criança



Dia do surdo foi destaque na coluna

Olá pessoal!

Na coluna do Diário na Escola da última terça-feira, nós lembramos que 26 de setembro é o Dia do Surdo. Conversamos com uma aluna e uma professora de LIBRAS e trouxemos uma linha do tempo com as conquistas da comunidade surda brasileira.

Importante:

E você, sabia que a LIBRAS também é uma língua oficial do Brasil?

E se todos fosses bilíngues? Já parou para pensar em como seria:?

Maradja Felipe sim. Ela só tem 18 anos e estuda Jornalismo e LIBRAS. Para a jovem, comunicação é para todo mundo e ela se sente na obrigação de se fazer entender.

A estimativa do IBGE é que o Brasil tenha 10 milhões de surdos.  E se todo mundo estudasse LIBRAS desde pequeno, quanto avanço isso representaria?

Homenagem

Nós também lembramos o encerramento da Semana Nacional do Trânsito destacando que as ações educativas continuam durante o ano todo. E claro, aproveitamos para registrar os autores das frases campeãs do concurso Viapar/ODiário.

Na edição de hoje tem coluna “fresca”, passa na banca! Amanhã a gente conta mais.

Abração da Equipe O Diário na Escola

 

 

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Cidadania e conhecimento inspiram desfile de 7 de setembro

Olá pessoal!

Esgotou o Diário de quarta-feira por aí? A gente traz aqui no blog, um pouquinho do que foi a nossa coluna da semana!

Os alunos da professora Naira Natieli de Araújo Novello utilizaram a reportagem “Automação agrícola para todos é o desafio” do dia 15 de agosto como inspiração e reforço de aprendizado para o desfile de sete de setembro.

Meninos de futuro

 

Os danos causados pela industrialização sobre o meio ambiente foi um dos temas que foram da sala de aula para as ruas

Enquanto a turma do projeto “Semeando o Futuro”, de São Jorge do Ivaí, discutia a revolução industrial no Brasil e o impacto no meio ambiente na sala de aula, o jornal publicou a matéria e deu aquela “forcinha” na aprendizagem dos alunos.

Depois de transformar o conteúdo jornalístico em aliado dos conteúdos escolares, a professora desenvolveu as ações do desfile.

“O mundo está ficando mais poluído! A gente tem que cuidar do mundo ou todos vamos ficar doentes”, alerta a aluna Tauany Renata Sanches, 7 anos.

 

Carro alegórico representando a indústria durante o desfile Praça Santa Cruz de São Jorge do Ivaí.

O autor do artigo,  Daniel Zacher, é diretor-geral da Tryber Tecnologia e deve estar morrendo de orgulho de ter contribuído com a aprendizado da turma. O pessoal do projeto Semeando o Futuro está, com certeza,  e a gente também!

A coluna volta na terça-feira com mais novidades!

Abração da Equipe O Diário na Escola

 

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Canais infantis incitam o consumo

Olá pessoal! No dia 13 de agosto, último domingo, a reportagem da jornalista Pauline Almeida falou da publicidade e da propaganda direcionadas às crianças para estimular o consumo. Sem o acompanhamento dos responsáveis, os pequenos estão sujeitos a um “bombardeio” de informação. Além disso,  as propagandas não estão apenas no intervalo da programação. A matéria alerta os […]

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EXTRA! EXTRA!

Olá pessoal!

Passamos por aqui para avisar que nossa coluna de amanhã, terça-feira, está em produção! Não percam, lá no Caderno D+ do Diário do Norte do Paraná.

AVISO

Em virtude do feriado de Nossa Senhora da Glória, padroeira do município de Maringá, os jornais que seriam entregues na quarta-feira, terão entrega antecipada.

Desejamos a todos uma excelente semana!

Abração da Equipe O Diário na Escola

#16ANOS

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Mural do Participante

Adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social atendidos pelo Abrigo Provisório Municipal, de Maringá, leram no jornal O Diário matérias que tratavam sobre drogas e violência. Depois da leitura eles fizeram um debate e produziram textos para prevenir e conscientizar as pessoas. Veja abaixo uma das produções:

“Meu nome eu não quero falar, minha idade é 15 para 16 anos, já deu para perceber que sou um adolescente. Não quero dar lição de moral em ninguém, mas queria dizer a você que está começando ou que já está nessa vida, que eu já experimentei vários tipos de drogas e vi que essa vida não leva a nada… ou melhor, leva sim, para trás das grades ou para o cemitério. Você, adolescente, larga dessa vida! Nossas mães ficam preocupadas, chorando pelos filhos que não valorizam o que tem, a não ser quando eles estão na beira da morte, jogados para as traças… Dê valor à sua vida!!!”

