O Diário na Escola

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Uma nova descoberta

Categorias: atividades, criticidade, curiosidade, informação, leitura, língua portuguesa, prática pedagógica

IMG_2700Ansiosos, parte dos alunos do 5º ano da Escola Municipal Nilo Peçanha de Marialva, desfrutaram do primeiro contato com jornal. Algo que para muitos é uma experiência comum e diária, para aquelas crianças foi o momento de se encantarem com a quantidade de textos e imagens, além do instigante desafio de manusear as folhas do impresso sem se perder pelos cadernos de notícias.

“Um pouco maior do que os outros materiais que costumo usar em sala, o jornal ocupou todo o espaço da minha mesa. Confesso que não sabia por onde começar a leitura estava com uma mistura de sentimentos dentro de mim, mas logo a curiosidade me venceu e comecei a folhear e descobrir um monte de coisas novas”, conta a aluna Emilly Geovana Rodrigues Moraes.

Há mais de dez anos trabalhando com o Diário em sala de aula, a professora Sônia Rodrigues destaca que ao início de cada ano letivo as crianças já começam a cobrança pelas produções de atividades com o uso do impresso.

“Como no ano anterior eles viam que os alunos do 5º ano realizavam trabalhos com o Diário, este ano, desde os primeiros dias de aula eles já perguntavam quando voltariam as ações do Diário na Escola, porque agora é a vez deles participarem do Programa!”, ressalta Sônia.

Neste primeiro contato, os estudantes puderam bagunçar o jornal na busca daquilo que mais despertasse interesse e também conhecer cada página deste material que vai acompanha-los todas as semanas.

De imediato os meninos fizeram sua primeira parada no caderno de Esportes, já as meninas, correram para encontrar os resumos das novelas, e as previsões do horóscopo. Dentre a diversidade de conteúdos presentes no impresso, as crianças também descobriram que é possível se divertir. “Achei o máximo as palavras cruzadas, não sabia que no Diário também tinha, é um oportunidade que eu vou ter para me distrair e aprender ao mesmo tempo”, disse a aluna Nicole Silva Martins.

“Perceber esta motivação dos estudantes é gratificante para mim. Ter a oportunidade de trabalhar com um material diferente auxilia e facilita minhas funções como educadora. Além de proporcionar bons momentos com o jornal em sala, quero disponibilizar o impresso para levarem para casa, e quem sabe assim, terem momentos de leitura em família”, ressalva a professora.

Na etapa de leitura livre, a crônica da Lu Oliveira, na coluna Francamente, chamou a atenção da aluna Daiane da Silva Teixeira. “A escritora conta sobre a desagradável experiência de ter sido picada pelo mosquito transmissor da Dengue, algo que parece tão distante da gente, mas parando para pensar, pode acontecer com qualquer um de nós, por isso a prevenção é tão importante”, fala.

Com o comentário de Daiane, a turma toda passou a discutir sobre o assunto. Atenta, a professora aproveitou a oportunidade para conscientizá-los sobre a doença. A aula ficou ainda mais dinâmica com a visita da gerente de endemias do município, Maria Tereza Severino que falou sobre como prevenir a proliferação do Aedes Aegypti.

“A partir desta notícia do jornal, e também com o enfoque que a mídia tem feito no assunto, a minha próxima atividade com as crianças será leva-las a campo. Vamos sair pelas ruas em volta da escola, com luvas e sacos plásticos para recolher todo o lixo que estiver espalhado nas valetas, calçadas e terrenos baldios”, comenta Sônia.

Projetos escolares: Motivação para o aprendizado

Categorias: alfabetização, cultura, informação, inovação, leitura

A equipe pedagógica da Escola Municipal Jardim Primavera, de Santa Fé, desenvolveu diversas propostas durante o ano com o objetivo de capacitar os alunos de uma forma dinâmica e ainda envolver os familiares nas ações realizadas.

DSC05758A iniciativa “Viajando na Sacola Mágica da Leitura” possibilita aos estudantes levarem para casa livros de histórias infantis de acordo com sua faixa etária para ser lido com seus pais. Após o retorno à sala de aula o aluno compartilha a experiência contando sobre o que mais gostou na leitura com os colegas e professora.

“Nosso objetivo é que o estudante goste de ler e consiga transmitir ao outro o conhecimento. Assim, o livro se torna dimensão de prazer e alegria fazendo o aluno perceber que a leitura é uma viagem maravilhosa, e não apenas mais uma das atividades escolares”, destaca a supervisora, Cássia Gasparetto Zancan.

A estudante do 4º ano, Maria Bianca Moreira Rosa lembra que todos devem ter responsabilidade em devolver a Sacola no prazo estipulado para que ninguém perca a oportunidade de ler as obras.

