Ambiente Educacional Informatizado



Jogos Escolares deixam marca positiva

Olá pessoal! Vocês leram a Coluna O Diário na Escola dessa terça-feira, dia 1 de agosto? A gente conta as experiências recentes de Floraí com o jornal em sala de aula. A escolha de temas de interesse dos alunos é sempre um estímulo a mais para quem participa de um projeto multidisciplinar. Capacitação e propostas inovadoras As […]

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarA criação do “Jornal do Miltinho” foi um trabalho realizado pelos alunos da Escola Municipal Professor Milton Santos, de Maringá, com objetivo de possibilitar ao educando o contato com os mais diversos tipos e gêneros textuais, o inserindo no convívio social da escola e da comunidade. Para, assim, o conduzir a criação e a elaboração das notícias a partir de acontecimentos cotidianos do espaço escolar, bem como a produção do conhecimento relacionada a conteúdos e atividades propostos no currículo.

O Jornal do Miltinho contou com a publicação de propostas didáticas realizadas pelos alunos de terceiro a quintos anos, no Ambiente Educacional Informatizado (AEI) supervisionado pela professora Tereza Maria Arenso e toda a equipe pedagógica da escola. “No início os alunos tiveram o conhecimento teórico sobre o conceito de jornal, como se produz, qual a estrutura, as partes que o compõe e por último, produção e montagem do impresso”, explica Tereza.

Todo esse processo foi acompanhado de pesquisas, exemplos práticos, explanação sobre as mídias, bem como criação do nome do jornal e das atividades publicadas. Lembrando que tudo foi realizado coletivamente com os alunos.

O desenvolvimento das atividades produzidas na edição um do jornal ocorreu durante o primeiro semestre. Os alunos foram desafiados a realizarem várias atividades contempladas no planejamento que enfocaram a produção textual de conteúdos históricos como: A fundação da Escola Professor Milton Santos; o Dia Internacional da Mulher, a Inconfidência Mineira, a Páscoa, entre outros temas relacionados ao cotidiano da escola.

No segundo semestre a elaboração do conteúdo do Jornal do Miltinho deu ênfase ao tema “Folclore”, destacando as manifestações folclóricas: danças, comidas típicas, lendas, parlendas, ditos populares, advinhas e charge. “Todo o trabalho foi buscando promover o desenvolvimento das competências comunicativas, do trabalho em equipe e do uso das novas tecnologias”, ressalta Tereza.

 

 

RESULTADO

Confira o texto da aluna Beatriz Victória Bequer Reis, que foi nota publicada no Jornal do Miltinho:

 

O que é um jornal?

É uma publicação periódica constituída por uma série de folhas grandes de papel dobrados em cadernos, onde são impressas notícias, reportagens, crônicas, entrevistas, anúncios e outros tipos de informação de interesse público.

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Jornal Escolar – Eu fiz

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Professora Nadyr Maria Alegretti, em Maringá, a produção do jornal escolar ficou sob a responsabilidade da professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Vera Gobatto. A partir do planejamento elaborado para a construção do impresso com os alunos dos quartos e quintos anos, e após algumas aulas teóricas e interativas a respeito do jornal como meio de comunicação, ela iniciou o desafio de criar o jornal da escola.

“Como a instituição oferece ensino integral e o material seria desenvolvido durante as aulas do ensino regular, no período da manhã, ficou decidido que o nome seria Jornal da Manhã”, conta Vera.

A partir disso, começou o trabalho. Na primeira folha, que é a capa do jornal, seguindo as orientações da professora os alunos escreveram o título e todas as informações básicas que um impresso deve conter.  Na aula seguinte, a turma da sequência dava continuidade, editando o que já havia sido feito. A exemplo do tamanho das letras, fonte, negrito, itálico, sempre prosseguindo o trabalho já iniciado.

Em sua primeira edição, o jornal trouxe o histórico da escola. Os alunos então iniciaram as produções primeiro pela pesquisa e leitura na internet, em seguida coletaram informações e imagens sobre a instituição, juntamente com depoimentos conseguidos na própria escola.

