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Copel faz projeto em escolas

Foto AbreAlunos das escolas municipais de Maringá estão recebendo uma visita diferente nas últimas semanas. São eletricistas, leituristas e profissionais administrativos da Copel que vão às salas de aula, de forma voluntária, para levar orientações importantes sobre o uso seguro e eficiente de energia elétrica através do programa educativo Iluminando Gerações.

As crianças aprendem sobre o caminho que a energia percorre desde as usinas geradoras até chegar aos consumidores finais, como ocorre um curto-circuito e quais materiais são condutores de eletricidade. Assim, fica mais fácil entender o porque não se deve soltar pipa com material metálico, ou concluir se é ou não perigoso mudar a temperatura do chuveiro com o equipamento ligado.

A voluntária da Copel, Camila Satiro Fugii está há três anos no projeto e se diz motivada por saber que os estudantes levarão as informações para as pessoas que convivem. “Eles são nossos multiplicadores de orientações de segurança, com isso conseguimos evitar fatalidades, em especial, as que ocorrem na comunidade.”

A colega de trabalho e também voluntária, Vanessa Neves ressalta que as crianças precisam estar atentas aos riscos que envolvem a energia elétrica, pois em boa parte dos casos elas são as vítimas dos acidentes simplesmente por falta de conhecimento.

O aluno, Maycon Armando Bozzi comenta que após assistir a palestra do Iluminando Gerações mudará uma série de atitudes. “Percebi que ações do meu dia-a-dia me deixam em risco, a exemplo das vezes em que uso um pedaço de madeira para tirar fruta da árvore, sendo que bem acima passa uma rede elétrica. Algo que parecia normal para mim, me deixa vulnerável a um choque.”

Para não esquecer as informações recebidas pelos voluntários da Copel as crianças levam para casa um kit com caderno, lápis, régua e uma cartilha com dicas de segurança. A diretora da Escola Municipal Campos Sales, Lucília Tomazini Hoffmeister destaca a importância da atividade para a formação integral dos alunos: “O projeto é de grande valia dentro dos espaços escolares, pois instiga o debate com as crianças, exemplifica com situações vivenciadas no cotidiano delas e ainda ressalta os cuidados que devemos ter com o meio ambiente. Afinal, a energia vem da água.”

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Água, cuidar para não acabar

No último dia 22 se comemorou o Dia Mundial da Água, mas está é uma data que deve ser lembrada diariamente. Acreditando nisso, a educadora da Legião da Boa Vontade (LBV) de Maringá, Aparecida Nonato desenvolveu uma série de atividades com as crianças e adolescentes atendidos pela instituição, voltadas à preservação e economia desse recurso tão precioso.

“O projeto pedagógico teve por objetivo incentivar os bons hábitos para o uso consciente da água e despertar nos atendidos o alerta de que o cuidado com o meio ambiente é dever de todos os cidadãos”, destaca Aparecida.

A atendida Giovana Heloisa Foque ressalta que apesar de existirem muitos recursos hídricos em nosso planeta, eles não são inesgotáveis. O colega, Kaue Filipe Mattike completa, “temos que cuidar para não deixar lixo na rua e nos canteiros, pois com as chuvas a sujeira entra nos bueiros entupindo eles ou levando a poluição até os rios.”

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A LBV é uma instituição que atua promovendo ações socioambientais, por isso ao longo do ano são realizadas palestras, oficinas lúdicas e atividades práticas sobre a importância em preservar o meio ambiente, fazer a separação do lixo, a reciclagem assim como a economia dos nossos bens naturais.

Nesta proposta da educadora Aparecida, ela iniciou o trabalho pedindo para as crianças uma pesquisa sobre a água, algo bem geral mesmo para que eles conseguissem o máximo de informações possíveis. No encontro seguinte os atendidos assistiram ao filme “Um plano para salvar o planeta” que chama a atenção para o consumo consciente e cuidados com a Terra. Em uma roda de conversa crianças e adolescentes expuseram seus conhecimentos prévios sobre o tema meio ambiente. Em seguida, meninos e meninas fizeram leituras compartilhadas de notícias do jornal O Diário, livros infantis, gibis e outros materiais que discutem o consumo dos recursos naturais.

“Para estimular a prática, e verificar o que aprenderam sobre o tema, solicitei que os atendidos fizessem cartazes com frases de efeito e desenhos a respeito do combate ao desperdício da água”, conta a educadora.

