data comemorativa



Escola de Atalaia faz homenagem à cidade

Alunos e equipe pedagógica da Escola Municipal Vania Maria Simão, de Atalaia, promoveram a Festa Cultural “Nossa Terra, Nossa Gente” na qual foram realizadas exposições sobre os pioneiros do município e apresentações de dança dos estilos musicais desde a década 50. “Essa festa já é uma tradição da nossa escola, este ano chegamos à XXII edição e mais uma vez superou nossas expectativas com os bons resultados”, destaca a coordenadora pedagógica Lorena Yaél.

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O foco na realização do evento foi levar os estudantes a conhecerem mais sobre a história do lugar onde vivem, assim como a cultura, a economia e o espaço geográfico de Atalaia. “Também buscamos mostrar que tudo isso é mais do que um simples aprendizado, pois é preciso conhecer a terra onde vivemos para que possamos nos orgulhar dela”, conta Lorena.

Todo o trabalho teve início em sala de aula com uma exposição oral a respeito do tema, onde cada criança contribuiu com seus conhecimentos prévios sobre Atalaia. Foram debatidos assuntos como educação, religião, agricultura, pecuária, pioneiros, saúde, esportes e outros fatores que contribuíram com o crescimento do município a partir da década de 50.

Em seguida os alunos foram a campo. Nas ruas buscaram informações, fotos e registros com os moradores mais antigos da cidade. “Foi uma satisfação poder contribuir para o aprendizado das crianças em relação ao passado. Espero que esse conhecimento partilhado não se perca e que elas ensinem outras pessoas a não deixarem nossas histórias esquecidas”, conta o pioneiro Jovelino Vieira dos Santos que chegou em Atalaia em 1952.

A estudante Giovana Fabio Candioto ressalta que foi muito interessante poder entrevistar as pessoas que fundaram a cidade. “Adquiri novos conhecimentos e ainda sanei minhas dúvidas. Atalaia tem uma história muito bonita que todas as crianças deveriam conhecer.”

Os alunos da Escola Vania ainda fizeram um passeio até a zona rural para se aproximarem da cultura que deu origem ao município, e produziram cartazes com os temas estudados e debatidos em sala de aula para serem expostos e o conhecimento partilhado com todas as séries escolares.

A professora Vania Vieira aponta que as atividades propostas alcançaram seus objetivos e ainda oportunizaram que as crianças resgatassem a essência cultural que tem se perdido no tempo.

“Todo o trabalho foi muito gratificante. Alunos, familiares, comunidade pedagógica e o público visitante da Festa tiveram a oportunidade de descobrir coisas novas sobre Atalaia e ainda refletir os desafios que a cidade superou para se tornar o belo município que é hoje”, comemora a coordenadora Lorena.

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LBV em clima olímpico

A Olimpíada do Rio de Janeiro só será realizada em agosto, mas o clima do evento esportivo já tomou conta do Centro Comunitário de Assistência Social da LBV na cidade canção e acendeu o espírito olímpico entre os atendidos. A chama olímpica estava pronta para ser “acesa”, e as delegações participaram devidamente caracterizadas. E como esse não é um torneio qualquer, o nome das equipes são para lá de especiais. Nessa competição, as crianças e adolescentes defenderam o amarelo da Fraternidade, o branco da Paz, o vermelho do Amor, o verde da Amizade, o laranja da Solidariedade e o azul da Harmonia.

Foto AbreA abertura do evento seguiu todo o protocolo de uma competição esportiva oficial, sendo iniciada com a execução do Hino Nacional Brasileiro e a apresentação das bandeiras do Brasil, Paraná, Maringá e da LBV.

“Enxergamos o esporte como uma importante ferramenta educacional e de compartilhamento de valores, além de ser uma ótima forma para manter a boa saúde do corpo e da mente. Por isso, acrescentamos uma série de atividades físicas em nosso cronograma”, destaca a assessora de comunicação da LBV, Vilma Araújo.

