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Saúde bucal para os pequenos

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“Se você não escovar os dentes direito, o bichinho vai fazer um buraco neles.” Desde cedo os pais contam histórias como essa para mostrar a importância de cuidar da saúde bucal. Com toda razão, já que prevenção é a palavra de ordem para quem busca um sorriso perfeito. Especialistas apontam que ela deve começar desde bebê com a limpeza da gengiva e assim que os primeiros dentes começarem a despontar, a criança já deve ir a uma consulta com um odontopediatra.

Pensando nisso, a Legião da Boa Vontade (LBV), em Maringá, ofereceu para as meninas e os meninos que são atendidos pela instituição uma palestra educativa e lúdica ministrada por dentistas da Secretaria de Saúde da cidade sobre como ter um sorriso saudável.

Super atentas, as crianças receberam informações importantes sobre a maneira correta de escovar os dentes e cuidar de toda a boca. “A prevenção é a maneira mais econômica e menos desagradável de cuidar da saúde bucal e com muitas possibilidades de obtenção de resultados satisfatórios”, destacou a Dra. Maristela Yokoyama.

O Projeto Saúde Bucal, da LBV, é desenvolvido em parceria com a Unidade de Saúde do bairro e promove atividades que colaboram para o bem-estar físico e mental dos atendidos, além de promover ações de educação preventiva e curativa, conscientizando-os da importância de manter a dentição e a boca saudáveis.

Após a palestra e demonstrações, as crianças entenderam a maneira correta para a escovação e prevenção de doenças; compreenderam a importância da escovação após as refeições; identificaram os vilões dos dentes; reforçaram a importância da escova, do creme dental e do fio dental na limpeza dos dentes; assim como a relevância dos dentes na alimentação, comunicação e no relacionamento social.

Com escovas e creme dental em mãos, as crianças demostraram tudo que aprenderam. No momento da escovação, as dicas foram colocadas em prática. O atendido Felipe do Carmo de Jesus atento à palestra, disse: “aprendi que devo cuidar dos meus dentes, cuidar para não ter cáries e outras doenças que possam prejudicar minha saúde. A melhor forma de prevenir é fazer uma boa escovação e usar o fio dental. ”

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Ensino de Libras na LBV

A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) tem atingido grande relevância nas discussões educacionais e culturais. Graças às conquistas alcançadas após um vasto histórico de lutas e desafios, os que fazem uso dessa língua têm garantido cada vez mais seu espaço.

A fim de apoiar a inclusão social do público surdo, a Legião da Boa Vontade (LBV) em Maringá desenvolve o projeto “Aprendendo LIBRAS”.

A valorização da diversidade cultural faz parte da aprendizagem das crianças e dos adolescentes atendidos pela Entidade. “Buscamos, com esse projeto, ensinar aos atendidos uma nova forma de se comunicar e interagir em sociedade, além de fazê-los refletir que o modo oral não é o único meio de se expressar. É importante aprender novas formas. A Língua Brasileira de Sinais  os utiliza como meio de comunicação. Os sinais são marcados por movimentos específicos realizados com as mãos e combinados com expressões faciais e corporais”, explica a educadora social e idealizadora da oficina, Helen Braga do Prado.

Foto AbrePara a atendida Emanuelly Karoline Ruis Calciolari a experiência tem sido produtiva. “Eu gosto muito de aprender LIBRAS, porque é uma língua que conhecemos praticando, além de ser importante a possibilidade de se comunicar com quem não ouve. A gente passa a ter mais respeito pelas diferenças.”

O desenvolvimento do projeto seguiu as seguintes etapas. Primeiro a educadora social Helen Braga contextualizou para os atendidos o que é a linguagem de sinais. Em seguida eles assistiram a um vídeo que ensinava o alfabeto em LIBRAS. Helen ainda contextualizou a realidade social de um surdo e sua cultura. As crianças e adolescentes aprenderam o alfabeto, os sinais dos animais e frutas por meio de brincadeiras de adivinha. Na sequência foram desafiados a pesquisar os sinais de cordialidades e apresentar para os colegas. E, por fim, os atendidos tiveram a oportunidade de ter um bate papo com Susamara Cordeiro Machado, professora de LIBRAS e surda, acompanhada das intérpretes, Francielle Cristina Lopes e Cintia Prezoto.

