criança



Canais infantis incitam o consumo

Olá pessoal! No dia 13 de agosto, último domingo, a reportagem da jornalista Pauline Almeida falou da publicidade e da propaganda direcionadas às crianças para estimular o consumo. Sem o acompanhamento dos responsáveis, os pequenos estão sujeitos a um “bombardeio” de informação. Além disso,  as propagandas não estão apenas no intervalo da programação. A matéria alerta os […]

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EXTRA! EXTRA!

Olá pessoal!

Passamos por aqui para avisar que nossa coluna de amanhã, terça-feira, está em produção! Não percam, lá no Caderno D+ do Diário do Norte do Paraná.

AVISO

Em virtude do feriado de Nossa Senhora da Glória, padroeira do município de Maringá, os jornais que seriam entregues na quarta-feira, terão entrega antecipada.

Desejamos a todos uma excelente semana!

Abração da Equipe O Diário na Escola

#16ANOS

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Mural do Participante

Adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social atendidos pelo Abrigo Provisório Municipal, de Maringá, leram no jornal O Diário matérias que tratavam sobre drogas e violência. Depois da leitura eles fizeram um debate e produziram textos para prevenir e conscientizar as pessoas. Veja abaixo uma das produções:

“Meu nome eu não quero falar, minha idade é 15 para 16 anos, já deu para perceber que sou um adolescente. Não quero dar lição de moral em ninguém, mas queria dizer a você que está começando ou que já está nessa vida, que eu já experimentei vários tipos de drogas e vi que essa vida não leva a nada… ou melhor, leva sim, para trás das grades ou para o cemitério. Você, adolescente, larga dessa vida! Nossas mães ficam preocupadas, chorando pelos filhos que não valorizam o que tem, a não ser quando eles estão na beira da morte, jogados para as traças… Dê valor à sua vida!!!”

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Conheça mais sobre o Tratamento do Déficit de Atenção e Hiperatividade

O TDAH é uma doença que atinge mais de 5% das crianças brasileiras e pode acompanhá-las até a vida adulta. O maior poblema é identificar corretamente os sintomas, para assim dar início ao tratamento.  Observe as seguintes situações:  falta de atenção, concentração, problemas de relacionamentos com outras pessoas, queda no rendimento escolar, hiperatividade e ansiedade, esses são os principais sintomas da doença.

Assista ao vídeo da psiquiatra da infância e adolescência e professora adjunta do departamento de pesquisa da Unifesp, Maria da Conceição do Rosário, que esclarece as principais dúvidas sobre a doença.

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O carnaval é uma festa infantil?

A “festa profana” ainda reserva espaço para os pequenos?

Para responder a questão, trouxemos a entrevista do antropólogo Roberto DaMatta, realizada em 2008, pelo Centro Internacional de Referência em Mídias para Crianças e Adolescentes – Rio Mídia e republicada esta semana pela revista Pontocom.

Vale a pena conhecer como a antropologia percebe o Carnaval, que para o país durante quatro ( em alguns casos cinco ou mais) dias.

O samba enredo de 1992 explica como o “espetáculo” funciona: “É carnaval, é a doce ilusão é promessa de vida no meu coração”. São dias em que tudo é permitido, homem vestir-se de mulher: pode! Exagerar na bebida alcoólica? Pode também…São dias, para a antropologia, que servem para fazer o sujeito esquecer dos problemas cotidianos, entretê-los, animá-los…enfim…é isso!

Vamos à entrevista…

Que relações então se estabelecem entre adultos e crianças nesta festa?

Roberto DaMatta – No carnaval, como na experiência do futebol e de outras festas, as crianças se vêem como iguais aos adultos relativamente a certas dimensões importantes da vida social. Por exemplo: com o direito de usar uma fantasia de sua escolha ou preferência; na capacidade de torcer pelo time A ou B; no papel de devoto do santo ou da santa que conta tanto quanto os outros. Essas são experiências de vida igualitárias que tiram a criança do controle do adulto e da família, que não é pequeno no Brasil. Elas, então, podem realizar coisas que os adultos realizam sem controle, ultrapassando o mero “agradar” ou “ser bem comportado”, para serem cúmplices, parceiros ou torcedores: cidadãos de um mesmo bloco, escola de samba ou entidade sobrenatural.

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Apenas 18% das crianças estão matriculadas na Educação infantil

Uma em cada grupo de dez crianças, oriunda de lares pobres, freqüenta a creche. Nas famílias de alta renda, o cenário se mostra diferente, cerca de 38% vão as escolas voltadas para crianças de zero a três anos. A média geral brasileira é de 18% das crianças matriculadas na Educação infantil.
Os dados compõem o estudo “Primeira Infância em Números”, realizado pela Secretaria de Ações Estratégicas da Presidência da República (SAE) com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
O resultado é considerado baixo por especialistas em Educação infantil. Para eles, a função da creche vai além da guarda da criança enquanto os pais trabalham. A presença dos pequenos em um espaço de socialização é fundamental para desenvolver habilidades que, mais tarde, serão fundamentais ao aprendizado.