“Desta forma foi possível construir um texto coletivo e tópicos informativos, que eram passados no quadro, depois copiados pelos alunos e posteriormente editados pela turma do dia, ou pelos próximos que viriam, de acordo com o cronograma das aulas”, diz Vera.

Houve ainda a publicação de textos produzidos pelos estudantes, realizados em sala de aula, em que após a leitura de uma notícia do jornal O Diário, os alunos escreviam uma resenha. Após essa etapa, um desses textos foi escolhido para cópia e edição durante as aulas de informática e posteriormente publicado no Jornal da Manhã.

Na segunda edição do jornal escolar, o tema abordado foi o folclore. Para isso foram necessárias algumas aulas explorando o assunto em sua diversidade, uma vez que é bastante abrangente. Assim como na primeira edição, a turma começou pela capa do jornal e seguiu para a elaboração dos conteúdos a serem trabalhados: lendas, provérbios, cantigas e brincadeiras.

Após a elaboração dos textos, começaram os trabalhos com as tirinhas, em que utilizaram os personagens folclóricos para criar diálogos e situações humorísticas. No final foram selecionados algumas para serem diagramadas e publicadas no jornalzinho.

“Ao finalizar o impresso, ainda no computador, todos visualizaram a edição que foi enviada para correção e apreciação da supervisão e orientação escolar. Após os ajustes necessários, o jornal foi impresso e exposto na Mostra de Trabalhos”, comenta Vera.

 

RESULTADO

Olha que bacana a tirinha produzida pelas alunas Amanda Evellyn Silva Dourado e Giovanna Rafaela Benate Zanatto sobre o tema folclore:
Box - jornal escolar

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO jornal escolar apresentado hoje é bastante temático. Com o nome de Jornal Mirim, em sua primeira edição os alunos optaram por conteúdos que homenageiam a história da própria instituição, a Escola Municipal Professora Lídia Ribeiro Dutra da Silva, de Maringá.

“As crianças foram desafiadas a conseguirem o máximo de informações possíveis sobre o que mudou desde que a escola foi inaugurada, para isso, contaram com a ajuda da equipe e da comunidade vizinha”, conta a professora Rute Rocha.

Entre as notícias do impresso, estão: o porquê do nome da escola, quando ofereceu o primeiro dia de aula, qual a estrutura atual e funcionários que nela trabalham. A proposta despertou a curiosidade dos alunos, a vontade em pesquisar e, com isso, os resultados foram excelentes.

Todo o trabalho foi realizado no Ambiente Educacional Informatizado (AEI), assim os alunos já podiam escrever os textos e procurar imagens na internet. “A dificuldade maior foi com relação à formatação. Os estudantes dos quartos e quintos anos ainda têm pouca habilidade nesta etapa. O professor precisava auxiliar constantemente”, destaca a educadora, Maria Aparecida Cavalher Ferreira.

Na segunda edição do jornal neste mesmo ano, o tema foi sobre o folclore. As atividades divulgadas foram realizadas pelos alunos dos terceiros, quartos e quintos anos. Englobou todas as manifestações do folclore: danças, comidas típicas, lendas, ditados populares, adivinhas.

Depois de pronto, foi entregue um exemplar para cada estudante das turmas que produziram o jornal. Foi impresso uma cópia colorida e em tamanho maior, que ficou exposta em mural para que todos os alunos e comunidade pudessem ler.

Para este ano, as professoras Rute e Maria Aparecida estão confeccionando o jornal numa edição anual, dispondo de maior tempo para trabalhar com as crianças os recursos da digitação e diagramação dos textos para o impresso.

Os professores que atuam no AEI receberam uma formação sobre como produzir um jornal escolar, com a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes. “As informações repassadas neste curso nos ajudaram muito a melhorar um trabalho que inicialmente era tão complexo e que este ano se tornou mais simples, por isso esperamos ainda mais resultados”, enfatizam.

