parceria



Sete nominados, todos vencedores!

Olá pessoal!

Nós estamos super orgulhosos da participação dos municípios no concurso cultural sobre consciência no trânsito! Nas edições de setembro do Diário, não se fala em outra coisa!

E em meio a toda essa festa, os professores Ricardo Pastoreli e Alethéia Braga continuam levando mais conhecimento aos profissionais da Educação que participam do Programa O Diário na Escola!

Oficinas Pedagógicas

Até a chegada da Prova Brasil, estamos trabalhando com conteúdos que ajudem os professores a preparem os alunos para uma prova tranquila.

Astorga

E na edição do dia 12, os alunos da professora Valéria de Nunes de Jesus, da Escola Municipal Alfredo Sofientini, foram jornalistas por um dia e atingiram um resultado maravilhoso! Parabéns meninos!

Incentivo à leitura

Na mesma edição, nossa coluninha “Bom de Ler” trouxe como sugestão o livro A Árvore que dava dinheiro. O livro fez parte da infância da jornalista Taís Nakakura, repórter do site ODiário.com.

 

Abração!

Equipe O Diário na escola

PS – Para ficar sempre por dentro das nossas ações e enviar sugestões vocês podem acessar o nossa página do Facebook

 

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Saíram os campeões do Concurso Cultural da Semana de Trânsito

Olá pessoal!

 

Tivemos uma semana super movimentada por aqui! No dia 5 de setembro foram selecionados os campeões da 9ª Promoção Cultural Semana Nacional de Trânsito: “Minha escolha faz a diferença no trânsito”.

E como foram os bastidores?

O programa O Diário na Escola recebeu 398 frases de escolas participantes do programa. Na seleção prévia ficaram 60 concorrentes e entre elas, as sete campeãs.

A comissão

Marcelo Bulgarelli (Jornalista da Viapar), Priscila Gomes (Viapar), professora Alethéia Braga Ribeiro, Wilame Prado (editor de cultura do Diário) e Alexandre Gaioto (professor e repórter do Diário), sob a coordenação do professor Ricardo A. Pastoreli.

A comissão que selecionou as frases vencedoras foi formada por jornalistas e professores

Os alunos e professores vencedores serão premiados em breve. Confira os vencedores de 2017:
“Respeite as leis de trânsito e preste atenção no volante, se a vida está difícil, imagine como vive um cadeirante”.
Aluna: Ana Claudia Gonçalves Lemos – 5º ano A
Escola Municipal João Daniel Machado Benetti – Astorga
Professora: Fátima dos Santos Herrera
“No trânsito, sou o resultado das minhas escolhas”.
Aluna: Amanda Caroline dos Santos Neves – 5º ano A
Escola Municipal Amábile Tonetto Pozzobon – Astorga
Professora: Simone Maria Alves dos Santos Rodrigues
“Todos nós vamos cuidar, para no trânsito a vida não terminar”.
Aluno: Marcos V. – 5º ano C
Escola Municipal Mercedes R. Panzeni – Sarandi
Professora: Margarete
“No trânsito vou te falar! Não pode vacilar… Moto, carro, pedestre, bicicleta e circular… Todos têm que colaborar”.
Aluno: Jackson da Silva – 4º ano B
Escola Municipal Olinda Dias Pereira – Sarandi
Professora: Rosângela de Oliveira da Silva
“No trânsito não brinque com a sorte, compartilhe a vida não a morte”.
Aluna: Maria Julia Corsoline Silva – 5º ano
Escola Municipal Messias Barbosa Ferreira – Floresta
Professora: Adriana de Araujo Xavier Pelizer
 
“Na olimpíada da escola corro para ser campeão, no trânsito eu escolho ser ouro em colaboração!”
Aluna: Polyane Rebeca Guedes Pedro – 5º ano B
Escola Municipal Poetisa Cecília Meireles – Sarandi
Professora: Gisele Andreto Candido
“Toda diferença no trânsito começa com você”.
Aluno: Gabriel Ricardo de Andrade – 9º ano
Abrigo Provisório Municipal – Maringá
Professora: Fátima França Paulino
A equipe do Diário na Escola agradece a participação de todos e parabeniza os vencedores. 👏
Fotos: João Paulo Santos
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Astorga recebe oficina Descritores

Olá pessoal!