“O projeto de leitura tem sido excelente! Os meus alunos ficam ansiosos para chegar o dia de levar as obras para casa, pois quando a criança retorna para a escola após a leitura em família e realizamos um bate-papo sobre os livros preferidos aumenta a curiosidade dos outros estudantes”, enfatiza a professora Genilza Favato Ita.

Sandra de Oliveira é mãe da aluna Ana Isabelli, do 5º ano, e aprova a iniciativa da leitura familiar. “Ajuda as crianças no incentivo ao aprendizado e também aproxima os pais das atividades escolares”.

DSC05112Outro projeto que tem movimentado a Jardim Primavera é o “Pais Presentes, Filhos Contentes” no qual os responsáveis pelos alunos são convidados a participarem de atividades culturais, pedagógicas e de conscientização aproximando família e instituição de ensino. Desta forma, é criado um elo de confiança que reflete no desenvolvimento intelectual e emocional do estudante.

“Nós, pais da aluna Gabriela do 3º ano gostamos muito desta ação. Nossa filha está motivada em realizar as propostas escolares e isso refletiu em crescimento no rendimento em sala de aula”, comemoram Cirlene Eugênio da Silva e Giovani Chicarolli Gandolfo.

Neste ano os temas trabalhados no projeto foram condizentes com cada ano escolar. 1° ano: Brinquedos e Brincadeiras; 2° ano: Folclore Brasileiro; 3° ano: Monteiro Lobato e o Dia do Livro; 4° ano: Meio Ambiente e 5° ano: A água como fonte de vida.

“Durante o desenvolvimento do “Pais Presentes Filhos Contentes” foi possível atrelar ao ensino atividades lúdicas e prazerosas nas quais nossos alunos puderam demonstrar seus talentos em danças, poesias e músicas”, ressaltam as professoras Darci Ogera , Maria da Glória Gomes e Andréia Cruz.

A diretoria da escola Jardim Primavera comemora a participação dos pais. “Em todas as apresentações os responsáveis estiveram presentes e ficaram entusiasmados com as produções de seus filhos”.

Autores das melhores histórias em quadrinhos recebem prêmios

Categorias: Concursos, criticidade, leitura, prática pedagógica, promoções culturais

O tradicional Concurso do Gibi, promovido pelo Diário na Escola, finaliza sua 8ª edição. Na última terça-feira, alunos e professores finalistas da promoção cultural estiveram na sede do Grupo O Diário para a cerimônia de premiação.

“O Diário entende que os concursos culturais que realiza são importantes na descoberta de talentos, na motivação e inspiração dos participantes. Além de valorizar as melhores ideias”, destaca o diretor comercial, Cesar Carvalho.

O desafio do concurso é fazer com que a partir da leitura de uma notícia publicada em O Diário do Norte do Paraná, o aluno crie uma história em quadrinhos. E assim, estimular o desenvolvimento da leitura crítica em relação às matérias divulgadas no jornal.

“Relacionar a notícia com a HQ é uma estratégia bastante interessante de ensino, pois oportuniza a leitura e possibilita que o estudante desenvolva aspectos lúdicos, críticos, estéticos, entre outros que a produção do gênero mobiliza”, enfatiza a professora doutoranda, Adélli Bazza.

PREMIO GIBIS_RS31Para selecionar as melhores produções foram avaliados originalidade, ortografia, enredo e criatividade. A banca de jurados foi composta pela equipe do Diário na Escola, o diretor comercial do Grupo O Diário – Cesar Carvalho, o editor chefe do jornal – Walter Tele, o editor de cultura – Jary Mércio e pelas professoras que ministraram as capacitações sobre HQ aos educadores participantes do Programa – Adélli Bazza e Maísa Cardoso.

Foram cerca de 600 produções enviadas ao Programa para a escolha dos três vencedores na categoria escolas da rede municipal de Maringá; três ganhadores das escolas da região e um premiado na categoria escolas subsidiadas pela concessionária de rodovias, VIAPAR.

Receberam prêmios tanto o estudante, quanto o professor que o auxiliou na produção da história em quadrinhos. As principais temáticas abordadas foram: meio ambiente, segurança no trânsito e violência.

“Os finalistas mostraram estilo próprio, bom aprendizado quanto ao aspecto não verbal e desenharam em vários planos. Percebi também boas histórias focadas dentro do tema escolhido. Desta forma é possível perceber que o professor mediou o trabalho com o aluno sem interferir na criação pessoal, o que é fundamental”, ressalta a professora mestre, Maísa Cardoso.

A professora Kelen Cristina Mansanno conquistou a terceira colocação na categoria escolas de Maringá e comemorou junto com o aluno Diego dos Santos Chagas. “Eu segui a risca as orientações que recebi no curso de capacitação, foi como ter uma receita para a criação da HQ. Estou muito contente com a vitória do Diego, este reconhecimento valoriza o nosso trabalho”.