Todo o trabalho foi direcionado pela educadora social Soraia Camila Jardim, que realizou uma série de atividades com os atendidos durante o projeto. “Busquei fazer com que eles vivenciassem o esporte desenvolvendo propostas e jogos de caráter lúdico com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento da coordenação motora promovendo uma socialização entre as crianças e adolescentes. Além de ressaltar a importância do cumprimento das regras para um convívio proveitoso e saudável, promovendo o reforço de valores morais adequados e hábitos que valorizam a qualidade de vida”, enfatiza Soraia.

Para introduzir o trabalho, a educadora social realizou um diálogo sobre os Jogos Olímpicos e a importância deles para a união dos povos. Em seguida, para despertar o interesse do educando, foi utilizado dinâmicas sobre o tema abordado despertando assim, a curiosidade nos atendidos.

Em uma roda de conversa crianças e adolescentes escolheram as modalidades que gostariam de participar. Soraia solicitou que eles descrevessem suas relações com os esportes e os Jogos Olímpicos. Nessa etapa foi utilizado a estratégias de recorte e colagens de imagens e de palavras relacionadas com o tema.

Por fim, a partir da troca de informações entres os atendidos e suas experiências com os esportes, a educadora propôs a pratica esportiva coletiva e individual, em alguma modalidade como: futebol, voleibol, handebol, basquetebol, ginástica rítmica, ginástica artística e atletismo. Iniciando efetivamente os jogos olímpicos na instituição.

DSC_0841“Eu gostei muito de participar desse evento, o esporte é fundamental para nosso crescimento, traz vários benefícios à vida. Aprendi a valorizar o outro, a respeitar às regras e percebi como o outro é importante, pois o trabalho em equipe é essencial para conseguir um bom resultado. Além disso, vi que o esporte vai além das limitações do corpo e que qualquer pessoa pode praticar, pode ser uma criança, um jovem ou um idoso, assim como pessoas que possuem deficiência de qualquer ordem. O esporte tem a capacidade de unir pessoas e povos”, aponta a atendida, Thais Vitória Silva Souza.

A educadora social, Soraia conta que as crianças e os adolescentes deram um show e demostraram como é agir com o espírito esportivo, mantendo a postura respeitosa, independente do resultado obtido. “Esse é um reflexo do nosso trabalho diário, no qual eles aprendem sobre a importância do trabalho em equipe desenvolvendo ainda atitudes necessárias para a integração social e a formação do indivíduo.”

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Trânsito em 140 caracteres

Alunos e professores que ganharam o concurso promovido pelo Diário na Escola em parceria com a Viapar, receberam seus prêmios na sede da concessionária de rodovias.

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Com o tema “Seja você a mudança no trânsito” os estudantes foram desafiados a criar uma frase criativa e de efeito dentro de 140 caracteres. Para auxiliar o trabalho, os professores debateram o assunto em sala de aula e contribuíram com os bons resultados.

Foram mais de nove mil formulários de inscrições entregues às instituições de ensino parceiras do Diário na Escola, deste número apenas sete frases foram selecionadas como vencedoras.

“Foi uma alegria enorme quando a organização do Concurso me ligou falando sobre o resultado. Eu sabia que eram muitos inscritos e quase não acreditei quando soube que eu era uma das sete vencedoras. Meus colegas de classe também festejaram por mim, pois é o nome da nossa escola que estou representando hoje”, destaca a aluna ganhadora, Camila Buozo do Nascimento.

A professora que também levou prêmio, Nívia Maria de Brito participa do Programa há mais de cinco anos e conta que só no Concurso de frases já é o terceiro aluno dela que tem a frase escolhida. “Quando a gente ganha uma vez, no ano seguinte se esforça ainda mais, pois ter o trabalho reconhecido é extremamente gratificante. Esse prêmio que estou recebendo não é só meu, mas de toda a equipe escolar do município de Astorga que se dedica pela educação das nossas crianças todos os dias.”

