capacitação



Você leu o Jornal O Diário hoje? Tem coluna fresquinha no Caderno D+

Olá pessoal!

A segunda-feira, 7, foi super produtiva em Sarandi. A oficina pedagógica começou cedo para o primeiro grupo de professores e foi até o finalzinho da tarde para a segunda turma.

Professores participam da capacitação para Prova Brasil (Foto: João Cláudio Fragoso)

Foi uma experiência maravilhosa!

A prática da professora Alethéia Braga despertou muito interesse entre os profissionais da Educação. A maioria procura entender melhor os descritores (conteúdos) para que os alunos estejam bem preparados para a Prova Brasil:

“Os professores estão muito motivados e perguntam como podem ajudar o aluno a entender as questões de língua portuguesa ou matemática, quais estratégias avaliativas aplicar. No encontro nós levantamos as questões práticas sobre a avaliação e procuramos sanar na oficina”, afirma Alethéia.

Matéria do dia:

A edição de terça-feira da Coluna O Diário na Escola fala sobre o registro em cartório dos animais de estimação. A novidade que permite até colocar o sobrenome da família no pet, está disponível em Maringá. Você pode ler a matéria na íntegra na edição impressa do Diário 😉

Novidade chegando

Os alunos da Escola Reynaldo Rehder Ferreira (APAE/Maringá) são o destaque na edição dessa quarta-feira, 9. Eles utilizaram o jornal em sala de aula para uma aula multidisciplinar sobre dengue.

Para ler a reportagem sobre a atividade pedagógica desenvolvida na turma da professora Márcia Beluzzi, acompanhe a matéria na página D2 do Caderno D+

Abração da Equipe O Diário na Escola

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Descritores da Prova Brasil também orientam a avaliação na escola

Olá pessoal!

Como está o nível de qualidade da Educação brasileira?

No final do ano acontece a edição 2017 da Prova Brasil, uma avaliação nacional que pretende responder a essa pergunta. Milhões de alunos vão mostrar como está a competência deles em leitura (Língua Portuguesa) e na resolução de problemas (Matemática). Entre eles, os estudantes que estão no 5º e no 9º ano do Fundamental.

A preparação docente para o exame foi um dos temas da coluna do Diário na Escola de terça-feira, dia 25.

Leia a matéria na íntegra AQUI

Capacitação

A professora Alethéia Braga Ribeiro levou o debate sobre a Prova Brasil para os municípios de Floraí e Ivatuba. A oficina pedagógica foi promovida pelos municípios em parceria com O Diário na Escola e a Viapar.

No encontro “Descritores: um convívio diário”,  a ênfase é na avaliação de português.  A professora explica que não se trata apenas de transmitir e cobrar conteúdos. Ela enfatiza que o processo avaliativo tem que fazer sentido, uso prático para o aluno, não é apenas a nota que importa.

“Os descritores funcionam como metas para quem qualifica o aluno. O desenvolvimento acontece dentro de uma relação entre professor, aluno, processos de ensino e de aprendizagem” 

O professor tem que desenvolver no processo de ensino para qualificar o aluno para o mundo real. Assim, o educando terá condições de buscar ascensão intelectual e social, falar com a própria voz e exercer sua cidadania.

 

Encontro em Ivatuba aconteceu dia 20 e reuniu os professores na Escola Municipal Afrânio Peixoto

 

A próxima cidade a receber a oficina é Sarandi. O encontro está agendado e confirmado para o dia 7 de agosto.

Na quarta-feira, dia 26, tem mais novidade!

Abração da Equipe O Diário na Escola!

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O Diário na Escola está em Floraí!

Olá pessoal!

Hoje estamos com os profissionais da Educação de Floraí para uma tarde de troca de saberes e experiências!

É mais uma oficina promovida pelo programa O Diário na Escola, sob coordenação de Ricardo Pastoreli.

A oficina “Os Descritores: um convívio diário” faz parte da capacitação docente para a Prova Brasil!

Nessa tarde vamos falar sobre vários temas, veja alguns:

  • procedimentos de leitura;
  • enunciador na compreensão de textos, intertextualidade;
  • localizar informações;
  • identificar o tema;
  • distinção entre fato e opinião.

Estaremos aí das 13 às 17 horas em parceria com a prefeitura do município! Gostou?