O primeiro lugar das escolas da região foi conquistado pela aluna de Doutor Camargo, Gabriela Fusco dos Santos. Surpresa com a colocação Gabriela não conteve as lágrimas no momento de receber o prêmio. “É uma mistura de ansiedade com alegria. Saber que estava na final já era uma notícia muito boa, mas ouvir que o melhor trabalho é o meu, gera uma felicidade inexplicável”, celebra a estudante.

A mãe de Gabriela, Maria Cristina Fusco conta que a filha é dedicada em tudo o que faz. “Ela esteve realmente empenhada no período de produção da historinha. Concursos como este incentivam as crianças a buscarem o sucesso. Desejo que a parceria entre o Diário e a escola municipal continue, para que assim como a Gabriela, mais alunos possam ser beneficiados”.

PREMIO GIBIS_RS25A APAE de Itambé participa do Diário na Escola por meio do subsídio oferecido pela VIAPAR e levou o prêmio da categoria. “O trabalho de criação de história e desenho com alunos especiais é sempre um grande desafio, mas isso não nos fez desistir. Com a dedicação dos professores e o empenho dos alunos saímos vitoriosos”, festeja a diretora, Leila de Sousa Peres.

João Pedro dos Santos é estudante da APAE e vencedor do concurso. Há três anos no Programa o trabalho que começou com atividades manuais hoje deu espaço a leitura e interpretação textual. “Receber o prêmio é uma superação para mim! Espero que minha conquista sirva como motivação para que outras pessoas com necessidades especiais se dediquem e ganhem espaço na sociedade”.

Antes de serem anunciados os vencedores, os professores comentaram que alguns alunos não estavam dormindo direito, tamanha a ansiedade pela espera do resultado. “Isso mostra o quanto ações como essas estimulam, não somente o aluno, mas também o professor”. É muito agradável ouvir o educador dizer aqui, que ser finalista do Concurso este ano é o reconhecimento do trabalho de um ano inteiro.

 

Feira do livro movimenta escola

Categorias: cultura, eventos, inovação, leitura, língua portuguesa

A participação dos alunos dos quintos anos no Programa O Diário na Escola, tem movimentado as ações de incentivo à leitura da equipe pedagógica da Escola Municipal São Jorge, de São Jorge do Ivaí. Motivados pelos resultados que a prática da leitura do jornal tem trazido para o ambiente escolar, os professores desenvolveram um projeto com o objetivo de alcançar todos os alunos da escola. Foi assim que nasceu a Feira do Livro.

Com obras a partir de R$ 0,70 centavos pais, alunos e a comunidade participaram do evento. Entre a diversidade de textos foi possível encontrar desde exemplares da literatura infantil até famosos best sellers.

IMG_0970“É gratificante ver o envolvimento dos alunos, o que está acontecendo hoje é o resultado de um ano de trabalho direcionado à leitura, aqui nós buscamos despertar o hábito de ler diariamente”, destaca a diretora Helia Mara Santinoni Preti.

O estudante Carlos Eduardo Lima dos Santos se animou com tantas opções e comprou sete livros. “Prefiro gastar meu dinheiro com estas obras do que com brinquedos, porque vou me divertir do mesmo jeito e ainda posso adquirir conhecimento”.

Valéria Novello é mãe de dois alunos da Escola São Jorge e marcou sua presença. “Ações como esta são muito importantes para aguçar o interesse da criança pela leitura. Eu vim conhecer e já comprei um livro de histórias infantis com espaço para pintura, assim meus filhos podem brincar enquanto lêem”.

Os alunos do 5º ano foram responsáveis pela venda das obras. Divididos em grupos eles auxiliavam os interessados na compra e em seguida os acompanhavam até o caixa que estava sob responsabilidade da diretora.

“Estou adorando participar, conversar com as pessoas, mostrar os exemplares e ter um dia diferente aqui na escola. Quando o movimento está fraco eu aproveito para ler alguns livros”, conta a estudante Ana Caroline Sartori.

A coordenadora pedagógica Roselene Zago auxiliou na organização e ficou feliz com o resultado. “A Feira superou nossas expectativas, alunos e professores do colégio estadual e da pré-escola do município também vieram prestigiar e elogiaram tudo o que viram”.

IMG_0979Os convidados também puderam assistir a uma dramatização da obra “História das Bruxas”. Caracterizada de bruxinha, a professora Janaina Rizzi encenou um dos capítulos do livro e encantou as crianças. “Busco mostrar a riqueza da literatura infantil, desenvolver o intelectual e a criatividade dos pequenos. Escolhi ser contadora de histórias porque vivenciei isso na minha infância e foi algo que sempre me chamou atenção”, ressalta.

