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Manchete do Diário incentiva projeto sobre dengue

Com a temporada de chuvas, as chances de se acumular água em lixos, vasos e pneus aumentam, elevando também os casos de proliferação do mosquito Aedes Aegypti. De acordo com o último relatório divulgado pela secretaria de saúde de Maringá, já foram registradas 2.927 suspeitas de dengue no município, além de 648 casos positivos e duas mortes. Esse assunto tem preocupado a população e foi destaque de capa no jornal O Diário do Norte do Paraná.

A partir disso, a professora Suelena Yoshi Giraldelli Jaqueta, que leciona na Escola Municipal Professor Domingos Laudenir Vitorino em Itambé, criou um projeto com o objetivo de conscientizar alunos e pais sobre as consequências sofridas por aqueles que são picados pelo mosquito.

“A matéria publicada no Diário apontou os casos de dengue nos municípios que compõem a 15ª Regional de Saúde, o que inclui Itambé, cidade que já notificou 16 casos da doença. No ano passado tive vários alunos que foram picados pelo mosquito e percebi que era o momento de fazer algo para que o atual número não aumente”, conta a professora.

Suelena convidou a enfermeira do Posto de Saúde da cidade, Mara Leopoldino do Carmo Nardi, para realizar uma palestra com as crianças sobre como prevenir a proliferação do Aedes Aegypti. Mara apresentou vídeo informativo, panfletos e também um adesivo escrito “Detetive da Dengue”, para que assim as crianças se sintam motivadas a buscarem todos os focos de larvas e eliminá-los.

“Na atividade de leitura livre eu escolhi a matéria do Diário com a manchete ‘Saúde confirma duas mortes e 648 casos de dengue no ano’, com isso, quando começou a palestra pude tirar minhas dúvidas e até compartilhar de alguns exemplos que estavam na notícia, como por exemplo, o número de notificações da doença aqui em Itambé”, relata a aluna Ana Paula Pereira.

Na sala de informática os estudantes pesquisaram na internet todos os sintomas de quem é picado pelo mosquito e as formas de se prevenir da dengue.

“Fui picado no ano passado, enquanto eu lia sobre o assunto nos sites lembrei de tudo o que senti no período em que fiquei doente, realmente é horrível, não quero ser vítima esse ano novamente, por isso vou cuidar do quintal da minha casa e alertar meus vizinhos”, ressalva o aluno Douglas Amaral Rodrigues.

Depois de tantas informações relacionadas ao tema, os estudantes foram desafiados a produzirem um texto sintetizando tudo o que leram, ouviram e pesquisaram. E como tarefa de casa buscaram imagens e frases de efeito para a produção de cartazes.

“Decidi elaborar algo que ultrapassasse os muros da escola. Diariamente conscientizamos as crianças, mas é preciso mais do que isso. Os adultos, em especial, são os que devem fazer a diferença, por isso os cartazes confeccionados serão colados nas paredes do comércio da cidade visando chamar a atenção dos moradores de Itambé”, destaca Suelena.

CONEXÃO. A partir das informações adquiridas na leitura do jornal os estudantes foram para sala de informática dar continuidade às pesquisas

CONEXÃO. A partir das informações adquiridas na leitura do jornal os estudantes foram para sala de informática dar continuidade às pesquisas

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O Diário na Escola: aprendizado dinâmico e ensino qualitativo

Desde 2001 o programa educacional O Diário na Escola, que é alinhado ao modelo “Jornal e Educação” da Associação Nacional de Jornais (ANJ), é desenvolvido pelo O Diário do Norte do Paraná.

Em parceria com as Secretarias de Educação de Maringá e região e também empresas privadas, o programa tem por objetivo estimular nos alunos o gosto pela leitura contribuindo com o estudo de diversos conteúdos, formação cidadã e o desenvolvimento do senso crítico dos envolvidos.

Atualmente O Diário na Escola está presente em 117 instituições de ensino atendendo aproximadamente oito mil alunos e 300 educadores, em 19 municípios. Além de realizar concursos culturais, o Programa tem como prioridade oferecer encontros de formação aos professores e oficinas pedagógicas aos estudantes, a fim de maximizar a utilização dos jornais enviados às escolas e propiciar um novo olhar sobre os textos de circulação social.

“O Diário na Escola permite o trabalho com a diversidade textual, além de proporcionar aos alunos o contato com o jornal, algo que muitos não tem acesso fora da escola. Permite também que os pais possam ler as notícias com seus filhos, pois eles pedem o jornal para levar para casa”, conta a professora da Escola Municipal Alfredo Sofientini, de Astorga, Valéria Nunes de Jesus.

