atividades

Capacitação + prática = resultado

Todos os anos a equipe do Programa O Diário na Escola oferece encontros pedagógicos para os professores das instituições de ensino parceiras. Com o objetivo de auxiliar o trabalho do educador são ministradas oficinas bimestrais sobre temáticas que utilizam o jornal impresso como suporte na realização de atividades.

“Nossa prioridade é que os educadores tenham condições de desenvolver uma boa prática pedagógica utilizando a leitura do jornal, por isso buscamos alinhar os temas das oficinas com a programação do que o professor irá trabalhar em sala”, destaca a coordenadora do Programa, Loiva Lopes.

Dentro desta dinâmica, as educadoras da Escola Municipal Padre Mateus Elias, de Doutor Camargo, participaram da formação: “A estrutura do jornal – Trabalhando o impresso em sala de aula” e voltaram para a classe cheias de ideias.

Foto 01A professora Zuleide Ghizzo relata que o jornal tem acrescentado muito em seu planejamento de ensino. “O impresso é fundamental para formar leitores e cidadãos bem informados, ele apresenta textos com características diferentes dos outros materiais pedagógicos e isso chama a atenção dos alunos, principalmente as fotografias. Estas são as que mais despertam interesse no momento da leitura.”

As professoras, Zuleide e Juliana Alcantara da Silva André desenvolveram uma série de trabalhos com o Diário, a partir dos elementos que compõem o jornal. “Através de discussão e análise de exemplares os estudantes observaram como são distribuídas e organizadas as informações publicadas, a estrutura dos textos, a divisão dos cadernos, a composição da capa e a função do jornal como veículo de comunicação e opinião”, comenta Juliana.

“Com o acesso ao Diário, semanalmente, os alunos já sabem buscar os cadernos que mais interessam, a notícia através da manchete de capa, leem títulos e subtítulos para descobrir se o fato é interessante, enfim os resultados tem sido ótimos”, comemora Zuleide.

Foto 02Edilaine Ghiraldi Varize Poletine, também professora diz que o jornal é um suporte textual que permite ensinar o letramento. “O material desenvolve habilidades de leitura e escrita a partir de textos do cotidiano. É importante fazer os estudantes se relacionarem com o impresso já que em tempos de interatividade, fazer com que eles se interessem pela leitura não é tarefa muito fácil”, completa.

Para a coordenadora pedagógica Fátima Bortolucci a participação do município no Programa O Diário na Escola contribui consideravelmente para a melhoria do ensino. “Os temas atuais e muitas vezes polêmicos, aliados à diversidade textual, motiva a participação de educadores e educandos, e assim, enriquece as atividades escolares.”

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A vitrine do impresso

Na prática do ensino os professores buscam inúmeras formas e técnicas de trabalhar os conteúdos, com a finalidade de facilitar o conhecimento para o aluno. Geralmente, durante as atividades desenvolvidas em sala de aula, o professor utiliza revistas, gibis, panfletos, e cada vez mais, os jornais.

De costume, nos primeiros contatos com o material, os estudantes são motivados a folear os exemplares e descobrir os diferentes textos que podem ser encontrados: artigos, crônicas, charges, reportagens e outros.

Assim como o lide da notícia – primeiro parágrafo de um texto – tem o poder de seduzir ou afastar o leitor, a capa do jornal vive o mesmo dilema. A primeira página do impresso pode fazer com que você “consuma” aquele veículo ou que opte por outro, mais atrativo, mais criativo, com uma manchete mais quente ou relevante.

Pensando nisso, a professora Josilene Ghiraldi Corona, do Colégio Estadual Neide Bertasso Beraldo, de Paiçandu, realizou com seus alunos do Programa Mais Educação uma atividade para apresentar os elementos que compõem a capa do jornal O Diário do Norte do Paraná.

“Durante a aula identificamos quais informações fazem parte do cabeçalho, manchetes, textos chamada, fotos, legendas, publicidade e todos os outros itens que constroem a primeira página do impresso”, conta Josilene.

Para que outros estudantes do Neide Bertasso pudessem ter acesso a este conteúdo foi preparado um cartaz para ser exposto no pátio da instituição. “Desta forma, funcionários e alunos conseguiram adquirir novas informações sobre o jornal. O que facilita no momento da leitura”, destaca a pedagoga Juliana dos Santos.

A aluna Camila Silva comenta que a oportunidade de realizar atividades utilizando o impresso é única. “Nas aulas descobri a importância do jornal na minha vida e na da sociedade, com o conhecimento das notícias me torno não só leitor, como também um cidadão informado.”

Josilene destaca que os exemplares do Diário tornaram as aulas mais prazerosas. “Por ser um material novo, diferente do que eles costumam ter acesso, os estudantes se sentem interessados pela leitura e pelas produções textuais.”

JORNAL MURAL. Exposição estende conhecimento a todos que circulam pelo colégio.