Na tarde desta sexta-feira, dia 4, o Programa O Diário na Escola está em Astorga.

Os profissionais da Educação do município participam da oficina pedagógica “Descritores: um convívio diário”.

A professora Alethéia Braga Ribeiro vai falar sobre a contribuição da Prova Brasil para o ensino público e sobre os descritores.

E na segunda-feira, dia 7, estaremos em Sarandi.

Em breve, novidades por aqui!

Abração da Equipe O Diário na Escola

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O Diário na Escola está em Floraí!

Olá pessoal!

Hoje estamos com os profissionais da Educação de Floraí para uma tarde de troca de saberes e experiências!

É mais uma oficina promovida pelo programa O Diário na Escola, sob coordenação de Ricardo Pastoreli.

A oficina “Os Descritores: um convívio diário” faz parte da capacitação docente para a Prova Brasil!

Nessa tarde vamos falar sobre vários temas, veja alguns:

  • procedimentos de leitura;
  • enunciador na compreensão de textos, intertextualidade;
  • localizar informações;
  • identificar o tema;
  • distinção entre fato e opinião.

Estaremos aí das 13 às 17 horas em parceria com a prefeitura do município! Gostou?

Ah, e por falar em oficina…

O pessoal de Ivatuba participou do encontro com a professora Alethéia semana passada. Olha só a avaliação da Secretária de Educação do município, Nadir Valentini:

“A parceria formada com o Programa O Diário na Escola vem contribuindo significadamente com a formação continuada de nossos professores. A cada oficina novas práticas pedagógicas são aprimoradas. E ao fazer uso do jornal como ferramenta de aprendizagem nossas crianças são estimuladas a novas descobertas e os conteúdos são aprendidos de forma prazerosa”.

 

Obrigada por nos receber professora Nadir!

Logo tem mais e a gente conta tudo por aqui e no Diário na Escola no Facebook

Até logo!

Equipe O Diário na Escola

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Alunos trocam cartas para estudar o gênero

Foto AbreAs cartas são uma forma de produção textual existente desde que o homem necessitou de comunicação à distância ou mais precisamente, desde as inscrições rupestres, as quais eram produzidas em forma de símbolos. No entanto, com a evolução da informática hoje temos o e-mail, veículo de informação que transporta vários tipos de cartas a todo o momento em velocidades instantâneas. Com isso, é muito difícil encontrar pessoas que troquem correspondências escritas à mão.

Para estudar o gênero textual carta e oportunizar a experiência de se comunicar com pessoas de outra cidade através de um pedaço de papel, a professora Suelena Yoshie Giraldelli, que leciona na Escola Municipal Prof. Domingos Laudenir Vitorino, de Itambé, desenvolveu o projeto “Intercâmbio” com seus alunos do quinto ano.

Os funcionários dos Correios do município, Marina Abramoski Nogueira e André Luiz Lopes auxiliaram a professora durante o trabalho. Eles foram até a escola e explicaram às crianças como seria o projeto, qual a estrutura de uma carta e também os procedimentos para preencher um envelope. “É uma iniciativa da rede Correios estar dentro das escolas, a cada ano desenvolvemos algo diferente, para este momento aliamos nosso trabalho com o currículo escolar e os resultados foram excelentes”, comemora Marina.

“A maior alegria dos alunos, sem dúvidas, foi ir à sede dos Correios levar as correspondências para selar e serem enviadas ao destinatário. Afinal, é uma experiência que nunca tinham vivido antes. Algo tão simples e ao mesmo tempo, novo”, destaca a professora da turma.

