curiosidade



O Dia do Folclore foi o tema da coluna do Diário na Escola de terça-feira

Olá pessoal! A semana começou agitada no programa O Diário na Escola! A segunda-feira, 21, foi dia de oficina pedagógica em Marialva. O assunto foram os Distratores e a Prova Brasil e os profissionais da Educação participaram de mais um encontro com a professora Alethéia Braga. Os distratores são aquelas alternativas que parecem certas na hora […]

Sem categoria
Comente aqui


Pets do Paraná podem ter documento equivalente à certidão de nascimento

Olá Pessoal! Fazer uma pergunta pública no jornalismo é uma ferramenta do Jornalismo chamada enquete. É considerada a forma mais isenta de saber a opinião pública sobre algum assunto. Na última semana, convidamos quem visita a página do O Diário na Escola no Facebook para dizer se registraria ou não um animal de estimação. A certidão se chama PetLegal e é […]

Sem categoria
Comente aqui


Infográfico celebra as conquistas da comunidade escolar

Ola pessoal! Na edição de quarta-feira, 26, da Coluna O Diário na Escola, o tema foi o conjunto das iniciativas de professores e alunos de Sarandi a partir do jornal em sala de aula. Contamos em um infográfico, sete anos de conquistas! E teve de tudo um pouco: incentivo à leitura e produção de textos, alunos conquistando […]

Sem categoria
Comente aqui


Patrimônio histórico à mesa

Para a Unesco, comidas típicas são reconhecidas pela comunidade como parte de sua identidade cultural. Em Maringá, cachorro-quente prensado acaba de se tornar o lanche típico da cidade

Redação O Diário

odiarionaescola@odiario.com

HUMM. O famoso e delicioso cachorro-quente prensado: agora, o lanche típico da cidade – Foto: JC Fragoso

Os pratos típicos de cada região contam histórias do povo que vive ali, dos frutos da terra e dos costumes natos do lugar ou trazidos com a imigração. Para preservar essas receitas e ingredientes para as próximas gerações a Gastronomia popular teve algumas preparações incluídas no patrimônio cultural imaterial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Você sabe o que isso quer dizer? Significa que a comida típica é reconhecida pela comunidade como parte de sua identidade cultural.

Maringá acaba de escolher o dogão como prato típico do município, mas não é qualquer receita de pão com salsicha, é o cachorro quente prensado com salsicha cozida com tomate no pão preparado com uma receita guardada a sete chaves e molhos especiais. A escolha oficial aconteceu no dia 21 de junho com a aprovação pela Câmara de Vereadores. A aprovação não foi unânime, foram cinco votos contra e uma abstenção, mas venceu a maioria e o projeto de lei do vereador Belino Bravin (PP) foi aprovado com nove votos favoráveis.

Apesar da polêmica se o dogão representa ou não o município, não é a primeira vez que um lanche é escolhido como comida típica. O sanduíche Bauru (SP) e o empadão de Goiás (GO), por exemplo estão perto de serem incluídos como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Essas receitas estarão no mesmo patamar de relevância que o acarajé, o queijo de Minas, a cajuína do Piauí, entre outros.

 

Para entender por que o dogão de Maringá é tão especial, o melhor jeito é experimentar. Enquanto isso é interessante ler a série de reportagens publicadas entre junho e julho desse ano no Diário. Uma delas, assinada pelo jornalista Alexandre Gaioto, revela até onde chega o “dogão maringaense” com a receita original:

“A 26,7 km da Esplanada dos Ministérios, os moradores de Brasília se refestelam com um cachorrão à maringaense. Em São Paulo, a 4 km da Avenida Paulista, paulistanos se fartam com dogões batizados de Praça do Peladão, Expoingá e Estádio Willie Davids. A duas quadras do mar, turistas e catarinenses há cinco anos se regalam com prensados maringaenses. Em Astorga, Mandaguaçu, Floresta e Iguaraçu também é possível encontrar, pelas calçadas, lanches que se gabam de reproduzir o famoso cachorrão de Maringá.

