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A escrita por emoção

O Concurso promovido pelo Diário na Escola “Notícias em Versos” – no qual os participantes deveriam escrever poesias a partir das notícias publicadas no jornal O Diário do Norte do Paraná – resultou em mais do que prêmios, professores descobriram verdadeiros poetas dentro das salas de aula. E uma dessas boas surpresas foi a aluna Vanessa Aparecida Ferreira, que estuda na Escola Municipal Yoshio Hayashi, em Sarandi, e que com a criação de um texto cheio de sentimento foi escolhida uma das vencedoras do Concurso.

Foto AbreVanessa teve a orientação da professora Amanda Manha para a criação da poesia, mas Amanda garante que o mérito é todo da estudante. “Foram várias aulas trabalhando a estrutura desse gênero textual que as crianças teriam que produzir para enviar ao Diário na Escola. Mas a parte de conteúdo, ficou a escolha de cada aluno. Lemos a matéria do jornal juntos, sensibilizei eles sobre as informações da notícia, e na sequência cada um criou seu poema de forma independente. E os resultados foram os melhores possíveis”, conta a professora.

A matéria com a manchete “Tem coisas que só vidas dão sentido”, retratava o abandono de uma casa. A partir da leitura desse texto Amanda ajudou os alunos a se inspirarem para as criações. Vanessa destaca que foi muito prazerosa a produção da poesia, “no meu texto falei um pouco da realidade que vivo, coloquei tudo aquilo que se passa dentro do meu coração no papel. Não tenho uma casa de luxo, mas a que moro é bastante acolhedora e para mim ela é linda não pela estrutura, mas pelas pessoas que moram lá dentro e me fazem uma menina muito feliz”.

A professora comenta que a estudante é merecedora do prêmio do Concurso. “A Vanessa é uma aluna bastante tímida e se revelou nesse trabalho, descobri um talento nela que só precisava ser motivado para florescer. Tenho certeza que essa premiação despertará em toda a classe o prazer em ler e escrever, pois eles viram que com o esforço vem o reconhecimento”, diz Amanda.

A secretária da educação de Sarandi, Adriana Palmieri comemorou com a aluna vencedora e com toda a equipe pedagógica que trabalha diariamente para que o ensino melhore e consiga bons resultados como este. “Estou muito feliz pela educação de Sarandi, a cada dia vemos novos avanços. Esta é a segunda edição do Concurso Notícias em Versos e é a segunda vez que algum aluno do município é premiado, é muito orgulho! Como secretária e professora acredito que estas propostas tendem a incentivar o trabalho dos educadores que são os mediadores do ensino e consequentemente o interesse das crianças pelo aprendizado.”

Adriana ressalta que a parceira com o Diário na Escola rende bons frutos, e que para 2017 pretende expandir ainda mais o atendimento incluindo todas as séries do ensino fundamental no Programa para que mais estudantes tenham acesso a informação e à leitura de textos de circulação social, como também para que os professores possam receber uma formação contínua.

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Copel faz projeto em escolas

Foto AbreAlunos das escolas municipais de Maringá estão recebendo uma visita diferente nas últimas semanas. São eletricistas, leituristas e profissionais administrativos da Copel que vão às salas de aula, de forma voluntária, para levar orientações importantes sobre o uso seguro e eficiente de energia elétrica através do programa educativo Iluminando Gerações.

As crianças aprendem sobre o caminho que a energia percorre desde as usinas geradoras até chegar aos consumidores finais, como ocorre um curto-circuito e quais materiais são condutores de eletricidade. Assim, fica mais fácil entender o porque não se deve soltar pipa com material metálico, ou concluir se é ou não perigoso mudar a temperatura do chuveiro com o equipamento ligado.

A voluntária da Copel, Camila Satiro Fugii está há três anos no projeto e se diz motivada por saber que os estudantes levarão as informações para as pessoas que convivem. “Eles são nossos multiplicadores de orientações de segurança, com isso conseguimos evitar fatalidades, em especial, as que ocorrem na comunidade.”

A colega de trabalho e também voluntária, Vanessa Neves ressalta que as crianças precisam estar atentas aos riscos que envolvem a energia elétrica, pois em boa parte dos casos elas são as vítimas dos acidentes simplesmente por falta de conhecimento.

O aluno, Maycon Armando Bozzi comenta que após assistir a palestra do Iluminando Gerações mudará uma série de atitudes. “Percebi que ações do meu dia-a-dia me deixam em risco, a exemplo das vezes em que uso um pedaço de madeira para tirar fruta da árvore, sendo que bem acima passa uma rede elétrica. Algo que parecia normal para mim, me deixa vulnerável a um choque.”