“Seria importante que todos os ouvintes aprendessem LIBRAS, pois é uma forma de ampliar nossos conhecimentos e também respeitar o outro. Na oficina consegui fazer a construção de algumas frases, e assim, pude conversar com a Susamara”, explica a atendida Alexandra Thays Zuela.

A professora de Libras aponta que é muito importante as crianças aprenderem a linguagem de sinais, pois assim elas reconhecerão o surdo na sociedade, entenderão que o surdo é diferente e possui uma cultura e identidade próprias. “Foi importante compartilhar minha experiência com as crianças e os adolescentes, mostrar que nós surdos somos capazes, assim como eles. É fundamental esta troca e interação, pois serão cidadãos melhores”, diz.

Cintia Prezoto, estudante e intérprete, comenta que quando a criança tem contato com a LIBRAS, já cresce sabendo um pouco sobre a comunicação do surdo, tendo assim, mais facilidade para se comunicar e poder ajudar um quando necessário. “As crianças da LBV tiveram esse primeiro contato e ficaram curiosas, fizeram inúmeras perguntas e algumas até se ariscaram a comunicar sem a ajuda da intérprete. Foi gratificante as ver fazendo os sinais de frutas, animais e escrevendo seus nomes.”

Francielle Cristina Lopes, que é professora e intérprete finaliza ressaltando que o surdo não se expressa pela voz, e sim pelas mãos! “É importante essa interação desde pequenos, pois auxilia na cidadania, no respeito às diferenças, no desenvolvimento e até na escolha de uma profissão, pois como intérprete de LIBRAS, mostrei o quão bom é interpretar e conhecer este mundo surdo.”

 

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Esporte inclusivo é tema de atividade

Foto AbreMeninas e meninos atendidos pela Legião da Boa Vontade (LBV), de Maringá, participaram de atividades esportivas inclusivas, com a proposta de promover a conscientização quanto ao respeito às pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. A proposta teve início após a leitura das notícias do Diário com as seguintes manchetes: “Vereadores sentem na pele a falta de acessibilidade” e “Soldados sem acessibilidade”.

O tema abordado nas matérias chamou a atenção do educador social, Willian Aparecido Dias Silva que decidiu levar o assunto para ser discutido de maneira prática dentro da instituição. A partir disso, cerca de 150 crianças e adolescentes vivenciaram as dificuldades ao praticarem caminhada com obstáculos, futebol com olhos vendados e simulação de locomoção em cadeira de rodas.  “Devemos estar preparados para receber e conviver com portadores de deficiência, toda e qualquer pessoa merece ser acolhida”, destaca o atendido, Eber Felipe da Silva Reis.

Para mostrar a importância de se colocar no lugar do outro, os atendidos realizaram várias atividades, a exemplo da proposta: Qual é a fruta? E qual é o objeto?, possibilitando o estímulo do paladar e do tato. “O objetivo é contribuir para a formação do cidadão na sociedade, desenvolvendo união, amizade, cooperação, bem como o respeito ao próximo. As crianças e adolescentes têm dificuldade de compreender o que significa ser deficiente. Por isso, essas experiências permitem que elas percebam melhor a rotina de quem tem a mobilidade reduzida”, enfatiza Willian.

As atividades lúdicas foram realizadas para estimular os sentidos – visão, tato, olfato e paladar. Lembrando que na ausência de um sentido, a pessoa busca outras formas de interação. No caso dos portadores da deficiência visual, por exemplo, a falta da visão faz com que outros sentidos sejam aguçados. “Este momento foi muito importante, pois aprendi sobre o universo das pessoas com deficiência. Com meus olhos vendados, experimentei diversas situações com o auxílio de um colega. Percebi como é importante o apoio do outro na nossa vida,” conta a atendida, Laodicéia Vitória Marcelino Morais.

Na proposta de viver a realidade de uma criança com deficiência visual, os atendidos foram vendados e participaram de uma simulação de uma caminhada com obstáculos. “O retorno foi impressionante. Pude observar como eles chegaram e como saíram diferentes e sensibilizados depois das atividades”, afirma o educador.

