criticidade



O Dia do Folclore foi o tema da coluna do Diário na Escola de terça-feira

Olá pessoal! A semana começou agitada no programa O Diário na Escola! A segunda-feira, 21, foi dia de oficina pedagógica em Marialva. O assunto foram os Distratores e a Prova Brasil e os profissionais da Educação participaram de mais um encontro com a professora Alethéia Braga. Os distratores são aquelas alternativas que parecem certas na hora […]

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Infográfico celebra as conquistas da comunidade escolar

Ola pessoal! Na edição de quarta-feira, 26, da Coluna O Diário na Escola, o tema foi o conjunto das iniciativas de professores e alunos de Sarandi a partir do jornal em sala de aula. Contamos em um infográfico, sete anos de conquistas! E teve de tudo um pouco: incentivo à leitura e produção de textos, alunos conquistando […]

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Experiência positiva em sala de aula

Da redação

redacao@odiario.com

A primeira oficina “Notícias na parede: O jornal mural na escola” aconteceu dia 29 de julho, menos de uma semana depois, os professores já estavam colocando o conhecimento em prática! A última edição reuniu 46 profissionais para a oficina do projeto O Diário na Escola ministrada na Faculdade Cidade Verde (FCV). Com o apoio da VIAPAR, o evento reuniu professores e professoras de escolas municipais de Astorga, Floraí, Floresta, Itambé, Ivatuba, Lobato, São Jorge do Ivaí e Uniflor.

Professores de oito cidades da região participaram

da 1a edição – Foto: JC Fragoso

 

Pioneiros

Na semana seguinte a Escola Municipal São Jorge, de São Jorge do Ivaí, já publicou os primeiros jornais murais. A professora Simone Aparecida Carboni Gregório mobilizou os alunos do 4º ano C para a leitura de notícias sobre temas de interesse da turma. O “Jornal Mural Notícia Quentinha” foi planejado para despertar a curiosidade e o interesse da turma em temas do cotidiano, por isso, depois de debater os assuntos que chamaram mais a atenção das crianças, elas produziram versões adaptadas das notícias lidas. O resultado foi a primeira edição de um projeto que veio para ficar.

O pessoal do quinto ano A, da professora Valdélia Aparecida da Silva Rodrigues, assina o jornal mural “News na Escola”. O projeto alia conhecimento e interatividade em uma peça referência para o estudo das sílabas tônicas nas aulas de Gramática da Língua Portuguesa. No editorial, a professora relata que os alunos pesquisaram palavras publicadas nas páginas do jornal O Diário de Maringá classificando-as conforme a tonicidade. A ideia foge do formato tradicional promovendo o encontro entre conteúdo, mídia e interatividade. No “News na Escola”, o leitor é convidado a ler as palavras selecionadas em voz alta para compreender o sentido da classificação.

 

Instrumento pedagógico

A produção imediata dos jornais murais reflete a importância da inserção de novos modelos de ferramentas pedagógicas para enriquecer o processo de ensino e de aprendizagem. As bases para a produção dos jornais murais vieram de uma tarde de troca de conhecimento e muita produção.

Os profissionais debateram os temas em circulação na comunidade escolar: comunidade, saúde, educação, vínculos afetivos, estudos de gênero e sexualidade, políticas públicas, entre outros. A partir do debate, o grupo fez um cruzamento com temas de interesse pedagógico e produziu peças em formatos e temas variados.

 

Depois das férias, tem muito mais!

 

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O fato que inspira

Hoje vamos conhecer mais uma vencedora do Concurso “Notícias em Versos”. A poesia foi inspirada na notícia com a manchete ‘Morte de onça após cerimônia da tocha repercute até no Oriente Médio’ publicado no jornal O Diário do Norte do Paraná. A aluna premiada é Marisol Nietto Ribeiro que estuda na Escola Municipal Professora Maria Celestina Machado, em Astorga, e foi orientada pela educadora Paula Morgana Lopes.

Foto Abre“Quando li a matéria fiquei bastante triste. Ao meu ver, a onça foi morta de forma injusta. Não havia necessidade de tirar a vida de uma animal criado de maneira tão dócil. Para mostrar a minha comoção com o fato, escolhi a notícia para ser base do meu poema e consegui alcançar meus objetivos, o de ganhar o prêmio e o de mostrar a mais pessoas o valor da vida daquela onça”, enfatiza Marisol.