Capacitação

foto materia dois“Trabalho há muitos anos na mesma escola. Fui coordenadora pedagógica, diretora e hoje sou professora do 5º ano. De início foi uma resistência para meus superiores entenderem a importância do Programa, mas assim que assumi a direção junto à nova secretaria de educação, conseguimos. E hoje, trabalhando com meus alunos vejo que não foi em vão a insistência. As crianças adoram o jornal e são leitores assíduos. Através dos encontros, estou me capacitando e levando conhecimento aos estudantes”, destaca a professora da Escola Municipal Menino Jesus, de Uniflor, Cristiani Maria Baptista Gati.

Alunos do ensino fundamental e médio, de escolas públicas e particulares, entre outros ambientes educativos como comunidades sociais e abrigos, são o público alvo do Diário na Escola. As instituições parceiras recebem os jornais semanalmente para desenvolverem atividades e os trabalhos realizados a partir da leitura do jornal O Diário são publicados nas colunas semanais do programa, no caderno de Cultura, e nas mídias onlines, a exemplo do blog, facebook e twitter do Programa.

Os profissionais da educação recebem assessoria pedagógica especializada nos encontros de capacitação, palestras com grandes nomes das áreas de educação e comunicação, materiais de apoio com sugestões de atividades para o trabalho interdisciplinar com o impresso, atendimento da equipe do Diário na Escola para suprir dúvidas, bem como visita as escolas.

Em 2013, foram realizados os seguintes encontros de capacitação: “O jornal como aliado para os estudos da Prova Brasil”; “A diversidade dos gêneros no universo jornalístico”; “Artigo de Opinião: um espaço de argumentação no jornal”; “Histórias em quadrinhos: linguagens e ludicidade nas produções textuais”; “Notícia e Reportagem – bastidores e processos de produção” e “O professor na sala de aula – buscando estratégias de superação do mal estar docente”.

Concursos

CColuna Jornal Semana Nacional do Transito - 2013O Programa realizou nos meses de setembro e outubro duas promoções culturais: Concurso de Frases sobre a temática da Semana Nacional de Trânsito (6ª edição) e Concurso de Gibi (8ª edição). Ambos têm como objetivo propiciar que crianças e adolescentes, juntamente com seus professores, desenvolvam um trabalho de leitura crítica diante dos assuntos relacionados às notícias veiculadas nas páginas do jornal e produzam diferentes gêneros textuais.

anúncio“Tivemos dois alunos premiados no Concurso de Frases, é uma enorme satisfação. Em especial, porque as crianças vencedoras apresentavam dificuldade de aprendizado em sala de aula, com a vitória mostramos não só para elas, mas para os colegas, que com dedicação e esforço, tudo é possível”, enfatiza Vilma Spinella, assessora pedagógica na secretaria de educação de Astorga.

A vencedora do Concurso de Gibi na categoria “escolas da região” foi Gabriela Fusco dos Santos. A mãe, Maria Cristina Fusco conta que a filha é dedicada em tudo o que faz. “Ela esteve realmente empenhada no período de produção da história em quadrinhos. Concursos como este incentivam as crianças a buscarem o sucesso”.

Dia das CrinaçasEm comemoração ao Dia da Criança foi lançada a promoção cultural online “Livro também é diversão!”. Para participar bastava acessar o regulamento e o formulário de inscrição pelo blog do Diário na Escola e contar como faz para estimular a leitura da criançada. Podendo ser filho, neto, sobrinho ou aluno. O autor da história mais criativa recebeu seis livros de histórias infanto juvenis.

“Com tantas opções tecnológicas as crianças estão se afastando do contato com os livros. Quero que na vida do meu filho isso seja diferente. Percebo que o ato de ler é algo prazeroso para ele, e espero que continue assim”, enfatiza a mãe do ganhador e incentivadora do hábito da leitura, Leia Rachel Teixeira de Souza.

Visitas monitoradas

QUARTOANOVITORBELOTIDM3Os participantes ainda podem conhecer a sede do grupo O Diário, onde é apresentado aos visitantes todo o processo da produção da notícia até o sistema de impressão e distribuição do jornal nas casas, escolas e empresas.