JORNAL MURAL. Exposição estende conhecimento a todos que circulam pelo colégio.

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Câmera na mão e… ideias!

Você já pensou sobre o tempo que desenhar, pintar e fazer colagens ocupam na rotina dos alunos? Tão valiosa quanto todas essas atividades, a fotografia é algo raramente trabalhado com as crianças. Quando é, em muitos casos, se resume à apreciação de imagens e ao estudo da técnica.

Os pequenos são capazes de serem autores das próprias imagens. Com um projeto bem estruturado é possível conseguir que eles não apenas saiam por aí clicando, mas refletirem a respeito do que estão fazendo. Prova disso são as crianças atendidas pela Legião da Boa Vontade (LBV), em Maringá, que participaram de uma oficina de fotografia. O objetivo da atividade foi mostrar a importância da imagem na comunicação e, principalmente, a capacidade de levar informação através de um único registro fotográfico.

DSC_0421Para ilustrar a oficina, os atendidos da LBV foram até a fonte da informação. Com exemplares do jornal O Diário do Norte do Paraná em mãos, cada uma escolheu uma foto que representasse uma mensagem imediata, sem a necessidade de ler a legenda que a acompanhava.

Com a foto escolhida, retratando os mais variados assuntos do cotidiano, as crianças apresentaram aos demais colegas a imagem e o que conseguiu absorver a partir do trabalho do fotógrafo. “A apresentação proporcionou comentários que geraram a participação dos demais atendidos. Desta forma, foi exposto como a presença da fotografia é importante na comunicação e a capacidade de chamar a atenção do leitor para determinado assunto, mesmo sem a leitura do texto”, destaca o assessor de imprensa da LBV, Paulo Araújo.

Depois da teoria discutida, as crianças receberam a missão de fotografar, em casa ou no bairro, alguma imagem que retratasse os problemas que a cidade enfrenta todos os anos em relação à dengue.

IMG_5873Seiji Gabriel, 10 anos, ficou entusiasmado com a ideia de ir à prática. “A gente pôde pegar a câmera e fotografar com bastante liberdade. Eu achei interessante registrar os problemas e mostrar isso em uma foto. Muita gente já morreu por causa da dengue e ainda tem outras nos hospitais. Através de uma imagem a gente pode contribuir para acabar com a doença e chamar a atenção daquelas pessoas que não fazem a sua parte.”

Richard Aleandro Locatelli, 10 anos, está entre os moradores da cidade que sofrem com a falta de cuidados nos quintais e que contraíram o vírus da dengue. “Eu e outras pessoas da minha família já pegamos dengue. Foi horrível.” Para Richard, o problema não está no mosquito e sim na falta de cuidados da população. “Não é a dengue que está vindo, mas as pessoas que estão ajudando a dengue a procriar ao jogar lixo em lugar impróprio.”

Alanis Boer dos Reis, 9 anos, saiu para fotografar e ficou impressionada com o que encontrou. “Imaginei que encontraria talvez papel de bala ou pequenos plásticos com água. Mas não vasilhas com poças. Isso é um perigo para a sociedade.” E conta como a oficina ajudou a ver a fotografia com um olhar mais crítico. “Registrei um pote com água para mostrar às pessoas que isso oferece risco à nossa saúde. Quem deixou aquele lixo não pensou que, além de estar se prejudicando, está também prejudicando aos que passam por ali.”

Em tempos de tecnologia, as fotografias podem se tornar um recurso didático de alta eficiência, principalmente através das modernidades que circulam pelas salas de aula, como os aparelhos celulares. Sendo assim, ao invés de proibir o uso dos aparelhos, porque não criar um projeto de trabalho que vise o aproveitamento de recursos tecnológicos, através das fotografias? Sem sombra de dúvida, essa atividade proporcionará grande entusiasmo nos alunos e, assim, aulas mais atrativas.

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Copa do Mundo: aulas show de bola

Os apaixonados pelo esporte e aqueles que nem costumam torcer estão convivendo diariamente com o assunto, mesmo antes de se iniciarem os jogos entre 32 seleções. O tema está nas rodas de conversa, nos jornais e noticiários. Nas 12 cidades-sede espalhadas pelo país as obras de infraestrutura já mudam a paisagem e as lojas inundaram as vitrines de produtos verde e amarelo. Difícil, portanto, a escola ignorar o megaevento.

Foi pensando nisso que a equipe do Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Júnior, de Maringá, iniciou uma verdadeira campanha rumo à conquista do hexa. “Perceber que somos uma corrente me inspirou nesse projeto de resgate ao espírito do mundial. Sabemos que parte dos brasileiros são loucos por futebol, e com essa iniciativa de decorar a escola e o estudo da Copa em diferentes disciplinas procurei mostrar aos outros professores e aos meus alunos que os jovens podem, e até devem, ser patriotas”, enfatiza Jordeleide Lima Leite que leciona a disciplina de Educação Física.