Ah, e por falar em oficina…

O pessoal de Ivatuba participou do encontro com a professora Alethéia semana passada. Olha só a avaliação da Secretária de Educação do município, Nadir Valentini:

“A parceria formada com o Programa O Diário na Escola vem contribuindo significadamente com a formação continuada de nossos professores. A cada oficina novas práticas pedagógicas são aprimoradas. E ao fazer uso do jornal como ferramenta de aprendizagem nossas crianças são estimuladas a novas descobertas e os conteúdos são aprendidos de forma prazerosa”.

 

Obrigada por nos receber professora Nadir!

Logo tem mais e a gente conta tudo por aqui e no Diário na Escola no Facebook

Até logo!

Equipe O Diário na Escola

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Sarandi investe em formação

Desde o início do ano letivo professores e equipes pedagógicas da rede municipal de Sarandi estão participando de uma série de formações com mestres e doutores da área da educação. “Quando iniciei minhas atividades no município, em setembro de 2013, observei que os profissionais não tinham uma rotina de formação continuada, enquanto secretária institui um cronograma mensal de capacitação”, destaca Adriana Palmieri.

Foto AbreNas últimas semanas, professores dos quartos e quintos anos participaram do curso “Contextualizando a matemática por meio do jornal: Tratamento da informação. Que bicho é esse?” ministrado pela professora mestre em educação matemática, Solange D’ Antonio. “Após a formação os profissionais irão conseguir fazer com que os alunos entendam a importância do tratamento da informação para a sua vida, compreendam como se elabora um gráfico e uma tabela, quais os passos que devemos seguir até sua constituição, o que significa fazer uma pesquisa e como a realizamos, qual a melhor maneira de representá-la matematicamente, além de fazerem com que os estudantes realizem interpretações matemáticas de situações que envolvem não somente a leitura das imagens, mas o pensamento da comparação entre dados, as operações matemáticas, o valor posicional dos números, as diferentes sequências numéricas que podem ser constituídas e comparem medidas em situações significativas e prazerosas”, aponta Solange.

“A matemática em si é uma disciplina que causam certo medo nos alunos por acharem que ela é complicada e difícil de aprender, mas quando se trabalha com fatos reais do nosso dia a dia, quando usamos recursos diversificados e materiais de apoio que despertam o interesse pelas propostas, tem se um desempenho melhor e mais eficiente no processo de ensino e aprendizagem. Quando a atividade deixar de ser só lousa, giz e caderno, os resultados são outros e geralmente vão além do esperado”, ressalta a professora do quinto ano, Jucelene Marques de Freitas.

A secretária municipal da educação, Adriana enfatiza que o jornal é um instrumento didático que traz de maneira multidisciplinar vários suportes para o trabalho em sala de aula. “O tratamento da informação é um dos descritores da Prova Brasil, por meio da capacitação na matemática utilizando o impresso como suporte encontramos a maneira ideal para auxiliar os professores no trabalho em sala de aula. Temos certeza que será mais uma possibilidade de avanço na rede, estamos sempre na busca incessante de melhorar o ensino e a aprendizagem.”

“Pensamos que o jornal é uma ferramenta importante para o trabalho com a matemática, pois este material vem auxiliar a prática docente na preparação das atividades. Além de fornecer subsídios como gráficos, porcentagem, coleta de dados e informações que contribuem para a elaboração das aulas e a formação global de nossos alunos”, comentam as coordenadoras pedagógicas da educação de Sarandi, Fátima da Costa, Sulei Mesquita, Lucilene Amarante e Nelcy Polito.

A professora, Marilene Vieira Cardoso diz que os conteúdos abordados na formação são fundamentais na base do ensino, pois se trata de algo ligado diretamente à realidade e vivência dos estudantes. “A geometria muitas vezes é levada superficialmente, porém vimos que a abordagem dos conteúdos com os termos corretos e o aprofundamento são necessários para a consolidação da aprendizagem das crianças. Essa percepção influí diretamente em como o professor aborda os assuntos na sala de aula.”

“É importante formar alunos mais eficientes na interpretação de problemas e dados matemáticos,  capazes de avaliar o que respondem,  elaborarem melhor seu pensamento, saber como descrevê-lo com palavras, que sejam também observadores de pesquisas e leitores de informações matemáticas apresentadas em textos jornalísticos, bem como crianças e adolescentes capazes de fazer previsões por meio da leitura dessas informações se tornando agentes críticos no mundo e na realidade em que vivemos”, conclui a ministrante, Solange.