Para não esquecer as informações recebidas pelos voluntários da Copel as crianças levam para casa um kit com caderno, lápis, régua e uma cartilha com dicas de segurança. A diretora da Escola Municipal Campos Sales, Lucília Tomazini Hoffmeister destaca a importância da atividade para a formação integral dos alunos: “O projeto é de grande valia dentro dos espaços escolares, pois instiga o debate com as crianças, exemplifica com situações vivenciadas no cotidiano delas e ainda ressalta os cuidados que devemos ter com o meio ambiente. Afinal, a energia vem da água.”

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Escritora mirim lança livro

Na obra “Sonhos de Sofia” os leitores vão se surpreender com os manuscritos de Sofia Quinteiro. Aos 10 anos, a moradora de Maringá, muito observadora e criativa repassa de forma sábia conselhos tanto para as crianças como para os adultos. “Convivo com pessoas mais velhas e tiro proveito das conversas para dar significado às experiências vividas no dia-a-dia”, destaca.

Constata-se a maturidade da menina nos trechos do livro, a exemplo: “A depressão é um conjunto de buracos negros em sua mente, aquele que é depressivo está cego, traído pela própria mente”, ao final da página ela ainda aconselha: “procure alegria profundamente”. E assim, a cada página virada o leitor conhece textos sobre caráter, bondade, felicidade e tantos outros assuntos que podem ser classificados como filosofia de vida e até mesmo autoajuda.

“Já enviei alguns dos textos da Sofia para amigas e tive a devolutiva de que foram muito valiosos, às vezes a pessoa está tendo um dia ruim, e depois dos conselhos apresentados na obra, se sentem melhor. É gratificante ver que minha filha, de alguma forma, está contribuindo para o bem estar de outras pessoas”, ressalta a mãe, Neandra Quinteiro.

Foto Abre“O objetivo do livro é mostrar ao mundo que no ponto de vista de uma criança, as reações e soluções de vida são bem mais simples. Serve como lição para qualquer um, seja qual for sua idade”, diz a escritora.

Aos quatro anos Sofia já tinha definido o que queria ser quando crescer, “eu nem sabia escrever direito, mas mesmo assim dizia que queria ser escritora”. E como vemos, não demorou muito tempo. “A ideia do livro veio da minha mãe. Ela achou uma agenda minha com todos os textos que compõem o ‘Sonhos de Sofia’ e ficou encantada. Depois disso, começou o trabalho de edição e agora já está pronto para lançamento”, conta.

O curioso, é que em tempos de tanta tecnologia e conectividade, Sofia é adepta ao manuscrito. Todos os seus textos são escritos à caneta, para somente depois, quando necessário, serem digitados. “Agora com o lançamento do livro estou me tornando mais próxima da internet, para estar em contato com os leitores, mas no geral só uso para pesquisas de trabalhos escolares.”

Outro fato que merece destaque é o talento da pequena para os desenhos. Além dos textos que serão publicados, as ilustrações do livro também são criações de Sofia. “Quando eu ainda não sabia escrever, fazia histórias com os desenhos. E depois reunia toda a família para contar o enredo que eu tinha criado, sem palavras, somente ilustração.”

Esse apoio da família veio desde a infância, Neandra enfatiza que ela e o pai de Sofia, Wilson Quinteiro, sempre deram espaço para a filha questionar, falar, contribuir nas conversas como também foram muito pacientes para ouvir a pequena. “Acredito que essa criação intimista que demos foi fundamental. Acrescentou conteúdo para a vida e formação da Sofia, mas o mérito de interpretar os assuntos das conversas e transcreve-los de forma tão simples e ao mesmo tempo tocante, é todo dela”, disse Neandra.

A pequena escritora não vai parar por aí, o “Sonhos de Sofia” é só o primeiro lançamento. Mais duas obras estão em produção. “Escrever, desenhar, para mim é lazer. O que vejo ao meu redor, as situações que presencio, os livros que leio, tudo me inspira. Quando percebo já tenho bastante conteúdo pronto. Antes eles ficavam arquivados na gaveta, hoje quero lançar para o mundo, quero mostrar que as crianças podem ser muito criativas e cheias de talento, só é preciso fazer eles florescerem. Acredite nos seus sonhos, acredite que você é capaz sempre!”, aconselha, Sofia.