Aparecida também apresentou às crianças e adolescentes a história do Parque do Ingá, talvez o lugar mais próximo à realidade deles onde podem estar em contato com o meio ambiente e ainda oportunizou aos atendidos um passeio ao Parque, para que pudessem ver e aplicar os conteúdos adquiridos.

“O projeto valeu muito a pena! É extremamente importante ver todos envolvidos e conscientes do seu papel na sociedade. São crianças que se preocupam com o futuro e querem um lugar melhor para viver. O resultado foi constatado com a mudança de atitudes e a percepção de que com pequenos cuidados diários podemos ter água saudável disponível para todos e por muito mais tempo”, comemora Aparecida.

 

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Lagartixa sai de livros para encantar a todos

Lagartixa ClockO livro a “Lagartixa Clock” é o mais novo sucesso da escritora Vera Lucia Fávero Margutti, ela que já tem um vasto currículo na literatura, em especial, a infantil está encantando os leitores mirins com esta obra ficcional inspirada na realidade. Isso mesmo, a inspiração para a produção veio de dentro de casa.

Vera conta que certo dia percebeu que havia uma nova moradora na sala da casa dela, uma lagartixa. Até aí algum comum, vez ou outra nos deparamos com elas pelas paredes. Mas Vera passou a observar e constatou que o bichinho construiu morada atrás do seu relógio de parede e, no período da noite, repetidamente, esperava todos saírem da sala para começar sua caçada por insetos.

Para uma escritora, tudo pode ser inspirador. E Vera não teve dúvidas, o novo integrante da residência merecia uma história só dele. E assim, surgiu o Clock que dorme durante o dia sossegado ouvindo o tic-tac do relógio e a noite se aventura em busca de alimento. Na trama o bichinho sofre preconceito e inveja por parte dos outros personagens, mas será que ele liga pra isso?!

“A função da literatura infanto-juvenil é entreter e até instruir, desde que o leitor tire suas conclusões por meio de textos que ofereçam interpretações, que seja plural de significação e conotação dos sentidos. Tendo por objetivo desenvolver o gosto estético, o prazer por ler, a valorização da cultura, costumes e tradições, a leitura influirá diretamente no processo educativo e formativo do ser”, enfatiza a escritora.

Mesmo sem a intenção de instruir ou dar lições, o livro é altamente pedagógico. A partir dele é possível ensinar a Língua Portuguesa – leitura, escrita, onomatopeias; Matemática – primeiras noções de horas e números de 1 a 12; Ciências – animal vertebrado e invertebrado; além de temas sociais como preconceitos, inveja, homofobia e gênero, pois apesar de ser uma lagartixa com a pele rosa, ela é macho.

Outra fato que Vera destaca é que muitos pais assustam as crianças ao avistarem uma lagartixa, e os pequenos criam verdadeira aversão e nojo ao bicho. Na verdade, elas são inofensivas e fortes aliadas contra a Dengue, pois comem os mosquitos que, por sua vez, não irão te picar.

“Gostei muito do livro, porque na minha casa sempre vejo uma ou outra lagartixa, mas eu não sabia que elas são tão importante para o controle de insetos. Depois de ouvir e ler a história cheguei em casa e contei para minha mãe que é necessário a gente preservar e cuidar da lagartixa e não fazer mal a ela. Agora ela será como um bichinho de estimação, todo mundo vai cuidar. Quando vejo a lá de casa, chamo de “fada”. Eu que tinha medo, agora não tenho mais”, ressalta a leitora de sete anos, Izabely Santos.

“A obra da escritora Vera Magutti, é muito importante para a formação do hábito da leitura. O livro vem como auxílio, um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa. Além do mais, faz a criança e o adulto ver com um novo olhar o bichinho que não faz mal para ninguém, mas que muita gente tem repúdio. Depois da leitura me despertou a consciência de que devemos preservar todas as formas de vida”, enfatiza a educadora social Andréia Siqueira Gonçalves.

A obra é composta de ilustrações artísticas com texturas e brilhos que estimulam o tato e a visão dos leitores. “Minha filha tem apenas dois anos, a leitura dela ainda é restrita às imagens, mas desde o dia que ganhou o livro está encantada com o colorido das páginas, os desenhos dos personagens e a impressão em alto relevo na qual é possível ter a sensação de que você está realmente tocando a lagartixa”, ressalta Débora Cristina Martim.