A professora Paula conta que as etapas que antecederam a produção da poesia foram bastante trabalhosas, “começamos lendo o impresso, separando as reportagens que os alunos consideravam mais interessantes, pesquisamos mais conteúdos no jornal online, entrevistamos os pais sobre a polêmica da morte da onça Juma, para só depois irmos efetivamente para a escrita”, diz.

A premiação de Marisol e Paula foi uma verdadeira comemoração na Escola em Astorga. “Trabalhamos diariamente em busca do melhor ensino. Nossa comunidade é carente e por isso nosso comprometimento com o desenvolvimento escolar das crianças é ainda maior. Este foi um ano de muitas lutas, mas as conquistas já estão sendo colhidas. Receber a notícia de que nossa aluna e professora foram uma das vencedoras do Concurso Notícias em Versos, o qual teve mais de dez mil participantes, nos dá mais garra para continuar evoluindo”, comenta a diretora, Andréa Cristina Verri.

Os pais de Marisol, Vilson Ribeiro e Aparecida de Fátima Nietto, não se continham de emoção pela filha. “É uma menina brilhante, dedicada em tudo o que faz. Mesmo em casa está estudando, ela merece o reconhecimento, é o nosso orgulho!”

“Sou apaixonada pela educação, momentos como esse nos dão ainda mais forças para sempre darmos o nosso melhor em sala de aula. Receber o prêmio é gratificante e me renova, todo o trabalho vale a pena”, aponta a professora, Paula.

A secretária da educação de Astorga, Neuza Maria Julião Fortunato destaca que a parceria com o Diário na Escola é algo fundamental para o município. “Posso dizer que é o programa mais importante que temos em relação a motivação da leitura e da aprendizagem através da pesquisa. Recebo esse prêmio hoje com a mesma alegria das vencedoras. Todo o trabalho que realizamos tem sido reconhecido, isso é uma grande alegria.”

 

Conheça abaixo o poema produzido pela aluna Marisol Nietto Ribeiro que foi uma das ganhadoras do Concurso Notícias em Versos. Parabéns, Marisol!

 

Uma agressão à natureza

 

Pela tocha olímpica Manaus foi visitada,

Mas pagou com a vida Juma, a onça pintada

Por uma arma de fogo foi alvejada

 

O mundo inteiro comovido ficou

Porque a pobre onça

Com o fogo da tocha se assustou

 

As olimpíadas ainda vão acontecer,

Mas a vida de Juma

Ninguém vai devolver

 

A notícia se espalhou por toda nação

Deixando todos

Em forte comoção.

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Quando escrever é um prazer

Foto AbreUm projeto da disciplina de geografia, orientado pela professora Ermelinda Jordão não terminou após a nota final. Ela, que hoje participa do Programa de Desenvolvimento Educacional, lecionava para os alunos do Colégio Estadual Tomaz Edison de Andrade Vieira, de Maringá. Em um dos desafios da disciplina, os estudantes estavam aprendendo sobre industrialização e precisavam criar um projeto de algum produto. Um dos grupos de alunos optou por criar um blog, para isso, pesquisaram como hospedar esse portal na internet, qual a legislação para as publicações e tudo o que envolve a criação.

Depois da atividade realizada e do trabalho apresentado, o blog ficaria sem postagens, pois, a princípio, a ideia da tarefa era apenas para uma atividade curricular. Mas, Ermelinda gostou tanto do resultado, que decidiu abrir o “Mais Escola Tomaz” para toda a comunidade escolar. E foi assim, que um trabalho de sala, ultrapassou os muros escolares.

“Em nove meses de blog no ar, já são quase 40 mil acessos. Toda a equipe comemora esse número, pois foi um projeto que começou sem pretensão e que hoje alunos, grupo pedagógico, pais e amigos seguem diariamente”, conta a professora.

A estudante Sheliza Onohine relata que não se imaginava fazendo parte da equipe que escreve as postagens. “Sempre fui muito tímida, a maior parte do tempo ficava no fundo da classe, no meu canto. Com a possibilidade de me expressar no blog, me desenvolvi, passei a me relacionar melhor com os colegas e dizem que sou até mais sociável.”