“É importante para o aluno conhecer o espaço físico da empresa jornalística, conversar com os funcionários, tocar os equipamentos, tudo isso faz com que ele volte pra a sala de aula com um olhar diferente. As crianças estão mais abertas do que imaginamos para a leitura crítica da mídia”, conclui a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

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Jornal na escola resulta em leitores competentes e aulas interessantes

Vivemos dias em que as crianças passam cada vez mais horas no telefone celular e na internet, o que tem dificultado o interesse dos pequenos pela leitura de jornais. Algo fundamental para formar leitores habituais e cidadãos bem informados.

Apresentando textos com características distintas, fotografia e recursos gráficos, os jornais são uma fonte respeitada para pesquisa e obtenção de informação sobre o mundo atual. Além disso, eles se modernizaram e passaram por reestruturações gráficas e editoriais para proporcionar uma compreensão mais agradável de seu conteúdo.

Buscando ampliar as opções de leitura e o conhecimento dos alunos do 5º ano da Escola Municipal São Jorge, de São Jorge do Ivaí, a equipe pedagógica tem desenvolvido atividades utilizando como suporte os exemplares do Diário recebidos semanalmente.

“No decorrer dos trabalhos foi perceptível o quão importante e necessário é o Diário na Escola. O jornal foi um recurso indispensável para o estudo dos diversos gêneros textuais contribuindo e auxiliando não só na prática do ler, como também da escrita. Por meio deste trabalho os estudantes adquiriram prazer pela leitura e aumentaram seus interesses por textos diversos”, destacam as professoras do 5º ano, Edna Volpato, Simone Gregório e Rosangela Oliveira.

Para finalizar as propostas didáticas com o jornal neste ano e avaliar o conhecimento dos alunos, as educadoras elaboraram um mural no qual as crianças especificaram os diferentes tipos de textos que podem ser encontrados no Diário: artigos, crônicas, resumos, entre outros. Para a realização da atividade foi entregue aos estudantes várias páginas do impresso, e em grupos eles fizeram a análise e seleção das publicações.

DSC04206“No começo foi complicado direcionar os trabalhos pela diversidade de informações e os vários exemplares de jornal. Os alunos queriam colocar todas as reportagens, notícias e charges, eles ficam eufóricos com o material”, conta a professora Edna.

Depois de todo o conteúdo já recortado das páginas do Diário, o desafio era montar colunas com os títulos de cada gênero textual que encontraram no impresso. “Neste momento a participação foi efetiva. As crianças discutiram, deram sugestões, opinaram sobre os recortes dos outros grupos e quando tudo foi decidido, nos sentamos em volta do mural e juntos finalizamos o trabalho de colagem”, relata a professora Simone.

Com esta atividade o aluno Carlos Daniel Sarzi Vieira disse que passou a entender melhor o que é o jornal. “No meu primeiro contato com o material pensei que era somente um monte de informações juntas”. E o amigo Leonardo Aparecido Tramarim completa enfatizando que “o impresso informa, apresenta notícias, e também orienta e ajuda as pessoas, como pode ser visto, por exemplo, no caderno de classificados”.

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Segurança no trânsito é tema de aula para estudantes de Maringá

abreA educação hoje não está associada apenas ao letramento, mas também a discussões de questões relacionadas às problemáticas do trânsito, buscando conscientização, reflexão e ação, de modo que contribua positivamente na formação dos alunos, atuais pedestres e futuros condutores de veículos.

A professora Aline Romero da Silva leciona para o 4º ano da Escola Municipal Professor Midufo Vada, em Maringá, e desenvolveu uma série de atividades visando alertar as crianças sobre os perigos e cuidados que devem ter nas ruas.

Em sala, os estudantes realizaram leituras, por vários dias, de reportagens sobre acidentes de trânsito publicadas no jornal O Diário. Já no Ambiente Educacional Informatizado (A.E.I) assistiram a três vídeos relacionados ao tema “Álcool, outras drogas e acidentes de trânsito”.

Debates e conversas sobre o assunto também foram realizados, sempre referindo-se aos  malefícios que o álcool causa no organismo das pessoas, bem como no fato de ingerir bebida alcoólica e dirigir.

Em seguida, os alunos leram diversas reportagens no portal “odiario.com” e a que mais chamou a atenção das crianças foi a notícia com a seguinte manchete: “Acidente envolvendo motorista embriagado mata uma pessoa na PR-323, em Cruzeiro do Oeste”.