Vários educadores estão dedicados para celebrar o amor à pátria, mas o trabalho que se destacou por sua originalidade foi o da disciplina de Inglês, coordenado pela professora Juliane Edmara de Souza.

A partir do texto intitulado “Soccer”, escrito por Denilso de Lima – autor do blog Inglês na Ponta da Língua, Juliane apresentou aos estudantes como é a narração de uma partida de futebol quando se usa termos da língua estrangeira. Confira um trecho: “Os matches – jogos ou partidas – geralmente ocorrem nos weekends – finais de semana – ou Wednesdays – quartas­feiras.” A professora destaca que a leitura metade em português e metade em inglês facilitou a compreensão e despertou a curiosidade em saber mais sobre o idioma, principalmente no que se refere ao esporte.

O estudante Lucas Araújo conta que a produção lida na aula de inglês trouxe novo vocabulário de uma forma simples de ser entendida, e Kevin Oliveira completa “além da tradução nos ensinar uma língua diferente, ainda conheci termos utilizados durante as partidas de futebol.”

Foto AbreEscritores na Copa

Outro espaço que tem sido tomado pelos alunos do Colégio Byington, é a biblioteca. Priscilla Kelly Bressan e Graciana Fernandes Longo elaboraram uma prateleira de livros diferente. As bibliotecárias separaram obras somente de autores estrangeiros, cujo seus países irão participar da Copa do Mundo de 2014, e assim, foi criada a estante: ‘Escritores na Copa’. “O intuito desse cantinho é despertar no estudante um interesse a mais nesses países, em especial, por seus escritores”, ressalta Priscilla.

Com tantas novidades no espaço de leitura, os alunos se motivam a emprestar livros e ganham, como incentivo, um marca página personalizado com a imagem do Fuleco – brinde produzido pela bibliotecária Luzia de Fátima Palma Klokner.

“O projeto é muito bom porque desperta o interesse do aluno, que mesmo diante de todos os problemas e críticas que ele vê na televisão e outras mídias sobre a Copa, ainda se motiva a buscar novos conhecimentos”, conta a professora de Artes, Rozeli Bocca.

O estudante Rian André da Silva Pinto comenta está adorando as atividades. “Conheci sobre a cultura e até fatos curiosos dos países que estarão no Brasil para a disputa do campeonato. Descobri que esta é a segunda vez que a Copa do Mundo será realizada no aqui. Agora é começar a leitura dos livros e a da biografia dos autores, tenho certeza que será só diversão!”

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Criticidade na Copa

D­esde que o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo de Futebol, e com a proximidade do megaevento, tudo o que envolve o tema tem gerado divergência de opiniões. A realização do torneio exigiu investimento pesado em várias áreas, como transporte, infraestrutura e, principalmente, a construção de novas arenas esportivas nas 12 cidades-sede. Diante desse cenário as professoras Edilaine Varize Poletine, Juliana Alcantara André e Zuleide Ghizzo que lecionam aos quintos anos da Escola Municipal Padre Mateus Elias, de Doutor Camargo, realizam atividades que enfocam mais do que o amor pela seleção verde e amarela. Nas semanas que antecedem o campeonato, elas desenvolveram propostas de reflexão sobre os impactos da Copa, em diferentes áreas.

“Gosto muito de trabalhar temas polêmicos a partir das reportagens do jornal. Acredito que enriquece o conhecimento e o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos”, comenta Zuleide.

A professora Juliana conta que o impresso amplia o universo do estudante, e o forma leitor capaz de pensar e expressar opiniões. “Este trabalho, em específico, gerou um grande debate sobre assuntos referentes aos problemas do Brasil”, acrescenta.

As produções realizadas envolvem não só a cultura dos países participantes e os títulos ganhos pela seleção brasileira, mas também a reflexão das revoltas de algumas categorias trabalhistas contra a realização do mundial de futebol em nosso país, os gastos exorbitantes, e a falta de qualidade na saúde, educação, moradia, entre outros fatores que são considerados precários em nosso país.

“Aproveitei a estimativa publicada no Diário sobre os possíveis países para as quartas de final e pedi que as crianças entrevistassem algumas pessoas para saber quais seleções eles acreditam que podem chegar às semifinais. Após essa atividade, questionei os alunos a falarem a respeito do que gostariam que acontecesse nos dias dos jogos”, enfatiza a professora Edilaine.

O estudante João Vitor Scarpin comenta que o mais importante é o que vamos mostrar aos estrangeiros, e isso inclui a boa educação. A aluna Nayra Jeniffer completa, “os manifestos são importantes sim, mas não da forma com que estão acontecendo. Quebrar lojas e ônibus não vai resolver a situação, afinal, todos sabem que com violência não se consegue nada”.