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O Programa voltou!

Professores, alunos e caros leitores, o Diário na Escola está de volta! Depois de um breve recesso, estamos iniciando nossas atividades com muita coisa nova para 2016. Além do envio dos jornais semanalmente às escolas, continuamos com as colunas publicadas às terças e quartas-feiras com matérias sobre educação e cultura, nossos tradicionais Concursos que agitam as instituições de ensino, e o cronograma de formações que preparamos aos professores participantes do Programa promete inovar a forma de estudo com temas atuais e dinâmicos.

Foto Abre“A proposta pedagógica do Diário na Escola busca estar alinhada à necessidade do professor e do aluno. Mantemos um feedback constante com nosso público, o que nos permite desenvolver um Programa que contemple, não somente a leitura crítica da mídia, mas também que contribua e otimize a aplicação desse conhecimento em seu planejamento de atividades anuais”, destaca a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

A jornalista, Talita Moretto irá abrir nosso cronograma anual de formações e afirma que a tecnologia já faz parte da nossa rotina, seja pessoal ou profissional. “Mais do que saber usar o computador em sala de aula, o professor precisa estar capacitado para auxiliar e orientar os alunos. O desafio é usar os novos recursos tecnológicos a favor do ensino. Lutar contra a presença deles não é mais visto como uma opção.”

“Na oficina ‘A poesia nos fatos’, propõe-se abordar a constituição do gênero poema, focando, suas condições de produção, suas formas composicionais e recursos linguístico-expressivos de sua composição. Na relação entre as notícias e os poemas, pretende-se destacar como os fatos apresentados pelas notícias e reportagens podem ser retratados de forma poética. Essa abordagem foi pensada, a partir de depoimentos de professores que trabalharam com a produção de poemas com seus alunos no ano passado, mas sentiram uma dificuldade em transformar os fatos do jornal em questões poéticas. O que resultou em textos que apresentam a estrutura do poema, mas que carecem de poesia”, enfatiza a ministrante da capacitação, Adélli Bazza.

Gráficos, tabelas, porcentagem e outros suportes do raciocínio lógico encontrados no impresso auxiliam no estudo da matemática, por isso o Diário na Escola convidou a professora Luciana Lacanallo para ministrar a oficina sobre o tema. “A matemática é uma linguagem, composta por diferentes signos e conceitos, os quais constituem em instrumentos simbólicos. Aprender matemática não é só resolver contas, decorar fórmulas e procedimentos é ler e interpretar dados, fatos e, com o jornal temos um recurso excelente em mãos.”, explica.

Acreditando que a mídia é uma aliada do ensino, a equipe do Programa preparou uma capacitação sobre as possibilidades de trabalho com esse recurso em sala de aula. O assunto será explanado pela jornalista e educadora, Fernanda Amorim. “Vou falar a respeito dos modos como as mensagens veiculadas pelas mídias interpelam os sujeitos, servindo de referência para a construção de suas identidades e modos de ver e estar no mundo”, diz.

Loiva percebeu que não poderia deixar para um segundo plano a leitura crítica da mídia, pois os alunos estão em pleno processo de formação intelectual, e a cada dia mais vulneráveis aos meios de comunicação. “Por isso, trouxemos esses assuntos para serem debatidos. É importante estar aberto a entender esse processo social em curso e irreversível, já que desejamos construir uma nova escola e uma nova educação. Somos otimistas, temos sempre a melhor expectativa que nossas formações irão contribuir de forma efetiva para o trabalho do professor em sala de aula.”

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Capacitando educadores

Visando melhorar a prática pedagógica com o uso do jornal em sala de aula, a equipe do Diário na Escola ofereceu aos professores participantes do Programa a capacitação, “Coesão e Coerência em textos jornalísticos argumentativos”. Ministrado pelas professoras mestres Adélli Bazza e Akisnelen Torquette, o encontro abordou gêneros textuais do impresso em que é possível encontrar a opinião dos autores e assimilou o conteúdo às diretrizes que são cobradas na Prova Brasil, avaliação que será realizada no final do ano com alunos do quinto ano.