As publicações não têm um tema específico, são livres, mas todas são aprovadas pela professora antes de caírem na rede. “Mesmo não lecionando no colégio, tenho contato com os alunos 24 horas por dia via aplicativos de bate-papo e rede sociais. Em nossas conversas aproveito para orientar sobre o que podem escrever e também cobrar novas postagens, assim como os chefes de redação”, brinca Ermelinda.

O projeto deu tão certo, que hoje são cerca de 30 alunos preocupados em manter o blog atualizado e com conteúdos de relevância, mesmo tendo que fazer os textos no contra turno e sem valer nota. “Escrever não é mais uma tarefa, é prazeroso! Encontrei pessoas que pensam como eu, que me entendem, isso é motivador, pois você se reencontra em cada comentário positivo recebido”, comemora a aluna, Liz Nemophila.

A estudante Carolina Milão explica que se desafia em cada produção, a adequar os diversos temas em uma linguagem acessível para que todos os leitores que passarem por lá consigam interpretar o assunto. “Para isso, uso a exemplificação e aprendi a buscar e apurar as informações para sustentar meus argumentos e não falar coisa errada. Quando se escreve um blog, você tem o poder da comunicação nas mãos, é preciso muito cuidado, existem pais, inclusive, que acompanham o blog para saber o que está acontecendo dentro da escola e na vizinhança do bairro.”

Ermelinda é só elogio aos estudantes, ela que faz esse trabalho de acompanhamento de forma voluntária, ainda sonha com mais avanços. Mesmo contente com o crescimento do blog, a professora está com o projeto de gravar em áudio todos os textos publicados e também filmar alguém interpretando as postagens na linguagem de sinais (Libras) para conseguir a inclusão de mais leitores.

“A educação é apaixonante. Com essa proposta descobri muitos talentos que estavam escondidos. O professor tem um papel fundamental na formação da criança e do adolescente, não podemos desistir de motivá-los, eles têm muita coisa a nos ensinar”, argumenta.

Saiba +

Acesse o blog: www.maisescolatomaz.com e curtam a Fanpage: Mais Escola Tomaz.

 

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Notícia de corte desperta atenção de crianças

Nas escolas municipais de Sarandi os estudantes de quarto e quinto ano têm acesso à leitura do jornal O Diário, semanalmente. Isso tem contribuído para o desenvolvimento da escrita, como também para a formação de um cidadão mais crítico. Mesmo ainda pequenas, as crianças já conhecem assuntos de interesse social e debatem sobre o que tem sido notícia na mídia.

A manchete “Relator vai cortar R$10bi do Bolsa Família”, publicada no Diário, causou euforia nos estudantes da Escola Municipal Yoshio Hayashi. A professora da turma, Salete Batista Eduardo destaca que boa parte dos alunos são cadastrados no programa que faz repasses mensais de recursos para famílias de baixa renda, por isso a matéria despertou tamanha atenção.

IMG_20151021_154256No início da aula, a professora distribuiu os exemplares do Diário para a turma e explicou que cada página do jornal é uma editoria e que ele é dividido em cadernos. Ao reconhecerem a capa do impresso, já viram a manchete sobre o corte do programa e iniciaram as conversas de indignação na classe.

“Nesse momento expliquei que aquele era apenas o texto chamada da notícia e os orientei a procurarem a matéria completa na página indicada. Para, assim, entenderem o fato na íntegra”, conta Salete.

Cada criança fez uma leitura silenciosa da notícia para tirarem suas próprias conclusões e, na sequência, foi aberto um debate para explanarem o que tinham adquirido de informações e se concordavam ou não com o que estava escrito no impresso.

A professora relata que precisou mediar as discussões, pois é um assunto próximo da realidade em que vivem, então todos queriam participar da aula. Sentindo que as crianças estavam cheias de argumentos e com o desejo de exporem isso, Salete propôs aos alunos que escrevessem um texto opinativo sobre a notícia em estudo. “É uma turma que tem dificuldades no aprendizado e alguns até vivem em situação de vulnerabilidade. Quando mencionei que as boas produções seriam enviadas ao jornal, percebi que se dedicaram ainda mais.”

A aluna Raquel Farias Silva comenta que gostou muito da experiência da atividade realizada, e acrescenta que é contra o corte do Bolsa Família, pois em muitas casas é a partir desse programa que vem o sustento.

“A notícia de um assunto que é de grande valia na rotina de vida das crianças fez com que elas se tornassem bem mais produtivas do que em outros momentos em que estudamos o Diário. Ao final da aula, consegui o objetivo de repassar o conteúdo programado e ainda mais feliz por ter visto o bom desenvolvimento dos estudantes”, comemora Salete.

