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O Dia do Folclore foi o tema da coluna do Diário na Escola de terça-feira

Olá pessoal! A semana começou agitada no programa O Diário na Escola! A segunda-feira, 21, foi dia de oficina pedagógica em Marialva. O assunto foram os Distratores e a Prova Brasil e os profissionais da Educação participaram de mais um encontro com a professora Alethéia Braga. Os distratores são aquelas alternativas que parecem certas na hora […]

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Canais infantis incitam o consumo

Olá pessoal! No dia 13 de agosto, último domingo, a reportagem da jornalista Pauline Almeida falou da publicidade e da propaganda direcionadas às crianças para estimular o consumo. Sem o acompanhamento dos responsáveis, os pequenos estão sujeitos a um “bombardeio” de informação. Além disso,  as propagandas não estão apenas no intervalo da programação. A matéria alerta os […]

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“NICOLAU, O MENINO AZUL” FOI INSPIRADO POR UMA FOTO DO DIÁRIO

Olá pessoal! Na edição de hoje circula a nossa coluna O Diário na Escola, no Caderno D+. Para quem ainda não leu o Diário do Norte do Paraná hoje, apresentamos três trabalhos maravilhosos desenvolvidos nas cidades de São Jorge do Ivaí e Marialva. Linguagem jornalística desafia os alunos A turma do 4ºC da professora Simone Carbone,  de São Jorge do […]

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Amanhã a gente tem novidade por aqui

Olá pessoal!

A gente passou por aqui para antecipar as boas vindas para o mês de agosto e deixar todo mundo curioso!

Vamos dar apenas três palavrinhas e vocês tentam adivinhar:  frase + Viapar + escolas municipais. Descobriram?

Só um pedacinho da coluna de amanhã no Caderno D+

A Coluna Diário na Escola de amanhã está prontinha e apresenta alguns trabalhos que pessoal de Floraí fez. A gente agradece os professores e a diretora da Escola Municipal Elena Maria Pedroni que compartilharam os trabalhos!

Mão na massa

As professoras Tatiana e Eliane produziram o jornal mural com os alunos do Fundamental. Eles usaram a seção de Esportes aqui do Diário como inspiração porque a última edição regional dos Jogos Escolares foi sediada lá. 

Capacitação

E por falar em Floraí, os profissionais da Educação participaram da oficina “Descritores: um convívio diário”, com a professora Alethéia Braga Ribeiro. O encontro sobre  Prova Brasil  foi muito produtivo e teve elogio de todo mundo, até da Secretária de Educação. Parabéns aos professores que dividiram suas experiências no encontro!

Na semana que vem a oficina pedagógica vai acontecer em Sarandi e depois a gente conta como foi.

Até amanhã!

Abração da Equipe O Diário na Escola

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Artistas gráficos têm espaço garantido no Jornalismo

Olá pessoal! Antecipamos no último post um bate-papo com o infografista, ilustrador e artista gráfico, Welington Vainer. Ele trabalha na redação do jornal O Diário e desenvolve capas especiais e os infográficos que ilustram as reportagens dos mais diversos segmentos: tabelas esportivas, infográficos sobre cinema, gastronomia, economia e até política. Em uma entrevista exclusiva para a Equipe […]

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Patrimônio histórico à mesa

Para a Unesco, comidas típicas são reconhecidas pela comunidade como parte de sua identidade cultural. Em Maringá, cachorro-quente prensado acaba de se tornar o lanche típico da cidade

Redação O Diário

odiarionaescola@odiario.com

HUMM. O famoso e delicioso cachorro-quente prensado: agora, o lanche típico da cidade – Foto: JC Fragoso

Os pratos típicos de cada região contam histórias do povo que vive ali, dos frutos da terra e dos costumes natos do lugar ou trazidos com a imigração. Para preservar essas receitas e ingredientes para as próximas gerações a Gastronomia popular teve algumas preparações incluídas no patrimônio cultural imaterial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Você sabe o que isso quer dizer? Significa que a comida típica é reconhecida pela comunidade como parte de sua identidade cultural.