A professora do 5º ano, Rosangela Oliveira desenvolveu com seus alunos uma pesquisa sobre a biografia dos principais autores da literatura infantil. “As crianças buscaram por textos e fotos, e o próximo passo foi usar a imaginação e reescrever as histórias lidas. Com o material pronto juntamos todas as atividades e montamos um livro caderno. O incentivo à leitura é um trabalho diário em minha sala”, enfatiza.

“Estou muito feliz com o desempenho da equipe da Escola São Jorge. O comprometimento dos gestores resulta em alunos interessados e com produções de qualidade. A Feira do Livro finaliza o ano escolar com sucesso!”, comemora a secretária de educação do município, Claudinéia Sossai Navarro.

Na ocasião foi realizada a premiação dos “Melhores Leitores” – aos vencedores foi entregue kits com material escolar.

Jornada discute alfabetização

Categorias: alfabetização, crianças, criticidade, cultura, educação em pauta, leitura, língua portuguesa, oficina, palestra

A coordenação do curso de pedagogia e a reitoria da Unicesumar realizaram, entre os dias seis e oito deste mês, uma jornada com o objetivo de proporcionar visão atualizada sobre a prática docente. O evento foi direcionado para estudantes e profissionais da área e buscou ampliar as possibilidades do planejamento do professor.

A temática “Alfabetização nos anos iniciais” foi uma preocupação que surgiu em reuniões com os educadores do curso de graduação. “Os resultados do último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) foram baixos. Em uma estatística de zero a 10, o Brasil tem média quatro. É um dado alarmante e que precisa ser mudado”, destaca a coordenadora do curso de pedagogia e organizadora da jornada, Prof Doutora Rachel de Maya Brotherhood.

Na programação, palestras e oficinas foram oferecidas com o propósito de auxiliar os profissionais da educação a desenvolverem novas propostas didáticas. Entre os assuntos mais discutidos estavam: letramento, estratégias de leitura, desafios do curso de pedagogia e analfabetismo funcional.

ODIARIO_ESCOLA_CESUMAR_JPS (3)A pós-doutora Renata Junqueira de Souza – pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e professora da UNESP/ Presidente Prudente – ministrou a oficina Estratégias de Compreensão Leitora. “As crianças conseguem ler, mas não compreendem o que está escrito. Na oficina os participantes conhecem o passo a passo para despertar motivação e entendimento nos alunos”, conta.

A ministrante sugeriu atividades a serem realizadas com as crianças antes, durante e após a leitura. “Antes de ler devemos aguçar a curiosidade do aluno para que ele possa ativar o conhecimento, durante a contação da história chamar a atenção e permitir respostas pessoais é uma dica importante. E para finalizar, o ideal é que desenvolvam propostas em que possam refletir, analisar e sintetizar o que foi lido”, ressalta Renata.

Antonio Eduardo Gabriel é professor da Unicesumar e esteve presente todos os dias. “O evento é bastante interessante, pois apresenta novas técnicas e sugestões de propostas para serem aplicadas em sala. Tudo o que é repassado acrescenta a formação. A boa qualificação dos palestrantes e os conteúdos com diferentes tipos de abordagem me animaram”.

A estudante de pedagogia, Éli Cristina Mira de Souza está prestes a enfrentar o mercado de trabalho e conta que os conteúdos repassados são excelentes para dar segurança na hora de ir a pratica em sala. “Com tantas informações e atividades agora é o momento de buscar meu espaço dentro das escolas”.

Rachel de Maya comemora a realização do evento. “É sempre muito bom oferecer novos aprendizados. Espero que os profissionais da educação tenham saído com a consciência de que eles podem mudar a situação escolar desenvolvendo consciência crítica no aluno, e assim o educador passe a ser mais valorizado”.

História de Rafael vence concurso

Categorias: crianças, cultura, filhos, infância, leitura

No mês em que se comemora o Dia da Criança, o Diário na Escola em parceria com a Livrarias Curitiba, lançou a promoção cultural “Livro também é diversão!”. Para concorrer a seis livros infanto juvenis os participantes contaram como estimulam a leitura nos pequenos, seja filho, neto, sobrinho ou aluno.

DSC00246A vencedora do concurso é Léia Rachel Teixeira de Souza que diariamente lê para o filho de apenas dois anos, Rafael Silvério de Souza. Mas o estímulo à leitura na vida de Rafael começou antes mesmo dele nascer.

Quando Rachel descobriu que estava grávida pesquisou formas de auxiliar o desenvolvimento da criança ainda na barriga. Uma das dicas que encontrou foi justamente a de ler para o bebê.