 

Foto AbreOPINIÃO

Confira alguns comentários escritos pelos alunos sobre a notícia lida no Diário:

 

“Eu achei muito feia a atitude do relator, porque tem pessoas que precisam muito do Bolsa Família. Em plena crise, não podiam tirar dinheiro do povo.” (Ana Julia Souza Desordi)

 

“Não deveria diminuir nem um real do Bolsa Família. Tem muita gente que precisa desse dinheiro. Na minha opinião, não é justo.” (Victor Gabriel do Nascimento)

 

“Achei a notícia muito triste, porque tem pessoas que sobrevivem desse dinheiro. Com o programa dá para pagar conta de água, luz, comprar comida. Sem ele, as pessoas podem passar fome.” (Raquel Farias da Silva)

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Capacitando educadores

Visando melhorar a prática pedagógica com o uso do jornal em sala de aula, a equipe do Diário na Escola ofereceu aos professores participantes do Programa a capacitação, “Coesão e Coerência em textos jornalísticos argumentativos”. Ministrado pelas professoras mestres Adélli Bazza e Akisnelen Torquette, o encontro abordou gêneros textuais do impresso em que é possível encontrar a opinião dos autores e assimilou o conteúdo às diretrizes que são cobradas na Prova Brasil, avaliação que será realizada no final do ano com alunos do quinto ano.

“Um tema muito bem elaborado que veio no momento certo para contribuir com o nosso crescimento em sala de aula. Com certeza irá melhorar as condições de aprendizagem dos estudantes”, destaca a professora, Carina Gimenez Munhoz.

Foto AbreOs gêneros abordados pelas palestrantes foram crônica e artigo de opinião, ambos publicados em O Diário do Norte do Paraná. As ministrantes destacaram que a crônica é um texto curto, escrito com o objetivo de divertir o leitor ou levá-lo a refletir crítica ou filosoficamente sobre a vida e os comportamentos do dia-a-dia. É geralmente breve, e apresenta a visão pessoal do cronista sobre um fato colhido no noticiário do jornal ou no cotidiano. A linguagem simples e direta, aproxima o leitor.

O artigo de opinião também é um gênero em que o autor expõe seu posicionamento sobre um determinado assunto, a diferença é que os temas discutidos neste tipo de texto são baseados em fatos sociais, políticos, culturais, etc. Com uma estrutura mais longa e linguagem formal, tenta persuadir o leitor a adotar a opinião apresentada.

“O estudo veio reafirmar a ideia de que devemos levar para a sala de aula todos os gêneros textuais para serem trabalhados com nossos alunos e, ainda, orientar as crianças sobre a realidade dos conteúdos divulgados nessas produções”, ressalta a professora, Liliam Valim Pedroso Palhares.

Durante a formação os educadores utilizaram o artigo “Selfies” escrito pela educadora, Wanda Camargo e a crônica “Eu prefiro gente”, da cronista Lu Oliveira. Os dois textos são de temas de fácil entendimento para a criança, o que torna a aula de maior resultado, pois os alunos se interessam pelo assunto e pela leitura dos gêneros em estudo.

Foi repassado aos educadores propostas de atividades a serem realizadas com os estudantes. Assim, eles voltaram para a sala de aula preparados para aplicar todo o conteúdo recebido. Mas, antes, foram desafiados a estarem na posição de alunos e resolver as questões propostas pelas ministrantes da oficina.

“Foi um encontro que esclareceu muitas dúvidas e sanou dificuldades que eu estava encontrando em meu trabalho diário. A cada encontro são abordados temas que me deixam com vontade de participar de uma nova formação do Diário na Escola, continuem assim!”, parabeniza a professora, Suelena Yoshie Giraldelli Jaqueta.

 

 

Resultados desta aula:

 

ARTIGO DE OPINIÃO

– Interesse na leitura de artigos de opinião, identificando o posicionamento do autor e os argumentos apresentados.

– Expressar-se oralmente com eficácia em diferentes situações, ampliando e enriquecendo seu vocabulário.

– Produzir textos escritos de gêneros diversos, adequados aos objetivos, ao destinatário e ao contexto de circulação.

– Expandir argumentos e se posicionar em relação a diferentes temas.