O atendido, Wellington Leonardo Tavares Lesse experimentou a deficiência visual por alguns minutos e relata como se sentiu, “não tinha noção como a pessoa que não enxerga se sentia na rua. É muito difícil andar sem visualizar nada.”

Após vivenciarem essa realidade diferente da que estão habituados, meninos e meninas aprenderam sobre a importância do trabalho em grupo, desenvolvendo ainda a disciplina e atitudes necessárias para a integração social e formação do cidadão. “Somos todos diferentes, por isso não deve existir preconceito”, ressalta a atendida, Maria Júlia Gonçalves Ribeiro.

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Alimentação em pauta

DSC_0355Diante da variedade de lanches e comidas rápidas que existem no mercado, nem sempre é fácil convencer uma criança sobre o quanto é importante se alimentar de forma saudável. Salvo as exceções, quando se fala em verduras, a resistência é ainda maior. De acordo com dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o número de crianças entre cinco e nove anos com excesso de peso chegou a 33,5%. Entre os adolescentes o percentual atinge 20,5%. Além da alimentação incorreta, a falta de exercícios físicos – devido ao tempo em que ficam frente à televisão ou computador – também colaborou para esses índices.

A educadora social da Legião da Boa Vontade (LBV), Andréia Siqueira Gonçalves encontrou no Diário a matéria com a manchete, “Frutas importadas movimentam R$ 2,3 milhões em Maringá e região”, e apresentou a notícia aos atendidos da instituição com o objetivo de incentivá-los a terem bons hábitos alimentares e ainda mostrar a diferença do preço de frutas, por exemplo, de acordo com as estações do ano.

Para iniciar a atividade, as crianças leram a notícia e debateram sobre o tema. Na sequência, os atendidos montaram um mural com rótulos de alimentos que trouxeram de casa e fizeram uma separação, de quais eram saudáveis ou não. Desta forma eles reconheceram que determinados produtos devem ser consumidos com moderação.

“Nos preocupados com a formação do cidadão. Então, durante a aula expus a importância de não desperdiçar os alimentos, de colocar no prato apenas a quantidade que vai consumir e o respeito que se deve ter à mesa de refeição”, destaca Andréia.

Na proposta de tornar a atividade ainda mais divertida, a educadora desafiou os pequenos a prepararem uma salada de frutas. Neste momento, todos foram para cozinha e colocaram a mão na massa. Finalizando o trabalho com muita animação e, claro, aprendizado.

“É interessante perceber que a partir de uma notícia do Diário, os atendidos absorveram bem a todos os outros conteúdos apresentados. Entenderam que a alimentação saudável é fundamental para uma vida com qualidade. Constatar a participação efetiva e o entusiasmo de todas as crianças e adolescentes, foi contagiante”, comemora Andréia.

DICAS

Confira as sugestões dos atendidos da LBV para você manter, diariamente, uma alimentação de qualidade:

1)      “Não precisa ser fruta cara, podemos dar preferência aos alimentos e frutas da época e que são produzidos em nossa região.” Bruno Rafael Deolindo, 12 anos.

2)      “Lembre-se de colorir seu prato, fica mais bonito e gostoso!” Lais Cristina Pereira Martins, 6 anos

3)      “Não precisa comer exageradamente, o ideal é consumir na quantidade certa!” Amanda Eduarda T. Lesse Soares, 7 anos

4)      “Ah! E os alimentos devem estar livres de contaminações.” Sabrina Franciele dos Santos Silva, 12 anos

5)      “Diminua o açúcar e o sal da sua alimentação.” André Marques Ribeiro, 8 anos

6)      “Diminua a gordura também!” Felipe do Carmo de Jesus, 8 anos

7)      “Não se esqueçam de beber bastante água, faz bem para saúde e pratique esportes.” Ana Clara Lima, 9 anos

8)      “Aquele lanche e aquela pizza, hummm! Vamos comer só de vez em quando!”  Júlia Adrielly de Paiva, 10 anos.