Aline conta que solicitou aos alunos que escrevessem frases sobre as matérias lidas. “Nos trabalhos encontrei produções ricas em argumentos. Por meio da criatividade, percebi que as crianças foram além da simples informação sobre o assunto”. A exemplo da frase escrita pelo aluno, Eduardo Felipe Boregio Rufino: “Drogas e álcool tiram nosso cérebro da realidade e das atitudes, por isso não assuma o risco de matar. No trânsito não seja negligente e dirija sempre consciente!”

A professora que perdeu os pais em um acidente de carro, no qual o condutor do outro veículo que os atingiu estava embriagado, considera a discussão sobre essa temática de extrema importância. “É minha função, enquanto educadora e cidadã, esclarecer, alertar e conscientizar os estudantes sobre as responsabilidades e as escolhas que fazemos em nossa vida”.

O aluno, Felipe Giollo, destaca que aprendeu muito com as pesquisas na sala de informática e conclui que, “uma pessoa que está alcoolizada e vai dirigir pode perder os sentidos e bater o carro, quando eu ficar adulto não quero cometer esses erros, a valorização da vida tem que estar em primeiro lugar”.

abre 2Especialmente no trabalho referente ao tema segurança no trânsito, Aline observou desde o início grande interesse e envolvimento por parte dos alunos. “Durante as leituras e conversas sobre o tema, eles traziam relatos de fatos ocorridos com a própria família ou pessoas conhecidas. Inclusive, nos dias seguintes as discussões em sala, alguns estudantes contaram que conversaram em casa sobre o assunto e que os pais também argumentaram com eles sobre os malefícios do uso de álcool e drogas”, ressalva.

A educadora acredita que boa parte dos resultados e motivação foram devido à leitura semanal do Diário, que apresenta assuntos que envolvem as crianças, pois trata-se de informações sobre o dia-a-dia, e além disso, proporciona aos alunos contato com uma grande diversidade de gêneros textuais, vocabulários e argumentos.

Produção do aluno, André Periçato Guidi, na busca de conscientizar os motoristas

Produção do aluno, André Periçato Guidi, na busca de conscientizar os motoristas

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Aluna cria história em quadrinhos a partir de anúncio do jornal

Preocupadas em proporcionar às crianças uma conscientização a respeito dos problemas que envolvem a natureza, as professoras Vania Vieira e Flávia Ronca, da Escola Municipal Vânia Maria Simão, de Atalaia, realizaram discussões com os alunos sobre o que pode ser feito diariamente para evitar a degradação do meio ambiente. Incluindo os cuidados com a proliferação do mosquito da dengue, que em determinadas épocas do ano fica esquecido, assim a população deixa de limpar os quintais, esvaziar poças de água, e a dengue tem a oportunidade de criar novos focos.

Durante a conversa em sala os alunos se mostraram bastante ativos, opinaram, deram sugestões sobre quais atitudes deve-se ter em relação ao meio ambiente, e com isso as professoras decidiram que era o momento de ir para a prática e desenvolver atividades em que eles pudessem expor seus conhecimentos para toda a escola.

Em grupos de quatro estudantes as crianças receberam exemplares do Diário para leitura e pesquisa de notícias que envolvessem os problemas ambientais. Dentre as várias matérias escolhidas para estudo, um anúncio sobre a prevenção da dengue com o personagem Diarinho chamou a atenção da aluna Kamilly Victória Mendes, do 5º ano. A publicação alerta sobre a importância em manter a cidade limpa para evitar focos do mosquito. A partir do anúncio a aluna criou uma história em quadrinhos para conscientizar os amigos e professores da escola.

“Eu sempre gostei de desenhar, e agora estamos estudando as histórias em quadrinhos. Quando vi o anúncio com o Diarinho pensei que seria legal juntar texto e desenho, foi assim que realizei meu trabalho”, relata Kamilly.

“O trabalho com o jornal é sempre muito bom, pois os alunos têm a oportunidade de refletir sobre as atitudes incorretas vivenciadas no dia-a-dia. Através das atividades eu percebi que as crianças se mostram conscientes de suas atitudes em relação ao lixo domiciliar e a questões que envolvem até mesmo a reciclagem”, destaca a professora, Vania Cristina de Rapouza Vieira.

Além da história em quadrinhos da Kamilly, os alunos dos quartos e quintos anos produziram cartazes que foram expostos pelos corredores da escola. Com a temática “Problemas ambientais da nossa região”, as crianças não apontaram somente as dificuldades em preservar a natureza e acabar com os casos de dengue, mas nas atividades o que mais se destacou foram as propostas de soluções.