O trabalho realizado durante cerca de 30 dias contou com a colaboração de estudantes de Ângulo, que após receberem as cartas dos colegas – ainda desconhecidos – de Itambé, também foram desafiados a responder as correspondências.

“Foram dias de ansiedade pela espera da carta da aluna de Ângulo, Emilly Taissa Silva. Eu nunca havia escrito e muito menos recebido algo dos Correios. Além de divertido, foi uma oportunidade para fazer novas amizades”, conta a aluna de Itambé, Ana Heloisa Beltram de Oliveira.

As professoras também entraram na brincadeira. “Me correspondi com a educadora Silvia Cavalari e fiquei na expectativa para conhece-la pessoalmente”, diz Suelena.

“As crianças falavam dos colegas do outro município, como se fossem amigos de longa data. Já sabiam o número de irmãos, qual o animal de estimação e outras informações pessoais”, enfatiza Marina Nogueira.

Depois das conversas escritas, alunos e professores tiveram a oportunidade de se encontrar. Os estudantes de Itambé foram até a escola de Ângulo para desvendar a curiosidade de saber com quem trocaram mensagens. No encontro, em um primeiro momento a timidez tomou conta das turmas, mas minutos depois as crianças já estavam lanchando juntas, brincando, e claro – em tempos de tecnologia – trocando números de celular para não perderem o contato.

Suelena aconselhou os alunos a não perderem o hábito da comunicação via carta e ressalta que, “a atividade ultrapassou os limites do estudo do gênero textual e oportunizou novas amizades. Foi um trabalho gratificante!”

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Capacitação do Diário na Escola em Sarandi inclui novos professores

foto para materiaNeste ano uma novidade na rede municipal de educação do município. Não só os profissionais que lecionam para as turmas de quinto ano, mas também aqueles que trabalham com os quartos anos, terão a oportunidade de receber a assessoria pedagógica oferecida pelo Programa.

O encontro pedagógico “Estrutura do jornal – trabalhando com o impresso em sala de aula” oferecido pelo Diário na Escola foi ministrado pela jornalista e especialista em educomunicação, Loiva Lopes que abordou conceitos como: capa, charges, artigos, editorias e lide, qual a importância dos meios de comunicação enquanto veículo de informação e opinião, como também o papel dos profissionais que fazem parte da redação.

Nesta primeira formação foram apontados aspectos que devem ser considerados na hora de ir para a prática pedagógica. Como por exemplo, permitir sempre uma leitura livre, dar um passeio pelas páginas do jornal, ajudar o aluno a identificar o formato, cadernos, assuntos, etc. Dicas e sugestões que irão ajudar o professor que está iniciando agora o trabalho com a leitura do jornal em sala de aula.

A professora Franciele Ruiz conta que a possibilidade de atividade com o jornal já no quarto ano facilita o ensino e prepara a criança para a série final do primeiro ciclo, o que reflete em melhores resultados.

“As crianças vivem em um mundo interativo, no qual a comunicação se torna imprescindível, seja pelos jornais, revistas ou internet. O professor precisa buscar formas criativas para formar um aluno crítico e reflexivo, por isso é tão importante utilizar recursos didáticos que dinamizam as aulas”, ressalta a educadora Salete Batista Eduardo.

A ministrante enfatiza que, “a promoção do acesso à leitura do jornal em sala de aula, com o professor intermediando a relação entre as mídias e seus conteúdos, possibilita ao aluno a chance de não somente conhecer uma diversidade de gêneros textuais presentes no impresso, mas também compreender, interpretar e expressar sua realidade.”

DIARIO NA ESCOLA_RS15Erick Bucioli, diretor de ensino em Sarandi, salienta que o profissional da educação precisa, diariamente, fazer análise do conteúdo para em seguida aplicá-lo em sala. “As capacitações do Diário na Escola ajudam muito neste trabalho, pois nos encontros primeiro é fundamentada a teoria e depois a experiência da prática. Algo que auxilia o educador a compreender o assunto e ensinar com maior segurança.”