9)      “Chocolates e doces, são uma delícia! Adoro! Mas, não podemos comer todos os dias.” Victor Hugo Reis Moreira, 9 anos

10)   “Vamos todos comer saudavelmente e assim, ter muita saúde!” Thamirys Gabrielly Flores Silva, 8 anos.

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Câmera na mão e… ideias!

Você já pensou sobre o tempo que desenhar, pintar e fazer colagens ocupam na rotina dos alunos? Tão valiosa quanto todas essas atividades, a fotografia é algo raramente trabalhado com as crianças. Quando é, em muitos casos, se resume à apreciação de imagens e ao estudo da técnica.

Os pequenos são capazes de serem autores das próprias imagens. Com um projeto bem estruturado é possível conseguir que eles não apenas saiam por aí clicando, mas refletirem a respeito do que estão fazendo. Prova disso são as crianças atendidas pela Legião da Boa Vontade (LBV), em Maringá, que participaram de uma oficina de fotografia. O objetivo da atividade foi mostrar a importância da imagem na comunicação e, principalmente, a capacidade de levar informação através de um único registro fotográfico.

DSC_0421Para ilustrar a oficina, os atendidos da LBV foram até a fonte da informação. Com exemplares do jornal O Diário do Norte do Paraná em mãos, cada uma escolheu uma foto que representasse uma mensagem imediata, sem a necessidade de ler a legenda que a acompanhava.

Com a foto escolhida, retratando os mais variados assuntos do cotidiano, as crianças apresentaram aos demais colegas a imagem e o que conseguiu absorver a partir do trabalho do fotógrafo. “A apresentação proporcionou comentários que geraram a participação dos demais atendidos. Desta forma, foi exposto como a presença da fotografia é importante na comunicação e a capacidade de chamar a atenção do leitor para determinado assunto, mesmo sem a leitura do texto”, destaca o assessor de imprensa da LBV, Paulo Araújo.

Depois da teoria discutida, as crianças receberam a missão de fotografar, em casa ou no bairro, alguma imagem que retratasse os problemas que a cidade enfrenta todos os anos em relação à dengue.

IMG_5873Seiji Gabriel, 10 anos, ficou entusiasmado com a ideia de ir à prática. “A gente pôde pegar a câmera e fotografar com bastante liberdade. Eu achei interessante registrar os problemas e mostrar isso em uma foto. Muita gente já morreu por causa da dengue e ainda tem outras nos hospitais. Através de uma imagem a gente pode contribuir para acabar com a doença e chamar a atenção daquelas pessoas que não fazem a sua parte.”

Richard Aleandro Locatelli, 10 anos, está entre os moradores da cidade que sofrem com a falta de cuidados nos quintais e que contraíram o vírus da dengue. “Eu e outras pessoas da minha família já pegamos dengue. Foi horrível.” Para Richard, o problema não está no mosquito e sim na falta de cuidados da população. “Não é a dengue que está vindo, mas as pessoas que estão ajudando a dengue a procriar ao jogar lixo em lugar impróprio.”

Alanis Boer dos Reis, 9 anos, saiu para fotografar e ficou impressionada com o que encontrou. “Imaginei que encontraria talvez papel de bala ou pequenos plásticos com água. Mas não vasilhas com poças. Isso é um perigo para a sociedade.” E conta como a oficina ajudou a ver a fotografia com um olhar mais crítico. “Registrei um pote com água para mostrar às pessoas que isso oferece risco à nossa saúde. Quem deixou aquele lixo não pensou que, além de estar se prejudicando, está também prejudicando aos que passam por ali.”

Em tempos de tecnologia, as fotografias podem se tornar um recurso didático de alta eficiência, principalmente através das modernidades que circulam pelas salas de aula, como os aparelhos celulares. Sendo assim, ao invés de proibir o uso dos aparelhos, porque não criar um projeto de trabalho que vise o aproveitamento de recursos tecnológicos, através das fotografias? Sem sombra de dúvida, essa atividade proporcionará grande entusiasmo nos alunos e, assim, aulas mais atrativas.

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Concurso premiou os cinco melhores contadores de histórias

A final do Concurso Literário “O melhor contador de histórias, da LBV” foi realizada no dia 13 deste mês, as apresentações foram no Centro Comunitário de Assistência Social da LBV aberta à comunidade e com entrada franca. Uma iniciativa que busca despertar nas crianças o gosto pela leitura, além de premiar todos os participantes com certificados e os cinco melhores com trofeus.