 

CRÔNICA

– Identificar os elementos organizacionais e estruturais da crônica.

– Reconhecer a finalidade do gênero textual. Compreender as diferenças e semelhanças entre a crônica e a notícia.

– Apontar as práticas sociais de produção e circulação da crônica.

– Conhecer crônicas variadas e envolver-se na produção desse gênero textual.

– Expressar sentimentos e experiências, através da escrita.

 

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarUm jornal escolar de sucesso exige o comprometimento de toda uma equipe, e na Escola Municipal Zuleide Samways Portes, de Maringá, foi exatamente isso que aconteceu. As professoras responsáveis pelo projeto, Sandra D’Antonio e Suzana Moran contam que em cada etapa da produção a comunidade escolar esteve envolvida. “Desde o início, todos ficaram muito animados e se dispuseram a ajudar no trabalho. O primeiro passo foi pensar em um nome e projeto gráfico para o jornalzinho”, relatam.

De forma bastante democrática “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi o título vencedor, nascendo assim, o nome do impresso a ser produzido. Para ilustrar ‘a voz’ os estudantes optaram por incluir o símbolo de uma boca na logomarca e assim deixar a marca mais criativa.

O assunto de boa parte das matérias publicadas teve como base as manifestações culturais, tema que já estava sendo abordado em sala de aula e também no Ambiente Educacional Informatizado (AEI). Fator que auxiliou nas etapas de pesquisa para as pautas jornalísticas.

“A união do trabalho dos professores e dos alunos concretizou na elaboração das páginas do nosso jornal, que foram voltadas à cultura e as diferentes manifestações populares ocorridas em nosso Estado e nas demais regiões do Brasil”, comenta Sandra. A colega de profissão, Suzana, acrescenta “o objetivo foi deixar claro que vivemos imersos e somos origem dessas manifestações, bem como da mistura de raças, culturas e credos.”

O “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi entregue à comunidade na semana cultural da escola. As professoras relatam que os pais ficaram extremamente contentes com o resultado e elogiaram a oportunidade de divulgação do trabalho de seus filhos. “Ficou o desejo e o gostinho de quero mais, de continuar o projeto, esta é uma forma especial de expor parte das atividades que ocorrem dentro da espaço escolar”, destacam Sandra e Suzana.

 

TEXTO PROFISSÕES

Entrevistando minha mãe

Maria Helena tem 45 anos, mora no Jardim Alvorada e sua profissão é promotora de vendas. Ela vende: Avon, Boticário,Tupperware, Evomel, Jequeti, Hermes, Quatro Estações, Natura, Fuller e Pierre Alecsander. Minha mãe gosta muito do que faz e se sente realizada, esta bem neste trabalho.

Na verdade ela passou por várias profissões, tais como: balconista, recepcionista, cozinheira, auxiliar de cozinha, garçonete, babá, diarista, doméstica, boia-fria, atriz, projetora de programas artísticos, promoções e eventos, auxiliar de dicção de vozes e gerente de restaurante. Ela percebeu diante de tudo isso que gostava de motivar as pessoas, treiná-las, capacitá-las e encaminhá-las, e isto me dava prazer ao vê-la melhorando também.

Ela é feliz com sua profissão e consegue fazer as pessoas crescerem intelectualmente, profissionalmente e financeiramente, trabalha com a autoestima e se torna uma pessoa ativa sabendo lidar com seus problemas e dos outros sem consequências negativas.

Você só melhora quando melhora a vida dos outros.

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Notícia inspira professora

“Quando realizei a leitura da matéria ‘Notícias vão virar poemas’ me encantei pelo encaminhamento sugerido pela escritora Angela Ramalho, senti uma vontade enorme de conhecer a poesia ‘O buraco do tatu’ citada por ela, e de desafiar meus alunos a continuarem o poema trazendo o personagem tatu, para Sarandi”, conta a professora da Escola Municipal São Francisco de Assis, Vanilda de Melo Perrucci.

A coordenadora pedagógica, Lucimara Colabone Siqueira comenta que o trabalho com o Diário em sala de aula é um recurso pedagógico interessante, a medida que incentiva o aluno a desenvolver o gosto pela leitura.