Almir Garcia é diretor da Escola Estadual Elvira Balani, de Maringá. A instituição que ele direciona participa do Diário na Escola através do subsídio oferecido pela Viapar. “Eu não pude deixar de vir prestigiar o evento, além de termos uma aluna e professora vencedoras, percebi que este ano o nível das frases melhorou muito, o número de inscritos também foi bastante significativo e nós conseguimos nos destacar entre os ganhadores.”

Rubens Alexandre Soares é pai do aluno vencedor Kevin e esteve na premiação para acompanhar o filho nesse momento tão importante. “O dia de hoje ficará para sempre na memória do Kevin, e na minha também. Estou muito orgulhoso dele, é um menino dedicado em tudo o que faz e, com certeza, esse prêmio vai o motivar a estudar cada vez mais pois os resultados serão sempre positivos.”

“Ter um estudante da rede municipal de Marialva entre os ganhadores nos mostra que o projeto educacional que estamos realizando está no caminho certo. O Diário na Escola tem contribuído muito não só com a formação das crianças, como também dos nossos professores. Agradeço o bom trabalho que o Programa realiza nas escolas, pois oferece a todos nós um conhecimento de mundo e o acesso a um veículo de comunicação que torna alunos e professores cidadãos mais atuantes e críticos”, enfatiza a secretária da educação, Maria Inez Bria.

O prefeito de Ivatuba, Robson Ramos também esteve na cerimônia de premiação contemplando a aluna vencedora Yasmim Vitória de Souza Lima. “Dentre as atividades extracurriculares que temos na escola do município, acredito que as desenvolvidas pelo Diário na Escola são as que mais acrescentam à formação das nossas crianças. Desde o início dessa parceria sentimos uma evolução nos dados educacionais, no nível de aprendizado e na satisfação do aluno em passar mais tempo dentro da escola.”

O assessor de comunicação da Viapar, Marcelo Bulgarelli comenta que é de grande valia o subsídio oferecido aos estudantes do Diário na Escola e a realização da Promoção Cultural da Semana Nacional de Trânsito, que já virou uma tradição. “Estamos plantando as sementes para, em breve, colher bons frutos.”

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A independência, na sala de aula

Foto AbreNa semana em que se comemora o dia da independência do Brasil, a professora Adriana de Araujo Xavier Pelizer que leciona para o quinto ano da Escola Municipal Messias Barbosa Ferreira, em Floresta, preparou um projeto de aula especial que fez os estudantes refletiram sobre a evolução do nosso país.

“A Independência é um dos fatos históricos mais importantes do Brasil, pois marca o fim do domínio português e a conquista de uma possível autonomia política. O tema já faz parte da grade curricular de ensino, desta forma, além de abordá-lo como conteúdo programático realizei uma série de propostas que fizeram as crianças pesquisarem sobre estes 193 anos da proclamação da independência”, destaca Adriana.

Para começar a atividade, a professora fez alguns questionamos para turma, a exemplo: A independência é resultado de um acontecimento de um único dia? Ela pode ser sinônimo de liberdade? Se Dom Pedro não a tivesse proclamado, outros fariam?. Divididos em grupos, os alunos discutiram a respeito do tema e registram as opiniões nos cadernos. “Ao se declarar independente, acredito que o Brasil não se tornou um país livre, porque contraiu uma grande dívida com a Inglaterra, com isso continuou dependendo da Europa e quem passou a governar o nossas terras foi o filho de rei de Portugal, então pouca coisa foi mudada”, enfatiza o estudante Vinícius Barboza Tezolin.

No momento seguinte, as crianças foram convidadas a fazer um debate coletivo no qual cada uma expôs de forma oral seu ponto de vista. “Não podemos dizer que somos um país livre assim como foi dito naquela época, pois as pessoas menos favorecidas não tiveram mudanças em sua vida. Hoje, mesmo o Brasil sendo um país independente, as classes mais pobres continua dependendo de serviços do governo como o Bolsa Família, é como se eles devessem um favor para a presidência”, comenta a aluna Karolayne Cristina Alves.