 

capa livro Sofia

 

LANÇAMENTO

A escritora Sofia Quinteiro convida todos para a noite de autógrafos de seu livro “Sonhos de Sofia”.

Data: 19 de maio de 2016

Local: Livrarias Curitiba – Shopping Catuaí Maringá

Horário: 19 horas

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Sarandi realiza Congresso de Educação

Imagem Abre

A Secretaria Municipal de Educação de Sarandi estará promovendo o II Congresso de Educação entre os dias 18, 19 e 20 de novembro, um evento que teve ótimos resultados em sua primeira edição e que este ano volta com novidades e convidados de renome.

O diretor de ensino Erick Bucioli ressalta que no ano de 2014 a Secretaria de Educação entendendo que formação continuada não se constitui somente por cursos, palestras e eventos, mas com a produção escrita oriunda de professores e equipes pedagógicas das unidades escolares, organizou o I Congresso de Educação de Sarandi. O intuito era ofertar palestras e abrir um espaço para a apresentação de trabalhos produzidos por profissionais da educação. “Por meio dos artigos científicos produzidos, podemos verificar o quão a pesquisa e a reflexão estão presentes no dia-a-dia dos educadores. Tivemos muitos trabalhos que contribuíram com o nosso fazer pedagógico”, conta.

A proposta do Congresso é reunir professores, coordenadores, diretores, alunos e demais profissionais da educação, juntamente com a comunidade de municípios vizinhos, para debater e apresentar as práticas quem vêm sendo realizadas nas escolas municipais, centros infantis e instituições educacionais privadas.

“As expectativas para este ano são as melhores. Esperamos que as discussões auxiliem professores e demais profissionais da educação no entendimento de novas demandas que surgem nas escolas. Estamos tendo adesão de várias pessoas, pois muitas inscrições já foram realizadas”, explica Erick.

Além de palestras, o evento contará com a apresentação de artigos científicos, previamente aprovados pela comissão composta por pós-doutores, doutores e mestres das mais vareadas áreas. Os trabalhos serão distribuídos em: práticas escolares reflexivas; gestão escolar; ações da coordenação pedagógica escolar; relação aluno/professor; relação equipe diretiva/professor e diversidade e escola.

“Para este ano, temos a honra de receber a Professora Doutora Lizia Nagel, que abordará a Educação na Contemporaneidade como palestra de abertura. No segundo dia de trabalho, contaremos com as Professoras Doutoras Lucinéia Lazaretti e Jani Moreira – ambas lecionam na UEM, que farão uma mesa redonda sobre a Educação Infantil, no âmbito de Políticas Educacionais e Práticas Pedagógicas. E no terceiro dia teremos a apresentação dos trabalhos inscritos e a entrega dos certificados”, afirma Erick.

Nos três dias de evento o início das programações é às 19h30. Dias 18 e 19 será no Salão Paroquial da Igreja Santa Terezinha e no dia 20 na Escola Municipal São Francisco de Assis.

A publicação da lista dos artigos aprovados será dia 06 de novembro. O diretor de ensino do município ressalta que o Congresso de Educação de Sarandi realiza a publicação dos artigos em forma de Anais, valorizando ainda mais as produções.

Quem tiver o interesse em participar do Congresso como ouvinte ainda pode se inscrever até o dia 13 pelo site: www.sarandi.pr.gov.br/edu/congresso

 

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Jovens poetas são premiados

O primeiro concurso de poesias promovido pelo Diário na Escola teve grande adesão dos participantes do Programa. Foram recebidas cerca de 600 produções de alunos das redes municipais de ensino de Maringá e mais 14 cidades da região.

As crianças foram desafiadas a criarem uma poesia a partir de qualquer notícia publicada no jornal O Diário do Norte do Paraná. Em sala de aula, os estudantes receberam orientações sobre o gênero textual a ser produzido e deixaram a imaginação fluir no momento da escrita. Cada professor selecionou as três melhores obras de sua turma, e enviou para a equipe do Programa.

11822840_1122616377752612_3288407699000780417_nA escolha dos poemas vencedores foi realizada pelas escritoras maringaenses, Angela Ramalho, Maria Cristina Vieira e Vera Lúcia Margutti. Cada aluno ganhador levou para casa uma bicicleta novinha, e o professor que orientou a produção, também foi premiado.