“Em um país no qual a saúde e a educação ainda são deficitárias, é natural que surjam muitas opiniões contrárias à realização do evento. Em contra partida, nosso papel é torcer pela seleção brasileira”, enfatiza a coordenadora Maria de Fátima Bortolucci de Mello.

Edilaine finaliza expondo que o trabalho com o jornal sempre é bem vindo à sala de aula, pois enriquece na leitura e no desejo de estar bem informado sobre tudo aquilo que acontece na comunidade. “Algo que transforma a criança num ser crítico, consciente e conhecedor de seus direitos e deveres.”

ENTREVISTA. Alunas questionam a coordenadora Maria de Fátima, sobre quem ela acredita que chegará as semifinais da Copa do Mundo.

ENTREVISTA. Alunas questionam a coordenadora Maria de Fátima, sobre quem ela acredita que chegará as semifinais da Copa do Mundo.

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Jornal ensina matemática

SAM_3670Os alunos do quinto ano da Escola Municipal Machado de Assis, de Sarandi, foram desafiados a uma atividade inusitada na disciplina de matemática. Com o objetivo de trabalhar a análise de gráficos, a professora Ângela Maria Scalabrini utilizou os dados de uma pesquisa publicada em O Diário como suporte de proposta didática.

A partir da manchete “Cesta básica recua 5,8% em um mês nas redes de Maringá”, Ângela preparou uma aula que foi além da interpretação textual. “Como de costume solicitei que cada estudante fizesse a leitura da notícia e em seguida conversamos sobre o assunto abordado. Até aí eles acharam que era apenas mais uma aula de leitura. A surpresa veio quando aliado ao texto começamos a desenvolver o estudo do gráfico – que complementava a matéria – observando o preço de cada produto citado.”

A professora explica que durante a atividade contou com a empolgação dos alunos que folhearam as páginas do jornal, recortaram a tabela e identificaram os itens matemáticos, como: número e numeral – que expressam quantidade – representações de porcentagem, dinheiro, entre outros.

Os estudantes ainda responderam a 13 questões de situação problema. A exemplo: Compare o valor do produto mais caro entre os supermercados e ache a diferença do preço entre eles; e escreva a variação da cesta básica em (%) entre os estabelecimentos pesquisados.

“Foi um trabalho longo, durou a aula toda, eu estava preocupada da atividade se tornar cansativa. Mas aconteceu justamente o contrário, as crianças adoraram aquele momento diferente de produção e até acharam que o tempo passou mais rápido naquele dia”, conta Ângela.

Além dos dados matemáticas, um box na mesma página chamou a atenção. O texto relatava que as cestas básicas compradas pelo Diário em parceria com a empresa que realizou a pesquisa de preços foram doadas para um abrigo de famílias carentes de Maringá. “Neste momento percebi que era possível extrair algo novo dos alunos, mais do que a matemática eu poderia trabalhar a conscientização com eles.”

Ângela finalizou a tarefa do dia propondo aos estudantes que escrevessem frases a respeito da iniciativa de empresas que ajudam o próximo. “Esta questão gerou interesse na produção e até debate sobre o assunto. Fiquei muito satisfeita com os resultados!”, comemora.

“A atitude de doar os mantimentos foi ótima. É um bom exemplo a ser seguido por nós e por outras empresas”, observa o aluno Vitor Nascimento.

A professora ressalta que o trabalho semanal com o impresso é de grande valia, pois muitas crianças abriram o jornal pela primeira vez em sala de aula. “Com o Programa O Diário na Escola os estudantes tem a oportunidade não só de manusear, mas também de realizar atividades nas quais estarão expandindo conhecimento e refletindo sobre notícias da sociedade em que estão inseridos.”

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Copa do Mundo contextualiza a magia do esporte às disciplinas

No corredor de entrada da Escola Municipal Alfredo Sofientini todos são recebidos por uma bandeira do Brasil que está revestindo o teto, um placar foi feito especialmente para anotar os resultados das partidas, e dentro de um quadro é possível admirar o modelo do uniforme que a seleção brasileira usou na Copa de 1974. “Estamos motivados e ansiosos pelos jogos, por isso adequamos a escola de uma forma em que todos se sintam ainda mais, brasileiros”, destaca a diretora Maria Ivanir Gonçalves Bertão.

Foto abre 02A partir da matéria divulgada na coluna do Diário na Escola, a respeito do Fuleco, a professora Sônia Gimenes iniciou os trabalhos que envolvem o campeonato. “Discutimos sobre o tatu-bola, o habitat natural da espécie, o por que ele foi escolhido como a mascote e também o significado do nome Fuleco. Foi uma aula diferente e bastante participativa. As crianças não pouparam dedicação e criatividade no momento de desenvolver as propostas solicitadas.”

