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Saúde bucal para os pequenos

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“Se você não escovar os dentes direito, o bichinho vai fazer um buraco neles.” Desde cedo os pais contam histórias como essa para mostrar a importância de cuidar da saúde bucal. Com toda razão, já que prevenção é a palavra de ordem para quem busca um sorriso perfeito. Especialistas apontam que ela deve começar desde bebê com a limpeza da gengiva e assim que os primeiros dentes começarem a despontar, a criança já deve ir a uma consulta com um odontopediatra.

Pensando nisso, a Legião da Boa Vontade (LBV), em Maringá, ofereceu para as meninas e os meninos que são atendidos pela instituição uma palestra educativa e lúdica ministrada por dentistas da Secretaria de Saúde da cidade sobre como ter um sorriso saudável.

Super atentas, as crianças receberam informações importantes sobre a maneira correta de escovar os dentes e cuidar de toda a boca. “A prevenção é a maneira mais econômica e menos desagradável de cuidar da saúde bucal e com muitas possibilidades de obtenção de resultados satisfatórios”, destacou a Dra. Maristela Yokoyama.

O Projeto Saúde Bucal, da LBV, é desenvolvido em parceria com a Unidade de Saúde do bairro e promove atividades que colaboram para o bem-estar físico e mental dos atendidos, além de promover ações de educação preventiva e curativa, conscientizando-os da importância de manter a dentição e a boca saudáveis.

Após a palestra e demonstrações, as crianças entenderam a maneira correta para a escovação e prevenção de doenças; compreenderam a importância da escovação após as refeições; identificaram os vilões dos dentes; reforçaram a importância da escova, do creme dental e do fio dental na limpeza dos dentes; assim como a relevância dos dentes na alimentação, comunicação e no relacionamento social.

Com escovas e creme dental em mãos, as crianças demostraram tudo que aprenderam. No momento da escovação, as dicas foram colocadas em prática. O atendido Felipe do Carmo de Jesus atento à palestra, disse: “aprendi que devo cuidar dos meus dentes, cuidar para não ter cáries e outras doenças que possam prejudicar minha saúde. A melhor forma de prevenir é fazer uma boa escovação e usar o fio dental. ”

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Copel faz projeto em escolas

Foto AbreAlunos das escolas municipais de Maringá estão recebendo uma visita diferente nas últimas semanas. São eletricistas, leituristas e profissionais administrativos da Copel que vão às salas de aula, de forma voluntária, para levar orientações importantes sobre o uso seguro e eficiente de energia elétrica através do programa educativo Iluminando Gerações.

As crianças aprendem sobre o caminho que a energia percorre desde as usinas geradoras até chegar aos consumidores finais, como ocorre um curto-circuito e quais materiais são condutores de eletricidade. Assim, fica mais fácil entender o porque não se deve soltar pipa com material metálico, ou concluir se é ou não perigoso mudar a temperatura do chuveiro com o equipamento ligado.

A voluntária da Copel, Camila Satiro Fugii está há três anos no projeto e se diz motivada por saber que os estudantes levarão as informações para as pessoas que convivem. “Eles são nossos multiplicadores de orientações de segurança, com isso conseguimos evitar fatalidades, em especial, as que ocorrem na comunidade.”

A colega de trabalho e também voluntária, Vanessa Neves ressalta que as crianças precisam estar atentas aos riscos que envolvem a energia elétrica, pois em boa parte dos casos elas são as vítimas dos acidentes simplesmente por falta de conhecimento.

O aluno, Maycon Armando Bozzi comenta que após assistir a palestra do Iluminando Gerações mudará uma série de atitudes. “Percebi que ações do meu dia-a-dia me deixam em risco, a exemplo das vezes em que uso um pedaço de madeira para tirar fruta da árvore, sendo que bem acima passa uma rede elétrica. Algo que parecia normal para mim, me deixa vulnerável a um choque.”

Para não esquecer as informações recebidas pelos voluntários da Copel as crianças levam para casa um kit com caderno, lápis, régua e uma cartilha com dicas de segurança. A diretora da Escola Municipal Campos Sales, Lucília Tomazini Hoffmeister destaca a importância da atividade para a formação integral dos alunos: “O projeto é de grande valia dentro dos espaços escolares, pois instiga o debate com as crianças, exemplifica com situações vivenciadas no cotidiano delas e ainda ressalta os cuidados que devemos ter com o meio ambiente. Afinal, a energia vem da água.”