DSC05132Em um primeiro momento, as crianças discutiram sobre a matéria em estudo. Na aula seguinte, Vanilda levou a poesia para os alunos identificarem os versos e já pensarem em palavras que rimam com Sarandi, destino final do tatu perdido no buraco. Para auxiliar o trabalho, a professora foi destacando no quadro todas as opções sugerias e assim, tornou a produção mais fácil. Entre as palavras rimas estavam: saci, Ivaí, Piauí, piriri, e tantas outras criativas.

“Normalmente quando realizo outras atividades, me sinto estressada. Mas essa, foi justamente ao contrário, me inspirou e deixou mais tranquila”, diz a aluna, Thalyta Kelly Martins de Lima.

Por fim, os estudantes receberam a missão de continuar o poema e criar um final que levasse o tatu para a cidade em que vivem. “A proposta foi muito legal, saíram rimas uma mais divertida do que a outra”, fala a pequena, Heloiza Thomazetti Jovino.

Com tantos bons resultados, Vanilda fez um mural no corredor da escola com os finais dos poemas. Desta forma, todos os estudantes tiveram acesso ao conteúdo e puderam conhecer a história do buraco do tatu.

“A partir de uma notícia do jornal foi possível realizar um trabalho que aproxima o aluno da realidade, incentiva a leitura e desperta a criticidade. O Diário é um importante suporte didático”, ressalta a coordenadora pedagógica, Débora Regina Moreli Alcantara da Silva.

 

RESULTADO

As produções ficaram divertidíssimas, confira parte da poesia original “O buraco do tatu” e os finais que alguns alunos criaram!

 

Trecho Original

O tatu cava um buraco

à procura de uma lebre,

quando sai pra se coçar,

já está em Porto Alegre.                   

 

O tatu cava um buraco

e retira a terra aos montes,

quando sai pra beber água

já está em Belo Horizonte.

 

Finais produzidos pelos alunos

O tatu cava um buraco

A procura do saci

Quando sai para respirar

Já está em Sarandi.

(Daniela Sakata 5º ano C)

 

O tatu cava um buraco

Onde está o rio Ivaí?

Cava, cava sem notar

Vai parar em Sarandi.

(Eduardo Timóteo da Rosa 5º ano A)

 

O tatu cava um buraco

Aprendeu com o javali

Se anima, cava fundo

Vai parar em Sarandi.

(Pedro Henrique Santos Godinho 5º ano A)

 

O tatu cava um buraco

A procura de um caqui

Quando sai para comê-lo

Já está em Sarandi.

(Débora Heloiza Thomazetti  Jovino  5º ano C)

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Jornal Escolar é tema de formação

jornalOs professores do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) da rede municipal de Maringá têm um grande desafio até o final do ano letivo, a confecção de um jornal escolar para a instituição de ensino em que lecionam. Em seu segundo ano, o projeto tem apresentado ótimos resultados. Com a colaboração das equipes pedagógicas e a participação efetiva dos estudantes nos processos de produção, o trabalho tem caminhado para mais um edição de sucesso.

Com o objetivo de auxiliar os professores nessa tarefa, a jornalista e coordenadora do O Diário na Escola, Loiva Lopes ministrou uma formação para o grupo que está responsável pela realização do jornal escolar. Cerca de 50 educadores participaram do encontro pedagógico que apresentou toda a estrutura do impresso, sugestões de matérias a serem publicadas, opções de jornais temáticos e ainda dicas de diagramação.

“As informações serviram para clarear dúvidas e repensar caminhos, especialmente na separação de cadernos e assuntos”, conta a professora, Sandra Regina D’Antonio. A colega de profissão, Aúdrea Alice da Costa completa, “a formação nos trouxe conhecimentos teóricos e práticos a serem aplicados nas etapas de desenvolvimento e finalização do jornal escolar.”

A assessora de informática educacional Patrícia Gongora destaca que o encontro referente a estrutura do jornal foi positivo e produtivo, pois oportunizou uma interação dinâmica e construtiva com subsídios para se obter bons resultados no desenvolvimento da prática pedagógica.

“A proposta referente ao jornal escolar desenvolvido no (AEI) desempenha um papel fundamental, aproximando os alunos da leitura e da escrita, desenvolvendo o senso crítico deles e possibilitando a inserção como cidadão no convívio social da escola e da comunidade, por meio da publicação de suas matérias. Além disso, propicia à crianças o conhecimento dos princípios de responsabilidade, autonomia, criatividade e respeito”, enfatiza a também assessora de informática, Sandra Mara Milak.

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