A maioria desses lugares é administrada por maringaenses que encomendam pães especiais, produzidos em duas fábricas daqui e uma de Sarandi. Esses três fornecedores, segundo empresários do ramo, chegam a servir uma média de cinco mil pães por dia cada fábrica, abastecendo os carrinhos de hot dog dentro e fora de Maringá”. (Matéria publicada em 9 de julho de 2017)

Em geral as comunidades fazem festas para saborear os pratos típicos de cada localidade. A Festa Nacional do Chope Escuro, a Münchenfest, de Ponta Grossa, acontece em dezembro e é a maior festa do Paraná. Ainda é cedo para dizer se a Maringá vai ter uma “Festa típica do Dogão Prensado”, mas na região não faltam oportunidades para provar receitas locais:

Festa da Leitoa Desossada à Pururuca– Paraíso do Norte

Festa da Leitoa Mateira– Mamborê

Festa do Boi no Rolete– Altônia, Engenheiro Beltrão, Marechal Cândido Rondon, Planalto, Ribeirão Claro, Santa Fé e Santa Terezinha de Itaipu

Festa do Carneiro no Buraco– Campo Mourão (A segunda festa mais importante do Paraná)

Festa do Costelão– Luiziana, Maripá, Palotina e Santa Helena.

Festa do Costelão ao Fogo-de-Chão– Paranavaí

Festa do Frango– Bom Sucesso, Cafelândia, Novo Itacolomi, Toledo e Umuarama

Festa do Porco na Lata – Mandaguaçu e Santo Inácio

Festa do Porco no Rolete– Cidade Gaúcha, Mandaguaçu, Sertaneja e Toledo

 

 

 

Sem categoria
Comente aqui


O jornal na educação especial

A Apae Maringá faz parte do Diário na Escola desde o segundo semestre de 2014, a partir do subsídio oferecido pela concessionária de rodovias, Viapar que oportuniza o envio de mais de 700 exemplares  de jornal, por semana, para diferentes instituições de ensino.

Neste ano, a parceria com a Apae beneficia diretamente 40 estudantes e indiretamente toda a comunidade escolar por meio das atividades que são realizadas pelos alunos e expostas nos murais da instituição.

DSC09267“Os resultados positivos do trabalho com o jornal já podem ser observados por meio da participação dos estudantes na produção dos trabalhos. A busca por informações de maneira individual, ou apoiada pelo professor, tornou-se uma realidade para todos que agora chegam à sala querendo saber as notícias do dia”, conta a coordenadora, Augusta Cossich.

De acordo com relatos dos professores envolvidos no Programa, as propostas didáticas com o Diário despertou o interesse dos alunos por ser um recurso diferente do convencional, e ainda proporciona a compreensão dos diferentes tipos de texto. Fator que favorece a participação dos educandos que já dominam a leitura ou mesmo dos que estão em processo de alfabetização.

De acordo com a coordenadora da Apae, a visualização e interpretação das imagens permitem estimular o desenvolvimento da oralidade, aumentando e enriquecendo o vocabulário dos alunos. “A socialização fica evidente no momento da leitura ou descrição de cada reportagem, relacionando as mesmas com as notícias que assistiram na televisão”, diz.

Outro aspecto muito relevante do uso do jornal em sala de aula, tem sido a contribuição quanto à espontaneidade para a leitura. Crianças e jovens que se sentiam inseguros e retraídos ou se recusavam a ler, após o início do Programa estão participando das atividades de leitura de maneira mais espontânea. “O trabalho com o Diário tem contribuído de maneira significativa para o desenvolvimento acadêmico e social dos nossos alunos”, comemora Augusta.

Educando por amor

O Movimento Apaeano surgiu em nosso país através da iniciativa de pais de pessoas com deficiência que não encontravam locais que pudessem atender seus filhos. Esses pais, com alguns amigos e parceiros da comunidade, iniciaram em 1954 o que hoje é considerado o maior movimento social do Brasil e do mundo, na área de atendimento aos portadores de deficiência intelectual ou múltipla.

Em Maringá não foi muito diferente, pais e amigos se uniram e em dezembro de 1963 surge a primeira APAE da cidade. “Muita luta, vitórias e conquistas estão registradas durante esses mais de 50 anos de existência. No inicio éramos 13 alunos, hoje somos mais de 1.000”, destaca, Augusta.