Com a exposição todos os alunos da instituição puderam conhecer o trabalho desenvolvido, desta forma as crianças e professores alcançaram o objetivo inicial da proposta, a conscientização.

“Os cartazes e HQ’s ficaram muito bons, pude conhecer os perigos da dengue, o que gera a poluição e aprendi a forma correta de cuidar do lixo que produzo todos os dias”, conta a aluna do 5º ano, Fernanda Botiglieri dos Santos.

A coordenadora pedagógica, Lorena Yael Languer, ressalta que os resultados desta atividade desenvolvida na escola foram percebidos nas ruas do município. “Os catadores de lixo reciclável me disseram que perceberam uma melhoria nas questões em relação a separação do lixo, casas que antes não realizavam o processo, hoje deixam os sacos separados na calçada, diferenciando o que é reciclável e o que é orgânico. Para nós da Escola Vânia isso é muito gratificante, é a certeza que a educação pode fazer a diferença não só dentro da instituição, mas na sociedade”, comemora.

VANIA

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Professora já começa a preparar alunos para Concurso do Gibi

Na última sexta-feira, dia 20, teve início o prazo de envio das produções para o Concurso do Gibi. Em sua 8ª edição, o desafio é fazer com que a partir da leitura de uma notícia do jornal O Diário, o aluno crie uma história em quadrinhos.

Não querendo perder tempo para o envio das produções de seus alunos, a professora Maria Aparecida Pereira, que leciona para o 5º ano, na Escola Municipal Yoshio Hayashi, em Sarandi já está pondo a “mão na massa”. Ela quer aproveitar todo o conhecimento que adquiriu no Encontro de Capacitação Pedagógico, “Histórias em Quadrinhos: linguagens e ludicidade nas produções textuais”, promovido pelo Diário na Escola. “O encontro me orientou o passo a passo da produção de uma HQ e isso está tornando mais fácil o trabalho com as crianças.”

Motivada pela proposta ela conta como está desenvolvendo as etapas de produção com os alunos. “Solicitei que primeiro escrevessem o enredo da história no caderno e só depois fossem para a parte dos desenhos, o que gerou bons resultados”, conta Maria Aparecida.

Para a realização da atividade a turma escolheu uma matéria publicada em O Diário sobre o tema família. A professora relata que em boa parte das histórias criadas percebeu a ausência dos pais em casa, em alguns casos, o aluno é o filho mais velho, e tem assumido o papel de cuidar dos mais novos.

Maria Aparecida destaca que a leitura semanal do jornal tem sido importante no momento da escrita, “percebo que eles têm mais argumentos, estão mais criativos”.

Agora a turma vai começar a pensar no material que será enviado ao Concurso. O regulamento e folhas oficiais de produção já chegaram as escolas de Sarandi. A partir de agora é mãos à obra! Lembrando que as histórias em quadrinhos podem ser enviadas, via correio, ao Diário na Escola até dia 20 de outubro.

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Palavras de notícia do Diário formam atividade divertida

Ao receber o jornal em sala às terças-feiras, os alunos do 5º ano da Escola Municipal Duque de Caxias, de Flórida, já se animam com a oportunidade de realizar a leitura das notícias sobre os principais acontecimentos da região em que moram.

Em uma das semanas de produção com o Diário, a professora Patrícia de Paiva Grilo, teve a ideia de propor aos alunos uma atividade diferente. Após a leitura e discussão sobre os assuntos das matérias publicadas, foi solicitado aos estudantes que escolhessem uma notícia, colassem-na no caderno e separassem 10 palavras para que fosse criado um caça-palavras.

Cada criança produziu sua atividade, os cadernos foram trocados entre eles para que solucionassem o caça-palavras do colega. “Foi umas das produções mais dinâmicas que realizei com o jornal em sala, os alunos interagiram uns com os outros, e assim, tivemos uma participação efetiva”, conta a Patrícia.

Caça-palavras criado pelo aluno Arthur Gabriel Marmentini e solucionado pelo colega Leonardo Marques Barbosa

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Alunos escrevem o que gostariam de ler no jornal

Em Marialva, os alunos do quinto ano da rede municipal de ensino recebem o Diário em sala de aula para a realização de atividades. A professora, Amélia Watanabe Horita desenvolve o projeto na Escola Municipal Dr Milton Tavares Paes.

“Quando o jornal chega em sala, proponho aos estudantes que realizem a leitura do material, e em seguida, discutimos os assuntos das notícias publicadas”, conta a educadora.