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Conheça mais sobre o Tratamento do Déficit de Atenção e Hiperatividade

O TDAH é uma doença que atinge mais de 5% das crianças brasileiras e pode acompanhá-las até a vida adulta. O maior poblema é identificar corretamente os sintomas, para assim dar início ao tratamento.  Observe as seguintes situações:  falta de atenção, concentração, problemas de relacionamentos com outras pessoas, queda no rendimento escolar, hiperatividade e ansiedade, esses são os principais sintomas da doença.

Assista ao vídeo da psiquiatra da infância e adolescência e professora adjunta do departamento de pesquisa da Unifesp, Maria da Conceição do Rosário, que esclarece as principais dúvidas sobre a doença.

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O carnaval é uma festa infantil?

A “festa profana” ainda reserva espaço para os pequenos?

Para responder a questão, trouxemos a entrevista do antropólogo Roberto DaMatta, realizada em 2008, pelo Centro Internacional de Referência em Mídias para Crianças e Adolescentes – Rio Mídia e republicada esta semana pela revista Pontocom.

Vale a pena conhecer como a antropologia percebe o Carnaval, que para o país durante quatro ( em alguns casos cinco ou mais) dias.

O samba enredo de 1992 explica como o “espetáculo” funciona: “É carnaval, é a doce ilusão é promessa de vida no meu coração”. São dias em que tudo é permitido, homem vestir-se de mulher: pode! Exagerar na bebida alcoólica? Pode também…São dias, para a antropologia, que servem para fazer o sujeito esquecer dos problemas cotidianos, entretê-los, animá-los…enfim…é isso!

Vamos à entrevista…

Que relações então se estabelecem entre adultos e crianças nesta festa?

Roberto DaMatta – No carnaval, como na experiência do futebol e de outras festas, as crianças se vêem como iguais aos adultos relativamente a certas dimensões importantes da vida social. Por exemplo: com o direito de usar uma fantasia de sua escolha ou preferência; na capacidade de torcer pelo time A ou B; no papel de devoto do santo ou da santa que conta tanto quanto os outros. Essas são experiências de vida igualitárias que tiram a criança do controle do adulto e da família, que não é pequeno no Brasil. Elas, então, podem realizar coisas que os adultos realizam sem controle, ultrapassando o mero “agradar” ou “ser bem comportado”, para serem cúmplices, parceiros ou torcedores: cidadãos de um mesmo bloco, escola de samba ou entidade sobrenatural.

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Apenas 18% das crianças estão matriculadas na Educação infantil

Uma em cada grupo de dez crianças, oriunda de lares pobres, freqüenta a creche. Nas famílias de alta renda, o cenário se mostra diferente, cerca de 38% vão as escolas voltadas para crianças de zero a três anos. A média geral brasileira é de 18% das crianças matriculadas na Educação infantil.
Os dados compõem o estudo “Primeira Infância em Números”, realizado pela Secretaria de Ações Estratégicas da Presidência da República (SAE) com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
O resultado é considerado baixo por especialistas em Educação infantil. Para eles, a função da creche vai além da guarda da criança enquanto os pais trabalham. A presença dos pequenos em um espaço de socialização é fundamental para desenvolver habilidades que, mais tarde, serão fundamentais ao aprendizado.