Atualmente, a APAE de Maringá mantém duas instituições, a Escola de Educação Básica Diogo Zuliani e a Escola Reynaldo Rehder Ferreira, oferecendo aos alunos o atendimento na Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional, visando à habilitação para encaminhamento ao mercado de trabalho.

Sem categoria
Comente aqui


Visita ao Diário resulta em produção

Todas as escolas municipais de Astorga estão trazendo seus alunos para visitar a sede do Grupo O Diário. Durante o passeio educativo, as crianças conhecem desde a produção da notícia até a impressão do jornal e os diferentes profissionais envolvidos neste processo.

Na última semana, as turmas do quinto ano da Escola Municipal Alfredo Sofientini estiveram na empresa e voltaram para a sala de aula prontos para criar conteúdos a respeito de tudo o que aprenderam.

“Eu me senti emocionado em ver a rotina de trabalho dos funcionários e fiquei muito feliz em poder conhecer como o jornal é feito antes de ser entregue em nossas casas”, destaca o aluno, Everton da Silva.

A professora Sonia Gimenes solicitou que as crianças relatassem através de uma poesia, história em quadrinhos (HQ) ou tirinha, algo que demonstrasse o que o passeio representou para elas. “Percebi que mais do que um momento de entretenimento fora da escola, os estudantes trouxeram valores que acrescentaram à vida deles, no momento da produção todos queriam participar, pois estavam cheios de ideias”, conta.

A aluna, Maria Clara Lopes de Souza comenta que ficou surpresa com o número de pessoas envolvidas na produção do jornal. “Achei que a diagramação do jornal era feita por algum sistema, mas não, este trabalho é feito pelo diagramador.” Quando foi desenvolver a atividade, Maria Clara optou por fazer uma HQ e assim, apresentar a função de cada um dos profissionais da redação. “Reforcei o que aprendi no passeio, quando criei a minha historinha. O dia da visita ao Diário foi maravilhoso e eu nunca vou esquecer tudo o que vi”, relata.

NA PRÁTICA

O aluno, Everton Luiz da Silva desenvolveu um poema sobre o passeio educativo ao Diário. Leia:

Visitamos o Diário

E eu achei tudo muito legal

Tem repórter e fotógrafo

Subindo e descendo degraus

 

Tem a sala pré-impressão

Fechada em todos os lados

Para não entrar nenhuma luz

Onde na placa de metal, o jornal é revelado

 

O galpão de impressão

Tem uma máquina comprida

Que produz 18 mil jornais

Para a leitura da nossa população querida

Voltamos de ônibus

Curtindo a visita

Foi um momento formidável

Que vou guardar para toda a vida.

Sem categoria
Comente aqui


Interpretando o jornal

A proposta de reescrever os fatos publicados no jornal, através da observação apenas das imagens, tem rendido bons trabalhos dentro das instituições de ensino. Por ser algo que proporciona uma nova experiência ao estudante e o faz usar a criatividade, os professores têm aplicado essa didática em sala de aula.

Joana de Lourdes Contieri leciona na Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, e desenvolveu com seus alunos do 5º ano o desafio de interpretar as fotos do Diário, e assim, criar algo novo que pudesse descrever a imagem jornalística. “As crianças tiveram liberdade de escolher o que mais os despertasse a atenção, isso foi bom para estimulá-los, pois cada um optou por aquilo que tem maior afinidade ou conhecimento”, conta.

“Este trabalho enriquece muito a aprendizagem dos alunos, acrescentando tanto na prática da leitura quanto na escrita”, destaca a supervisora da escola, Rozilene Cassanho Zago.

O estudante Fabrício Pereira da Silva comenta que adorou a proposta. “Foi divertido, pois senti um pouco do desafio que é a rotina dos repórteres do Diário.” A colega Akemyla Ventureli completa, “me diverti com a atividade e ainda conheci novas estruturas que compõem o jornal, porque durante a escolha da imagem observei as páginas com mais calma.”

Contente com o desenvolvimento do trabalho a partir do uso do Diário em sala de aula, a professora ressalta a importância em receber o material semanalmente. “É uma oportunidade de leitura factual que muitos alunos só têm dentro da escola. Mais do que um auxílio no processo de ensino é a chance de ter acesso às notícias da região.”