Amélia percebeu, em algumas conversas, que parte deles não estavam satisfeitos com aquilo que liam, então teve a ideia de dar voz aos alunos. “Pedi que desenvolvessem uma produção textual relatando o que gostariam de ler nas notícias do impresso”.

Cansada de ver tantas notícias ruins, Isabella Querois Cruz, do 5º ano A, desenvolveu um texto opinativo sobre o que gostaria de ler no jornal, desde preocupações ambientais a questões que envolvem drogas e violência.

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Atividades com o jornal promovem formação cidadã

Subsidiados pela concessionária VIAPAR, os atendidos da Fundação Isis Bruder – Unidade Champagnat – recebem o jornal toda semana na instituição. “Com a leitura do Diário ficamos ciente do que acontece em nossa cidade e na região, nos informamos também sobre a política do Brasil e as discussões que ocorrem na câmara e CPI dos ministros, o que nos torna mais cidadãos”, conta a aluna Juliana Rafaela.

A orientadora social, Criciely Vieira é uma das educadoras que desenvolve os projetos dentro da sala de aula. “Trabalho com o jornal impresso no intuito de fazer com que crianças e adolescentes atendidos pela Isis Bruder se tornem não apenas parte da sociedade, mas cidadãos critícios que tenham argumento de discussão”. Ela conta também que procura no Diário notícias sobre violência e uso de drogas para alertar os estudantes dos riscos que podem enfrentar nas ruas, “com os mais velhos meu trabalho é focado no lado social da informação e na conscientização”.

Com os pequenos, Criciely realiza dinâmicas com maior entretenimento, em especial trabalhos com a charge. “As crianças ficam encantadas com as imagens e os desenhos que aparecem no jornal, por isso, aproveito do interesse deles por esses conteúdos para desenvolver produções”, relata.

Em uma das semanas em que recebeu o jornal a orientadora teve a ideia de produzir uma cuzadinha a partir das notícias publicadas no Diário. Utilizando da criatividade, para cada palavra da cruzadinha ela fez uma dica que ajudou o estudante a encontrar a resposta dentro das matérias do jornal. A dinâmica foi realizada com os atendidos de seis a 15 anos. “O importante das produções em grupo é que gera competitividade saudável dentro da sala, assim, os alunos ficam mais participativos, e os que terminam primeiro acabam auxiliando os que tem mais dificuldade”, destaca Criciely.

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Notícia de acidente choca e desperta conscientização

Os alunos do 5º ano da Escola Municipal Rocha Pombo, de Ourizona, participam do Diário na Escola e trabalham em sala com a leitura do jornal, desta forma podem ter mais conhecimento sobre os fatos que acontecem na região da cidade em que moram.

Em um dos dias de leitura, uma matéria publicada em O Diário chamou a atenção da aluna Ana Clara Nascimento Machado Dias. A notícia ressaltava informações sobre o atropelamento que levou a morte da menina Fabíula, de apenas 12 anos, tragédia ocorrida em 2003 na Avenida Colombo, em Maringá, devido à um racha.

Pensando que ela, Ana Clara, poderia ter sido a vítima, a estudante desenvolveu uma produção textual com o intuito de conscientizar os motoristas sobre os riscos da alta velocidade no trânsito. Confira o trabalho que teve orientação da professora Cícera Aparecida Tassoli.

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Trabalho com charge revela criticidade de aluna

A Escola Municipal Zuleide Samwais Portes, de Maringá, recebe o jornal semanalmente para desenvolver atividades em sala de aula. Em uma das propostas repassadas aos alunos, a professora do 4º ano, Simone Gonzáles Verrengia, solicitou que a partir da leitura e interpretação da charge publicada em O Diário os estudantes recriassem uma outra charge, com temática livre. “A ideia surgiu porque estamos trabalhando histórias em quadrinhos neste bimestre, e a charge é um gênero semelhante que desperta o senso crítico da criança”, destaca Simone. Confira o resultado do trabalho desenvolvido pela aluna Talita Silva Machado que fez uma charge sobre a corrupção no Brasil, tema de uma das matérias divulgadas em O Diário.

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Mural de Trabalhos

Em comemoração à  semana da família, a professora Rosângela da Silva Oliveira, da Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, juntamente com os alunos do 5º ano desenvolveu o projeto “Família na Escola” durante três meses. Nesse tempo foram produzidos textos, relatos, campanhas e a colcha de retalhos na qual cada aluno levou um pedaço de tecido para casa e junto com a família fizeram um desenho de algo que os representassem.