Leia a notícia completa aqui

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Como lidar com crianças em luto

Com a proximidade do feriado do dia de Finados, os pais – de primeira viagem ou aqueles que costumam ignorar o assunto, por não saber o que dizer – se perguntam como falar com as crianças sobre a morte? Como abordar o luto na infância? No primeiro momento e com a intenção de protegê-las, a família esconde o fato, como se ao afastá-las do assunto pudessem também afastá-las da dor e do sofrimento. O tema ainda é um tabu social e é preciso falar sobre ele para que a criança consiga compreender os fatos, se expressar e aliviar a aflição.
Segundo a psicóloga Danielle Fernandes, que tem experiência no tratamento de crianças órfãs, as crianças já nascem com instinto sobre a morte, no entanto ela encara a situação conforme a família reage. “Se ela percebe que os pais não falam de um tio que morreu, não demonstram emoções, elas também se sentem na condição de guardar seus sentimentos, o que não pode ocorrer, ela precisa se expressar para vivenciar o que está acontecendo”, orienta. O ideal é não esperar algum incidente acontecer para falar sobre a morte com as crianças, mesmo com as menores. “A morte de um animal de estimação ou de uma planta já serve como deixa para a explicação de que aquele ser não vai mais voltar”, explica Danielle.

A atitude da criança é um relfexo da do adulto. Se ele se cala, a criança também o faz

Ao conversar com uma criança sobre a morte de um parente ou animal de estimação, é preciso manter a verdade dos fatos, mas sem entrar em muitos detalhes e com uma linguagem apropriada. Utilizar frases como “ela não vai mais voltar”, “ele dormiu para sempre” parecem crueis, mas são as formas corretas de falar sobre a ausência física de alguém e também não dar esperanças aos pequenos de que este alguém vá voltar. Com certa frequência, os pais evitam contar as más notícias a seus filhos e pedem ajuda aos familiares para que eles façam o papel de mensageiros, o que não é recomendado. Quanto mais próxima a pessoa for do jovem, melhor ele vai entender e confiar naquilo que está sendo explicado.
Existem três fases do luto: o protesto, em que não se aceita o ocorrido; o desespero, muitas vezes anexo à depressão e a agressividade; e a fase de esperança, onde se busca novas relações, novos sentimentos. A duração de cada fase depende de como a família lida com o assunto e age com a criança. Danielle ressalta que as crianças são muito espertas e que os pais não devem subestimá-los quando o assunto é a morte. “É preciso manter a rotina durante o luto, sem esquecer que elas têm muitas dúvidas sobre como será a vida delas a partir daquele momento e explicar que elas têm com quem contar, que existem pessoas que as amam, estas são atitudes que diminuem o sofrimento”, esclarece.

Três perguntas >>>>Danielle Fernandes – psicóloga

– Como tratar a criança que perdeu os pais?

Procuramos trabalhar por meio do diálogo e de técnicas que a faça compreender os fatos – se necessário vivenciar o ocorrido novamente – para minimizar a dor da ausência.

E quando ela questionar “cadê meus pais”, pela primeira vez depois da morte deles?

Recomendo sempre falar a verdade, com clareza e objetividade, se a família possuir alguma religião, utilizá-la para amenizar o sofrimento.

Levá-las ou não ao cemitério em dia de finados ou em velórios?

A criança decide. Depois de falar sobre o que aconteceu, sobre a perda de algum ente querido, questionar se ela quer mesmo ir até o velório e adiantar que quem faleceu vai estar em um caixão, haverá flores, as pessoas vão chorar. Se ela mesmo assim optar pelo sim, deixe-a ir. No dia de finados é a mesma coisa, mas preparar-se para responder a algumas dúvidas.

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Porque criança precisa se mexer

Ah! as brincadeiras de infância! Quem não tem saudade!? O Educar para Crescer separou uma dicas ótimas para pais que querem ver os filhos saudáveis e felizes. Chega de ficar em frente ao computador por horas ou com o joystick nas mãos até dar cãibras nos dedos:

 

Confesse: às vezes é mais fácil deixar seu filho quietinho, hipnotizado em frente à TV, do que estimulá-lo a dar uma volta. Os pequenos, porém, podem descobrir grandes diversões em uma simples volta na área de lazer do prédio, na pracinha, no parque ou no jardim da casa do amigo. Dê uma bola na mão deles e veja o resultado.

“As crianças gostam e sempre gostaram de brincadeiras que envolvem movimento, corrida e bola. O que falta hoje é o estímulo por parte dos adultos”, observa Ana Célia Osso, coordenadora do CAD -Centro de Aprendizado Desportivo do Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo. “Além disso, elas gostam do básico, o que nem sempre passa pela nossa cabeça”, completa Ana Célia, lembrando que bola e boneca ainda são capazes de deixar qualquer criança entretida e feliz.

Leia a matéria na íntegra aqui

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