“Como tivemos que escolher apenas três, decidimos pelas poesias que nos passaram maior encantamento logo na primeira lida, pois o poema estava ali se mostrando através de figuras de linguagens que a criança mesmo sem conhecer soube expressar. Poesia é isso, é arte por excelência, é a expressão subjetiva por meio da linguagem, das palavras que humanizam e que reagem sensivelmente a todas as manifestações e ações”, destaca, Vera.

A escritora comenta que alguns alunos até a surpreenderam pela capacidade de poetizar se inspirando em notícias tristes, duras e frias, abstraindo dali alguma inspiração para a produção de um poema.

A cerimônia de premiação foi realizada na sede do grupo O Diário e contou com a presença dos alunos e professores vencedores, pais, representante das escolas ganhadoras e as escritoras juradas do concurso. Os três melhores poemas foram reproduzidos em banners que serão expostos no pátio das instituições de ensino que tiveram seus estudantes premiados.

“Não esperava ser uma das ganhadoras. Quando recebi a notícia, eu nem acreditei, perguntei duas ou três vezes para a professora se era a minha poesia mesmo que tinha sido escolhida”, brinca a aluna vencedora, Caroliny Vitoria Farias dos Santos.

A educadora premiada, de Maringá, Suely Martins Gomes de Oliveira que leciona para o vencedor, Lucas Eduardo Custodio Rossetti conta que desde que recebeu a proposta do concurso achou desafiador, mas o que auxiliou o trabalho é que o gênero em estudo do bimestre era justamente, o poema. “Para um bom resultado sugeri às crianças leituras de poesias, deveres de casa e produções sobre alguns temas antes de fazer a que seria enviada ao Diário na Escola. Hoje, com a premiação, reafirmei a certeza do quanto o esforço diário em ensinar nossos alunos é recompensador.”

O pai, Fernando José da Silva é só elogios para a filha Maria Eduarda, “essa menina é meu orgulho, sempre estudiosa, adora escrever e em casa tem como momento de lazer, em boa parte do tempo, a leitura. Ela fez por merecer esse prêmio.”

“Nosso objetivo foi criar um Concurso que trouxesse uma reflexão nova acerca da leitura do jornal, despertar um olhar diferente do aluno sobre os acontecimentos diários, com a intenção de sensibilizá-los. Ficamos muito satisfeitos com o resultado, embora a proposta tenha sido um desafio para os educadores, todos se sentiram motivados a enviarem as produções dos estudantes. No próximo ano, pensamos em incluir no calendário uma oficina específica para trabalharmos os gêneros Notícia e Poesia”, enfatiza a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

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Histórias trabalham o imaginário

Um período para o encantamento, o aprendizado e o desenvolvimento da imaginação. Assim foi a última semana para os alunos do 1º ao 5º ano do Colégio Objetivo, que tem investido na arte de contar histórias como auxílio ao desenvolvimento integral das crianças.

Foto AbrePara realizar a atividade, esteve na escola a contadora de história Ákila Moreira, de São José do Rio Preto (SP). Ákila explica em entrevista o significado desse tipo de atividade e diz o quanto é importante resgatar o costume de contar histórias tanto em casa quanto nas escolas. Ela é pedagoga, pós-graduada em Didática, contadora de histórias, bonequeira e tem atuado desde 1996 na área de ensino através da arte de maneira lúdica e criativa. Confira o que ela diz sobre a “arte de contar histórias”.

Qual a importância das histórias na vida das crianças?

O ato de contar história contribui para o desenvolvimento da afetividade e a formação sociocultural da criança como um todo. Ela desenvolve o pensamento, a criatividade, a emoção e melhora a comunicação, entre outros benefícios. Mas infelizmente, o costume de contar histórias está se perdendo entre as famílias e nas escolas.

Como os pais podem agir para manter esse hábito?

Os pais levam uma vida muito corrida hoje em dia e abdicam do tempo com os filhos. Mas estou falando de dez minutos uma vez por semana, pelo menos. O pai que separa um tempo para conversar com o filho, contar histórias, viver esse momento de afetividade verdadeiro, alcança o coração dele. O melhor presente que eu posso dar para meu filho é o meu tempo, e ao contar uma história eu vou marcar a vida dele para sempre.

É preciso ter aparatos para ilustrar a história enquanto você está contando, ou basta, por exemplo, a leitura de um livro?

Não precisa ter nada, mas é preciso envolver a criança para que ela viva aquela fantasia. As situações também podem ser criadas. O cesto do lixo da minha casa, por exemplo, pode virar o chapéu do pirata, o abajur o farol, o meu lençol pode se tornar uma cabana, o meu tapete um navio. É olhar os objetos à volta da criança para criar um mundo de fantasia.