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Crianças alertam sobre dengue

Diante do aumento de casos de dengue, zika vírus e de febre chikungunya em várias regiões do Brasil, incluindo o Paraná, as crianças atendidas pela Legião da Boa Vontade, em Maringá, aprendem que ações simples podem prevenir o nascimento do mosquito.

Estamos vivendo um cenário desafiador no combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, que tem causado muitos males. Diante dessa situação, a LBV não ficou de braços cruzados e mobilizou os seus atendidos para uma caminhada de conscientização. A ação teve como principal objetivo alertar a população sobre os perigos da proliferação do mosquito e os riscos que representa à saúde.

Foto Abre 02Antes mesmo da caminhada, a educadora Aparecida Nonato realizou diversas atividades e oficinas para as crianças e adolescentes, orientando-os sobre os cuidados que devem ser tomados para combater o mosquito. “Iniciamos com uma explanação sobre o que é cada um dos vírus que podem ser transmitidos pelo Aedes. Alertei o que é mito e verdade sobre a dengue e então apresentei a notícia do Diário com a manchete, “40 cidades estão em epidemia” para que os atendidos percebessem a importância da prevenção”, destaca Aparecida.

“Quando li a matéria do jornal fiquei bastante triste. São muitas cidades em epidemia, com isso, diversas pessoas são atingidas pela dengue e o que é pior, muita gente pode morrer. A sociedade tem que se conscientizar que somente ela é capaz de destruir de vez o mosquito a partir de atos simples, como colocar o lixo em local apropriado, por exemplo”, ressalta a atendida, Geovana Moraes da Silva..

As crianças e adolescentes receberam um folder da Secretaria de Saúde de Maringá com informações sobre o vírus, com isso tiveram o dever de casa de fazer uma vistoria em sua residência, assim como observar no caminho de casa até a instituição, se havia algum foco do mosquito.

Por fim, os atendidos produziram cartazes e panfletos que foram entregues para a comunidade com dicas de simples atitudes que podem ajudar a eliminar os criadouros do Aedes e realizaram uma caminhada de conscientização no bairro Parque das Grevileas III, intermediações do Centro Comunitário de Assistência Social da LBV.

Geovana espera que com a caminhada que realizaram mais pessoas fiquem atentas e reforcem os cuidados para que consigamos eliminar de vez a dengue, zika vírus e a febre chikungunya. “Vamos dar um basta ao mosquito Aedes aegypti e dar um viva a vida”, comemora.

 

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Prêmio Educriação está com inscrições abertas

O Prêmio Educriação é uma iniciativa da concessionária de rodovias VIAPAR que elege as melhores ideias para a conscientização de segurança no trânsito, segundo os critérios criatividade, originalidade e fidelidade ao briefing. Um prêmio para universitários que cursam Comunicação – jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e afins – ou Marketing. Como o trânsito é um assunto que diretamente envolve a todos, a VIAPAR oferece uma oportunidade para que universitários desenvolvam campanhas criativas e, com isso, contribuam para o esforço de conscientizar a sociedade.

Há premiação para os três primeiros colocados. Um júri formado por pessoas da área da Comunicação e Marketing, representantes da agência de publicidade que atende a VIAPAR, representantes da concessionária e da Associação dos Profissionais em Propaganda (APP) Maringá irão avaliam as mídias outdoor, rádio, jornal e filme publicitário. A campanha é veiculada durante um ano e pode ser um diferencial para os futuros profissionais que terão no currículo um trabalho deste porte para uma grande empresa.

Se você tem uma boa ideia não perca tempo, ela pode ser a próxima produzida pela VIAPAR. Já estão abertas as inscrições para o 6º Educriação. Assim com em anos anteriores, além de receber premiação em dinheiro – o vencedor vai levar para casa o valor de R$ 1.600; o segundo colocado receberá R$ 1.100 e o terceiro R$ 700 – os melhores trabalhos, mais uma vez, vão ter a oportunidade de estampar uma campanha da empresa. As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de maio.

Vencedores 2015

PRÊMIO. Estudantes da Faculdade Assis Gugacz, de Cascavel, venceram a edição do ano passado.

PRÊMIO. Estudantes da Faculdade Assis Gugacz, de Cascavel, venceram a edição do ano passado.