“Um tema muito bem elaborado que veio no momento certo para contribuir com o nosso crescimento em sala de aula. Com certeza irá melhorar as condições de aprendizagem dos estudantes”, destaca a professora, Carina Gimenez Munhoz.

Foto AbreOs gêneros abordados pelas palestrantes foram crônica e artigo de opinião, ambos publicados em O Diário do Norte do Paraná. As ministrantes destacaram que a crônica é um texto curto, escrito com o objetivo de divertir o leitor ou levá-lo a refletir crítica ou filosoficamente sobre a vida e os comportamentos do dia-a-dia. É geralmente breve, e apresenta a visão pessoal do cronista sobre um fato colhido no noticiário do jornal ou no cotidiano. A linguagem simples e direta, aproxima o leitor.

O artigo de opinião também é um gênero em que o autor expõe seu posicionamento sobre um determinado assunto, a diferença é que os temas discutidos neste tipo de texto são baseados em fatos sociais, políticos, culturais, etc. Com uma estrutura mais longa e linguagem formal, tenta persuadir o leitor a adotar a opinião apresentada.

“O estudo veio reafirmar a ideia de que devemos levar para a sala de aula todos os gêneros textuais para serem trabalhados com nossos alunos e, ainda, orientar as crianças sobre a realidade dos conteúdos divulgados nessas produções”, ressalta a professora, Liliam Valim Pedroso Palhares.

Durante a formação os educadores utilizaram o artigo “Selfies” escrito pela educadora, Wanda Camargo e a crônica “Eu prefiro gente”, da cronista Lu Oliveira. Os dois textos são de temas de fácil entendimento para a criança, o que torna a aula de maior resultado, pois os alunos se interessam pelo assunto e pela leitura dos gêneros em estudo.

Foi repassado aos educadores propostas de atividades a serem realizadas com os estudantes. Assim, eles voltaram para a sala de aula preparados para aplicar todo o conteúdo recebido. Mas, antes, foram desafiados a estarem na posição de alunos e resolver as questões propostas pelas ministrantes da oficina.

“Foi um encontro que esclareceu muitas dúvidas e sanou dificuldades que eu estava encontrando em meu trabalho diário. A cada encontro são abordados temas que me deixam com vontade de participar de uma nova formação do Diário na Escola, continuem assim!”, parabeniza a professora, Suelena Yoshie Giraldelli Jaqueta.

 

 

Resultados desta aula:

 

ARTIGO DE OPINIÃO

– Interesse na leitura de artigos de opinião, identificando o posicionamento do autor e os argumentos apresentados.

– Expressar-se oralmente com eficácia em diferentes situações, ampliando e enriquecendo seu vocabulário.

– Produzir textos escritos de gêneros diversos, adequados aos objetivos, ao destinatário e ao contexto de circulação.

– Expandir argumentos e se posicionar em relação a diferentes temas.

 

CRÔNICA

– Identificar os elementos organizacionais e estruturais da crônica.

– Reconhecer a finalidade do gênero textual. Compreender as diferenças e semelhanças entre a crônica e a notícia.

– Apontar as práticas sociais de produção e circulação da crônica.

– Conhecer crônicas variadas e envolver-se na produção desse gênero textual.

– Expressar sentimentos e experiências, através da escrita.

 

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Jornal volta às escolas

“No ano passado, eu e minha turma sempre víamos o quinto ano realizando atividades com os jornais e sentíamos curiosidade em conhecer o material. Nesta semana recebemos a notícia de que agora é a nossa vez de estudar através do Diário. Estou ansiosa! Tenho certeza que as aulas serão mais interessantes”, destaca a estudante da Escola Municipal Flávio Sarrão, de Cruzeiro do Sul, Mariana Lima Peres.

envio dos jornais à escola 03A partir de hoje, cerca de dez mil alunos terão a oportunidade de realizar a leitura do jornal O Diário do Norte do Paraná todas as semanas. Há 14 anos no mercado, o Programa Educacional O Diário na Escola proporciona momentos de aprendizado em sala de aula, com base nas notícias publicadas no impresso.

Os professores que fazem parte do Diário na Escola relatam que o jornal estimula o aluno a ter visão ampla dos fatos ocorridos e proporciona um trabalho diferente com os recursos que a comunicação oferece. A exemplo das tabelas, gráficos, opiniões de especialistas, humor e assuntos que exploram a interdisciplinaridade.