Como o ato de contar histórias contribui com a formação das crianças na escola?

Infelizmente, nossas crianças estão perdendo toda ludicidade, rodeadas por tantos outros estímulos que recebem hoje em dia, principalmente da tecnologia. Mas o “fazer de conta” é muito importante.  Quando se diz “era uma vez….”, você desperta na criança a fantasia, que traz à tona o processo da criatividade. Eu diria então que contar histórias na escola é fundamental.

As histórias ajudam também na formação de futuros leitores?

Com certeza. Outro aspecto que pais e professores devem observar é não ver a criança apenas como ouvinte, mas também como contadora de histórias. Hoje o maior índice de reprovação nos vestibulares é pela deficiência na redação. Os jovens estão com dificuldade de concluir pensamento, interpretar texto, escrever. Ouvir e contar histórias ajuda nesse desenvolvimento. Estamos precisando disso.

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Feira do Livro em Floraí

10685375_10206471690420630_633729048938968064_nNesta sexta-feira (10) a Escola Municipal Elena Maria Pedroni, de Floraí, realiza a 11ª edição da Feira do Livro. O evento acontecerá nas dependências da própria Escola, das 13h30 às 20h00, com representantes de editoras de todo o do país que irão expor seus títulos e novidades no mercado literário. Com preços promocionais a partir de R$ 1,00, os visitantes poderão adquirir lançamentos e obras pedagógicas, literárias e coleções.
“A Feira é uma grande oportunidade de promover o hábito da leitura, além de proporcionar diferentes eventos que aproximam ainda mais os nossos alunos da vida literária”, ressalta a professora e diretora da Escola, Vania Ganaza.
A renda obtida será revertida em compras de livros a serem utilizados pelos alunos da rede municipal.

Fonte: Assessoria de Imprensa de Floraí

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I CONGRESSO DE EDUCAÇÃO DE SARANDI

Acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de outubro o I Congresso de Educação de Sarandi.

O evento tem por objetivo mobilizar os diferentes profissionais da Educação, socializando trabalhos que vêm sendo realizados nesta área.

A organização é da Secretaria Municipal de Educação de Sarandi, oferecendo palestras e apresentação de artigos científicos.

O congresso tem como público alvo professores (em exercício e em formação) e profissionais ligados à Educação.

A inscrição é gratuita e precisa ser realizada pelo site do evento: www.sarandi.pr.gov.br/edu/congresso

Cronograma:

DATA LOCAL ATIVIDADE
15/10 Avenida Londrina, 1700 – Jardim Independência/Sarandi Palestra de abertura: A sala de aula reflexiva – o papel do professor frente aos novos desafios (Jamar Monteiro).
16/10 Avenida Londrina, 1700 – Jardim Independência/Sarandi Apresentação de trabalhos científicos
17/10 Avenida Londrina, 1700 – Jardim Independência/Sarandi Palestra de encerramento: Sou feliz por ser professor (Jairo de Paula)

 

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Copa do Mundo contextualiza a magia do esporte às disciplinas

No corredor de entrada da Escola Municipal Alfredo Sofientini todos são recebidos por uma bandeira do Brasil que está revestindo o teto, um placar foi feito especialmente para anotar os resultados das partidas, e dentro de um quadro é possível admirar o modelo do uniforme que a seleção brasileira usou na Copa de 1974. “Estamos motivados e ansiosos pelos jogos, por isso adequamos a escola de uma forma em que todos se sintam ainda mais, brasileiros”, destaca a diretora Maria Ivanir Gonçalves Bertão.

Foto abre 02A partir da matéria divulgada na coluna do Diário na Escola, a respeito do Fuleco, a professora Sônia Gimenes iniciou os trabalhos que envolvem o campeonato. “Discutimos sobre o tatu-bola, o habitat natural da espécie, o por que ele foi escolhido como a mascote e também o significado do nome Fuleco. Foi uma aula diferente e bastante participativa. As crianças não pouparam dedicação e criatividade no momento de desenvolver as propostas solicitadas.”

“Já estou com todas as informações na ponta da língua. O primeiro jogo da Copa será entre Brasil e Croácia em São Paulo, e a disputa da final, no Rio de Janeiro. Entre as atrações do show de abertura teremos a cantora Cláudia Leitte. E as bolas dos jogos serão patrocinadas pela Adidas, todas com cores que representam a bandeira do Brasil”, conta, entusiasmado, o estudante, Kauã Menk.