Maringá acaba de escolher o dogão como prato típico do município, mas não é qualquer receita de pão com salsicha, é o cachorro quente prensado com salsicha cozida com tomate no pão preparado com uma receita guardada a sete chaves e molhos especiais. A escolha oficial aconteceu no dia 21 de junho com a aprovação pela Câmara de Vereadores. A aprovação não foi unânime, foram cinco votos contra e uma abstenção, mas venceu a maioria e o projeto de lei do vereador Belino Bravin (PP) foi aprovado com nove votos favoráveis.

Apesar da polêmica se o dogão representa ou não o município, não é a primeira vez que um lanche é escolhido como comida típica. O sanduíche Bauru (SP) e o empadão de Goiás (GO), por exemplo estão perto de serem incluídos como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Essas receitas estarão no mesmo patamar de relevância que o acarajé, o queijo de Minas, a cajuína do Piauí, entre outros.

 

Para entender por que o dogão de Maringá é tão especial, o melhor jeito é experimentar. Enquanto isso é interessante ler a série de reportagens publicadas entre junho e julho desse ano no Diário. Uma delas, assinada pelo jornalista Alexandre Gaioto, revela até onde chega o “dogão maringaense” com a receita original:

“A 26,7 km da Esplanada dos Ministérios, os moradores de Brasília se refestelam com um cachorrão à maringaense. Em São Paulo, a 4 km da Avenida Paulista, paulistanos se fartam com dogões batizados de Praça do Peladão, Expoingá e Estádio Willie Davids. A duas quadras do mar, turistas e catarinenses há cinco anos se regalam com prensados maringaenses. Em Astorga, Mandaguaçu, Floresta e Iguaraçu também é possível encontrar, pelas calçadas, lanches que se gabam de reproduzir o famoso cachorrão de Maringá.

A maioria desses lugares é administrada por maringaenses que encomendam pães especiais, produzidos em duas fábricas daqui e uma de Sarandi. Esses três fornecedores, segundo empresários do ramo, chegam a servir uma média de cinco mil pães por dia cada fábrica, abastecendo os carrinhos de hot dog dentro e fora de Maringá”. (Matéria publicada em 9 de julho de 2017)

Em geral as comunidades fazem festas para saborear os pratos típicos de cada localidade. A Festa Nacional do Chope Escuro, a Münchenfest, de Ponta Grossa, acontece em dezembro e é a maior festa do Paraná. Ainda é cedo para dizer se a Maringá vai ter uma “Festa típica do Dogão Prensado”, mas na região não faltam oportunidades para provar receitas locais:

Festa da Leitoa Desossada à Pururuca– Paraíso do Norte

Festa da Leitoa Mateira– Mamborê

Festa do Boi no Rolete– Altônia, Engenheiro Beltrão, Marechal Cândido Rondon, Planalto, Ribeirão Claro, Santa Fé e Santa Terezinha de Itaipu

Festa do Carneiro no Buraco– Campo Mourão (A segunda festa mais importante do Paraná)

Festa do Costelão– Luiziana, Maripá, Palotina e Santa Helena.

Festa do Costelão ao Fogo-de-Chão– Paranavaí

Festa do Frango– Bom Sucesso, Cafelândia, Novo Itacolomi, Toledo e Umuarama

Festa do Porco na Lata – Mandaguaçu e Santo Inácio

Festa do Porco no Rolete– Cidade Gaúcha, Mandaguaçu, Sertaneja e Toledo

 

 

 

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Reciclagem: a única saída

Uma das maneiras de minimizar os problemas causados pelo lixo é a reciclagem. Atualmente, costuma-se dizer que os inconvenientes do lixo podem ser solucionados a partir da regra dos cinco Rs: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar, pois, em virtude disso, ocorre uma mudança comportamental, social, econômica e ambiental que diminui a quantidade de resíduos produzida.