 

 

CHARGE

Em jornal escolar também tem charge! Por ser um gênero um pouco mais difícil de ser produzido pelas crianças, elas pesquisaram na internet produções prontas sobre o folclore, e olha que bacana o que encontraram:

charge - box

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarPara começar a produção de um jornal escolar o primeiro passo é pensar em um nome para o impresso. E foi dessa forma que a professora Maria Aparecida Cavalher Ferreira, iniciou as atividades na Escola Municipal Professora Miriam Leila Palandri, em Maringá.

Alunos do quarto e quinto ano foram os responsáveis pela produção do jornal e, por isso, tiveram a oportunidade de sugerir nomes para o informativo. Foram várias opções e para a escolha, nada mais justo, do que o voto democrático. Ao final, o nome escolhido foi “Jornal da Cultura Escolar”.

Nesta primeira edição o tema central foi o folclore brasileiro, assunto trabalhado amplamente com os alunos em sala de aula e no Ambiente Educacional Informatizado (AEI). “Como é um tema muito rico, os alunos tiveram a oportunidade de manusear o computador utilizando vários recursos, a exemplo da pesquisa na internet, vídeos, inserção de figuras, digitação de textos, desenhos. Os terceiros anos contribuíram com a pesquisa e produção de publicidade sobre lendas, os quartos anos estudaram as parlendas, trava-línguas, ditados populares e adivinhações. Já os quintos anos escreveram sobre comidas típicas de cada região do Brasil, uma das propostas de melhor resultado”, destaca Maria Aparecida.

É importante ressaltar que o trabalho realizado no AEI tem contribuído muito com o aprendizado do estudante, podemos observar isso semanalmente nos jornais escolares que têm sido publicados no O Diário do Norte do Paraná. Principalmente na questão da digitação de textos, que oportuniza aos alunos perceberem seus erros ortográficos e corrigi-los. Outro fator enriquecedor é o acesso que eles têm às diversas imagens que completam os textos, facilitando a interpretação.

A professora conta que muitas dificuldades foram enfrentadas para a realização do jornal escolar. Mesmo com a assessoria da coordenação de informática da secretaria da educação do município, que ofereceu as orientações e os temas a serem trabalhados, ela precisou pesquisar e adquirir novos conhecimentos para orientar os alunos. “Era preciso ensinar o conteúdo, fazer o registro utilizando os recursos da informática e o mais difícil, colocar os trabalhos produzidos no jornal, ou seja, fazer a diagramação”, diz.

Depois de tanto esforço, vieram os resultados. O Jornal da Cultura Escolar deixou de ser apenas um projeto e saiu do computador para as folhas de papel. Todo produzido e impresso no AEI, o jornal escolar foi um sucesso na instituição. Cada aluno que participou das atividades pode levar um exemplar para casa e comemorar com os pais. Uma cópia em tamanho maior ficou em exposição na escola, para que toda a comunidade pudesse reconhecer o bom trabalho realizado.

“O diferencial da produção de um jornal escolar, é que é um processo. Percebi que para ensinar, antes é preciso aprender, mesmo aquilo que a gente pensa que já sabe. Aprender é sempre gratificante, tanto para o aluno como para o professor”, conclui, Maria Aparecida.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarForam meses de muito trabalho até a entrega dos exemplares do Jornal RPP, impresso desenvolvido pelos professores e alunos da Escola Municipal Rosa Palma Planas, de Maringá. A partir da proposta da secretaria de educação, as educadoras do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) Michelle de Carvalho e Alessandra Neves Moreno, aceitaram o desafio de confeccionar um jornal escolar.

“A iniciativa foi desenvolvida com a participação direta dos alunos dos quartos e quintos anos que ocuparam a posição de editores, repórteres e fotógrafos, mas teve também a participação indireta das outras turmas, que em conjunto com as professoras regentes, professoras de arte, inglês e educação física, se empenharam contribuindo com as matérias para nosso jornal a partir das atividades realizadas em sala”, destaca Michelle.

As educadoras contam que a motivação das crianças foi constante, desde a escolha do nome para o jornal até o desenvolvimento dos conteúdos a serem publicados, o que fez com que se sentissem ainda mais responsáveis pela produção.