Já estão sendo veiculadas as peças publicitárias vencedoras do 5º Educriação. A ideia da campanha é dos alunos da Faculdade Assis Gurgacz (FAG), de Cascavel, Taciane Ávila, André Salles, Nelson Tavares, Gabrielli Hoffmann e Guilherme Hoffmann, ganhadores da última edição do concurso. Além de estampar a campanha publicitária da concessionária, eles repartiram o prêmio em dinheiro. “Sem sombra de dúvidas é um concurso que vem ganhando cada vez mais importância entre os universitários e academias, além de ser uma oportunidade dos estudantes já terem uma campanha no currículo”, destacou a coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da FAG, Laila Rotter Schmidt, destacando que o Educriação já está inserido no calendário letivo da instituição.

A Lettera Propaganda e Marketing é a agência responsável pela produção dos trabalhos. “Nesta campanha a ideia foi trabalhar com o fator sorte, o qual não pode ser levado em consideração em uma rodovia. A campanha retrata uma ultrapassagem arriscada e entre dois veículos, os quais se envolvem em um acidente frontal com um caminhão. Em meio a essa grave colisão trabalhamos números estatísticos apresentados pela própria concessionária sobre acidentes”, contou a diretora de criação da agência, Moira Haddad. “Foram várias horas de gravação e mais de dez pessoas envolvidas”.

INSCRIÇÕES

Mais informações podem ser obtidas no site http://www.viapar.com.br/educriacao/ ou pelo telefone (44) 3033-6031.

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Água, cuidar para não acabar

No último dia 22 se comemorou o Dia Mundial da Água, mas está é uma data que deve ser lembrada diariamente. Acreditando nisso, a educadora da Legião da Boa Vontade (LBV) de Maringá, Aparecida Nonato desenvolveu uma série de atividades com as crianças e adolescentes atendidos pela instituição, voltadas à preservação e economia desse recurso tão precioso.

“O projeto pedagógico teve por objetivo incentivar os bons hábitos para o uso consciente da água e despertar nos atendidos o alerta de que o cuidado com o meio ambiente é dever de todos os cidadãos”, destaca Aparecida.

A atendida Giovana Heloisa Foque ressalta que apesar de existirem muitos recursos hídricos em nosso planeta, eles não são inesgotáveis. O colega, Kaue Filipe Mattike completa, “temos que cuidar para não deixar lixo na rua e nos canteiros, pois com as chuvas a sujeira entra nos bueiros entupindo eles ou levando a poluição até os rios.”

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A LBV é uma instituição que atua promovendo ações socioambientais, por isso ao longo do ano são realizadas palestras, oficinas lúdicas e atividades práticas sobre a importância em preservar o meio ambiente, fazer a separação do lixo, a reciclagem assim como a economia dos nossos bens naturais.

Nesta proposta da educadora Aparecida, ela iniciou o trabalho pedindo para as crianças uma pesquisa sobre a água, algo bem geral mesmo para que eles conseguissem o máximo de informações possíveis. No encontro seguinte os atendidos assistiram ao filme “Um plano para salvar o planeta” que chama a atenção para o consumo consciente e cuidados com a Terra. Em uma roda de conversa crianças e adolescentes expuseram seus conhecimentos prévios sobre o tema meio ambiente. Em seguida, meninos e meninas fizeram leituras compartilhadas de notícias do jornal O Diário, livros infantis, gibis e outros materiais que discutem o consumo dos recursos naturais.

“Para estimular a prática, e verificar o que aprenderam sobre o tema, solicitei que os atendidos fizessem cartazes com frases de efeito e desenhos a respeito do combate ao desperdício da água”, conta a educadora.

Aparecida também apresentou às crianças e adolescentes a história do Parque do Ingá, talvez o lugar mais próximo à realidade deles onde podem estar em contato com o meio ambiente e ainda oportunizou aos atendidos um passeio ao Parque, para que pudessem ver e aplicar os conteúdos adquiridos.

“O projeto valeu muito a pena! É extremamente importante ver todos envolvidos e conscientes do seu papel na sociedade. São crianças que se preocupam com o futuro e querem um lugar melhor para viver. O resultado foi constatado com a mudança de atitudes e a percepção de que com pequenos cuidados diários podemos ter água saudável disponível para todos e por muito mais tempo”, comemora Aparecida.

