bullying



Mural de Trabalhos

Na Escola Municipal Dr Eurico Jardim Dornellas de Barros, em Marialva, durante todo o ano as crianças trabalharam com o jornal na sala de aula. Hoje o destaque é para a aluna Sara Toshimitsu, que após ler uma matéria no Diário sobre o bullying fez a seguinte produção textual:

Texto – Bullying (clique no link ao lado para visualizar)

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Unesco promove estudo sobre bullying homofóbico

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou no dia seis uma consulta internacional sobre o bullying contra estudantes homossexuais nas escolas e universidades. O diretor de Educação pela Paz e pelo Desenvolvimento Sustentável, Mark Richmond, da Unesco, disse que “devemos trabalhar o bullying homofóbico nas escolas, porque jovens em todo o mundo são prejudicados por essa violência, infringindo o direito a uma educação de qualidade. O bullying influencia no desempenho dos alunos, bem como aumenta a taxa de evasão escolar”.

Um encontro ocorrido neste dia no Rio de Janeiro levou em conta o assunto e explorou a melhor maneira de apoiar alunos e professores LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), a fim de prevenir e combater o bullying e a discriminação homofóbica e transfóbica na escola.

Estudos recentes, como o “Discriminação em razão da Orientação Sexual e da Identidade de Gênero na Europa”, do Conselho da Europa, identificaram que jovens submetidos ao assédio homofóbico são mais propensos a abandonar os estudos. Eles também são mais predispostos a cometer automutilação, suicídio e se envolver em atividades que apresentam risco à saúde.

 

Se você quiser expandir o conhecimento sobre o assunto, assista ao filme “Prayers for Bobby”, que trabalha o assunto do preconceito e das consequências da exclusão de forma dramática, porém humana.

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Pesquisa revela o lado negativo das redes sociais

Os hábitos dos adolescentes (de 12 a 17 anos) nas redes sociais foram estudados e revelados pela pesquisa Pew Research Center, nos EUA. Uma das constatações foi que existe muita animosidade e até bullying na vida online dos jovens. Entre os entrevistados, 41% admitiram ter tido ao menos uma experiência negativa nos sites.
Um quarto dos jovens ouvidos afirmou que essa experiência negativa online resultou numa discussão ou confronto ao vivo e 22% terminaram amizades por problemas dentro das redes sociais. 13% dos adolescentes declararam ter ficado com medo de ir à escola no dia seguinte à confrontação na internet.
E, 8% se envolveram em brigas físicas após discussões na internet. O bullying também ocorre: 19% dos jovens disseram que já foram importunados (pessoalmente, por telefone ou por SMS) e 8% foram perseguidos na internet.

Fonte: Andi

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O resultado de uma discussão sobre bullying

Uma característica mais marcante é suficiente para ter início a onda de violência que mais cresce no mundo: o bullying. As agressões podem ser físicas ou morais e atingem diretamente a autoestima da vítima, o que implica em mudança de comportamento e baixo rendimento escolar. Professores têm discutido o assunto de forma séria e eficiente na sala de aula, a fim de conscientizar as crianças de que brincar tem que ser sinônimo de algo saudável e não de joguinhos psicológicos que prejudicam, desanimam e entristecem o outro.
Na Escola Rural Municipal Professor Gumercindo Lopes, de Marialva, o tema é abordado com certa frequência. A professora Edilaine Salvador de Oliveira, da 4ª série “A”, tem se preocupado com a formação social dos alunos e feito dinâmicas que vão além dos livros didáticos e mais se assemelham a aulas de cidadania. “Abordamos o tema, realizamos discussões e analisamos filmes. Foram várias intervenções para o respeito mútuo da turma e a reflexão sobre o assunto”, explica a educadora.
Por fim, Edilaine pediu que escrevessem um texto sobre o assunto, aconselhando aqueles que sofrem a violência e visando conscientizando os agressores para que pensem antes de agir, afinal o bullying pode ser evitado. Através da conscientização dos estudantes, a escola tem obtido “resultados gratificantes”, como afirmou a professora da turma em relato ao Diário na Escola.

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Agressões em casa formam autores de bullying

Meninos vítimas de violência severa em casa têm oito vezes mais chances de se tornar vítimas ou autores de bullying. Afirmações como essa fazem parte de um estudo divulgado ontem e realizado em São Carlos (SP) pela pesquisadora Lúcia Cavalcanti Williams com 239 alunos do Ensino Fundamental. Cerca de 70% dos jovens envolvidos com bullying nas escolas sofrem algum tipo de castigo corporal em casa. Do total de entrevistados, 44% já apanharam de cinto da mãe e 20,9% do pai. A pesquisa enfatizou que outros tipos de violência também já tinham acontecido como tapas no rosto dados pela mãe (24,3%) e pelo pai (13,4%).
Para a secretária executiva da rede Não Bata, Eduque, Ângela Goulart, a violência está banalizada na sociedade. Ela citou diversas entrevistas feitas pela rede com pais de crianças e adolescentes e, em diversos momentos, frases como “desço a cinta” e “dou umas boas cintadas” aparecem. Em uma das entrevistas, um pai explica que bater no filho antes do banho é uma forma eficiente de “fazer com que ele se comporte”. “Existem pais que cometem a violência sem saber. Acham que certas maneiras de bater, como a palmada, são aceitáveis”, disse.

Fonte: Agência Brasil

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