Com esse projeto escolar do AEI, os alunos puderam conhecer e trabalhar mais com os diversos gêneros textuais que compõem um impresso, instigando-os assim a produzirem o jornal da escola. Durante as aulas também aprenderam a identificar as diferenças entre jornais impressos, online e blogs, fator que colaborou para ampliar conhecimentos e estimular a leitura em variados suportes.

“Conseguimos ir além dos objetivos iniciais. A exemplo da oportunidade dos alunos serem editores e repórteres, utilizarem novas tecnologias como ferramentas de aprendizagem, e com isso o estudante foi capaz de ler, analisar, compreender, interpretar e desenvolver o senso crítico incentivado pela ansiedade de viver novas pesquisas e descobertas”, ressalta Alessandra.

“Todo o trabalho foi muito gratificante, pois houve um enorme reconhecimento por parte da escola, da comunidade, da secretaria de educação, mas principalmente por parte dos alunos que se sentiram extremamente valorizados”, comemora Michelle.

 

 

CURIOSIDADE

O brigadeiro é um dos doces preferidos da criançada. Pensando nisso, uma equipe de repórteres mirins escreveu para a coluna de variedades do Jornal RPP, mais do que a receita dessa delícia, mas também a origem do doce. Algo curioso que eles constataram que os colegas não tinham conhecimento. E você, sabe como o brigadeiro se popularizou?

 

O brigadeiro é um dos doces mais famosos do Brasil, sendo conhecido praticamente só aqui. Era chamado antigamente de negrinho, ganhou esse nome em homenagem ao Brigadeiro Eduardo Gomes, candidato a presidente da república em 1940. Para promover a candidatura, eram feitos esses doces, que eram entregues ao povo junto com um santinho do Brigadeiro.

Isadora e Vinícius – 5º C

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarUm jornal escolar de sucesso exige o comprometimento de toda uma equipe, e na Escola Municipal Zuleide Samways Portes, de Maringá, foi exatamente isso que aconteceu. As professoras responsáveis pelo projeto, Sandra D’Antonio e Suzana Moran contam que em cada etapa da produção a comunidade escolar esteve envolvida. “Desde o início, todos ficaram muito animados e se dispuseram a ajudar no trabalho. O primeiro passo foi pensar em um nome e projeto gráfico para o jornalzinho”, relatam.

De forma bastante democrática “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi o título vencedor, nascendo assim, o nome do impresso a ser produzido. Para ilustrar ‘a voz’ os estudantes optaram por incluir o símbolo de uma boca na logomarca e assim deixar a marca mais criativa.

O assunto de boa parte das matérias publicadas teve como base as manifestações culturais, tema que já estava sendo abordado em sala de aula e também no Ambiente Educacional Informatizado (AEI). Fator que auxiliou nas etapas de pesquisa para as pautas jornalísticas.

“A união do trabalho dos professores e dos alunos concretizou na elaboração das páginas do nosso jornal, que foram voltadas à cultura e as diferentes manifestações populares ocorridas em nosso Estado e nas demais regiões do Brasil”, comenta Sandra. A colega de profissão, Suzana, acrescenta “o objetivo foi deixar claro que vivemos imersos e somos origem dessas manifestações, bem como da mistura de raças, culturas e credos.”

O “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi entregue à comunidade na semana cultural da escola. As professoras relatam que os pais ficaram extremamente contentes com o resultado e elogiaram a oportunidade de divulgação do trabalho de seus filhos. “Ficou o desejo e o gostinho de quero mais, de continuar o projeto, esta é uma forma especial de expor parte das atividades que ocorrem dentro da espaço escolar”, destacam Sandra e Suzana.

 

TEXTO PROFISSÕES

Entrevistando minha mãe

Maria Helena tem 45 anos, mora no Jardim Alvorada e sua profissão é promotora de vendas. Ela vende: Avon, Boticário,Tupperware, Evomel, Jequeti, Hermes, Quatro Estações, Natura, Fuller e Pierre Alecsander. Minha mãe gosta muito do que faz e se sente realizada, esta bem neste trabalho.