Guias de gravidez apontam que ainda no ventre a criança pode ouvir histórias contadas pela mãe. Nessa fase o pequeno é considerado um leitor ouvinte, o objetivo não é que ele entenda o enredo, mas que passe a reconhecer a voz da mãe e fortalecer o elo entre eles.

“Depois que Rafael nasceu os presentes eram livros musicais, com ilustrações e até aqueles que pudessem ser manuseados dentro da banheira. Assim ele foi percebendo como as obras eram interessantes e que também poderiam diverti-lo”, conta a mãe.

Graduada em Letras pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Rachel sempre foi apaixonada por leitura. “Minha mãe trabalhava fora e não tínhamos o hábito de ler juntas, mas sozinha eu fui sentindo a necessidade de procurar os livros, frequentar bibliotecas e sempre levava minha irmã comigo”.

Ela destaca que a leitura é um crescimento pessoal, você passa a ter mais argumentos na hora de escrever e consegue se expressar de forma melhor durante uma conversa. “Os livros além das histórias fictícias, também trazem informações e conhecimentos que vou levar para o resto da vida”.

Rafael vai para a escola desde os seis meses do nascimento. A professora comenta que ele é uma criança bem desenvolvida, comunicativa, que já reconhece personagens e gesticula durante as aulas. “Em casa ele mostra algumas letras, números e cores. Fico encantada!”, diz Rachel.

As leituras para Rafael são feitas todas as noites antes de dormir. Quando a mãe não está lendo para ele, é o pequeno quem pega o livro sozinho e começa a folhear e ler tudo o que está escrito, antes mesmo de estar alfabetizado.

Por muitas vezes Rachel leu as histórias: “Chapeuzinho Vermelho” e “Os Três Porquinhos”, hoje Rafael conta o enredo nas narrativas e até imita o rugido do Lobo Mau.

“Com tantas opções tecnológicas as crianças estão se afastando do contato com os livros. Quero que na vida do meu filho isso seja diferente. Percebo que o hábito da leitura é algo prazeroso para ele, e espero que continue assim”, enfatiza a mãe.

Rachel destaca que além da motivação familiar, a escola tem papel fundamental no estimulo à leitura. “O Rafael tem muito contato com os livros em sala de aula e a professora separa horários na semana para a contação de histórias. Acredito que tendo o exemplo dentro e fora de casa ele será um leitor assíduo, e no futuro tenha o hábito de ler para seus filhos”.

Escola desenvolve projeto que incentiva leitura familiar

Categorias: alfabetização, biblioteca, campanha, cultura, filhos, fora da escola, leitura, Literatura

A ideia de sentar ao lado de uma criança e ler com ela um livro infantil ou mesmo jornal, gibi ou revista pode significar uma mudança em seu futuro, abrindo portas para ela se tornar uma pessoa culta e apaixonada pela leitura. Os especialistas em educação chamam esse processo de “letramento”. Trata-se de um ato simples, mas que no cotidiano da família fica esquecido por conta da rotina de trabalho dos pais.

Com o intuito de motivar ações como esta, na qual a leitura familiar se torna uma prática diária, direção e equipe pedagógica da Escola Municipal Maestro Aniceto Matti, em Maringá, criaram o projeto “Viajando no Mundo da Leitura”.

Na última quinta-feira (12) a diretoria da escola apresentou o projeto para alunos, pais e comunidade de uma forma bem inusitada. O pátio da instituição foi todo decorado com itens que compõem uma floresta, como a dos contos infantis. Algumas crianças se caracterizaram de Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, Lobo Mau e tinha até os Três Porquinhos. Também não faltou príncipe e princesa, a orientadora Suely e a supervisora Roseneia se caracterizaram, entraram no clima e animaram a garotada.

Cada professor da Aniceto Matti recebeu sua “Maleta da Leitura”, contendo literatura infantil, gibis, revistas e exemplares do jornal O Diário. A dinâmica será a seguinte: o aluno vai levar a maleta para casa e ficar com ela por dois dias para a realização da leitura em família, no terceiro dia ele devolve a pasta para a professora e conta como foi a experiência, inclusive, sobre a participação dos pais. Neste mesmo dia uma outra criança vai levar a maleta para casa e assim segue o projeto, até todos os estudantes terem a oportunidade de participar.

“Queremos resgatar o valor da leitura. Nossos alunos têm apresentado dificuldade de aprendizado e acreditamos que a literatura vai despertar o interesse pelo ato de ler, o que consequentemente, resulta na melhora da escrita da criança”, destaca a supervisora da escola, Roseneia dos Reis Francisco.

A secretária de educação de Maringá, professora Solange Lopes, esteve presente no lançamento do projeto na escola e parabenizou toda a instituição pela excelente iniciativa. “Pesquisas informam que as pessoas estão parando de ler, por isso ações como esta são muito importantes”. Solange também aconselhou os alunos “quando a gente lê, a gente sonha, a imaginação nos leva a lugares que talvez nunca poderíamos ir. Peça para seus pais realizarem a leitura com vocês e os ajudem a viajar pelo mundo imaginário!”.