Após os desenhos prontos, os pedaços foram emendados. “Com isso percebi que só um pedaço de tecido não faz uma colcha, no entanto uma só família não consegue fazer uma escola, mas muitas delas com certeza farão uma boa instituição para todos”, destaca a professora.

Os alunos também estudaram sobre os gêneros textuais, em especial a notícia jornalísitca e, em seguida, fizeram uma matéria sobre o que aprenderam nesses meses de trabalho com o projeto. Confira o texto da aluna Catarina Ribeiro Aguiari.

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VIAPAR realiza oficina na Fundação Isis Bruder

A VIAPAR subsidia cerca de 800 alunos do Diário na Escola que tem a oportunidade de produzir atividades com o jornal semanalmente. Entre as instituições beneficiadas está a Fundação Isis Bruder, com as unidades Vó Tita e Champagnat.

“O jornal é muito legal, eu nunca tinha lido um. Tem coisas tão interessantes, mas o que eu mais gostei foi a foto bem grande na capa e as palavras cruzadas. Vai ser bom trabalhar com o jornal porque a gente faz a leitura, o que nos deixa mais inteligente!”, destaca o aluno da Fundação, Kian Matthew, de nove anos.

Neste mês, as crianças atendidas pela unidade Vó Tita receberam a Oficina de Trânsito da VIAPAR, na qual foi apresentada uma palestra sobre segurança no trânsito, vídeos relacionados ao assunto e distribuição de brindes.

As crianças ainda conheceram as cidades com o trânsito mais e menos seguro, Londres e Índia, respectivamente. As instruções sobre como o pedestre deve andar com segurança na calçada e os diferentes tipos de uso do cinto de segurança, também foram muito válidas.

A oficineira da VIAPAR, Bruna Santos, enfatiza que a experiência na Fundação Isis Bruder foi muito produtiva. “Os alunos foram participativos, e as crianças são nossos multiplicadores no trânsito,  por isso é importante trabalhar a conscientização desde já. Elas que vão cobrar as atitudes corretas do pai, mãe e avós. Além do mais, elas serão nossos condutores no futuro”.

No jornal é possível ver diferentes notícias sobre acidentes de trânsito. Depois do que foi ensinado na oficina da VIAPAR, as crianças terão conhecimento das infrações cometidas e vão compreender de melhor forma os textos publicados, podendo, inclusive, produzir atividades sobre as atitudes erradas no trânsito que levaram à ocorrência do acidente apresentado em alguma matéria.

“O jornal é extremamente válido no nosso dia-a-dia, proporciona às crianças uma nova cultura, algo que eles não tem acesso fora da Fundação. Aliar esse material à educação no trânsito é um despertar muito importante para nossos alunos”, conta a educadora, Marivalda Pereira de Souza.

A gestora da Fundação, Terezinha Naiverth Sezini, destaca que o objetivo da instituição é fazer com que a criança e o adolescente tenham ciência dos seus direitos e deveres. “A informação presente no jornal será decisiva na construção desse cidadão com um perfil mais crítico, não se deixando ser manipulado pela sociedade”.

A Fundação

Instituída em junho de 2001 a Fundação Isis Bruder atende mensalmente mais de 600 crianças, adolescentes, jovens e adultos, com projetos nas áreas de apoio socioeducativo, sociofamiliar, educação, esporte, inclusão digital, entre outros. Atualmente, cerca de 15 voluntários auxiliam no desenvolvimento das oficinas.

As unidades Vó Tita e a Champagnat atendem as faixas etárias de seis à 15 anos, já a unidade Renovo, além das oficinas com as crianças, oferece cursos de trabalhos manuais para adultos, em especial, para as mulheres que são moradoras do Conjunto Santa Felicidade.

A instituição também disponibiliza cursos para jovens que queiram ingressar no mercado de trabalho através do projeto Jovem Aprendiz.

Seja um parceiro da Fundação Isis Bruder e faça a diferença! Você pode ser um voluntário e atuar diretamente nas unidades, um contribuinte mensal para o desenvolvimento dos projetos, ou uma empresa parceira, assim sua contribuição irá melhorar o futuro das crianças e adolescentes da nossa cidade. Para maiores informações entre em contato pelo telefone (44) 3026-1517.