Dentre as propostas de atividades da oficina os professores puderam transformar a notícia do impresso em conteúdo de jornal televisivo, produziram murais informativos para que toda a escola tenha acesso aos fatos que acontecem em Maringá e região, realizaram leitura semiótica de fotos e imagens publicitárias, como também propostas que envolvem a Copa do Mundo, um assunto atual e que desperta o interesse dos alunos.

A equipe do Diário na Escola entregou aos participantes do encontro uma apostila com mais de vinte sugestões de atividades relacionadas às diferentes disciplinas do currículo escolar. “Essas dicas de como trabalhar o jornal proporciona aos estudantes um conhecimento novo e o entendimento dos assuntos abordados no dia-a-dia”, conta a educadora Ana Maria de Araújo.

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Empresas têm oportunidade de contribuir para a formação escolar

No momento em que se busca uma melhor qualidade de vida, em especial para as crianças, o setor privado é desafiado a ter uma participação social mais efetiva cooperando na tarefa de oferecer uma educação de maior eficácia nas escolas.

A parceria empresa e escola assegura o compromisso do setor empresarial em construir um mundo economicamente desenvolvido e socialmente justo.

Atualmente a capacidade de atendimento das redes de ensino já é suficiente para atender quase todas as crianças de sete a 14 anos, muito embora parte dos ambientes escolares estejam em condições precárias. No entanto, o problema atual do ensino não é em relação ao acesso, mas à permanência e o aprendizado do aluno.

Quando a empresa associa seu produto a uma causa nobre, se valoriza, inclusive, diante dos próprios funcionários. Melhorando sua comunidade, estará também reduzindo os problemas do seu entorno.

A equipe do Diário na Escola acredita que a relação entre o setor privado e escolas se caracteriza como uma parceria, uma colaboração entre instituições que compartilham objetivos ou interesses comuns.

Se a empresa puder oferecer meios para que os alunos visitem suas instalações, será uma ótima experiência para eles, principalmente pela oportunidade de conhecer espaços onde possam acompanhar os vários estágios da elaboração de um produto ou serviço.

A concessionária de rodovias Viapar é parceira do Diário na Escola e somente neste ano subsidiou a participação de quase 900 alunos no Programa. Oferecendo semanalmente a crianças e adolescentes o recebimento de exemplares do Diário para atividades, acesso à informação e o despertar do hábito da leitura. Fatores que os tornam cidadãos mais atuantes e críticos em relação às problemáticas da sociedade.

Oficina de Trânsito Itinerante da Viapar realizada na Fundação Isis Bruder – uma das 12 instituições que recebem o subsídio da concessionária para a participação no Programa

Oficina de Trânsito Itinerante da Viapar realizada na Fundação Isis Bruder – uma das 12 instituições que recebem o subsídio da concessionária para a participação no Programa

Em parceria com o Diário na Escola a Viapar realizou diversas Oficinas Itinerantes nas instituições de ensino que fazem parte do Programa. Proporcionando aos estudantes palestras sobre segurança no trânsito, exibição de vídeos relacionados ao assunto e a entrega de brindes.

Empresas que venham a ser parceiras do Diário na Escola podem mais do que disseminar a informação no ambiente escolar e motivar trabalhos de leitura e escrita, estas ainda têm a oportunidade de realizar promoções culturais, a exemplo do Concurso de Frases sobre a Semana Nacional do Trânsito no qual a Viapar desenvolve com o Programa, oportunizando ao aluno expor talentos e receber prêmios.

“Dos vários projetos que a Viapar têm apoiado, o Diário na Escola merece atenção especial, pois considero fundamental trabalhar com a educação infantil. É compensador ver o resultado dessa parceria da concessionária junto ao Diário”, afirma o presidente da concessionária, Marcelo Stachow Machado.

O Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Júnior, de Maringá, recebe exemplares do Diário semanalmente devido ao subsídio oferecido pela Viapar. “Com o jornal em sala incentiva-se o prazer da leitura, o que gera melhora no aprendizado. O impresso oportuniza aos alunos o acesso a vários gêneros textuais que circulam na sociedade, bem como, tornar-se um ser mais analítico e competente da cultura letrada”, destaca a diretora do colégio, Ivânia Ávila.

O assessor de comunicação da concessionária, Marcelo Bulgarelli destaca que a transformação da sociedade passa pela educação. “Utilizar o jornal como ferramenta pedagógica é uma forma de estimular o hábito da leitura entre as crianças e até mesmo entre os professores. Os alunos comentam sobre os fatos do dia a dia amadurecendo o senso crítico”.

A coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes enfatiza a importância dos parceiros. “Estamos trabalhando com a expectativa de aumentar em 2014 o número de empresas patrocinadoras para que possamos atender as escolas que nos procuram todos os anos com o interesse em participar das atividades do Programa”.

Além de beneficiar diretamente o aluno, a atuação conjunta entre empresa e escola se transforma em lição de cidadania. Se você deseja ser um parceiro e subsidiar alunos, entre em contato com a equipe do Diário na Escola pelo telefone (44) 3221-6050 ou pelo e-mail: [email protected]

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O Diário na Escola: aprendizado dinâmico e ensino qualitativo

Desde 2001 o programa educacional O Diário na Escola, que é alinhado ao modelo “Jornal e Educação” da Associação Nacional de Jornais (ANJ), é desenvolvido pelo O Diário do Norte do Paraná.

Em parceria com as Secretarias de Educação de Maringá e região e também empresas privadas, o programa tem por objetivo estimular nos alunos o gosto pela leitura contribuindo com o estudo de diversos conteúdos, formação cidadã e o desenvolvimento do senso crítico dos envolvidos.

Atualmente O Diário na Escola está presente em 117 instituições de ensino atendendo aproximadamente oito mil alunos e 300 educadores, em 19 municípios. Além de realizar concursos culturais, o Programa tem como prioridade oferecer encontros de formação aos professores e oficinas pedagógicas aos estudantes, a fim de maximizar a utilização dos jornais enviados às escolas e propiciar um novo olhar sobre os textos de circulação social.

“O Diário na Escola permite o trabalho com a diversidade textual, além de proporcionar aos alunos o contato com o jornal, algo que muitos não tem acesso fora da escola. Permite também que os pais possam ler as notícias com seus filhos, pois eles pedem o jornal para levar para casa”, conta a professora da Escola Municipal Alfredo Sofientini, de Astorga, Valéria Nunes de Jesus.

Capacitação

foto materia dois“Trabalho há muitos anos na mesma escola. Fui coordenadora pedagógica, diretora e hoje sou professora do 5º ano. De início foi uma resistência para meus superiores entenderem a importância do Programa, mas assim que assumi a direção junto à nova secretaria de educação, conseguimos. E hoje, trabalhando com meus alunos vejo que não foi em vão a insistência. As crianças adoram o jornal e são leitores assíduos. Através dos encontros, estou me capacitando e levando conhecimento aos estudantes”, destaca a professora da Escola Municipal Menino Jesus, de Uniflor, Cristiani Maria Baptista Gati.

Alunos do ensino fundamental e médio, de escolas públicas e particulares, entre outros ambientes educativos como comunidades sociais e abrigos, são o público alvo do Diário na Escola. As instituições parceiras recebem os jornais semanalmente para desenvolverem atividades e os trabalhos realizados a partir da leitura do jornal O Diário são publicados nas colunas semanais do programa, no caderno de Cultura, e nas mídias onlines, a exemplo do blog, facebook e twitter do Programa.

