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Alunos dramatizam telejornal a partir de notícias do Diário

Os estudantes da Escola Municipal Vânia Maria Simão, de Atalaia, participaram da oficina “Jornal Falado” desenvolvida pela equipe do Programa O Diário na Escola. Uma atividade que possibilita a prática da leitura e da oralidade, além da oportunidade em conhecer textos de circulação social.

Foto AbreDepois de um bate-papo sobre as diferenças entre os jornais impressos e os televisivos, as crianças receberam exemplares do Diário para encontrarem notícias e anúncios publicitários que os despertassem interesse, e assim, pudessem encenar um telejornal com direito à abertura, chamadas, comerciais e encerramento. “Essa dinâmica cativou os alunos estimulando a participação e envolvimento da turma”, conta a professora Suzi Aparecida de Souza Rosário.

O estudante Gustavo Henrique da Silva destaca sobre a importância em se manter informado, “só conseguimos isso a partir do conhecimento do que é notícia”. E o colega Matheus de Lima Pereira completa, “descobri que mais do que concorrentes, os veículos de comunicação são parceiros que trocam fontes.”

A educadora Elizabete Ronca Bonesi comenta sobre as alternativas de trabalho que o jornal oferece. “Transformamos as matérias em narrativas, sempre explorando os elementos textuais e a interpretação dos fatos.”

“No dia que o Diário vai para a sala de aula há interação entre as crianças, elas adoram comentar as notícias. Depois disso ainda podem levar o impresso para desenvolver uma leitura familiar, em casa”, ressalta a professora Marta Ribeiro Franchetti.

Durante a oficina com a equipe do Programa, os estudantes puderam tirar todas as dúvidas sobre o jornalismo e os profissionais da área. “Agora sei como é feito o jornal, a correria que é a vida de um repórter e o contato que eles têm com outras pessoas da imprensa para se inteirarem dos assuntos que são destaque pelo mundo”, enfatiza o aluno, Douglas da Silva Magalhães.

“Os benefícios do uso do Diário em sala são muitos, em especial, para o estudo da diversidade dos gêneros textuais”, fala a vice-diretora da escola, Vera Lúcia Fabris. A secretária da educação do município, Ângela Candioto acrescenta, “os assuntos polêmicos e de interesse social são pauta de trabalho do professor, o que garante momentos de argumentação e contribui para a formação cidadã das nossas crianças.”

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Escolas de Astorga no clima da Copa

Em junho, nenhum assunto no Brasil vai ser mais importante do que a tão aguardada Copa do Mundo. E não é para menos, estamos a caminho do hexa, título jamais alcançado por alguma seleção. Na escola, o evento costuma provocar uma alteração no comportamento da garotada e de muitos professores – ninguém consegue falar de outra coisa. Conscientes dessa “febre”, as equipes pedagógicas das instituições de ensino têm entrado no clima dos jogos decorando as salas de aula e preparado atividades sobre a temática. Algo que pode ser visto, por exemplo, nos ambientes escolares do município de Astorga.

Na Escola Municipal João Daniel Machado Benetti, está sendo desenvolvido o projeto Copa do Nosso Mundo. Diretoria, coordenação e professores estão engajados para mostrar aos alunos que o evento é mais do que futebol, é também uma oportunidade de mostrar aos estrangeiros as qualidades do nosso país. “Repassamos às crianças que devemos respeitar as seleções que estarão nos visitando e deixar claro que ter espírito esportivo é competir, participar, e não necessariamente vencer”, conta a professora Fátima dos Santos Herrera.

No cronograma de atividades propostas durante este período de festividades, os estudantes vão conhecer as culturas dos países envolvidos no campeonato mundial; a história de outras Copas; confecção de cartazes para torcida; bandeiras, bolas e uniformes produzidos com materiais recicláveis que pretendem despertar o interesse pelo aprendizado.

“Algo que nós temos discutido nas aulas é o tema ‘paz’, seja nos lugares onde as pessoas irão assistir aos jogos ou mesmo dentro do campo. E isso tem gerado bons resultados, inclusive, na convivência dentro da escola com sentimentos de coletividade e parceria uns com os outros, pois destacamos que mesmo o futebol sendo uma disputa, os jogadores trabalham em união na busca do melhor resultado”, ressalta a coordenadora Edilaine Piva.