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Mural de Trabalhos

A professora Elis Regina Picoli, leciona para o 8º ano do Colégio Estadual Professor Benoil Francisco Marques Boska, de Ourizona. Participante do Diário na Escola, a educadora trabalha com o jornal impresso toda semana nas suas aulas. Em uma das propostas realizadas, ela desenvolveu com os alunos a carta do leitor, e utilizou como meio o Diário já que as cartas devem ser enviadas a um jornal ou revista.

Primeiro Elis mostrou aos alunos cartas de leitores de revistas de grande circulação e explicou a estrutura da mesma, deixando claro que nos suportes onde este gênero circula a carta não aparece na integra e sim a parte que contém as informações mais importantes, por não haver espaço suficiente para publicar o todo material que recebem.

Depois o  alunos escolheram uma reportagem do jornal O Diário e produziram uma carta do leitor coletivamente.

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Diversão e conhecimento aliados ao jornal impresso

A equipe do Diário na Escola esteve no Colégio Geração, em Astorga, desenvolvendo dinâmicas que uniram um momento de descontração com aprendizado. O trabalho teve como material de suporte o jornal O Diário e foi realizado com alunos do 5º ao 8º ano.

“O Diário na Escola incentivou a troca de conhecimento e o estímulo a diversos estilos de leitura, tornando nossas crianças mais críticas, conscientes e participativas”, destaca a diretora do Colégio, Luciana Reschette Bonk.

Com as turmas do 5º e 8º ano foi desenvolvida uma brincadeira similar ao jogo “Imagem e Ação”. Em duplas os alunos receberam o jornal e escolheram uma noticia ou mesmo anúncio que lhes chamou a atenção, em seguida, a dupla foi até à frente da sala de aula e através de mímicas tinha o desafio de fazer os outros colegas de classe adivinharem em qual caderno e página estava a matéria ou publicidade que eles estavam encenando.

“Aprendi que podemos nos divertir com o jornal, e ao mesmo tempo nos informarmos. A experiência foi super divertida e interessante. Agora é a hora de ensinar para os outros como brincar”, conta a aluna do 8º ano, Christine Jesus da Silva.

Para Giulia Ramires Neves que é aluna do 5º ano, a brincadeira a fez conhecer cada caderno e página do impresso. “Vi que o jornal é do norte do Paraná e que fala sobre cultura, esporte, classificados, entre outros assuntos”.

A professora Daniela Farago de Lima leciona para o 5º ano e desenvolve o trabalho com o jornal semanalmente em sala. “Meus alunos adoram ler. Procuro sempre relacionar os conteúdos das aulas de redação com as notícias do impresso, para que as crianças além da leitura, interpretem e produzam textos”.

Alunos do 6º e 7º ano participaram de uma dinâmica diferente, eles tiveram a oportunidade de entrevistar as jornalistas do Diário na Escola. Cada aluno fez a pergunta que tinha curiosidade sobre tudo que envolve o jornal impresso e a profissão do jornalista, todos eles foram críticos e argumentativos em seus questionamentos.

“Eu entendi que o jornalismo é muito mais do que nós lemos no jornal. Antes tem uma preparação e um desenvolvimento sobre o assunto em pouquíssimo tempo. Me interessei muito pelo trabalho do Diário na Escola, a forma como a jornalista Nayara se compromete, desde assuntos simples a assuntos complicados e delicados, sempre com a intenção de nos orientar. Acredito que, como a Loiva disse, o jornalismo é um dom do interesse, da curiosidade e da transparência. Sinceramente nunca havia pensado em ser jornalista, mas agora sou uma forte candidata a seguir a profissão”, enfatiza a aluna do 7º ano, Joyce Secco.

Ayla Bernardes Brito, estudante do 6º ano conta que aprendeu todos os processos da construção de uma reportagem até a finalização da edição do jornal. “Depois de impresso, as pessoas pegam os jornais e colocam em carros para serem distribuídos, ou levam até mesmo para os aeroportos onde são feitas as entregas em cidades mais longes. E é assim que temos acesso aos fatos que estão acontecendo no nosso dia-a-dia”.

Fabiana de Carvalho Barduzzi trabalha língua portuguesa e redação com o auxílio do jornal desde o início do ano. “A experiência tem sido muito boa. No começo os alunos eram um pouco resistentes, só passavam os olhos e diziam já ter lido. Hoje percebo um interesse maior”. A professora ressalta também que depois da visita da equipe do Diário na Escola, os estudantes fizeram citações durantes as aulas, baseadas no bate-papo que tiveram com as jornalistas do Programa.

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