 

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Trânsito em 140 caracteres

Alunos e professores que ganharam o concurso promovido pelo Diário na Escola em parceria com a Viapar, receberam seus prêmios na sede da concessionária de rodovias.

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Com o tema “Seja você a mudança no trânsito” os estudantes foram desafiados a criar uma frase criativa e de efeito dentro de 140 caracteres. Para auxiliar o trabalho, os professores debateram o assunto em sala de aula e contribuíram com os bons resultados.

Foram mais de nove mil formulários de inscrições entregues às instituições de ensino parceiras do Diário na Escola, deste número apenas sete frases foram selecionadas como vencedoras.

“Foi uma alegria enorme quando a organização do Concurso me ligou falando sobre o resultado. Eu sabia que eram muitos inscritos e quase não acreditei quando soube que eu era uma das sete vencedoras. Meus colegas de classe também festejaram por mim, pois é o nome da nossa escola que estou representando hoje”, destaca a aluna ganhadora, Camila Buozo do Nascimento.

A professora que também levou prêmio, Nívia Maria de Brito participa do Programa há mais de cinco anos e conta que só no Concurso de frases já é o terceiro aluno dela que tem a frase escolhida. “Quando a gente ganha uma vez, no ano seguinte se esforça ainda mais, pois ter o trabalho reconhecido é extremamente gratificante. Esse prêmio que estou recebendo não é só meu, mas de toda a equipe escolar do município de Astorga que se dedica pela educação das nossas crianças todos os dias.”

Almir Garcia é diretor da Escola Estadual Elvira Balani, de Maringá. A instituição que ele direciona participa do Diário na Escola através do subsídio oferecido pela Viapar. “Eu não pude deixar de vir prestigiar o evento, além de termos uma aluna e professora vencedoras, percebi que este ano o nível das frases melhorou muito, o número de inscritos também foi bastante significativo e nós conseguimos nos destacar entre os ganhadores.”

Rubens Alexandre Soares é pai do aluno vencedor Kevin e esteve na premiação para acompanhar o filho nesse momento tão importante. “O dia de hoje ficará para sempre na memória do Kevin, e na minha também. Estou muito orgulhoso dele, é um menino dedicado em tudo o que faz e, com certeza, esse prêmio vai o motivar a estudar cada vez mais pois os resultados serão sempre positivos.”

“Ter um estudante da rede municipal de Marialva entre os ganhadores nos mostra que o projeto educacional que estamos realizando está no caminho certo. O Diário na Escola tem contribuído muito não só com a formação das crianças, como também dos nossos professores. Agradeço o bom trabalho que o Programa realiza nas escolas, pois oferece a todos nós um conhecimento de mundo e o acesso a um veículo de comunicação que torna alunos e professores cidadãos mais atuantes e críticos”, enfatiza a secretária da educação, Maria Inez Bria.

O prefeito de Ivatuba, Robson Ramos também esteve na cerimônia de premiação contemplando a aluna vencedora Yasmim Vitória de Souza Lima. “Dentre as atividades extracurriculares que temos na escola do município, acredito que as desenvolvidas pelo Diário na Escola são as que mais acrescentam à formação das nossas crianças. Desde o início dessa parceria sentimos uma evolução nos dados educacionais, no nível de aprendizado e na satisfação do aluno em passar mais tempo dentro da escola.”

O assessor de comunicação da Viapar, Marcelo Bulgarelli comenta que é de grande valia o subsídio oferecido aos estudantes do Diário na Escola e a realização da Promoção Cultural da Semana Nacional de Trânsito, que já virou uma tradição. “Estamos plantando as sementes para, em breve, colher bons frutos.”

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Apae mobiliza alunos no combate à dengue

Temas que envolvem a proteção do meio ambiente e a escassez da água, estão sempre em debate dentro das instituições de ensino. No caso das Apaes, de Maringá, não tem sido diferente. O conteúdo já é algo que faz parte da grade curricular da educação especial. Para iniciar as atividades, as escolas Diogo Zuliani e Reynaldo Rehder Ferreira fizeram uma exposição para comemorar a Semana do Meio Ambiente e apresentar de maneira criativa uma forma de refletir sobre a importância e necessidade de cuidarmos da natureza, com um olhar especial para o uso adequado no consumo da água. Maquetes, jogos e atividades representaram os efeitos causados pela devastação do meio ambiente, além de sugestões sobre a necessidade de preservação dele.