Leia a notícia completa aqui

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Como lidar com crianças em luto

Com a proximidade do feriado do dia de Finados, os pais – de primeira viagem ou aqueles que costumam ignorar o assunto, por não saber o que dizer – se perguntam como falar com as crianças sobre a morte? Como abordar o luto na infância? No primeiro momento e com a intenção de protegê-las, a família esconde o fato, como se ao afastá-las do assunto pudessem também afastá-las da dor e do sofrimento. O tema ainda é um tabu social e é preciso falar sobre ele para que a criança consiga compreender os fatos, se expressar e aliviar a aflição.
Segundo a psicóloga Danielle Fernandes, que tem experiência no tratamento de crianças órfãs, as crianças já nascem com instinto sobre a morte, no entanto ela encara a situação conforme a família reage. “Se ela percebe que os pais não falam de um tio que morreu, não demonstram emoções, elas também se sentem na condição de guardar seus sentimentos, o que não pode ocorrer, ela precisa se expressar para vivenciar o que está acontecendo”, orienta. O ideal é não esperar algum incidente acontecer para falar sobre a morte com as crianças, mesmo com as menores. “A morte de um animal de estimação ou de uma planta já serve como deixa para a explicação de que aquele ser não vai mais voltar”, explica Danielle.

A atitude da criança é um relfexo da do adulto. Se ele se cala, a criança também o faz

Ao conversar com uma criança sobre a morte de um parente ou animal de estimação, é preciso manter a verdade dos fatos, mas sem entrar em muitos detalhes e com uma linguagem apropriada. Utilizar frases como “ela não vai mais voltar”, “ele dormiu para sempre” parecem crueis, mas são as formas corretas de falar sobre a ausência física de alguém e também não dar esperanças aos pequenos de que este alguém vá voltar. Com certa frequência, os pais evitam contar as más notícias a seus filhos e pedem ajuda aos familiares para que eles façam o papel de mensageiros, o que não é recomendado. Quanto mais próxima a pessoa for do jovem, melhor ele vai entender e confiar naquilo que está sendo explicado.
Existem três fases do luto: o protesto, em que não se aceita o ocorrido; o desespero, muitas vezes anexo à depressão e a agressividade; e a fase de esperança, onde se busca novas relações, novos sentimentos. A duração de cada fase depende de como a família lida com o assunto e age com a criança. Danielle ressalta que as crianças são muito espertas e que os pais não devem subestimá-los quando o assunto é a morte. “É preciso manter a rotina durante o luto, sem esquecer que elas têm muitas dúvidas sobre como será a vida delas a partir daquele momento e explicar que elas têm com quem contar, que existem pessoas que as amam, estas são atitudes que diminuem o sofrimento”, esclarece.

Três perguntas >>>>Danielle Fernandes – psicóloga

– Como tratar a criança que perdeu os pais?

Procuramos trabalhar por meio do diálogo e de técnicas que a faça compreender os fatos – se necessário vivenciar o ocorrido novamente – para minimizar a dor da ausência.

E quando ela questionar “cadê meus pais”, pela primeira vez depois da morte deles?

Recomendo sempre falar a verdade, com clareza e objetividade, se a família possuir alguma religião, utilizá-la para amenizar o sofrimento.

Levá-las ou não ao cemitério em dia de finados ou em velórios?

A criança decide. Depois de falar sobre o que aconteceu, sobre a perda de algum ente querido, questionar se ela quer mesmo ir até o velório e adiantar que quem faleceu vai estar em um caixão, haverá flores, as pessoas vão chorar. Se ela mesmo assim optar pelo sim, deixe-a ir. No dia de finados é a mesma coisa, mas preparar-se para responder a algumas dúvidas.

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Porque criança precisa se mexer

Ah! as brincadeiras de infância! Quem não tem saudade!? O Educar para Crescer separou uma dicas ótimas para pais que querem ver os filhos saudáveis e felizes. Chega de ficar em frente ao computador por horas ou com o joystick nas mãos até dar cãibras nos dedos:

 

Confesse: às vezes é mais fácil deixar seu filho quietinho, hipnotizado em frente à TV, do que estimulá-lo a dar uma volta. Os pequenos, porém, podem descobrir grandes diversões em uma simples volta na área de lazer do prédio, na pracinha, no parque ou no jardim da casa do amigo. Dê uma bola na mão deles e veja o resultado.

“As crianças gostam e sempre gostaram de brincadeiras que envolvem movimento, corrida e bola. O que falta hoje é o estímulo por parte dos adultos”, observa Ana Célia Osso, coordenadora do CAD -Centro de Aprendizado Desportivo do Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo. “Além disso, elas gostam do básico, o que nem sempre passa pela nossa cabeça”, completa Ana Célia, lembrando que bola e boneca ainda são capazes de deixar qualquer criança entretida e feliz.

Leia a matéria na íntegra aqui

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A lógica de Einstein

O texto abaixo é creditado a Albert Einstein e diz muito sobre a natureza humana. Quando dizemos “não podem”, “não façam” e “não conseguem” às crianças – ou também aos adultos – as condicionamos ao aspecto negativo da ação. Este post é um alerta as vésperas do dia da criança para que a deixemos ser quem é e, principalmente, quem ela pode e gosta de ser, porque assim ela será o melhor de si mesma.

Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
– Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
– Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
– Pode nos dizer como?
– É simples: – respondeu o velho.
– Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.

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Alguns artigos do ECA

Separamos para os leitores alguns artigos do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) a fim de promover a reflexão sobre o tratamento, educação, saúde e cidadania das nossas crianças. Amanhã é o dia da infância, mas educar e amar uma criança é função para vida inteira 🙂

LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.

 

Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.

Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.

Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade.

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