Os profissionais da educação recebem assessoria pedagógica especializada nos encontros de capacitação, palestras com grandes nomes das áreas de educação e comunicação, materiais de apoio com sugestões de atividades para o trabalho interdisciplinar com o impresso, atendimento da equipe do Diário na Escola para suprir dúvidas, bem como visita as escolas.

Em 2013, foram realizados os seguintes encontros de capacitação: “O jornal como aliado para os estudos da Prova Brasil”; “A diversidade dos gêneros no universo jornalístico”; “Artigo de Opinião: um espaço de argumentação no jornal”; “Histórias em quadrinhos: linguagens e ludicidade nas produções textuais”; “Notícia e Reportagem – bastidores e processos de produção” e “O professor na sala de aula – buscando estratégias de superação do mal estar docente”.

Concursos

CColuna Jornal Semana Nacional do Transito - 2013O Programa realizou nos meses de setembro e outubro duas promoções culturais: Concurso de Frases sobre a temática da Semana Nacional de Trânsito (6ª edição) e Concurso de Gibi (8ª edição). Ambos têm como objetivo propiciar que crianças e adolescentes, juntamente com seus professores, desenvolvam um trabalho de leitura crítica diante dos assuntos relacionados às notícias veiculadas nas páginas do jornal e produzam diferentes gêneros textuais.

anúncio“Tivemos dois alunos premiados no Concurso de Frases, é uma enorme satisfação. Em especial, porque as crianças vencedoras apresentavam dificuldade de aprendizado em sala de aula, com a vitória mostramos não só para elas, mas para os colegas, que com dedicação e esforço, tudo é possível”, enfatiza Vilma Spinella, assessora pedagógica na secretaria de educação de Astorga.

A vencedora do Concurso de Gibi na categoria “escolas da região” foi Gabriela Fusco dos Santos. A mãe, Maria Cristina Fusco conta que a filha é dedicada em tudo o que faz. “Ela esteve realmente empenhada no período de produção da história em quadrinhos. Concursos como este incentivam as crianças a buscarem o sucesso”.

Dia das CrinaçasEm comemoração ao Dia da Criança foi lançada a promoção cultural online “Livro também é diversão!”. Para participar bastava acessar o regulamento e o formulário de inscrição pelo blog do Diário na Escola e contar como faz para estimular a leitura da criançada. Podendo ser filho, neto, sobrinho ou aluno. O autor da história mais criativa recebeu seis livros de histórias infanto juvenis.

“Com tantas opções tecnológicas as crianças estão se afastando do contato com os livros. Quero que na vida do meu filho isso seja diferente. Percebo que o ato de ler é algo prazeroso para ele, e espero que continue assim”, enfatiza a mãe do ganhador e incentivadora do hábito da leitura, Leia Rachel Teixeira de Souza.

Visitas monitoradas

QUARTOANOVITORBELOTIDM3Os participantes ainda podem conhecer a sede do grupo O Diário, onde é apresentado aos visitantes todo o processo da produção da notícia até o sistema de impressão e distribuição do jornal nas casas, escolas e empresas.

“É importante para o aluno conhecer o espaço físico da empresa jornalística, conversar com os funcionários, tocar os equipamentos, tudo isso faz com que ele volte pra a sala de aula com um olhar diferente. As crianças estão mais abertas do que imaginamos para a leitura crítica da mídia”, conclui a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

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Alfabetizado até os oito anos de idade

Este é o compromisso assumido pelo governo federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental. Ação denominada Pacto Nacional da Alfabetização na Idade Certa (Pnaic).

Estar alfabetizado significa ser capaz de interagir por meio de textos escritos em diferentes situações. É ler e produzir textos para atender a diferentes propósitos. A criança alfabetizada compreende o sistema alfabético de escrita, sendo capaz de ler e escrever textos de circulação social que tratem de temáticas familiares ao aluno.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o ciclo de alfabetização deve garantir a inserção da criança na cultura escolar, bem como a aprendizagem da leitura e da escrita e a ampliação de seu universo de referências culturais, nas diferentes áreas do conhecimento.

