolas privadas e públicas, na faixa etária de quinze a vinte anos, a fim de verificar como sujeitos-leitores assíduos e autônomos criam o hábito de ler e o gosto pela leitura.

Os resultados demonstraram que 1) “o nível de escolaridade dos pais, em si, não é fator decisivo na formação do leitor,  nem a quantidade de livros e revistas que possuem. Mas, o hábito de ler e de discutir sobre as leituras em casa antecipam, nos sujeitos, a formação do gosto pela leitura e do hábito de ler”; 2) “professores leitores exercem grande influência na formação de leitores” e 3) “o meio social, ou seja, a relação com amigos, determinante, quando a família e a escola não cumpre o seu papel”. “Estes resultados levaram a concluir que só os leitores são capazes de formar leitores”.

A formação do gosto pela leitura e do hábito da leitura, entre outros fatores, acontece a partir das leituras e discussões feitas em casa com os familiares

A pesquisadora aponta às seguintes sugestões para que as escolas aumentem o número de leitores assíduos e autônomos:

1)      Em primeiro lugar, para formar leitores é preciso dar condições para que os professores sejam leitores. Embora isto não dê para ser resolvido completa e uniformemente no âmbito da escola pública, é preciso ser lembrado;

2)      A escola deve promover sessões de estudo e facilitar a participação de todos os professores, a fim de que leiam os Parâmetros Curriculares Nacionais, bem como a bibliografia utilizada na sua elaboração;

3)      Elaborar projetos de leitura que envolvam todas as disciplinas do currículo;

4)      Valorizar a biblioteca como espaço pedagógico imprescindível para a construção do conhecimento científico e estético;

5)      Instrumentalizar o aluno para leitura dos textos que são veiculados na sala de aula, dos mais simples aos mais complexos;

6)      Variar a tipologia textual, para que o aluno possa ter a oportunidade de descobrir qual tipo de leitura que lhe é mais agradável e para ampliar seu quadro de referência textual e seu imaginário.

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Começa hoje, em Astorga, a fase final dos Jogos Escolares Bom de Bola*

A abertura acontece hoje (dia 07), às 19h30 no Complexo Esportivo Municipal

Este fim de semana acontece em Astorga a fase final dos Jogos Escolares do Paraná Bom de Bola. Mais de 1.500 atletas de 48 municípios disputam titulo no Futebol de Campo masculino e feminino. A abertura está marcada para sexta-feira, 19h30 no Complexo Esportivo Municipal.

Ao todo, 64 equipes estarão disputando as finais. São, 34 no masculino, sendo 17 na Divisão A e outras 17 na Divisão B. Já no feminino, 32 equipes, com 16 em cada divisão, sendo A e B.

Astorga participa da competição com 4 equipes, sendo 2 no masculino e 2 no feminino nas categorias A e B. os atletas são dos Colégios Adolpho de Oliveira Franco e Serafim França. “Nossa expectativa é estar entre os quatro primeiros, sabemos do desafio, pois a fase final reúne as melhores equipes do Paraná, mas estamos otimistas”, comenta o técnico Ademir Spagnol, que dirigi as equipes masculinas de Astorga.

Os times femininos de Astorga são treinados pelos técnicos Rodrigo Constantino e Márcio Carvalho.

LOCAIS DE COMPETIÇÃO

Complexo Esportivo Municipal

Estádio Orlando Pinto – Avenida Rio De Janeiro / Campo Do Verelena – Rua Fortaleza

Campo Distrito Do Içara – Rua Mato Grosso – (Próximo Ao Clube do Distrito)
Campo Distrito de Tupinambá – Avenida Maringá – (Na Entrada de Tupinambá)

 * Assessoria de Comunicação de Astorga
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Encontros discutem o uso do jornal em sala de aula

Prezados leitores, gostaríamos de compartilhar com todos as temáticas trabalhadas, no decorrer deste ano, nos encontros de capacitação do Diário na Escola. Procuramos atender às solicitações das secretarias da educação parceiras e professores envolvidos, realizando oficinas e palestras sobre Educação e Comunicação, com o objetivo de oferecer subsídios teóricos e práticos para o trabalho de leitura, escrita e oralidade com os textos jornalísticos em sala de aula.