“Já estou com todas as informações na ponta da língua. O primeiro jogo da Copa será entre Brasil e Croácia em São Paulo, e a disputa da final, no Rio de Janeiro. Entre as atrações do show de abertura teremos a cantora Cláudia Leitte. E as bolas dos jogos serão patrocinadas pela Adidas, todas com cores que representam a bandeira do Brasil”, conta, entusiasmado, o estudante, Kauã Menk.

Foto abre 03Valéria Nunes também é professora na Escola Sofientini e aproveitou as bandeiras que estão penduradas pela instituição para trabalhar geometria com seus alunos. “Desenvolvi atividades apresentando as figuras planas e os sólidos geométricos. Para tornar a produção mais divertida, enfeitamos a sala com camisetas, bolas e estrelas, todas feitas a partir de dobraduras. As bolas, por exemplo, foram criadas a partir de pequenos pentágonos e hexágonos, que juntos, se transformaram no maior símbolo do futebol. O que me surpreendeu nesta aula foi que em vez de ensinar, na verdade quem aprendeu, fui eu.”

JUNTOS, SOMOS UM TIME

O aluno Alisson Mateus Pereira dos Santos, do 5º ano “B” da Escola Sofientini, usou seu talento literário para escrever um poema na torcida pelo Brasil. Confira:

COPA

32 seleções

Diferentes nações

Em busca da taça

Independente da raça

O mundo inteiro

11 jogadores com o goleiro

Na TV ou no estádio

Na internet e no rádio

Quem será o campeão?

Haja coração!

Veterano ou juvenil

Esperando o hexa do Brasil.

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Escolas de Astorga no clima da Copa

Em junho, nenhum assunto no Brasil vai ser mais importante do que a tão aguardada Copa do Mundo. E não é para menos, estamos a caminho do hexa, título jamais alcançado por alguma seleção. Na escola, o evento costuma provocar uma alteração no comportamento da garotada e de muitos professores – ninguém consegue falar de outra coisa. Conscientes dessa “febre”, as equipes pedagógicas das instituições de ensino têm entrado no clima dos jogos decorando as salas de aula e preparado atividades sobre a temática. Algo que pode ser visto, por exemplo, nos ambientes escolares do município de Astorga.

Na Escola Municipal João Daniel Machado Benetti, está sendo desenvolvido o projeto Copa do Nosso Mundo. Diretoria, coordenação e professores estão engajados para mostrar aos alunos que o evento é mais do que futebol, é também uma oportunidade de mostrar aos estrangeiros as qualidades do nosso país. “Repassamos às crianças que devemos respeitar as seleções que estarão nos visitando e deixar claro que ter espírito esportivo é competir, participar, e não necessariamente vencer”, conta a professora Fátima dos Santos Herrera.

No cronograma de atividades propostas durante este período de festividades, os estudantes vão conhecer as culturas dos países envolvidos no campeonato mundial; a história de outras Copas; confecção de cartazes para torcida; bandeiras, bolas e uniformes produzidos com materiais recicláveis que pretendem despertar o interesse pelo aprendizado.

“Algo que nós temos discutido nas aulas é o tema ‘paz’, seja nos lugares onde as pessoas irão assistir aos jogos ou mesmo dentro do campo. E isso tem gerado bons resultados, inclusive, na convivência dentro da escola com sentimentos de coletividade e parceria uns com os outros, pois destacamos que mesmo o futebol sendo uma disputa, os jogadores trabalham em união na busca do melhor resultado”, ressalta a coordenadora Edilaine Piva.

Racismo, não

O estudante Hugo Amaral aconselha: “Como somos o país sede, temos que fazer a diferença! Em alguns campeonatos, a torcida comete bullying contra os jogadores, e, na maioria dos casos, por racismo. Isso é algo que não podemos deixar acontecer na nossa Copa.”

Maria Eduarda do Carmo, também aluna da Escola João Daniel, explica que durante as aulas sobre o evento mundial, tem aprendido assuntos novos. “Estudamos sobre a alimentação e o uso de drogas. Os jogadores para terem boa disposição precisam comer frutas e verduras diariamente, e aqueles que não quiserem ser punidos no exame antidoping não podem usar anabolizantes antes das partidas, aliás, o correto é nunca usar, pois isso é algo muito prejudicial à saúde.”

Fátima, a professora da turma, está realizada com o envolvimento das crianças. “Quando fui decorar a sala de aula pedi para que viessem no contraturno me ajudar. Não imaginei que teria grande participação, mas quando cheguei na escola fiquei surpresa. Estavam todos aqui, prontos a colaborar. Este comprometimento deles é que me motiva a buscar uma educação de qualidade, sempre!”, diz.