“Um livro super colorido, com texto em caixa alta, faz a alegria das crianças! Na capa, Clock tem uma textura especial, ninguém resiste! Todos querem acariciá-lo, até mesmo quem tem medo de lagartixa! Pais e professores podem usar e abusar da imaginação quando o assunto é alfabetizar”, enfatiza a ilustradora Maria Cristina Vieira.

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Trânsito consciente em pauta

Para um aprendizado efetivo, nada melhor do que vivenciar na prática toda a teoria adquirida em sala de aula, não é mesmo? E foi exatamente assim, que a professora Rosângela da Silva Oliveira que leciona na Escola Municipal São Jorge desenvolveu um projeto sobre a conscientização no trânsito, com seus alunos. Desta forma além de repassar orientações que eles poderão seguir diariamente, já aproveitou para trabalhar o assunto que é tema da Promoção Cultural da Semana Nacional de Trânsito.

Para dar início ao trabalho, Rosângela sugeriu às crianças a leitura da notícia “Maringá é o 2º do Paraná em feridos no trânsito”, que foi publicada em O Diário do Norte do Paraná. “Na interpretação textual elas observaram o aumento de acidentes numa cidade tão próxima à nossa, para isso analisamos o gráfico da matéria e debatemos o tema em sala”, conta.

Foto AbreNeste momento os alunos relataram que não é preciso ir tão longe, em frente à escola acontecem infrações diariamente. A exemplo dos motoristas de caminhões que não respeitam a faixa de pedestre que há em frente ao portão da instituição.

Com o intuito de aumentar o conhecimento dos estudantes e conscientizar os moradores de São Jorge, a professora levou os alunos para um passeio nas ruas da cidade. Sempre os orientando da importância em se andar na calçada, respeitar os limites de velocidade e as placas de sinalização.

“Agora toda vez que vou atravessar a avenida, procuro a faixa mais próxima. Quando percebo que estou tendo alguma atitude errada, muitas vezes para cortar caminho, paro e me cobro do certo, pois alguns motoristas dirigem distraídos, então tenho que zelar pela minha vida e pela do próximo”, destaca a estudante, Karollainy Vitória Simão Ortiz.

Rosângela afirma que foi um projeto de muito resultado. “É um assunto do cotidiano, meus alunos são futuros motoristas e precisam ser conscientizados. Foi uma aula dinâmica que os apresentou dicas de comportamento nas ruas, como também argumentos para a produção das frases que enviaremos para o concurso. Estamos preparados e ansiosos pela premiação”, conclui esperançosa.

 

 

CONSCIENTIZAÇÃO

Ao fim do trabalho os alunos produziram poemas para alertar a população sobre os cuidados que se deve tomar nas ruas, seja você pedestre, ciclista ou motorista. Confira a produção da estudante Helena Tavares Modesto.

 

Se esse trânsito fosse meu   

Se esse trânsito fosse meu

Eu mandava parar

Para quem estiver atravessando

Mais seguro ficar.

 

Se esse trânsito fosse meu

Eu mandava arrumar

Com faixa e sinaleiro

Para as pessoas protegidas ficar.

 

Se esse trânsito fosse meu

Eu pedia para se conscientizar

Quando os pedestres estiverem passando

Carro, moto… parar.

 

Se esse trânsito fosse meu

Eu mandava a menos de 80 andar

Para ninguém se atropelar.

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Por um trânsito mais seguro

concurso transitoO Diário na Escola em parceria com a concessionária de rodovias Viapar está promovendo a 8ª Promoção Cultural Semana Nacional do Trânsito, que este ano tem como tema “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Seja você a mudança no trânsito”.

O desafio do Concurso é a produção de uma frase criativa e de efeito com no máximo 140 caracteres a partir do tema, “Seja você a mudança no trânsito”. Para isso, os alunos poderão utilizar as notícias e imagens publicadas em O Diário como ferramenta de pesquisa que auxiliarão no momento da escrita.

Os professores também terão a oportunidade de trabalhar com um assunto que é destaque na mídia e nas ruas das cidades. Dentro do ambiente escolar será possível debater os conteúdos e orientar as crianças dos cuidados necessários no trânsito.