Suely Martins Gomes de Oliveira é orientadora educacional da Aniceto Matti e enfatiza que o maior propósito do projeto é mobilizar escola e comunidade. “Acredito que os pais são exemplo para os filhos, é importante que eles leiam em casa e que levem as crianças para visitar as bibliotecas municipais, por exemplo, desta forma vão despertar nos alunos não só o interesse, mas o gosto pela leitura”, afirma.

“Quem lê aprende mais, conhece novas histórias e se diverte. Estou ansiosa para levar a “Maleta da Leitura” para casa, ainda mais porque sei que dentro dela tem gibi e eu sou apaixonada por histórias em quadrinhos”, comemora a aluna do 4º ano, Débora Wilhans Zavatine.

A diretora, Darly Maria da Silva Moreira, está esperançosa pelos resultados do projeto. “Espero, realmente, que alunos e pais se apaixonem pela leitura. Temos alguns estudantes na escola que lêem um livro por semana, a intenção é disseminar isso entre as crianças, e quem sabe, motivar outras instituições de ensino a desenvolverem projetos de leitura também”.

No projeto “Viajando no Mundo da Leitura” além das maletas que vão para casa dos alunos, a equipe da escola criou o “Cantinho da Leitura” em cada sala de aula – uma prateleira com várias obras infantis que será utilizada para momentos de descontração entre as crianças ou quando algum aluno terminar a atividade antes de outros. A biblioteca da escola também foi modificada, agora ela é chamada de “Toca da Leitura” – um grande tapete, almofadas e poltrona substituíram parte das mesas e cadeiras, o que deixou o ambiente mais convidativo e confortável.

Folclore é tema de projeto em escola de Cruzeiro do Sul

Categorias: cultura, exposição, leitura

A matéria do Diário na Escola sobre o Dia do Folclore serviu de base para atividades em diversas escolas, na semana passada apresentamos os resultados no município de Flórida, hoje, o destaque é para a Escola Municipal Professor Flávio Sarrão, de Cruzeiro do Sul. Participantes do Programa, os alunos do 5º ano recebem o jornal O Diário em sala de aula toda semana para a produção de atividades.

Acreditando que a aprendizagem só ocorre mediante aplicabilidade diária, a equipe pedagógica da escola desenvolveu o Projeto Folclore Brasileiro envolvendo as turmas do Pré I ao 5º ano. As atividades trabalhadas integraram pesquisas na internet, contação de casos, leitura e reescrita das lendas, produção de frases, dramatização e apresentação de vídeos.

“As produções foram elaboradas para motivar os alunos a pensarem sobre a cultura de nosso país, se comprometerem a conhecer a história brasileira e, por consequência, a sua própria história, através do relato de seus familiares que, inclusive, tiveram uma participação muito importante na realização das atividades”, conta a professora Márcia Critina Juliani Correia.

Profissionais da educação de Sarandi recebem capacitação

Categorias: curso, leitura, oficina, palestra

Professores da rede municipal de educação de Sarandi participaram na última semana, do encontro pedagógico com a temática: “História em quadrinhos: linguagens e ludicidade nas produções textuais”, promovido pelo Diário na Escola e ministrado pela professora doutoranda, Adélli Bazza.

O tema do encontro tem por objetivo auxiliar os educadores a orientarem seus alunos nas produções de histórias em quadrinhos (HQs) que poderão ser enviadas ao 8º Concurso do Gibi que será lançado, em breve, pelo Programa.

“O trabalho com a leitura de HQs em sala de aula é sempre muito bem recebido pelos alunos, afinal diminui-se o texto verbal e acrescenta-se figuras, o que proporciona um maior interesse”, comenta Adélli.

As histórias em quadrinhos têm caráter lúdico, ou seja, trabalham de uma forma na qual o intuito é ensinar e educar com diversão e interação. Sendo assim, esse gênero é também considerado uma arte que é significativa no processo de ensino e aprendizagem de diversos conteúdos, como geografia, matemática, história, português e idiomas estrangeiros.

Adélli conta que na oficina foi demonstrado o quanto as histórias em quadrinhos estão difundidas na escola, tendo em vista os depoimentos das professoras a respeito de trabalhos já desenvolvidos em sala com esse gênero textual. Por outro lado, a falas das educadoras também indicaram que, para inúmeros alunos o primeiro contato com os gibis se dá na escola. Por situações como essas, percebe-se a importância de estudos e de difusão dos quadrinhos na escola.