A estudante Melissa Barbosa Firmino dos Santos acrescenta que naquela época a população lutava por liberdade e que hoje ainda não é muito diferente. Porém mudaram os ideais, atualmente as pessoas lutam para ter uma educação de qualidade, direito à moradia e proteção à violência.

“Acredito que o principal papel da escola na atualidade é formar cidadãos críticos e conscientes mediante a realidade onde estão inseridos. Através dessa reflexão com meus alunos consegui que pensassem sobre o real significado da palavra ‘independência’ e como isso vem sendo aplicado na prática durante todos esses anos registrados na história do nosso povo. E isso não consegui sozinha, o programa O Diário na Escola possui grande contribuição nesse processo, pois devido a utilização do jornal em sala de aula e as formações oferecidas a nós, educadores, estamos realizando um trabalho de compreensão e interpretação muito mais significativo com nossas crianças”, ressalta a professora Adriana.

 

 

PRÁTICA

Professor, aproveite o tema e proponha aos alunos a confecção de um chapéu e uma espada de papel. Para iniciar, apresente uma folha de jornal usado e pergunte:

– O que é isto?

– Para que ela serve?

– Depois que a lemos o jornal o como podemos reaproveitá-lo?

– Vocês já fizeram dobraduras?

– Quem gostaria de ter um chapéu e uma espada de papel?

Depois dos materiais prontos, é possível encenar com as crianças um mini teatro representando o momento em que Dom Pedro declarou a independência.

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Preconceito é tema de debate escolar

A costa oeste africana e o litoral brasileiro, um dia, já estiveram conectados. Há 200 milhões de anos, os dois territórios começaram a se separar e assumiram as atuais posições afastados milhares de quilômetros pelo Oceano Atlântico. As tradições, a cultura e a trajetória dos descendentes dos africanos escravizados compõem um objeto de estudo importante para todas as crianças e os jovens, negros ou não.

O tráfico negreiro e a escravidão determinaram o presente do nosso país. A população vinda do continente africano criou aqui raízes, família, cultura e história. Hoje, 53% dos brasileiros se declaram pretos ou pardos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013.

Com o objetivo de valorizar a cultura afro brasileira, na última semana a professora Adriana de Araujo Xavier Pelizer que leciona na Escola Municipal Messias Barbosa Ferreira, em Floresta, desenvolveu um série de atividades aproveitando a data em comemoração ao Dia da Consciência Negra.

IMG_0937“Os estudantes ainda conhecem pouco sobre essa cultura e é importante discutirmos o valor dos negros para a história brasileira. Aliado ao material didático utilizei a reportagem do Diário com a manchete ‘Mentes que se abrem devagar’ para complementar o trabalho de ensino-aprendizagem sobre o tema”, destaca Adriana.

A matéria do impresso apresenta informações sobre o avanço da situação do negro no Brasil, a exemplo das oportunidades de emprego, mas também cita casos de preconceito, infelizmente ainda existentes. Com dados sobre a origem da data comemorativa, quem foi Zumbi dos Palmares e o perfil da população negra brasileira, o conteúdo contribuiu para a aula da professora.

Depois do estudo da História e da leitura do jornal, a turma realizou um debate sobre o preconceito. “Diariamente vemos nos noticiários casos de racismo, algo muito triste. Pois a cultura afro contribuiu imensamente para a construção do nosso país”, ressalta o aluno Bryan Franklyn Furlan Trentin.

Para que toda a escola refletisse sobre o tema, Adriana e seus alunos produziram cartazes que foram espalhados pelos murais da instituição. A estudante Polliany Cristiny Monteiro comenta que muitos aspectos de nossa cultura, como a capoeira, tiveram origem nos povos africanos. “Devemos gratidão e respeito a eles”, diz.