O concurso é realizado pela instituição desde 2008, sempre no mês de abril, em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil e Dia de Monteiro Lobato (18) e Dia Mundial do Livro (23). Em 2010 foi incluído, através de Lei Municipal, no calendário oficial de eventos do município de Maringá. Neste ano, excepcionalmente, as apresentações ocorreram em junho.

A corretora de imóveis, Elisangela Martinz de Oliveira, é mãe da quinta colocada no Concurso, Lorena de Oliveira Luiz, e conta que para a apresentação foi um mês de ensaio em frente ao espelho junto com a filha, e que mesmo se Lorena não tivesse ganho o prêmio já seria vencedora só pelo esforço e desenvoltura em frente ao público.

As atividades que anteciparam a final do Concurso foram realizadas durante o contra turno escolar e buscaram “dar vida” às histórias infantis. As crianças tiveram acesso a diversos títulos de histórias infantis e a liberdade de escolher uma que mais as identificassem, tiveram um tempo para realizar a leitura do livro e após todos estarem familiarizados com a história aconteceu a prévia apresentação dos participantes, que foram avaliados por critérios semelhantes ao da fase final e os melhores classificados para a apresentação para os pais e a comunidade.

Os atendidos pela instituição utilizaram a criatividade para compartilhar com os colegas o livro que leram. A caracterização e a interpretação deram um brilho especial a cada apresentação e colocaram os pequenos dentro de um mundo imaginário como protagonistas da história.

A classificação de primeiro lugar no Concurso foi de Lauren Possidonio, que na apresentação teve a colaboração do primo Wesley Rafael Possidonio. Juntos eles recontaram a história “Lucas, um intruso no formigueiro”, os pequenos que decidiram participar de última hora ficaram alguns dias até meia noite desenhando e montando o cenário. “Com a minha apresentação aprendi que não podemos machucar, nem menosprezar as pessoas, somos todos iguais. Eu não esperava a vitória, estou muito feliz!”, comemora Lauren.

“O resultado desta ação é um entrosamento maior das crianças com os livros. A procura pelos títulos cresce muito e desperta um gosto maior pela leitura. Para a realização das apresentações é importante ressaltar que a família tem um papel primordial, participando ativamente das produções das crianças, isso fortalece a união nos lares e coloca os pais em contato direto com a atividade. Essa participação pode ajudar para que esse trabalho de incentivo à leitura continue em casa”, relata o assessor de imprensa da LBV, Paulo Araújo.

O corpo de jurados, que avaliou as melhores apresentações na final, foi composto por membros da Academia de Letras de Maringá e representantes da equipe do Diário na Escola.

Corpo de jurados e os vencedores do Concurso Literário “O melhor contador de histórias, da LBV”

Foto: Paulo Araújo

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Meio ambiente em pauta

As educadoras da LBV de Maringá estão desenvolvendo com as crianças uma série de ações relacionadas à Rio+20, desde o conhecimento da destinação correta do lixo, o cultivo de uma horta, além de filmes educativos e debates sobre a preservação do meio ambiente. Nesta semana foram utilizados jornais “O Diário” para leitura sobre o assunto e em seguida os atendidos fizeram produção de cartazes. De acordo a equipe da LBV, o uso dos jornais durante as atividades é importante para ampliar os conhecimentos que as crianças estão adquirindo através da leitura de matérias e informações sobre o assunto.

Crédito da Foto: Paulo Araújo

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Mural do Participante

Aproveitando o tema reciclagem discutido na coluna de O Diário na Escola no último dia 13 de março, as crianças atendidas pela LBV em Maringá produziram um jornal mural sobre meio ambiente.

Primeiro os alunos fizeram uma discussão e um debate sobre o assunto, leram a matéria da coluna de O Diário na Escola e em seguida montaram o jornal mural com textos e imagens que foram escolhidos pelas próprias crianças, assim como o nome da publicação.

A atividade foi realizada por quatro turmas da instituição.

Crédito da foto: Paulo Araújo

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