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“NICOLAU, O MENINO AZUL” FOI INSPIRADO POR UMA FOTO DO DIÁRIO

Olá pessoal! Na edição de hoje circula a nossa coluna O Diário na Escola, no Caderno D+. Para quem ainda não leu o Diário do Norte do Paraná hoje, apresentamos três trabalhos maravilhosos desenvolvidos nas cidades de São Jorge do Ivaí e Marialva. Linguagem jornalística desafia os alunos A turma do 4ºC da professora Simone Carbone,  de São Jorge do […]

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40 anos do Diário enriquecem bibliotecas escolares

Fruto do trabalho de pesquisa nos acervos da empresa, o livro “O Diário – A história contada por quem faz história” apresenta um recorte dos principais fatos noticiados nos últimos 40 anos. O jornalista e autor da obra, Edivaldo Magro passou dias imerso no acervo do próprio jornal, folheando centenas de edições. “Corri os olhos por mais de 15 mil páginas recolhendo os assuntos que, na minha percepção, tinham relevância histórica – para o jornal e o leitor. Organizá-los para uma melhor compreensão também foi desafiador”, conta Edivaldo.

SARANDI. Loiva Lopes entrega exemplares do livro do Diário para a secretária da educação do município, Adriana Palmieri. As obras serão destinas às bibliotecas das escolas.

SARANDI. Loiva Lopes entrega exemplares do livro do Diário para a secretária da educação do município, Adriana Palmieri. As obras serão destinas às bibliotecas das escolas.

Todas as instituições de ensino participantes do Diário na Escola serão contempladas com edições do livro. “O material será uma fonte de pesquisa muito interessante para os estudantes, além de contar a história de 40 anos do jornal O Diário, traz uma compilação dos eventos noticiosos que receberam cobertura nacional. Até o fim deste ano pretendemos entregar um exemplar para cada biblioteca das escolas parceiras do Programa”, destaca a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

O autor da obra esclarece que as informações, sem dúvida, podem ser um importante instrumento pedagógico. “A história é um tema de relevância e quando explorado adequadamente, se transforma num recurso didático muito eficiente para capturar a atenção dos alunos.”

“O livro vai auxiliar o trabalho do professor, pois apresenta textos com diversidade de gêneros. Quando se usa um material novo em classe, o estudante tem maior interesse pela atividade, algo que gera bons resultados”, comenta a coordenadora pedagógica Raquel dos Santos.

“A informação é sempre um instrumento de evolução. Não importa sua plataforma: virtual, eletrônica ou impressa. Quando se trata de crianças, o conhecimento deve ser servido como gênero de primeira necessidade – e de forma sempre abundante. Nesse contexto, o livro dos 40 anos do Diário sem dúvida é uma grande fonte de informação e conhecimento. A abordagem de temas relevantes das últimas quatro décadas é um recurso facilitador para o uso do conteúdo em sala de aula”, enfatiza o presidente do Grupo O Diário, Sr. Franklin Vieira da Silva.

A aluna Amandda Soares está curiosa para ler a obra. “Quando visitei a sede do Diário conheci alguns dos primeiros exemplares impressos, mas agora vou poder acompanhar não só a evolução do formato das páginas como também das notícias.”

Edivaldo conta que o trabalho foi mais prazeroso que exaustivo. “Reafirmou em mim a convicção de que o jornalista é um historiador do seu tempo e, diante de uma notícia, deve tratá-la como tal, claro, mas igualmente ter em perspectiva que aquele acontecimento vai se tornar um fato com relevo histórico, que pode servir no futuro como fonte importante de consulta”, conclui.