Foto AbreLembrando que a água contribui para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, a equipe pedagógica da instituição ampliou o projeto para alertar os riscos da doença, que nesta época de inverno, começa a ser esquecida devido ao menor número de casos.

“Já adotamos a prática da limpeza do entorno das Apaes que são feitas pelos próprios estudantes. Nesta ação, crianças e adolescentes recolhem tudo o que possa virar foco do mosquito e, assim, memorizam a importância de não deixar papeis de bala no chão, tampinhas de garrafa, ou qualquer outro objeto que acumule água”, destaca a coordenadora pedagógica, Sara Gonçalves dos Santos Nogueira.

Em parceria com esta iniciativa a secretaria municipal de saúde, de Maringá, disponibilizou cartazes, panfletos e potes com água contaminada mostrando o desenvolvimento do Aedes aegypti. A exposição encantou os estudantes.

Para encerrar o projeto, uma equipe de agentes de endemias da cidade foi até a sede da instituição e fez uma palestra para esclarecer todas as dúvidas dos alunos e alertar quanto a prevenção que deve ser diária.

“O combate ao mosquito transmissor tem que fazer parte do nosso dia-a-dia, não podemos relaxar. Os ovos do Aedes aegypti podem continuar vivos por mais de um ano, por isso a limpeza dos quintais é tão importante”, comenta a agente, Ariana Cristina Castro.

Para a professora, Nairde Freitas Palioto os conteúdos em estudo acrescentaram em muito a formação dos estudantes. “Eles foram participativos em todas as ações, a prática os ajudou a memorizar as informações repassadas.”

“Minha mãe já teve dengue, e ninguém lá de casa quer passar novamente por essa experiência. Tudo o que aprendi nas aulas ensinei para a minha família, não podemos brincar com esse mosquito”, alerta a aluna, Thayla da Silva Porto.

A agente, Eleuza Marin aconselha, “a população precisa ser mais receptiva com o agente de saúde quando eles vão até as casas, deve-se lembrar que somos inimigos apenas da dengue.” A colega de trabalho, Silvana Fiuza acrescenta “na guerra contra o mosquito transmissor, cada um de nós é a melhor arma, basta ter iniciativa.”

Se você desconfia de algum foco do Aedes aegypti na região em que mora, estuda ou trabalha, ligue para 3218-3191.

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Notícia estimula campanha escolar

Uma atividade que teve início com o objetivo de ensinar aos estudantes sobre o gênero notícia, foi muito além. A professora da Escola Municipal São Jorge, Rosângela da Silva Oliveira levou exemplares do Diário para a sala de aula para que as crianças identificassem o gênero.

Durante o momento de leitura, uma das matérias publicadas despertou a atenção dos alunos. O fato noticiado falava da morte de um maringaense após ter sido picado pelo mosquito transmissor da dengue. “Eles ficaram comovidos com a situação e destacaram o número de casos que já haviam sido encontrados nos moradores de São Jorge”, conta Rosângela.

Foto AbreAo perceber tamanho interesse pelo assunto, a professora ampliou a atividade inicial. Além do reconhecimento do gênero textual, as crianças fizeram uma campanha de conscientização nas ruas da cidade, eliminaram possíveis focos do mosquito retirando lixo e recipientes com água parada e, por fim, questionaram a população sobre quem já havia sofrido com a doença.

Na volta à classe, os alunos estavam cheios de informações. Para entender os números da pesquisa feita com os moradores, Rosângela propôs que eles montassem um gráfico. Identificando que, entre os entrevistados, 38% dos moradores de São Jorge já tiveram dengue. “Esta etapa foi de grande valia, pois os estudantes perceberam o quanto o mosquito transmissor é perigoso”, disse a professora.

Em seguida, as crianças elaboraram cartazes informativos e espalharam por toda a escola. A atividade final contemplou o objetivo inicial da aula, os alunos foram desafiados a produzirem uma matéria sobre a situação da dengue no município em que vivem.

“Os resultado foi ótimo, todos tiveram interesse nas propostas e se dedicaram em cada etapa. Além das informações sobre a doença, os alunos conseguiram entender o que é uma notícia e a finalidade deste gênero textual”, enfatiza Rosângela.

 

RESULTADO

Confira a notícia que a aluna, Vitória Camila dos Santos produziu ao término da campanha contra a proliferação do mosquito transmissor da dengue.