PRODUÇÃO

Estudante recebe o desafio de assumir a função de repórter e cria legenda para foto do Diário.

Imagem Box Submanchete 01

Em Maringá, um homem foi flagrado nu próximo à Praça Rui Barbosa. Enquanto ele atravessava a rua pessoas ligaram para a polícia. Questionado, o rapaz disse que gosta de chamar a atenção. (Legenda produzida pela aluna: Akemyla Ventureli)

Sem categoria
Comente aqui


Notícia do Diário é tema de enquete escolar

Foto AbreA equipe do Diário na Escola esteve em Ivatuba para realizar oficina pedagógica com os alunos da Escola Municipal Afrânio Peixoto. Assim que os estudantes olharam a capa do jornal, a manchete: “Macacos deverão ficar estéreis” publicada no Diário despertou o interesse da criançada.

Muitos alunos comentaram que os animais já tinham roubado seus lanches durante passeios, outros contaram que adoram ir até os parques pela oportunidade em ver os macacos de perto, e a partir dessa discussão sobre o tema da notícia foi desenvolvida uma enquete.

Para que as crianças tivessem argumentos e até embasamento para decidir sobre a vasectomia nos animais, os estudantes fizeram a leitura da matéria publicada no Diário. Desta forma conheceram as opiniões das pessoas que são a favor ou contra o procedimento cirúrgico e quais as justificativas apresentadas.

“Esta atividade proporciona uma interação entre a turma, eles trocam experiências e tentam convencer a respeito da melhor escolha, quais consequências uma decisão pode gerar. É um momento muito enriquecedor no processo de aprendizagem”, destaca a professora Odete Pereira de Melo Calvi.

A partir da questão “Você é a favor ou contra a vasectomia nos macacos-pregos?”, os estudantes se reuniram em grupos e tiveram que entrar em um consenso sobre o melhor a ser feito com os animais que estão roubando alimentos de visitantes e até das casas da redondeza em que vivem, mas que também são atração por onde passam. “Não podem deixar os macacos estéreis, se eles pararem de reproduzir a espécie vai ser extinta”, alerta a aluna Any Emanuely de Andrade Mazola.

“Os macacos já estão invadindo a privacidade das pessoas, se continuarem aumento o número de animais dentro da cidade, os problemas podem se agravar”, enfatiza a estudante Natasha Lemos.

A coordenadora pedagógica, Maria de Lourdes Macedo conta que os momentos com o uso do Diário em sala de aula tem resultado em melhora na leitura e na interpretação das crianças. “Com temas atuais os alunos se interessam pelos conteúdos didáticos e desta forma conseguimos fazer um trabalho de interdisciplinaridade. Além da oportunidade que os estudantes têm de levar o jornal para casa e ler com a família.”

Sem categoria
Comente aqui


A história da fotografia em pauta

FASCÍNIO. O contato com equipamentos utilizados em décadas passadas encantaram os estudantes.

FASCÍNIO. O contato com equipamentos utilizados em décadas passadas encantaram os estudantes.

Em Santa Fé, município em que cerca da metade da população ativa trabalha no segmento fotográfico, a equipe do Diário na Escola desenvolveu uma oficina pedagógica sobre a evolução das máquinas e dos tipos de registros com os alunos das Escolas Municipais Jardim Primavera e Nove de Dezembro.

“Este é um assunto que está próximo da realidade dos estudantes, fator que torna os resultados das atividades ainda melhores. Parte dos familiares das crianças ganha seu sustento nas empresas fotográficas da cidade, por isso é importante que conheçam sobre o assunto”, destaca a professora Genilza Favato.

A coordenadora do Programa, Loiva Lopes apresentou um vídeo com toda a história da criação da primeira máquina até a mudança que houve na pose das pessoas para os registros. “Antigamente ninguém sorria para as fotos. Descobri que era porque poderia demorar até trinta minutos para ser feito uma imagem, pois os equipamentos não tinham a tecnologia e agilidade que vemos hoje”, conta o aluno Vitor Hugo Evangelista.