A professora, Maria Aparecida Pereira conta que após o encontro ela pôde compreender melhor as HQs e sua forma de produção, deixando mais clara as informações a serem repassadas aos alunos. “Antes eu tinha insegurança, porque não entendia muito bem o conteúdo, mas agora vou poder direcionar às crianças todos os passos de confecção de quadrinhos com maior precisão”.

Lourdes Cabral, educadora, relata que no dia-a-dia sobra pouco tempo para preparar e pesquisar materiais sobre as HQs. “Hoje, eu saí do encontro do Diário na Escola com propostas muito interessantes e que já podem ser trabalhadas em sala. Cada oficina do Programa que participo é uma novidade a mais para meus alunos”.

Após a explicação de toda a parte teórica os participantes receberam o desafio de elaborar uma história em quadrinhos. Primeiro foi escrito um enredo narrativo que foi dividido em vinhetas, em seguida as falas com seus balões específicos, os desenhos e por fim, a coloração.

“A exposição do conteúdo, e os alertas, foram pontuais para o esclarecimento de dúvidas de produção. No momento em que se alia a teoria à prática, fica mais fácil assimilar as dificuldades”, destaca a supervisora da secretaria municipal de educação de Sarandi, Olga Marcenichen Lobato.

A pedagoga, Claudinéia Vital Braga, enfatiza a importância da prática. “No momento da oficina, vivenciamos a realidade do aluno, as dificuldades que ele enfrenta, diante disso conclui que é preciso retomar as práticas de sala de aula para constatar o verdadeiro significado do aprendizado da criança”.

Mural de Trabalhos

Categorias: alfabetização, cidadania, criticidade, leitura

A Escola Municipal São Francisco de Assis, de Sarandi, recebe o jornal toda semana para desenvolver trabalhos em sala de aula. Em uma das propostas, a professora Lourdes Cabral, solicitou aos alunos a leitura do impresso, a escolha de uma matéria e em seguida uma produção textual expressando a opinião sobre a notícia lida. A aluna do 5º ano B, Louise Shetfany Pardim, escreveu sobre a matéria que tinha como manchete “O gigante não pára de crescer”. Confira:

Mural de Trabalhos

Categorias: atividades, leitura

A professora Tereza Bondança leciona para o 5º ano da Escola Municipal Guiti Sato, de Marialva, e semanalmente desenvolve atividades com o jornal em sala de aula. Dentre as propostas Tereza solicitou aos alunos que após a leitura de qualquer notícia do Diário, eles escrevessem um texto argumentativo. Confira a produção do aluno Carlos Daniel de Oliveira Santos:

Sirene da Leitura

Categorias: biblioteca, leitura

Para comemorar o Dia do Livro Infantil o Colégio Geração, de Astorga, visando incentivar os alunos a ler com maior frequencia, reiniciou o projeto “Sirene da Leitura”, que tem como objetivo promover a leitura no âmbito escolar.

Durante uma semana ao ouvir a sirene, alunos e funcionários da escola pararam tudo o que estavam fazendo, por dez minutos, para se dedicar à leitura de diferentes textos. Parabéns pela iniciativa do colégio, fica aí o exemplo a ser seguido por outras escolas.

Marialva lança projeto “Sítio da Leitura”

Categorias: Ação Social, leitura

A Secretaria Municipal de Educação de Marialva, os gestores e os alunos das escolas do município estão motivados para o desenvolvimento do “Sítio da Leitura – 2013”, que foi lançado em abril na Câmara Municipal.

A assessora pedagógica de Marialva, Dalva Linda Vicentini destaca que todos que apóiam o projeto de leitura proporcionam às crianças, a oportunidade de ler muitos livros, promovendo assim, o desenvolvimento para o gosto literário e a curiosidade cultural.

O Sítio da Leitura está composto por várias atividades para alunos de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos. Entre as atividades oferecidas estão: Concurso Literário, amostra de vídeos, contação de histórias, teatros, trabalho com músicas, entre outras.

Como parte integrante deste trabalho a Secretaria de Educação conta com o apoio e a parceria da Cooperativa Integrada através do Projeto Encontro Literário sobre a Vida e as obras de Monteiro Lobato. Por meio desta ideia os alunos do terceiro ano do fundamental terão a oportunidade de ler várias obras de Monteiro Lobato e desenvolverão atividades específicas que serão encaminhadas pelos professores para o Concurso.

“O foco é que as crianças leiam e compreendam as histórias de Lobato, e que por meio da leitura se formem alunos com uma visão mais crítica de mundo, com novas atitudes”, afirma Dalva.

A Cooperativa Integrada iniciou o trabalho com um espaço para formação dos educadores, uma vez que, primeiro se faz necessário uma ampliação dos conhecimentos do autor e de suas obras pelos professores, para que posteriormente, este trabalho possa ser desenvolvido e apropriado pelos alunos. A Integrada fez também a doação de 120 obras de literatura de Monteiro Lobato para as escolas da rede municipal.