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O mal-estar docente

Muitos educadores têm adoecido devido a fatores relacionados à profissão. Nas escolas é possível ver uma mistura de indisciplina, desmotivação e aulas cansativas. Diante desta realidade, a professora e escritora Soraia Nunes Marques sentiu a necessidade de buscar informações para tentar mudar essa situação. O final da pesquisa resultou na produção do livro “Formação de professores felizes: evitando a síndrome de Burnout”. Na obra a autora busca respostas, na própria pedagogia, para diminuir os efeitos dos problemas capazes de abalar a saúde do professor.

livro Soraia

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Escolas de Astorga no clima da Copa

Em junho, nenhum assunto no Brasil vai ser mais importante do que a tão aguardada Copa do Mundo. E não é para menos, estamos a caminho do hexa, título jamais alcançado por alguma seleção. Na escola, o evento costuma provocar uma alteração no comportamento da garotada e de muitos professores – ninguém consegue falar de outra coisa. Conscientes dessa “febre”, as equipes pedagógicas das instituições de ensino têm entrado no clima dos jogos decorando as salas de aula e preparado atividades sobre a temática. Algo que pode ser visto, por exemplo, nos ambientes escolares do município de Astorga.

Na Escola Municipal João Daniel Machado Benetti, está sendo desenvolvido o projeto Copa do Nosso Mundo. Diretoria, coordenação e professores estão engajados para mostrar aos alunos que o evento é mais do que futebol, é também uma oportunidade de mostrar aos estrangeiros as qualidades do nosso país. “Repassamos às crianças que devemos respeitar as seleções que estarão nos visitando e deixar claro que ter espírito esportivo é competir, participar, e não necessariamente vencer”, conta a professora Fátima dos Santos Herrera.

No cronograma de atividades propostas durante este período de festividades, os estudantes vão conhecer as culturas dos países envolvidos no campeonato mundial; a história de outras Copas; confecção de cartazes para torcida; bandeiras, bolas e uniformes produzidos com materiais recicláveis que pretendem despertar o interesse pelo aprendizado.

“Algo que nós temos discutido nas aulas é o tema ‘paz’, seja nos lugares onde as pessoas irão assistir aos jogos ou mesmo dentro do campo. E isso tem gerado bons resultados, inclusive, na convivência dentro da escola com sentimentos de coletividade e parceria uns com os outros, pois destacamos que mesmo o futebol sendo uma disputa, os jogadores trabalham em união na busca do melhor resultado”, ressalta a coordenadora Edilaine Piva.

Racismo, não

O estudante Hugo Amaral aconselha: “Como somos o país sede, temos que fazer a diferença! Em alguns campeonatos, a torcida comete bullying contra os jogadores, e, na maioria dos casos, por racismo. Isso é algo que não podemos deixar acontecer na nossa Copa.”

Maria Eduarda do Carmo, também aluna da Escola João Daniel, explica que durante as aulas sobre o evento mundial, tem aprendido assuntos novos. “Estudamos sobre a alimentação e o uso de drogas. Os jogadores para terem boa disposição precisam comer frutas e verduras diariamente, e aqueles que não quiserem ser punidos no exame antidoping não podem usar anabolizantes antes das partidas, aliás, o correto é nunca usar, pois isso é algo muito prejudicial à saúde.”

Fátima, a professora da turma, está realizada com o envolvimento das crianças. “Quando fui decorar a sala de aula pedi para que viessem no contraturno me ajudar. Não imaginei que teria grande participação, mas quando cheguei na escola fiquei surpresa. Estavam todos aqui, prontos a colaborar. Este comprometimento deles é que me motiva a buscar uma educação de qualidade, sempre!”, diz.

Foto abre 01

DISPOSIÇÃO. Estudantes da Escola João Daniel se reuniram no contraturno para decorar a sala de aula e entrar no clima de Copa

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A mascote da Copa

Foto Abre - FULECONada mais original para representar o Brasil como país sede do campeonato mundial, do que um animal nativo que para se proteger de predadores se enrola no próprio casco e vira uma bola, objeto protagonista nas Copas do Mundo.

O bicho que foi batizado de Fuleco é um tatu-bola com o corpo amarelo, bermuda verde, carapaça azul e camiseta branca formando as cores da bandeira do Brasil, o nome foi criado a partir da junção das palavras futebol e ecologia.