Foto abre 01

DISPOSIÇÃO. Estudantes da Escola João Daniel se reuniram no contraturno para decorar a sala de aula e entrar no clima de Copa

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O jornal impresso como recurso pedagógico

SAM_2759Alunos do quinto ano da Escola Municipal Messias Ferreira Barbosa, de Floresta, tiveram uma manhã diferente. Além da aula da professora Adriana Xavier também receberam a equipe do Diário na Escola para desenvolver atividades com o jornal impresso. “Nosso objetivo é compartilhar experiências e conhecer o público que atendemos. Estar perto de estudantes e professores integra as propostas do Programa. A cada visita, percebemos o quanto o jornal pode contribuir no trabalho pedagógico”, destaca a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

Entre os desafios das propostas aplicadas, os alunos vivenciaram na prática um pouco da rotina de um repórter. As crianças receberam um questionário com as perguntas que deveriam ser feitas ao entrevistado e, em seguida, buscaram um colega para realizar a dinâmica. “Gostei da experiência. Nunca tinha pensado em seguir carreira nesta área, mas percebi que é uma profissão que combina comigo. Agora estou ansiosa para chegar em casa e entrevistar meus pais”, conta a aluna Tayná Cristina Tavares.

Os estudantes foram informados sobre quais são as perguntas-chave para a produção da notícia: O quê? Quando? Onde? Como? Quem? Por quê? Conhecidas também como lide. A partir disso realizaram a leitura do Diário e identificaram dentro das matérias em qual parte do texto estavam as respostas para as questões acima.

“Esta foi a tarefa mais difícil. Percebi que preciso ler com mais atenção, porque depois que consegui encontrar o lide ficou mais simples entender a notícia”, comenta o aluno Bryan Furlan Franklin Trentini.

A professora ressalta que desde o início dos trabalhos com o jornal houve grande interesse por parte dos estudantes. “A oportunidade de conhecer algo novo os encantou, entre a turma toda apenas uma aluna recebe o jornal em casa. Com isso percebo vontade em desenvolver as propostas didáticas, e uma melhora nos resultados em sala devido à intimidade que estão criando com o material.”

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Alunos de Itambé já estão em ritmo de Copa

A menos de um mês do início do campeonato mundial, não se fala em outra coisa. E dentro da sala de aula não é diferente. Desde o início do ano letivo a professora Suelena Giraldelli Jaqueta, que leciona para os quintos anos da Escola Municipal Prof. Domingos Laudenir Vitorino, de Itambé, tem preparado atividades relacionadas à Copa do Mundo, afinal para a maioria das crianças esta é a primeira oportunidade de ver o Brasil, quem sabe, se consagrar campeão. Pois no ano em que o país conquistou o penta, elas ainda não tinham nascido.

“O trabalho sobre um evento tão grande, e ainda novo para alguns estudantes, desperta interesse, curiosidade e patriotismo nas crianças. Conciliado a isso tenho dois alunos que estão indo morar em Curitiba para jogar futebol profissional em um time infantil de lá. Os colegas de classe estão eufóricos com a notícia, então para evitar a conversa paralela percebi que o ideal seria incluir o assunto em minhas aulas”, destaca Suelena.

Dentre as propostas didáticas a professora tem aliado o futebol e os campeonatos com a interdisciplinaridade, desta forma consegue incluir algo novo em sala, sem deixar de cumprir o currículo escolar, “e o resultado têm sido ótimo”, afirma.

Na geografia, os alunos pesquisaram quais são os continentes dos países participantes da Copa de 2014 e o nome daqueles que foram sede dos jogos onde o Brasil ganhou cada um dos cinco títulos de campeão mundial.

Na matemática as crianças foram desafiadas a calcular quantos anos o nosso país ficou sem título entre uma vitória e outra, por exemplo, desde que se tornou pentacampeão em 2002 o Brasil está há 12 anos sem ganhar uma Copa.

Para que os alunos tivessem interesse pela história mundial, Suelena sugeriu que começassem a buscar informações sobre a evolução do futebol ao longo dos anos, comidas típicas dos países participantes, costumes dos povos e a origem das bandeiras.

Os substantivos também foram trabalhados, mas a partir dos nomes próprios dos continentes, países, times e jogadores. Os hinos e músicas temas de cada campeonato foram opções de atividades relacionadas à disciplina de língua portuguesa, além das propostas de interpretação textual.

A sala de informática da escola foi utilizada para o trabalho de pesquisa, “muitas crianças não tem acesso à internet em casa, então aproveitei os horários no laboratório para adiantar o que seria tarefa e assim, a partir da busca por informações, eles também aprendem como manusear os equipamentos”, conta Suelena.

A diretoria forneceu um caderno para que cada aluno produzisse o seu “livro” sobre as Copas do Mundo. A professora ressalta que todas as atividades estão sendo escritas neste caderno especial para que isso seja um arquivo que eles possam guardar por muitos anos, “e quem sabe, futuramente, completar com dados e novidades dos jogos de 2018.”

PATRIOTAS. De camiseta e Cap – este último produzido pelos próprios alunos – a turma está pronta para a torcida.

PATRIOTAS. De camiseta e Cap – este último produzido pelos próprios alunos – a turma está pronta para a torcida.