“Como coordenadora pedagógica da Escola João Freire de Carvalho, de Astorga, oriento as professoras a dar maior ênfase nas questões relacionadas ao bom comportamento no trânsito, pois de que adianta formarmos médicos, engenheiros ou advogados, se a chance de estes perderem a vida em um acidente é grande, por conta da falta de responsabilidade de alguns motoristas”, conta Berivalda Prado Sachi.

As fichas de inscrição e regulamento da Promoção já foram enviadas para as instituições de ensino parceiras do Diário na Escola. O prazo para recebimento das três melhores produções, por turma, vai até 28 de agosto. Fique atento!

Lembrando que a premiação será para as sete melhores frases. Ganha o aluno que produziu o conteúdo, como também o professor que orientou o trabalho.

Berivalda lembra que, no ano passado ela e a aluna Adriana Rabi Mendes foram uma das vencedoras do Concurso de Frases da Semana Nacional do Trânsito. “Algo que nos deixou infinitamente felizes, pois pudemos ver o reconhecimento do nosso trabalho por meio da premiação. Para este ano, as expectativas são bem grandes!”

Comportamental

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) definiu o tema com o objetivo de mostrar a população que a redução de acidentes depende da mudança de comportamento de cada um. Sejam pedestres, ciclistas, passageiros ou condutores.

A Semana Nacional de Trânsito é comemorada entre os dias 18 e 25 de setembro, e de acordo com o Contran tem a proposta de conscientizar a sociedade a contribuir para a criação de um ambiente favorável a valorização da vida, focando no desenvolvimento de valores, posturas e atitudes que garantam o direito de ir e vir dos cidadãos.

“A Viapar prima pela formação de pedestres e de futuros condutores responsáveis. A Oficina de Trânsito é uma das nossas ações nesse sentido. É nossa parcela de contribuição para uma sociedade melhor”, destaca o presidente da concessionária de rodovias, Camilo Carvalho.

 

FIQUE ATENTO!

Se a sua escola faz parte do Programa e esta semana não recebeu as fichas de inscrição e o regulamento para o Concurso, entre em contato com nossa equipe: (44) 3221-6050.

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Esporte inclusivo é tema de atividade

Foto AbreMeninas e meninos atendidos pela Legião da Boa Vontade (LBV), de Maringá, participaram de atividades esportivas inclusivas, com a proposta de promover a conscientização quanto ao respeito às pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. A proposta teve início após a leitura das notícias do Diário com as seguintes manchetes: “Vereadores sentem na pele a falta de acessibilidade” e “Soldados sem acessibilidade”.

O tema abordado nas matérias chamou a atenção do educador social, Willian Aparecido Dias Silva que decidiu levar o assunto para ser discutido de maneira prática dentro da instituição. A partir disso, cerca de 150 crianças e adolescentes vivenciaram as dificuldades ao praticarem caminhada com obstáculos, futebol com olhos vendados e simulação de locomoção em cadeira de rodas.  “Devemos estar preparados para receber e conviver com portadores de deficiência, toda e qualquer pessoa merece ser acolhida”, destaca o atendido, Eber Felipe da Silva Reis.

Para mostrar a importância de se colocar no lugar do outro, os atendidos realizaram várias atividades, a exemplo da proposta: Qual é a fruta? E qual é o objeto?, possibilitando o estímulo do paladar e do tato. “O objetivo é contribuir para a formação do cidadão na sociedade, desenvolvendo união, amizade, cooperação, bem como o respeito ao próximo. As crianças e adolescentes têm dificuldade de compreender o que significa ser deficiente. Por isso, essas experiências permitem que elas percebam melhor a rotina de quem tem a mobilidade reduzida”, enfatiza Willian.

As atividades lúdicas foram realizadas para estimular os sentidos – visão, tato, olfato e paladar. Lembrando que na ausência de um sentido, a pessoa busca outras formas de interação. No caso dos portadores da deficiência visual, por exemplo, a falta da visão faz com que outros sentidos sejam aguçados. “Este momento foi muito importante, pois aprendi sobre o universo das pessoas com deficiência. Com meus olhos vendados, experimentei diversas situações com o auxílio de um colega. Percebi como é importante o apoio do outro na nossa vida,” conta a atendida, Laodicéia Vitória Marcelino Morais.

Na proposta de viver a realidade de uma criança com deficiência visual, os atendidos foram vendados e participaram de uma simulação de uma caminhada com obstáculos. “O retorno foi impressionante. Pude observar como eles chegaram e como saíram diferentes e sensibilizados depois das atividades”, afirma o educador.