Com a intenção de divulgar informações sobre a espécie que tem tido sua população desfalcada devido à perda e a destruição do habitat natural, além da caça, que atualmente é a principal ameaça. A organização não governamental (ONG) Associação da Caatinga lançou, em 2011, uma campanha para que se tornasse a mascote da Copa do Mundo de 2014. A campanha atingiu o seu objetivo e o tatu-bola foi eleito em 2012, após receber 1,7 milhão de votos pela internet, somando 48% da preferência mundial.

As mascotes já são tradicionais neste tipo de evento. Criadas pela Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) na busca de chamar a atenção das crianças para o futebol, a preferência é que sejam representadas por personagens em formato de desenho animado.

Em todas as edições do campeonato a recomendação da Federação é que represente algo típico do país sede: um animal, uma planta ou uma cor, por exemplo. Com isso, seis das 13 já criadas são bichos, entre elas: dois leões, um leopardo, um galo, um cachorro e agora, um tatu-bola.

No entanto, as mascotes não são usadas apenas para promover o evento e alegrar a torcida nos estádios, também acabam se transformando em verdadeiras “celebridades” internacionais, comercializadas como objetos e personagem de campanhas publicitárias.

A primeira Oficial foi criada na edição da Copa sediada pela Inglaterra, em 1966 representada por Willie, um leão que vestia uma camisa com a bandeira britânica. Além de ser “viva”, ela apareceu em desenhos que foram usados para promover o torneio e foi tema de músicas.

Conhecendo a mascote

O tatu-bola, também chamado de tatu-apara, bola, bolinha, tranquinha ou tatu-bola-do-nordeste, é a menor e menos conhecida espécie de tatu do Brasil.

Encontrado na caatinga e no cerrado o animal já foi registrado em 12 estados brasileiros: Bahia, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Piauí, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Com aproximadamente 50 cm e 1,2 kg, o tatu-bola apresenta como uma de suas principais características a capacidade de se fechar na forma de uma bola ao se sentir ameaçado, o que protege as partes moles de seu corpo contra o ataque de predadores. Esse diferencial foi o que deu origem ao seu nome popular.

O tatu-bola possui hábitos noturnos e se alimenta principalmente de formigas e cupins, consumindo também grande quantidade de areia, cascas e raízes junto ao alimento.

PROTEÇÃO. Quando a espécie se sente ameaçada, se fecha como uma bola para proteger as partes moles do corpo dos ataques de predadores.

PROTEÇÃO. Quando a espécie se sente ameaçada, se fecha como uma bola para proteger as partes moles do corpo dos ataques de predadores.

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Concurso Escritor do Mês chega ao fim e dá prêmios aos alunos vencedores

Alunos do Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Junior durante todo o mês de Abril participaram do concurso “Escritor do Mês” organizado pelas bibliotecárias da instituição.

Cartazes sobre os escritores Vinícius de Moraes, Ana Maria Machado e William Shakespeare foram expostos por toda a biblioteca. Os alunos que participaram da competição literária, na qual tiveram que escolher um dos autores citados acima, pegar uma ficha que contém cinco trechos de livros do autor que escolheu e o estudante que primeiro descobrisse em qual livro estava o trecho que consta na sua ficha, ganhou uma caixa de bombom como prêmio!

Em apenas duas horas de competição o aluno Rene Sarrão Moura acertou os trechos da obra de Vinícius de Moraes. As alunas Andria Watanabe e Bruna Leoncio leram mais de 15 livros da autora Ana Maria Machado para descobrir os trechos que foram selecionados para a competição. E por fim, as alunas Sara Maria Silveira e Camila Franzoni leram e releram por mais de duas vezes as cinco obras de William Shakespeare, até encontrarem os trechos dos livros que estavam em suas fichas.

De acordo com as bibliotecárias da escola, Cássia Miya Kato e Priscilla Kelly Bressan o objetivo da experiência cultural foi alcançado “muitos alunos se empenharam para participar da competição, pesquisaram sobre os livros dos autores selecionados e com isso conseguimos incentivar a leitura”.

Alunas do 3º ano A, Sara e Camila que encontraram os trechos das obras de William Shakespeare

Alunas do 8º ano A, Andria e Bruna que encontraram os trechos das obras de Ana Maria Machado

Rene, aluno do 2º ano B, que encontrou os trechos das obras de Vinícius de Moraes em tempo récorde!