Na verdade ela passou por várias profissões, tais como: balconista, recepcionista, cozinheira, auxiliar de cozinha, garçonete, babá, diarista, doméstica, boia-fria, atriz, projetora de programas artísticos, promoções e eventos, auxiliar de dicção de vozes e gerente de restaurante. Ela percebeu diante de tudo isso que gostava de motivar as pessoas, treiná-las, capacitá-las e encaminhá-las, e isto me dava prazer ao vê-la melhorando também.

Ela é feliz com sua profissão e consegue fazer as pessoas crescerem intelectualmente, profissionalmente e financeiramente, trabalha com a autoestima e se torna uma pessoa ativa sabendo lidar com seus problemas e dos outros sem consequências negativas.

Você só melhora quando melhora a vida dos outros.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolar“As diversas atividades que envolvem a construção do jornal escolar são extremamente importantes, pois colocam os educandos diretamente em contato com os processos de oralidade, leitura e escrita, evidenciam de forma muito clara a utilização de recursos tecnológicos no processo de produção e divulgação do conhecimento e, por consequência, enaltecem ainda mais a importância da disciplina de informática educacional nas escolas”, destaca o professor da Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Jair José Gregório Junior.

Jair leciona na Escola Municipal Dr. Luiz Gabriel Guimarães Sampaio, em Maringá, e foi um dos educadores da rede desafiados a produzir um jornal escolar com as crianças. Ele conta que, assim como proposto pela secretaria de educação do município, o impresso foi organizado pelos alunos dos quartos e quintos anos. Nesta proposta, os professores regentes dos primeiros, segundos e terceiros anos, junto com os das disciplinas de inglês, arte e educação física realizaram pesquisas e atividades com os estudantes a fim de publicá-las no jornalzinho. Mas quem fez todo o trabalho de seleção e edição do conteúdo, foram as turmas responsáveis pelo projeto.

“É importante salientar que o processo de confecção do jornal escolar não ficou restrito apenas a mera reprodução de atividades já produzidas por outras turmas. Isso foi apenas uma parte do trabalho. Cabia também aos alunos organizadores, dos quartos e quintos anos, a produção de textos relatando fatos acontecidos na escola como, por exemplo, apresentações artístico-culturais, reuniões, aulas de campo, entre outros. Essas produções foram realizadas muitas vezes de forma coletiva e com a mediação dos professores”, explica Jair.

Após a conclusão do trabalho no ambiente informatizado foram impressas várias cópias do jornal a serem entregues para a comunidade escolar. Para que um maior número de pessoas tivesse acesso ao trabalho realizado, alguns exemplares ficaram expostos nos murais de atividades produzidas na escola. O professor responsável pelo projeto disse que a satisfação dos resultados foi bastante grande, além dos elogios recebidos por parte equipe da secretaria municipal de educação, que propôs a ele o desafio.

 

ENQUETE

Os alunos dos quarto ano realizaram uma enquete com os do primeiro para saber qual a cantiga de roda preferida da turma. Após a apuração dos dados, os estudantes produziram um gráfico no ambiente informatizado que ilustrou o resultado e foi publicado no jornal escolar.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO jornal “Alô Marchesini” foi uma ação conjunta dos períodos matutino e vespertino da Escola Municipal Professor José Marchesini, com a finalidade de tornar-se um instrumento de divulgação das atividades pedagógicas e dos conteúdos que são trabalhados na instituição. Assim, o trabalho foi direcionado em ações jornalísticas que partem de uma perspectiva de envolvimento da comunidade escolar, garantindo a visibilidade das ações e dos acontecimentos mais significativos.

“Na proposta de envolver os estudantes em todas as etapas, desde a escolha do título, até sua divisão e elaboração, foram desenvolvidas visando garantir a participação e o engajamento dos membros da comunidade escolar”, destaca o professor do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Amilton Costa.