Encontros realizados:

23, 24 e 29/02 – Oficina Pedagógica: “Leitura, trânsito e cidadania” – ministrantes: Prof. Esp. Ricardo A Pastoreli e Jorn. Esp. Priscila Nascimento

23/05 e 18/06 – Oficina Pedagógica: “O uso do jornal como práxis para a formação cidadã” – ministrante: Prof.ª e Jorn. Me. Mariana Ferreira Lopes

27 e 28/08 – Oficina Pedagógica: “Histórias em Quadrinhos: entre o prazer de ler e a formação do leitor crítico” – ministrante: Prof.ª Me. Maísa Cardoso

10/10 – Oficina Pedagógica: “A formação do receptor crítico e ativo na linguagem do jornal” – ministrante: Prof.ª e Jorn. Mariana Ferreira Lopes

29/10 – Oficina Pedagógica: “Espaços de argumentação no jornal: artigo de opinião e carta do leitor” – ministrante: Prof.ª Me. Adélli Bortolon Bazza

22/11 – Palestra Especial: “O jornal na Prova Brasil” – ministrante: Prof. Dr. Renilson José Menegassi

Palestra de encerramento das atividades do programa- etapa 2012: “O jornal na Prova Brasil”, que foi ministrada pelo renomado professor Dr. Renilson José Menegassi, da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

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HQs: Crianças refletem sobre problemas sociais

Conheça as Histórias em Quadrinhos vencedoras do 7ª Concurso Cultural de Gibi. Os alunos, após a leitura de matérias jornalísticas, veiculadas no jornal no período da promoção (de 10 de setembro a 10 de outubro), produziram os trabalhos. Foram mais de 350 HQs enviadas à equipe do Diário na Escola. Sendo três vencedores na categoria escolas da rede municipal de Maringá; três vencedores das escolas da região e um vencedor na categoria escolas apoiadas pela Concessionária de Rodovias, Viapar. As premiações foram feitas aos alunos e seus professores nas escolas. Familiares das crianças vencedoras, professores de diversas áreas, alunos e secretários municipais da educação acompanharam as entregas de prêmios. As principais temáticas abordadas foram: violência, abuso sexual, pedofilia, abandono de animais, pichação, direção e bebida alcoólica, destruição da natureza etc.

A seguir as Histórias em Quadrinhos vencedoras. Foram três etapas de seleção: a primeira feita pela equipe do Diário na Escola; a segunda pela professora Ms. Maisa Cardoso, que ministrou a oficina de capacitação aos professores para esse concurso cultural e, por fim, a jornalista e professora Ms. Cristiane Parente, coordenadora dos Programas de Jornal e Educação, da Associação Nacional de Jornais, PJE/ANJ, definiu os sete vencedores.

Clique na imagem para ampliá-la.

Categoria escolas municipais de Maringá:

1º lugar:

 

 

 

 

 

2º lugar:

 

 

 

 

 

3º lugar:

 

 

 

 

 

Categoria escolas municipais da Região:

1º lugar:

 

 

 

 

 

2º lugar:

 

 

 

 

 

3º lugar:

 

 

 

 

 

Categoria Viapar:

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Encontro Pedagógico – Espaços de argumentação no jornal: artigo de opinião e carta do leitor

O Diário na Escola realiza, no dia 29 de outubro, o encontro pedagógico: “Espaços de argumentação no jornal: artigo de opinião e carta do leitor”, que será ministrado pela professora convidada, Adélli Bortolon Bazza, que é doutoranda em Letras pela Universidade Estadual de Maringá, UEM.

Os encontros promovidos pelo programa visam trazer embasamento teórico e prático para que os professores utilizem o jornal na sala de aula, como material auxiliar, a fim de contribuir com o ensino e aprendizagem, com ênfase no desenvolvimento da leitura, escrita e oralidade. Nesse, em específico, que será destinado aos professores dos quintos anos da rede municipal de Maringá, os gêneros textuais da esfera jornalística a serem abordados são o artigo de opinião e a carta do leitor.

Mais informação podem ser obtidas pelo telefone: (44) 3221-6050

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Autores & Ideias: O Brasil e o brasileiro como ficções

O Sesc Paraná realiza , desde 2010, o ciclo literário “Autores & Ideias”, cujo objetivo é reunir escritores nacionais “para debater temas do cotidiano, tendo a literatura como cenário e narrativas das conversas.”

Nos dias 16 e 18 de outubro acontece o último encontro dessa edição, com os convidados Ivan Angelo e Paulo Scott, que realizarão discussões acerca da temática “O Brasil e o brasileiro como ficções”.

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