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Por que o jornal na educação?

Pesquisa realizada com os profissionais da educação, participantes de “O Diário na Escola”, em novembro e dezembro deste ano, aponta que o jornal tem sido utilizado nos projetos pedagógicos da escola. De acordo com os educadores de Maringá e região, o trabalho com os impressos despertou nos alunos: 1) mais interesse pela leitura; 2) maior interesse pelos temas do cotidiano; 3) melhor qualidade na produção de texto; 4) melhor interpretação de texto; 5) maior participação nas aulas; 6) melhor relacionamento interpessoal; 7) mais autonomia e autoconfiança; e 8) melhor raciocínio lógico-matemático. De forma geral, os principais pontos positivos ressaltados foram os seguintes:

1-     Assessoria pedagógica (oficinas, palestras, reuniões etc) prestada aos educadores.

2-     Assiduidade e pontualidade com que o jornal chega à escola.

3-     Realização de concursos (promoções culturais) com premiação, que é um fator motivacional.

4-     Publicação de eventos culturais e educacionais das escolas e municípios; publicação dos trabalhos de alunos e professores na coluna do programa.

5-     Propiciar o debate, a criticidade, a análise do cotidiano e contribuir com o ensino-aprendizagem nas diversas disciplinas.

Veja o que dizem os educadores sobre o trabalho realizado:

“Espero que a equipe do Diário na Escola continue fazendo este trabalho excelente nas escolas, melhorando a formação dos professores com os cursos oferecidos que são ricos em conteúdo.” Prof.ª Kelly Cristina de Aguiar – Escola Municipal Ayres Aniceto de Andrade – Sarandi

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Quem deveria não participa do debate educacional

O Observatório da Educação analisou 18 jornais na América Latina, estudou 1.200 reportagens publicadas e verificou que os professores estão fora do debate público sobre educação. Parece improvável, mas é a verdade segundo o Observatório, afinal os novos métodos e as tendências pedagógicas não são discutidos com aqueles que irão implantá-los. A pesquisa revela que quem está na sala de aula, no dia a dia da rotina escolar não é consultado sobre política educacional, o educador ainda se sente obrigado a desenvolver as práticas impostas e fazê-las darem certo.
O estudo também revelou que os professores estão envelhecendo, já que a idade média do profissional em atividade é 45 anos. Conforme os organizadores da pesquisa, gente jovem não se interessa pela profissão. A valorização do professor, que tantas campanhas defendem, acontece quando ele é escutado pela sociedade, quando sua voz ecoa para além da escola.
Depois do diagnóstico, entidades de diferentes países se uniram e lançaram na semana passada a Rede pela Valorização [email protected] Docentes [email protected] O foco da iniciativa se volta para políticas de valorização dos docentes como forma melhorar a qualidade da educação pública. A rede se divide em três eixos de atuação: comunicação, pesquisa e articulação política. Os debates e as formas de adesão podem ser vistos no site Vozes da Educação (www.vozesdaeducacao.org.br).

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Concurso oferece bolsa para TCC

 

Estão abertas as inscrições até 20 de julho para o 7º Concurso de Bolsas para Trabalhos de Conclusão de Curso do Programa Informação, da ANDI – Agência de Notícias dos Direitos da Infância – sobre os temas criança, consumo e mídia. São no total sete bolsas no valor de R$390,00 por seis meses cada. Informações podem ser obtidas aqui

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Atividades com jornal

No site www.anj.org.br/jornaleeducacao/biblioteca/atividades-com-jornal, o leitor encontrará diversas sugestões de atividades com jornal, desenvolvidas por educadores de todo país, para serem aplicadas em sala de aula. Nesse endereço encontram-se, também, relatos de experiências de docentes participantes de “O Diário na Escola”.

As propostas sugeridas priorizam trabalhos que vão desde o conhecimento da estrutura do jornal até abordagens de temas específicos como o trânsito, a solidariedade, a cultura de paz, por exemplo.

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