“Na Escola Municipal Professor Domingos Laudenir Vitorino, em Itambé, a participação no Programa é muito importante para o trabalho do professor, pois traz conteúdos que resultam em qualidade no aprendizado dos alunos. Com o jornal podemos acrescentar e apresentar às crianças outros tipos de textos e atividades, não só aquelas que encontramos nos livros didáticos. Dessa maneira ampliamos o conhecimento do educando a partir de uma ferramenta atualizada”, enfatiza a diretora da escola, Selma Pelisson.

O DIARIO NA ESCOLA_13Através de assessoria pedagógica com profissionais especializados nas áreas de Educação e Comunicação, o Diário na Escola oferece cursos de capacitação aos educadores, fator que possibilita a realização de um trabalho bem orientado em sala de aula. Em 2015, os participantes receberão formações sobre os descritores cobrados na Prova Brasil. A responsável pelo Programa, Loiva Lopes comenta que a proposta de um aprofundamento nos estudos em relação às habilidades exigidas pela avaliação vem ao encontro do anseio dos professores em trabalhar da melhor maneira possível com estes temas, e assim, fornecer ferramentas teóricas e didáticas de ensino.

A coordenadora dos Programas de Jornal e Educação no Brasil, Ana Gabriela Borges, acrescenta que as avaliações nacionais têm sido alvo de grande atenção de todas as escolas, pois mais do que um ranking elas retratam como está a educação no Brasil. “É importante se preocupar com a produção e a interpretação de textos, mas não só nos períodos de avaliação. Os professores e estudantes impactados por essa capacitação do Diário na Escola poderão perceber o quão rico e diversificado é o jornal em termos de tipologias e gêneros textuais. Esse trabalho certamente renderá bons frutos não somente nas avaliações, mas para a vida de todos os beneficiários, sejam eles diretos (educadores) ou indiretos (estudantes). Parabéns pela iniciativa!”.

O Programa também realizará dois Concursos Culturais durante o ano. A novidade é o primeiro, ainda neste semestre, intitulado “Notícias em Versos” – no qual os alunos terão o desafio de transformar uma notícia do Diário em poesia. E após as férias de julho, mais uma edição do tradicional Concurso de Frases sobre a Semana Nacional de Trânsito em parceira com a concessionária de rodovias, Viapar. As promoções do Programa premiam tanto os alunos, como os professores vencedores, para reconhecer o bom trabalho desenvolvido.

Aos diretores de instituições de ensino públicas e privadas de Maringá e região, lembramos que ainda é possível fazer parte! Para conhecer a dinâmica do Diário na Escola e das atividades oferecidas, entre em contato com a equipe pelo telefone: (44) 3221-6050.

 

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Prova Brasil é tema de capacitação pedagógica

A Prova Brasil é uma avaliação do sistema público de ensino do país. Realizada por amostragem com alunos de 5° e 9° ano do Ensino Fundamental, o teste aplicado avalia os conhecimentos dos estudantes em leitura e resolução de problemas. O intuito, porém, não é avaliar apenas o estudante e sim utilizar os resultados obtidos para promover um diagnóstico da situação do ensino no país, já que os dados coletados na prova são usados para calcular o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

Preocupados em oferecer um bom ensino aos alunos, a coordenação da secretaria de educação de Sarandi solicitou ao Diário na Escola uma formação para auxiliar o professor a preparar a criança que irá realizar a Prova Brasil no ano que vem.

Foto Submanchete“A formação continuada é essencial para a melhoria da qualidade de ensino e na valorização dos profissionais. Buscamos constantemente parcerias e mecanismos para potencializar essas orientações pedagógicas na perspectiva de um trabalho de qualidade”, destaca a secretária da educação do município, Adriana Palmieri.

Ministrada pela professora doutorando em linguística pela UEM, Adélli Bazza a capacitação “Prova Brasil: descritores de leitura a partir de gêneros presentes no jornal” apresentou discussão teóricas, estudo dos níveis de leitura e o desenvolvimento de exercícios.