As crianças tiveram a oportunidade de manusear as máquinas fotográficas que já foram utilizadas pelos fotógrafos do Diário ao longo dos 40 anos de história da empresa. “São relíquias guardadas que ajudam os estudantes a entender o avanço dos registros. Os equipamentos que eram grandes, pesados e sem flash, hoje deram lugar aos compactos e com diferentes funções”, fala Loiva.

Grande parte dos alunos se quer tinham visto um filme fotográfico, daqueles em formato de carretel que era utilizado para registrar a imagem e, em seguida, ser feita a revelação. “Tudo está sendo novidade, não imaginava que um dia já havia existido equipamentos assim. Adorei a oficina de hoje e agora tenho mais certeza de que quero ser fotógrafa”, comenta a estudante Giseli Fátima Sgaraboto.

“Além do momento de aprendizado, a vinda da equipe do Programa até a escola trouxe interação entre os alunos”, ressalta o professor Jeremias Ramos Coutinho. A colega de profissão Jaqueline Biazon completa, “não só as crianças estão saindo da aula com novos conhecimentos, mas eu também. A fala da Loiva me proporcionou ideias que vou aplicar em sala para continuar o trabalho sobre a fotografia.”

Sem categoria
Comente aqui


40 anos do Diário enriquecem bibliotecas escolares

Fruto do trabalho de pesquisa nos acervos da empresa, o livro “O Diário – A história contada por quem faz história” apresenta um recorte dos principais fatos noticiados nos últimos 40 anos. O jornalista e autor da obra, Edivaldo Magro passou dias imerso no acervo do próprio jornal, folheando centenas de edições. “Corri os olhos por mais de 15 mil páginas recolhendo os assuntos que, na minha percepção, tinham relevância histórica – para o jornal e o leitor. Organizá-los para uma melhor compreensão também foi desafiador”, conta Edivaldo.

SARANDI. Loiva Lopes entrega exemplares do livro do Diário para a secretária da educação do município, Adriana Palmieri. As obras serão destinas às bibliotecas das escolas.

SARANDI. Loiva Lopes entrega exemplares do livro do Diário para a secretária da educação do município, Adriana Palmieri. As obras serão destinas às bibliotecas das escolas.

Todas as instituições de ensino participantes do Diário na Escola serão contempladas com edições do livro. “O material será uma fonte de pesquisa muito interessante para os estudantes, além de contar a história de 40 anos do jornal O Diário, traz uma compilação dos eventos noticiosos que receberam cobertura nacional. Até o fim deste ano pretendemos entregar um exemplar para cada biblioteca das escolas parceiras do Programa”, destaca a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

O autor da obra esclarece que as informações, sem dúvida, podem ser um importante instrumento pedagógico. “A história é um tema de relevância e quando explorado adequadamente, se transforma num recurso didático muito eficiente para capturar a atenção dos alunos.”

“O livro vai auxiliar o trabalho do professor, pois apresenta textos com diversidade de gêneros. Quando se usa um material novo em classe, o estudante tem maior interesse pela atividade, algo que gera bons resultados”, comenta a coordenadora pedagógica Raquel dos Santos.

“A informação é sempre um instrumento de evolução. Não importa sua plataforma: virtual, eletrônica ou impressa. Quando se trata de crianças, o conhecimento deve ser servido como gênero de primeira necessidade – e de forma sempre abundante. Nesse contexto, o livro dos 40 anos do Diário sem dúvida é uma grande fonte de informação e conhecimento. A abordagem de temas relevantes das últimas quatro décadas é um recurso facilitador para o uso do conteúdo em sala de aula”, enfatiza o presidente do Grupo O Diário, Sr. Franklin Vieira da Silva.

A aluna Amandda Soares está curiosa para ler a obra. “Quando visitei a sede do Diário conheci alguns dos primeiros exemplares impressos, mas agora vou poder acompanhar não só a evolução do formato das páginas como também das notícias.”

Edivaldo conta que o trabalho foi mais prazeroso que exaustivo. “Reafirmou em mim a convicção de que o jornalista é um historiador do seu tempo e, diante de uma notícia, deve tratá-la como tal, claro, mas igualmente ter em perspectiva que aquele acontecimento vai se tornar um fato com relevo histórico, que pode servir no futuro como fonte importante de consulta”, conclui.

Sem categoria
Comente aqui