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Artistas gráficos têm espaço garantido no Jornalismo

Olá pessoal! Antecipamos no último post um bate-papo com o infografista, ilustrador e artista gráfico, Welington Vainer. Ele trabalha na redação do jornal O Diário e desenvolve capas especiais e os infográficos que ilustram as reportagens dos mais diversos segmentos: tabelas esportivas, infográficos sobre cinema, gastronomia, economia e até política. Em uma entrevista exclusiva para a Equipe […]

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Cores vivas, primeiros traços

A Legião da Boa Vontade (LBV) promove constantemente em suas unidades de atendimento diversas atividades que reforçam o desenvolvimento da criatividade e protagonismo. Pensando nisso, a Instituição promoveu uma exposição com artes produzidas pelas crianças e adolescentes atendidos e inspiradas nas obras de Romero Britto, renomado pintor e artista plástico brasileiro.

Após conhecerem a vida e obra do artista Romero Britto, os beneficiados deram asas à imaginação, aprimorando suas habilidades artísticas e apresentaram seus trabalhos numa exposição aberta ao público.

A exposição fez parte do projeto “Pintando, Criando e Recriando” e foi realizada nas dependências da LBV, em Maringá. Os próprios artistas mirins recepcionaram o público e explicaram as telas.

Além da contribuição pedagógica da arte, outro resultado positivo foi o despertar de sentimentos de “amor, compaixão, boa vontade e alegria”, como afirmou Gustavo Buzeli Arroyo, que teve seu trabalho exposto. Uma das etapas do projeto incluiu pesquisas sobre o estilo e a história de vida do artista. “Eu gostei da atividade porque tem muitos desenhos diferentes do Romero Britto, uns são xadrez, outros de pontinhos e eu adoro as obras dele. São sempre compostas por cores muito vivas, não tem nenhuma cor clara”, completou o atendido.

Com trabalhos apresentados na exposição, Geovana dos Santos Souza comentou que “o Romero Britto não deixa nada em branco, ele preenche todo espaço da tela. Arte é muito boa, a nossa mente não fica vazia e a gente pinta cada coisa bonita que vai formando paz e amor dentro de nós. Ela me deixa mais calma, mais leve.”

“Trabalhar com as obras de Romero Britto foi gratificante, pois a linguagem utilizada por ele desperta nos atendidos a curiosidade e o encantamento. Durante todo o desenvolvimento do projeto a participação foi ativa, uma vez que, o autor traz em suas obras reflexões sobre a amizade, a solidariedade, o amor, a fraternidade e tantos outros temas que fortificam a formação crítica e solidária das crianças e dos adolescentes através da arte”, ressalta a educadora social da LBV e responsável pela atividade, Norayama da Silva Falcão.

Foto AbreEtapas

Durante o projeto “Pintando, Criando e Recriando” várias atividades foram realizadas. Primeiro foi apresentada a biografia do artista e pintor brasileiro Romero Britto e sua trajetória. A educadora Norayama Falcão e os atendidos fizeram uma pesquisa sobre o significado das cores e a importância delas para uma obra de arte. Na sequência os atendidos conheceram algumas das obras do artista. Crianças e adolescentes foram à prática ao fazerem uma releitura de algumas pinturas de Romero, para isso, utilizaram material reciclado, crepom, EVA e massa de modelar. Também confeccionaram máscaras utilizando balões e jornal, e as pintaram inspirados nas técnicas utilizadas por Romero Britto. Por fim, produziram escultura de mãos com gesso e pintaram utilizando as técnicas do artista. Criaram quadros utilizando o jornal como suporte. E para finalizar o projeto, as obras produzidas pelas meninas e meninos foram para uma “exposição” que foi apreciada pela família e pela comunidade.

“É evidente que o desenvolvimento pleno do ser humano é marcado pelas relações que estabelecemos com o meio e as pessoas que convivemos cotidianamente, se apropriar dos bens culturais, das manifestações artísticas produzidas historicamente pela humanidade é nosso dever enquanto sujeitos históricos. A arte preenche os vazios, nos liberta, nos transporta para outros lugares, é uma viagem maravilhosa. Esse tipo de arte é como se fosse um livro, dá a oportunidade de subjetivamente cada um criar histórias, imaginar, se recriar, se rever, além da estética que é agradável”, aponta Norayama Falcão.

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Tarsila para quem quiser ver

As cores intensas e os temas regionais da arte moderna de Tarsila do Amaral estampam os muros do Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos (CEEBJA) “Professor Manuel Rodrigues da Silva”, em Maringá. As professoras da disciplina de Arte, Solange Bochinia e Mara Lúcia Ferreira do Amaral, reuniram os alunos do Ensino Fundamental e Médio para trazer à tona toda a intensidade da arte de Tarsila. Quem estuda na escola se sente privilegiado, mas também para a comunidade em geral que passa ali na frente é uma ótima oportunidade para conhecer um pouco sobre arte e desfrutar de todo o talento dos estudantes.