O aluno João Victor Alves da Silva deixa uma mensagem “Zumbi dos Palmares foi um líder que lutou contra a opressão dos negros africanos. Em nosso dia-a-dia pequenas ações podem contribuir para acabar com o preconceito. Afinal, a cor da pele não tem nenhuma relevância, o que realmente merece valor é o sentimento que carregamos dentro do coração”, conclui.

A professora da turma ficou surpresa com o alto nível do debate em sala. “As crianças estão muito mais seguras para falar. A leitura do jornal, semanalmente, tornou os estudantes mais críticos e argumentativos, fatores importantes para uma aula rica em conteúdo e aprendizado”, conta Adriana.

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Educadora apaixonada pela profissão fala de suas experiências

IMG_5100Professora há 20 anos, Angela Alves Martins Silva conta ao Programa sobre sua experiência de vida, os desafios da carreira e os momentos prazerosos da profissão. “É possível e necessário transformar pessoas, formar bons cidadãos e mudar a sociedade como um todo”, diz Angela, que é formada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), especialista em Neuropedagogia na Educação, e atualmente leciona na Escola Municipal Padre José de Anchieta, em Sarandi. “Cada dia há um obstáculo a ser superado, mas aliado a isso há também novas conquistas, o que torna a rotina muito gratificante.”

Para conseguir tantas vitórias, desde pequena, Angela batalhou muito. Filha do pedreiro, Manoel Alves Martins e da dona de casa, Geralda Alves Martins, a professora teve uma infância difícil ao lado de outros 15 irmãos. “Quando criança, nossa situação financeira foi muito pobre, mas a educação familiar era riquíssima. Meus pais me ensinaram valores que carrego comigo até hoje, e diariamente, tento repassar a mesma criação para meus dois filhos.”

Ela que sempre sonhou em seguir uma carreira profissional em que pudesse crescer e vencer na vida, passou toda a sua trajetória escolar em instituições públicas, muitas vezes, dividindo o material básico para uso em sala de aula, com os irmãos. “Eu acreditava que um dia aquela situação iria ser diferente”, fala.

Sabendo que para ter um futuro melhor precisaria cursar uma faculdade, Angela desanimou por diversas vezes, pois não tinha recursos financeiros para custear um curso preparatório para o vestibular da UEM ou a faculdade privada, mas mesmo assim nunca desistiu da vontade de conseguir realizar o próprio sonho, e o de seus pais, que ficariam contentes em ter um filho graduado.

“Quando pequena eu achava lindo ser professora, e até hoje me lembro da educadora Vera, que me alfabetizou. E foi assim que tracei meu futuro. Decidi ensinar, e assim, transformar a minha vida e quem sabe, fazer a diferença na vida de muitas crianças”, relata.

Depois de formada no antigo curso de Magistério, Angela passou em um concurso público em Sarandi e conseguiu sua primeira turma de alunos. Mas ainda havia mais uma batalha, o curso superior. “Com muita dedicação, consegui ser aprovada na UEM, nem acreditei quando vi meu nome na lista, era mais do que um obstáculo vencido, foi o momento em que realizei meu sonho”, comemora.

Como uma boa educadora, ela não parou mais de estudar, além da especialização, anualmente Angela participa de diversos cursos de capacitação oferecidos pela rede municipal de ensino, buscando, sempre, o aperfeiçoamento profissional. “Abraço as causas da educação com amor e valorizo cada pessoa envolvida no processo de ensinar. Meu maior prazer é constatar o aprendizado do aluno, perceber que de alguma forma eu estou contribuindo para um futuro melhor para aquela criança, assim como os meus professores da infância fizeram por mim.”

IMG_5085Por um tempo, a professora lecionou para a educação inclusiva. “Este período foi de muito aprendizado. Cada ser humano tem suas qualidades e seus limites, os quais a escola e os profissionais da educação devem estar preparados para receber esses alunos.”