A escolha do nome do jornal foi através de um concurso com a participação dos alunos dos 3º, 4º e 5º anos do período letivo de 2014. Entre os vários títulos sugeridos, quatro chegaram à final: Alô Marchesini, A minha escola, Notícias Escolares e Gazeta Marchesini. As opções foram apresentadas e votadas pelos estudantes de todas as séries, tendo como vencedor, Alô Marchesini.

Para a elaboração do jornal escolar foram trabalhados, no laboratório de informática, diversos modelos de informativos impressos e online. “O acesso a este tipo de material visava a familiarização das crianças com esses veículos de comunicação, com o objetivo de explorar o formato de suas notícias, como elas são apresentadas – manchetes e corpo de texto – e demais colunas, temas e assuntos que são componentes típicos dos jornais”, conta a professora do AEI, Cristiane Barbosa.

O Alô Marchesini em suas duas edições de 2014 tratou de diversos temas abordados em sala de aula, tais como: copa do mundo, escravidão, ocupação do espaço paranaense, folclore, literatura, receitas, classificados, caça-palavras, entre outros. Deve-se destacar que, diversos textos produzidos pelos alunos em seu cotidiano pedagógico, ganharam visibilidade dentro da comunidade escolar através dos espaços de publicações oferecidos no jornal escolar.

“Como retorno deste trabalho didático-pedagógico, notamos que, ao longo do processo de elaboração do Alô Marchesini ocorreu uma ativa participação dos alunos em diversos aspectos, sejam quanto a disponibilidade em digitar os materiais editoriais, ou as pesquisas referentes às produções e, principalmente, interesse em observar e ler o que foi escrito pelos colegas.  Assim, concluímos que novas habilidades e competências estão sendo aprofundadas e desenvolvidas pelos nossos estudantes através da utilização deste rico material, o jornal”, enfatizam Amilton e Cristiane.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarCom um trabalho voltado para a divulgação dos acontecimentos do espaço escolar, “O Diário da Escola Municipal Professor José Aniceto”, de Maringá, contou com a colaboração de toda equipe e estudantes dos quartos e quintos anos.

“O objetivo principal é mostrar aos alunos como é constituído um impresso e sua importância como veículo de comunicação para a sociedade”, destaca a professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Andrea Rúbia Ferreira.

Nas manchetes do jornal escolar é possível conhecer sobre as festividades que ocorrem dentro da escola e ainda um pouco de cultura nas chamadas sobre o Folclore e as diferentes comidas típicas brasileiras.

Das receitas culinárias aos conceitos sobre cada personagem folclórico, os estudantes tiveram participação efetiva nas páginas do impresso por eles produzido. “Inicialmente fizemos uma análise do jornal ‘O Diário do Norte do Paraná’ observando a organização, sequências e estrutura. Em seguida, foram estabelecidas as etapas para a realização do trabalho, bem como a divisão de tarefas por grupos. Cada equipe ficou responsável por uma seção do jornal”, conta Andrea.

A matéria de capa do jornal escolar remete a um dos eventos mais animados da escola, a Festa Junina. Para entenderem que a festa também pode ser um momento de aprendizado, um dos alunos ficou incumbido de criar uma matéria sobre a importância desta celebração.

“O resultado foi muito positivo, despertou nas crianças o gosto pela leitura e o interesse em se fazer pesquisas nos meios de comunicação impressos e online. A partir disso, o jornal tem feito parte da rotina dos estudantes. Como recompensa senti o quanto os alunos se sentiram valorizados quando viram suas publicações no jornalzinho”, enfatiza a professora.

Os pais ficaram surpresos com a qualidade da proposta e confirmaram a mudança de hábito dos filhos em relação à curiosidade sobre fatos noticiosos.

 

FESTA JUNINA

O aluno, Jhonata Harry Teixeira fez uma produção contando sobre a história e festividades juninas. Confira um trecho do texto:

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades que ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que esta festa tem origem em países católicos da Europa, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, curau, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.

Na Escola Municipal Professor José Aniceto todos os anos é realizada festa junina somente para os estudantes da escola. Os alunos se vestem a caráter, tem danças e comidas típicas.

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