Racismo, não

O estudante Hugo Amaral aconselha: “Como somos o país sede, temos que fazer a diferença! Em alguns campeonatos, a torcida comete bullying contra os jogadores, e, na maioria dos casos, por racismo. Isso é algo que não podemos deixar acontecer na nossa Copa.”

Maria Eduarda do Carmo, também aluna da Escola João Daniel, explica que durante as aulas sobre o evento mundial, tem aprendido assuntos novos. “Estudamos sobre a alimentação e o uso de drogas. Os jogadores para terem boa disposição precisam comer frutas e verduras diariamente, e aqueles que não quiserem ser punidos no exame antidoping não podem usar anabolizantes antes das partidas, aliás, o correto é nunca usar, pois isso é algo muito prejudicial à saúde.”

Fátima, a professora da turma, está realizada com o envolvimento das crianças. “Quando fui decorar a sala de aula pedi para que viessem no contraturno me ajudar. Não imaginei que teria grande participação, mas quando cheguei na escola fiquei surpresa. Estavam todos aqui, prontos a colaborar. Este comprometimento deles é que me motiva a buscar uma educação de qualidade, sempre!”, diz.

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DISPOSIÇÃO. Estudantes da Escola João Daniel se reuniram no contraturno para decorar a sala de aula e entrar no clima de Copa

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A notícia dentro da sala de aula

 Uma sugestão de atividade para ser trabalhada com os alunos é o “Jornal falado”. Essa dinâmica incentiva a leitura de informação prévia, o jornal impresso, além de instigar a criança a assistir os jornais televisivos.

Foi isso que a equipe do Diário na Escola fez com os alunos dos quartos e quintos anos da Escola Municipal Afrânio Peixoto, em Ivatuba. As crianças foram divididas em duplas, e cada grupo recebeu uma edição do jornal O Diário, em seguida escolheram uma matéria ou reportagem que mais chamou a atenção e fizeram um resumo com as principais informações a serem apresentadas no telejornal.

Na frente do quadro foi montada a “bancada” do telejornal com duas carteiras e cadeiras para acomodar os alunos que a partir daquele momento seriam os âncoras do jornal televisivo. O espaço do quadro, que fica atrás dos apresentadores, pode ser aproveitado para a produção de um cenário!

Os alunos ainda podem fazer uma espécie de teatro durante a apresentação utilizando nomes fictícios baseados nos dos apresentadores de telejornal, como por exemplo: Caco Nascimento, Coris Basoy, Patrícia Poetisa, Zeca Magro, etc. Dessa forma, a atividade, além de interessante, ficará descontraída e chamará a atenção da sala.

Em Ivatuba o resultado foi excelente, além dos nomes fictícios eles fizeram abertura e encerramento do programa, em alguns grupos enquanto um foi o âncora o outro foi repórter, criaram previsão do tempo e ao final do ainda chamaram a próxima edição. A exemplo da apresentação das alunas, Jamila dos Santos e Thaíssa Loyola, “boa noite Brasil! Assistam agora mais um capítulo de Avenida Brasil.”

Os alunos vão interagir com os assuntos mostrados na sala de aula e irão aprender sem que percebam. Estarão mais atentos às notícias e, consequentemente, mais informados.

Para não errar durante a apresentação do telejornal, as crianças leram a notícia e anotaram as principais informações

 

Alunos durante a apresentação: âncora e repórter

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Empobrecimento da consciência

REFLEXÃO: Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a Tv tem um espaço cativo nos lares. Dona da verdade e expert em prender a atenção, ela tem seu poder de informação, serviço público e ao mesmo tempo uma destreza incrível de influenciar o pensar e o comportamento dos espectadores. Ciro Marcondes Filho, autor consagrado sobre o assunto, escritor de “Televisão: a vida pelo vídeo”, é direto sobre o uso intenso da televisão: ” como consequência, temos um empobrecimento da consciência das pessoas e uma redução de sua capacidade de inovação cultural”.

 

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O retorno de “Cocoricó”

A parti de amanhã (18/06), as crianças – e adultos – fãs do programa “Cocoricó” vão desfrutar de mais uma temporada de episódios na Tv aberta, na Tv Cultura, às 11h15.  A série tem 26 novos episódios repletos de musicais com a turma de Júlio, Lilica e Alípio.

Abaixo a aberturados anos 90:

http://www.youtube.com/watch?v=afd7nNmDNjQ
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