Casos de Dengue

Os alunos do quinto ano “C” da Escola São Jorge desenvolveram atividades diversas devido aos casos de dengue na cidade e não região. A professora Rosângela da Silva Oliveira e os estudantes deram início há um projeto.

A partir da leitura da notícia publicada no Diário no dia 29 de abril, sobre a morte de um homem por causa da dengue, em Maringá, teve início o projeto. Os alunos saíram nas ruas de São Jorge e encontraram muito lixo espalhado. Quando voltaram para a classe elaboraram um gráfico a partir do número de moradores que já sofreram com a doença, no total 38% afirmaram já terem sido picados pelo mosquito e 62% ainda não.

“Quando eu tive dengue senti dores fortes no corpo como se fossem sintomas de gripe. Em seguida vieram as febres, então eu procurei um médico e ele falou que poderia ser dengue. Após os exames veio a confirmação. Foi onde eu senti dores de cabeça, atrás dos olhos, boca amarga, falta de apetite e coceiras no corpo. Fiquei doente por 30 dias, lembro dos sintomas até hoje”, conta a moradora, Luciana Severino dos Santos.

Após as entrevistas, os alunos realizaram um debate em sala no qual perceberam que é necessário se cuidar. Para isso, fizeram cartazes de conscientização e colaram pela escola.

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Violência é tema de debate e reflexão escolar

Os crimes estampados nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios e os contrabandos têm levado crianças e jovens a perderem a esperança de que ainda seja possível viver em uma sociedade justa e igualitária. Levar esse tema para a sala de aula já nas séries iniciais é uma forma de trabalhar com um assunto controverso, mas presente em nossas vidas que oportuniza momentos de reflexão e auxilia na transformação social. Pensando nisso, a professora Suzi Aparecida de Souza Rosário que leciona na Escola Municipal Vânia Maria Simão, em Atalaia, desenvolveu atividades a partir das notícias do Diário relacionadas à violência.

“Nas instituições de ensino, as relações do dia-a-dia devem traduzir respeito ao próximo através de atitudes que levem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando atingir os objetivos propostos no projeto pedagógico. Aliar isso ao estudo do jornal oferece credibilidade e confiança para mostrar às crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta, sem o uso da agressão”, destaca Suzi.

Com recortes de notícias impressas, revistas, filmes, músicas, jornais televisivos, dentre outras formas de comunicação, os professores podem levantar discussões acerca do tema numa forma de criar um ambiente educativo e dinâmico.

Em Atalaia os estudantes iniciaram o trabalho com um debate, no qual expuseram seus conhecimentos sobre tudo que envolve os diferentes tipos de violência. “Adorei fazer esse trabalho, pois me ensinou que atitudes de respeito também podem contribuir para a segurança de todos os cidadãos”, enfatiza o aluno Vítor Hugo Bonifácio Fulgêncio.

Após a conversa, as crianças iniciaram uma pesquisa no jornal O Diário para identificar notícias de crimes que aconteceram próximo da região em que vivem. “A aula foi muito interessante, pois ampliou os meus conhecimentos. As reportagens me fizeram refletir a respeito dos perigos por falta de segurança pública”, ressalta a estudante Jeniffer Cristina Diniz Ramos da Silva.

Suzi conta que uma das manchetes em que houve maior destaque durante a leitura do impresso foi “Trio armado assalta madeireira”, fato ocorrido em Maringá no qual os bandidos renderam funcionários e clientes levando pertences e dinheiro. “A partir disso, decidi trabalhar questões de segurança, com mais conversa entre a turma e dicas de como se prevenir de assaltos, produzimos um acróstico sobre o tema em questão. Uma ótima forma de fazê-los refletir a respeito das ações que cometemos diariamente e que podem nos expor a situações de criminalidade”, ressalta a professora.

Ao final do trabalho, o acróstico ficou em exposição no corredor da escola para que toda a instituição tivesse acesso ao conhecimento e reflexão do tema em estudo. Suzi diz que foram atividades gratificantes de serem realizadas. “Constatei que além da pesquisa e do debate, os alunos passaram a analisar os casos de violência e pensar em formas para garantir segurança aos cidadãos.”

ACRÓSTICO. Com palavras-chave sobre o tema em discussão alunos produziram atividade que ficou em exposição na escola.

ACRÓSTICO. Com palavras-chave sobre o tema em discussão alunos produziram atividade que ficou em exposição na escola.

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