Angela destaca que o sistema educacional passa por desafios, mas, ainda assim, não perdeu qualidade. “Os recursos tecnológicos estão cada vez mais presentes em sala de aula, algo que torna o processo de aprendizagem inovador, além dos projetos educacionais que somam ao currículo escolar a ser aplicado pelo educador. Acredito que com dedicação e amor pelo que se faz é possível oferecer um ensino voltado para as necessidades dos alunos e, com isso, transformar toda uma sociedade”, diz, esperançosa.

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Projeto escolar faz homenagem a Vinícius de Moraes

Na Escola Municipal Professor Domingos Laudenir Vitorino, em Itambé, as últimas semanas foram de muito trabalho. Diretoria, coordenação, professores e estudantes se uniram para desenvolver uma série de atividades relembrando as boas obras de um artista que deixou marca em seu público, Vinícius de Moraes. Entre as propostas realizadas estão a confecção de um jornal informativo e a apresentação de um recital das poesias do autor. “O projeto contou com grande envolvimento dos profissionais que compõem a escola, dos quase 400 alunos e dos pais das crianças”, destaca a secretária da educação de Itambé, Maria Eliza Spineli.

Para iniciar as atividades, os estudantes pesquisaram sobre a história de vida e as obras do poeta. Na biblioteca e divididos em grupos, as crianças realizaram a leitura dos poemas de Vinícius para que, em seguida, fizessem uma apresentação oral em sala de aula. Desta forma, a classe toda teve a oportunidade de conhecer os diferentes textos escritos pelo autor e ainda treinar a oralidade para o dia do recital.

“Na disciplina de Artes, estudamos a biografia do “Poetinha” – como Vinícius era conhecido – e a partir disso começamos a construção de um autorretrato para ser exposto na escola”, conta a professora, Maria Aparecida Santana.

A base de todo o trabalho foi no livro de poesias infantis “A arca de Noé”, obra que Vinícius escreveu para seus filhos Suzana e Pedro de Moraes. Anos depois, os poemas foram transformados em músicas e se popularizaram entre as crianças. Com isso, muitas gerações têm nessas letras uma porta de entrada para o mundo da literatura e da música popular brasileira.

“Com o estudo das obras os alunos ampliaram universos culturais e musicais, assim, foi despertado o estímulo à leitura e as crianças interagiram nas aulas de modo criativo e transformador”, comenta a coordenadora Dulcimara Moresqui Melo Decol.

O encerramento das atividades foi realizado com o recital “Uma tarde com Vinícius de Moraes”, no qual os estudantes cantaram, dançaram e encenaram textos que são conteúdo da obra “A arca de Noé”.  “Me senti presenteada pela beleza e graça dos alunos em suas caracterizações. Foi possível ver o empenho e a dedicação dos professores, que ensaiaram as crianças, sem perderem de vista a inocência e a pureza infantil”, ressalta Maria Eliza.

Como trabalho final, professores e alunos aproveitaram o conhecimento adquirido durante essas semanas de estudo e desenvolveram um jornal informativo sobre a vida do poeta. “As crianças produziram todos os textos, os desenhos – que representam as fotos – e ainda criaram a diagramação do material”, fala a professora Suelena Yoshie Jaqueta.

APRESENTAÇÃO. O aluno Carlos Eduardo Ávila representou o poeta Vinícius de Moraes durante o recital, na escola.

APRESENTAÇÃO. O aluno Carlos Eduardo Ávila representou o poeta Vinícius de Moraes durante o recital, na escola.

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Viapar distribui presentes em comemoração ao Dia das Crianças

Ver o sorriso no rosto de uma criança é algo muito prazeroso, ainda mais perto do dia delas. E é assim, mais felizes, que irão ficar aproximadamente duas mil crianças carentes nas próximas semanas. A iniciativa de arrecadar brinquedos teve início pelos colaboradores da Concessionária de Rodovias, Viapar, que manifestaram o desejo em realizar um trabalho voluntário em prol dos pequenos.