A aprendizagem deve ocorrer em situações em que as crianças se apropriem de conhecimentos que compõem a base nacional comum para o ensino fundamental de nove anos (linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e ensino religioso).

Há vários fatores envolvidos no processo de alfabetização, mas três, em especial, merecem ser destacados. Em primeiro lugar, é fundamental contar com professores alfabetizadores bem preparados, motivados e comprometidos com o desafio de orientar as crianças nesta etapa da trajetória escolar.

Um segundo fator importante é a disponibilidade de materiais didáticos e pedagógicos apropriados e que estimulem a aprendizagem. Todavia, não basta dispor materiais, é fundamental que os professores saibam manuseá-los e extrair dos conteúdos o máximo de possibilidades para dinamizar as aulas e alcançar os objetivos da alfabetização em cada ano.

Por fim, destaca-se que o êxito do processo de alfabetização está também na capacidade de acompanhar continuamente o progresso da aprendizagem das crianças, por meio de avaliações, a exemplo da Provinha Brasil.

O professor é uma figura central e determinante no processo de alfabetização. Por isso, é fundamental proporcionar uma formação inicial e continuada que valorize a trajetória profissional, mas que torne esta etapa de ensino mais atrativa, assegurando as condições necessárias para que eles desempenhem seu trabalho com competência e entusiasmo.

Dessa maneira, entende-se que a formação do professor não se encerra na conclusão do seu curso de graduação, mas se realiza continuamente na sala de aula, onde dúvidas e conflitos aparecem a cada dia. Uma das possibilidades de superação de dificuldades é a oportunidade de discutir com outros profissionais da educação, o que pode favorecer a troca de experiências e propiciar reflexões mais aprofundadas sobre a própria prática.

O curso do Pnaic é presencial e tem dois anos de duração. No início de 2013, a temática foi linguagem e em 2014 será matemática. Em cada ano, a duração total é de 120 horas, com a realização de encontros presenciais ao longo do ano letivo. Serão ofertados quatro cursos em turmas distintas: um curso para professores do ano 1 do ensino fundamental, um para os docentes no ano 2, um para os professores do ano 3 e um para docentes de turmas multisseriadas.

A formação também abordará a inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais. Além disso, os conteúdos serão disponibilizados no formato adaptável a pessoas com deficiência visual (MEC Daisy).

Tendo em vista que o processo de alfabetização começa formalmente no início do ensino fundamental, quando a criança está com seis anos completos, o MEC indica que o professor precisa realizar, já no primeiro ano, avaliações diagnósticas para subsidiar o planejamento da ação pedagógica.

No entanto, o primeiro instrumento formal de avaliação elaborado externamente é a Provinha Brasil, aplicada no início do 2º ano ou aos sete anos, quando a criança encontra-se numa segunda etapa de construção dos direitos de aprendizagem que compõem todo o processo de alfabetização.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) aplicará uma avaliação universal no final do 3º ano para verificar os resultados de todo o Ciclo de Alfabetização. Ela servirá para constatar se as crianças estão alfabetizadas e com condições de seguir seu fluxo escolar. Os dados serão disponibilizados logo no início do ano seguinte para elaboração de estratégias de prosseguimento do trabalho. A primeira avaliação desse tipo será feita em 2014.

O Pnaic visa integrar ações e materiais que contribuam para a alfabetização

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Nova Parceria

A Escola Sabidinho Supremos, de Nova Esperança, é a 117ª instituição a fazer parte do Programa Educacional O Diário na Escola. Os alunos já estão recebendo os jornais para realizar atividades sob a orientação dos professores de história e língua portuguesa. A escola, que este ano completa 20 anos, está preparando um jornal escolar que será um marco na história da instituição.

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