Pensando nisso, a professora Naira Natiele Novello que trabalha no Projeto Semeando o Futuro, em São Jorge do Ivaí, desenvolveu uma série de atividades a partir do tema meio ambiente para que os alunos se conscientizassem da importância da classificação do lixo antes do descarte.

Foto Abre

“Diante do projeto tive que me aperfeiçoar muito em relação a cada tipo de lixo para poder orientar os alunos nos dez tipos que existem. Explicando mais que somente os cincos que somos acostumados a ver no nosso cotidiano. No total temos o descarte de: metal, vidro, plástico, papel, madeiras, resíduos perigosos, radioativos, não recicláveis, orgânicos e ambulatórios”, explica a professora.

As atividades iniciaram, primeiramente, com aulas teóricas, vídeos e produções escritas, em seguida foram confeccionados recipientes de coleta para os dez tipos de lixos usando tambores de argamassa vazios. Assim, já se começou reciclando estes objetos que iriam para o lixão. Os estudantes usaram o jornal que já havia sido lido e relido como matéria prima para encapar os tambores possibilitando a pintura referente a classificação do lixo que cada um iria representar.

Após essas etapas, cartazes de conscientização e uma faixa com a duração do lixo no meio ambiente foram produzidos. E, nas últimas semanas, a professora e as crianças realizaram uma passeata pelo centro de São Jorge do Ivaí e os alunos, devidamente protegidos com luvas, recolheram o lixo das ruas do trajeto já os classificando e dando o descarte correto. Por fim, os pequenos foram homenageados recebendo uma pulseira escrita “Eu Reciclo”.

“Eu gostei desse trabalho, pois mostramos para as pessoas a importância de reciclar e elas viram que jogar lixo no chão polui o planeta. Porém, o mais difícil, foi fazer a classificação, pois são muitos tipos de lixo que devem ser separados”, conta o aluno João Vitor Damásio da Silva.

A colega, Danieli Nunes Costa Alves comenta que se divertiu durante o projeto. “Foram importantes as atividades realizadas e estar na passeata, pois todos viram que é fundamental separar o lixo e que não pode o jogar no chão. Com a população ajudando poderemos ter uma cidade melhor e mais limpa.”

“A iniciativa da professora Naira juntamente com os alunos foi inspiradora e de um grande conhecimento para a comunidade, pois não é comum saber a classificação de tantos tipos de lixos que existem, além da conscientização o projeto repassou um novo aprendizado. Foi encantador ver como as crianças se envolveram e estavam atentas sobre a importância de cuidar do nosso próprio lixo, tanto que quaisquer lixos que eles veem, imediatamente colocam na lixeira mais próxima ou classificam quando possível”, ressalta a diretora do Semeando, Rozilene Cassanho Zago.

Naira finaliza dizendo que após os estudos os alunos conseguiram perceber a importância de classificar cada descarte, seja para contribuir com o meio ambiente ou com a nossa rotina de vida. “Acima de tudo eles levaram este conhecimento para seus lares e transmitiram o ensinado para os parentes, assim o saber não ficou somente na sala de aula, além do mais, no momento da passeata, muitas pessoas da comunidade se comoveram com a iniciativa das crianças em limparem as ruas e a praça por onde passamos. Acredito que plantamos uma sementinha.”

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Matemática em pauta

Nas últimas semanas, mais de 200 profissionais da educação que fazem parte do Diário na Escola estiverem na formação “A organização do ensino de Matemática: o uso do jornal em sala de aula”, ministrado pelas professoras doutoras Luciana Lacanallo Arrais e Silvia Gonzaga de Moraes, e pela mestre Paula Tamyris Moya.

O encontro abordou de forma dinâmica, aliando prática e teoria, as diferentes formas de extrair conteúdos matemáticos das páginas do Diário. Uma didática que visa auxiliar o educador no trabalho com a disciplina em sala de aula, tornando o momento de aprendizado algo prazeroso e com significado social para a vida do estudante.