“Muita alegria para quem recebe”, é o que garante a diretora do Lar de Preservação à Vida, Helena Carmen Bressan. A instituição que atende gestantes em situação de risco ou abandono familiar, acolhe mães e filhos há mais de 20 anos e foi selecionada pela Viapar para receber parte dos brinquedos arrecadados. “É gratificante ver uma criança feliz. Para muitas, essa vai ser a única lembrança desta data comemorativa”, relatou Helena.

A atendida Sulamita Barbosa Lemes, 22, é mãe de Pedro Emanuel de apenas um ano e parabeniza a ação da Viapar. “Uma atitude inspiradora, que esta iniciativa sirva de exemplo para outras pessoas que têm condições de ajudar ao próximo.”

Flávia da Silva Oliveira, 32, tem um filho de dois anos e está grávida de sete meses, ela que também vive no Lar agradece aos presentes recebidos. “Doações são sempre bem-vindas, especialmente quando é algo para os meus filhos. Tenho uma vida difícil, se não fosse a Viapar eu não poderia comprar nada para eles”, conta.

Segundo a responsável pela campanha, Bruna Santos, a Viapar realiza este tipo de ação desde 2002. “Já é uma política da empresa comprar e incentivar os colaboradores a doarem, está é uma forma de ajudar no desenvolvimento e na preservação da infância destas crianças”, comentou.

Do início do projeto até o ano passado, mais de 25.000 crianças foram beneficiadas. Em 2013, com a ajuda dos colaboradores, a empresa distribuiu cerca de 1.200 brinquedos. “Participo da campanha todos os anos. No departamento em que trabalho a maioria dos funcionários doam um valor em dinheiro, desta forma podemos comprar mais presentes. É muito bom saber que estamos ajudando famílias carentes e, assim, proporcionar a felicidade de uma criança”, destaca a agente da Viapar, Luiza Antonia.

Angélica Facina Rodrigues é auxiliar administrativo da empresa e a cada nova ação solidária conta com a ajuda da filha Gabrieli, de nove anos, para colaborar com a iniciativa. “Os brinquedos que minha filha não usa mais têm destino certo. Vão sempre para as instituições atendidas pela Viapar. É uma campanha muito importante e que se depender da minha ajuda, irá continuar por muito mais tempo”, ressalta.

Além da doação já realizada no Lar, em Maringá, neste ano ainda está prevista a entrega de presentes para crianças de Marialva, Apucarana, Corbélia, Cascavel, Campo Mourão, Alto Paraná e Nova Esperança.

DOAÇÃO. A cada ano, mais crianças são atendidas a partir da arrecadação de brinquedos pela Viapar.

DOAÇÃO. A cada ano, mais crianças são atendidas a partir da arrecadação de brinquedos pela Viapar.

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7ª edição do Concurso de Frases

Foto AbreA promoção cultural que já é tradição do Programa irá premiar as sete melhores frases sobre o tema: “Década mundial de ações para a segurança no trânsito – 2011/2020: cidade para as pessoas, proteção e prioridade ao pedestre”. O concurso da Semana Nacional de Trânsito (SNT) é uma realização do Diário na Escola, Viapar e Cooper Card, com o objetivo de conscientizar os estudantes a respeito do cuidado que se deve ter nas ruas, seja como motorista, ou não.

“A parceria com o Programa é um investimento na formação de nossas crianças. E esse concurso é mais uma etapa desse processo. Ficamos felizes em apoiar essa promoção”, destaca o diretor presidente da Viapar, Marcelo Stachow Machado.

Esta é a terceira vez que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) define os pedestres como tema da SNT. No ano de 2000 o tema escolhido foi “Faixa de Pedestre, a vida pede passagem”, já em 2005 o tema foi “No Trânsito Somos Todos Pedestres”.