Foto abre 03Valéria Nunes também é professora na Escola Sofientini e aproveitou as bandeiras que estão penduradas pela instituição para trabalhar geometria com seus alunos. “Desenvolvi atividades apresentando as figuras planas e os sólidos geométricos. Para tornar a produção mais divertida, enfeitamos a sala com camisetas, bolas e estrelas, todas feitas a partir de dobraduras. As bolas, por exemplo, foram criadas a partir de pequenos pentágonos e hexágonos, que juntos, se transformaram no maior símbolo do futebol. O que me surpreendeu nesta aula foi que em vez de ensinar, na verdade quem aprendeu, fui eu.”

JUNTOS, SOMOS UM TIME

O aluno Alisson Mateus Pereira dos Santos, do 5º ano “B” da Escola Sofientini, usou seu talento literário para escrever um poema na torcida pelo Brasil. Confira:

COPA

32 seleções

Diferentes nações

Em busca da taça

Independente da raça

O mundo inteiro

11 jogadores com o goleiro

Na TV ou no estádio

Na internet e no rádio

Quem será o campeão?

Haja coração!

Veterano ou juvenil

Esperando o hexa do Brasil.

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Escolas de Astorga no clima da Copa

Em junho, nenhum assunto no Brasil vai ser mais importante do que a tão aguardada Copa do Mundo. E não é para menos, estamos a caminho do hexa, título jamais alcançado por alguma seleção. Na escola, o evento costuma provocar uma alteração no comportamento da garotada e de muitos professores – ninguém consegue falar de outra coisa. Conscientes dessa “febre”, as equipes pedagógicas das instituições de ensino têm entrado no clima dos jogos decorando as salas de aula e preparado atividades sobre a temática. Algo que pode ser visto, por exemplo, nos ambientes escolares do município de Astorga.

Na Escola Municipal João Daniel Machado Benetti, está sendo desenvolvido o projeto Copa do Nosso Mundo. Diretoria, coordenação e professores estão engajados para mostrar aos alunos que o evento é mais do que futebol, é também uma oportunidade de mostrar aos estrangeiros as qualidades do nosso país. “Repassamos às crianças que devemos respeitar as seleções que estarão nos visitando e deixar claro que ter espírito esportivo é competir, participar, e não necessariamente vencer”, conta a professora Fátima dos Santos Herrera.

No cronograma de atividades propostas durante este período de festividades, os estudantes vão conhecer as culturas dos países envolvidos no campeonato mundial; a história de outras Copas; confecção de cartazes para torcida; bandeiras, bolas e uniformes produzidos com materiais recicláveis que pretendem despertar o interesse pelo aprendizado.

“Algo que nós temos discutido nas aulas é o tema ‘paz’, seja nos lugares onde as pessoas irão assistir aos jogos ou mesmo dentro do campo. E isso tem gerado bons resultados, inclusive, na convivência dentro da escola com sentimentos de coletividade e parceria uns com os outros, pois destacamos que mesmo o futebol sendo uma disputa, os jogadores trabalham em união na busca do melhor resultado”, ressalta a coordenadora Edilaine Piva.

Racismo, não

O estudante Hugo Amaral aconselha: “Como somos o país sede, temos que fazer a diferença! Em alguns campeonatos, a torcida comete bullying contra os jogadores, e, na maioria dos casos, por racismo. Isso é algo que não podemos deixar acontecer na nossa Copa.”

Maria Eduarda do Carmo, também aluna da Escola João Daniel, explica que durante as aulas sobre o evento mundial, tem aprendido assuntos novos. “Estudamos sobre a alimentação e o uso de drogas. Os jogadores para terem boa disposição precisam comer frutas e verduras diariamente, e aqueles que não quiserem ser punidos no exame antidoping não podem usar anabolizantes antes das partidas, aliás, o correto é nunca usar, pois isso é algo muito prejudicial à saúde.”

Fátima, a professora da turma, está realizada com o envolvimento das crianças. “Quando fui decorar a sala de aula pedi para que viessem no contraturno me ajudar. Não imaginei que teria grande participação, mas quando cheguei na escola fiquei surpresa. Estavam todos aqui, prontos a colaborar. Este comprometimento deles é que me motiva a buscar uma educação de qualidade, sempre!”, diz.

Foto abre 01

DISPOSIÇÃO. Estudantes da Escola João Daniel se reuniram no contraturno para decorar a sala de aula e entrar no clima de Copa

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