Foto AbreAs ministrantes apontaram que o trabalho interdisciplinar com o jornal, de forma geral, ocorre com ênfase na Língua Portuguesa. Sendo assim, o maior desafio é pensar no processo de ensino e aprendizagem dos conceitos matemáticos para além do que já está posto nos jornais. Ressaltando que o significado do impresso como um recurso didático que de fato contribui para o ensino de matemática depende diretamente das ações de ensino sistematizadas pelo professor. Dessa forma, o Diário deve ser compreendido como uma fonte documental que contribui para a apreensão dos fatos em movimento, na relação entre o passado, presente e futuro. Além disso, é um meio de propaganda e atualização, no âmbito local e mundial.

“O encontro foi de grande valia, uma vez que ofereceu diversas possibilidades matemáticas por meio do material visual, neste caso o jornal. Vale ressaltar o domínio do conteúdo e a didática das formadoras que favoreceu positivamente o aprendizado”, comenta o professor Rafael Orlandini.

Durante a formação os participantes conheceram formas de trabalho com gráficos, tabelas, estimativa, escala, números romanos, ângulos, porcentagens, números decimais, calendário e formas geométricas que podem ser todos extraídos das páginas do jornal. Silvia, Luciana e Paula ressaltam que, “uma maneira de trabalhar com o impresso no ensino de matemática é analisar os conteúdos que permeiam as diferentes reportagens de forma implícita, ou seja, aquilo que não é dado de imediato por meio das imagens e textos jornalísticos.”

Orlani de Carvalho participou do encontro e disse que as informações apresentadas superaram suas expectativas, pois possibilitou a compreensão do uso do jornal nessa área de ensino pouco discutida e que facilitará o trabalho pedagógico indo além dos conteúdos explícitos.

“As atividades apresentadas pelas ministrantes foram muito boas, pois a matemática está na vida de todos. Devemos, como educador, tirar esse medo que as crianças têm da disciplina e fazer com que as propostas didáticas interajam com a rotina de vida delas”, diz a professora Suelena Yoshie Jaqueta. A colega de curso, Norayama da Silva Falcão, completa “saio do encontro de hoje muito mais motivada para planejar e aplicar uma situação de ensino-aprendizagem com as ideias apresentadas a nós.”

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Matemática revisitada

Professores do Ensino Fundamental de Marialva discutem novos métodos de ensino de Matemática. O objetivo do Programa de Formação Continuada é melhorar a mediação dos conteúdos pelos servidores e a compreensão pelos alunos. Frações, porcentagens e números decimais estão sendo revisados.
A capacitação, ministrada pela doutora Magna Natalia Marin Pires, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), aborda diferentes técnicas de estímulo à interpretação dos números. Durante a atividade, os professores marialvenses dos quarto e quinto anos, apresentaram dúvidas sobre a construção de enunciados de problemas e retas decimais.
marialva 01“Os livros didáticos adquiridos pelo município têm boa qualidade e, a partir deles, pedi para que os professores apontassem as dificuldades vividas em sala de aula”, explicou a doutora. “Então, para educar pela Matemática, é preciso que, primeiro, o corpo docente do município aprenda e compreenda os conteúdos.”
Nos cinco encontros anteriores, Pires também trabalhou operações numéricas básicas, como a adição, a subtração e a divisão. “A diferença está no método de ensino. Ou seja, num mundo tecnológico, em que as calculadoras estão nos aplicativos de smartphones, os números precisam fazer sentido para as crianças”, pontua. “Ao explicar as partes de uma fração, por exemplo, o profissional tem de usar elementos do cotidiano dos alunos. Frutas, brinquedos ou objetos da própria sala de aula podem ‘dar vida’ ao numerador e ao denominador, a fim de que o aprendizado seja efetivo.”
Para a doutora, a Matemática é fundamental à formação do raciocínio lógico das crianças e, consequentemente, no auxílio de tomada de decisões em estágios posteriores à infância. “Portanto, repensar e reavaliar o processo de ensino é privilégio para poucos. Fico feliz em contribuir com a Educação de Marialva.”