O atendido, Wellington Leonardo Tavares Lesse experimentou a deficiência visual por alguns minutos e relata como se sentiu, “não tinha noção como a pessoa que não enxerga se sentia na rua. É muito difícil andar sem visualizar nada.”

Após vivenciarem essa realidade diferente da que estão habituados, meninos e meninas aprenderam sobre a importância do trabalho em grupo, desenvolvendo ainda a disciplina e atitudes necessárias para a integração social e formação do cidadão. “Somos todos diferentes, por isso não deve existir preconceito”, ressalta a atendida, Maria Júlia Gonçalves Ribeiro.

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Compromisso Social

Com uma parceria consolidada, a concessionária de rodovias Viapar oportuniza a participação de diversas instituições de ensino, sem fins lucrativos, no Programa. Neste ano estão sendo atendidos estudantes de Maringá, Sarandi, Itambé, Floresta e Marialva, tanto do ensino regular, como da educação especial. “Nossa parceria tem o intuito de formar novos leitores. Afinal, a leitura é formadora de cidadania”, destaca o presidente da concessionária, Camilo Carvalho.

Os participantes do Programa recebem o jornal semanalmente para a leitura e o desenvolvimento de atividades, participam de promoções culturais – a exemplo do Concurso de Frases sobre o tema da Semana Nacional de Trânsito, promovido pela Viapar – e os educadores ainda recebem capacitação para saber aproveitar o material no processo de ensino e aprendizagem.

“O Diário é bastante utilizado pelos professores como apoio e complemento de trabalho, além de ser ilustrativo, é uma ferramenta de leitura. Os alunos são os maiores beneficiados com o subsídio oferecido pela concessionária, uma vez que tem acesso a um veículo de comunicação importante, o melhor jornal da região. Vale ressaltar ainda que o hábito de leitura vem sendo aprimorado através deste material. Agradecemos a parceria e o apoio de vocês”, comemora a diretora da Escola Estadual Presidente Arthur da Costa e Silva, de Floresta, Vera Lucia Cavalli Ramos.

A pedagoga e responsável pela Oficina de Trânsito da Viapar, Bruna Santos comenta que com a integração das escolas atendidas pelo Programa foi possível alcançar bons frutos. “O resultado estamos vendo nos cursos onde temos a participação dos professores e na grande procura pelas oficinas. Estamos sempre buscando aperfeiçoar e trazer nosso público escolar pra mais perto, essa é a nossa grande motivação.”

Bruna enfatiza que a empresa é preocupada com a educação e , por isso, busca parcerias que reforcem essa ideia. “O Programa O Diário na Escola, é um desses grandes aliados”, diz.

Foto AbreOficina de Trânsito

Idealizada pela Viapar tem por objetivo educar alunos sobre os direitos e deveres enquanto pedestres e ciclistas, além de informar como transitar com segurança em vias urbanas e rodoviárias, identificar a sinalização usada no trânsito e ensinar noções de cidadania e meio ambiente.

O projeto teve inicio em abril de 2002 e desde então a concessionária recebe alunos de intuições municipais, estaduais e particulares. Desde 2007 o programa conta com a Oficina Itinerante, que se desloca da sede da empresa e leva o projeto às escolas de ensino regular e também instituições sociais.

A concessionária está cadastrando instituições interessadas em participar da Oficina de Trânsito. O agendamento pode ser feito pelo telefone (44) 3033-6000.

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Preconceito é tema de debate escolar

A costa oeste africana e o litoral brasileiro, um dia, já estiveram conectados. Há 200 milhões de anos, os dois territórios começaram a se separar e assumiram as atuais posições afastados milhares de quilômetros pelo Oceano Atlântico. As tradições, a cultura e a trajetória dos descendentes dos africanos escravizados compõem um objeto de estudo importante para todas as crianças e os jovens, negros ou não.

O tráfico negreiro e a escravidão determinaram o presente do nosso país. A população vinda do continente africano criou aqui raízes, família, cultura e história. Hoje, 53% dos brasileiros se declaram pretos ou pardos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013.

Com o objetivo de valorizar a cultura afro brasileira, na última semana a professora Adriana de Araujo Xavier Pelizer que leciona na Escola Municipal Messias Barbosa Ferreira, em Floresta, desenvolveu um série de atividades aproveitando a data em comemoração ao Dia da Consciência Negra.