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Prêmio valoriza projetos exemplares de Arte

Por meio do trabalho com a arte é possível desenvolver a imaginação, o raciocínio, a percepção, faculdades ligadas diretamente à aprendizagem. Para Mirca Bonano, o trabalho com arte não é recente, desde 1986 ela utiliza o ensino para transformar consciências e realidades. A graduação em Artes Visuais se deu pela curiosidade e desejo de entender a produção artística contemporânea. Desde 2006 Mirca está à frente de projetos de formação continuada para professores do Instituto Arte na Escola (IAE), que trabalha em parceria com 50 universidades brasileiras espalhadas por 24 Estados e coordena, em 2011, a 12ª edição do Prêmio “Arte na Escola” (PAEC).

A fim de aumentar o repertório de arte do professor da educação básica, e em seguida compartilhar boas ideias com a classe educadora, o prêmio é dividido em cinco categorias: Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Em 2010 foram 587 inscritos, a meta para 2011 é de aumentar em cinco e 10% a quantidade de professores envolvidos. A premiação é de sete mil reais para o educador vencedor de cada categoria; para a escola, um computador, uma máquina digital, troféu e certificado.

 

 

O Diário na Escola >>> Qual é a situação atual do ensino da arte no Brasil?

Mirca Bonano>> Segundo os dados do Censo dos Profissionais do Magistério da Educação Básica de 2003 são mais de 88 mil professores de Arte em todo o Brasil. Segundo os resultados do último senso, este número chega hoje a 95 mil. A comparação mostra que o crescimento no número de professores ministrando Arte em oito anos foi de apenas 7,3% ou menos de 1% ao ano. Isso revela a falta de interesse na formação de profissionais nesta área, inibindo assim as chances de crescimento da mesma.

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História da arte desperta sensibilidades

Nem todo mundo conhece Mandaguaçu, muito menos o Bairro Vila Guadiana e a Escola Municipal Barão do Rio Branco. Foi ali, a 21 Km de Maringá, o espaço da 1ª Mostra ‘Criando arte na escola’, que conseguiu despertar habilidades, promover conhecimento e apresentar aos visitantes o que uma instituição de ensino tem de melhor.Uma sala no canto da escola separada para a beleza, o equilíbrio, a harmonia e também a revolta. É como uma viagem no tempo, da arte rupestre às releituras do “Barco com bandeirinhas e pássaros” de Alfredo Volpi. A apresentação de três alunas como bailarinas trouxeram leveza e brilho à exposição.

Alunos do primeiro ao quinto ano se dedicaram quatro meses ao estudo da história da arte, a produção de intervenções, dança e uma detalhada pintura viva da Santa Ceia, em que alunos simulam por alguns segundos o famoso quadro de Leonardo da Vinci. O projeto foi definido no começo do ano e teve o objetivo de despertar a sensibilidade artística nos pequenos e dar a oportunidade de cada um tornar-se protagonista das atividades.

A professora de arte, Maria Ângela Caraçato, explica que os estudantes olharam criticamente cada momento da história. “Expliquei que tudo aquilo era real, que realmente aconteceu naquele tempo. Disse a eles que sabemos um pouco daquela época pelas obras que os artistas nos deixaram”. Para fazê-los perceber as diferenças e os avanços, a didática escolhida passou pelos desenhos egípcios feitos a mão livre, pela arte grega, onde foi possível trabalhar a arquitetura, a escultura e a pintura e as técnicas de sfumato, do Renascimento.

Cada um dentro da suas possibilidades e criatividade foi transformando seu olhar sobre estética artística em novas interpretações e leituras. Despertando e expressando novos sentimentos e formando uma cadeia do conhecimento pela sensibilidade. Joyce Francisca dos Santos, de 11 anos, aluna do 5º ano nunca tinha mexido com argila e disse que a experiência foi inesquecível. “Adorei produzir a arte grega, quando estava exposto, tudo prontinho, não parecia um trabalho feito por nós”, avaliou a aluna. O Impressionismo de Claude Monet foi trabalhado com todas as turmas da escola e conseguiu transmitir aos pequenos que as releituras são importantes para conhecer e apreciar a obra, mas que o fundo, a altura, as linhas e as retas de cada uma delas são impossíveis de copiar.

 

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Concurso aborda arte, cultura e prevenção do uso de crack

Para enfrentar um problema social é preciso tratar sobre ele nas diversas esferas, com abordagens que provoquem a reflexão e a percepção acentuada da realidade. A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) promove o concurso com o tema ‘Arte e Cultura na Prevenção do Uso de Crack e Outras Drogas’, voltado para estudantes, amadores e profissionais através das seguintes categorias: cartazes, fotografia, jingle e vídeo. As premiações ocorrem por região para 1º, 2º e 3º colocados. As inscrições vão até 25 de abril. Informações podem ser obtidas em www.senad.gov.br

 

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