 

Formação Continuada

A secretária municipal da educação de Marialva, Maria Inez Bria ressalta que promover e investir em formação continuada para os docentes é indispensável e extremamente importante, pois o conhecimento científico desenvolvido nas academias está ao alcance de todos que participam dos cursos. “Nossos formadores são extremamente capacitados e estão regularmente em atividades de pesquisa nas instituições universitárias, o que garante a atualização constante dos conhecimentos. Para o docente, o processo de formação na busca de qualificação, faz com que melhore sua pratica pedagógica e amplie seu conhecimento profissional. Também desenvolve a capacidade de ser mediador e facilitador do conhecimento, um importante ativo da aprendizagem de seus educandos. Portanto, o espaço de formação deve se traduzir em um momento de ação, reflexão que proporciona a aquisição de novos conceitos em cada discussão realizada. A trajetória profissional só terá sentido se relacionada à sua vida pessoal, individual e na interação com o coletivo.”

A formação continuada já vem sendo considerada, juntamente com a formação inicial, uma questão fundamental nas políticas públicas para a educação. A escola está desempenhando vários e novos papéis na sociedade atual e este vem sendo um campo de constante mutação, com isso o professor desenvolve um papel central, é ele o responsável pela mudança de atitude e pensamento dos alunos. O professor precisa também estar preparado para os novos e crescentes desafios desta geração que nunca esteve tão em contato com novas tecnologias e fontes de acesso ao conhecimento como hoje.

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Copel faz projeto em escolas

Foto AbreAlunos das escolas municipais de Maringá estão recebendo uma visita diferente nas últimas semanas. São eletricistas, leituristas e profissionais administrativos da Copel que vão às salas de aula, de forma voluntária, para levar orientações importantes sobre o uso seguro e eficiente de energia elétrica através do programa educativo Iluminando Gerações.

As crianças aprendem sobre o caminho que a energia percorre desde as usinas geradoras até chegar aos consumidores finais, como ocorre um curto-circuito e quais materiais são condutores de eletricidade. Assim, fica mais fácil entender o porque não se deve soltar pipa com material metálico, ou concluir se é ou não perigoso mudar a temperatura do chuveiro com o equipamento ligado.

A voluntária da Copel, Camila Satiro Fugii está há três anos no projeto e se diz motivada por saber que os estudantes levarão as informações para as pessoas que convivem. “Eles são nossos multiplicadores de orientações de segurança, com isso conseguimos evitar fatalidades, em especial, as que ocorrem na comunidade.”

A colega de trabalho e também voluntária, Vanessa Neves ressalta que as crianças precisam estar atentas aos riscos que envolvem a energia elétrica, pois em boa parte dos casos elas são as vítimas dos acidentes simplesmente por falta de conhecimento.

O aluno, Maycon Armando Bozzi comenta que após assistir a palestra do Iluminando Gerações mudará uma série de atitudes. “Percebi que ações do meu dia-a-dia me deixam em risco, a exemplo das vezes em que uso um pedaço de madeira para tirar fruta da árvore, sendo que bem acima passa uma rede elétrica. Algo que parecia normal para mim, me deixa vulnerável a um choque.”

Para não esquecer as informações recebidas pelos voluntários da Copel as crianças levam para casa um kit com caderno, lápis, régua e uma cartilha com dicas de segurança. A diretora da Escola Municipal Campos Sales, Lucília Tomazini Hoffmeister destaca a importância da atividade para a formação integral dos alunos: “O projeto é de grande valia dentro dos espaços escolares, pois instiga o debate com as crianças, exemplifica com situações vivenciadas no cotidiano delas e ainda ressalta os cuidados que devemos ter com o meio ambiente. Afinal, a energia vem da água.”

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