No dia do lançamento do projeto, as discussões foram mediadas por Leo Pires Ferreira, professor que é cidadão honorário de Londrina. Um grande entusiasta e divulgador das obras de Monteiro Lobato, é também doutor em fitopatologia e pesquisador aposentado da Embrapa Soja.

Conhecedor da vida e da obra de Monteiro Lobato, um dos mais respeitados nomes da literatura infanto-juvenil do país, Léo Pires leu o primeiro livro do escritor aos oito anos de idade e desde então se tornou um multiplicador das obras de Lobato como instrumento para melhorar a qualidade da educação brasileira. Ele acredita que a leitura induz a criança e o jovem a pensar, combate a preguiça de raciocinar e valoriza a criatividade. Segundo o professor a riqueza do escritor é fantástica. “Quem lê Lobato na infância irá se tornar um cidadão mais preparado para a vida”, destaca.

Desta maneira, a parceria entre a Cooperativa Integrada e a Secretaria Municipal da Educação viabiliza um trabalho em sintonia com as escolas da rede municipal. O objetivo é dinamizar a literatura infantil como produção cultural e instrumento de iniciação da criança no mundo da cultura escrita, além de proporcionar o hábito da leitura.

Ciranda da Leitura

Categorias: biblioteca, leitura

Uma dinâmica muito interessante adotada pelas professoras e coordenadoras do Colégio Geração é a Ciranda da Leitura, que consiste basicamente, na troca de livros.

As participantes formaram uma grande roda, cada uma com um livro na mão e começaram a cantar a canção “escravos de Jó” passando o livro de mão em mão. Ao fim da música, o livro que estava com cada uma, é aquele que deve ser lido nos próximos meses. Agora elas vão estipular um prazo para que todas possam ler as obras e fazer uma nova Ciranda, até que seja lido todos os livros que estão na brincadeira.

Esta é um excelente proposta de atividade para ser realizada, inclusive, com as crianças. É uma forma de estimular a leitura, de compartilhar e fazer troca de experiências.

Educadoras durante a brincadeira Ciranda da Leitura

Sugestões de leituras

Categorias: biblioteca, leitura

Aí estão algumas sugestões de livros que vão animar suas férias!

Para as crianças:

Como começa?

Autora: Silvana Tavano

Com esse livro os pequenos vão se divertir com as perguntas que eles mesmos costumam fazer aos pais, a exemplo de “O mar começa ou acaba na areia?”.

 

 Até as princesas soltam pum

Autor: Ilam Brenman

Na linha “desconstrução do romantismo”, mas sem perder a ternura, é claro. As meninas vão adorar saber que as princesas dos contos são mais humanas do que se pode imaginar.

 

365 Penguins

Autor: Jean-Luc Fromental

Com dificuldades de atrair os meninos para os livros? Essa é uma história cativante que vai agradá-los, é sobre dois irmãos que recebem um pinguim em cada dia do ano e não entendem o por quê.

 

Para os adolescentes:

 O corpo das garotas

Autor: Jairo Bouer

De forma clara e objetiva, o autor procura esclarecer as principais dúvidas que uma garota tem nesta conturbada fase que é a puberdade. A obra traz dicas para eliminar os pêlos indesejados, tratar de cravos e espinhas, como funciona a menstruação e a temida TPM, além de esclarecer sobre o uso de absorventes.

 

 O corpo dos garotos

Autor: Jairo Bouer

O livro explica ao menino que, de repente, o corpo dele passa por uma revolução: pêlos e espinhas aparecem por todos os lados, a voz desafina, ele se sente inseguro com relação ao sexo.É a puberdade que chegou! Uma fase tumultuada, mas que tem começo, meio e fim. Bouer explica como encarar tudo isso com naturalidade e sem traumas.

 

Para os pais:

Criando adolescentes em tempos difíceis

Autora: Elizabeth Monteiro

O amor parental não é estático: ele muda com o tempo e com os filhos. Por isso, os pais precisam atualizar seu modo de sentir e amar. Com uma linguagem direta e delicada, a autora fala sobre a necessidade de proteger os adolescentes de ameaças como as drogas e, ao mesmo tempo, de incentivar a autonomia deles.

 

A culpa é da mãe – reflexões e confissões acerca da maternidade

Autora: Elizabeth Monteiro

Nesta obra a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro relata suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso.

 

Para a família:

Eu que fiz

Autoras: Ellen e Julia Lupton

Ideal para pais e filhos que queiram desenvolver atividades juntos, pois ensina trabalhos manuais com tecido, sucata e outros materiais que vão deixar sua casa linda.

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