“O objetivo foi demonstrar aos professores que os descritores sugeridos pela Prova Brasil são uma sistematização para avaliação de habilidades que já são, ou deveriam ser, desenvolvidas nas aulas de Língua Portuguesa. Estes, portanto, não constituem um conteúdo a mais para ser trabalhado. Bem como, as habilidades avaliadas na prova não são desenvolvidas apenas quando a criança chega ao quinto ano, mas ao longo de toda a formação do aluno”, ressalta Adélli.

Adriana Palmieri fala sobre a importância do Diário no processo de ensino-aprendizagem. “Os meios de comunicação estão presentes no discurso da sala de aula, geralmente são mais lúdicos e envolventes, dessa forma modificam a forma de relação das crianças com a informação e o conhecimento, permitindo assim novas formas de ver o mundo, de pensar e de agir”.

A secretária comenta que o papel dos professores nesse processo é essencial, pois eles contribuem de forma qualitativa, e assim, ao formar um aluno crítico e pensante também ampliam as ações para melhorar a avaliação da Educação Básica por meio da Prova Brasil.

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Capacitação + prática = resultado

Todos os anos a equipe do Programa O Diário na Escola oferece encontros pedagógicos para os professores das instituições de ensino parceiras. Com o objetivo de auxiliar o trabalho do educador são ministradas oficinas bimestrais sobre temáticas que utilizam o jornal impresso como suporte na realização de atividades.

“Nossa prioridade é que os educadores tenham condições de desenvolver uma boa prática pedagógica utilizando a leitura do jornal, por isso buscamos alinhar os temas das oficinas com a programação do que o professor irá trabalhar em sala”, destaca a coordenadora do Programa, Loiva Lopes.

Dentro desta dinâmica, as educadoras da Escola Municipal Padre Mateus Elias, de Doutor Camargo, participaram da formação: “A estrutura do jornal – Trabalhando o impresso em sala de aula” e voltaram para a classe cheias de ideias.

Foto 01A professora Zuleide Ghizzo relata que o jornal tem acrescentado muito em seu planejamento de ensino. “O impresso é fundamental para formar leitores e cidadãos bem informados, ele apresenta textos com características diferentes dos outros materiais pedagógicos e isso chama a atenção dos alunos, principalmente as fotografias. Estas são as que mais despertam interesse no momento da leitura.”

As professoras, Zuleide e Juliana Alcantara da Silva André desenvolveram uma série de trabalhos com o Diário, a partir dos elementos que compõem o jornal. “Através de discussão e análise de exemplares os estudantes observaram como são distribuídas e organizadas as informações publicadas, a estrutura dos textos, a divisão dos cadernos, a composição da capa e a função do jornal como veículo de comunicação e opinião”, comenta Juliana.

“Com o acesso ao Diário, semanalmente, os alunos já sabem buscar os cadernos que mais interessam, a notícia através da manchete de capa, leem títulos e subtítulos para descobrir se o fato é interessante, enfim os resultados tem sido ótimos”, comemora Zuleide.

Foto 02Edilaine Ghiraldi Varize Poletine, também professora diz que o jornal é um suporte textual que permite ensinar o letramento. “O material desenvolve habilidades de leitura e escrita a partir de textos do cotidiano. É importante fazer os estudantes se relacionarem com o impresso já que em tempos de interatividade, fazer com que eles se interessem pela leitura não é tarefa muito fácil”, completa.

Para a coordenadora pedagógica Fátima Bortolucci a participação do município no Programa O Diário na Escola contribui consideravelmente para a melhoria do ensino. “Os temas atuais e muitas vezes polêmicos, aliados à diversidade textual, motiva a participação de educadores e educandos, e assim, enriquece as atividades escolares.”

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Quadrinhos na educação: uma nova forma de aprendizagem

Há tempos, se algum aluno levasse um gibi para a sala de aula era repreendido e proibido de ler qualquer coisa que não fosse o livro didático. Com o passar dos anos, as histórias em quadrinhos foram entendidas não apenas como uma leitura exclusiva para as crianças, mas sim como uma forma de entretenimento e aprendizagem, tendo como objetivo transmitir conhecimentos que podem atingir diversos públicos e faixas etárias.

Pensando nisso, a equipe do Diário na Escola realizou a formação “Humor no jornal: Histórias em quadrinhos” para os mais de 100 educadores dos quintos anos, da rede municipal de Maringá. Ministrado pelas professoras mestres, Adélli Bazza e Maísa Cardoso o encontro abordou a relação de humor e sociedade, conceitos sobre as HQs e exemplos de práticas pedagógicas.