“É em pequenos atos que começamos a mudar o mundo. E o Concurso de Frases representa um estímulo para conscientização de nossas crianças sobre a segurança no trânsito”, ressalta o assessor de comunicação da Viapar, Marcelo Bulgarelli.

A Semana Nacional de Trânsito que tem abrangência nacional é um convite à participação de toda a população no esforço para a redução de acidentes. Comemorada entre os dias 18 e 25 de setembro, tem a finalidade de conscientizar a sociedade para que contribua na criação de um ambiente favorável à valorização da vida focando o desenvolvimento de valores, posturas e atitudes, no sentido de garantir o direito de ir e vir dos cidadãos.

Sendo assim, dentro do ambiente escolar a ideia é que, após a discussão e reflexão de notícias e imagens, sejam produzidas frases criativas com no máximo 140 caracteres sobre a temática da SNT. As fichas de inscrição já foram enviadas para as instituições de ensino parceiras do Diário na Escola. O prazo para recebimento das três melhores produções, por turma, vai até 03 de setembro. Neste ano, cada aluno vencedor será contemplado com uma bicicleta.

Mais informações podem ser obtidas com a equipe do Diário na Escola, pelo telefone: (44) 3221-6050.

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Copa do Mundo contextualiza a magia do esporte às disciplinas

No corredor de entrada da Escola Municipal Alfredo Sofientini todos são recebidos por uma bandeira do Brasil que está revestindo o teto, um placar foi feito especialmente para anotar os resultados das partidas, e dentro de um quadro é possível admirar o modelo do uniforme que a seleção brasileira usou na Copa de 1974. “Estamos motivados e ansiosos pelos jogos, por isso adequamos a escola de uma forma em que todos se sintam ainda mais, brasileiros”, destaca a diretora Maria Ivanir Gonçalves Bertão.

Foto abre 02A partir da matéria divulgada na coluna do Diário na Escola, a respeito do Fuleco, a professora Sônia Gimenes iniciou os trabalhos que envolvem o campeonato. “Discutimos sobre o tatu-bola, o habitat natural da espécie, o por que ele foi escolhido como a mascote e também o significado do nome Fuleco. Foi uma aula diferente e bastante participativa. As crianças não pouparam dedicação e criatividade no momento de desenvolver as propostas solicitadas.”

“Já estou com todas as informações na ponta da língua. O primeiro jogo da Copa será entre Brasil e Croácia em São Paulo, e a disputa da final, no Rio de Janeiro. Entre as atrações do show de abertura teremos a cantora Cláudia Leitte. E as bolas dos jogos serão patrocinadas pela Adidas, todas com cores que representam a bandeira do Brasil”, conta, entusiasmado, o estudante, Kauã Menk.

Foto abre 03Valéria Nunes também é professora na Escola Sofientini e aproveitou as bandeiras que estão penduradas pela instituição para trabalhar geometria com seus alunos. “Desenvolvi atividades apresentando as figuras planas e os sólidos geométricos. Para tornar a produção mais divertida, enfeitamos a sala com camisetas, bolas e estrelas, todas feitas a partir de dobraduras. As bolas, por exemplo, foram criadas a partir de pequenos pentágonos e hexágonos, que juntos, se transformaram no maior símbolo do futebol. O que me surpreendeu nesta aula foi que em vez de ensinar, na verdade quem aprendeu, fui eu.”

JUNTOS, SOMOS UM TIME

O aluno Alisson Mateus Pereira dos Santos, do 5º ano “B” da Escola Sofientini, usou seu talento literário para escrever um poema na torcida pelo Brasil. Confira:

COPA

32 seleções

Diferentes nações

Em busca da taça

Independente da raça

O mundo inteiro

11 jogadores com o goleiro

Na TV ou no estádio

Na internet e no rádio

Quem será o campeão?

Haja coração!

Veterano ou juvenil

Esperando o hexa do Brasil.

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