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HQ: narração de palavras e sequência de imagens

As atividades com as histórias em quadrinhos (HQ) em sala de aula são sempre muito bem recebidas por oferecer diversão e humor no aprendizado. Este gênero textual remete a discussões e promove a leitura e o desenvolvimento de um estudo que apresenta tanto a linguagem verbal, como a não verbal. E assim, estimula o aluno a interagir e dialogar com o texto que está sendo lido.

Pensando nisso a professora Cícera Aparecida Tassoli que leciona para o quinto ano da Escola Municipal Rocha Pombo, em Ourizona, optou por relacionar as notícias do jornal “O Diário” aos desenhos, balões e histórias criativas fazendo os alunos produzirem em um formato novo para eles, as HQs.

“Faço parte do Diário na Escola há alguns anos e já participei das capacitações oferecidas pelo Programa sobre as histórias em quadrinhos. Isso me ajudou na hora de montar a atividade, pois eu precisava trabalhar sobre a “dengue”, um problema que tem afetado o município, mas queria fazer algo diferente”, conta Cícera.

Primeiro a professora separou exemplares que continham matérias sobre a temática escolhida para a criação dos trabalhos. Em seguida os estudantes tiveram acesso aos jornais selecionados para que através da leitura das notícias eles pudessem retirar argumentos e construir o enredo das historinhas.

“Eu adoro ler gibis, e montar quadrinhos com personagens que eu mesma criei é muito legal! O texto é a parte mais difícil, principalmente porque esta é a minha primeira produção”, comenta a aluna do 5º ano “B”, Maria Clara Costa Calvo.

“Utilizamos as histórias em quadrinhos da Turma da Mônica nos momentos de leitura em sala, pois são conhecidas pelo público infantil e oportunizam trabalhar diferentes conteúdos. Como os personagens também são crianças os alunos se identificam com eles e sentem prazer na hora de ler”, ressalva a coordenadora Izabel Cristina Pessutti.

Vale salientar que o estudo deste gênero facilita a discussão de assuntos que envolvam, por exemplo, problemas sociais. Pois as histórias em quadrinhos retratam estes temas em uma perspectiva pedagógica e dinâmica. “As crianças gostam da HQ e encaram a produção como um momento de lazer no qual podem usar a imaginação”, fala Cícera.

Autores apontam que os quadrinhos tem caráter lúdico e muitos os consideram uma forma de arte. Além de entreter, estes são significativos no processo de ensino-aprendizagem dos mais diversos conteúdos, como geografia, matemática, história, português e até idiomas estrangeiros. A professora ressalta que o lúdico é essencial na vida cotidiana do indivíduo, “devemos educar as crianças sempre proporcionando momentos de interação uma com as outras, e nessa proposta a HQ facilita o trabalho.”

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CRIAÇÃO. Esta é a HQ desenvolvida pela aluna Maria Clara. No enredo, conselhos para os cidadãos que ainda não têm atitudes preventivas a proliferação do mosquito Aedes Aegypti.

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Bate-papo na escola de Atalaia aborda os meios de comunicação

Veículos midiáticos que permitem a interação entre as pessoas e contribuem com a transmissão do conhecimento são chamados de meios de comunicação. Ao longo da história, o homem foi desenvolvendo formas para se comunicar. Primeiro os sinais, depois os desenhos, a língua falada, as cartas, até a criação de alguns objetos.

Com o avanço tecnológico os meios foram se tornando mais eficazes, a exemplo do jornal impresso, telefone, rádio, televisão, celular e internet. Todos são bastante utilizados em várias partes do mundo, e proporcionam o diálogo e a troca de informações.

A internet, por exemplo, permite que dados sejam obtidos com extrema rapidez e facilidade. Algumas redes sociais possibilitam conversas instantâneas independente do lugar em que você esteja.

Na educação, os estudos sobre a relação entre as mídias e o ensino têm se expandido devido ao impacto cada vez maior que os meios de comunicação têm na vida dos alunos.

Pensando nisso a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes esteve no município de Atalaia para conversar com os alunos da Escola Municipal Vânia Maria Simão sobre um dos veículos da imprensa que está há mais tempo dentro das instituições de ensino, o jornal impresso.

“À medida que a escola percebe a seriedade com que estão comprometidos os Programas de Jornal e Educação, e da Associação Nacional de Jornais (ANJ), em desenvolver um trabalho que beneficie estudante e educação cresce a adesão ao uso da mídia impressa como recurso das práticas pedagógicas. Conversar com crianças de 09 anos de idade que estão gostando de ler o jornal toda semana, é gratificante!”, destaca Loiva Lopes.

O município de Atalaia incluiu este ano os estudantes do 4º ano, o que favorece também os professores, que terão a oportunidade de participarem dos cursos oferecidos pelo Programa.