O DIARIO NA ESCOLA_14“Este é um gênero com muitas linguagens, o que o torna complexo para produção, porém o que esperamos é que os alunos que já têm contato com a HQ em seu cotidiano leiam e interpretem os quadrinhos em princípio. Depois disso, aos poucos, vão adquirindo mais habilidades para a produção, inserindo elementos novos e mais criativos presentes nas HQs. Assim, ganha níveis de leitura, interpretação e produção acima da média, uma vez que está mobilizando vários recursos de linguagem e icônicos ao mesmo tempo”, destaca Maísa.

“A formação sobre esta temática chegou no momento certo, pois abordou o conteúdo que será aplicado em sala no próximo bimestre. Agora tenho novos subsídios para a produção com as crianças”, conta a professora Isalete Vallim Gaiotto.

A leitura de histórias em quadrinhos é um processo considerado complexo. É preciso decodificar textos, imagens, balões e onomatopeias. Além disso, induz à habilidade de concluir coisas que não estão escritas. Nas HQs, por exemplo, o leitor deduz a ação que é omitida entre um quadrinho e outro.

“Os quadrinhos apresentam um texto agradável para o aluno, seja enquanto leitor ou produtor do gênero, pela diversidade de linguagens de que se vale e por estimular o lado lúdico”, comenta Adélli. Um exemplo disso pode ser encontrado na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada em 2008 pelo Instituto Pró-Livro, na qual Mauricio de Sousa, o pai da Turma da Mônica, aparece em décimo lugar na lista dos escritores mais admirados pelos leitores, depois de Monteiro Lobato, Jorge Amado e Machado de Assis, por exemplo.

Durante o encontro de capacitação os participantes puderam observar que a sequência de imagens dos quadrinhos permite que a criança compreenda o sentido da história antes mesmo de aprender a ler. Ao fazer isso, ela organiza o pensamento, exercita a capacidade de observação e interpretação, e ainda desenvolve a criatividade.

Diz-se que um bom modo de estimular um hábito é enfatizando o seu lado prazeroso. No caso dos quadrinhos, os textos rápidos associados com imagens, elementos gráficos e a identificação com os personagens são alguns dos fatores que tornam a leitura agradável. Isso pode encorajá-las a ler textos cada vez mais complexos. Alguns pesquisadores defendem que os leitores de quadrinhos também acabam se interessando por outros gêneros de texto.

Ainda vale ressaltar que, para a formação de um leitor competente, capaz de usar a linguagem em diferentes contextos e situações, é preciso dar a ele acesso a variados tipos de leitura. Como explica Maísa, “cada gênero de texto desenvolve habilidades específicas, por isso é importante que a criança tenha disponível diferentes fontes de leitura, como jornal, livros, revistas e também, as HQs.”

Cultura e Entretenimento

DIARIONAESCOLADM5Histórias em quadrinhos podem transmitir um leque bem amplo de informações sobre contextos históricos, sociais ou políticos e ainda assim manter sua característica de entretenimento. Alguns exemplos bem conhecidos são: as aventuras de Asterix – que trazem divertidas referências sobre história antiga, as histórias de Tintim – ricas em indicações geográficas e as tirinhas da questionadora Mafalda – crítica a questões político-sociais da Argentina.

“As HQs costumam abordar temas controversos, sem causar constrangimentos. Por meio do humor trata-se de assuntos que assumem posicionamentos polêmicos, sem que as pessoas sejam punidas pelo que produzem”, ressalta Adélli.

Alguns gêneros se destinam a criação do humor e do riso, a exemplo das crônicas, charges, piadas, cartuns, tiras e textos de opinião com ironia (comuns nos jornais). Um fator determinante para a comédia, nesses casos, é a presença de algo que possibilite, ao menos, duas leituras. As adivinhas representam bem esta característica, a exemplo: ‘Qual o vento que os cachorros mais temem? Furacão’. Nessa questão a palavra furacão tem caráter ambivalente – duas interpretações -, pois permite que se leia furacão como um tipo de vento, ou ‘fura cão’ como algo que faz mal aos cachorros. “O humor está em todo lugar, logo, por que não na sala de aula? Sem falar que a diversão, o riso e a brincadeira, são próprias da criança”, completa, Maísa.

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