IMG_0937“Os estudantes ainda conhecem pouco sobre essa cultura e é importante discutirmos o valor dos negros para a história brasileira. Aliado ao material didático utilizei a reportagem do Diário com a manchete ‘Mentes que se abrem devagar’ para complementar o trabalho de ensino-aprendizagem sobre o tema”, destaca Adriana.

A matéria do impresso apresenta informações sobre o avanço da situação do negro no Brasil, a exemplo das oportunidades de emprego, mas também cita casos de preconceito, infelizmente ainda existentes. Com dados sobre a origem da data comemorativa, quem foi Zumbi dos Palmares e o perfil da população negra brasileira, o conteúdo contribuiu para a aula da professora.

Depois do estudo da História e da leitura do jornal, a turma realizou um debate sobre o preconceito. “Diariamente vemos nos noticiários casos de racismo, algo muito triste. Pois a cultura afro contribuiu imensamente para a construção do nosso país”, ressalta o aluno Bryan Franklyn Furlan Trentin.

Para que toda a escola refletisse sobre o tema, Adriana e seus alunos produziram cartazes que foram espalhados pelos murais da instituição. A estudante Polliany Cristiny Monteiro comenta que muitos aspectos de nossa cultura, como a capoeira, tiveram origem nos povos africanos. “Devemos gratidão e respeito a eles”, diz.

O aluno João Victor Alves da Silva deixa uma mensagem “Zumbi dos Palmares foi um líder que lutou contra a opressão dos negros africanos. Em nosso dia-a-dia pequenas ações podem contribuir para acabar com o preconceito. Afinal, a cor da pele não tem nenhuma relevância, o que realmente merece valor é o sentimento que carregamos dentro do coração”, conclui.

A professora da turma ficou surpresa com o alto nível do debate em sala. “As crianças estão muito mais seguras para falar. A leitura do jornal, semanalmente, tornou os estudantes mais críticos e argumentativos, fatores importantes para uma aula rica em conteúdo e aprendizado”, conta Adriana.

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Violência é tema de debate e reflexão escolar

Os crimes estampados nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios e os contrabandos têm levado crianças e jovens a perderem a esperança de que ainda seja possível viver em uma sociedade justa e igualitária. Levar esse tema para a sala de aula já nas séries iniciais é uma forma de trabalhar com um assunto controverso, mas presente em nossas vidas que oportuniza momentos de reflexão e auxilia na transformação social. Pensando nisso, a professora Suzi Aparecida de Souza Rosário que leciona na Escola Municipal Vânia Maria Simão, em Atalaia, desenvolveu atividades a partir das notícias do Diário relacionadas à violência.

“Nas instituições de ensino, as relações do dia-a-dia devem traduzir respeito ao próximo através de atitudes que levem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando atingir os objetivos propostos no projeto pedagógico. Aliar isso ao estudo do jornal oferece credibilidade e confiança para mostrar às crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta, sem o uso da agressão”, destaca Suzi.

Com recortes de notícias impressas, revistas, filmes, músicas, jornais televisivos, dentre outras formas de comunicação, os professores podem levantar discussões acerca do tema numa forma de criar um ambiente educativo e dinâmico.

Em Atalaia os estudantes iniciaram o trabalho com um debate, no qual expuseram seus conhecimentos sobre tudo que envolve os diferentes tipos de violência. “Adorei fazer esse trabalho, pois me ensinou que atitudes de respeito também podem contribuir para a segurança de todos os cidadãos”, enfatiza o aluno Vítor Hugo Bonifácio Fulgêncio.

Após a conversa, as crianças iniciaram uma pesquisa no jornal O Diário para identificar notícias de crimes que aconteceram próximo da região em que vivem. “A aula foi muito interessante, pois ampliou os meus conhecimentos. As reportagens me fizeram refletir a respeito dos perigos por falta de segurança pública”, ressalta a estudante Jeniffer Cristina Diniz Ramos da Silva.

Suzi conta que uma das manchetes em que houve maior destaque durante a leitura do impresso foi “Trio armado assalta madeireira”, fato ocorrido em Maringá no qual os bandidos renderam funcionários e clientes levando pertences e dinheiro. “A partir disso, decidi trabalhar questões de segurança, com mais conversa entre a turma e dicas de como se prevenir de assaltos, produzimos um acróstico sobre o tema em questão. Uma ótima forma de fazê-los refletir a respeito das ações que cometemos diariamente e que podem nos expor a situações de criminalidade”, ressalta a professora.