A facilidade de acesso ao material e a possibilidade de produção contribuíram para o uso do impresso como ferramenta pedagógica. Afinal estes não necessitam de aparelhos eletrônicos para reprodução, como caixas de som, microfones ou computadores. Jornais escolares, por exemplo, podem ser feitos a mão com recortes e colagem ou fotocopiados.

A coordenadora pedagógica da Escola Municipal de Atalaia, Lorena Yaél enfatiza que os jornais ajudam a formar o cidadão e contribui para que os leitores entendam seu papel na sociedade. “O material tem ampliado o nível cultural das crianças e desenvolvido as capacidades intelectuais. A leitura das publicações desperta a vontade dos alunos de comentar, debater e discutir assuntos tratados pela população em geral.”

Maria Fernanda de Souza é professora do 4º ano e conta que os alunos têm conseguido relacionar o fictício com o real. “Durante uma conversa sobre o anúncio no Diário a respeito da dengue, eu me surpreendi com os comentários dos estudantes. A publicidade continha a frase ‘Levou bala e acabou no hospital’, alguns falaram que era a bala de um revólver, já outros destacaram que a bala na verdade se referia ao papel do doce esquecido no chão, que acumulou água, procriou larvas da dengue e por ter sido picada pelo mosquito, a pessoa foi parar no hospital.”

Luciana Rodrigues Ramos, mãe da aluna Ana Julia comemora a oportunidade da filha em trabalhar com textos atuais em sala de aula. “Ela chega em casa eufórica contando sobre as notícias lidas. Pude perceber que a Ana Julia tem desenvolvido opinião sobre os fatos, ela costuma destacar o que acha positivo ou negativo nas matérias.”

“Quando eu acordo meu irmão já está lendo o jornal, agora eu não preciso mais dividir as páginas com ele porque posso ler na escola. O bom é que se não entendo algum assunto, já pergunto para a professora”, ressalta Ana Julia Rodrigues Ramos.

JORNALISTA NA ESCOLA. Oportunidade de conhecer os meios de comunicação e, em especial, a estrutura do jornal impresso

JORNALISTA NA ESCOLA. Oportunidade de conhecer os meios de comunicação e, em especial, a estrutura do jornal impresso

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Impresso desenvolve senso crítico em estudantes

IMG_2776Durante a visita da equipe do Programa à Escola Municipal Rocha Pombo, no município de Ourizona, o relato de uma aluna chamou a atenção. “Esta semana minha mãe estava me contando que o apresentador de TV, Pinga Fogo sofreu um problema de saúde e está internado. Ela achou que seria uma novidade, mas eu disse que já sabia, pois tinha lido sobre o assunto no Diário. Minha mãe ficou surpresa!”, relata Maria Clara Costa Calvo.

Para que momentos como este aconteçam mais vezes nas conversas em família, a equipe do Diário na Escola esteve com os estudantes de Ourizona apresentando todos os elementos que compõem o impresso, entre eles: manchete, texto chamada, foto, legendas, cadernos e lide.

Depois do bate-papo sobre a estrutura do jornal, os estudantes aplicaram a teoria na prática. Divididos em grupos receberam o desafio de encontrar a manchete principal do Diário, realizar a leitura da reportagem e ainda identificar: título, subtítulo, o que a foto representa, legenda e o lide da notícia.

A partir da manchete “Jardineiro entrega filho adolescente suspeito de matar vizinho de 83 anos” os estudantes desenvolveram as atividades acima e produziram um texto opinativo destacando se concordavam ou não com a atitude do pai do acusado, e qual pena o garoto de 16 anos deveria sofrer por ter matado um homem.

“A manchete é assustadora e atrativa ao mesmo tempo, isso desperta o interesse das crianças em ler a notícia completa. O diferente é que nestes casos eles não reclamam nem do tamanho do texto, pois estão curiosos em conhecer mais sobre o fato”, conta a professora Cícera Aparecida Tassoli.

Há cinco anos Cícera utiliza o jornal O Diário como suporte de ensino aos estudantes do 5º ano. Ela destaca que o impresso contribui muito em suas aulas, “além de aprofundar os conteúdos das disciplinas obrigatórias, melhora o rendimento dos estudantes e diversifica a minha rotina de trabalho”, conta.

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Sugestão de Atividade

TRABALHANDO COM ANÚNCIO

A partir da imagem responda as questões:

BOX 01

  • De quem é o apartamento?
  • Onde ele fica situado?
  • Você acha que ele é novo ou velho?
  • Quantos quartos ele tem?
  • Em qual andar fica este apartamento?
  • Qual a diferença entre uma casa e um apartamento?

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PRODUÇÃO

Agora você será desafiado a criar um anúncio para o caderno de classificados a partir da figura abaixo:

BOX 02

E aí professor, como foi o desenvolvimento destas atividades com os seus alunos? Nos envie os resultados pelo e-mail: odiarionaescola@odiario.com

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