Ao final do trabalho, o acróstico ficou em exposição no corredor da escola para que toda a instituição tivesse acesso ao conhecimento e reflexão do tema em estudo. Suzi diz que foram atividades gratificantes de serem realizadas. “Constatei que além da pesquisa e do debate, os alunos passaram a analisar os casos de violência e pensar em formas para garantir segurança aos cidadãos.”

ACRÓSTICO. Com palavras-chave sobre o tema em discussão alunos produziram atividade que ficou em exposição na escola.

ACRÓSTICO. Com palavras-chave sobre o tema em discussão alunos produziram atividade que ficou em exposição na escola.

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Se não cuidar, ela pode acabar!

Imagem para ilustração 03Você acorda de manhã, acende a luz, toma um banho e o café da manhã. Após se alimentar lava a louça. Vai ao banheiro, escova os dentes e está pronto para mais um dia na escola. Se parar para pensar vai ver que para realizar todas essas atividades foi preciso usar água.

Nos últimos anos a preocupação com a disponibilidade de recursos hídricos vem aumentando. Já se pensou que este bem natural nunca se esgotaria, mas devido a distribuição geográfica desigual, ao crescimento desordenado da população e a poluição de rios e lagos, a água boa está ficando cada vez mais escassa.

De acordo com o Instituto World Resources, somente 2,5% da água disponível no mundo é doce e somente 0,007% desta quantidade está em locais acessíveis. Com números tão pequenos a tarefa da população é cuidar dos recursos hídricos existentes de uma maneira racional. Impactos causados pelo homem, como a contaminação por resíduos industriais e esgotos, pioram a qualidade e reduzem a quantidade de água para o consumo.

Já existem meios que auxiliam as pessoas a evitar o gasto excessivo. A exemplo das torneiras de fechamento automático, válvulas de descarga regulável e arejadores de ar para torneiras.

Em Curitiba, uma política de economia foi implantada. Por meio de uma lei municipal criou-se medidas que induzem a conservação e fontes alternativas para captação hídrica em novas construções. A lei prevê que nestas casas ou edifícios tenham reservatório para a água da chuva, que pode ser usada para fins que não necessitem do líquido em sua forma potável. Além da reutilização das águas de tanque, máquina de lavar, chuveiro e banheira para a descarga sanitária. 

Imagem para ilustração 02Conscientização na escola

No município de Itambé os alunos têm a oportunidade de conhecer como a água chega até a casa deles. A coordenação da Escola Municipal Professor Domingos Laudenir Vitorino convida um profissional da Sanepar para conversar com as crianças sobre a importância em racionar o uso e, em seguida, é realizada uma visita ao poço artesiano da cidade e à sede da empresa para que conheçam os processos de tratamento. “Realizamos essa proposta de atividade todos os anos com o objetivo não só de diminuir os gastos das famílias com a conta, mas principalmente para alertar sobre a cautela que se deve ter com um bem tão escasso”, destaca a diretora da escola, Selma Pelisson dos Santos.

Maria do Carmo Sanches é pedagoga na Escola Municipal Flávio Sarrão, em Cruzeiro do Sul, e conta que neste ano em comemoração ao Dia Mundial da Água as paredes das salas de aula foram decoradas com informativos que apontam em quais atividades mais se consome água. “Olhando para os cartazes as crianças fixam o conteúdo e mudar as atitudes em casa, como a redução no tempo de banho, e também repassam as dicas de economia para os pais.”

Você Sabia?

A água na Terra não aumenta nem diminui. Ela está sempre em contínua circulação: é o ciclo da água, também chamado de ciclo hidrológico.

Funciona assim, a água que compõem rios, mares, lagos ou que está nas plantas, nos animais e até em nós mesmos evapora por causa do calor. Quanto mais quente está, mais a evaporação é estimulada. A água sobe para a atmosfera em forma de vapor. Lá, vai formar as nuvens, uma “reunião de gotinhas” que, condensadas, voltam para a terra em forma de chuva. Dependendo da temperatura podem cair como granizo ou neve.

Quando chegam a terra de novo passam a fazer parte de rios, lagos, mares e oceanos, irrigam e se infiltram na terra. Com o calor evaporam novamente e tudo se repete.

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